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3. Um passo de cada vez


Fic: Minha vida com Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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McGonagall/Harry Pov.


Lembrança:


-Senhor Potter!


Cumprimentou a diretora antes de apontar uma cadeira a frente da sua mesa para sentar.


-Diretora McGonagall!


Respondeu ele formalmente, seus olhos nunca levantando da mesa coberta por pergaminhos. O silêncio no interior do antigo escritório de Dumbledore era um pouco intimidador. Os quadros dos diretores falecidos, não se pronunciavam, lembrando muito mais uma pintura trouxa.


Ela pareceu perceber a inquietação de Harry, pois com um aceno rápido de sua varinha, cada um dos quadros fora encoberto por uma cotina escura. Ele evitou comentar qualquer coisa, aquele momento, simplesmente precisava falar com a diretora McGonagall e não esperava falar com o retrato de Dumbledore tão cedo.


-Fico feliz que finalmente esteja acordado! E devo parabenizá-lo pelo desempenho extraordinário na ultima batalha! Você deixou a todos nós orgulhosos Potter!


Comentou com um tom de elogio o levando a sentir seu estômago apertar. Lembrar do confronto com Voldemort não era a melhor forma de começar um dia.


-Contudo, aconselho avisar da próxima vez, antes de sumir dentro do castelo como se tratasse de um fantasma andarilho! Deixou muitos de nós aflitos a sua procura! Pomfrey estava a ponto de chamar os aurores!


Repreendeu severamente a bruxa irlandesa, ajeitando os óculos sobre o nariz estreito. Harry balançou a cabeça em concordância e a deixou continuar.


-Mas, não foi para repreendê-lo que o chamei aqui! Antes de tudo, preciso saber como pretende seguir com a sua vida agora que está livre da ameaça de você-sabe-quem!


Diz a diretora sem preâmbulos deixando Harry perplexo. O grifinório engasgou olhando para ela com assombro. Em resposta Minerva levantou curiosamente a sobrancelha.


-O que eu vou... Fazer com a... Minha vida...


Murmurava como se esta fosse a primeira vez que parasse para pensar sobre um futuro, o seu futuro.


-Creio que já tenha pensado em algo antes de sair pelo mundo em meio à guerra não é verdade? Lembro de ouvi-lo falar sobre a carreira de auror junto ao senhor Weasley se não me engano!


Comenta a bruxa cruzando os braços sobre a mesa e estreitando os olhos em direção à Harry que sentindo um nó se formar na sua garganta apenas acena positivamente com o rosto pálido.


-Harry... eu sei que não sou como Alvo Dumbledore ou seu ex-professor Remus Lupin, mas, em todos esses anos que estive aqui, pude conhecê-lo quase tão bem quanto eles! E me preocupo com suas escolhas, me preocupo com o seu futuro!


Explica McGonagall contundente e Harry prendeu a respiração com os nomes de duas das pessoas mais importantes da vida dele que perderam a vida na guerra.


-Eu ainda não pensei sobre isso!


Diz Harry encarando as próprias mãos com nervosismo.


-Não chegou a pensar em uma carreira quando essa guerra acabasse? Granger me falou sobre você retornar ao Largo Grimauldi, reformar sua nova casa e começar seu treinamento no ministério da Magia!


Questiona ela ceticamente.


-Não pensei que escaparia vivo depois da profecia! E isso foi antes de Voldemort assumir o controle sobre o ministério!


Responde friamente o moreno, levantando o rosto para encontrar o olhar de choque de McGonagall.


-Não fazia sentido pensar em me tornar auror para obedecer a ordens de comensais da morte! A única certeza que eu tinha até poucos dias atrás, é que teria que morrer pelas mãos de Riddle!


A diretora franziu a testa em reprovação ao imaginar o terror de um garoto de dezessete anos ao seguir para o encontro com a própria morte.


- Desistiu do seu sonho de se tornar auror?


Pergunta ela sem rodeios.


-Eu não desisti de nada! Só que... Não quero mais!


Garante o grifinório passando uma das mãos sobre os cabelos bagunçados num claro sinal de agitação.


-E seus estudos?


Insistia ela seriamente.


-Eu já perdi o ano! Infelizmente Hermione e Rony também!


Responde ele empurrando os óculos redondos para o topo do seu nariz.


-Estou em total acordo! Os três perderam um ano completo de sua educação mágica, seguir qualquer carreira sem o diploma de Hogwarts pode ser uma tarefa árdua mesmo para "o trio de ouro"!


Contesta McGonagall  com um brilho astuto nos olhos.


-Entendo!


Responde ele gravemente. Realmente, Harry mal tivera tempo para pensar em estudos. Sua vida nos últimos meses se resumia a fugas desesperadas, confrontos e duelos intermináveis contra o mundo.


Ele não tinha percebido, o quanto essa "fuga" poderia afetar o futuro de Rony e Hermione. A sua única preocupação se resumia em eliminar Voldemort, ele era a ameaça. Rony já deixara claro que seus planos não envolviam retornar a estudar ou tentar os NIEM's. Já se preparava para ajudar George com a loja agora que Fred estava tão mal.


E Hermione? O que ela pretendia ser? Harry se sentiu mal por saber tão pouco sobre alguém tão importante para ele. E de qualquer outra forma, por mais culpado que pudesse se sentir, lembrou-se das palavras de Hermione: "Eu sou sua melhor amiga e uma nascida trouxa, se estivesse em Hogwarts, provavelmente não estaria viva!"


Esse pensamento era o bastante para que não se deixasse abater por ter levado consigo, a bruxa mais brilhante do século. Mas, agora com as palavras de McGonagall, Harry sentiu um peso sobre o peito. Ela seria muito prejudicada por isso? Não seria justo! Ela possuía notas perfeitas, um comportamento inquestionável e uma inteligência sem precedentes! O futuro dela seria arruinado?


-E já que está consciente disto Potter, finalmente poderemos entrar no assunto da nossa reunião! O chamei aqui por dois motivos especiais! O primeiro seria uma proposta minha para você, Granger e Weasley no próximo ano! E o segundo, é atender a um pedido especial de Remus Lupin!


Anuncia cuidadosamente, finalmente ganhando toda a minha atenção. Que proposta seria esta que envolveria o Rony e a Mione? E que pedido de Remus ela iria atender???


-Estamos reconstruindo nossa escola! Tenho fé que no próximo ano estaremos em pleno funcionamento novamente! E como você, Weasley e Granger, não foram os únicos a perderem o ano por causa da guerra, imaginei que não estaria em desacordo a elaboração de uma nova grade curricular para um oitavo ano em Hogwarts!


Explica a diretora diante de um Harry atônito.


-Tenho alguns bons contatos com Bebatonx e Salém para o intercâmbio de professores adequados e o ministro Kingsley me garantiu algumas "possibilidades" que ajudariam vocês a prepararem-se para uma carreira promissora no mundo mágico! Teriam liberdades de monitores-chefe, dormitórios separados, horários diferenciados, além de disponibilizar uma vaga de capitão no time de quadribol! O que me diz?


Pergunta ela com empolgação e Harry tinha os olhos amplos sem acreditar no que ouvia.


-E-eu não sei!


Responde ele assombrado. Retomar seus estudos? Voltar a dividir o dormitório com Dean e Seamus e Neville, mas sem Rony. Uma maratona de aulas e provas, quadribol, fins de semana em Hogsmead... Seria tudo como era antes? Ele duvidava disso.


-É uma oportunidade única! Vocês terão a chance de recuperar o que perderam, terão um diploma exclusivo e seguirão a carreira que desejarem sem grandes dificuldades! Pense bem! Estaria de volta ao lugar que sempre foi seu lar!


Insistia McGonagall.


-Hogwarts não é mais o meu lugar!


Murmura Harry com pesar, para o espanto da bruxa. Ela o encarava perplexa e ele devolveu o olhar.


-Eu sinto muito diretora, mas não posso voltar! Não depois de tudo que passei aqui na batalha final!


Responde ele com firmeza em sua voz.


-Não estaria se precipitando? Se quer teve tempo para pensar na possibilidade...


Começa ela para ser interrompida por Harry.


-Eu agradeço de verdade diretora, mas não voltarei e essa é minha decisão final! Eu tenho muito a colocar em ordem e não acredito que possa recomeçar dentro dessas paredes. Eu me sentiria sufocado com todos s tipos de lembranças que o castelo poderia me trazer!


Confessa o grifinório desviando o olhar sobre as pinturas encobertas com as cortinas na sala. McGonagall permanece breves minutos em silêncio, digerindo a resposta definitiva do jovem herói. Ela ficara realmente decepcionada com sua decisão, mas respeitaria isso.


O filho de Lily e James lutou contra tudo e todos desde seus tenros anos de idade. Sofreu todo tido de tortura, desprezo, acusações e atentados constantes sobre sua vida. Não desfrutara de paz em nenhum dos seus anos na escola e em sua última provação, perdeu pessoas valiosas demais para se recuperar tão cedo.


-Eu vou respeitar sua decisão senhor Potter... mas, espero que saiba, que as portas de Hogwarts estarão sempre abertas caso deseje voltar!


Diz ela pesarosamente, no entanto, Harry sentia-se agradecido por suas palavras.


-E o que pretende fazer a partir de agora?


Questiona calmamente a diretora.


-Eu... eu vou continuar aqui até... até os funerais terminarem! É meu dever prestar uma última homenagens aos meus amigos... e também quero ajudar a reconstruir o castelo!


Explica ele sentindo um sabor amargo na garganta ao recordar o numero de alunos mortos no castelo.


-Depois disso, vou para o Largo Grimmauld.


Completa ele sem qualquer emoção.


-Sozinho?


Pergunta ela com uma sobrancelha levantada em questionamento.


-Remus e Tonks estariam lá se não... se não tivessem mortos e...


Ele pára, para respirar profundamente antes de prosseguir.


-E Hermione iria me ajudar a transformar aquele lugar em algo menos... sombrio...


McGonagall balança positivamente a cabeça.


-É notável como mesmo estando confusos, nenhum dos dois consiga falar de um futuro em que o outro não esteja tão fortemente ligado a ele!


Comenta ela para espanto de Harry.


-Ela é minha melhor amiga desde os onze anos de idade, passamos por muitas coisas juntos e não quero um futuro em que ela não esteja nele!


Defende-se Harry estreitando os olhos para sua a ex-professora de transfiguração.


-E o que ela achou da profecia? Ela concordou em vê-lo desistir de uma carreira tão promissora?


Provoca MGonagall em uma nova tática de fazê-lo ao menos pensar em ficar, mesmo que fosse por Hermione.


-É obvio que não! Nós discutimos feio por causa disso... foi... foi a primeira vez que gritamos um com o outro daquela forma! Ela exigiu que eu retornasse daquele confronto com vida... e foi a única a me oferecer um motivo forte o bastante para querer sobreviver! Eu não suportaria fiar longe dela por muito tempo de qualquer forma!


Argumenta ele lembrando-se da forma como a mandou ficar longe dele, como gritou com ela e agarrou seus ombros em forma ameaçadora para obrigá-la a recuar. No entanto, ela o enfrentou sem hesitar e o presenteou com um beijo antes de seguir com as mãos entrelaçadas à sua, para a floresta proibida.


-Está admitindo o quanto precisa dela? Está me dizendo que ela se tornou sua razão para viver, Harry Potter?


As palavras de McGonagall pegaram Harry de surpresa.


-Onde quer chegar diretora?


Questiona ele estreitando os olhos em direção à ela.


-Quero que saiba que qualquer decisão que possa tomar agora afetará diretamente Hermione! ela o seguiria onde quer que fosse e depois de ter declinado minha oferta, acredito que ela também o fará tão somente para estar ao seu lado!


Garante a diretora deixando o grifinório estático.


-Se você afirma que não conseguiria ficar longe dela por muito tempo... então o que faria se ela ficasse em Hogwarts? Suportaria mais um ano na escola por ela ou a levaria consigo para o Largo Grimmauld?


Desafia ela encerrando este tema da conversa.


Harry. Pov.


Eu não conseguia me impedir de chorar, o que dificultava ainda mais meu desespero. Eu não poderia se quer olhar nos olhos da professora McGonagall. Não encontrava forças para levantar meu rosto e enfrentar um futuro em Hogwarts como se nada tivesse acontecido... Como se pudesse ter uma vida, ainda que minimamente normal. Essa ideia me fez abafar uma risada sarcástica. Seria impossível!


Nunca tive algo de normal na minha vida, e não começaria de agora! Não depois de tudo que vivi... depois do que eu fiz... aqui, no lugar que chamava de lar. Como voltaria a estudar, a me sentar com meus companheiros de casa em paz? Não poderia andar pelos corredores, sem lembrar dos corpos dos meus colegas pelo chão.


Não poderia entrar no grande salão e esquecer a multidão de feridos e mortos ali dentro. Não colocaria meus pés nas masmorras, sem amaldiçoar as vezes que odiei tanto um homem que sacrificou a sua vida por amor a minha mãe. Não suportaria olhar nos olhos de Dennis ou Parvati sem sentir a mesma tristeza que me consumia agora.


Assistir à despedida de Remus foi um dos momentos mais dolorosos da minha vida. Mais difícil que enfrentar Voldemort. Mais aterrador que a lembrança da morte da minha mãe. Mais revoltante que a morte de Sírius... Ele era a minha última família. O lobisomem que arriscava o pescoço a cada dia e cada noite para lutar por mim. Abandonando sem temor um futuro seguro ao lado do seu filho!


Remus, sim, era um grande homem. O bruxo espetacular, que me ensinou o patrono, que revelava como nasceu o amor entre meus pais... que me ensinou a perdoar e ter fé que um dia tudo seria melhor... Remus foi tão extraordinário, que mesmo enfrentando a morte, não deixou de partir, sem antes deixar a sua própria família, ao meu lado... entregou-me corajosamente o seu maior tesouro em minhas mãos.


Não teria nada nesse mundo, que eu não daria para tê-lo de volta! Havia tantas pessoas ao redor de mim, tantos comemoravam, tantos sorriam... tantos em luto... mas, todos gritando meu nome com orgulho. Isso fazia meu coração apertar. Não era um herói, não me sentia assim. Harry Potter agora era uma casca vazia de vontade, cercado por tantos, e ao mesmo tempo, profundamente solitário.


Apesar das palavras encorajadoras do último membro dos notórios "marotos", eu ainda não tinha força para encontrar Andrômeda... e acima de tudo... como poderia encarar o pequeno Teddy? O que eu iria dizer para ele quando perguntasse por seus pais??? Eu me sentia um fracassado! O que eu vou fazer a partir de agora?


Contudo, no minuto seguinte, braços macios me envolviam num aperto quente e acolhedor, uma voz preocupada ressoava levemente em meu ouvido e um perfume suave, doce e inebriante me aliviava os sentidos. Não precisava abrir meus olhos para reconhecer a única pessoa com o cuja presença gerava um efeito definitivo aos meus piores temores.


-Hermione!


Ela ofegou quando meus braços serpenteavam sua cintura a prensando ainda mais contra meu corpo até que estivesse sobre meu colo. Precisava estar com ela, necessitava dela. Era imperativo, algo do fundo do meu ser, exigia sua presença, tê-la do meu lado tornou-se uma reação instintiva, um escudo contra tudo que me afligia.


Meu rosto mergulhou na curva do pescoço alvo de Hermione, permitindo que seus longos cabelos espessos me abrigassem das lembranças daquela penseira. Ela era a minha cura. Abri meu coração para ela, derrubei uma a uma das minhas intermináveis defesas por ela. Eu gritei meus demônios, chorei minhas perdas, amaldiçoei meu destino em seus braços.


Ela me recebia com uma dedicação sem nome, com um brilho amorosos em seus incríveis olhos âmbar. Era doce como o mais puro mel, quente como os raios do sol, firme como o chão sob meus pés, essencial como o ar que respiro. Hermione era meu bálsamo, ela me afastaria da escuridão que me atormentava. Hermione era um pedaço insubstituível, inestimável da minha vida.


-Vai ficar tudo bem Harry! Eu estou com você!


Sussurrava ela me embalando suavemente, suas mãos acariciando meus cabelos e minhas costas. Aos poucos o ritmo acelerado da minha respiração se acalmava e meu corpo relaxava na segurança dos braços dela. McGonagall deixou a sala silenciosamente, eu sabia o que ela estaria pensando agora...


E agora, mais do que nunca, eu desejava desesperadamente provar para aquela garota maravilhosa, o quanto significava para mim... que ela era tudo o que eu precisava, tudo o que eu jamais poderia abrir mão... Pois bastava ela estar do meu lado, segurar a minha mão e meus olhos enxergavam um outro mundo.


Não importava o que diria McGonagall, Harry Potter não iria a lugar nenhum do mundo, se Hermione Granger não fosse com ele!


Hermione. Pov.


Estava deitada na minha cama, no dormitório reservado aos monitores-chefe da casa Grifinória. Um dos poucos lugares daquela torre que ainda permaneciam intactos. Sentia a maciez dos lençóis, o conforto da cama dossel. O silêncio e a tranquilidade de estar de volta a minha segunda casa... Hogwarts. No entanto, não poderia fechar meus olhos sem que uma torrente furiosa de pensamentos me atingisse...


Os dias se passaram lentamente. O calor e o terror da guerra aos poucos iam ficando para trás, dando lugar ao luto... e ao recomeço. O movimento no castelo aumentou significativamente, e se tornava cada vez mais difícil convencer Harry a ficar em Hogwarts. Ele andava de um lado a outro nos corredores, silencioso, com o olhar distante, eu o via como uma sombra do antigo Harry. O Harry que eu abracei e... beijei tão apaixonadamente antes de enfrentar Riddle. Esse novo Harry me preocupava tanto.


Entre esses poucos dias, mal tivemos tempo para conversar. Depois de consolá-lo sobre a memória de Remus na penseira, McGonagall me ocupara bastante nas tarefas na enfermaria e arrastava Harry com ela para ajudar na reconstrução de diversas alas mágicas da escola. Ainda suspeito que ela o fazia numa tentativa, vã, de convencê-lo a ficar.


Não sei o que realmente Remus disse a Harry naquela memória, assim como ainda não entendia o que ele descobriu sobre o passado de Snape. Sei que tudo foi impactante demais para ele. Em algum momento, no fundo do meu coração... eu sabia, que ele mesmo revelaria a mim cada palavra de Remus e Snape, quando ele estivesse preparado e eu estaria aqui para apoiá-lo e segurar sua mão.


Todos os Weasley retornaram à Toca. Com exceção de George, Molly e Rony. O estado de Fred era tão delicado que não poderiam transportá-lo à St. Mungus, custando todos os esforços de madame Pomfrey. Rony permanecia na escola, tão confuso e perdido quanto Harry. Podia perceber isso através do olhar aflito que o tomava a cada vez que visitava Luna.


Ele também recusara retornar à Hogwarts no ano seguinte para terminar os estudos e sinceramente, a perspectiva de um ano inteiro sem Harry e Rony era perturbador para mim. Como conseguiria seguir em frente sem eles dois? Por outro lado, haveria Gina. Ela conseguiria superar a perda de Michael e voltar para a escola? E a perda de seu amigo Colin? Também incluía Luna! O que faria depois de saber que seu pai fora assassinado? Como seguiria sua vida de agora em diante?


Parvati estava arrasada, não pensava em continuar na Grã-Bretanha, retornaria à Índia com Padma e seria definitivo. Dennis, pobre garoto, permanecia tão abatido como na noite da batalha final. Andrômeda nunca me pareceu tão desesperada, ela não gritou, não caiu de joelhos amaldiçoando o destino. Mas bastava um único olhar para entender a profundidade da dor que sentia, havia um vazio. Um buraco negro dentro de sua alma a partir de agora.


Harry realmente tinha razão. A ameaça das trevas finalmente acabou, mas a nossa frente, um muro de incertezas se erguia, assustador. Ainda não estava pronta para seguir em frente, seguir em busca de "Monica e Wendel". Nunca me imaginei uma covarde, mas sentia tanto medo de encontrá-los... Medo de não ser capaz de trazer suas memórias de volta, de não ser perdoada por eles... medo de perceber que sem mim... talvez... suas vidas pudessem ser melhor.


Por esse motivo perdia o sono incontáveis vezes durante a noite. Frustrada, desisti de tentar dormir. Meu descanso agitado de nada serviria, seria melhor ler um bom livro. Desci ao salão comunal com "Biddle o Bardo" disposta a ocupar minha mente quando encontro alguém sentado em frente a lareira, com o olhar em deriva, perdido nas frágeis chamas de fogo crepitando lentamente.


-Harry?


Sussurrei suavemente, temendo assustá-lo. Ele nada respondeu, apenas moveu o rosto para encontrar meus olhos e forçou um sorriso simpático estendendo uma mão para mim como um convite para sentar com ele.


-Também perdeu o sono?


Diz ele baixinho quando finalmente me sentei no tapete ao seu lado, escorando minhas costas contra os pés do sofá assim como ele, suspirando ligeiramente por nossas mãos continuarem unidas. Senta um calor macio e extremamente confortável quando nossas peles se tocavam. Merlin como sentia falta de tocá-lo, de beijá-lo milhões de vezes.


-Sim! Ainda é difícil dormir depois de tudo o que aconteceu!


Respondi sem encarar seus olhos, praguejando meus pensamentos impróprios num momento como esse. Precisava me concentrar novamente. A melhor forma de retomar a razão seria abraçando meus joelhos enquanto fitava a lareira em busca de tranquilidade.


-Entendo...


Murmurava ele soturno voltando sua atenção às chamas laranjas na lareira. Permanecemos em um silêncio confortável por uma pequena eternidade. A escuridão nos rodeava, mas estávamos cientes das luzes tremulantes do fogo, iluminado a nós dois.


-Como estão Fred e Luna?


Pergunta ele sem desviar os olhos do seu alvo na lareira.


-Se recuperando lentamente, mas madame Pomfrey disse que um progresso vagaroso já era esperado, aos poucos, e com sorte, poderão sair do quadro de risco sem sequelas!


Respondi com um suspiro exausto, esticando o pescoço de um lado a outro, recordando as horas que passei em pé no grande salão preparando as poções e curativos para a curandeira da escola.


-Tem feito um trabalho incrível com os feridos! Madame Pomfrey disse que mandaria uma recomendação à St. Mungus para não deixar uma bruxa como você escapar!


Diz Harry com um meio sorriso, me olhando ternamente e senti meu rosto corar com o elogio.


-Não fiz nada, comparado ao que você fez ao reconstruir a torre de astronomia! Suas habilidades em transfiguração são absolutamente indescritíveis! Seus NIEM's seriam brilhantes!


Respondi sorrindo ao perceber que agora era ele que corava com meu louvor.


-Não pretendo voltar à Hogwarts!


Anuncia ele de uma única vez desviando os olhos verdes em direção ao fogo novamente e senti meu estômago revirar ansiosamente. Meu sorriso morreu.


-Eu já imaginava!


Respondi tristemente.


-Eu realmente sinto muito Hermione! Mas, eu não conseguiria estar aqui novamente!


Explicava-se ele agitando uma das mãos sobre os cabelos negros.


-Eu entendo Harry, não se preocupe!


O cortei suavemente, oferecendo-lhe um sorriso acolhedor. Não pretendia deixar Harry mais preocupado por um motivo tão relevante como esse. Era decisão dele afinal, não deveria obrigá-lo a ficar se não fosse sua vontade.


-Provavelmente, você e Ron já tiveram o bastante de Hogwarts!


Comentei abraçando mais forte meus joelhos, de repente aquele salão se tornou tão frio.


-Também não decidi se entrarei para o treinamento de aurores!


Revela ele com a voz embargada, parecendo tão perdido que tive que segurar minha vontade de abraçá-lo novamente. Minha garganta secou quando percebi. Ele lembrava de Tonks.


-Não precisa decidir nada agora Harry! Ainda é muito cedo!


Murmurei severamente.


-E não deve se sentir mal por isso! Depois de tudo que você passou não é de admirar que não possa planejar todo seu futuro em um instante! Nenhum de nós teve descanso por mais de um ano nessa caça às Horcruxes e depois dessa ultima batalha seria cruel exigir uma posição sua...


Protestei com veemência o impedindo de continuar sentindo-se mal por não ter superado ainda toda a dor da perda de Sírius, Dumbledore, Remus e Tonks... Afinal ele perdeu todos os seus modelos de pai, de mentor e amigos... como ele poderia continuar seus planos quando cada uma das carreiras a qual sonhava poderia significar se lembrar constantemente deles?


Harry não respondeu, apenas acenou com a cabeça em concordância silenciosa. Logo voltamos a fitar a dança hipnotizante das chamas do fogo... Horas poderiam ter se passado, agora meu coração batia tranquilo, eu estava com ele. Estava com Harry e todos os meus medos derivavam para segundo plano.


-Tenho pensado sobre isso o dia todo Hermione... Depois dos... funerais... irei ao Largo Grimmauld! Tenho que deixar aquela casa no mínimo apresentável!


Diz ele seriamente, mas consegui perceber um tom angustiado em sua voz.


 -Ainda temos tempo Harry e você não tem que fazer isso sozinho! Eu prometi que te ajudaria não foi? Agora desembucha Potter, porque pensar em se mudar para lá tão cedo?


Questionei com um semblante de falsa repreensão, mas no fundo morria de preocupação, algo me dizia que ele planejava alguma coisa para a antiga sede da ordem.


-Não está pretendendo vender a casa que Sirius deixou para você não é Harry?


Estreitei meus olhos em sua direção e ele me ofereceu um meio sorriso cansado.


-Não. Não vou vender! Eu só queria tornar o lugar mais habitável... para deixar para alguém!


Murmura ele sem olhar nos meus olhos e senti meu coração pular uma batida. Harry não tinha herdeiros. Remus e Tonks não morariam mais lá. Andromeda tinha sua própria casa assim como os Weasleys... só existia uma pessoa para quem ele poderia deixar Largo Grimmauld...


-Oh Harry... você quer deixar a casa para... para o filho de Remus?


Foi mais uma afirmação do que uma pergunta. Ele acenou ligeiramente com o rosto e senti meu coração enternecer com a decisão dele. Harry pode ser tão nobre que chegava a me surpreender. Mesmo estando vivendo sua própria crise pessoal, ele conseguia pensar nos outros antes dele. Afinal, Largo Grimmauld era o único lar que ele possuía além de Hogwarts e ele estava disposto a abrir mão em nome de Teddy.


-Eu concordo e quero te ajudar Harry! Teddy merece conhecer o lugar onde seus pais viviam quando ele nasceu!


Disse com um brilho de orgulho nos olhos.


-As vezes acho que ninguém poderia me entender tão bem quanto você! Nem mesmo eu!


Disse tranquilamente Harry. E eu não precisava olhar para Harry para vê-lo realmente. Eu quase conseguia desenhar com meus próprios dedos o seu perfil magnífico, seu nariz aristocrático, seus cabelos rebeldes, seus olhos hipnotizantes escondidos por trás dos óculos redondos, seus lábios finos... tão perfeitamente delineado pela luz amarelada.


Fechei meus olhos, e acompanhava o mesmo ritmo pacífico de sua respiração, sorri sem perceber. Ele não sabia, mas sempre que estava perdido em pensamentos, estreitava os olhos e franzia a testa em concentração. Exatamente como fazia agora.  Era tão bonito, mas ao mesmo tempo me despertava uma pontinha de preocupação. O que ocupava tão intensamente os pensamentos de Harry?


Olhei para ele brevemente antes de me inclinar em sua direção. Nossos ombros tocavam-se ligeiramente e logo ele destruiu aquela distância ao passar seu braço esquerdo sobre mim e em seguida me puxar em sua direção para depositar um beijo na minha testa carinhosamente.


-Nunca cheguei a te agradecer Hermione! Nunca te agradeci por não ter desistido, mesmo quando não existia esperança para mim!


Diz ele com a respiração pesada, seus lábios movimentando-se sobre a minha pele, seu hálito quente, provocando sensações únicas por todo meu corpo.


-Harry...


Tentei protestar, no entanto, seus dedos foram aos meus lábios silenciando-me completamente.


-Eu ainda não acabei!


Sussurra ele, descendo os beijos até a ponta do meu nariz antes de continuar.


-Você cuidou de mim, me protegeu, lutou na batalha de Hogwarts com garras e dentes como uma leoa, me deixou tão orgulhoso Hermione... e a sua coragem... suas lágrimas... o seu sorriso... me deram a força que eu precisava para levantar e acabar de uma vez por todas com Voldemort!


Confessava Harry, e seus olhos prenderam-se num enlace indestrutível aos meus. A este momento meu coração acelerava a uma velocidade sobre-humana.


-Eu não posso somente agradecer por estar sempre do meu lado, mas por ser a pessoa mais maravilhosa que poderia existir na minha vida! E se eu posso agradecer aos céus todos os dias que acordo, é por você estar viva, por estar bem, é por poder olhar nos seus olhos e sentir que ainda vale a pena viver mesmo depois de ter perdido tantas pessoas importantes, mesmo depois de ter... me tornado um assassino como Tom!


Diz Harry com uma voz tão dura como aço e tão frágil como um pedaço de cristal. Eu podia ver esforço hercúleo que ele fazia para dizer cada palavra. Mas, ele estremeceu ao chamar-se de assassino.


-Você não é um assassino Harry! Não ouse comparar-se a ele!!!


Sussurrei seriamente enquanto ele balançava negativamente a cabeça.


-Harry James Potter! Você foi obrigado a usar aquela maldição! Você não teve outra escolha e a prova da pessoa maravilhosa que você é... é que apesar de todas as atrocidades que Voldemort cometeu, você ainda se sente mal por matá-lo! Você foi bondoso onde ele foi perverso! Foi justo e orgulhoso onde ele era covarde e vil! Harry você se sacrificou enquanto ele arrasava centenas de vidas! Você ainda consegue ser bom e humano mesmo depois de tudo Harry...


Eu o defendia ferozmente, minhas mãos agarravam a camisa do seu pijama com força e meu rosto estava a míseros milímetros do dele. Nossas respirações se confundiam. Nossos corpos chamavam um ao outro aquecidos pela proximidade tentadora na qual nos encontrávamos.


Os olhos de Harry faiscavam com um sentimento fervente dentro deles. O verde pacífico e profundo dando lugar a algo quente, desafiador, completamente fascinante. Nenhum de nós disse mais nada. Harry rompeu o breve espaço entre nossos lábios em um beijo urgente, ansioso e cheio de promessas capazes de fazer meu corpo amolecer completamente em seus braços.


Minhas mãos ganhavam vida própria, passeavam desesperadamente pela camisa do pijama dele, ansiando por sentir sob meus dedos os músculos do seu peito, sua respiração ofegante e as batidas frenéticas do seu coração. Os braços dele me envolveram possessivos e mais uma vez me encontrava no colo dele enquanto aprofundávamos o beijo.


Estremeci quando nossas bocas separaram-se e Harry seguiu com os beijos por todo meu rosto, descendo lentamente para meu pescoço marcando cada centímetro da minha pele com os seus lábios. Merlin! Tive que fechar os olhos com força e conter suspiros exaltados até o momento que ele reivindicou minha boca com a sua novamente silenciando qualquer tentativa remota de protesto que passeasse por minha mente.


Nossos beijos, intensos, exigentes, acalentavam nossos temores, nossos segredos não revelados naquela breve conversa frente à lareira. Cada toque, cada carícia que trocávamos tão avidamente, eram como uma promessa, como uma garantia de que estávamos ali. Um para o outro. Palavras não ditas, mas declarações claras eram feitas apenas com o olhar.


-Você vem comigo?


Pede ele entre beijos, sua respiração misturando-se à minha.


-Sim!


Eu o buscava com tamanha vontade quanto ele me esperava. Ele não disse nada, mas deixou claro que temia que escolhesse Hogwarts à ele. Temia que eu o rejeitasse agora que depois de tudo, ele não possua mais nada. E agora, eu teria que provar para Harry que nunca existiu uma escolha a ser feita. Se eu tivesse que decidir onde deveria estar, o meu lugar seria sempre com ele!


Só existia uma única razão coerente em perder completamente os meus sentidos nesse momento... tudo se justificava logicamente... afinal... era um fato incontestável! Até agora eu não tinha percebido... O quanto senti falta dele.


Geral POV.


Muitas famílias, trouxas e mágicas, estavam reunidas nos terrenos da escola, bem como figuras de autoridade como Shackebolt, agora ministro, e diversos diretores das escolas de magia da Europa e de parte do Oriente, homenageando seus jovens filhos perdidos. Os jovens heróis do mundo mágico.


Estavam todos em um pequeno campo cercado por grades de bronze e lírios brancos, a sua frente um portão em forma de arco com o nome da escola, em aspirais escurecidas de metal, sob o desenho de duas varinhas cruzadas, ficando próximo à floresta proibida. Fora um espaço trabalhado por Hagrid para servir como uma espécie de cemitério trouxa.


Havia uma pequena trilha que dava para o centro do campo, com a grama rasa já úmida pela chuva fria de setembro. No entanto, as velas mágicas continuavam firmemente acesas apesar do vento, em pedestais, ao lado de pequenas lápides, com o brasão grifinório, para Colin e Lavender. Com o brasão corvinal para Michael e lufa-lufa para Terry Booth. E para a surpresa de muitos, diversos brasões sonserinos também estavam ali.


A comunidade mágica estava presente em peso aquela tarde. Toda a família Weasley, com exceção de George, que ficara ao lado do irmão Fred, já que Molly agora amparava Gina que chorava diante do nome de seu namorado gravado na pedra esculpida no brasão corvinal assim como os pais do jovem Michael. Andromeda chegou pontualmente, e segurava nos braços um Teddy de pouco mais de quatro meses de idade, com cabelos azuis e olhos castanhos.


Não muito distante Padma abraçava uma Parvati chorosa enquanto cojurava uma linda lótus azul que deixava sobre o túmulo de Lavender. Os pais da loirinha estavam inconsoláveis por perder sua única filha. Da mesma forma estavam os pais trouxas de Colin Creevy, fortemente abraçados à Dennis numa despedida regada à lágrimas e gritos sufocados de dor.


Cho estava silenciosa diante do túmulo criado em memória de Cedric. Marieta e Terence estavam ao seu lado. A família Greengrass também se fazia presente, todos formalmente vestidos de preto. Daphine despedia-se de sua amiga Tracey Davies e seu irmão Roger Davies. Além dos alunos, um pequeno batalhão de repórteres cercava aquela última homenagem, ansiando por uma chance de entrevistar o menino-que-venceu!


A professora Minerva construiu com sua própria varinha um imenso monumento, um verdadeiro estandarte, com uma belíssima fênix de bronze empoleirada sobre ele. Aos pés da fênix, uma lista vertiginosa seguia com os nomes dos professores, alunos, elfos, amigos que perderam suas vidas lutando contra Voldemort.


O primeiro nome, pertencia a Cedric Diggory. Seguido por Sírius, Dumbledore, Moody, Colin Crevey, Lavender Brown, Michael Corner, Remus, Nymphadora, Dobby...


Harry chegou silenciosamente ao campo, protegido por um longo sobretudo escuro e botas da mesma cor, claramente em um momento de luto. Ao seu lado direito, Hermione segurava fortemente sua mão, entrelaçando seus dedos delicados aos dele em encorajamento. Ao lado esquerdo, Rony o acompanhava com um semblante severo, sem a mesma luz de esperança e bom humor nos vibrantes olhos azuis.


O famoso trio de ouro foi recebido com ovações e olhares admirados apesar de tamanho luto coletivo. Uma chuva de flashes capturavam centenas de imagens de cada passo dos três heróis mais famosos da Grã-Bretanha mágica. Harry congelou quando seus olhos perceberam a multidão à sua espera. Hermione sentiu o corpo dele retesar-se e seus passos hesitarem a continuar.


-Harry, vamos!


Sussurra ela alto o bastante para apenas ele ouvir. Não poderiam ficar parados no meio do caminho, afinal, McGonagall os esperava diante do monumento para seu discurso e condolências terem início. Mas, Harry continuou imóvel.


-Harry o que está acontecendo?


Insiste ela preocupada com seu silêncio. Rony olhou de soslaio para seus amigos e apontou na direção de uma senhora ao lado da diretora, a grifinória seguiu seu olhar. Harry não estava em choque por encontrar centenas de bruxos esperando por ele... seus olhos estavam sobre um pequeno bebê nos braços de Andromeda Tonks... Ele estava finalmente frente a frente com Teddy Lupin.



AHAAAAAAAHHH FINALMENTE CONSEGUI POSTARO CAPÍTULOOO *-----------------* HAUHAUAHUAHUAHUAHA EU SEII PARECE INCOMPLETO E TALZ, MAS É PORQUE NA VERDADE ELE ESTÁ MESMO INCOMPLETO, FIQUEI TÃO ANSIOSA PARA POSTAR (CULPA DE UM CERTO COVEIRO u.u) QUE NÃO ACRESCENTEI A PARTE DO ENONTRO DO HARRY COM O TEDDY (RISADA MALIGNA MODE ON) OKS! SEM AVADAS E AMEAÇAS DE MORTE PLEASEEEEEE t_t ESTOU COM MEU TEMPO SUPER OMPROMETIDO AGORA, MAS GARANTO QUE NO PRÓXIMO CAPÍTUO NOS LIVRAREMOS DESSES MOMENTINHOS DRAMA DE GUERRA AFINAL... TEDDY AABOU DE CHEGAR *----------------* HAUHAUHAUAUAHUAHUAHUA
LINE SILVA MENINAAAAAAHHH O QUE ESTÁ ACHANDO DA FIC HEIN??? GOSTOU DO CAPÍTULO??? BEM, DE UMA COISA PODE TER CERTEZA, FRED NUM VAI MORRER DE JEITO NENHUM u.u OU NÃO ME CHAMO MORGANA LE FAY!!! BRINKS! MAS GOSTO DEMAIS DOS GÊMEOS PARA PERMITIR QUE UM DELES MORRA NAS MINHAS FICS!!!
COVEIRO-SAMA-SENSEII!!! SEU MALVADO MALIGNO QUE VAI ME DEIXAR SEM FIC POR MAIS DUAS SEMANAS t_____t ISSO É TORTURA NIVEL VOLDEMORT SABIA??? HAUHAUAHUA BRINKS. EU SEI O QUE É FICAR SEM TEMPO, ESTOU QUASE ENLOUQUECENDO PARA ATUALIZAR OS SETE DESAFIOS AINDA, DOCE MERLIN ACHO QUE VOU FICAR CRAZY!!!! MAS AÍ ESTÁ O CAPÍTULO QUE PEDIU!!! E GARANTO QUE O MOMENTO EMO VAI PASSAR, HARRY AINDA TÁ CONFUSO, MAS ELE NUM É FRACO, LEMBRA DO QUE A MIONE TAVA PENSANDO LÁ EM CIMA? ELE É CORAJOSO, VAI ENONTRAR UM JEITO DE PASSAR POR TUDO ISSO O/

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Comentários: 1

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Enviado por Coveiro em 24/04/2013

Muito bom esse capitulo, com certeza essa é sua melhor fic. Não demora pra atualizar que voce me mata de ansiedade.

Infelizmente to muito sem tempo, vou trabalhar esse final de semana inteiro e não poderei escrever até o proximo provavelmente, mas assim que conseguir um tempo posto mais. Infelizmente ainda nem comecei a escrever o capitulo.

Espero por mais logo, essa fic é fantastica... A fase emo passando é bom. Gostaria de ver eles de volta a Hogwarts, mas pelo visto eles tem um outro caminho para seguir. A cena dos morenos no salão comunal no meio da noite ficou muito romantica. A Mione sempre o entende e o Harry apesar de todas as duvidas sempre sabe que ela é a unica pra ele. Fantastico. O Rony desanimado é muito estranho. Luna e Fred espero que melhorem logo.

Até hoje não entendo por que da J.K ter matado o Fred, Tonks e Lupin no livro... Eu não curti aquele epilogo, ficou muito forçado.

Espero ver a Mione em busca dos pais dela, sempre achei que essa parte poderia ser mais bem desenvolvida. tanto que acabei escrevendo uma fic sobre isso....

Posta mais logo e não me ache malvado, apenas sou um universitario no ultimo ano atolado de coisas pra fazer e ainda com um trabalho que me exige tanto que eu fico morto no final do dia.

Nota: 5

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