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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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6. Um dia trouxa


Fic: Minha vida com Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione POV.


Nenhum dos dois sabia por quanto tempo permaneciam assim. Tão perto um do outro, sem coragem para pronunciar qualquer palavra, sem vontade de estar em qualquer outro lugar, em qualquer outro momento, apenas segurando um ao outro como se fosse tudo o que valesse a pena.


Com os pés descalços contra a madeira fria do chão do quarto, Hermione estremeceu, finalmente dando-se conta de seu estado. Além dos cabelos caóticos, magreza evidente, palidez e olheiras assustadoras, estava usando um pijama velho que mal a cobria descentemente.


Contendo o desejo de encolher-se e gemer em desagrado antes correr para longe dos olhos, ainda, preocupados de Harry, Hermione escondeu novamente o rosto na camisa do melhor amigo, enquanto os braços seguiam instintivamente ao redor da cintura do moreno num abraço apertado, surpreendendo a si mesma por negar-se a deixar a segurança dos braços que a aqueciam e protegiam.


As lágrimas que derramou durante o começo da manhã, ainda umedeciam o rosto da grifinória, que braviamente, derrubou sua incrível resistência e autocontrole, para desabafar seus medos e frustração em relação ao futuro dos seus pais na Austrália. Tinha tantas esperanças de poder encontrá-los assim que Harry estivesse bem, com Teddy e Andromeda ao seu lado.


Seu maior temor, era deixar o melhor amigo sozinho. As lembranças da semana que ele passou inconsciente, tendo pesadelos e delírios após o terrível confronto com a morte. Apesar da evidente melhora no ânimo do grifinório, ela não arriscaria se afastar de Harry e deixá-lo por conta própria. O moreno precisava tanto dela quanto ela dele.


Se ao menos tivesse aceitado o convite da senhora Weasley, apesar da confusão que seria a Toca, Harry nunca estaria sozinho. Sempre haveria Rony ou os gêmeos, para fazê-lo sorrir, Arthur para aconselhá-lo, Molly para mimá-lo, Ginny para confortá-lo... Porém, um sentimento estranho a fez apertar-se ainda mais ao amigo de óculos redondos.


Horrorizada, Hermione finalmente percebeu que não desejava que nenhuma outra pessoa o fizesse. Não queria que Harry deixasse de precisar dela agora, que a substituísse pelo carinho da família Weasley.


Por um instante, ela soube, que se nada fosse capaz de reverter a memória de seus pais, Harry seria sua única família, e a ideia do grifinório não precisando mais dela, de seus cuidados, dos seus abraços... Dos seus beijos cada vez mais apaixonados... Era algo assustador demais para suportar.


Como se tivesse notado o corpo de Hermione tremer em seus braços, Harry a embalou suavemente, acariciando suas costas enquanto beijava o topo da sua cabeça repetidamente. Murmurando que estava cuidando dela agora e que não teria razão para ter medo de nada.


-Estamos juntos agora, Mione! Nada pode dar errado quando tenho você comigo!


Sussurra ele levemente, e Hermione timidamente, levanta o rosto para fitá-lo.


-Os papéis se inverteram não é?


Diz a morena, mas como uma afirmação do que uma pergunta. Harry forçou um pequeno sorriso e deu de ombros descendo as mãos para a cintura dela afrouxando o abraço para deixá-la confortável em seu peito.


-Não faz mal! Eu acho que posso consolar minha melhor amiga, e não tem nada de extraordinário em mimar a minha bruxa preferida de vez em quando!


Brinca maroto ao apontar para o café da manhã esquecido sobre a cama, arrancando um olhar carinhoso da grifinória.


-Sinceramente eu não quero que se preocupe ainda mais, Mione! Me sinto orgulhoso em saber que precisa de mim tanto quanto eu preciso de você agora!


Confessa ele como se tivesse desvendado seus pensamentos. Os dedos firmes do moreno guiando o rosto dela em sua direção. Hermione ofegou quando seus olhares se encontraram novamente. Completamente consciente do cheiro dele invadindo seus sentidos, do calor do seu corpo masculino espalhando-se por sua pele fria e exposta da manhã.


O ritmo da sua respiração parecendo acompanhar a dele, a ponta dos seus narizes tocando-se num gesto tão inocente e ao mesmo tempo tão excitante. E o olhos verdes... Estavam tão concentrados, tão perdidos, cheios de desespero e promessas que ela ansiava por conhecer quando ruídos agitados fora ouvido no andar superior e os dois se afastaram bruscamente, como o rosto vermelho sem coragem de encarar os olhos um do outro.


-OH... Nós... É... Bem!


-Sim... Deve ser Bicuço!


Trocavam palavras sem jeito, com o coração a mil dentro do peito, as mãos formigando pela ausência do toque, do calor do corpo do outro. Nenhum deles sabia como agir depois de serem interrompidos em um momento tão... Intenso com aquele.


A única coisa que Hermione pensou, foi em como estava ficando natural compartilhar essa proximidade... Ou ainda melhor, como estava florescendo a intimidade em sua troca de olhares, em alguns sorrisos secretos, em um simples toque como um roçar de mãos, como estavam perdendo o controle dos seus beijos.


Com um suspiro profundo, ela viu Harry despedir-se brevemente, levando a bandeja consigo murmurando vagamente algo sobre alimentar um certo hippogrifo intrometido. Mordendo o lábio inferior com força, Hermione ainda não sabia como se posicionar em relação ao que compartilhava com seu melhor amigo.


Nenhum dos dois, voltara a falar diretamente sobre o que aconteceu antes da batalha final, da sua declaração desesperada, do seu primeiro e tão desesperado beijo, do seu pedido angustiado para ele voltar. Depois daquela noite, trágica e vitoriosa, os dois caminhavam em uma fronteira completamente desconhecida da sua amizade.


Mas, nenhum deles teve coragem de admitir seus sentimentos e torná-lo algo mais. Até quando eles continuariam a ignorar o que estava acontecendo entre eles? Até que ponto seriam capazes de chegar sem arriscar a amizade que construíram em sete anos? Até onde, aqueles beijos seriam inofensivos?


Como se definiriam? O que eram agora? Bons amigos? Melhores amigos apaixonados? Namorados? Quase namorados? ARG! Tão difícil descrever, mais ainda entender. Os artigos infames de Rita Skeeter durante o Torneio ecoando em sua mente. Nunca seriam deixados em paz se assumissem algo assim.


Harry, Ron e ela agora seriam os três bruxos mais famosos da Grã-Bretanha, desde Merlin e Alvo Dumbledore. Uma repetição do quarto ano, certamente não contava nos seus planos. E também havia a opinião de Harry sobre o assunto? Agora que finalmente estava livre de Voldemort, teria todo o tempo do mundo para conhecer outras pessoas, outras bruxas definitivamente mais bonitas e interessantes que ela.


NÃO! Harry não era assim, tão facilmente enganado por sorrisos falsos e corpos bonitos! Ao menos não era mais, ele saberia que a maioria dessas bruxas atraentes estaria atrás da sua fama. Bem, algumas poderiam escapar... Cho parecia realmente interessada nele da última vez que a viu... NÃO! Não daria certo!


Hermione tinha certeza que Harry não estava mais interessado em Cho, especialmente que depois da oriental ter deixado claro seus ciúmes quando ele estava com Hermione, e o próprio grifinório assegurou que nada nem ninguém poderia afastá-lo dela, depois das noites conturbadas na enfermaria.


Balançando negativamente a cabeça, Hermione pegou algumas roupas e seu pergaminho decidindo colocar esses pensamentos de lado e focar na sua atual missão. Transformar totalmente o Largo Grimmauldi!


Geral POV.


O dia estava levemente ensolarado, mas, o vento frio ainda persistia naquela tarde de Londres. Hermione sorriu novamente, seus olhos brilhavam em antecipação quando verificou através da vitrine, alguns pares de cortinas entre fundo de branco seda e xale cor canela. Não eram escuras ou chamativas demais e deixaria o ambiente completamente confortável.


Cairiam perfeitamente com o tom marfim que escolheram para pintar toda a sala. Animada, a bruxa rabiscou novamente seu caderninho transfigurado classificando as cores e preços das cortinas quando Harry finalmente a alcançou. O Potter tinha os braços carregados de pacotes de todos os tamanhos possíveis e ofegava pesadamente.


-Harry, elas são perfeitas!


Comemora Hermione apontando para a vitrine trouxa, enquanto o moreno colocava os pacotes no chão antes de esticar os braços e massagear o pescoço dramaticamente. Estavam andando de um lado a outro por horas a fio. E com trouxas por todos os lados era difícil lançar quaisquer feitiços de encolhimento ou redução de peso sobre suas "comprinhas".


Hermione ainda estava parada na mesma posição, o encarando com expectativa, aguardando a sua resposta final. Com um suspiro derrotado, Harry segue ao lado dela fitando curiosamente a peça apontada na vitrine. Sem jeito, ele coçou a nuca e franziu a testa.


-Se você diz que estão boas, eu concordo!


Responde dando de ombros.


-Harry...


Começa Hermione em tom de aviso, até ser novamente interrompida pelo moreno de olhos verdes.


-Hermione, eu sou a última pessoa em Londres a quem você poderia pedir ajuda nessas coisas! Não tenho experiência com compras desse tipo, sejam trouxas ou mágicas!


Relembra Harry pacientemente levando sua mão sobre o ombro da grifinória.


-Mas, eu confio em você! Tenho certeza que essas cortinas ficarão perfeitas onde quer que você deseje as colocar!


Hermione sentiu o rosto ficar aquecido e apostaria sua varinha que agora estava completamente corada com a declaração de Harry. Estavam comprando montes de objetos, o suficiente para remontar uma grande casa trouxa. Onde passavam, as pessoas os tomavam por um casal apaixonado preparando seu futuro lar.


Depois de uma breve discussão com Harry, os dois decidiram mudar radicalmente todo o casarão para a chegada de Teddy, concordando em uníssono que objetos trouxas seriam muito mais seguros para um bebê do que as cortinas mágicas de Sírius que abrigavam meia dúzia de criaturinhas perigosas.


Sorte de Rony não ter estado lá quando Hermione encontrou uma enorme teia de aranha bloqueando o armário de vassouras na noite passada. O pobre ruivinho teria caído duro, aterrorizado com as mini-aranhas andando de um lado a outro pela porta, paredes e carpete.


"-Não acho uma boa ideia irmos para o Beco Diagonal agora!


Murmurava Harry depois de ler a carta de Rony. As coisas ainda estavam bastante problemáticas no centro do comércio bruxo e segundo o ruivo, haviam repórteres por todos os lados à espera do herói do século fazer sua primeira aparição pública.


Franzindo a testa, Hermione concordou com um aceno do rosto. As lembranças de uma certa repórter intrometida a atormentando no quarto ano, retornando à sua mente.


-Bem, Andromeda passou boa parte da sua vida numa casa trouxa! Ela provavelmente se sentirá mais confortável se decorarmos o Largo Grimmauldi com objetos não mágicos!


Ponderava Hermione, depois de enviar uma coruja com cartas para Rony e Gina.


-Você tem razão!


Concordou Harry levantando-se e ficando ao lado dela, assistindo pela janela a coruja cinzenta desaparecer de vista.


-Tem muitas coisas aqui que nem mesmo eu, sei para que servem! Não quero expor Teddy a qualquer perigo!


Completa ele severamente, ganhando um olhar preocupado de Hermione.


-Enquanto a maioria dessas coisas estiver trancada no baú de Monstro, ficaremos bem!


Tranquiliza ela entrelaçando suavemente seus dedos, apreciando a sensação da sua mão pequena na dele. Os olhos verdes, por trás dos óculos redondos, não deixando o horizonte e ela suspirou sentindo o coração apertado. Ele ainda sentia muita falta de Edwiges.


-Espero que sim!


Responde o moreno apertando a mão dela com ternura. Sentia-se melhor ao saber que ela continuava ao seu lado depois de tudo.


-Agora temos outro problema para resolver...


Começa Hermione um pouco hesitante, o que chamou a atenção de Harry quase que imediatamente. Seus olhos verdes a enfrentando com um misto de ansiedade e preocupação.


-Como vamos pagar as compras trouxas Harry? O único lugar na Grã-Bretanha que é autorizado a converter a moeda bruxa para a libra trouxa é Gringottes, e duvido muito que nos desejem por lá depois de... depois do que fizemos há algum tempo atrás!


Explica Hermione mordendo o lábio inferior com força. Nenhum dos dois contava com o 'pequeno incidente' do dragão e na reação provavelmente furiosa, dos mal-humorados duendes."


Harry, no entanto, a surpreendeu pensando de imediato no irmão mais velho de Rony, Bill Weasley. Ele tinha experiência com os duendes e tinha um vínculo com o banco mágico, se existia alguém capaz de orientá-los e quem sabe atuar como intermediador nessa tensa relação entre bruxos e duendes, seria Bill.


Após uma breve chamava via flu, o disjuntor de maldições não demorou a responder, enviando para Harry uma série de documentos especiais para serem assinados autorizando Bill a atuar como procurador do Potter dentro de Gringottes. Depois de resolvido esse pequeno problema, a dupla saiu do casarão sombrio com uma nova missão em mãos.


Três horas mais tarde, ela entrou em mais uma loja de decoração puxando o braço de um moreno relutante e visivelmente exausto. A dupla perdera o almoço, dedicados a completar à risca cada uma das atribuições da lista de Hermione.


Para desespero absoluto de Harry, ela havia transfigurado o seu longo pergaminho em um caderninho comum e o arrastara até um shopping trouxa nas proximidades. Aquela minuciosa lista assustava o grifinorio. Quanto mais compravam, mais itens apareciam nas páginas em branco.


Maldito cronograma! Praguejava mentalmente Harry, poderia ser interminável, detalhista e exaustivo, mas, tinha tudo o que precisavam para transformar a velha casa de Sírius em um lar digno de uma família para o pequeno Teddy Lupin.


Seus pés estavam o matando, suas costas doíam mortalmente e sua paciência diminuía perigosa e gradativamente até o momento que Hermione o parou frente à uma loja em especial. Ela mordeu o lábio inferior e lhe ofereceu um sorriso tímido antes de explicar.


-Eu se que está cansado e entediado depois de tudo... E por isso deixei essa loja por último!


Murmurava Hermione desviando ligeiramente o olhar para a grande loja repleta de ursinhos de pelúcia, roupinhas coloridas e móveis infantis. Os olhos do moreno ampliaram comicamente. Um sorriso involuntário surgiu no rosto de Harry.


Ele nunca tinha visto tantos brinquedos assim reunidos, com exceção dos natais e aniversários do seu primo Dudley Dusley. O encantamento que Hermione viu nos olhos verdes do seu melhor amigo, eram acompanhados por uma pequena sombra de tristeza e a grifinória se perguntou se em algum momento ele teve a oportunidade de entrar em uma loja como essa antes. A julgar pela reação dele, os Dusleys não aprovariam isso.


Olhando em volta rapidamente, Hermione puxou discretamente sua varinha, lançando um breve encanto de desilusão sobre o carrinho de compras e jogou todos os pacotes em sua velha e inseparável bolsa de contas. Satisfeita por ter conseguido se livrar da carga extra sem chamar atenção, ela se aproximou de Harry segurando sua mão e apoiando a cabeça sobre seu ombro.


O gesto carinhoso de Hermione tirou Harry dos seus devaneios e o levou a sorrir para ela novamente. Ela deixou o melhor para o final, sabia muito bem que ele nunca se sentiria cansado demais se fosse fazer algo para seu afilhado.


-Vamos Harry, escolher o quarto de Teddy!


Anuncia Hermione entrando na loja com seu melhor amigo.


Hermione POV.


Harry parecia estar perdido entre tantos brinquedos e cores vivas. A cada cinco segundo ele puxava Hermione de lado e empolgado mostrava um brinquedo engraçado, ou algum urso de pelúcia super vermelho lembrando as cores orgulhosas da grifinória. Ela simplesmente ria da animação do amigo o deixando aproveitar um pouco antes de voltarem à lista de compras.


-Mas, Mione, ele é a cara de Bichento! Olha bem para a cara amassada dele... Vai ter coragem de deixá-lo para trás???


Provocava Harry apontando para um gato laranja de brinquedo, cheio de botões coloridos. A grifinória revirava os olhos impaciente.


-Eu já disse que não Harry! Já escolhemos mais de vinte brinquedos diferentes, agora é hora de procurar as coisas importantes!


Insistia Hermione praticamente arrastando o amigo para longe da sessão de brinquedos. Se deixasse, ele teria comprado a loja inteira para Teddy. Harry pareceu desanimar, fazendo muxoxo e Hermione o soltou, ficando de frente para ele.


Com as mãos na cintura e os olhos estreitos como uma mãe pronta para repreender o filho teimoso. Harry simplesmente cruzou os braços atrás das costas à espera do sermão.


-Harry James Potter! Não vai colocar mais uma única coisa nesse carrinho que não esteja dentro da nossa lista entendeu?


Ela não gritava, mas sua voz era firme e intimidadora o suficiente para que Harry entendesse bem o recado.


-Mas, Mione, eu só queria dar alguns presentes para ele!


Defende-se o moreno chateado.


-Não, você já escolheu vinte e seis brinquedos diferentes, muitos dos quais ele só vai poder brincar daqui há uns bons sete meses!


Repreende ela severamente, mas logo se arrepende ao perceber o olhar contraído do amigo. Respirando fundo e suavizando a voz ao máximo, Hermione se aproxima mais dele o olhando profundamente nos olhos verdes.


-É mais do que presentear Teddy, não é? Você quer dar a ele tudo o que não teve!


Sussurra Hermione alto o bastante para somente Harry escutar, sua mão alcançando o rosto dele numa carícia leve. O moreno desviou o olhar do dela, mais uma vez sentindo o corpo ficar tenso com as lembranças da sua infância com os Dusleys.


Acertara o alvo. Hermione sabia que havia algo incomodando o seu melhor amigo desde o momento que ele entrou naquela loja. Ela o conhecia bem demais. Tinha certeza que cada pensamento seu vinha acompanhado de alguma lembrança sombria dos seus tios trouxas e agora somava o destino do pequeno Teddy, órfão como Harry.


Seu coração foi preenchido de orgulho. Era um fato incontestável, Harry não permitiria jamais que Teddy sofresse o que ele sofreu. Mesmo, que isso significasse assumir a responsabilidade pelo filho de Remus e Tonks, no auge dos seus dezessete anos de idade.


Hermione sabia que não teria ninguém mais dedicado ao pequeno metamorfo do que Harry. Como Andromeda lhe tinha dito uma vez... Teddy era sua última ligação com Sírius, Remus e Tonks, por isso era tão importante para Harry, proteger o afilhado com tudo de si.


-Oh, Harry, eu sei que não está fazendo isso por mal! Você está dando á Teddy muito mais do que você já teve, um lar, um padrinho que o ama acima de tudo, uma avó dedicada, a chance de crescer no mundo mágico tanto quanto no mundo trouxa...


Explica ela, segurando o rosto de Harry com as duas mãos, o obrigando a encara-la novamente. Ficando nas pontas dos pés, ela roçou seus lábios quentes e macios sobre os dele, num beijo tímido e casto. Um beijo que derreteu a resistência dele e relaxou sua postura rígida.


-Mas, agora Teddy não precisa de tantos brinquedos! Não queremos deixá-lo mimado demais não é? Imagina só uma versão de cabelos coloridas do Malfoy!


Brinca Hermione, suas mãos caindo instintivamente do rosto aos ombros de Harry, mas sem nunca quebrar o contato entre eles. O moreno fez uma careta exagerada com o pensamento, Tonks o perseguiria em seus pesadelos se ele deixasse seu filho se tornar um idiota como Draco.


-Tem razão!


Admitiu, derrotado, o Potter.


-Ótimo, agora que concordamos em seguir o cronograma, precisamos encontrar uma vendedora para escolher o berço!


Anuncia ela radiante, ignorando a sobrancelha de Harry levantar quando mencionou "concordamos em seguir o cronograma". Deixando a amiga se afastar a uma distância saudável, Harry finalmente tirou as mãos das costas colocando muito discretamente o gorducho gato laranja de brinquedo no carrinho.


-Teddy não pode ficar sem o clone de Bichento!


Murmurou ele com um sorriso maroto. Não muito longe, Hermione estreitava os olhos quando avaliava a quantidade de itens do caderninho, o quarto de Teddy teria que começar do zero.


Tudo novo, nada de móveis antigos, seria o único quarto do Largo Grimmauldi completamente moderno, em outras palavras, teria tudo que o mundo trouxa poderia oferecer de bom além de certas coisinhas do mundo mágico.


-Marinheira de primeira viagem?


Uma voz firme e ao mesmo tempo divertida a chamou atenção. Um rapaz alto que lembrava bastante Neville se aproximou dela com um par de vestidinhos nas mãos. Educadamente Hermione acenou, nunca precisou comprar nada para um bebê antes, era bastante difícil saber o que realmente era importante para Teddy.


-Acho que estamos no mesmo barco então!


Murmura ele piscando um olho para a grifinória que não conseguiu evitar um sorriso, o pobre rapaz parecia mesmo perdido com as peças de roupas repletas de babados e tule.


-Precisa de ajuda?


Pergunta ela solidária. Ao menos com o vestido ela poderia ser útil, toda menina que brincou de boneca poderia apontar qual a escolha certa, mas para um homem, poderia ser uma árdua e quase impossível tarefa.


-Adoraria! Minha irmã acabou de dar à luz a uma menininha, e me nomeou padrinho, eu estava indo para o hospital quando lembrei que não tinha nada para ela!


Diz o rapaz sem jeito, encarando curiosamente os vestidinhos estendidos na sua frente.


-Eu pensei em levar um ursinho de pelúcia, ou uma caixinha de música, mas depois eu vi uma boneca muito interessante que conversava com o bebê, mas agora encontrei esses vestidos... O que acha? Levo um deles ou levo todos?


Desesperava-se ele, entregando a ela um vestidinho azul e outro lilás.


-Hm... Acho que o vestido azul, com gorrinho e luvinhas ficaria perfeito! É delicado e parece bastante confortável para ser usado nessa época do ano!


Aconselha Hermione sem perceber o olhar agradecido que recebia do tio de primeira viagem.


-Tem razão! Emma vai ficar linda com este!


O rapaz trouxa parecia muito mais satisfeito agora.


-Obrigada...errr...?


Questiona ele estendendo a mão para ela cordialmente.


-Hermione Granger!


Responde a morena.


-Samuel Blanc!


Harry POV.


Os dois apertavam as mãos quando um Harry com cara de poucos amigos os encontrou. Havia perdido a grifinória e vista e ficou à sua procura em mais de cinco sessões diferentes, especialmente a traumatizante sessão de roupas de baixo para gestantes. O pobre garoto só poderia gemer interiormente diante dos olhares atravessados que recebia das mulheres daquela parte da loja.


-Boa sorte, Hermione!


Despediu-se o rapaz, um tanto sorridente demais. O tal trouxa olhava de uma forma muito suspeita para a sua amiga e Harry sentiu um sentimento de possessividade fervendo bem fundo dentro de si.


Sem nem a menos dar-se conta, tinha entrelaçado seus dedos aos dela, permanecendo estoicamente ao seu lado, enquanto o completo estranho parecia estar ignorando o olhar assassino que Harry lhe enviava. Deixava Hermione sozinha cinco minutos e já tinha um cara atrás dela?


Uns bons minutos haviam se passado, e agora Harry finalmente encarava Hermione. A garota de rebeldes cabelos cacheados e encantadores olhos castanhos fitava alguns vestidinhos sonhadoramente, e o moreno se encontrou curioso sobre o que o trouxa e Hermione estavam conversando antes da sua chegada.


-Ele procurava um presente para a sobrinha!


Revela ela sem ao menos encará-lo, e Harry ficou surpreso com a facilidade com que sua melhor amiga conseguia descobrir o que estava em sua mente. Apertando suavemente sua mão ela continuou.


-Parecia nas nuvens com a pequena Emma, mas não fazia ideia de como escolher algo para ela! 


Completa Hermione com um suspiro. Harry por outro lado, ouvia a tudo com atenção, o sentimento enfurecido contra o rapaz trouxa esvaindo-se aos pouquinhos. Talvez ele não estivesse tentando flertar com Hermione, apenas pedindo um conselho... Talvez. Avaliou silenciosamente o maroto.


-De certa forma ele me fez pensar em você!


O interrompe com um sorriso, Hermione. E essa afirmação pegou o grifinório de surpresa.


-Por quê?


Questiona ele intrigado a levando com ele até uma estante cheia de sapatinhos azuis.


-Bem, ele não sabia o que escolher, apenas sabia que queria algo bom para ela! Estava completamente perdido dentro dessa loja! Acho que se eu não o tivesse ajudado, provavelmente, Samuel estaria fazendo companhia a você na sessão de brinquedos com o carrinho cheio de presentes!


Hermione ria da expressão indignada de Harry.


-Hey! Eu só queria que o Teddy se divertisse um pouco quando estivesse morando com a gente!


Defende-se o moreno agarrando um par de sapatinhos azuis e estendendo para ela. Parecia tão natural para ele agora, imaginar Teddy e Andromeda dividindo a casa com ele e Hermione. Sim, ela fazia parte dessa sua família, assim como Rony, Luna e todos os Weasleys, mas a presença da bruxa de cabelos espessos e olhos castanhos, era algo que ele não saberia abrir mão.


-Eu sei! Parece que isso pode ser algo natural... Como ele mesmo disse, somos todos marinheiros de primeira viagem! Teddy é o primeiro bebê em nossas vidas, é normal querer mimá-lo afinal!


Pondera Hermione docemente, seus olhos castanhos buscando os orbes esmeraldas escondidos por trás dos óculos redondos de Harry. O herói do mundo bruxo, não encontrava as palavras certas para descrever esse a euforia que sentiu nesse momento.


O tempo pareceu congelar breves segundos antes de ganhar muito mais vida e intensa explosão de cor. Seu coração tinha pulado uma batida dentro do peito, antes de retomar um ritmo vertiginoso de impulso. Seu sorriso não poderia ter sido maior ou mais verdadeiro.


O mesmo sentimento febril e envolvente que o tinha arrebatado em Hogwarts, na noite em que viu Teddy nos braços de Hermione, retornou com força total através daquelas palavras. "Teddy é o primeiro bebê em nossas vidas". Havia tantos significados, tantas esperanças por trás dessa declaração.


Hermione não possuía qualquer vínculo (oficial) com Teddy. No entanto, o neném metamorfo a adorava tanto quanto à Harry. Ele sorria para ela, brincava com seus cabelos cacheados, e quando ela cantava para ele, Teddy chegava a dormir sorridente em seus braços. Hermione igualmente não parecia medir esforços pelo único filho de Remus e Tonks.


Sozinha, convenceu Andromeda a esperar por Harry em Hogwarts após o funeral, encorajou-o a encontrar seu afilhado e o apoiou quando decidiu deixar a herança de Sírius para ele. Hermione desistiu de mais um ano em Hogwarts para ficar ao seu lado e transformar a casa número 12 do Largo Grimmauldi, em um lar.


Colocou suas próprias expectativas em segundo plano para orientar o desajeitado e problemático Harry Potter a como cuidar de uma criança. Ela passou noites a fio pesquisando tudo o que Teddy poderia vir a precisar, especialmente um bruxinho metamorfo como ele.


Ela agia como se fosse, tal qual Harry, a madrinha de Teddy. A responsável por desempenhar a figura de uma mãe na vida do pequeno Lupin apesar do tão pouco que o conhecia. Era o jeito de Hermione, não hesitar em ajudar o próximo, em fazer o que é certo, em dedicar-se completamente ao que acredita de coração.


E agora, muito mais do que jamais imaginaria ser capaz, Harry a admirava, a agradecia... Nenhuma pessoa em toda sua enlouquecida maratona da vida, o cativava tanto quanto ela. Porque estar aqui com ele, no meio de uma super-loja trouxa, quando poderia estar descansando em Hogwarts e se preparando para o começo das aulas, significava que ela acreditava de coração nele.


Sim, ela estava certa, Teddy era o primeiro bebê nas suas vidas. Era uma explosão de ar puro para esmagar a fase sufocante de luto e culpa na qual eles se consumiam após a batalha final. A memória de Remus, a promessa de Andromeda, a tentadora oferta de McGonagall... Tudo isso tinha desencadeado uma sequencia inesperada de escolhas sobre a sua vida, sobre o seu futuro...


O que antes ele enxergava como um profundo mar de incertezas, agora ele encontrava rochas firmes sob seus pés descalços. Ele desejava desesperadamente uma família, e Remus o presenteou com Andormeda e Teddy. Ele ansiava por uma carreira que o ajudasse a trazer a justiça para o mundo mágico, e a lado de Rony e Hermione, derrubou o senhor das trevas mais tenebroso de todos os tempos.


Ele necessitava de um porto seguro, de alguém capaz de tirar forças da sua fraqueza e trouxesse de volta a esperança em sua vida... E o destino lhe trouxe, novamente, Hermione, e todo seu amor, no momento em que estava se preparando para morrer. Ele queria abraçá-la, declarar tudo o que ela significava para ele ali mesmo, no me de sapatinhos e bichinhos de pelúcia.


Queria prometer para ela que a faria feliz, que Teddy seria o primeiro de muitos... filhos... que desejava ter com ela. Que Largo Grimmauldi ficaria pequena para a família que construiriam. Ele queria os pais de Hermione, Teddy, Andromeda, Rony, Gina, os gêmeos, Luna como membros definitivos da sua família...


E ela como sua melhor amiga, sua companheira, sua confidente, sua inspiração, sua força, sua razão, sua namorada, sua futura mulher! Ele só queria saber como diabos poderia explicar isso para ela!!! Nenhum lugar, nenhum momento parecia perfeito o suficiente para isso.


Hermione era a garota mais importante da sua vida, não poderia imaginar a pedindo para ser sua sem qualquer cuidado ou dedicação dignos dela. De alguma forma, Harry sabia, que ele teria que encontrar um meio de mostrar o quanto a amava, mas até agora não sabia como.


-Será que isso cabe nele?


Pergunta desajeitadamente curioso o grifinório desviando os olhos verdes para os sapatinhos estendidos para ela, e Hermione, percebendo o embaraço de Harry toma os sapatinhos da sua mão segundos antes de lhe roubar um beijo profundo e arrebatador, envolvendo os braços delgados ao redor do pescoço do moreno, que retribuiu ao beijo com toda a voracidade e paixão que não conseguia expressar em palavras.


 Hermione POV.


Os dois deixaram a loja "Mamas & Papas" do shopping Westfeld e comeram em uma lanchonete trouxa antes de seguirem para o centro comercial próximo à Oxford Street, encontrando a loja perfeita, a gigante Mothercare.


Mais aliviado com a mudança de ambiente, Harry concordou em dividir a lista com Hermione, e separados, estariam acelerando a conclusão eficiente do cronograma do dia. Claro, que Harry se encarregou dos itens mais óbvios, com fraudas, mantas, cobertores, trocador e carrinhos de bebê enquanto Hermione lidava com a escolha dos móveis.


Ela estava perdida em seus pensamentos quando foi abordada por uma vendedora de aproximadamente sua idade, uma jovem bastante atraente, com cabelos ruivos e olhos azuis.


-Procurando algo para dar de presente no chá de bebê?


Questiona a jovem vendedora com empolgação assustando Hermione, que quase jogou o caderninho para o ar apontando a varinha ameaçadoramente para a ruiva. Para sua sorte, não o fizera, tantos meses de fuga, batalhas e perseguições, ela teria que tomar muito cuidado para não acabar como Moody, paranoica com o resto do mundo.


-Oh! Não, não é presente... Na verdade estou à procura de um quarto de bebê completo!


Explica Hermione com um sorriso sem graça após o olhar desconfiado da vendedora em sua direção.


-Hmmmm... Interessante, então você trabalha com decoração? Temos as melhores coleções infantis do centro de Londres! Ah, de qualquer forma, meu nome é Megan, mas pode me chamar de Meg!


Interrompe a vendedora com animação, deixando Hermione ainda mais desconfortável, olhando de um lado a outro em busca de Harry, onde estaria ele quando ela mais precisava?  Com um sorrisinho nervoso, Hermione aperta o caderninho entre as mãos.


-Não trabalho com decoração, e não estou pesquisando preços, vim comprar um modelo completo de quarto de bebê!


Os olhos azuis da vendedora avaliaram Hermione de cima a baixo, com certa dose de ceticismo e desconfiança. Hermione pareia muito magra para uma adolescente grávida, e pálida demais para ser uma jovem mãe.


-Ok... Menino ou menina?


Arrisca Megan, cruzando os braços, ainda encarando Hermione com uma expressão suspeita, dificilmente uma mãe adolescente teria dinheiro o bastante para comprar naquela loja, talvez a moça de cabelos espessos não valesse seu tempo afinal.


-Menino, quatro meses e doze dias de idade!


Intervém Harry sorridente, aparecendo logo atrás de Hermione enlaçando sua cintura e dando um beijo rápido no rosto da grifinória. Aliviada ela devolveu o sorriso ao moreno, ambos trocando olhares cúmplices.


Já se passaram por um casal planejando sua nova casa o dia inteiro, não faria mal fazer de conta que tinham um bebê... Mesmo que fosse somente para não despertar ainda mais a curiosidade da vendedora trouxa, Hermione pensou rapidamente.


Os olhos de Meg ampliaram-se impressionados. Parecia que a garota falava mesmo sério e trouxe até mesmo o pai do bebê para escolher tudo. Mas, eles pareciam tão jovens.


-Vocês são mesmo maiores de idade? Não deveriam estar em casa estudando para os exames finais? Onde estão seus pais?


Meg perguntou antes que pudesse impedir que seus pensamentos se transformassem em palavras, ou melhor, em um interrogatório policial. Um casal como aquele era definitivamente incomum. Deveriam estar terminando o ensino médio, entrando numa faculdade, aproveitando a vida, vivendo grandes e inesquecíveis aventuras.


Hermione corou violentamente com o comentário e Harry estreitou os incríveis olhos verdes em sua direção, apesar do rosto ganhar um tom de vermelho tão brilhante quanto sua melhor amiga.


-Sim, somos maiores de idade e meus pais estão mortos! Qual o problema com isso?


Sibilava furioso o grifinório diante do olhar avaliador da vendedora, Meg lembrava vagamente a forma como a maioria dos adolescentes trouxas comuns agiriam, horrorizados com a ideia de uma família tão jovem, com tanto futuro para acontecer pela frente.


-Nada! É que é algo... Algo incomum! Na idade de vocês eu estaria planejando uma viagem pelo mundo! A faculdade, uma aventura ou algo assim! Mas, uma criança deve ser uma aventura e tanto não é?


Emendava Meg, agitando nervosamente as mãos no ar como desculpas, mortificada pela sua língua solta. Harry já tinha passado por desafios e aventuras o suficiente e valorizava acima de tudo ter Teddy na sua vida, independente da idade que ele tinha agora. Mas, Hermione novamente interveio para acalmar os ânimos.


-Podemos ver os berços agora? Teddy está crescendo muito rápido, acho que não seria má ideia comprar uma cama infantil também!


Meg, respirou fundo aliviada com o pedido de Hermione e levou o jovem casal para a sessão de móveis. Aquela seria uma longa tarde para ambos. Mais uma vez, as horas se arrastaram lentamente até o momento que a dupla desaparatou frente ao Largo Grimmauldi.


-Ahhh! Finalmente estamos em casa!


Comemora o maroto sem tirar a mão que seguia possessiva na cintura de Hermione desde o momento que deixaram a loja de artigos infantis.


-Parecia que o dia não ira acabar mais!


Resmunga ele seguindo para a porta de entrada.


-Não foi tão ruim assim! Seria mil vezes pior no Beco Diagonal!


Provoca Hermione com um sorriso de canto ao receber um gemido de protesto com resposta. Na realidade a grifinória estava tão cansada quanto ele, mas no final d dia, estava satisfeita com o progresso em seu cronograma. Em breve, Rony estaria lá e com a "parte trouxa" já encaminhada, se dedicariam totalmente ao lado "mágico" da casa.


-Por favor, Mione, não diga que sua lista maligna inclui uma visita ao Beco Diagonal, tão cedo!


Implora o moreno entrando na sala e jogando-se no primeiro sofá empoeirado que viu, em consequência disso levantando uma exagerada cortina de poeira, que desencadeou um ataque de tosse do maroto.


-Evanesco!


Murmura Hermione revirando os olhos e apontando a varinha para a poeira em volta deles, foi preciso um esforço absurdo para não repreendê-lo novamente. Estavam a menos de dois dias no casarão, não tinham verificado tudo (ainda!) e Harry continuava a mexer ou acomodar-se nos cômodos sem o devido cuidado.


-Francamente Harry! O cronograma tem nos ajudado bastante e temos que voltar no Beco Diagonal em algum momento, mas ainda não essa semana! Vamos ver o que Ron tem a dizer sobre as condições das lojas por lá!


Rebate a morena não segurando o riso com a condição atual de Harry, ele estava hilariante todo sujo com uma expressão de cachorrinho sem dono.


-Isso é tão injusto!


Choramingava dramaticamente o moreno. Acalmando-se, Hermione estende a mão para Harry deixar a poltrona velha e limpar-se da camada esbranquiçada de pó que agora o cobria. Porém, o grifinório teve outra ideia, e puxou Hermione pela mão até que ela caísse em seu colo, agora tão empoeirada quanto ele.


-HARRY JAMES POTTER! O que pensa que está fazendo?


Gritava ela furiosa, o rosto vermelho irritadiço e a varinha em punho. Para qualquer outro mortal, este seria o prelúdio da morte, mas Harry a conhecia bem demais para isso.


-Quero minha recompensa por ter me comportado bem o dia intero com você senhorita Granger!


Com um sorriso torto ele silenciou Hermione com um beijo profundo, lento e apaixonado. Ignorando as roupas sujas, o cheiro de mofo que os cercavam e os músculos do seu corpo casado de um dia de compras em Londres.


Os beijos de Harry possuíam o dom de atordoar os sentidos, anestesiar cada fibra do seu corpo e desligar cem por cento da sua mente de qualquer coisa que não fosse ela e Harry, e o momento que compartilhavam a sensação de terem um ao outro completamente para si.


.........//............


UFAAAAAAAAAA!!! Até que enfim estou de voltaaaaaa \o/ (faz dancinha ninja) hauhauhauhauhauhauhauahuha


Oks... Pretendia postar esse capítulo no sábado, mas meu fim de semana foi um tanto movimentado demais com a minha afilhadinha de dois anos exigindo atenção 100000% do tempo ;D e somente essa manhã pude reorganizar o capítulo (morta morrida de morte matada), ainda escrevi duas páginas extra para esse capítulo em um arquivo separado e não consigo mais achar =( por isso estou mandando o post com somente 15 págs de fic Y_Y (deprê mode on) Espero que gostem do dia de compras  trouxa com o Harry e a Mione XD e please não deixem de comentar caso não estejam gostando ou se a fic estiver perdendo a graça!!!


Supeeeeeeeeeeer Coveiro-sama-sensei!!! Fico feliz que não tenha avadas para mim dessa vez *-----------* (mesmo que eu tenha a leeeeeeeeeeeeeeeeeve impressão de que seja tão somente para conseguir saber o final da fic u.u hahauhauhuhauhauahuhauaha) Merlinzinho do céu sabe o quanto é difícil conseguir tempo entre estudos e trabalho T_T Ahaaahhh a busca pelos pais da Mione será uma surpresa e tanto!!! (risada maligna mode on) E falando na sua fic, cadê mais capítulos hein????? Quando vai ter atualização??? Quando finalmente vou saber o que vai rolar no Japão e principalmente.... (Fica de olho na flecha) -----------------> VEGAS!!!!!!! Minha curiosidade está no limite da paranormalidade dos unicórnios felizes Y____________Y Coveiro mau!!!! A memória de Lupin para Andy vai demorar um pouquinho para aparecer, já não posso dizer o mesmo em relação a Rita ;D Muahuahuahuahuahuahuahuahuahauhauha basta dizer que escândalos serão o foco da repórter bruxa!!! (momento maligna) hauhauhauhauhauha Mas, tenho que reconhecer, você tá indo bem com as supostas situações abordadas pela Skeeter u.u hauhauhauahuahuahuaaha oks... já dei spoiler demais mocinho!!! Hora de trabalhar!!! (para mim também XP hauhauhauhauhaua)


Venatrix meninaaaaaaaaaaaaaahhhh!!! Queria postar esse capítulo no sábado mesmo, mas como expliquei alguns parágrafos acima, estava cuidando da minha fofuxa prima/afilhadinha esse tempo T_T  Owwwwwwwwwwwnn é tão bom saber que está curtindo a fic e especialmente que está ADORANDO os beijinhos entre o Harry e a Mione tanto quanto eu! Não consigo mais escrever um capítulo intero sem um beijinho mesmo que seja roubado ;D hauhauhauhauhauhauhau é bom saber que os beijos não estão atrapalhando o andamento da fic XD huahuahuahauhau A ida da dupla para a Austrália ainda está lá na frente, mas garanto que não vai se decepcionar!!!! Espero de coração que esteja gostando desse capítulo!


Saitoooooo-samaaaaaaa!!! Finalmente um capítulo para acalmar um pouquinho sua curiosidade XD hauhauhauahuah brinks!!! Estou realmente super feliz que esteja gostando da fic e OMG eu escrevendo divinamente???? Pelas penas de Dumbledore hauhauhuahauhauhau espero de coração estar atingindo suas expectativas com a continuação da história >.< Aiaiaia Yukitooo será que gostou do capítulo??? Não gostou??? Achou chato??? Legal??? Comentaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!

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Comentários: 3

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Enviado por Coveiro em 18/06/2013

Capitulo muito divertido esse. Muito bem escrito e com muito gosto de quero mais.

Voce foi muito malvada encerrando o capitulo assim... Então posta mais logo por favor...

Primeiro esse dia de compras muito doido, depois a decoração do quarto do Teddy que foi um momento bem legal do Harry com a Mione.  E como sempre a Mione entendendo o que ta se passando com o Harry, percebendo que ele quer dar ao Teddy tudo que não teve na infancia e depois entendendo o que ele ficou com ciumes daquele carinha... A unica coisa que ela não entende é o que ela e o Harry tem agora, mas pelo andar dessa carruagem quem vai se declarar primeiro é ela... Pq o Harry ta em marcha lenta isso sim...

Espero curioso pelo proximo capitulo pois o modo que vc terminou esse foi muito maldoso... Como assim se para um capitulo no meio de um amasso do casal principal...

Esperando pra ver o que a Skeeter vai aprontar e mais ainda pro Harry se declarar... Quero muito ver ele encarando os pais da Mione...

Sobre minha fic ainda vai demorar um pouquinho, to atolado de trampo... Trabalhei o final de semana inteiro e ainda sim não consegui corrigir todos os problemas que criaram por aqui... Pelo visto não posso tirar ferias mesmo... Assim que eu tiver um tempo e não estiver morrendo em cima do teclado como estou hoje posto um novo capitulo... Porque não consegui escrever nem a primeira frase dele ainda.

Espero por mais logo... Então faça uma surpresa para esse seu fã e posta ainda essa semana mais, nem que seja um capitulo bem curtinho...

 

Nota: 1

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Enviado por Venatrix em 17/06/2013

Quando Vi que tinha atualização sua.... eu realmente fiz uma dancinha da comemoração!
Capitulo Master! Eu adorei.... que droga de vendedora é essa! Cara ela ta lá para atender as necessidades dos clientes não Ficar fazendo perguntas sobre a vida intima deles! ~desculpe mas precisava desabafar~
Acho tão lindo o modo como você colocou, o Harry, a Mione, o Teddy e Andromenda como uma familia... mesmo que por enquanto isso não esteja sendo vivido na pratica... ainda sim, é lagal ver que o casal ja si veem como de certa forma "pais" do do pequeno Teddy e isso é muito lindo!!!!! 
Parabéns.... 

Nota: 1

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Enviado por Saito em 17/06/2013

wow! Parabéns, capitulo Incrivel! Ei! e o lance do quarto da Mione? eu realmente esperava que ela se mudasse para o quarto do Harry nesse capitulo!!! Mas tavez eu esteja sendo apressado...
Gostei da Mione dizendo "Teddy é o primeiro bebê na nossa vida" É Para bom entendedor meia palavra basta... 
Estou contando os dias para saber o que acontecera nos proximos capitulos!! 

Nota: 1

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