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3. 3º dia


Fic: Paraíso das Almas - DHr - Cap. 4 ON!


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3º dia


  


Acordei com buzinas de carro. Levantei-me e me arrastei até a janela com dificuldade. Eu ainda estava com sono e meus olhos não haviam se acostumado com o clarão que invadia meu quarto pela janela. Olhei para baixo e pude ver dois furgões entrando em Paraíso das Almas. Coloquei um roupão por cima do meu pijama e desci rapidamente. 


Ao sair, avistei Steinmeier falando com um militar. Aproximei-me dos dois. 


–Sr. Draco Malfoy – disse a jovem voltando-se para mim – Este é o capitão Theodor Riemann. 


Saldamo-nos. 


–Para que tudo isso? – questionei. 


–Viemos buscar as prisioneiras que serão levadas para o campo de extermínio – respondeu o militar. 


–Mas é claro! – concordei – Havia me esquecido. Queiram me dar licença, eu nem tive tempo de me trocar – comentei indicando meus trajes – Steinmeier, vá até a minha sala quando tiver terminado. 


Riemann e Steinmeier saldaram-me com o “Hiel Hitler!” antes de eu dar as costas a eles e tive que retribuir.


 


No caminho até a escada que dava acesso ao andar superior encontrei Gauss e sua companheira, Kant. Ergui a mão e as fiz parar.


–Senhor? – uma delas perguntou.


–Queriam me acompanhar – disse e segui até a minha sala.


Entrei e indiquei que fizessem o mesmo. Fechei a porta, sentei-me na cadeira de meu pai e elas me encararam, esperando.


–Pois bem. – eu comentei pegando uma ficha – Os castigos da Srtª. Granger estão suspensos por enquanto – continuei, olhando algo em um dos papéis – E apenas eu poderei autorizá-los – frisei encarando-as – Mas vocês ainda poderão interrogá-la. Eu apenas quero um tempo para que algumas feridas cicatrizem, afinal, a queremos viva e do jeito que vocês a torturam ela não duraria muito – continuei, tentando ser o mais indiferente possível – Caso minhas ordens de não-agressão sejam descumpridas vocês pagarão por isso. Entendido?


–Claro, Sr. – Gauss concordou e a outra a imitou. 


–Que ótimo! – falei – Se vocês me permitem tenho que trocar de roupa e comer algo antes que a transferência dos presos esteja terminada.


–Sim, Sr. Malfoy – concordou saldando-me quase em sincronia com Kant.  


Steinmeier veio até o escritório de meu pai um tempo depois de eu ter chegado lá após o café. 


–Novidades sobre seu pai, Senhor Malfoy – comentou se sentando.


–Diga. 


–Chegou a nós essa mensagem hoje pela manhã – começou entregando-me um papel – Pelo que consta aí eles estão próximos de Jordan Granger, o principal general deles. Parece que prenderam alguém ligado ao exercito inglês. Creio que estejamos mais próximos do nosso objetivo, senhor – comentou, energicamente, fechando a mão em punho. 


–Ótimo! – vibrei – Mantenha-me informado. 


–Claro, senhor! – sorriu orgulhosa. 


Fiquei receoso. Se eles encontrassem o pai da Granger não havia porque deixá-la viva. Na verdade, se ela continuasse nas condições em que estava não teríamos nem o trabalho de matá-la.
  


Eu corria muitos riscos. Se alguém me visse... Se ela acordasse... Mas eu sou humano. Não poderia deixar que ela morresse aos poucos naquele lugar. 


Entrei em sua cela na calada da noite. A vigia rondava o andar. Eu ouvia seus passos calmos pelo corredor. Fechei a porta com certa dificuldade e a ouvido ranger um pouco. Ela estava largada de bustos no chão. Quase uma figura indistinta em meio aos trapos que a vestiam, sujeira e sangue, se não fossem pelas curvas do seu corpo. 


Apoiei minha maleta próxima a ela e me abaixei ao seu lado tentando analisar o tamanho do estrago em meio àquele quase breu. Abri minha mala e tirei uma pequena lanterna. Acendi-a e apontei para suas costas. Pude contabilizar dois locais que precisavam de pontos e cinco cortes já infeccionados, além de algumas pequenas queimaduras. 


Ajoelhei-me, segurei a lanterna entre os dentes e pus as luvas. Era hora de trabalhar. Anestesiei os locais onde daria os pontos com uma pomada e comecei a costurar com o maior cuidado possível. Se ela já havia acordado eu não poderia dizer, pois mal a sentia respirar sobre meus dedos. Limpei o local das queimaduras e passei uma pomada própria para isso. Deixei as infecções por último, pois era o que mais me preocupava. Precisei retirar todo o pus das feridas com os meus instrumentos, deixaria para espremer em último caso. Em dois dos cortes tive que apertar com os dedos para conseguir retirar tudo. Limpei todos eles e apliquei o remédio. Achei melhor cobri-los com uma gaze evitando expô-los a imundice do local e do corpo dela. 


Dirigi-me então as suas pernas que possuíam cortes e queimaduras também, porém menos preocupantes que os das costas. Depois cuidei dos seus braços. Olhei para o monte de cabelo que cobria quase todo o seu rosto e cogitei afastá-los para ver o estrago que eles haviam feito nela, mas desisti. Ouvi passos muito próximos a cela. Apaguei minha lanterna e guardei tudo com pressa fazendo um pouco de barulho com o meu nervosismo. 


Aproximei-me da porta e olhei para fora. Não vi ninguém, então sai o mais rápido que pude.


N.A.: Amadxs, estou em ano de TCC, por isso sumi. Mas esse tormento acaba em dezembro, que é quando eu espero retomar as fics que deixei paradas. Enquanto isso, postei esse cap., que já estava escrito há certo tempo, para compensá-los. Espero que sejam pacientes.

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