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4. Capitulo Quatro


Fic: De repente, pai - Cap 08 ON - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hey gente, FELIZ NATAL!


Bem, aqui está o presente de todos voces! =D Espero que voces gostem, e que se divirtam!!


Desejo muita paz, amor, harmonia e etc nesse dia tão especial! =)


E claro, deem um presente para mim: Deixem muitoooos reviews. hehehehe. 


Lohany: Fico feliz que esteja gostando! Beijos.

Landa MS: Fico feliz que voce esteja gostando! Estou demorando um pouco mais do que o previsto para adaptar a fic, pois eu quero um negócio legal de ler! =D E vejo que está dando certo. hehehe. O Ronald não vai aparecer mais na fic, é um personagem totalmente secudário... Espero que goste do novo capitulo!! Um presente de Natal! Beijos.

katiniss: Todos os homens são assim, acredite... até na vida real! Digo por experiencia propria. --'QUe bom que voce está gostando, mas vale lembrar que essa fic é uma adaptação, hein? Beijos.

Hermione Black Malfoy Riddle: Opa, aqui está! Feliz Natal! *--*

Sonimai: Não digo a fic toda, mas uma boa parte vai mesmo. rs. Beijos

Taty Malfoy Granger: Sem problemas! E fico feliz que voce esteja gostando da adaptação! Eu estou acrescentando algumas coisas, para não ser uma cópia, pq ninguém merece, neh? Espero que continue gostando!! *--* Beijos.

Nataaalia: Que bom que voce está gostando!! =D Bem, voce só vai descobrir se sua desconfiança tem sentindo lendo a fic. hehehe. Beijos.

Belikac: É um completo babaca! --' Espero que voce continue gostando e acompanhando a fic! Beijos.


Beijos
Angel_S


---***---


            Foi uma longa noite. Hermione dormitou alguns poucos minutos e desceu, pálida, para o desjejum. Draco, sozinho à mesa, tinha um jornal aberto diante de si. Fechou-o ao vê-la, observando, com o canto dos olhos, o efeito da noite mal dormida no rosto delicado.


            Hermione sabia que não estava bem. Não usava maquiagem e seu rosto perdera a costumeira tonalidade pêssego. Escovara os cabelos e prendera-os num despretensioso rabo-de-cavalo apenas para afasta-los do rosto. A saia reta de sarja e a blusa de linha num delicado tom de azul, em circunstâncias normais, tê-la-iam tornado bela; agora, entretanto, apenas contribuíam para aumentar sua palidez.


            Draco estava igualmente abatido, ela percebera. Haviam profundas olheiras em torno dos olhos cinzas. Sem dúvida, também mal dormira. No entanto, sua roupa, uma calça bege de linho e uma camiseta pólo, realçava os músculos do torso poderoso.


 


- O que aconteceu à babá? - ela indagou, sentando-se à mesa. Escolhendo o lugar mais distante possível do marido. - Fui conversar com ela há poucos minutos, mas não havia ninguém no quarto.


- Foi levada para a casa dos pais, ainda ontem. – Draco voltou a observar o jornal que tinha em mãos. – Estava angustiada demais para ajudar em qualquer coisa.


 


            Hermione sorriu de leve, balançando a cabeça. Para Draco era tudo muito simples: Se houvesse algum defeito, fosse um objeto ou fosse uma pessoa, era descartado. Simples assim. E a babá fora descartada.


 


- Para começar eu jamais quis uma babá.


- Você estava doente. - ele lembrou, levantando-se para utilizar o telefone interno. Em seguida, ordenou falando no bocal: - Tragam a refeição de minha esposa. - Voltou à cadeira. - Você precisava de ajuda por causa da criança.


 


            Hermione o fulminou com o olhar.


 


- Terei feito algum movimento, nos últimos três anos, do qual não haja tido conhecimento? - ela zombou, sem esperar pela resposta.


 


            Sabia como o cérebro de Draco funcionava: a velha ladainha de “o que é meu, eu protejo”. Fora exatamente isso o que ele fizera durante os três últimos anos: mantivera a esposa e a criança no luxo e no conforto esperados de um homem de sua posição social.


            Portanto, quando Hermione adoecera com uma forte gripe, alguns meses antes, Julie, a babá, aparecera para cuidar de Ciça, por determinação de Draco. E agora a garota fora descartada por não ter tomado a primeira providência esperada: comunicar o sequestro a Lucas, o motorista da casa.


            Lucas era também o guarda-costas de Hermione e de Ciça. Fora contratado para cuidar de um dos “bens” de Draco Malfoy: sua esposa.


            A porta da sala de refeições se abriu e a sra. Hobbit entrou, com chá e algumas fatias de pão integral torrado. Sorriu para Draco, nervosa, e contemplou Hermione com carinho.


 


- Coma algumas torradas. - ordenou num tom severo, enquanto a empregada colocava a refeição diante da patroa. - Não quer que eu fique montando guarda para ver se vai comer, quer?


 


            Hermione encarou Draco com a mesma determinação que ele a encarava. Jamais havia permitido que um homem falasse assim com ela, e não seria ele quem iria falar.


 


- Não se preocupe - Hermione murmurou para a empregada. Os olhos encheram-se de lágrimas quando percebeu que a afeição da mulher era verdadeira. - Obrigada.


- Oh! - disse a governanta ao ver as lágrimas. No instante seguinte, Hermione foi envolvida por um caloroso abraço. - Vamos, chore. - murmurou a sra. Hobbit, para consola-la. - Está precisando chorar. Pensando bem, quem não está? A princesinha estará de volta quando menos imaginar. A senhora verá.


- Sim, claro. - À custa de muito esforço, Hermione empertigou o corpo e limpou as lágrimas com as costas da mão. - Sinto muito. Foi apenas...


- Sei exatamente o que está sentindo - suspirou a sra. Hobbit. - Não precisa me explicar nada, madame. Nada...


 


            Deu um tapinha encorajador no braço de Hermione e saiu, deixando-a a sós com Draco, que acompanhara a cena silenciosamente.


 


- Todos... – Draco parou, antes recomeçar. - Parece que todos gostam muito de você - ele comentou, por fim, parecendo satisfeito com as escolha das palavras - Lucas já veio perguntar como está se sentindo e o sr. Hobbit me parou no jardim pelo mesmo motivo.


- Você parece surpreso. – Debochou ela. Hermione segurou o bule com mais firmeza, impedindo que as mãos voltassem a tremer. - Estranha que possam ter carinho por alguém como eu?


 


            Ele levantou-se e parou, tenso, diante da janela.


 


- Não - respondeu. Durante o silêncio que se seguiu, Hermione serviu-se do chá e pôs-se a toma-lo. Draco não voltou à mesa. Depois de alguns minutos, perguntou. -  Ela é, como todos dizem... uma princesinha?


           


Hermione contemplou as costas largas do marido com raiva. Como podia fazer tal pergunta se, na noite anterior, virtualmente a impedira de falar sobre a criança? Olhou para a torrada em sua mão, e sentiu-se enjoada.


            Largou a xícara de chá em cima da mesa, fazendo o mesmo com a torrada.


 


- Vá para o inferno! - desabafou antes de sair da sala.


 


            A manhã arrastou-se numa terrível espera pelo som do telefone. O silêncio era opressor, e a sensação de impotência, angustiante. Para piorar, Draco decidiu trancar-se no escritório, deixando Hermione desamparada, não que esperasse o contrário de um homem como ele.


            E se Draco acreditasse que Ciça era sua filha? Será que ele ficaria tão calmo e impassível quanto naquele momento? Será que ele suportaria trancar-se naquele escritório por tantas e tantas horas?


            Por fim, Hermione não suportou mais a situação. Num ato de desespero, correu para o quarto, vestiu uma velha calça jeans, uma camiseta surrada e desceu a escada correndo, enquanto amarrava um avental verde-escuro ao redor da cintura.


 


- Posso ajuda-la, sra. Malfoy? - Um enorme guarda-costas a interceptou à porta, impedindo sua passagem.


- Não há nada que você possa fazer. - ela respondeu. - Obrigada. - Quando fez menção de passar pelo homem, ele a segurou gentilmente pelo braço. - Solte-me! - ordenou.


 


            O homem ruborizou, mas manteve a mão firme, impedindo a passagem de Hermione.


 


- Recebi instruções do sr Malfoy, para que a sra não saísse da casa. 


- Draco! - ela gritou, com toda a força de seus pulmões.


 


            Portas se abriram por toda a parte, inclusive a do escritório. Draco apareceu no corredor, os olhos aguçados ao contemplar a cena no pórtico.


 


- Diga a ele... - Hermione ofegou por um momento, lutando para recuperar o folego. – Diga a ele para tirar as mãos de mim!


 


            Ele simplesmente franziu as sobrancelhas.


 


- Meus homens jamais fariam qualquer coisa contra você, Hermione. – disse Draco, por fim. - E você bem sabe disso.


- Diga-lhe agora! - ela esbravejou, os lábios trêmulos.


 


            Draco não estava acostumado a receber ordens, principalmente na frente de seus subordinados. Fez com que o guarda-costas a largasse apenas com o olhar.


 


- Sua vontade foi feita. - disse rispidamente. – Agora você pode me falar o que está acontecendo?


- Não. - ela respondeu, os olhos fixos nos de Draco.


- Então me responda uma coisa: Onde pensa que está indo?


- Quero sair. – respondeu ela com os dentes semicerrados. - Ou por acaso está casa virou uma prisão?


- Não, mas pensei que a situação da sua filha fosse mais importante do que seus programas, sejam eles quais forem.


- Não ouse dizer o que é importante para mim! Você, entre todas as pessoas, jamais entendeu o que é isto.


 


            Ele ergueu uma sobrancelha ameaçadora.


 


- Onde pensa que está indo?- repetiu.


- Caso ninguém tenha lhe comunicado, neste país gozamos de direito de ir e vir!


 


            Deu-lhe as costas, preparando-se para seguir em frente, mas ele a segurou pelo pulso.


 


- Hermione, pare! - ordenou quando ela tentou se desvencilhar mais uma vez. - Pela última vez: aonde pensa que está indo?


 


            Ela fitou os olhos de cinzas, observou a mão enorme ao redor do seu pulso e sentiu as lágrimas da impotência aflorarem em seus olhos. Por mais que tentasse, por mais que lutasse, todos os seus nervos estavam a flor da pele. Sentia-se ridiculamente frágil perante Draco.


 


- Quero apenas ajudar o sr. Hobbit no jardim! - murmurou, a voz entrecortada. - Aonde mais poderia ir, vestida desse jeito?


 


            Ele resmungou algo e então soltou a mão de Hermione, que massageou o pulso dolorido, respirando fundo para conter os soluços. Limpou o rosto com o dorso da mão, impedindo que Draco e qualquer outro presente visse as lágrimas que haviam teimado em escorrer.


 


- Onde estão suas luvas?


- No barracão.


- Então venha. - Ele a segurou pelo ombro, com gentiliza. - Irei com você até o barracão.  Vamos procurar suas luvas.


 


            O enorme barracão, situado no jardim oesta da casa guardava várias ferramentas de jardinagem, muitas compradas por Hermione em sua época de solteira. Apesar da insistência de Draco, no começo do casamento, para que se livrasse delas, Hermione as guardou com zelo. De alguma forma, elas haviam se tornado boas companheiras após a separação de Draco.


            Assim que chegou à porta, Hermione tentou se desvencilhar do marido. Como represália, Draco voltou a segura-la pelo pulso. Mas, em vez de usar a força, afagou com o dedo a marca vermelha que lhe deixara na pele.


            Hermione mal respirava. Se respirasse mais fundo, poderia chorar.


           


- Sinto muito. - ele disse finalmente, a voz baixa. - Exagerei. Mas você precisa entender que não deve sair de casa sem companhia. E sinto muito por tê-la ferido. – Draco alisou, com o polegar a marca avermelhada no pulso na esposa. – Esqueci o quão delicada você é.


- Por que não posso sair sozinha? – Hermione analisou o rosto de Draco, e antes que ele pudesse começar, ela o interrompeu. – Não minta para mim, Draco.


 


            Aquela ultima frase surtiu algum efeito em Draco, que por sua vez não respondeu de imediato. Depois de um breve suspiro, explicou:


 


- Essas pessoas... são impiedosa. Eles não hesitarão em lhe fazer mal, caso tenham oportunidade.


- Mas por quê? – Hermione fitou os olhos cinzas.  – Elas já levaram Ciça...


 


            Pela primeira vez depois de três anos, Hermione voltou a ver o Draco por quem se apaixonara no passado. Aquele que não a fitava impiedosamente, que se mostrava quase... terno. E foi com muita ternura que ele lhe acariciou o rosto.


 


- Quando me casei com você, fui contra os desejos do meu pai. - lembrou. – E aos olhos de meus inimigos, isso a torna o meu bem mais precioso. – Draco a fitava com um brilho perturbador. – Eles sabem que a criança basta, mas caso eu não jogue conforme as regras, eles vão atingir meu ponto mais fraco.  Eu não posso permitir isso...


- Você arriscaria a vida de minha filha? Faria o jogo dos seqüestradores?


 


            Repentinamente, toda a ternura esvaiu-se dos olhos dele.


 


- O que você pensa que eu sou, Hermione? Um mostro? Alguém sem coração? – Draco a chacoalhou. Seus olhos eram o espelho do mar do norte em pleno inverno. – Eu jamais colocaria a vida da criança em risco! 


- A única pessoa que corre perigo é minha filha! Pare de tentar me amedrontar dizendo que minha vida também está ameaçada! 


- Eu não estou tentando te amedrontar, Hermione! Eles já ameaçaram! – ele rugiu, puxando-a contra ele. – Eu mato quem tocar em você! – ameaçou.


- Gostaria que esse seu instinto protetor fosse usado em relação a minha filha! – disse Hermione, afastando-se do marido.


 


            Draco suspirou, amargurado.


 


- Não é o suficiente que eu tenha algum tipo de sentimento por uma esposa infiel? – debochou. – Agora você quer que eu tenha instinto paterno com uma criança que sequer é minha?


- Fique quieto, Draco!


 


            Ela entrou no barracão, seguida por um Draco sombrio e ameaçador.


 


- Assim você não facilita, Hermione!


- Não - ela concordou, vasculhando os objetos sobre a bancada. Era possível escutar cada respiração travada da castanha.  – E convenhamos, Draco: Por que eu deveria, se você nunca facilitou nada para mim?


- Eu a protegi! – Ele respondeu, com a voz rouca. – Outra pessoa teria deixado você e a criança morrerem de fome!


- E por que não deixou? – Hermione virou-se, os olhos firmes, o queixo erguido, fitando-o em desafio. – Você não estava nos protegendo, e sim protegendo o seu próprio orgulho. Isso é a única coisa que é preciosa para você! - respondeu. – Não há generosidade nenhuma em seu ato. Você nos deu um lar porque não queria que seu nome fosse levado à lama. – Hermione voltou-se para a bancada, procurando as luvas perdidas em meio as ferramentas. - Se está esperando gratidão eterna, esqueça. Não me fez favor nenhum permitindo que eu ficasse aqui. E, se quer saber, eu o responsabilizo por não nos ter protegido, quando sabia que estávamos correndo risco!


           


Ele soltou uma gargalhada curta e seca.


           


- Você continua me surpreendendo, Hermione. - zombou. - Não é para menos que se mantém bonita assim. A culpa não cria rugas nesta pele perfeita. Deve ser a receita para a eterna juventude!


- E qual é a sua receita? - ela retrucou, calando-se ao perceber o que acabara de dizer.


 


            Depois de um silêncio incômodo, ele se manifestou:


 


- Para minha beleza, você quer dizer?


 


            Hermione vasculhou as ferramentas com mais empenho, para disfarçar as mãos trêmulas. Remexia em tudo, fazendo com que um barulho ensurdecedor preenchesse o enorme barracão.


 


- Claro que não __ respondeu. __ Eu jamais o chamaria de belo.


 


            No instante seguinte, Hermione viu-se aprisionada entre dois braços fortes. Tentou desvencilhar-se, mas Draco impediu qualquer movimento.


 


- Você sempre me chamava assim, lembra-se? – sussurrou ele. - Subia em meu corpo, nua, os cabelos adoráveis acariciando meus ombros, os braços apoiados em meu peito. Costumava olhar em meus olhos e dizer com comovente solenidade: “Você é tão belo...”.


- Pare com isso, Draco! - ela pediu, os olhos fechados para evitar a torturante lembrança.


 


            Impossível. Em sua mente, ressoavam suas próprias palavras: “Teu nariz é belo, tua boca é bela...” Hermione também se lembrou da paixão violenta que se seguia, do impacto selvagem que aquelas palavras tinham sobre Draco, da maneira quase desesperada, ainda que gentil, como ele a possuía. Como era possível lembrar-se de tais coisas depois de 3 anos? Um pouco mais de concentração e era capaz de lembrar-se do cheiro de Draco em momentos como aquele.


 


- Agora mate a minha curiosidade: Você sussurrava aquelas mesmas palavras ao ouvido de seu amante? Ele ficava tão enlouquecido quanto eu?


 


            Ela negou com a cabeça, assustada demais com aquele olhar impiedoso para falar. Triste demais por saber que ele acreditava que, de fato, havia acontecido uma traição.


 


- Pare com isso, Draco! O que você ganha fazendo isso?


- O que eu ganho? – escarneceu – Você tem ideia do que senti ao imagina-la na cama com ele? Eu a amava, Hermione! Venerava o chão em que você pisava! Você era minha!


- Eu jamais foi de outra pessoa, Draco! Meu amor nunca foi de mais ninguém além de você!


- Mentirosa! - ele ofegou, colando em seguida a boca na de Hermione.


           


Pressionou-lhe os lábios fechados até que se entreabrissem. Dali em diante, houve uma terrível revelação. Hermione sentiu que retornava ao passado, quando aquele homem reinava, poderoso, em seu mundo. Era o cheiro de Draco, seu gosto, seu toque, sua textura.


            Textura. Textura dos lábios violentos forçando os seus, da língua sedenta buscando a sua. Era a respiração de Draco em seus ouvidos, seus gemidos torturados, os dedos longos mesclados com os cabelos castanhos, o corpo rijo pulsando contra o dela.


            Quando ele finalmente se afastou, Hermione agarrou-se à bancada, incapaz de fazer outra coisa. Draco, distante poucos centímetros, tinha o peito arfante, o corpo tenso.


            Então o som do telefone celular dissipou a tensão como uma lufada de vento. Ele tirou o telefone do bolso e levou-o ao ouvido.


 


- Certo. - respondeu, após ouvir por alguns instantes. – Já estou a caminho.


- O que houve? - Hermione indagou, arrumando a postura o corpo. Ele não respondeu. Nem a fitou ao dar-lhe as costas para sair do barracão. - Não ouse agir como se eu não existisse, Draco! Ciça é minha filha! Minha! Se o telefonema foi dos seqüestradores, tenho o direito de saber!


 


            Draco parou.


 


- Sim, foi deles. - informou antes de partir, deixando-a só e infeliz.


- Você é ruim, Draco! - ela murmurou entre os dentes. - Cruel e impiedoso! – Hermione apoiou-se na bancada onde estavam as ferramentas. . - Como pode não se importar?


 


            Hermione sequer esperou qualquer palavra de Draco, e o seguiu de perto. Só parou quando os seguranças impediram que ela adentrasse no escritório. Pensou em gritar, esbravejar, mas conhecia Draco bem demais para saber que aquilo não iria adiantar. Limitou-se a sentar na poltrona que havia na sala de estar ao lado do escritório e esperar por noticias.


            Minutos mais tarde, Draco abriu a porta e a encontro na sala de estar, a cabeça baixa. Parecia uma colegial esperando à porta da diretoria, mas seus lábios não eram de uma garotinha. Eram os lábios sedentos e pulsantes de uma mulher madura.


            Ela se ergueu.


 


- E então?


 


            Draco balançou a cabeça.


 


- Nada - respondeu. - Alarme falso. Era um trote.


- Trote?


- Temos recebido muito.


 


            Hermione não disse nada. Simplesmente se afastou, subindo a escada com as costas eretas, o queixo erguido. Sozinha.


 


- Ela age como uma princesa – Blaise Zabine comentou discretamente.


 


            O comentário teve um efeito explosivo sobre Draco, que fitou o amigo com rancor.


 


- Vá para o inferno! - rosnou, trancando-se em seguida no escritório.

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Comentários: 8

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 22/03/2013

Ela É uma princesa! Dããã!
Amaaaaaandoooo! *-* 

Nota: 5

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Enviado por Taty Malfoy Granger em 04/01/2013

Uoou!! RsRS'' está ficando ÓTIMA, sério, eu AMO essa história com shipper Draco/Hermione, porque tem tudo a ver né?? Eu gosto dessa personalidade deles nessa historia, a Hermione mantendo a cabeça sempre erguida, temosa, e ao mesmo tempo frágil e delicada, e o Draco... OH Meu... ( E que Draco??!! kkkk') O Draco que eu AMO, cabeça dura, forte, egoista, um perfeito sonserina kkkkkkk"" bem estou amando, meus parabéns!!!

Nota: 1

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Enviado por Belikac em 04/01/2013
Eu gosto do Draco protetor, mas as vezes ele exagera!! Rsrsrsrsrs Continua pff!!!!!!!!!!!!!!!!! :) beijos. Adoro essa fic!!
Nota: 5

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Enviado por H. Granger Malfoy em 02/01/2013

Essa historia é mttt boa, estouapaixonada!!! Espero q oproximo capitulo venha logo... Vcvai ficar postando em um dia certo ou vai ser aleatorio?? Porqueeu sempre fico ansiosa esperando alugando hermione granger... Com esse vai ser a msm coisa?? Kkk bj  

Nota: 5

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Enviado por sonimai em 01/01/2013

cara,esse Draco é tudo,ameiii o cap,e estou muitoooo curiosa pra ler o prox

Nota: 5

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:: Página [1] ::

Enviado por M R C em 30/12/2012

eiii
descobri essa fic hoje e ja li os quatro capitulos!
fiquei abismaaada como a personalidade desse Draco parece com a do meu namorado ! hahahaha
meu namorado nao chega a ser tipo psciopata, mas eh bem exagerado de ciumes assim tb!
gostei muito da historia e vou acompanhar a sua adaptação !
beijos =)     

Nota: 5

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Enviado por Nana-moraes malfoy em 26/12/2012

Meu Deus! Que fic é essa Angel, cada dia vc se supera mais, poxa!
Bem estou louca, ansiosa, neurótica para ler mais capítulos. Quero maiiiiiiiiiiiisssssss!Um Draco como eu gosto, forte, másculo, possessivo e apaixonado. Ai...ai!
Beijos!
nana
 

Nota: 5

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Enviado por Hermione Black Malfoy Riddle em 25/12/2012

Aí nao vale vc nos dexo querendo mais!

Nota: 1

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