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9. CAPÍTULO 9


Fic: Série Auror - Inimigo em Mim - PARTE 14 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Inimigo em Mim 
Parte 9 



— Assine aqui e aqui. — pediu educadamente Emmanuel di Battitori.


 


  O proprietário do time mais rentável de Quadribol Feminino do mundo vestia-se com um terno negro impecável e uma camisa verde musgo por baixo. Exalava um perfume amadeirado e possuía o hálito refrescante de menta.  


 


  Gina assinou onde era pertinente ao seu contrato e repousou a pena, sorrindo timidamente para ele e seus assessores.  


 


— Está feito? — perguntou quando terminou.


 


— Feito e selado. — passou a cera e carimbou com o brasão do clube no pergaminho contratual. — Próximo passo, o sucesso!


 


  Seu sorriso galante deixou-a desconcertada. Emmanuel impregnava o ambiente de elegância em sua postura ereta e seus modos corteses, mas também transmitia liderança nos mesmos gestos seguros e cavalheirescos. Sendo um rapaz que usufruía idade tenra, apenas uns cinco ou dez anos mais velhos que ela, através de seu olhar aparentava já ter vivido décadas.


 


 — Vamos almoçar, senhoritas? — convidou de supetão.


 


  A jogadora trouxera sua empresária, Melissa Duck, uma colega do tempo de Hogwarts que lhe serviu aos propósitos empresarias após a formatura da escola. Os assessores começaram a levantar e sair em silêncio da sala de reuniões. Estavam num escritório do Acciaio Battitori em Londres.


 


— Eu bem que adoraria, mas hoje almoço com a família. Meus pais querem saber os detalhes.


 


— Claro. A família vem em primeiro lugar sempre. — e tocou a mão dela com doçura.


 


  A ruiva pensou em recuar, entretanto pesou ser indelicada. Havia algo mais também: seu toque era quente e magnético.


 


— E eu ainda tenho mais outras duas reuniões, em horários justíssimos, nesse período.


 


— Então nos vemos muito em breve, Ginevra, Melissa. — disse informalmente. Ela gostou do contato mais próximo no modo de referenda-la.


 


 Emmanuel afastou os dedos com delicada, levantou da poltrona e passou a capa de cetim verde-broto sobre o ombro. A artilheira acompanhou o gesto, despediu-se com promessas para o novo encontro e saiu pela porta da frente do prédio escoltada da empresária.


 


  Um mar de pessoas esperava-a na porta principal.


 


— Srta. Potter, quando viajará para Itália?


 


— Srta. Potter, o jogo de estreia dos Acciaio Battitori começa daqui dois meses, os treinamentos com o time já foram marcados?


 


— E como fica sua situação com o Harpias? O contrato não dura mais dois anos?


 


  Flashes bateram contra seu rosto feito chuva de relâmpago. Atordoada, com os repórteres sufocando-a de com tantas perguntas e fotos, cobriu o rosto. Melissa xingou os mais petulantes e foi abrindo caminho na massa, sempre protegendo sua cliente com os braços. Quando conseguiram ludibriar a imprensa, entraram num beco e respiraram aliviadas.


 


— O que foi tudo aquilo? — a publicidade em cima dela nunca fora míngua, entretanto, os jornalistas eram mais insistente quando Harry estava envolvido de alguma forma direta.


 


— Aquilo se chama você numa relação íntima com Accio Batitorri.


 


— Como assim, Mely? — ruborizou supondo que ela estivesse falando de Emmanuel e seu excesso galante.


 


— Querida amiga e cliente. — a bruxa elevou o queixo num ar de superioridade por deter algum conhecimento além — Estar nesse clube não apenas lhe deixará famosa sem a aba do seu digníssimo esposo, como também fará você ver mais galeões que aqueles duendes de Gringotes. Prepare-se para brilhar sozinha... e claro, me levar no embalo. — piscou.


 


                                                  ***


  


  O vento assoprava com força a relva ao redor da Toca. Era uma tarde curiosa - tempo tépido -, um solzinho tímido, nuvens intrusas e muita ventania.


 


  A caçula Weasley despediu-se de sua empresária e aparatou para a casa dos pais.  Atravessou o terreiro, viu as galinhas tentando alçar voos desajeitados de encontro ao vento de dentro do galinheiro, e o desgastado balanço de pneu tremulando a árvore mais próxima a casa. Costumes de trouxas que seu pai adorava trazer para o seio daquela família.


 


  Torceu e amarrou os longos cabelos vermelhos com as mãos e deu uma corridinha para se livrar do clima, até a porta. Deu direto para a cozinha onde a mãe, Molly Weasley, descascava legumes sobre uma bandeja. O pai, Arthur, também estava por ali, sentado ao lado de Victorie - sua primeira neta – e alimentando-a com uma papinha cor de abóbora de seu cadeirão infantil.


 


— Filha? — ele abriu um acolhedor sorriso.


 


  Molly levantou os olhos da sua tarefa.


 


— Oh, querida, nem notei você chegar.


 


— Está uma ventania lá fora. — ela entrou e cumprimentou seus pais com suaves beijos no rosto. Quando chegou a sobrinha, uma linda garotinha de cabelos dourados, lascou-lhe dois beijos molhados de ternura. Victorie tinha três anos.


 


— O nosso almoço sai logo. — anunciou a mãe pegando a varinha e ordenando que uma escumadeira revirasse a carne que cozinhava na panela.


 


— O que ela está fazendo aqui hoje?


 


  Normalmente a neta vinha no fim de semana.


 


— A Fleur precisou ir para o Beco Diagonal resolver umas pendências em Gringotes. Aquele banco anda insuportavelmente lotado, ultimamente. — reclamou Molly.


 


— O nosso mundo depois de Voldemort tornou as pessoas mais confiantes quanto ao Ministério. Muitos voltaram a movimentar e guardar suas economias.


 


— Mas os duendes e o próprio Gringotes sempre foi um local confiável, não? — quis Gina saber.


 


— Sim, mas como as pessoas teriam tempo de fugir do país emergencialmente se todas suas economias para tal estivessem guardadas nos seus cofres mais seguros do mundo.


 


  Arthur pegou a colher voadora no ar e preencheu de papa para a neta, depois soltou-a e ela foi sozinha de encontro a boca da criança. Seu cabo era em formato de trem e uma fumaçinha branca escapava por sua chaminé, assim como um engraçado barulho de apito soava baixinho enquanto a garota não abrisse a boca.


 


— Chega desses assuntos. — a matriarca balançou a mão. — E como foi a reunião com o tal time italiano?


 


— Ah sim... — Gina sorriu amplamente — Está tudo certo!


 


— Tudo certo?


 


— Isso. O contrato propõe cerca de 10 mil galeões por jogo, além da experiência, claro.


 


— Merlin, quanto dinheiro!!! — assoviou o Sr.Weasley. — E o seu contrato com o Harpias?


 


  A ruiva ajeitou-se melhor na cadeira e disse quase cochichando.


 


— Olhem que inusitado: O Sr. Battitori pagou a multa ao clube por eu sair antes do tempo. A multa é mais do que jamais ganhei na vida...


 


— Esse homem é poderoso mesmo, hein?!  — observou a mãe, desconfiada.


 


— Que tom é esse? — a ruiva semicerrou os olhos. — Andaram falando com o Harry?


 


— Seu marido anda chateado. Não queremos nos intrometer, mas sua mudança profissional vem abalando ele. — Molly usou mais brandura.


 


— Nós não temos nada haver com isso, entretanto. — interveio Arthur cauteloso, limpando a boquinha da neta.


 


— Poxa! Achei que queriam ver meu sucesso? — interrogou aborrecida.


 


  A mãe largou os legumes e tocou a mão da filha.


 


— E queremos, querida! Nunca duvide disso. Sei que não será ausente no seu casamento mesmo jogando num time estrangeiro, pois ama demais Harry. Claro que entendemos a insegurança dele, contudo. Quero vê-los felizes e se for o seu desejo do coração estar jogando por esse novo clube apoiamos nossa filhinha incondicionalmente. É o seu desejo, não é?


 


  Gina hesitou. Seus pais fitaram-na por expectativa.


 


— Sim. Sim.


 


                                              ***


  


  Emmanuel do Battitori retornou ao seu castelo acompanhado da noite. Fez uma aparatagem tranquila na abóbada de carruagens e ordenou a mais aconchegante delas para leva-lo as cercanias de seu lar. Era o único com permissão para aparatar no pátio principal daquela construção, entretanto apreciava o balanço do veículo. Por vezes lhe fazia bem as ideias.


 


  Entrou na boleia e acomodou-se no assento. Arrastou a capa para dentro e esperou o cocheiro fechar a portinhola suavemente. O transporte iniciou seu movimento ondulante.


 


 — Espere! — exclamou o bruxo repentinamente. O condutor parou.


 


— Senhor? — o cocheiro abriu a portinhola prontamente.


 


— Que animais estão levando a carruagem?


 


— Os Felióstipos, senhor.


 


  Felióstipos era uma espécie de tração, um parente distante dos unicórnios, que naturalmente habitava os Alpes Itálicos no coração do Monte Branco. Seus corpos eram de uma pelagem fina e branquíssima, o corpo equídeo, mas a cabeça detinha orelhas pontiagudas, formato triangular, narinas centrais e um aspecto felino de modo geral.


 


— Troque-os por cavalos apenas. — ordenou.


 


  O funcionário então trouxe cavalos comuns a olhos trouxa e fez com que mais tratadores levassem os dois felióstipos para as cocheiras.


 


— Para onde, senhor?


 


— Vá para a cidade. — disse num timbre autoritário.


 


  A carruagem mudou a direção e começou a descer a ladeira. Muitos minutos passaram vagarosamente. Emmanuel viu apenas as sombras de suas videiras e ouviu os galopes rítmicos dos animais por todo o período até a saída da propriedade. Não havia pressa. Roma era uma criança com insônia: alegre, constante e agitada até as horas mais dúbias da madrugada.  


 


  Seu corpo andava traiçoeiro. A concentração ia e vinha, a vista embaçara em diversas horas do seu dia e o coração sofria inusitados e desesperadores aumentos de frequência rítmica. Nada disso tinha relação direta com seu problema. Ele se adiantara desta vez. No máximo, o organismo vinha sofrendo de ansiedade, a sua eterna companheira.


 


  As luzes da cidade tradicional italiana começaram a brotar em seus olhos. O velho mundo tinha vantagens que só o velho mundo detinha. Passear pelas ruas de paralelepípedo de Roma, numa carruagem altiva do século passado, era no máximo mais um ponto turístico charmoso e ambulante aos olhos trouxas. Roma estava sempre minada de pessoas de todo o mundo, encantadas pela religiosidade e pelos pontos turísticos emblemáticos na história deles. Tudo ficava despercebido ainda que a vista de todos. Apenas um excêntrico milionário.


 


— Quanto é? — gritou uma mulher trouxa parcialmente embriagada quando o condutor adentrou numa praça repleta de restaurantes de secunda classe.


 


  Eles constantemente achavam que o veículo era de passeio turístico. O veículo prosseguiu deixando a mulher falando sozinha.


 


  Emmanuel abriu a janela ornamentada da boleia e deu espaço a um ar fresco carregado de sereno, entrar. Estar naquela cidade recarregava suas energias, porque entre tantos mortais frágeis enxergava-se um Deus camuflado e contemporâneo. Por que o tal Voldemort da Inglaterra também não se beneficiou desse vigor ao invés de travar dura batalha contra os bruxos? Nem todos nasciam com seu talento para auscultar o voluptuoso sussurro da dominação. Seu amor pelo controle da vida e da morte. Muitos tentavam, mas a magia negra era uma triste praga deteriorante. Precisa de paciência para refina-la e isso notoriamente era o que os gananciosos não tinham.


 


  O condutor parou à fresca de um barzinho trouxa quando Emmanuel tocou o vidro. O cocheiro correu para abrir a portinhola enquanto ele despia-se da capa bruxa. Entregou ao homem e em seguida ordenou aos empregados retornarem para o Castelo. Dali se viraria sozinho.


 


  Quando os cavalos trotaram para longe, entrou no estabelecimento, pediu a bebida mais comum dos trouxas, cerveja, e sentou numa mesa na varanda. Saborear a cevada diluída no álcool trouxe frescor e leveza aos seus anseios.         


 


  Observou nas ruas, casais perambulando de mãos dadas, grupos turísticos em montículos boêmios, além de famílias compostas até de cachorros, e velhinhas de cabelos acaju e azul bebê abraçadas as suas bolsas de couro. Então repousou os olhos numa mesa a poucos metros. Três jovens belas e louras com aspecto universitário bebiam entre altas comemorações. Uma delas, cachecol de penas, boina preta, flertava-o desde o momento que sentara.


 


  Empolgado, Emmanuel capturou seu copo de cerveja e foi pedir um lugar com as donzelas. As três fizeram vigorosos sinais positivos com a cabeça.  Tinham as bochechas coradas e as vozes elevadas. Visivelmente ébrias.


 


— E aquela carruagem cheia de badulaque que te trouxe aqui?


 


  Perguntaram depois de mais duas rodadas de bebida. Ele já estava completamente aderido ao grupo e conversavam em inglês fluente.


 


— Aluguei perto do Rost de Ville. Conhecem? — disse.


 


— Pare de esnobar, somos novas aqui! — exclamou uma delas batendo na mesa.


 


  O relógio correu na praça central. Rapidamente a lua fez um trajeto côncavo sobre o firmamento e às três horas da madrugada chegou. O bar ameaçava fechar as portas ao que os quatro tiveram de se levantar e pagar a conta. Emmanuel tomou todo o valor da consumação para si.


 


  Caminharam pela cidade, desviando dos mendigos e larápios vendedores ambulantes. Um terrível mal da capital italiana. Logo chegaram diante da hospedaria onde as três americanas se hospedavam. A de boina preta, que continuou a mostrar interesse por ele, permaneceu na sua companhia. As outras subiram trançando as pernas para o saguão.


 


  Foi a última vez que viram a prima mais nova e, infelizmente, estavam com uma ressaca tão grande no dia seguinte, que nada sabiam ou conseguiam se lembrar sobre o acompanhante misterioso da boemia. 


***


Olha eu aqui depois de muito tempo o/


Adorei ver o quanto o povo me cobrou essa fic porque adoro escrevê-la. Mais mistério, Gina aceitando ir para o clube italiano. Alguma coisa não cheira bem. Logo, logo tem outra postagem!


Beijo pra todo mundo!


 


Dos comentários anteriores:


Neuzimar de Faria: Oi, amiga! Curiosidade não foi saciada, eu sei. Só aumentou... kkk. O bom é que a fic não é grande,(pelo menos não tem a pretensão de ser) então acho que temos mais uns 9 capítulos e o mistério chega ao fim. BJS!


Lyanna Targaryen: Serial Killer foi demais! E esse capítulo contribui ainda mais para a fama que o Emmanuel tá ganhando. Sim, Harry tá querendo reter todo mundo na mão dele, mas está prestes a quebrar a cara feio. O pobre... BJS!


Cynthia Reis: tá com perfil novo? Só curiosidade pra saber se tem 2 Cynthias esperançosas quanto as atualizações aqui ou é só uma... rsrsrsr. De qualquer forma PRESENTE! BJS!


Guilherme L.: Hey, que legal te ter aqui também!!! Seu comentário tem sido uma injeção de animo a mais para mim, sabia? Tenho leitoras realmente fieis que comentam de forma maravilhosa, mas como disse os garotos são meio tímidos e eu sinto falta das impressões masculinas também. É prazeroso demais quando o leitor diz que tá frequentando mais o site por causa da sua fic. Poxa! Fiquei bem feliz! Obrigada de coração! BJS!


 

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Comentários: 7

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Enviado por Leo Potter em 17/11/2013

Sua fic é ótima. Mas e o Harry afinal? Abcs

Nota: 5

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Enviado por Cynthia Reis S. de Sousa em 17/11/2013

Infelizmente somos a mesma Cynthia, não consegui arrumar o perfil antigo, então fiz outro e tb não sei como deletar aquele, então...
Muito Obrigada por continuar, agora fique muito curiosa, esse italiano vai dar muito trabalho para os nossos heróis, mas confio em vc.

Pois é o papai noel, chegou mais cedo esse ano, kkk !!!!!
Mais um obrigada e bjos mil 
Estarei esperando pelo próximo...
 

Nota: 5

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Enviado por Andye em 15/11/2013
Agora eu tenho ainda mais certeza que o Emanuel é o cara do primeiro capítulo. Ele tem essa magia que ganhou com a morte dos pais e para se manter vivo deve usar da juventude de outros pra se manter jovem. Muito bom esse capítulo. O Emanuel me lembrou o Lestat de Entrevista com o Vampiro, que ele se Lealimentava do sangue das jovens. E lá vem eu cheia de minha ideias mirabolantes... Muito bom. Espero o próximo capítulo.
Nota: 5

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Enviado por Tati Hufflepuff em 12/11/2013

Ok... cheguei até aqui porque como sempre não consegui parar de ler sua história.
Depois de ler esse capítulo tenho coisas a dizer:
1) Prevejo Gina se ferrando (VERY HARD)
2) Continuo dizendo que a Gina tb ta cheio de mimimi pra cima desse cara, e isso não é nada legal com o Harry
3) Emmanuel agora tem um letreiro escrito VILÃO na testa, com letras garrafais e luz de neon
4) A moça desaparecida foi a primeira a desaparecer? Ou será que não? Fiquei curiosa com tudo isso
5) concordei em gênero, número e grau com o que o Sr. e a Sra Weasley falaram sobre Gina e Harry, Harry pode ser controlador, mas pelo que estamos vendo, tem motivos pra ficar inseguro e com ciúmes...
6) Gina aceitou o contrato apenas pra contrariar o pobre do marido, pelo menos é o que me pareceu
7) Esperando mais RoMione
8) Acabarei meu comentário gigantesco dizendo o óbvio: A história ta muito boa, muito intrigante e estou esperando pelo próximo capítulo!

:*** 

Nota: 5

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Enviado por Guilherme L. em 12/11/2013

Acontece que a FeB parou um pouco no tempo também, infelizmente. Frequento isso aqui faz uns 6,7 anos e no começo tinha várias atualizações de fic por dia, eu lembro que eu lia ao mesmo tempo umas 15 a 20 fics,agora por exemplo eu só leio 3..isso acaba refletindo nos comentários também, porquê nem todo mundo que lê comenta( infelizmente) e o número de visualização foi só diminuindo com o passar do tempo. Exclui a minha fic daqui por esse motivo, sei como é se sentir desanimado com falta de comentário, tou tentando criar ânimo pra voltar a escrevê-la novamente. Mas enfim, disponha! você sabe que os comentários positivos vem quando a fic é realmente boa..impressionante a diversidade de ideias que você tem. Quanto ao capítulo, apesar de achar o Harry meio controlador, nesse ponto a neura dele meio que é justificada, até porquê algumas pessoas tem um tipo de sexto sentido, ele já está pressentindo o perigo. Mesmo assim, ele deveria ter apoiado a decisão dela de qualquer forma. Logo com o temperamento que a Gina tem kk

Nota: 5

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Enviado por Lyanna Targaryen em 11/11/2013

Primeiro: Não tô gostando nenhum pouco dessa intimidade da Gina, com o tal Emmanuel. O que tá acontecendo aqui???!!! Fala sério, o Harry tem motivo pra se sentir ameaçado. Segundo: Que final foi esse?!!! Esse cara é o que?? Um vampiro, ou sequestra as almas das pessoas. Tadinha da garota, o que aconteceu com ela??!! Muito mistério, quero só ver qual é a desse cara. Não gosto nenhum pouco dele ¬¬
Esperando pelo próximo, quero esse mistério resolvido. Tomara que não demore. Bjs!! Bye =D
 

Nota: 1

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Enviado por Neuzimar de Faria em 11/11/2013

Mais um capítulo, que bom! Mas, que personagem sinistro! Ele se acha melhor (ou pior?) que o Voldemort; claro que deve estar muitíssimo mal intencionado a respeito da Gina, não é só interesse profissional e provavelmente também não é só interesse físico. Há alguma coisa mais ... O Harry que se cuide!

Nota: 5

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