FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

24. Capítulo XXIV


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Oi, oi povo!! Estamos chegando no fim da fic e algumas coisas precisam ser resolvidas. E agora José ou melhor, Draco, o que você vai fazer? E a Hermione, como ela vai reagir...? Só lendo pra saber.


Carla Cascão: Pois é menina, agora a coisa pegou fogo, rsrsrs
Continua jogando, uma hora você leva a bolada toda, seus palpites são muito bons.
Seus pais são uns fofos, que lindo isso! Também quero algo assim pra mim... *suspira*


Taina: Pois é... Onde a Pansy aparece a encrenca vem atrás.


Nataaalia: Não briga comigo, precisava parar ali. Vamos ver o que vai achar da reação da Hermione.


 


Uma boa leitura e muitos beijos.


 


*****


 


Hermione mal podia acreditar em seus próprios olhos. A mulher a fitou e, embora seus olhos mostrasse surpresa, ela voltou sua atenção para Draco.


— Milorde, temos negócios a discutir.


Negócios? Era audácia demais para uma ex-amante vir até a casa de um homem e dirigir-se daquele modo a ele, na frente dos convidados e de sua esposa. Porém, Pansy parecia não se dar conta disso.


— Não temos negócio nenhum a tratar, madame. — Draco não demonstrava a menor emoção. — Achei que tivesse deixado isso bem claro.


—Claro?! Como poderia ter esclarecido o que quer que fosse se nem sequer me escreveu? Nem se dignou a responder minhas cartas!


—Respondi às três primeiras. Depois disso, não julguei mais necessário.


—-Nem ao menos as leu. Mandou-as de volta, seladas! — Pansy tirou um pacote de cartas na cor rosa, como as que Hermione viu naquele dia na Mansão Malfoy do bolso da saia e as atirou no rosto dele. — Você é o homem mais cruel que já conheci!


— Controle-se, srta. Parkinson — disse ele, nervoso, enquanto as cartas caíam a seu redor. — Não estamos a sós.


— Por que deveria me controlar? — gritou e dirigiu um olhar a Hermione. — Porque sua esposa está aqui? Porque vocês têm convidados? Porque isso o humilha? — O rosto de Pansy se contorceu em agonia, e ela começou a chorar. — Eu é que fui humilhada. Não você!


Como se, de repente, todas as forças a tivessem abandonado, caiu de joelhos aos pés do loiro.


— Eu te amava, Draquinho. Deus, como eu te amava! E dei-lhe tudo, tudo! Como teve coragem de fazer isso comigo?


Hermione olhava aquela mulher horrorizada, via os ombros de Pansy sacudirem com os soluços, os dedos arranhando as pedras perto das botas dele.


Olhou ao redor, todos os que tinham saído ao escutar o som da carruagem, inclusive os empregados, assistiam à cena paralisados, como se presenciasse um terrível acidente.


— Você me amou também, sei disso. — dizia chorosa — Deve ter me amado. As coisas que dizia para me agradar... As rosas amarelas que enviava porque sabia que eram minhas prediletas. O chá do Ceilão que trouxe só porque comentei, uma vez, que gostava. Ah! Você deve ter me amado!


Hermione analisava o semblante de seu marido. Estava ali, olhava aquela mulher prostrada a seus pés, com as mãos para trás do corpo, os lábios apertados e em silêncio. Seu rosto estava pálido, o corpo rígido. Não mostrava nada, nem afeição, nem compaixão. Sua alegação era vazia, sem emoção, sem amor, sem compaixão, nada.


— O que fiz para você me odiar? — Pansy ergueu a cabeça, encarando-o, implorando com o olhar banhado em lágrimas. — O que fiz de errado?


Draco pensou em dizer algo, mas não foi capaz. Levou a mão até a cabeça da jovem, com piedade, mas mudou de ideia e pressionou os lábios com o pulso.


— Eu escrevi para você — continuou Pansy, indiferente à plateia. — Páginas e páginas. Seu secretário as mandou de volta com um bilhete, dizendo para eu não voltar a escrever — soltou um gemido como o de um animal ferido; o corpo pendeu para a frente, mechas de cabelos negros se colando no rosto molhado. — Seu secretário! Depois de tudo o que houve entre nós, não podia, ao menos, escrever você mesmo o tal bilhete?


Hermione olhou aquela cena paralisada, havia batido tanto nessa tecla com o marido, tentou de todas as formas mostrar que os atos dele causariam consequências e agora elas estavam aparecendo, logo agora que tudo estava bem. Ela voltou o olhar meio atordoada para Ginevra e Luna, não aguentava mais ver aquilo tudo.


Como se estivessem acordando de um pesadelo, as duas entenderam o desejo de Hermione e desceram os degraus, para amparar a jovem, na tentativa de tira-la dali. Aproximaram-se e a seguraram para ajudá-la a se levantar.


Pansy, entretanto, se desvencilhou e ficou em pé sozinha.


— Eu te odeio, Draco Malfoy! — gritou — Amava você com todo o meu coração, mas para quê? Vou lhe mostrar o resultado de amá-lo!


Pansy se virou e se dirigiu até a carruagem como se fosse partir. Abriu a porta e retirou algo. Só quando ela se voltou, puderam ver do que se tratava: um bebê.


— Olhe para ele! — a morena ordenava, segurando a criança diante de Draco. — Este é seu filho. Por que acha que enviei tantas missivas? Aquelas que nem se preocupou em abrir. Nelas eu lhe contava que estava grávida. E sim, Draco, ele é seu filho. Pelos termos do contrato, você é responsável por esta criança.


Enquanto falava, balançava o bebê, descontrolada. Isso conseguiu tirar Hermione de seu estado de torpor. Ela desceu os degraus, aproximou-se da mulher e, com toda a delicadeza, pegou o bebê dos braços da mãe. Pansy, devastada pela dor, quase nem percebeu, pois seus olhos estavam fixos em Draco, exigindo uma palavra dele.


O bebê chorava. A jovem estava séria, mas não deixou de acalentar, dando palmadinhas em suas costas. Fitou seu marido e viu que ele não olhava para Pansy. Em vez disso, olhava fixo para a esposa, como se fosse uma estátua de pedra.


Hermione sentiu um arrepio gelado percorrer seu corpo, mas se manteve firme, manteve o olhar esperando uma atitude dele. Não se conformava em como ele conseguia ver tal cena se desenrolar a sua frente e não fazer nada, não dizer nada.


Um músculo da face de Draco se moveu, seus lábios se abriram, mas nenhum som foi emitido. E então ele girou nos calcanhares e entrou na mansão.


— Eu odeio você, Draco! — Pansy gritava. — E o odiarei até o dia em que morrer!


Ela retornou à carruagem, pegou uma sacola de couro e atirou-a aos pés de Hermione. Então, ignorando o bebê, entrou no veículo e partiu.


Ginevra, Luna, Blaise e Harry entraram, mas Hermione não os seguiu. Olhou para o lado e chamou uma das moças que trabalhavam ali, com cuidado lhe deu o bebê que ainda soluçava, e pediu para ministrar os devidos cuidados. Deus as costas e dirigiu-se em direção contrária, deu a volta na casa e se sentou num banco de pedra no jardim, perto da cozinha. Respirou fundo e sentiu as lágrimas vindo.


— Deus do céu... — murmurou começando a chorar.


 


 


Draco atravessou toda a casa e saiu. Andou na direção dos jardins, dos estábulos e em seguida o bosque. Não sabia para onde ir, nem o que fazer. Sentia raiva, mas não conseguia esquecer os soluços de Pansy. Aquele som parecia reverberar em torno dele, a partir das árvores e do céu para o chão sob os pés conforme andava.


Tentava justificar a zanga pelo fato de Pansy ter invadido sua privacidade e feito aquela cena na frente de todos, principalmente de Hermione. Zangou-se mais ainda com o destino por ter lhe dado um filho que nunca poderia ser o herdeiro que precisava.


Sentia raiva por descobrir que uma amante podia se apaixonar. O chá, as rosas, coisas pequenas, tão sem importância... Como uma mulher que era paga para ir para a cama poderia achar que seriam provas de amor?


O que Hermione lhe dissera voltou a sua memória, fazendo eco aos soluços de Pansy.


“Oh, Draco, você não vê?! As mulheres se apaixonam por você. A culpa é do jeito como sorri, as coisas que diz, tudo o que faz!”


Muito estranho pensar naquilo, naquele momento. Sua esposa entendera e tentara justificar uma mulher que deveria desprezar. Pansy apaixonada por ele. Que absurdo! Porém, poucos minutos atrás essa verdade desabara diante dele.


Draco jamais poderia ter sonhado que Pansy nutrisse sentimentos tão desesperados. E um filho com ela, então, não cabia em sua cabeça. Ele tomara precauções. Como poderia ter certeza de que era o pai? Mas, afinal, por que amantes tinham de se apaixonar?!


Mesmo quando tentava se justificar, sentia nojo de si mesmo. E o ódio veio logo depois da náusea, principalmente pela sua falta de cabeça e por seu comportamento infame.


Essa era realmente a causa de sua raiva e não Pansy, imaginava-a grávida, sozinha na França, tentando esconder a barriga volumosa. O quanto devia ter sofrido, assustada, sem saber o que seria dela e da criança se ele continuasse a ignorá-la...


Não estava mais furioso com o destino, com a fornicação ou qualquer outra coisa, o resultado final era uma criança, inevitavelmente, tão duro e real como o fato de que um homem não se lembra de nada quando uma mulher está em seus braços e seu julgamento está dormindo. Não, todo o desprezo se voltou contra si mesmo.


Parou de andar e recostou-se numa árvore. Nada mudara, afinal, percebeu com desespero. Depois de tudo o que fizera naqueles nove anos para tornar-se responsável e respeitado, ainda era tão indiferente aos sentimentos dos outros como fora em sua juventude.


Sentou-se no chão e colocou a cabeça entre as mãos, o patético gemido de Pansy ainda em seus ouvidos. Fora terrível aquela exibição emocional, mas ele era o grande culpado.


 Amantes não deviam apaixonar-se, mas estava claro que, às vezes, isso acontecia. A esposa tentara alertá-lo, mas ele não entendera. Recusara-se a escutar o que ela dizia, e agora via-se confrontado com a verdade inegável e de posse de seus resultados.


Hermione havia se casado porque o amava, ela havia confiado nele, e ele mentiu. E naquele momento não lhe pareceu tão doloroso. Não se deu conta da ferida tão profunda que a havia infligido com um ato que ele considerava tão inofensivo.


“Você me ama?” ela lhe perguntou, com seus belos olhos cor de mel, tão esperançosa, tão dolorosamente vulnerável.


“Claro”, disse de forma rápida, rindo e dando-lhe um beijo. O sorriso despreocupado e a resposta que ela queria ouvir, tudo isso porque era o mais fácil, o mais conveniente. Era o que teria de fazer para obter o que precisava. Fez a mesma coisa que um dia seu pai fez e sem pestanejar.


Pela primeira vez na vida, Draco entendeu o que ele era: um conquistador. Teve o coração de Hermione em suas mãos e sem pensar o partiu. Astoria Greengrass o amara também. Disse-o uma vez, rindo, mas Draco viu a dor nos olhos da moça quando não lhe disse o mesmo. Sim, ela estava casada, mas com um homem que não a amava. Estava tão necessitada de afeto, afeto esse que ele lhe proporcionou solicitamente, e depois havia terminado com aquilo sem pensar duas vezes.


Quatro anos se passaram desde então, mas naquele dia, na loja de tecidos, Astoria ainda o olhara com amor, o mesmo vislumbre que viu no rosto de Pansy, o mesmo que sua esposa tinha no dia em que se casaram.


E havia Hermione. Essa era a pior parte. Não tinha como curar suas feridas, nem existia conserto para o coração de sua esposa. Ela devia estar ressentida com ele, e tinha todos os motivos do mundo para isso.


Esfregou o rosto. Não podia pensar em sua esposa naquele momento. Uma coisa de cada vez. Era pai, agora, e era preciso decidir o que fazer a esse respeito primeiro.


Não havia como fugir. E prometera a Hermione nunca mais tentar fazê-lo.


Assim, levantou-se e dirigiu-se aos estábulos. Pediu para prepararem um cavalo e partiu em direção a Falstone.


 


 


As lágrimas de Hermione já tinham secado quando Harry a encontrou, no jardim. Sentou-se ao lado dela.


— Eu poderia matá-lo, mas sei que não quer que eu faça isso, não é?


— Não. — Hermione sorriu levemente e o encarou. — Mas obrigada pela oferta, é muito nobre e gentil de sua parte.


— Se serve de algum consolo, Malfoy rompeu mesmo com ela antes do início da temporada.


—Eu sei. — Fez uma pausa — Eu o amo, você sabe. Sempre amei, mesmo quando o detestava.


Harry a abraçou.


— Gostaria que a levasse daqui?


Hermione ponderava sobre isso fazia mais de uma hora. Pensou em seu marido, aquele homem charmoso, que podia fazer cada dia ser especial. Mas que também era capaz de se manter impassível enquanto uma mulher apaixonada se atirava a seus pés. E, com repentina clareza, entendeu o que significava a expressão implacável de seu marido. Era o rosto de um homem em agonia, porem orgulhoso demais para demonstrar. Um homem que queria fazer a coisa certa, mas não sabia como.


Hermione forçou um suspiro e ficou de pé.


— Não, Harry. Não irei a lugar nenhum. Só gostaria que todos vocês partissem. Malfoy e eu precisamos resolver isso, sozinhos.


Ele também se levantou.


— Tem certeza disso?


Ela pensou no bebê, o filho de seu marido. O caso com Pansy Parkinson deveria ficar para trás, e Hermione não ia condenar um ser inocente, ele não teve culpa por isso. Mas pretendia exigir uma atitude sobre esse assunto do marido, ele teria que arcar com as consequências. O passado não podia ser desfeito, mas o futuro poderia ser diferente.


Conhecia bem seu marido para saber que ele faria a coisa certa para a criança. Pansy decerto não a queria, ou não a teria deixado ali. O bebê poderia ficar ali mesmo, ela tentaria não se importar, poderia se acostumar com isso, por mais que doesse agora, mas ela não sairia dali.


Portanto, havia providências a tomar, como mandar preparar um quarto adequado para o pequeno, contratar uma babá, uma ama-de-leite... Fez uma promessa muda, seria uma pessoa boa para o bebê, ele não tinha culpa e não pagaria por isso.


Olhou Harry.


— Eu tenho absoluta certeza.

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por taina cullen em 02/08/2012

Vai la Mione!!!! Força na Perucaa!!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Pacoalina em 30/07/2012

eu não sei se eu suportaria isso...tadinha da mione!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por leleu_mione em 30/07/2012

Draco está me decepcionando um pouco, realmente ele deve aguentar as consequencias de seus atos e um bebe é uma baita consequencia, sem falar que hermione é hermione né, o que mais esperar dela, perfeita. Beijos e até o próximo capítulo.

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por H. Granger Malfoy em 30/07/2012

adorei o capitulo, eu realmente nao esperava que pansy tivesse tido um filho, e a mione aceita-lo tambem!! logo agora que as coisas estavam comecando a se ajeitar pra eles ne.. kkkkk enfim, estou muito ansiosa pelo proximo capitulo! bjs

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.