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8. Capítulo VIII


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Bichento, sempre ao lado de Harry, acompanhou-os com olhar melancólico, enquanto Harry coçava-lhe as orelhas.
— Você está estragando esse cachorro. Ele ficará uivando, quando Agnes trancá-lo fora de casa, à noite.
— Pensei que ele dormisse na sua cama.
— Eu menti.
— Você está com medo de mim.
— É verdade. Você já percebeu que me agrada e, como todo homem, pretende usar isso como vantagem.
— Como Victor?
— Para seu governo, fui eu quem fez a proposta e não o contrário.
— Um comportamento bem ousado, para uma virgem.
— Eu sou assim mesmo. — Ela ergueu o queixo.
— Eu sei e estou contando com isso.
— Para acabar na sua cama? Ou vai agarrar-me e beijar-me, por achar que pode conquistar-me? Pois saiba que isso não acontecerá, meu amigo. Eu o farei cair de joelhos e ficarei feliz por que você não servirá as mulheres por um bom tempo.
— Terei isso em mente se eu pretender agarrá-la e beijá-la.
— Faça isso mesmo!
Hermione deixou a mochila no corredor e foi abrir a janela do dormitório onde estava aquele leito maldito. Um olhar para a colcha de veludo a fez voltar, com intenção de sair dali. Mas infelizmente, Harry fechara a passagem, com o devoto cão-escravo a seu lado.
— Hum, que bela cama — ele comentou com malícia e aproximou-se.
Ela deu meia-volta e segurou-se em uma das colunas.
— Não comece Harry.
— Hermione, minha oferta continua válida, caso mude de idéia mais tarde. — Ele chegou perto dela e afastou-lhe um cacho do rosto.
Ela arrepiou-se com o roçar dos dedos na orelha.
— Não usarei truques ou táticas torpes e nem farei pressão. Se eu fizer isso, você também sabe que não resistirá. Mas não é o que eu quero de você.
— E o que quer comigo? — A voz saiu rouca e suave, contra a sua vontade.
— Tudo.
A tentação estava aguçada e dizia a Hermione que ele poderia fazer "tudo" o que desejasse.
— Vou buscar as toalhas — ela afirmou, com a voz mais natural possível. — Bichento, pode descer. Se Agnes o vir aqui nos quartos, você será exilado para a estrebaria.
Bichento desembestou escada abaixo.
— E você... — Hermione apontou o dedo para Harry. — Pode tratar de concentrar-se nos motivos que o trouxeram aqui.
— Já que insiste...
— Essa porta nova dá para o banheiro. Voltarei em um instante com as toalhas e desceremos em seguida. Não quero que Agnes fique imaginando coisas.
— Ela pensaria?
— Ela me acha capaz de qualquer atitude, embora "essa" não deve passar-lhe pela cabeça.
—Então por que a preocupação?
— Não quero que ela pense "nada" a meu respeito, principalmente agora que mamãe morreu e com seu futuro em minhas mãos.
— Ah, sei, o futuro de Agnes... — ele repetiu.
— Se eu tiver de vender Grangerwinds, eu a mataria.
— E a você também?
— Pode ser. Mas antes, eu trataria de matar cada pessoa que deixou isso acontecer! — Com essas palavras, ela saiu do quarto.
— O jantar foi delicioso, Agnes — ele comentou, depois de terminar o chá. — Há muito tempo que não comia tão bem.
Nesse ponto ele estava certo, Hermione pensou. Não havia muitos restaurantes em Sydney que serviam pernil com torresmo e bolo de merengue com creme para sobremesa. E Cho certamente não cozinhava. Seus talentos deviam ser outros.
Irritada, Hermione ergueu-se.
— Desculpe-me, mas preciso ver se haverá algum parto esta noite. Não se levante Harry. Pode ficar aí. Está frio e escuro lá fora. Será melhor que veja tudo à luz do dia. Não pretendo demorar-me. Mas, se o fizer não se preocupe. Imprevistos sempre acontecem.
— Ótimo. Ajudarei Agnes a encher a máquina.
— Não temos máquina de lavar pratos — Agnes informou-o.
A surpresa de Harry aborreceu Hermione. Aliás, tudo a respeito dele a incomodava. O charme. A bondade com Agnes. Sua própria reação. Ele nem precisava tocá-la. Bastava estar no mesmo recinto, para que seu coração disparasse.
A sala de jantar era espaçosa e a mesa, grande para os padrões comuns. Havia oito cadeiras de espaldar alto, várias cantoneiras e aparadores.
Hermione sentara-se ali, enquanto Agnes e Harry tornavam aperitivo na sala de estar. Destinara um lugar na extremidade da mesa para Harry, e ela ficara na outra, escondida por um vaso de flores. Assim, pensara em evitar os olhares diretos de Harry,
Tudo inútil. Ao entrar, ele levara o vaso até um aparador.
E não tirara os olhos dela o tempo inteiro. Com curiosidade, especulação e olhar sedutor.
Hermione decidiu demorar-se na estrebaria que servia de maternidade. Quer uma égua estivesse parindo ou não.
— Agnes gosta de lavar os pratos, mas você pode ajudar a secá-los. Ah, a televisão funciona bem. Usamos satélite. E também temos muitos livros. Na estante da sala de estar, você encontrará biografias e romances de todos os tipos. Além de livros sobre cavalos e reprodução.
— Não se preocupe comigo. Agnes e eu jogaremos cartas. Está convidada a jogar conosco, se e quando voltar.
— Hermione não gosta de jogos — Agnes disse.
— E por que não?
— Envolve muita sorte — Hermione explicou.
— Na maioria dos jogos, ganhar depende mais da concentração e habilidade.
— Você é hábil no jogo? — ela perguntou.
— Não sei. Quase nunca jogo.
Agnes achou graça, levantou-se e começou a tirar a mesa.
— Então vamos ver quem ganha meu jovem.
Harry também se ergueu, rindo, com os dentes muito brancos à mostra.
Hermione gemeu baixo e saiu correndo.
No celeiro, uma das éguas estava em trabalho de parto. Hermione ajudou o encarregado da noite a trazer ao mundo um lindo potro baio. Era bom ocupar a mente e não pensar naquele homem infernal.
O nascimento foi moroso e difícil. Quando o pequeno animal deslizou para a cama de palha, Hermione também estava ensangüentada.
— Graças a Deus — Fred expressou-se, aliviado. — Detesto quando eles vêm com as pernas enroladas. A égua entra em pânico. Foi ótimo contar com sua ajuda para acalmá-la. Você sabe fazer a carícia certa...
"A carícia certa...”.
Aquela idéia despertou-lhe um desejo tão grande, que Hermione teve vontade de gritar. Olhou para Fred. Até que era um homem bem-apessoado. E se ela...
Oh, Deus... Sentiu-se nauseada só em pensar em ser tocada por outro homem que não Harry.
— Alguma coisa errada? — Fred perguntou.
— Não, estava só pensando. Ficará sozinho o resto da noite?
— Claro. Nada acontecerá. Vá descansar. Presumo que a semana que vem será atribulada. Não perca mais horas de sono.
— Acho que vou dar um passeio antes. Gosto de olhar os cavalos ao luar.

O carrilhão bateu meia-noite, quando ela subia a escada, pé ante pé. Uma réstia de luz aparecia por baixo da porta do quarto de Harry.
Droga de homem. Por que não dormia? E por que ela tinha de pensar nele estendido, acordado e à espera dela?
Entrou no próprio quarto, apanhou uma camisola debaixo do travesseiro e foi até o banheiro no final do corredor. Fechou com cuidado a porta antiga e trancou-a com a chave de latão.
Lavar-se debaixo do chuveiro foi um tormento. O busto estava intumescido, os mamilos eriçados e sentia o fogo queimar entre as pernas. Mal pôde ensaboar-se. Gemeu. A tentação era terrível. Só teria de fechar os olhos, pensar em Harry e...
— Droga! — ela murmurou. — Não é isso o que eu quero!
Deixou cair o sabonete no chão e desligou o chuveiro. Enrolou-se em uma toalha. Os cabelos úmidos cobriam-lhe os ombros nus.
Ela só queria um pouco de paz para sua pobre carne atormentada.
Ainda teve a lembrança de voltar a seu quarto e pegar a caixa de preservativos.
A hesitação à porta de Harry irritou-a. Se decidira, a falta de coragem era intolerável! Mas pensara na presunção e no triunfo dele.
Paciência!
Hermione abriu a porta e entrou no quarto, sem fazer ruído.

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