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1. Afinidades Definidas


Fic: UMA HISTÓRIA PARA TODO O SEMPRE :: hiatus ::


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Gente, essa fic não é Lilian/Snape nem aqui muito menos em Hogwarts, é só que no começo eles são amigos, mas com o tempo essa amizade evapora com uma ajudazinha basica dos nossos queridos marotos!!


Capitulo 1
Afinidades Definidas


- O trânsito está terrível! Desse jeito vamos acabar nos atrasando! – exclamou o senhor que estava dirigindo, tinha seus quarenta e poucos anos, cabelos loiros e olhos verdes, seu nome: Joseph Evans.
- Papai, - começou apreensiva uma menininha de cabelos ruivos flamejantes e olhos verdes esmeralda – a gente não vai se atrasar não né?
- É claro que não Lily. – disse o homem carinhosamente para a filha.
- Que bom, porque como eu iria ir para a escola se eu perdesse o trem?! – falou a garota, fazendo o pai rir.
- Se bem que eu preferia que você ficasse, vou sentir muitíssimas saudades de você, meu amor! – falou Lucy Evans, a mãe de Lily, uma mulher muito bela de cabelos ruivos e olhos castanhos, de quase quarenta anos, com lagrimas nos olhos.
- Mas, mamãe, não chore não se esqueça que eu vou voltar nas férias e você ainda tem a Petúnia! – disse a menina consolando a mãe – Não é mesmo Túnia? – completou virando para ver a irmã do outro lado do banco.
- É claro que a minha mãe tem a mim! Eu nunca a deixaria para ir pra uma escola de aberrações! – sibilou Petúnia fuzilando a irmã com o olhar. Petúnia era três anos mais velha que Lily, loira, tinha olhos castanhos, era alta e magricela e estava longe de ser bonita como a irmã.
- Petúnia, nós já não lhe dissemos para parar de chamar sua irmã de aberração! –repreendeu o pai sério.
Petúnia só fechou a cara e virou para o lado da janela. O trânsito se dissipou um pouco e eles conseguiram chegar quinze minutos adiantados na estação King Kross, após entrarem, ficaram em dúvida quanto a segurança de atravessar a barreira para a plataforma 9 ¾ , mas após assistirem a uma família de três pessoas o fazendo, perderam um pouco o receio e atravessaram-na, de olhos fechados e correndo, mas atravessaram. No momento em que saíram da barreira, a primeira visão que tiveram foi do expresso de Hogwarts, aquele magnífico trem vermelho, isso sem contar o resto da plataforma que estava cheia de coisas mágicas, nem Petúnia conseguiu disfarçar a sua curiosidade.
- Lily? – chamou uma voz masculina a suas costas, Lílian se virou e deparou-se com um garoto da sua altura, com cabelos pretos lisos e oleosos, e olhos da mesma cor e um nariz adunco de gancho.
- Severo! – exclamou a garota feliz e correu para abraçá-lo – Que bom te encontrar aqui, pensei que teria que viajar sozinha!
Quando se soltaram Snape parecia estranhamente vermelho, mas conseguiu disfarçar bem.
- Vamos procurar uma cabine para guardar nossas coisas?
- Claro! Espera aí, que eu vou avisar os meus pais. – nisso ela saiu andando rápido até os pais e voltou menos de um minuto depois carregando o malão e acompanhada de (Argh!!!) Petúnia.
- Olá Snape. – Petúnia falou ríspida.
Ele meramente fez um aceno com a cabeça e se virou para Lílian.
- Vamos?
- Ah, claro, a Petúnia vai vir com a gente. – disse Lily arrastando o malão em direção ao trem, para encontrarem uma cabine vazia demorou um pouco, acharam uma mais ou menos no meio do trem. Voltaram para se despedir de seus pais, Snape foi em direção a mulher alta, magra e pálida de olhos e cabelos pretos como os do filho, enquanto Lilian e Petúnia se encaminhavam em direção aos pais que ainda estavam embasbacados com a plataforma. Lilian sabia que a irmã estava brava com ela por ter sido chamada pra estudar em Hogwarts e ela não, mesmo a culpa não sendo dela.
- Eu sinto muito, Túnia, sinto muito! Ouça – disse pegando a mão de Petúnia com força – Talvez quando eu já estiver lá, eu consiga convencer o profº Dumbledore mudar de idéia.
- Eu – não – quero – ir! – disse Petúnia, puxando sua mão com força do aperto da irmã – Você acha que eu quero ir pra um castelo idiota e aprender a ser uma – uma... – girou para ver a plataforma cheia de corujas e gatos, sapos e ratos, e um monte de gente com roupas estranhas correndo pra encontrar os amigos e contar sobre as férias -... Você acha que eu quero ser uma aberração?
Os olhos de Lilian se encheram de lagrimas conforme Petúnia conseguia finalmente desprender sua mão.
- Eu não sou uma aberração – disse Lilian – isso é algo horrível de se dizer.
- É pra onde você esta indo – disse Petúnia com acidez – uma escola de especial pra aberrações. Você e o Snape... bizarros, é isso que vocês são. É bom que vocês sejam separados das pessoas normais. É para nossa segurança.
Lilian olhou para os pais, que continuavam a olhar pela plataforma Comar de satisfação do fundo do coração, como se bebendo a cena. Então ela olhou de volta para a irmã, e sua voz baixa e firme.
- Você não achava que era uma escola de aberrações quando escreveu para o diretor e implorou pra ele aceita-lá.
Petúnia ficou rubra. – Implorar? Eu não imploro.
-Eu vi a resposta dele, foi bem gentil.
- Você não devia ter lido - sussurrou Petúnia – aquilo era privado... como pode...
Lilian se entregou quando olhou de esguelha para o lugar onde Snape estava esperando, próximo as duas. Petúnia se engasgou.
- Aquele menino encontrou, você e aquele menino estavam espiando o meu quarto!
- Espionando não – falou Lilian agora na defensiva – Severo viu o envelope, e ele não podia acreditar que uma trouxa pudesse ter constatado Hogwarts, e é só isso! Ele diz que devem ter bruxos disfarçados nos correios que tomam conta de...
- Aparentemente os bruxos metem seus narizes em todo lugar! – disse Petúnia, agora tão pálida quanto esteve ruborizada. – Aberração! – ela disparou para a irmã e correu pra onde os pais estavam.
O trem agora começava a apitar, os pais de Lilian vinham correndo ao seu encontro.
- Adeus querida, nos escreva, por favor, querida! – falou Lucy abraçando a filha com força.
- Pode deixar mãe.
- Tchau minha ruivinha linda! – disse o pai beijando e abraçando-a. – Nós te amamos muito, não se esqueça de escrever pra gente ta bom?
- Eu também amo vocês e pode deixar que eu escrevo todo dia se for preciso! – disse quase gritando correndo para a porta da cabine onde Severo já a esperava.
- Pois é, agora já podemos nos considerar alunos de Hogwarts oficialmente! – disse Severo enquanto entravam na cabine e perderam seus pais de vista. – Fica aqui que eu vou me trocar, não quero mais ficar com essas roupas de trouxas.
Ela apenas acenou com a cabeça, estava muito triste pelo que a irmã havia ouvido da irmã antes de sair da estação. E em parte achava que a irmã estava certa não deveria ter deixado Severo se meter no quarto dela, se sentou no banco perto da janela, ficou observando os campo e começou a chorar silenciosamente, até que dois garotos abriram a porta da cabine e um deles perguntou:
- Podemos nos sentar aqui? Não encontramos mais nenhuma cabine vazia.
- Claro. – disse com a voz fraca e bem baixinho, reconheceu o garoto que perguntou que perguntou como o que ela havia atravessar a barreira da plataforma 9 ¾ na estação. Ele era um pouco, mas alto que ela, tinha cabelos castanhos e olhos castanho-esverdeados.
- Sou Tiago Potter e esse é Sirius Black. – disse o garoto e logo depois virando para mostrar o garoto que estava atrás dele, o outro garoto era da altura de Tiago, só que com cabelos pretos e olhos acinzentados.
- Lilian Evans. – respondeu no mesmo tom de antes. Ela não sabia se eles haviam percebido que ela não estava bem, mas foi o que deu a entender já que eles se instalaram na cabine e começaram a conversar a deixando de fora, não que ela se incomodasse, ela até preferia ficar em silencio. Ela voltou a observar a paisagem e menos de dez minutos depois Severo voltou com o uniforme da escola, ele entrou na cabine se sentando em sua frente de modo que percebeu que ela esteve chorando pelos olhos vermelhos. Ela lançou-lhe um olhar rápido e voltou-se novamente para a janela. Quando percebeu que ele ia falar alguma coisa apressou-se a dizer, numa voz apertada:
- Eu não quero falar com você.
- Por que não? – perguntou um pouco surpreso.
- Petúnia me odeia. Por que nós vimos à carta do Dumbledore.
- E daí?
Ela olhou-o com imenso desgosto. – Ela é minha irmã!
-Ela é só uma... – ele parou rapidamente, Lily ocupada de mais em limpar suas lágrimas sem que ninguém visse não ouviu.
- Mas nós estamos indo! – disse ele incapaz de esconder sua excitação. – É isso! Nós estamos indo pra Hogwarts!
Ela assentiu, esfregando os olhos, mesmo estando um pouco triste não pode deixar de dar um meio sorriso.
-É melhor que você vá pra sonserina! – falou Snape, encorajado por ela ter se animado um pouco.
- Sonserina? – perguntou Tiago, que desde que entrara na cabine não falara mais com Lilian, muito menos com Snape. – Quem quer cair na sonserina? Eu acho que desistiria, você não? – perguntou agora pra Sirius.
Mas Sirius não sorriu. –Toda minha família caiu na sonserina. – disse triste.
-Oh, - falou Tiago – e eu que pensei que você era um cara legal!
Sirius riu. – Talvez eu rompa com a tradição. Para onde você vai se puder escolher?
Tiago ergueu uma espada imaginária. – Grifinória, onde se alojam os bravos de coração, como meu pai!
Snape emitiu um som destoando. Tiago virou-se pra ele.
- Você tem algum problema com isso?
- Não, - disse Snape, embora seu pequeno som de desprezo o contradissesse. – Se você prefere ser musculoso a ser esperto...
- Pra onde você espera ir, uma vez que não é nenhum dos dois? – intrometeu-se Sirius.
Tiago gargalhou, Lily levantou-se bem incomodada e olhou para Tiago e Sirius com desgosto.
- Venha Severo, vamos achar outra cabine!
- Venha Severo, vamos achar outra cabine! – imitaram Tiago e Sirius fazendo a garota sair bufando de raiva e colocando o pé para Snape tropeçar quando ele estava passando.
- Vejo você por ai Ranhoso! – Tiago falou antes de fechar a porta da cabine.
Lilian e Severo andavam devagar pelo corredor á busca de uma cabine vazia, mas esta parecia não existir, quando estavam quase no final do trem encontraram uma cabine com apenas três pessoas. Snape tentou impedir Lilian de entrar, mas esta foi mais rápida e na hora que ele ia puxá-la, ela abriu a porta da cabine.
- Desculpe, mas podemos nos sentar aqui? – perguntou Lilian gentilmente.
Snape emparedou com ela na porta da cabine.
- Ora, se não é o Snape, e com amiga. – falou uma garota que aparentava ter entre 15 e 16 anos, ela era alta, pálida e tinha cabelos loiros muito claros e olhos azuis, estava sentada perto da janela. – Narcisa Black, qual é o seu nome garota?
- Lilian Evans. – respondeu já um pouco incomodada por ter entrado naquela cabine. – Vocês já conhecem Severo?
- Digamos que nossa mãe conhece a mãe dele. – falou sarcástica, a outra garota, não era tão pálida quanto a outra, mas mesmo assim era bem branca, tinha cabelos castanhos encaracolados e olhos azuis, estava sentada em frente a Narcisa.
- Vocês são irmãs?
- Somos sim – disse Narcisa, com desgosto – ela é Andrômeda Black, minha irmã e ele é Amycus Carrow, um amigo da família e tem a irmã dele que foi se trocar Alecto Carrow. Mas e você, conhece Snape de onde? – perguntou desconfiada.
- Ele... - começou Lily, mas foi interrompida por Snape.
- Ela é filha de uma amiga da minha mãe. – disse com firmeza.
- Ah, e será que nos conhecemos sua mãe, ah, Lilian? – perguntou Narcisa curiosa. – Evans, Evans? Não me lembro de ninguém com esse nome.
- Eu acho que você não conhece mesmo porque eu sou nascida-trouxa e minha família não conhece nenhuma família bruxa.
- Lilian, vamos procurar outra cabine. – disse Snape baixinho de modo que só ela o ouvisse.
- Quer dizer que você é uma sangue-ruim?! – esganiçou-se Amycus, que até agora havia ficado em silencio.
- Não precisa falar assim com a garota! – falou Andrômeda irritada.
- Sangue-ruim? – perguntou Lilian confusa, embora alguma coisa no tom de voz de Amycus a fizesse crer que isso era um insulto. – Severo, o que é isso? – indagou virando para Snape, mas ele estava parado sem expressão.
- Você não é bem-vinda aqui, sangue-ruim! – Narcisa falou apontando a varinha para Lilian.
Lilian não sabia o que fazer, apesar de ter estudado toda a teoria dos feitiços em casa ela não havia aprendido na prática, não tinha como se defender, ela se virou para Snape que continuava parado na porta.
Bom, já que não sou bem-vinda, vou embora antes que me arrependa mais ainda” – pensou Lilian.
Ela se virou e saiu da cabine andando rápido, conforme ia passando pelas cabines, ela olhava pra ver se encontrava por um milagre uma vazia, passou pela cabine que se sentou a pouco agora tinha mais dois garotos na cabine, ela foi indo pra frente, até que uma porta se abriu e dela saiu uma garota, da altura de Lilian, só que com olhos azuis profundos e cabelos pretos repicados até um pouco abaixo do pescoço, essa completamente distraída trombou com ela e as duas caíram dentro da cabine.
- Ai, me desculpa. – Lilian falou levantando e ajudando a garota a levantar. – Tudo bem com você?
- Tudo, a culpa foi minha, fui eu quem sai da cabine olhando pra dentro e nem vi você.
- É, mas se eu estivesse olhando pra frente teria te visto e a gente não teria trombado. – completou Lily.
Uma gargalhada vinda de dentro da cabine chamou a atenção das duas. Ao perceber que elas estavam olhando pra ela, a garota se explicou.
- Ai, gente, foi mal, mas é que, é super engraçado ver vocês duas brigando pra ver de quem é a culpa do trombamento.
- Não vejo graça nisso. – Lilian falou tentando ficar séria, mas não obteve sucesso e sorriu também. Ela observou as garotas, elas não pareciam ser “pré-conceituosas”. – Sou Lilian Evans, mas pode me chamar de Lily, e vocês?
- Eu sou Mary McDonald. – apresentou-se a garota que havia trombado com Lilian.
- Anne Watson. – disse a outra garota, ela tinha cabelos lisos loiros e olhos castanhos, era simplesmente linda.
- Agora que já nos apresentamos, será que o carrinho de comida vai demorar muito? Eu to morrendo de fome! – falou Mary apertando a barriga.
- Que horas são? –perguntou Lily, agora que estava se dando conta de também estava com fome, havia perdido completamente a noção da hora.
- São 13:35, - disse Anne consultando o relógio – pelo que o meu pai me falou o carrinho de comida só passa lá pelas duas e meia, três horas.
- Será que eu sobrevivo até lá? – perguntou Mary teatralmente.


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N/A:Essa é minha primeirissima fic, espero que gostem, e qualquer critica, sugestão ou qualquer outra coisa que seja por favor avisem!! Eu acho que faltou alguma coisa nesse capitulo mas depois melhora.


BJO!!

MANDY BLACK! (14/10/2007)

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