FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

9. Capítulo IX


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Harry dormia, esparramado na cama. Havia um abajur aceso e um livro sobre o travesseiro contíguo. O fogo ainda crepitava na lareira de mármore e o ambiente era cálido. Ele vestia apenas short de cetim azul-marinho estampado em vermelho.
Hermione aproximou-se.
Injuriada por ele ter ido dormir sem procurá-la, ela fechou o livro e viu a capa. "Criação de campeões."
— Essa não é a sua especialidade, meu amigo — murmurou e atirou o livro sobre a cômoda. — Você deveria ficar acordado, à espera que eu mudasse de idéia.
— Seu desejo é uma ordem para mim. — Ele abriu os olhos. — Hum, ainda bem que não se vestiu demais.
Ele estendeu o braço e puxou a toalha que a enrolava, largando-a no chão.
Ela ficou nua diante dele, com a caixa de preservativos na mão.
— Você estava acordado!
— Antes não, mas agora sim.
Ele contemplou-lhe a nudez, da cabeça aos pés.
"Faça alguma coisa", ela ordenou a si mesma. "Não fique aí como um manequim de vitrine".
— Você é uma mulher bonita, Hermione. Venha cá...
Era uma ordem sedutora.
Onde estava a jovem corajosa e agressiva em que se transformava, quando ansiava por sexo? Mas aquela vez não se tratava só disso.
O que tornava ainda mais importante seguir a trilha original.
— Agora, Harry, devo dizer-lhe uma coisa — enquanto falava, ela se ocupava em abrir a embalagem das camisinhas. — Gosto de estar no comando. Além disso, você deve estar cansado de dirigir. Pode ficar deitado e relaxe. Deixe-me tomar as iniciativas. Você vai gostar. Pode crer.
Hermione abriu a caixa, fez Harry deitar de costas e ajeitou-se a seu lado.
Ele espantou-se, quando ela começou a tirar-lhe o calção.
— Hei, o que é isso?
Tarde demais.
— Fique quieto, Harry. Agnes tem o sono leve.
Ele ergueu as sobrancelhas e calou-se, sorrindo.
Ainda bem, ela pensou. Não estava ali para um encontro amoroso, mas sim para acalmar seus hormônios.
— Agora — Hermione sentou-se sobre os joelhos dele —, deixe-me olhá-lo.
Desnudo e imóvel, o magnífico corpo masculino era um convite para seus olhos famintos.
Ela tentou convencer-se de que Harry não era diferente dos outros, apenas maior. O que não significava ser melhor.
— Você é um homem bonito, Harry Potter — murmurou.
Ela inclinou-se para frente e deslizou sobre o peito piloso, os ombros macios e os braços fortes. Ofegante, ela roçou a ponta dos dedos sobre os pêlos encaracolados.
Harry engoliu em seco quando ela tocou os mamilos. Ele estendeu as mãos para acariciá-la e, imediatamente, Hermione prendeu-lhe os pulsos no travesseiro, ao lado da cabeça. Mas como os bicos dos seios tocavam no peito musculoso, ela quase desistiu.
— Esta noite eu dirijo o espetáculo, lembra-se? — sussurrou roçando os lábios dele. — Você não pode tocar-me. Nem mover-se. Nada. Dá para agüentar?
— Sim, patroa. — Harry ainda sorria.
Hermione beijou-o com rudeza, para mostrar quem mandava. E novamente, quase perdeu o controle.
Harry ofegava, quando ela se afastou. Ele estava com os olhos semicerrados e já não sorria. O desejo era evidente no corpo de Harry. Ele estava prestes a perder o controle.
Ele estremecia, à medida que Hermione afagava a masculinidade palpitante. Ele erguia ligeiramente os quadris, comprimindo as nádegas.
— É melhor parar com isso — ele resmungou.
Ela não queria chegar tão longe, só com as carícias, mas ficara hipnotizada pela resposta a seus toques.
— Hermione, não... — gemeu, quando ela se abaixou para beijá-lo. — Por piedade!
E era o que ela não tinha naquele momento. Consumia-se pela necessidade de possuí-lo. Completa e intimamente.
Sentir o gosto de Harry em sua boca deixou-a com a cabeça girando e, finalmente, ela se perdeu na escuridão.
Ele afastou-a bruscamente.
— Está na hora de mudar a direção, doçura.
Aturdida e desorientada, Hermione deixou que ele a virasse de costas e a beijasse com fúria. Naquela altura, ele é que lhe prendia os pulsos, enquanto se pressionava contra ela.
Em pânico, ela lutou para soltar-se, com um grito estrangulado.
— Shh — ele resmungou. — Da outra vez você poderá comandar, mas desta vez será com um homem de verdade. Como já lhe disse, não gosto de ordens. Agora vai cooperar e ficar quieta? Ou terei de usar de outros meios?
Apesar do olhar arregalado, ela obedeceu.
— Ótimo.
Ele beijou-a na boca, no pescoço, nos seios, nas coxas e entre elas.
— Oh, Deus... — Hermione gemeu.
Era o que ela temia. Ficar indefesa e não o impedir de fazer o que quisesse.
Porém a realidade não era tão apavorante. Era... quase uma bênção.
— Não pare — implorou, quando Harry afastou-se.
— Você poderá chegar ao fim muito rápido.
Harry fez o trajeto de beijos de modo inverso, até chegar aos seios. Sugou-lhe os mamilos até eles ficarem muito sensíveis, a ponto de a respiração de Harry sobre eles deixá-la trêmula.
Ela arqueou as costas, sem controle.
Tremendo e sem fôlego, Hermione viu-o pegar o preservativo. Mal podia esperar o momento em que ele a preenchesse totalmente. Ela dobrou os joelhos, ansiosa.
— Agrada-lhe a posição tradicional? — Ele pareceu surpreso.
E ela também se surpreendeu de Harry fazer-lhe tal pergunta em uma hora daquelas.
— Às vezes.
— Muitas mulheres não gostam...
Hermione engoliu em seco, quando ele penetrou-a com vontade. Prendeu-o firmemente com as pernas e os braços, empurrando ainda mais para dentro de si.
— Ah, Harry... — A sensação que a invadia era indescritível.
— Eu sei... Também sinto o mesmo.
Seria verdade?
Ela não conhecia aquela sensação. Era muito mais do que prazer. Uma onda de emoções envolveu-a e carregou todos os receios de fazer amor com Harry.
Seu coração encheu-se daquele sentimento novo. Abraçou-o com força e não desejou mais nada, a não ser ficar ali para sempre, fundida com ele, os corações batendo em uníssono.
Isso tinha de ser amor, ela refletiu em êxtase. Uma emoção sempre desprezada, na qual não acreditava. Sempre dissera a si mesma que não seria sua vítima.
Amor. Glorioso. Magnífico. Esmagador.
Harry começou a mover-se e ela voltou à realidade do momento. Harry acabara de ter uma relação com ela.
Mas para ele não era amor.
Essa conclusão a fez contrair-se de dor e não de prazer. Ele gemeu, parou e... fechou os olhos, com um suspiro. Para Hermione, aquilo foi o fim.
"Ele está pensando nela. Talvez até imagine que eu seja ela".
No mesmo instante, desejou que ele mudasse de posição, que se desvencilhasse dela.
Harry recomeçou a mover-se e ela ficou atônita pelo prazer que sentia, apesar de saber o que significava para ele. Um número. Uma substituta de segunda categoria.
De repente, Hermione entendeu a amargura de sua mãe, em relação a seu pai. Certamente ela se apaixonara. E o crime dele fora não retribuir-lhe o amor, mesmo aproveitando-se do corpo de Jane e forçando-a a aceitá-lo.
Hermione tentou não ter prazer. Não conseguiu. Amar Harry deixava-a muito fraca.
Nem mesmo lutou contra seus sentimentos. Aliás, seria um a tarefa impossível. Eles a consumiam com intensidade e nada poderia impedi-la de chegar ao fim.
O primeiro espasmo a fez perder o fôlego. O grito foi sufocado pelos lábios dele, o que transformou esse e os seguintes em gemidos fracos. A cabeça girava com os espasmos que se avolumavam. Ele agarrou-a e ergueu-lhe as costas da cama. Apertou-a, enquanto ele também chegava ao êxtase, tremendo. Harry escondeu a cabeça nos cabelos dela e murmurou palavras inteligíveis.
Finalmente a tempestade passou e uma quietude abateu-se sobre ambos. Fez-se um silêncio constrangedor.
O suspiro fatigado de Harry foi revelador para Hermione.
Passado o calor do momento, era inútil continuar fingindo. Ela não era nenhuma chinesa glamourosa da cidade que não gostava de "posições tradicionais".
Hermione pensava conhecer as técnicas de sedução masculina. Na verdade, o que ela sabia? Nada, em comparação às deusas do sexo.
"Harry jamais se apaixonará por mim, depois de Cho", pensou desesperada. "Só posso almejar uma amizade superficial, amor nas noites em que ele estiver aqui e talvez quando eu for a Sydney."
Jamais poderia imaginar a dor que esse pensamento lhe causava, sendo que sempre fora essa a sua meta. E pior, tornava-se consciente de que não lhe recusaria nada. Nunca.
Teria de aceitar a dura certeza de um amor unilateral, para não se transformar em uma criatura amarga como sua mãe.
Harry era um homem bom e correto. Não pretendia feri-la e nem aproveitar-se dela. Ele não prometera nada. Desejava apenas uma aventura amorosa.
Cabia a ela manter isso, ou não, e conservar seu orgulho. Não haveria confissões dramáticas de amor e nem táticas desesperadas para fazê-lo apaixonar-se. Mas também não faria o papel de jovem submissa ou de mulher fatal. Ela era "ela mesma". Se ele não gostasse... poderia deixá-la.
E, apesar dessa hipótese bastante provável, ela sobreviveria. Afinal, era uma mulher forte.
Antes de qualquer coisa, teria de soltar-se dos braços de Harry, da maneira mais natural possível.
A posição deles era embaraçosa. Harry estava sentado no meio da cama e ela continuava agarrada nele, com as nádegas apoiadas em suas coxas. Intimamente ligados.
— Harry?
— Hum? — Ele continuou com a cabeça escondida nos cabelos dela.
— Preciso dormir. Tenho de levantar cedo amanhã.
Ele gemeu, afastou a cabeça e fitou-a com olhos sonhadores.
— Não vá — ele murmurou. — Quero que fique comigo.
E como ela desejava o mesmo! Por uma noite apenas, já que seria impossível para a vida inteira. Mas não podia arriscar. Agnes era madrugadora.
— Não posso. — Ela usou de toda a força de vontade para mostrar-se calma e fria. — Estou exausta. Poderemos ficar mais um pouco juntos amanhã à noite.
— Será que você não mudará de idéia?
Oh, Deus! Se ele soubesse!
— Depois desse desempenho magnífico?
— Então amanhã, à mesma hora?
Hermione não agüentaria esperar até meia-noite.
— Talvez um pouco mais cedo. Não resisto a um bom negócio.
Ele não achou graça.
— E Agnes?
— Geralmente deita-se às dez e meia.
— Por que hoje você demorou tanto?
"Por medo de apaixonar-me."
— Nasceu um lindo potrinho. — Ela lembrou-se com ternura do esforço do pequeno animal para ficar em pé. — Mas deu um pouco de trabalho para a mãe. Tive de ficar o tempo todo lhe acariciando o pescoço, para acalmá-la.
— E?
— Deu tudo certo. Mãe e filho estão muito bem.
— Hermione... — Harry mostrou-se indeciso.
— Sim?
— É... quando estávamos fazendo amor...
— Sim?
"Não seja cruel, não quero saber de nada."
Ele suspirou. Hermione odiava aqueles suspiros.
— Nada de especial... Queria apenas dizer-lhe que foi fantástico. Só isso. Você é maravilhosa. Queria que soubesse disso.
Ela sorriu, apesar do coração partido.
— Obrigada, amor. O mesmo digo de você. Esperarei ansiosa por amanhã à noite. Espero que mantenha a promessa de ser discreto. Não dê demonstrações de intimidade na frente dos outros. Afinal somos dois adultos que se aproveitam uma pequena aventura amorosa.
"Negue isso, diga que não é verdade. Grite que está apaixonado por mim e que nunca irá me deixar!"
O amor a transformara em uma mulher idiota e romântica. Só então compreendia o que a mãe sofrera. Mas prometeu a si mesma que não se tomaria igual a ela.
— Preciso ir, Harry — ela afirmou calma.
— Não quero que vá — Harry retrucou, de maneira sedutora.
— Isso é muito lisonjeiro, mas...
Com um beijo, ele impediu-a de continuar.
Mais tarde, Hermione ficou apavorada de lembrar que o homem no quarto ao lado não precisara de mais que cinco segundos para fazê-la mudar de idéia.


----->Mione acha que manda, mas Harry está no controle. Dois capítulos, acho que estou dando muita moleza pra vocês =D... Mas é que eu vou ficar a semana toda sem postar e resolvi adiantar o lado de vocês nessa fic e na Dança da Sedução... próximo capítulo só domingo que vem =/ sorry, mas uma semana sem ir no curso me atrasou a vida Comentem bastante pelos dois capítulos =D Bjoo até semana que vem

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.