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12. Estresse


Fic: Heiresses Of Slytherin


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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         Angel esperava no salão comunal para ir para a próxima aula, e também se preocupava desesperadamente com a irmã. Pensou em faltar à aula, mas ficou na esperança de encontrá-la no caminho ou talvez na sala, o que gora um grande engano, não a encontrará pelo caminho até sua sala e também não teriam aula juntas. Chegando à sala todos já se encontravam em seus lugares, sentou-se em seu lugar de sempre ao lado de Tom que sempre tinha as mesmas aulas que Angel – exceto nas segundas de manhã – e tentou prestar atenção na aula, o que não funcionou muito bem, bufou estressada enquanto rabiscava o pergaminho entediada.
            - Algum problema? – Tom se dirigiu a ela, porém sem a olhar, apenas escrevendo em um caderno preto com folhas amarelas, mas não lhe parecia que estava prestando atenção na aula.
          - Nada, só preocupada – Murmurou também não o olhando e tentando se focar aos exercícios da matéria em sua frente – Você já terminou? – Perguntou olhando com interesse para sua carteira.
          - Há uns dez minutos atrás... Esta preocupada com Louise?
          - Sim – bufou – Pode me passar as respostas? – Olhou para ele com cara de cachorro pidão que não afetará em nada Tom – Por favor, Tom, se não me passar às respostas vai ter que me ouvir o resto das aulas inteira resmungando em seu ouvido! – O garoto pareceu reconsiderar entregando o pergaminho com as respostas a garota que sorriu vitoriosa copiando tudo rapidamente para depois devolver. Ao terminar a aula a garota seguiu esperançosa para a próxima aula que seria com sua irmã e esperou ansiosamente para encontrá-la e ralhar muito com esta por tê-la deixada preocupada.
Encontrou-a sentada junto de Abraxas conversando animadamente. Andou rapidamente até ela e antes que Louise pudesse se virar para e cumprimentá-la Angel bateu seu livro grosso de Artimancia em sua cabeça com raiva que fez Louise gemer de dor por uns instantes.
- Isso é por ter me deixado preocupada! Por onde andou? Por que não foi para o salão principal na hora do almoço? Você ao menos comeu? – Angel explodiu em perguntas com raiva não dando tempo para Louise falar, Abraxas apenas ria do desastre da garota. Teriam continuado naquilo por um bom tempo se o professor não tivesse mandado Angel calar a boca e sentar em seu lugar, contrariada sentou-se atrás de Louise e como sempre ao lado de Riddle que permanecia alheio ao assunto como se fingisse que não conhecia as duas. Angel passou a aula toda fuzilando Louise que se mantinha aérea conversando com Abraxas que por algum motivo ria sem parar, tanto que o professor também o mandou calar a boca.
             No fim da aula, Louise tentará fugir da irmã, mas claro sem sucesso.
            - Me responda agora mesmo, Louise! – Angel se controlava para não pegar a varinha, ela era um pouco cabeça-quente admitia isso, era uma de suas fraquezas, Louise não podia culpa-la por isto.
             - Eu só não estava com fome, queria passar um tempo sozinha para poder pensar – Louise tentará lhe convencer – Pare de ser tão explosiva Angel, não é como se fossem me matar por me deixar sozinha por um minuto – Angel estreitara os olhos, e suspirou saindo do modo de ataque.
               - Poderia pelo menos ter avisado né? – bufou – Bom, tanto faz... Para onde você tinha ido? – Perguntou a encarando.
- Estava na sala precisa – Falou normalmente, ambas seguiam uma do lado da outra para a próxima aula, mesmo que sem vontade.
               - Ah sim... – E depois se separaram cada uma para sua sala até a hora do jantar. As duas já pareciam mais aliviadas.
- Caramba, daqui a umas quatro semanas já é natal, como o tempo passou rápido – Louise falou enquanto lia o profeta diário – Meu Merlin, como vocês aguentam este jornal? – resmungou.
- Já decidimos se vamos para casa ou ficar por aqui mesmo? Eu prefiro ficar aqui. Evitar fadiga – Angel falou se servindo de pudim. - Você deveria comer também Louise, já que não almoçou! – A irmã avisou, Louise apenas fez uma careta. Ela tinha o péssimo habito de não comer até desmaiar, o que fazia Angel quase lhe espancar. Louise se serviu de algumas pequenas coisas e tomou suco só para sua irmã não lhe tacar mais um livro em sua cabeça e então se pronunciou.
- Vou mandar uma carta para mamãe hoje e perguntar se podemos ficar – Louise falou se levantando da mesa – Agora se me permitem a biblioteca me espera – Saiu andando deixando os amigos conversando na mesa.
 - E vocês? Vão ficar ou ir para casa? – Angel olhou para Tom e Abraxas.
- Eu vou para casa – disse Abraxas – E convidei Tom para vir comigo, se ele virá é outra coisa – Abraxas olhava para o amigo que nada disse.
- Não me decidi ainda – Tom falou finalmente, pois os dois o olhavam esperando uma resposta.
De manhã cedo as decorações para o natal já estava sendo feitas e pelo fim do dia já estariam prontas, as gêmeas conversavam animadas. Abraxas contou a elas que durante o natal o viscosque aparecesse na cabeça de dois alunos, estes seriam obrigados a se beijar, e também fez piadinha falando que está louca para que o visco aparecesse na cabeça dele e da Louise que deu um belo de um tapa nele.
               - Oi garotas – ninguém precisara olhar para trás, a voz irritante já falava por si: Parkison – Como vão? – perguntou se sentando do lado delas sem permissão. Antes de dar a chance das garotas responderem; começou a tagarelar – Vocês vão passar o natal aqui? Sortudas. A escola fica vazia, só ficam uns esquisitos e o Riddle – sorriu para Angel – soube que vocês estão tendo algo – Angel ia protestar, mas como sempre Parkison não deixou – Não fique acanhada Angel, todo mundo tem uma queda pelo Riddle, o que me surpreende é que ele se interessou logo por você. Afinal, eu sempre estive lá e nem uma conversa descente ganhei, mas tudo bem sei que sou demais para o pobre Tom – sorriu vitoriosa e saiu andando porta a fora do salão principal antes que desse a chance de Angel lhe lançar uma maldição imperdoável.
              - Alguém além de mim quer mata-la? – Angel sentia que iria explodir de raiva.
              - Como é babaca, até parece que você, logo você... Se envolveria com Tom – Louise abafou uma risada, o que fez Angel querer mata-la.
              - Porque logo eu? O que tenho para não poder me envolver com garotos? – Angel se esforçava para não levantar o tom de voz – E porque Tom não poderia ver algo em mim? – Levantou o tom de voz. Louise agradeceu por não ter ninguém no café da manhã já que era cedo demais para ver o ataque de fúria da irmã; que depois que o ataque passasse iria se envergonhar de tal.
              - Mas – Louise tentou falar.
              - Mas nada. Estou cheia de vocês – E se levantou saindo andando batendo os pés no chão.
             - O que diabos aconteceu? – Perguntou Abraxas tentando entender o que acabara de acontecer.
              - Mal humor é o que eu vou dizer, pensei que só eu era mal humorada de manhã. – Franziu o cenho dando de ombros voltando a comer sua maça e tomando seu suco de abobora.
             - Enfim, já escreveu para sua mãe? – O garoto a olhou esperançoso.
             - Áh sim. Esqueci-me de avisar Angel! Minha mãe resolveu viajar pra França... E bem, esqueceu-se de nós. Então, seremos nós em Hogwarts no natal.
             - Bom, meus pais vão viajar “no natal”, mas depois estarão de volta e se quiserem, podemos passar uma semana lá, é legal até... Um campo gigante daria pra treinar tudo que quiséssemos – Se levantaram e começaram a caminhar pelo corredor esperando dar o horários das aulas. Pararam ao ver a cena de Angel se exaltando com Tom no corredor e saindo raivosamente.
 - Foi uma vitima do ódio da Angel? – Louise chegou perto de Tom rindo – O que foi que ela gritou com você? – Tom soltou um suspiro cansado.
             - Eu fiz a parte do trabalho de poções que era para ela fazer – Ele falou – É para entregar esta tarde, não poderia me deixar esperar por ela.
             - Entendo, ela geralmente não liga, até agradece, se fazem a parte dela. Mas, como você viu, ela não está em um humor muito bom hoje. Apenas oremos para Merlin que ela volte ao normal logo.
            Tom não respondeu, mas concordou com a cabeça se virando e andando deixando Louise e Abraxas para trás;  Só foram encontrar Angel de novo no salão comunal com Satine enrolada eu seu pescoço.
             - Angel, você faltou a todas as aulas! – Louise dera um sermão na irmã – Depois tira nota baixa nas provas e vem reclamar...
             - Ah tanto faz, eu já sei toda a matéria de qualquer jeito – Reclamou se levantando – Vou dar uma volta com Satine antes que ela mate alguém de tanto estresse por ficar trancada. E quem sabe também dar susto em garotas do primeiro ano – Saiu deixando a irmã para trás nervosa.
                 Angel fora até a beira do lago negro e se deitou na grama um pouco molhada por causa do frio que fazia, mas sem neve e Satine a solta. Observava as estrelas e como noite estava quieta e escura. Ficará tanto tempo lá olhando que não perceberá quando caíra do sono, somente acordará quando sentira alguém lhe chamando de longe, abrirá os olhos lentamente até ver Riddle em pé na sua frente com uma expressão nada agradável.
               - Que foi? – Murmurou baixo esfregando a mão nos olhos e depois voltando a olhar para ele.
               - Você pelo menos tem alguma noção de horas são? – Ele sussurrou friamente, Angel fizera uma careta contraditória.
               - Acho que cochilei – Angel reclamou se levantando limpando sua roupa.
               - Você poderia ter pegado hipotermia, ou ficado doente também – Tom lhe falou, sua única reação foi revirar os olhos e chamar por Satine que aparecerá uns minutos depois.
               - Tanto faz não me vá dizer que está preocupado né? – Sorrira irônica – A culpa é sua Satine, nem me acordará! Agora tenho que ouvir esse chato me dar sermão – Ralhou com a pobre cobra que chiará nervosa reclamando. Tom fechara a cara, como sempre fazia quando Angel reclamava por ele ser chato ou parecer um velho quando falava.
               - Vamos entrar logo – Sibilou nervoso andando até o castelo sendo seguido por Angel. – Agora me diga, por que estava tão nervosa hoje de manhã? – Perguntará surpreendendo Angel, bom Tom Riddle puxar assunto era uma coisa rara e que deveria ser lembrada e celebrada.
                - Parkison... – Angel sussurrou – Ela anda espalhando para a escola inteira de que temos um caso – Rirá nervosa – Não sei da onde ela tira essas coisas absurdas, na verdade nem sei por que me irritei – Fizera uma careta, mas não olhara para Tom, que estava ao seu lado – De qualquer maneira, eu tenho coisas mais importantes para me preocupar do que com rumores e essas coisas que as garotas adoram inventar. Fúteis! – Xingarabaixinho.
               - Que tipo de coisas? – Tom mais uma vez perguntou. Pois bem, pensou Angel, hoje é realmente um dia histórico! Tom Riddle fazendo perguntas como se realmente tivesse interessado.
                - Bom isso não lhe é do seu interesse, do mesmo jeito que você esconde coisas – Sorriu provocativa para ele que franziu o cenho – Por exemplo, como você anda sempre indo para a sala precisa de madrugada e misteriosamente um aluno é encontrado quase morto na floresta? – Virá a expressão de Tom mudar rapidamente, mas tentava esconder um pouco de sua surpresa – Não é como se eu andasse te espionando, okay? Aconteceu por causa da minha insônia e por acaso eu te vi saindo de madrugada.
                - Você não tem provas – Disse simplesmente.
                - Eu realmente não me importo o suficiente para arranjar provas. E, aliás, para que eu iria querer entregar você? Pelo histórico, todos os garotos que foram encontrados eram sangue-ruins. – Deu de ombros – Faça o que quiser apenas minha irmã é mais chata com essas coisas, não pense que não teria feito o mesmo.
                Tom nada dissera apenas se sentira um pouco mais aliviado. Continuaram a caminhada até o salão comunal da sonserina onde Angel se jogara na poltrona.
              - Não vai dormir? – Tom perguntou a olhando antes de subir para o dormitório.
              - Tom me desculpe, mas esse dia tá meio estranho, não acha? Você está realmente puxando muito assunto para quem geralmente tenta se afastar das pessoas! – exclamou surpresa.
                - Acho que tem razão... - Murmurou – Boa noite – Falou subindo para o dormitório.
Na manhã seguinte todas as decorações de natal estavam prontas, as meninas pararam por um momento a frente da porta do salão principal para admirar a grande arvore de natal.


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