Flashback do capítulo1:
- Agora já sabe quem sou eu? - não. Não poderia ser quem eu estava pensando. Meus ouvidos estão enganados, não pode ser, ou será que são meus olhos?Ao olhar para meu admirador minhas suspeitas se confirmaram.
- Não pode ser. Pro... Professor?
Fim do Flashback...
- E por que não?
- Eu nunca imaginei que fosse o senhor.
- Sirius, por favor.
- Era o senhor o tempo todo, professor Black?
- Sirius – ele insistiu.
- Desculpe pro...
O moreno me agarrou e me beijou com tanta fome e paixão como se estivéssemos separados há séculos. Eu senti meus pés deixarem o chão, percebendo que Sirius me pegou no colo.
- Aonde você vai me levar? – perguntei receosa.
Ele sorriu maliciosamente, um sorriso que mesmo no escuro eu percebi. Eu senti meu amado professor me depositar em algum lugar que eu diria que seria uma cama.
- O que você vai fazer, Sirius?
- Finalmente perdeu a mania de me chamar de professor.
Somente sorri, antes de Sirius me beijar novamente, enlaçando seus braços junto ao meu corpo para me impedir de fugir. Como se eu quisesse! Ele me envolvia cada vez mais nesse clima. Daqui a pouco não ia conseguir resistir aos seus encantos. Com os lábios presos aos meus, ele desatou o nó de meu robe, revelando minha camisola preta, curta e ainda por cima transparente.
Senti-me um pouco envergonhada pela situação, mas quando se está com o cara mais lindo que você já viu na sua frente, você acaba se esquecendo até da situação, e foi isso que aconteceu no meu caso. Ele me beijava de forma lenta e sensual, conseguindo fazer-me esquecer de meu estado e querer mais beijos seus.
Estava tão entregue e vulnerável que nem percebi que Sirius havia tirado a minha camisola, deixando-me praticamente nua na cama. Seus lábios desciam de forma avassaladora pelo meu pescoço, indo em direção aos meus seios.
Não podia negar que ele tinha experiência, sugava meu seio com tanta volúpia e paixão. Gemia aos seus toques, ele conseguia ser perfeito o tempo todo.
- Sirius, pára – pedi em tom de súplica.
- Mas por quê? – perguntou confuso. Consegui ficar por cima dele.
Antes que conseguisse recuperar o controle da situação, rocei de leve meus lábios nos seus.
- Kammy, o que...
- Shii *traduzindo: calado, ou era pra ser* Agora é minha vez.
Desabotoei os botões de sua camisa lentamente, beijando cada pedaço do seu corpo que aos poucos eu estava revelando. Sorri marotamente por instantes, antes de continuar. Olhei para o rostinho de meu cachorrinho por breves segundos e vi que ele estava aprovando.
Fui descendo a trilha de beijos por sua barriga, vendo que Black não resistiria por muito tempo.
- Kammy, pára – sua respiração estava ofegante.
- Eu mal comecei – falei ao mesmo tempo em que abria o zíper de sua calça, colocando a mão por dentro.
Sirius gemeu ao sentir minha mão sobre seu membro.
Consegui me livrar da calça rapidamente, voltando-me agora para a única peça de roupa que ainda restava. Voltei a me debruçar sobre seu corpo, retomando a trilha de beijos do ponto onde eu havia parado. Estava perto de seu umbigo, quando resolvi tirar sua cueca, a última peça que faltava.
Meus lábios ainda estavam em sua barriga, porém minha mão já havia descido e no momento seu membro já estava ereto. Estava torturando-o um pouco antes de continuar.
- Kammy... Continua... Descendo – o moreno já havia se entregado por inteiro, fazendo-me sorrir marotamente.
Fui descendo a trilha e cheguei logo ao seu membro. Comecei lambendo-o vagarosamente. Subi até a ponta excitando-o mais um pouco, antes de abocanhá-lo por inteiro fazendo movimentos ritmados. Sirius certamente não esperava isso de mim. Ele estava gemendo de prazer, não imaginava que eu fosse tão eficiente. Aliás, nem eu imaginava.
Resolvi parar, pelo menos por enquanto. Virei-me para encará-lo.
Antes que pudesse dizer alguma coisa, Sirius fica novamente em cima de mim.
- Hora da vingança – disse com seu habitual sorriso maroto.
Ele beijava lentamente meu pescoço, indo mais devagar em direção aos meus seios e os sugando novamente de forma lenta e sensual. Ele estava fazendo isso de propósito, exatamente a mesma coisa que eu fiz com ele.
Descia devagar, distribuindo beijos por todo o meu corpo, parando somente para tirar minha calcinha, antes de continuar. Ele sabia como torturar uma garota.
Passava vagarosamente a língua em meu clitóris, me excitando ainda mais.
- Pára Sirius... – falei gemendo e com a respiração ofegante.
Sirius parou e voltou a me beijar, colando seu corpo no meu.
- Ich liebe dich – disse com os olhos brilhando como se me pedisse permissão para continuar.
Mesmo sem saber o que ele havia dito naquela hora, sorri como se consentisse e o beijei.
Sirius me penetrou devagar, com muito cuidado. Eu não esperava que ele fizesse aquilo. Minha expressão mudou na hora. Afinal, mesmo não parecendo, era a primeira vez que eu fazia aquilo.
- Relaxa. Eu não vou te machucar – ele me tranqüilizava simplesmente com o tom doce de sua voz, acariciando meus seios ao mesmo tempo.
Agora não tinha mais como voltar atrás. Comecei a entrar naquele clima, acariciando seu corpo. Ele me beijou novamente com fome e paixão. Seus movimentos de vai-e-vem estavam me enlouquecendo cada vez mais. Estava completamente entregue ao prazer. Com o tempo Sirius aumentava a velocidade dos movimentos, fazendo-me gemer ainda mais.
- Não pára... – gemi, com minha respiração ofegante.
- Eu não tinha intenção de parar mesmo – disse com um sorriso maroto, aumentando mais a velocidade.
Já havia chegado ao clímax, não ia agüentar por muito tempo, vi que Sirius também não, pois minutos depois senti que seu membro jorrava algo liquido dentro de mim.
Lentamente nossas respirações foram se acalmando. Sirius saiu de dentro de mim e se deitou ao meu lado e me puxou para seus braços.
- Ich liebe dich – ele tornou a repetir.
- Ãn?
Ele somente sorriu, sem responder minha pergunta. Aquele sorriso maroto que eu tanto amo. Beijando-me mais uma vez e me aconchegando em seus braços. Dormi abraçada àquela criatura que eu tanto amava.
Acordei de manhã com uma claridade invadindo meus olhos. Sirius havia programado a sala de acordo com o tempo e pelo que pude perceber, o sol já estava alto, o que significava que estava tarde. Levantei-me da cama rapidamente e me recompus. Antes de sair da sala percebi que havia um bilhete em cima da pequena mesinha.
“Kammy, espero que tenha dormido bem, meu anjo. Tomei a liberdade de pegar o mapa emprestado do Harry, seria muito arriscado se alguém a visse. Estão todos no Salão Principal, não demore. Só mais uma coisa: amo-te!”.
Sorri ao ver suas palavras naquele papel. O mapa estava embaixo do bilhete. Sabia o que tinha que fazer. Peguei minha varinha, que estava jogada no chão, cutuquei o mapa com a ponta dizendo “Juro solenemente que não pretendo fazer nada de bom”, como já esperava o mapa se abriu para mim.
Como Sirius me preveniu, todos estavam no Salão Principal. Corri para a torre da Grifinória, troquei “meu traje de noite” pelo meu uniforme, joguei a mochila nos ombros, não sem antes colocar o mapa dentro dela e desci correndo pra o Salão. Como já previra todos estavam lá.
Pensei que ia levar bronca, mas vi Dumbledore sorrindo para mim, acomodei-me no único lugar que restara na mesa da Grifinória, que por acaso do destino era ao lado de Sirius. Ao lado dele esta Rony e Hermione, de frente para Mione se encontrava Remo, que tinha Harry de um lado e Sabby de outro, os dois estavam de mãos dadas por debaixo da mesa, sorrindo.
- Srs. e Srtas – começou Dumbledore sorrindo – Como muitos de nossos alunos resolveram matar a primeira aula... – piscando para mim. Era História da Magia, ele não esperava realmente que eu aturasse a aula mais chata do mundo, justamente no dia do meu aniversário, esperava? – Nós do corpo docente, resolvemos fazer um pequeno jogo entre as quatro casas, que durará, para a alegria geral, o dia todo – Hermione virou em minha direção.
- Você tem uma sorte ferrada, hein? Não vai precisar assistir aula no dia do seu aniversário.
- Fazer o que né? – sorri marotamente que fez Hermione emburrar. Senti uma mão em minha perna. Olhei para Sirius e o vi sorrindo, aquele sorriso que me faz derreter toda por dentro.
- Para melhor coordenar as disputas, três professores serão responsáveis por cada casa. Os professores Sirius e Remus, e a profª Minerva ficaram responsáveis pela casa da Grifinória, o profº Snape e as professoras Nathalye e Rose ficaram responsáveis pela Sonserina, Sprout, Sinistra e Binns, pela Lufa-Lufa e pra encerrar Vector, Hagrid e Madame Hooch pela Corvinal. Boa disputa a todos! Mas antes de começarmos, explicar algumas regras não faria mal.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – a maioria dos alunos exclamou.
- Você não vai nos dizer que sonserino é seu namorado? – dispara Parvati, ao ver o diamante brilhando em meu dedo. Senti que Sirius tirou sua mão de minha perna, pude perceber o ódio contido em seu olhar.
Amarrei a cara para Parvati, ficando mal-humorada de repente.
- Não. Minha vida particular não interessa a ninguém, muito menos a você!
Parvati percebeu que deu uma bola fora, por que não tocou mais no assunto. Passei a manhã toda mal-humorada apesar dos jogos, com Sirius me tratando friamente. Somente na hora do almoço é que tive oportunidade de conversar com ele,em particular. Nestahora ele estava em sua sala, entrei sorrateiramente e a tranquei por magia.
- Sirius... – chamei.
- Primeiro: não me chame de Sirius, eu sou seu professor e você me deve mais respeito – sua voz revelava uma frieza excepcional – Segundo: você não tem o direito de ferir meus sentimentos dessa maneira. Você é uma MENTIROSA!
- NÃO SOU NÃO! – berrei em resposta, minha voz levantou sem que eu percebesse – Covarde até pode ser, porque não tive coragem de negar seu pedido, mesmo assim você não tem o direito de me julgar!
- Você me magoou muito!
- Você também só que de uma maneira bem pior – falei isso sem pensar, só depois percebi que falei mais do que devia.
- Quando? – perguntou em tom de deboche.
- Esquece – ainda era cedo demais para revelar toda a verdade.
- Isso quer dizer que nunca a magoei. Além de mentirosa, você também é uma covarde, egoísta, imatura, insensata, inconseqüente e sem vergonha. EU NUNCA TE AMEI ENGELS!
Ele jogou tudo isso na minha cara sem um pingo de remorso. As lágrimas brotaram de meus olhos, mas não ia permitir que elas caíssem. Ele não merecia. Somente saquei minha varinha e apontei para a porta.
- Bombarda! – tamanho o ódio que eu estava sentindo que a porta explodiu em centenas de milhares de pedaços. Atrás dela estavam Remus, Sabinna, Harry, Rony, Hermione, Lilá e Parvati.
- O que aconteceu, Kammy? – o ódio me cegou ao ponto, de nem percebi que havia empurrado Sabinna. Ela nunca havia me visto com tamanho ódio no olhar.
- O que você fez, Sirius? – perguntou Remus no tom de quem desconfia das coisas.
- Turminha, nos dá licença, por favor? – pediu Sirius, com um tom de remorso em sua voz.
- É melhor mesmo a gente ir procurá-la. Do jeito que ela está é capaz de fazer uma besteira. – Disse Rony.
- Tem razão Rony. É melhor mesmo a gente ir atrás dela – foram os seis me procurar, deixando Sirius e Remus sozinhos conversando.
- O que você aprontou dessa vez? – perguntou Remus.
- Eu fiz uma besteira grande – disse Sirius sem jeito.
- Bota grande nisso – começou Remus em tom de repreensão – Você tem noção do que você fez?
- Se foi pra me deixar mais arrependido do que eu já estou nem começa.
- O que você falou pra ela?
Sirius narrou todo o diálogo.
- Você disse tudo isso na cara dela? – Remus quase berrou – Não é a toa que ela está quase cega de ódio. Se você não conseguir reverter à situação, é bem capaz de você perdê-la – Remus saiu deixando a ameaça rondando sobre a cabeça de Sirius.
O ódio ainda palpitava em minhas veias, quando encontrei com Malfoy e seus capangas, só que desta vez ele estava acompanhado de uma aluna desconhecida por mim.
- A sangue-ruim está vindo aí. Seus amigos a abandonaram, Engels? – Draco começou a rir da minha cara, com seus amiguinhos o acompanhando, inclusive a garota.
Ele estava pedindo pra ser azarado.
- Brigou com o namorado sangue-ruim? – a garota era tão ou mais insuportável que ele, era mais uma que estava pedindo pra levar uma azaração na cara, de repente me lembrei de quem ela era filha.
- Briguei Lestrange. Estou puta da cara com metade do mundo, se fizer mais uma gracinha leva uma azaração no meio da cara.
- Você é uma fracassada Engels.
- Não fale assim dela Malfoy. – disse Hermione, que havia acabado de me encontrar, juntamente com todo o resto, menos o profº Lupin.
Não estava com humor, muito menos paciência pra aturar suas gracinhas.
- “Crucio” – apontei minha varinha para ele.
Malfoy berrava de dor no chão, todos olharam espantados para mim. A expressão de ódio não se estendia somente ao meu olhar agora.
- PÁRA! – berrou Mary-Kate.
- Não – minha voz estava fria como gelo. Malfoy se contorcia cada vez mais. Quando achei que já era o suficiente, o feitiço parou instantaneamente, contudo minha varinha ainda estava apontada em sua direção – Mais uma gracinha hoje e eu juro que lhe mando uma Avada Kedavra – centelhas voaram de sua ponta. Malfoy entendeu o recado, eu não estava pra brincadeira.
A tarde correu no mesmo ritmo de jogos e brincadeiras. Não tinha motivo para ficar participando, estava triste e magoada. Fui para o único lugar, onde sabia que ia ter total sossego e ninguém ia ter a menor idéia de onde eu poderia estar.
A tarde passou voando e logo chegou à noite.
- Onde a Kammy está? – perguntou Harry preocupado.
- Ela sumiu a tarde inteira – respondeu Hermione.
- Vocês acham que ela fez alguma besteira?
- Além de azarar o Malfoy? Espero que não Lilá – respondeu Rony.
- Tem alguma coisa que o meu pai tá escondendo que eu adoraria saber o que é.
- Afinal qual foi o motivo da briga entre o professor Black e a Kammy?
- Eu também adoraria saber Gina, mas nem meu pai nem o professor Lupin quiseram me contar.
- Me sinto culpada. Não tem algum meio de tentarmos encontrá-la?
- O mapa! – exclamou Harry de repente, correndo ao dormitório masculino e voltando com um pedaço de pergaminho aberto em suas mãos – Não consigo encontrá-la.
Agora não era hora de ficar espantado com a quantidade de detalhes que o mapa traziam, era hora de começar a busca. Varreram o mapa de cima a baixo, de trás pra frente, de frente pra trás e nenhum sinal meu em todo o castelo. Nesse momento entraram Sirius e Remus pelo retrato.
- Já tiveram alguma notícia dela? – perguntou solidário Remo, piscando para Sabinna.
- Não – respondeu Harry – É como se ela tivesse sumido no ar – terminou desanimado.
- Só tem uma solução lógica – Sirius começou, com um desânimo na voz – Ela não está dentro do castelo – ele ficou se remoendo em silêncio.
Pouco a pouco, o salão comunal vai se esvaziando, só restando Harry e Gina.
- Você está muito preocupado com ela não é Harry? – perguntou Gina fazendo cafuné no cabelo do moreno.
- Claro que estou, afinal ela é minha amiga. Você não viu como ela estava hoje de tarde.
- Ela gosta muito do Sirius, não é? – Gina ainda afagava os cabelos dele – Afinal de contas o que ele falou que a deixou tão irritada?
- Não sei. Mas seja lá o que for, ela ficou muito magoada com ele.
Depois de um tempo, os dois foram se deitar, mas no dormitório feminino do 7º ano, nem todas estavam dormindo tranqüilamente.
- Não consigo parar de pensar se ela está bem? – Mione se sentou em sua cama, com o cortinado aberto, olhando para a direção da minha cama.
- Você não é a única Mione – respondeu uma voz a sua direita, que Mione reconhece como sendo de Sabinna.
- Não consigo imaginar que a Kammy não esteja aqui com a gente.
- E pensar que a culpa disso tudo é minha – falou a voz de Parvati à frente de Hermione – Se eu não tivesse perguntado sobre o namorado dela nada disso teria acontecido – terminou numa voz chorosa.
- Mas o que isso tem a ver com a briga entre ela e o meu pai? – indagou Sabinna.
O silêncio pairou pesadamente no quarto, cada uma refletindo em seu canto. Mas não era somente as meninas que estavam mergulhadas em suas reflexões. Desde a briga da tarde, o moreno não conseguia me tirar da cabeça. Estava de cabeça quente naquela hora, sabia muito bem que não deveria ter dito o que disse, só não esperava que eu ficasse tão magoada.
“Seu burro e imbecil! Depois do que você disse, ainda esperava que ela não ficasse magoada? Você é um idiota mesmo!”.
A história estava se repetindo, só que com pessoas diferentes.
“Sirius Black, maroto até o último fio de seus cabelos estava finalmente apaixonado, por uma das amigas de Evans, que apesar de tudo, ninguém sabia de onde veio nem de onde era, mas tudo nela o encantava. Ela tinha longos cabelos pretos, sedosos, brilhantes, seus olhos eram estranhamente pretos, que mudava de acordo com os sentimentos da mesma. Ela também o amava, mas não aceitava o jeito maroto de ser dele, sempre aprontando, saindo com as garotas sem se importar com seus sentimentos, nem mesmo os dela.
Isso a magoava muito, mas o amor que sentia por ele era muito forte e superava tudo isso. Até que um dia isso mudou, quando o moreno acabou traindo-a com McKinon. A morena o abandonou, sua paciência havia esgotado. Num ato de total desespero e desamparo ele envolveu-se com Bellatrix Black.
O moreno conseguiu reconquistar o carinho e a confiança dela, mas nunca soube que seu rolo com sua prima havia tido conseqüências maiores do que imaginava”. No começo eram briguinhas tolas, quase exatamente como a de hoje à tarde, mas quase a perdeu para sempre, será que também ia perder a loirinha? Não, era tudo o que ele menos queria no momento.
Estava tão deprimido e carente, mergulhado em sua dor, que nem percebeu que Dumbledore o observava. O diretor já imaginava onde a loirinha pudesse estar, só esperava que sua suposição estivesse errada.
“EU NUNCA TE AMEI ENGELS!”.
O eco de suas palavras ficou gravado em sua mente.
“Eu não quero te perder como eu perdi a Dark. Eu te amo demais pra isso”.
A imagem das duas não saia de sua cabeça, principalmente a de Kammy.
“Fui num dia como esse que a gente começou a namorar, há exatamente 19 anos atrás. Era uma noite estrelada de outono, nós havíamos preparado uma festa surpresa pra ela”.