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3. A INCRÍVEL MUDANÇA NO EXPRESSO


Fic: HARRY POTTER E A ARENA DAS ALMAS PERDIDAS - FINALIZADA!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAP.3: A INCRÍVEL MUDANÇA NO EXPRESSO

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_Então Harry, quer conhecer seu quarto? - Sirius perguntou alegre.
Harry concordou com a cabeça e com extrema agilidade o padrinho apanhou sua varinha e a sacudiu em direção ao quadro de uma bruxa que ficava sentada lendo e cochichando em voz baixa. Assim que houve o encantamento ela desapareceu, o quadro foi se tornando maior e maior, tão comprido que ligava o chão ao teto.
_Vamos então.
Harry olhou para Sirius um pouco surpreso e o seguiu. Entrando pelo quadro negro ele imediatamente desapareceu, Harry fez o mesmo, logo que atravessou, ouviu um barulho e o quadro retornou ao normal do lado de fora, embora ali dentro a grande abertura continuasse.
O que vinha logo a seguir era um corredor de pedra que lembrava muito as masmorras de Hogwarts, tão longo que seu fim era apenas escuridão, em grandes distâncias havia portas de madeira com maçanetas douradas e descascadas.
Sirius em meio ao silêncio prosseguiu pelo corredor, Harry, que somente naquele momento percebera o quanto frio era ali, o seguiu.
Por alguns segundos andaram até pararem na terceira porta da direita, (mesmo ali, muito distante da entrada, Harry não conseguiu ver o fim do corredor).
_Sirius, hum...
_O que? - o padrinho perguntou sem olhar para Harry.
_Esse corredor, ele parece um pouco longo, longo demais.
_Ah, sim. - Sirius se virou para Harry - Digamos que temos muito espaço disponível.
Harry ergueu suas sobrancelhas.
_Ah, ia me esquecendo, a cozinha fica na quarta porta da esquerda, não muito longe daqui, o banheiro, temos três, dois desse lado direito e um muito ao fundo do lado esquerdo, garanto que nunca usara aquele, fica um pouco longe, para falar a verdade, nunca cheguei até ele.
Harry sorriu.
_Até agora, tudo bem, entendeu?
_Sim.
_Pois muito bem, vamos então.
Sirius abriu a porta e num pulo Harry arregalou os olhos, era um cômodo realmente grande, muito maior que a cozinha dos Dursley, as paredes e o chão eram de pedra como o corredor de entrada, muitas velas estavam em candelabros, todas acesas, azuis com chamas verdes dançantes, uma escrivaninha escura ao canto e uma estante de livros muito empoeirada logo ao lado. Havia ainda um guarda-roupas vermelho bem ao centro da parede, uma cama com vários detalhes antigos e no geral o quarto era aconchegante, grande, bonito e de aparência antiga.
_Vamos entre, fique a vontade.
Harry adentrou o cômodo, seus olhos ainda arregalados por trás dos óculos, havia gostado e muito daquele cômodo.
_Dobby, onde você está? - Sirius adentrando também indagou e no mesmo instante, a parede que ficava defronte a porta de entrada se moveu, virando e revelando outra saleta, cheia de sofás, caldeirões antigos e um espelho velho realmente bonito.
Dobby surgiu assim que a parede terminou de girar, vinha com outra mala de Harry, outras duas já estavam sob a cama.
Harry andou pelo espaçoso quarto, era realmente algo que havia gostado muito, assim que se virou e viu algo que o grande guarda-roupas escondia seus olhos se prenderam em uma pequena estátua de leão com um tubo de vidro de um metro, dentro dele havia um liquido verde e a cabeça de uma bruxa com cabelos negros e pele um pouco enrugada, com os olhos fechados e ela subia e descia pela água vagarosamente.
_Sirius, o que, o que exatamente é isso?
Sirius se virou para ver do que Harry estava falando e com um sorriso forçado respondeu:
_É a cabeça de uma antiga moradora dessa casa, a primeira se não me engano, há um feitiço que protege a memória dela aqui, assim essa cabeça tem que ficar aqui para sempre, se não, tudo que for relacionado aos encantamentos que protegem essa casa, como o terreno gigantesco que temos, os inúmeros cômodos e o corredor do quadro do Lockhart serão desfeitos e tudo desapareceria, mas não há problema Harry, eu logo a trocarei de cômodo, não sabia aonde estava.
_Dobby vai arrumar senhor, Dobby vai arrumar as coisas de Harry Potter, Dobby vai.
_Os deixarei então, se precisarem de mim, é só chamar, de qualquer forma, escutarei.
Sirius sorriu mais uma vez.
_É bom ter você aqui Harry.
_É ótimo estar aqui também.
E assim saiu e fechou a porta as suas costas. Dobby com um sacudir de sua mão esquerda fez as portas do guarda-roupa se abriram com um barulho de ferrugem e então começava a desarrumar as malas.
_Dobby - Harry disse indo até a parede que girara poucos minutos atrás - O que tem atrás dessa parede?
_Harry Potter pode ver, pode ver.
_Como?
_É somente estralar os dedos que a parede se move Harry Potter, estralar os dedos senhor.
Harry estralou dois dedos de sua mão direita e com ansiedade se aproximou da parede andando com ela, enquanto davam a volta.
Segundos depois, já estava no cômodo cheio de objetos quebrados e empoeirados, seus olhos bateram diretamente no espelho, gostaria de pergunta à Dobby o que estava fazendo ali antes de ter chegado.
_Bonito espelho não senhor?
Harry se virou e olhou para baixo, ali estava Dobby, com duas peças de roupa nos braços magrelos.
_O que ele está fazendo aqui Dobby?
O elfo foi até o espelho e passou um dos seus dedos fazendo um risco em meio a poeira.
_Ohnos senhor - disse em seguida.
_Oh, o quê?!
_Ohnos Harry, um dos três espelhos mágicos que formam a trilogia, uma trilogia negra de encantamentos fortíssimos.
Harry se assustou ao ouvir aquela resposta, não pelo seu conteúdo mas pela voz que a dissera, não fora Dobby, fora um bruxo, não Sirius.
_Não descobri o que houve fora do Caldeirão.
Harry olhou para trás, Lupin estava parado, seus braços cruzados, seu olhar fitando com interesse o espelho.
_Mas que trilogia?
_Bom - Lupin andou pelo cômodo vagarosamente olhando para os objetos quebrados e continuou: - Existe uma trilogia que mantém três espelhos sob um encantamento nada bom, esses espelhos guardam uma alma, você deveria prestar atenção nisso, sente-se por favor.
Lupin puxou duas caixas de madeira grandes com o winguardium leviosa e as apontou para ela com sua mão direita:
_Dobby, nos deixe por favor.
Dobby saiu sob um sorriso estranho, como se algo engraçado houvesse ocorrido.
_Continuando Harry - Lupin se sentou num dos caixotes, olhou para Harry e sua voz adquiriu um tom baixo, porém extremamente claro - Existem três espelhos no nosso mundo, muito bem guardados, que carregam uma espécie de alma, a alma de um bruxo que nem mesmo Dumbledore conseguiu descobrir. Há acima desse encantamento, uma trilogia que protege os espelhos para que ninguém jamais consiga destruí-los, cada um dos três espelhos guarda um trecho dessa lenda em uma frase, se um bruxo chegar a ler as três frases e se olhar nos três espelhos, uma maldição muito antiga e irrecuperável o atingira, ninguém sabe o que realmente acontece ao bruxo. Muitas especulações, mas nada de concreto. Um desse três espelhos é Ojesed, que guarda a parte da trilogia referente a desejos, o segundo espelho é Oderges, que corresponde a segredos, e o terceiro é Ohnos, fechando com sonhos, juntos desejos, segredos e sonhos formam um encantamento guardado por uma lenda muito poderosa. Cada um desses três espelhos está guardado em uma parte do nosso mundo, poucos bruxos sabem a sua localização, eu fui confiado de Dumbledore para saber, mesmo porque a trilogia não me afetaria.
_Porque? - Harry em um sussurro interrompeu.
_Porque a trilogia não se encaixa em vampiros, abortos e lobisomens.
_E porque alguém iria querer ler e se ver nesses espelhos sendo que estaria arriscado.
_Em contra partida a maldição, há o encantamento que beneficia ao bruxo que conseguir se encaixar na lenda, e esse teria um poder muito grande, quase insuperável, e assim teria a sua alma presa nos espelhos, garantindo-o quase imortalidade.
_Como assim, quase?
_Se o bruxo usasse seus poderes para as trevas perderia a imortalidade, mas jamais os poderes já adquiridos, do contrário, ao bruxo que usasse os poderes para beneficiar o nosso lado, os bons, teria em um curto período a escolha de ser imortal ou não. É claro que como já há uma alma presa nos espelhos, um bruxo já tem esse poder.
Lupin olhou profundamente para Harry, respirou fundo e fitou o chão empoeirado parecendo cansado.
_O senhor acha que ele tem esse poder? - Harry indagou sabendo que deveria ser exatamente aquilo.
_Sim Harry, não só eu, Dumbledore também.
_Então porque ele não destrói os espelhos?
_Não - Lupin negou no mesmo instante - Não há ninguém que possa destruir esses espelhos sem ser atingido pela maldição, tudo se encaixa com o poder concedido pelos espelhos, Voldemort tem uma vida quase imortal, só não imortal por ser das trevas, um poder quase insuperável, exceto por Dumbledore e uma proteção que.
_Mas Dumbledore não poderia ter tido esse poder, essa imortalidade?
_O problema Harry, é que além dessa poderosa trilogia, desse poder concebido e que ninguém jamais poderia ter acima, foi descoberto algo muito maior, algo em que se encaixa em você.
Harry olhou Lupin surpreso.
_Além dessa lenda dos espelhos, há uma lenda com um poder ainda maior, muito misteriosa, cheia de segredos nada confiáveis, um desconhecido poder maior do que os fornecido pelos espelhos, o único bruxo que poderia vencer um com os poderes da trilogia deveria ter esse poder muito misterioso, essa lenda.
_E que lenda seria essa? Tão forte assim.
_Uma lenda feita por uma família de feiticeiros muito poderosos e conhecedores de rituais negros, uma família muito machucada por tradições e que diante dos poderes dos espelhos, se revoltaram, foram extremamente contra e fizeram um poder que beneficiasse o bem, já que os espelhos demonstravam uma pequena queda pelas trevas apesar dos princípios da lenda.
Essa família chamada Midna, criou uma lenda muito poderosa, levaram-se muitos anos e muitos feitiços desconhecidos é claro, até que ela estivesse pronta de verdade.
Após décadas de rituais negros foi descoberto a ‘’Lenda de Midna’’. A única magia que poderia ameaçar a trilogia dos espelhos, porém um bruxo para obtê-la deveria ter tantas características únicas quase impossíveis, que ao final foi considerada ridícula pelo mundo, e assim esquecida por muitos, a maioria eu diria, somente um bruxo em nome mundo poderia angariar características tão nobres, somente um, você, você Harry.

Os dias seguintes na casa de Sirius passaram velozmente, Lupin, Moody e até Minerva McGonagall haviam ido visitá-lo.
Harry gostou realmente de ajudar Sirius a arrumar todos os cômodos já que mais quatro bruxos viriam para morar logo que o ano letivo começasse, Sirius se negou a dizer quem seriam esses bruxos e Harry diante da pressa não se lembrou de insistir.
Um dia antes das aulas começarem, Harry apanhou sua lista de material e foi para o beco.

_Herbologia:Arte de plantar - pediu ao atendente de uma cheia Floreios e Borrões - Diabretes, Duendes e Animagos de Laus Bong, Defesas Extra-Mágicas da Batilda Balgshot, História da Magia quinto volume, Artigos para Adivinhação do Mago Be e um Poções Feiticeiras da Sacharina Tugwood. Ah, uma edição do Hogwarts Uma História por favor.
A seguir comprou um novo caldeirão na Pús de Bubotúbera, a loja de poções do beco. Criaturas Mágicas da Alícia Gong e Transfiguração: Quinto ano só puderam ser encontradas na Planos e Charnecos, uma nova loja do beco voltada à livros que a Floreios e Borrões considerava um tanto “perigosos”. Infelizmente a fama da loja era ascendente em trevas, sendo que muitos boatos afirmavam que o dono era descendente de um vampiro muito notório.
Penas, pergaminhos e tinteiros foram encontrados na Mapa do Estudante.
Para fechar as compras, Harry comprou vestes novas na Madame Malkin, sendo que as suas já estavam muito curtas e gastas.

_ E então, comprou tudo? - Sirius perguntou logo que Harry entrou na sala de entrada da casa, ele estava sentado na mesinha da sala, com uma edição do Profeta Diário em mãos.
_Ah sim, comprei tudo.
_Harry, eu te ajudo.
Lupin entrou na sala e com um toque da sua varinha levitou o caldeirão e começou a seguir pelo corredor escuro rumo ao quarto de Harry.
Harry o seguiu com o restante.
_O senhor já sabe quem vai vir morar aqui? - perguntou à Lupin seguindo-o pelo corredor.
_Sei, sei, mas não posso dizer a ninguém, mesmo porque não estarei aqui o ano todo.
_O senhor, por quê?
_Lorde Blade me admitiu em Durmstrang, vou ensinar Defesa Contra as Artes das Trevas, Dumbledore me recomendou e parece que os pais dos alunos não se importam em ter um lobisomem ensinando.
_Mas que ótimo!
Lupin sorriu, Harry pode ver que mesmo diante da sua já aparente velhice ele parecia muito feliz.
_Pronto, aqui estamos.
_Obrigado.
Harry colocou as compras sob sua cama e antes que pudesse perguntar à Lupin se ele iria à Hogwarts para o Torneio do Olheiro Mágico o professor já havia partido. Poucas horas depois adormeceu, sua ansiedade de retornar à Hogwarts estava mais à tona do que nunca, algo lhe dizia que mesmo com o perigo do retorno de Voldemort e seus comensais, teria um ano cheio de maravilhosas surpresas.

_Harry! Harry! - a voz de Lupin o chamava dando toques na porta - Acorda!
_Tudo bem, tudo bem, estou de pé! - Harry disse se levantando naquele momento.
Poucos minutos depois já adentrava na cozinha aonde Lupin com uma mala não muito grande tomava um café apressado.
_A maioria dos meus pertences já foram para Durmstrang, aqui só há alguns objetos muito valiosos que não confiaria à ninguém.
Harry apanhou uma torrada, os cabelos ainda muito desarrumados.
_Ah, professor, quero dizer, Lupin, o senhor vai à Hogwarts para o Torneio?
_Provavelmente, como o Torneio exige muitas habilidades, três professores estão autorizados por escola a irem. Feitiços, Transfiguração e Defesa Contra as Artes das Trevas.
Sirius entrou na cozinha, parecendo extremamente sonolento.
_Remo porque a demora deveria ter ido há uns sete minutos.
Lupin apanhou um relógio dourado de bolso dentro de seu casaco e consultou, seus olhos se arregalaram, ele largou a xícara de café e apanhou sua mala, se levantou da cadeira em que estava sentado diante de uma grandiosa mesa de madeira que atravessava a cozinha e olhou ao redor.
_Muito atrasado, Harry até o Torneio, Sirius nos vemos no natal espero.
_Sim Remo.
Lupin no momento seguinte aparatou num estralo baixo.
_Harry não poderei acompanhá-lo até King’s Cross, mas tenho a certeza de que sabe o caminho.
_Acho que sim.
Meia hora depois Harry apanhava o turbulento Nôitibus Andante e com Edwiges ao ombro saia rumo à King’s Cross. Poucos minutos depois chegava a um local aonde muitos alunos se aglomeravam, excitados.
Continuando seguiu o costumeiro caminho e chegando ao local de sempre se aproximou com suas malas em um carrinho para atravessar o pilar entre as placas das plataformas nove e dez.

Havia quatro tendas espalhadas num terreno que lembrava um campo de futebol e bem ao centro desse terreno um brasão com os quatro animais símbolos das casas de Hogwarts.

_Corvinal por aqui! - uma voz chamava próxima a Harry . Assim que se virou, avistou o Prof.Flitwick sob uma carruagem alta parecendo um pássaro que acabara de pousar ali. Ele chamava os alunos de Corvinal para assumirem um lugar nas carruagens azuis e prateadas que estavam debaixo de uma tenda de vários metros tanto de comprimento quanto de altura, completamente azul.
_Grifinória aqui! - chamava a Profa.McGonagall defronte a uma tenda aonde havia carruagens vermelhas e douradas embaixo de uma tenda tão grande quanto à de Corvinal, de cor vermelha.
_Lufa-Lufa! - a Profa.Sprout, por sua vez, chamava diante da tenda de sua casa, aonde haviam carruagens negras com detalhes dourados embaixo de uma tenda de cor amarelada.
_Sonserina, por favor! - um homem de cabelos louros e muito despenteado com vestes simples, de segunda mão chamava em frente à tenda de Sonserina. Uma com carruagens verdes com detalhes prateados sendo abaixo da tenda verde.
_Potter, Patil, se apressem! - Minerva chamou parecendo aborrecida.
_Harry! Harry! Aqui. - uma voz conhecida chamava.
Harry olhou para o local da onde vinha a voz e foi seguindo pelos corredores de carruagens até alguém o chamar novamente.
_Harry aqui, vem logo! - Se virando em meio aos alunos pode ver figuras conhecidas.
Rony estava ali perto, Fred, Jorge, Gina, Hermione, Lino e Neville também. Logo se apressou a se juntar a eles.
_E ai?
_Como vai Harry? - Gina logo perguntou.
_Bem, diferente tudo isso não.
Uma sirene tocou.
_Vamos, devemos entrar. - Hermione olhando para Harry e dando um sorriso falou. Tudo ali parecia acontecer em uma velocidade muito acima da normal.
Todos foram adentrando a carruagem, Harry porém, se manteve imóvel.
_O que foi, vem logo. - Rony lhe disse.
_Como vai caber todos nós ai?
_Ah Harry, essas carruagens são como as barracas da copa mundial, cabem muito mais do que aparentam.
_Aqui - disse Hermione pegando sua varinha e apontando para as malas. - Colloportus!
As malas flutuaram.
_Sumus!
Elas desapareceram. Harry desviou um olhar surpreso à amiga e antes que pudesse perguntar aonde levara suas malas, ela respondeu.
_Junto com a de todos nós, agora vem.
Harry se adiantou para a carruagem que tinha degraus para subir e quando entrou ficou diante de uma sala espaçosa e confortável, aonde todos poderiam se acomodar perfeitamente.
_Acho que Dumbledore poderia manter essas carruagens, são bem mais confortáveis que as cabines do expresso - Neville se sentando num dos sofás da sala comentou, olhando ao redor maravilhado.
_Então, já souberam? - Harry disse a Rony e Hermione que estavam andando pela sala.
_O que? - Hermione indagou já parecendo preocupada.
_Lupin vai dar aula em Durmstrang.
_Já sabíamos - os dois em uníssono disseram.
_Sabe Harry, assistimos ao Comitê - Jorge revirando uma sacola que trouxera falou.
Outra sirene tocou do lado de fora e as carruagens começaram a se sacudir.
Harry olhou por uma das janelas e viu grandes cavalos brancos liberarem suas asas brancas e partirem em vôo. Eram as carruagens de Corvinal.

_Quem é aquele homem com a Sonserina? - Lino indagou olhando por uma janela enquanto estava sentado no mesmo sofá que Neville e Gina.
_Thomas Wrenday’s - Hermione respondeu - Ele veio daquele Instituto Bounstouns da Irlanda, vai ficar no lugar do Snape.
_Acho que posso aprender poções este ano - Neville murmurou, odiava poções não só por ser uma matéria realmente difícil mas também por Snape sempre o humilhá-lo em frente a toda classe diante de seus fracassos.
_Harry - Hermione sussurrou após ter a certeza de que Rony estava bem distante.
_O que foi?
_Você acha que agora que o Fudge não apóia o Dumbledore e não acredita que Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado voltou, tudo vai ficar mais difícil?
_Não, mas porque você pensou isso?
_Ah, porque, esse torneio em Hogwarts vai envolver muitos bruxos desconhecidos, e Fudge pode querer através de algum se intrometer nos negócios do Dumbledore ou até querer ter mais poder sob a escola.
_Mas Dumbledore não deixaria.
_Dumbledore tem muito poder Harry, mas ele não tem mais que o ministro e não poderia impedir uma decisão errada de Fudge se isso chegasse a acontecer.
_Qual é o teu medo principal?
_Que Fudge chegue a perseguir você através de um bruxo que ainda desconhecemos e faça coisas que possam ser perigosas, ele pensa que você enlouqueceu, está criando histórias só para ter mais fama, ele pode ter uma decisão errada sobre o seu destino.
_Ele não poderia Hermione! - Harry falou no mesmo instante.
_Só peço para que tenhamos cautela em conversarmos com bruxos que finjam serem nossos amigos, você tem que ter cautela principalmente.
_Eu vou ter Hermione, vou ter.
Como Rony vinha se aproximando fingiram que não estavam conversando e disfarçaram a tempo.
_E então Harry, vai se inscrever no Olheiro?
_Hum, que?
_No Torneio do Olheiro, precisa de dezesseis anos para poder se inscrever.
_Ah, não sei, nunca me interessei por Torneio algum.

Várias horas se passaram e diante do céu negro visto pelas janelas, Neville, Gina e Lino adormeceram, acordados duas horas depois por Hermione enquanto a carruagem deles passava muito acima do vilarejo de Hogsmeade.
Logo que Gina se espreguiçou e finalmente acordou de uma vez, houve uma pancada como se algo tivesse atingido a carruagem por baixo, Hermione soltou um gritinho de susto, Rony olhou para todos com os olhos saltados.
_O que foi? - Jorge perguntou ficando de pé.
No momento seguinte a carruagem começou a perder velocidade e também a tombar, estavam descendo.
_Ah, cadê, cadê os cavalos, ONDE ESTÃO OS CAVALOS! - Rony olhando pela janela que dava vista para os cavalos berrou.
_Estamos caindo! - Hermione exclamou olhando pela janela.
_Mas estamos em Hogsmeade ainda! - Neville disse em voz alta, muito assustado.
_Vamos ter que parar isso! - Harry apanhando sua varinha disse.
_Como? - Fred sibilou.
A carruagem deu uma tombada mais brusca e caiu ainda mais veloz.
_As varinhas, peguem as suas varinhas, peguem vamos, peguem!
Todos pegaram as varinhas, não tirando o olhar de Harry.
_Aqui, apontem elas pro chão!
Todos apontaram confiando no que Harry iria fazer.
_Hermione qual é o feitiço de levitação mais forte? O melhor para coisas realmente pesadas?
_Hum, Colloportus!
_Todos, juntos, vamos usar o Colloportus e com muita sorte não morremos.
_Sorte! - Rony repetiu incrédulo - Que maravilha não!
_Vai, quando disser três - todos olharam para o chão atentos a contagem - Um...dois três! Vai!
_COLLOPORTUS! - todos berraram e oitos jatos amarelados foram até o chão e a carruagem brecou com brusquidão. Todos caíram no chão rolando e antes que pudessem se recompor, a carruagem começou a cair de novo.
_Vamos, de novo, se segurem! Vai, um...dois...três! VAI!
_COLLOPORTUS!
Oito jatos voaram até o chão e a carruagem novamente brecou com brusquidão, dessa vez ninguém rolou pelo chão, todos estavam segurando em algo com total força.
_Vamos manter o feitiço até chegarmos ao chão - Harry vendo que os altos telhados das lojas de Hogsmeade já estavam aparecendo pelas janelas disse.
Poucos segundo depois já estavam pousando em frente à Zonko´s: Logros e Brincadeiras.
_Valeu galera! - Fred extremamente aliviado falou.
Neville abriu a porta da carruagem e foi o primeiro a sair, suas pernas bambas e sua boca trêmula.
_Estão bem? - Minerva se precipitou até a carruagem para perguntar, vendo que todos desciam completamente bem sorriu e falou: - Dez pontos para cada um de vocês! Uma boa demonstração de feitiços.
_Obrigada - Hermione murmurou.
_Nossa - Gina exclamou e todos a olharam. Estava observando algo que Harry ainda não reparara. Todas as carruagens da Grifinória estavam em pedaços por todos os lados de Hogsmeade, um grupo de alunos muito machucados vindo da direção sul do vilarejo.
_Todas estão destruídas? - Rony perguntou à Minerva.
_Somente duas que não.
_Professora, o que aconteceu?
_Alguém enfraqueceu as rédeas dos cavalos, várias carruagens foram atingidas por raios e outras que foram tanto atingidas quanto tiveram seus cavalos soltos.
_Professora, e agora, como vamos chegar à Hogwarts? - um menino de cabelos negros arrepiados e olhos verdes se aproximando de Harry perguntou.
Gina e Hermione trocaram olhares ansiosos.
_Não temos como voltar à Hogwarts, o expresso está interditado e creio que não há nenhuma passagem que ligue.
_Professora, se me permite - Hermione avançou até ela e o garoto que a acabara de reparar.
_Claro Srta.Granger.
_E se enfeitiçássemos uma das duas carruagens que estão inteiras para que alguém dê o recado aos outros, poderiam nos ajudar.
_Sim, uma boa idéia. Potter, Weasley, Remo, Granger, vocês vão para Hogwarts e passem o aviso ao Prof.Dumbledore.
Todos balançaram a cabeça em sinal positivo.
_Colloportus! - Minerva enunciou apanhando sua varinha e a apontando para a carruagem que fora de Harry e os outros. - Vão, sem demoras, por favor, temos muitos feridos.
_Tudo bem - Hermione concordou após ver todos os alunos de Grifinória, a maioria sangrando, em frente a entrada do Três Vassouras.
Minutos depois a carruagem estava pousando nos terrenos de Hogwarts, onde as de Sonserina, Lufa-Lufa e Corvinal já estavam.
Harry e todos rapidamente saltaram da carruagem sob os olhares curiosos dos alunos, Dumbledore que estava defronte à entrada do castelo logo se apressou.
_O que houve?
_As carruagens senhor - o garoto de cabelos arrepiados disse. - Cairam em Hogsmeade, enlargueceram as rédias dos cavalos e também atiraram feitiços em outras, estão todos lá.
_Feridos? - Dumbledore perguntou rápido.
_Parece que sim - Harry respondeu quase de imediato.
_Prof.Flitwick, se aproxime por favor.
O miúdo professor saiu de perto dos alunos de Corvinal e rumou em direção à Dumbledore.
_Sim.
_Professor, por gentileza, peço que tenha a bondade de levar suas carruagens até Hogsmeade, os alunos de Grifinória o estarão esperando.
_Ah sim, imediatamente.
Dumbledore se virou para os alunos e o silêncio se fez.
_Para dentro, está tudo bem. - e então se voltou para Hermione e os outros - Se acomodem, seus amigos ficarão bem, obrigado.
Quinze minutos depois, os alunos de Grifinória entravam pelo salão sob todos os olhares possíveis, até mesmo a Profa.Tany-Tanie que era uma bruxa alta se levantou para poder enxergar melhor.
_Profa.McGonagall, Prof.Flitwick, ajudem todos a chegarem à enfermaria, Papoula já foi avisada - Dumbledore se pondo de pé pediu, sua expressão facial muito séria.- Devo imaginar...
Os cochichos e ruidos cessaram, todos olhavam para Dumbledore agora.
_Que a seleção deste ano tera um atraso, felizmente o culpado pela queda das carruagens de Grifinória foi descoberto nas dependências de Hogwarts, o Prof.Tolkien teve a grande eficiência de achá-lo ainda muito perto daqui. Filch traga-o por favor.
Filch no mesmo instante abriu a porta e dois bruxos entraram salão adentro. Um muito jovem e bonito, de cabelos negros despenteados e olhos verdes, pele muito branca, e preso sob um encantamento desse bruxo, um de vestes negras e cabelos e olhos muito negros também, com sangue em suas vestes.
_Deixe-o - Dumbledore disse assim que os dois bruxos atingiram o centro do salão em meio as mesas de Grifinória e Lufa-Lufa - Muito obrigado Prof.Tolkien.
_De nada Alvo.
O bruxo de olhos verdes guardou sua varinha e rumou para a mesa dos professores.
_Ele parece ser bom - Hermione sussurrou para Harry.
_É, parece.
Logo que Tolkien assumiu o seu lugar no que geralmente era dos professores de Defesa Contra as Artes das Trevas, o bruxo de vestes negras saiu a correr, sendo que a porta de entrada do salão estava aberta e somente Filch poderia impedi-lo.
Dumbledore fez um gesto com as mãos e as portas se fecharam no mesmo instante.
_Feitiço inaudível - murmurou Hermione.
_O que? - Rony perguntou não entendendo.
_Feitiços que são produzidos sem serem ditos, somente com a mente, Dumbledore é um dos poucos que conseguem.
Harry e Rony estariam interessados nos feitiços inaudíveis se ali do lado deles, um bruxo não estivesse encurralado sob o olhar de Dumbledore.
O bruxo que olhava para os lados buscando uma saida saiu a correr por uma aonde levava ao corredor do primeiro andar.
Dumbledore deixou seu posto de trás da mesa dos professores e caminhou até o centro do salão sob o olhar de todos.
Parado e calmo, ele elevou sua varinha e em outro gesto o bruxo caiu, sendo arrastado até seus pés. Assim que ficaram cara-a-cara, o outro bruxo berrou:
_Accio!
Uma varinha voou do bolso de Tolkien até a mão do bruxo e ele a pegou no ar com velocidade.
_Avada Kedavra!
Várias garotas soltaram gritinhos de apavoramento, a maioria sabia que aquela era a maldição mortal.
Harry pensou que Dumbledore iria conjurar algo, porém, ele apenas rodou sua capa desaparecendo e fazendo com que o feitiço esplodisse no chão, deixando uma grande mancha negra. Dumbledore reapareceu ali poucos segundos depois.
_Crucio! - o bruxo enunciou.
_Não estou disposto a duelar em meu próprio castelo! - Dumbledore disse calmo.
O jato dourado que saiu da varinha do bruxo foi dissipado por uma barreira prateada rapidamente produzida.
_Accio varinha!
A varinha do bruxo foi até a mão de Dumbledore que a pegou:
_Prof.Tolkien.
E jogou para Tolkien que a segurou.
_Vai para Azkaban - Dumbledore disse - Mas antes terá de me contar o porquê de querer matar meus alunos.
_Não direi - o bruxo gritou - Não pense que lhe obedecerei como esses alunos idiotas!
Embora encarasse Dumbledore, suas palavras saiam temerosas.
_Repito, porque quis matar meus alunos?
O bruxo saiu a correr até a porta, bateu na tentativa inútil de abri-la e se virou para Dumbledore que continuava no centro do salão, parado, o olhando.
_Tem certeza que não me dira? - indagou, sua voz muito calma
_Não seu velho idiota, seu estúpido, pensa que pode me influenciar, pode me matar, mas jamais trairei ao lorde, ao meu lorde, não sou como vocês que traem, sangues nojentos.
Todos tinham a certeza de que o bruxo tinha muito mais a dizer, porém sua voz desaparecera, seus olhos haviam encontrado Harry.
_Ora, ora, Potter, mas que grande chance.
Dumbledore continuou quieto, muitos agora olhando de Harry para o bruxo.
_Accio varinha! - o bruxo apontou sua mão para uma menina da Corvinal e a varinha atravessou o salão até parar na mão do bruxo, Dumbledore se manteve parados.
_AVADA KEDAVRA! - o bruxo berrou apontando a varinha para Harry e no mesmo instante um raio verde disparou rumo a Harry.
Seus olhos arregalaram de supresa, antes que fosse atingido pela maldição, Dumbledore apanhou sua varinha e com um movimento puxou Harry para fora do jato verde fazendo com que o raio explodisse no banco próximo à Hermione.
_Já basta! – Dumbledore se impôs - Accio! - a varinha da menina voô até sua mão, ele a jogou para a dona e se voltou para o bruxo parecendo um pouco furioso agora - Encarcerous! - sete jatos negros atravessaram o salão e atingiram o bruxo, fazendo-o ficar preso em cordas de fogo - Prof.Thomas, Veritaserum por favor!
Thomas deixou a mesa dos professores apressado e rumou para o corredor que levava as masmorras.
_Levicorpus! - Dumbledore enunciou mudando o bruxo para defronte a mesa dos professores.
Thomas voltou pouco tempo depois.
_Aplique!- Dumbledore disse.
Thomas apanhou sua varinha e com um toque na boca do bruxo a abriu colocando a poção depositada em um frasco. Todos olhando apreensivos agora, Harry ainda com o coração acelerado.
_Quem é você? - Dumbledore perguntou, o bruxo se contorceu.
_Jolie Jorkins.
_Irmão de Berta Jorkins?
_Sim.
_Porque tentou matar meus alunos?
O bruxo se recusou.
_PORQUE TENTOU MATAR MEUS ALUNOS?!
_O lorde disse que era necessário, se possível, Harry Potter.
Uma onda de cochichos preencheu o salão.
_Silêncio - Dumbledore em voz baixa ordenou e todos se calaram. - Você é um comensal da morte?
_Não, não estava pronto ainda.
_Há mais algum comensal da morte que recebeu uma ordem com relação a minha escola?
_Não.
_Aonde está Lorde Voldemort?
_Não sei.
_Aonde está Lorde Voldemort?
_Não sei.
Infelizmente o bruxo estava dizendo a verdade, ele não sabia o paradeiro de Voldemort.
_Filch, envie uma carta à Azkaban, diga que temos um comensal que será levado ainda está noite.
_Certamente - o zelador disse e juntamente com sua gata, Madame Nora, saiu muito apressado rumo ao corredor que Harry sabia que levava ao corredor do seu quarto.
_Levicorpus! - Dumbledore dessa vez colou o bruxo num canto do salão, as cordas de fogo ainda o prendendo. Logo em seguida, o diretor se virou para o salão principal - Pois muito bem, para o inicio do ano letivo, seremos presenteados com a mais nova canção do Chapéu Seletor...
Um banquinho de madeira surgiu de uma pequena chuva de pó brilhante como a do Comitê e o Chapéu Seletor apareceu diante de todos, o rasgo junto à copa se escancarou e assim teve inicio a sua mais nova canção:

Há mil anos ou mais, eu era feito e
julgado por quatro guerreiros insuperáveis
eles me disseram, a frieza em seus olhares:
Das charnecas somente viverão os valentes de Grifinória
Das ravinas somente os inteligentes serão de Corvinal
Das planicies somente estarão os audaciosos em Lufa-Lufa
Dos brejais somente os orgulhosos serão de Sonserina
Cujos nomes surpreendentes por fama me exclamaram:
o corajoso Gryffindor das charnecas mais perigosas
o bonito Ravenclaw das ravinas mais belas
o esperto Hufflepuff das planicies mais formosas
o sedento Slytherin dos brejais mais obscuros
De os quatro unidos, mostrar há bruxos e bruxas
a arte de uma magia desconhecida
uma esperança, diziam,
foi então que a maravilhosa Hufflepuff criou Lufa-Lufa
aonde somente aplicados e duelistas de grande porte sobreviveriam
Dos orgulhosos e ambiciosos por poderes superiores
Slytherin os colocou em Sonserina
Os inteligentes formaram a grande casa de Ravenclaw, Corvinal
Para os corajosos que desejavam fortes emoções,
Grifinória, a casa de Gyffindor seria a casa para morar
Com um único objetivo, eles conseguiram
educar jovens bruxos e foi desde então
que sou colocado em suas orelhas para separá-los
receio que tudo já feito não dure por mais tempo
os criadores iriam me alertar
que Hogwarts já não tem sua força de antes
e que como eles algum dia ruiram
seremos testados a ruir
enfrentarei sua valentia, tocarei seu coração
e direi a casa merecedora de sua admissão!

Sob uma prolongada surra de palmas, o salão prabenizou a canção do chapéu.
_Muito bem, muito bem! Ótima canção Seletor, agora, a seleção por favor.
Durante vários minutos os calouros trêmulos foram ssumindo o banquinho enquanto a Profa.McGonagall chamava seus nomes. Assim que Bortto, Ignácio assumiu seu lugar na mesa de Sonserina, Dumbledore se pôs de pé novamente.
_Bom banquete. – E então extendeu seus braços e as quatro mesas se fartaram em comida.

Poucos minutos após, Cornélio Fudge e dois aurores adentraram pelo salão e se dirigiram para a mesa dos professores aonde Dumbledore jantava.
_Alvo, onde está? - Fudge perguntou com agressividade.
Dumbledore extendeu sua mão direita e apontou para o bruxo no canto do salão, Fudge e os dois aurores olharam.
_Dumbledore será que poderiamos conversar, mas não aqui. - Fudge mantendo seu tom agressivo disse.
_Pois lhe darei pouco tempo dessa noite para falarmos, agora leve o Sr.Jorkins para Azkaban, lhe enviarei uma mensagem dizendo que poderemos conversar, esta noite tenho muitos assuntos para resolver.
_Mas que assuntos, o que poderia ser mais importante do que esse bruxo, que supostamente é um Comensal da Morte.
_Lhe direi tudo esta noite, agora leve-o Ministro.
_Está bem - Fudge sabendo que não adiantaria insistir falou - Dom, Kleane, levem-o.
Uma hora se passou da saida de Fudge e assim que Dumbledore percebeu que todos já estavam satisfeitos se levantou novamente e o silêncio se fez.
_Um torneio - começou ele - Gigantesco diria, com muitos perigos e muitos desafios. Quatro tarefas distintas, bruxos de vários cantos do mundo, tarefas abertas ao mundo bruxo e uma estimativa tão grande quanto à copa mundial de quadribol. Receberemos bruxos de diferentes línguas, cinco escolas de todo o mundo juntas no maior torneio de toda a história, provas que poderão durar dias ou segundos, algo surpreendente nos aguarda este ano e diante de algo tão grandioso, já posso adiantar alguns poucos detalhes. Diferente do Tribruxo, o Olheiro recebera em suas tarefas um representante de cada escola, a mudança deve-se que cada escola podera escolher até quatro bruxos, um para cada tarefa, porém devo imaginar que nenhuma escola fara isso. Nenhuma além de Hogwarts. Juntamente com os professores, foi decidido enre nós que cada casa tera seu representante. Cada casa devera escolher seu representante e através do Chapéu Seletor ser designado a tarefa que participara. O objetivo do torneio do Olheiro pode ser dividido em dois, o primeiro é ser o bruxo de maior pontuação, no caso de Hogwarts, o que melhor for dentre os quatro, apanhar a taça do Olheiro, recebera assim, dois mil galeões...
Cochichos preencheram o salão, o prêmio era o dobro do Tribruxo.
_O segundo objetivo do torneio é o que leva ao nome, Olheiro significa um bruxo que ficara em todas as tarefas observando os campeões e futuramente lhes garantido excelentes empregos conforme as habilidades mais destacadas nas tarefas. O torneio do Olheiro que ocorre de década em década revelou grandes nomes da bruxaria atual, a magnifica escritora de livros de Feitiços Miranda Goshawk, o nosso Ministro Cornélio Fudge, a nossa diretora da Acadêmia de Beauxbatons, Madame Maxime e posso revelar que participei do Torneio do Olheiro também. Um só campeão poderá ganhar os dois mil galeões e se, por exemplo, ele tiver habilidades no quadribol, podera ser indicado a um grande time nacional já para o próximo campeonato. Devo adverti-los que a idade minima para se inscrever no Torneio é de dezesseis anos, os alunos interessados deverão procurar os diretores de suas casas e se inscreverem. Também devo deixar claro que receberemos algo muito grande em nossa escola e que todos os sistemas de segurança foram reforçados, portanto o Sr.Filch pediu para que não tentem causar nenhum tipo de tumulto porque ele de imediato ficara sabendo o causador, também me pediu para dizer aos alunos do primeiro ano que é extremamente perigoso e está proibido andar na Floresta Proibida.
Um novo recado antes de vocês receberem seus horários de aulas, o nosso corpo docente recebeu algumas mudanças. Para assumir o cargo de professor de Defesa Contra as Artes das Trevas, o professor campeão do Comitê, Prof.Tolkien Jolie Remo!
O mesmo bruxo de olhos verdes e cabelos negros despenteados que trouxera o Comensal da Morte se pôs de pé, dando um sorriso sob uma tempestade de aplausos e assobios das mesas.
_Obrigado Prof.Tolkien - Dumbledore disse e o silêncio retornou - Para assumir o nosso cargo de Estudo dos Trouxas que foi por trinta e três anos da Profa.Jiny, tenho o imenso prazer de anunciar que recebemos a professora que nos garantiu a vitória no Comitê, Profa.Tany-Tanie.
Uma bruxa alta, de vestes roxas muito bonitas, olhos azuis e já aparentes rugas nos olhos se levantou e sob uma nova tempestade de aplausos foi recebida.
_Excelente, excelente, bom, o Prof.Snape foi impedido pelo nosso Ministro Inofins Fudge de retornar a nossa escola e tenho o prazer de anunciar que o Prof.Thomas ficara em seu lugar daqui para frente.
Diferente de Sonserina, o Prof.Thomas que parecia ser um homem tímido foi recebido com aclamação pelas outras três casas, nem mesmo Tolkien recebera tal ovação.
_Muito bom professor - Dumbledore continuou em meio aos assobios e palmas - E para fechar nossas admissões no corpo docente teremos a Profa.Skeeter assumindo a matéria auxiliar de Controle da Magia, que será adicionada este ano devido aos exames escolares que poderão num possível sucesso dar uma bolsa de estudos muito cobiçada. As aulas de Controle da Magia serão sempre depois dos expedientes e está matéria de acordo com o Ministério se torna tão necessária quanto as outras, portanto, será obrigatória, porém, somente por este ano.
O fantasma de Lufa-Lufa, Fradinho Gorducho levou sua mão ao alto, como se estivesse em uma aula e perguntou:
_Profa.Skeeter quer dizer, Rita Skeeter?
_Ah sim, a Sra.Rita Skeeter não está mais no Profeta Diário, soube por fontes muito seguras que ela lecionava Controle da Magia na Delegação Durmstrang muito antes de assumir Jornalismo, possuindo assim grande experiência.
Pela segunda vez naquela noite, cochichos diante das revelações de Dumbledore varreram o salão e ele somente num olhar fez com que tudo voltasse ao normal.
_Acho que tudo já foi dito, peço para que os monitores chefes entreguem os horários e para que os monitores ajudem os primeiros anistas a chegarem as suas salas comunais, Boa noite à todos.
Como todo novo monitor era escolhido no quinto ano, Grifinória recebera Lilá Brown e Lino Jordan. Sonserina recebera Pansy Parkinson e um garoto esquisito chamado Liam Panttinson. Na Lufa-Lufa, Susana Bones e Ernesto McMillan, Corvinal, Terêncio Boot e Emilia Watinson.
Assim que Murilo Gamboni, monitor chefe da Grifinória se aproximou para entregar os horários aos quintanistas, Rony apanhou o seu e foi diretamente na segunda-feira, torcendo para ter Defesa Contras as Artes das Trevas.

Segunda-feira

9h.Trato das Criaturas Mágicas
10h.Feitiços
11h.Adivinhação
almoço
13h.Defesa Contra as Artes das Trevas
14h.Transfiguração
15h.Estudo dos Trouxas (opicional)

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