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10. Casamento...


Fic: O Outro Herdeiro e a Profecia Proibida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Na manhã seguinte, Amber acordou em seu quarto e viu Emily e Catherine dormindo. A menina estava com muita dor de cabeça, portanto ficou uns instantes deitada, até que se lembrou de que comprou um celular para Catherine, e que ainda não havia lhe dado da maneira especial que tinha pensado, então seus instintos foram mais fortes.


Amber levantou-se com dificuldade, colocou o Iphone no travesseiro de Catherine e com o seu celular ligou para o Iphone que claramente tocou.


- Hm... Ã ... – Começo Catherine se despertando aos poucos - MEU MERLIN! UM SER FOI ENVIADO DO INFERNO!! SOCORRO!!!! AI MEU MERLIN, ME PROTEJA!! SEREI FIEL AO SENHOR, AI MEU MERLIN... – Disse Catherine histericamente, quando acordou de vez, pois não conhecia um celular e assim saiu da cama amedrontada.


- Hm... Que... Isso... Desliga isso! – Resmungava Emily.


- EMY, EMY, É O SER DO INFERNO, VAI NOS MATAR, VAMOS SAIR DAQUI, ACORDA A AMBER! - Disse Catherine em cima de Emily.


- Que? Ser do inferno? Isso é um celular! Chega, Amber, ela já acordou e eu estou com dor de cabeça! – Disse Emily indo em direção ao celular e desligando-o – Amber! Tá me ouvindo? Levanta! – Continuou Emily indo para a cama de Amber que estava rindo muito e silenciosamente, enquanto seus olhos estavam cheios de lagrimas.


- Ai, eu, HAHAHAHAHAHAHAHAHA, não consigo, HAHAHAHAAHAH, aí! Minha cabeça. – Disse Amber após sentir dor.


- Amber, deixarei está passar, pois não estou em condições. Minha cabeça está explodindo e o meu corpo está trepidando do susto! – Disse Catherine de nariz empinado.


- Foi mal Cah, mas eu não poderia deixar passar essa.


- Bem, vamos descer e pegar gelo, para melhorar a dor. – Sugeriu Emily.


- Mas... Assim... De pijama? – Perguntou Catherine.


- Ah, eu não consigo nem andar, quem dirá me vestir.


- Concordo com você, Emy. – Disse Amber e Catherine assentiu.


As três desceram as escadas indo para a cozinha.


- Aí... Minha cabeça vai explodir... – Disse Amber.


- Aí... O meu cérebro irá saltar para fora de seus limites... – Resmungou Catherine.


- Aí... Parece que estão martelando a minha cabeça. – Disse Emily.


- Bom dia, senhoritas! – Disse Sirius um pouco entusiasmado.


- Fale baixo, cachorro pulguento... Aí! – Disse Amber ríspida. – E por que todos estão olhando pra mim? Eu já lavei o rosto... Aí! – Continuou Amber.


- Nossa além de ter a ousadia de me beijar, me insulta na minha própria casa? – Disse Sirius perdendo o entusiasmo.


- T-te beijar? Tá bêbado? Velho pervertido!


- Iiii, ele contou... – Disse Rony baixinho.


- Aí! Vou me sentar, que o assunto está ficando interessante – Disse Catherine sentando ao lado de Harry, que, aliás, estava tendo um comportamento estranho depois do ocorrido, e assim afastou sua cadeira do lado de Catherine que percebeu o estado do menino, mas não disse nada.


- Ele contou o que? – Perguntou Amber com muita dor de cabeça.


- Er... É que... – Tentou dizer Harry.


- É que o que? Fala! – Disse Amber com autoridade.


- Você beijou Sirius ontem à noite... – Terminou Harry.


- Eu o que? Jamais! Não pode ser verdade... – Disse Amber sentando a mesa e com uma expressão perplexa.


- A madame tentou adestrar o cão! – Disse Catherine rindo junto com Emily. – Aliás, Harry, dói esta cicatriz? – Continuou Catherine colocando a mão no rosto de Harry, que se afastou na hora e todos perceberam.


- Não... – Disse Harry olhando para o chão.


   - O que houve? Estou com odor?


- Não, é que ele está com vergonha porque você o beijou ontem. – Disse Jorge Weasley.


-Eu o beijei? Não pode ser... – Disse Catherine caindo da cadeira, pois havia desmaiado.


- Catherine! Catherine! – Disse Harry levantando-a – Está bem?


- Sim… Não… Sim... Ah, irei para meus aposentos. Pode me soltar, Harry. – Disse Catherine se levantando do chão.


- Bem que eu desconfiava das exceções de Harry... – Disse Emily rindo junto com Amber que se esqueceu do choque e começou a rir também. – Aliás, obrigada Hermione por ter me levado para o quarto ontem.


- Não fui eu quem a levou, Emy... – Respondeu Hermione.


- Iai, Emy, dormiu bem? Você tá meio pesadinha... Tem que emagrecer uns quilinhos. – Disse Dymon entrando na cozinha, junto de Cedrico e Arthur.


- Ah, eu acho que ela está com ótimas medidas em tudo... – Disse Arthur a medindo com um olhar malicioso.


- Eu o que? Tenho que emagrecer? – Disse Emily procurando a varinha no pijama. – Droga, cadê a minha varinha?


- Arthur, respeite minha irmã, e sua varinha está em seu quarto. - Disse Dymon enquanto Arthur apenas sorria.


- Sendo Assim... – Disse Emily baixinho e amigavelmente.


A menina chegou perto de Dymon como se fosse dar um abraço.


- Ah, Bom... AÍ! MERDA! – Gritou Dymon antes que pudesse dizer bom dia, pois Emily deu um chute em seu nascimento, digamos assim.


  - Se quiser viver, não cruze o meu caminho novamente! – Disse Emily medonhamente indo em direção a Arthur. - Bom dia, Arthur. – Continuou Emily mudando a voz e falando docemente.


  - Bom dia adorável dama. –Disse Arthur beijando a mão de Emily que logo corou e foi em direção à saída da cozinha.


  - Saia da minha frente, Diggory. – Disse Emily voltando a sua voz medonha, e assim subiu as escadas.


  - Iai maninha, não vai abraçar seu irmão, não? Há quanto tempo não nos vemos... – Disse Arthur bagunçando o cabelo de Catherine antes que a mesma pudesse sair do local, pois ficou perplexa ao ver aqueles três garotos entre eles o Cedrico e seu irmão.


  - Mas é claro! Como não, Estou morrendo de saudades... – Respondeu Catherine ironicamente, indo à direção de Arthur e assim deu um chute no nascimento do mesmo. – Não ouse encostar um dedo em mim, pois você é fétido. – Disse Catherine de nariz empinado saindo da cozinha ignorando o fato de que Dymon estava no chão, e passou por cima dele.


  - Bom... Dia... Pra... Você... Também... – Disse Arthur com a voz rouca, pois naquele momento sentia muita dor.


  - Cathe...


  - Cale-se, Cedrico! Caso contrario terá um fim igual ao de Arthur, com licença. – Disse Catherine subindo as escadas.


Enquanto Amber olhava hipnotizada para Arthur e Dymon, resolveu tomar alguma atitude.


- Quer ajuda? – Perguntou Amber ajudando Arthur a se levantar. – Catherine mentiu quando disse que você era fétido... – Continuou Amber indo ajudar Dymon.


- E a quem devo a bela honra de ter me ajudado? – Perguntou Arthur.


- Me chamo Amber Pavlichenko.


- Prazer, Amber, sou Arthur Perucci. – Disse Arthur beijando a mão de Amber.


- E eu me chamo Dymon Mcnold’s, é uma honra conhecer uma garota tão bela. – Disse Dymon olhando no fundo dos olhos azuis de Amber.


- Foi um prazer conhecê-los, eu não sabia que Emily e Catherine tinham irmãos... Elas nunca mencionaram... Aproposito, desculpe-me por não ter me apresentado antes.


- Ei, a Amber está se desculpando por não ter falado o seu nome antes? – Cochichou Rony colocando-se na frente de Hermione.


- Saia da minha frente Rony, está atrapalhando a minha visão. – Respondeu Hermione empurrando a cabeça de Rony da sua frente, pois estava fitando os garotos.


- Até você Hermione?


- Até eu o que?


- Esta caída por esses babacas...


- Q-quem? E- eu? N-não... – Gaguejou Hermione corada


- Tá sim.


- Não estou! E com licença – Disse Hermione corada levantando da mesa.


- Ah Hermione! Eu te esperei ontem à noite, por que não veio? – Perguntou Arthur.


-Po-po-por que? Você ainda pergunta? Respeite-me garoto. – Disse Hermione mais corada ainda saindo da cozinha.


- Ei! Hermione, espera! – Disse Rony indo atrás de Hermione.


- Amber! Venha, não se misture com eles. – Disse Catherine que havia descido, e por fim pegou no braço de Amber.


- Não, Cah, espera.


- Não, Am, eles não são do seu nível. – Disse Catherine encarando medonhamente Arthur, e assim saíram da cozinha.


- Por que fingiram que não conhecem Amber, se a conheceram ontem? – Perguntou Harry.


- Harry, Harry, Harry... – Disse Arthur.


- Você é muito jovem ainda para saber cortejar garotas. – Afirmou Dymon.


- E ontem ela nos disse que era Emily... Aliás, que história é essa de você ter beijado minha irmã? – Perguntou Arthur indo à direção de Harry.


- Co-Como soube disso?


- Escutamos antes de entrar... – Respondeu Dymon.


- É mesmo, que historia é essa? – Perguntou Cedrico se intrometendo.
- Er... Am... Bem... Mione está me chamando. – Disse Harry saindo correndo da cozinha.


 


No quarto...


 


- Por que vocês não me disseram que tinham irmãos? – Interrogou Amber.


- Não a quero ao lado de Arthur, ele não passa de um mulherengo, sem escrúpulos. – Respondeu Catherine.


- Exatamente, isso vale para Dymon. – Disse Emily.


- Mas e se eu quiser? – Disse Amber.


- Lembre-se que você tem namorado, Am.


- Hãm? Tenho? Que namorado? – Perguntou Amber confusa.


- Como assim que namorado? – Disse Catherine.


- Ah, Draco... – Disse Amber perdendo o entusiasmo ao lembrar.


- Exatamente, ele sim é de seu nível. – Disse Catherine.


- Eu discordo, ele é burro! – Disse Emily.


- Mas, Emy, é melhor que nada! – Insistiu Catherine.


- Pensando bem, tem razão... Mas tem o Sirius! Sabe, ele é bem legal, inteligente e sangue-puro – Disse Emily entediada.


- É mesmo, e é de uma família de nome!


- Heyyy!!! Eu ainda posso ouvir, sabia? E parem já com isso! – Protestou Amber corada - Não decidam o meu futuro por mim. – Continuou ela.


Logo em seguida, elas escutaram alguém bater na porta.


- Licença, garotas, quero falar com vocês. – Disse Molly.


- Ah... Sim, fique a vontade. – Respondeu Amber.


- Obrigada, estou feliz por terem melhorado, mas estou muito decepcionada com o comportamento das três ontem... Saíram sem permissão, sozinhas e foram para o mundo trouxa... Eu não queria fazer isso, mas, como estão em minha responsabilidade, colocarei Cedrico, Sirius, Arthur e Dymon para vigia-las. Era só isso, com licença. – Disse Molly com autoridade saindo do quarto das meninas.


- Você ouviu isso? – Disse Emily.


- Sim, Arthur e Dymon vão cuidar da gente. – Disse Amber com um sorriso sonhador.


- Não, Am, não se esqueça do Sirius e Cedrico.


- Sirius e Diggory... – Disse Amber com uma voz medonha.


- Eu não acredito, não somos bebê para tratarem a gente assim. - Disse Emily.


- Concordo, aquele cachorro pulguento nos vigiando é o cúmulo! Bem, vou descer, preciso tomar um ar! – Disse Amber de birra.


- Eu vou com você, preciso tomar alguma coisa, ver a cara de Dymon me deu náuseas. – Disse Emily. – Você vem?


- Não, estou exausta – Disse Catherine.


- Está bem. Vamos Amber. – Disse Emily puxando o braço de Amber. E assim as duas desceram.


- Maninha, preciso falar com você. – Disse Arthur entrando no quarto.


- Não tenho nada para falar com você. – Respondeu Catherine rispidamente.


- É sobre seu casamento...


- Então eu quero saber menos ainda, e não cruze meu caminho – Disse Catherine saindo do quarto, indo para a sala de estar. - Que garoto petulante, já lhe disse que casarei com quem quiser, não com quem eles arranjar-me. - Continuou Catherine deitando no sofá, e pegando um livro que estava em cima da mesa.
A menina começou a ler, e logo depois pegou no sono e sonhou com Meg.


“Outubro, Sexta feira 13, era aniversário da Meg, todos estavam felizes. Arthur estava vindo de sua escola na Finlândia, e Catherine estava brincando com Meg:


- Meg, espere aí, vou buscar seu presente.


- Cath, não demora, tá bom? – Disse Meg que estava muito feliz comemorando o seu 6º aniversário, com um sorriso meigo no rosto.


- Não demorarei Meg, comporte-se. – Disse Catherine abraçando a irmã.


- Sim!- Disse Meg meigamente.


E assim foi Catherine buscar o presente de Meg em seu quarto, quando ouviu um grito. Então, a menina saiu correndo em direção aos gritos e foi ver o que havia ocorrido, e ao chegar, deparou-se com a pior cena da sua vida.


Meg estava toda ensanguentada, e embaixo dela havia uma enorme poça de sangue no chão.


- M-Meg...


- Ca... The... Ri... Ne...


- Não, Meg, não fale... – Disse Catherine segurando a mão de Meg.


- Eu... Estou muito feliz... Eu amo todos... – Dizia Meg com muita dificuldade e com sua voz rouca, e então seus olhos perderam o brilho, e logo depois, Meg soltou a mão de Catherine.


- Meg aguente firme, MEG! MEG! MEGAN! NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOO! – Disse Catherine chorando e olhando em volta do quarto.


A menina passou seus olhos em cada detalhe do aposento, quando de repente deparou-se com um garoto com o sangue de Meg em seu rosto, com capuz preto que sorriu para a mesma e saiu do local.”


- NÃOOOOOOO... MEG!!!... NÃOOO... MEG... Meg... – Dizia Catherine adormecida.


- Catherine! Catherine! Ei... – Dizia Cedrico acordando a mesma.


- Não... Meg... Não... C-Cedrico... – Disse Catherine ao acordar chorando, e então sem pensar a garota abraçou-o.


- Calma... Foi só um sonho. – Disse Cedrico abraçando-a.


- Meg fará aniversário daqui a dois meses, quero ir para casa.


- Não chore...


- Eles não irão nos deixar sair daqui, Cedrico...


- Eu sei, por isso irei com você...


- Você vai comigo? Mesmo sabendo das consequências?


- Sim... Até mesmo porque, você será a minha futura esposa...


- Cedrico... Meus pais já sabem com quem irei me casar, Arthur veio falar disto hoje pela tarde comigo...


- É, eu sei... Por isso estou dizendo que você será minha futura esposa...


- Co-como assim?


- Você se casará comigo por mim e pelos seus pais.


- Ce...Dri...Co... – Disse Catherine corada.


- Xii, não fale mais nada... – Disse Cedrico chegando bem perto dos lábios de Catherine que correspondeu ao olhar na face de Cedrico, mas logo entrou em si e recuou.


- Ce-Cedrico!


- Aí! – Gritou Cedrico após levar um tapa no rosto de Catherine.


- Nã-Não se aproveite da-da si-situação, Boa noite! – Disse Catherine corada e gaguejando, e assim ela subiu para o quarto sorrindo escondido com a mão nos lábios.  


- Nossa... Ela é fortinha... – Dizia Cedrico sorrindo e passando a mão onde levou o tapa.


 


No quarto...


- Catherine! Até que enfim acordou. Aliás, por que está corada? – Perguntou Amber.


- Q-quem, está Co-corada? – Respondeu Catherine.


- Você... E por que está gaguejando também? – Disse Emily entediada.


- E-eu Nã-não estou Gague-guejando!


- Você se sente bem? – Perguntou Amber.


-S-sim!


- Iii Será que... – Tentou Emily, mas logo foi interrompida por Catherine.


- Nã-não, isso não tem haver com o Ce-CEDRICO! Ele estava lá embaixo, mas não tem nada a ver com ele! – Insistia Catherine.


- Bem, eu ia dizer, será que você pegou uma virose do mundo trouxa, mas se você diz que foi o Cedrico... – Disse Emily rindo maliciosamente.


- E-eu não disse que foi ele, eu disse que ele estava lá, digo que ele... Eu disse isso pra você não ficar inventando besteiras.


- Ué, mas eu não disse nada!


- Você ia dizer que ele quase me be-beijou.


- Ele te beijou? – Perguntou Amber levantando a sobrancelha.


- Nã-NÃO! – Disse Catherine completamente vermelha dessa vez.


- Não é o que parece... – Emily.


- Pa-parem de jogarem verde! Vou dormir.


- De novo? Mas você está desde tarde dormindo – Disse Amber que estava séria o tempo todo.


- E-então vou beber água! – Disse Catherine indo pra porta, mas deu meia volta. - Melhor não... Vou dormir! – E assim ela foi pra cama.


- Ah! Fica acordada.


- Deixe, Amber, ela quer sonhar com o Cedrico... – Zombou Emily.


- Não... Catherine... Você sabe o que Cedrico fez a Starla... – Disse Amber séria – Como pode cogitar a ideia de ficar com ele? Perdeu o juízo?


- Vamos mudar de assunto – Disse Catherine.


- Como quiser... – Disse Amber emburrada virando o rosto.

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