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36. Separando o trio de ouro


Fic: Os Sete Desafios


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Há quanto tempo... Harry Potter!


A voz arrastada e tenebrosa de Voldemort ecoou às suas costas.


-Acho que temos algumas contas à acertar agora moleque!


Uma névoa translúcida se formava ao seu redor, o céu escurecia gradualmente e o vento tornara-se ruidoso e mais frígido do que se poderia esperar de uma manhã no meio do outono em solo Galês. Os seus pés doíam, esmagados impiedosamente contra o solo, mais pareciam serem tragados pelo chão.


Voldemort se aproximou e seus olhos rubros brilhavam de forma cruel, um espectro de um sorriso sádico surgiu nos lábios finos e doentios do senhor das trevas. Com cuidado, o soberano do mal estudava o garoto que um dia sobreviveu à maldição da morte e o levara a essa condição escrutável na qual se encontrava. Harry Potter contorcia-se aos seus pés e poderia fazer dele o que bem desejasse.


-Não vais encarar teu inimigo nos olhos... Harry Potter?


Perguntou com a voz transbordando ironia. O moreno desesperou-se não conseguia mover-se, respirar provou-se uma verdadeira tortura, seus ossos estavam congelados, pressionados por uma onda de magia negra poderosa, seus sentidos sendo engolido aos poucos pelas lembranças mais dolorosas de seu passado, quase como estar diante de centenas de dementadores e ter dez varinhas apontadas em sua direção lançando contínuos cruciatus sob sua pele.


-Covarde!


Sibilou Harry furioso, Voldemort estreitou os olhos e apontou a varinha em sua direção.


-Dolus inffindus!


Harry engoliu em seco fechando os olhos com força, levou uma das mãos ao rosto numa tentativa de desviar a maldição de seu alvo final, a cicatriz, porém surpreendeu a si mesmo quando uma barreira invisível formou-se diante de seu braço repelindo o feitiço lançado por Voldemort.


Ofegante o grifinório não pode ignorar a expressão espantada do senhor das trevas, que tomado pela raiva lançou inúmeras maldições em sua direção. O moreno mal teve tempo de levantar-se e jogou o corpo novamente contra o chão arrastando-se para fugir.


Harry sabia que a cada segundo que se permitia subjugar, ficava mais fraco, desesperadamente concentrava-se no que aprendera com Snape em suas traumatizantes aulas de oclumência, mas a tensão daquele momento o sufocava e o ódio de Voldemort o estava deixando louco.


-Quem é o covarde agora? Mostre-me mais do que está escondendo moleque!


O grifinório sentiu o sangue tomar sua garganta e escapar por sua boca. Voldemort o estava testando, descobrindo seus limites, iria brincar com ele até satisfazer sua ira e arrancar dele todas as respostas que desejava desde a dramática noite no ministério quando enfrentara Dumbledore e ao final não conseguira levar a profecia.


-Não sou eu que escondo raízes trouxa Riddle!


Provoca o moreno numa tentativa de desviara a atenção de Voldemort da profecia. Precisava proteger sua mente e ao mesmo tempo encontrar um meio de fugir da cilada em que se encontrava agora. Maldição, era difícil ter que usar seus limites de energia para enfrentar Voldemort sem a mente estrategista de Rony e sem a inteligência de Hermione.


O senhor das trevas rosnou em desgosto absoluto antes de apontar sua varinha para Harry novamente.


-Maldito moleque!!! Como ousas? Riddle está morto! MORTO como seus pais!!! Dilacerous!


Inúmeros cortes espalhavam-se pelo corpo do grifinório, dilacerando sua pele, queimando seus músculos e causando dores inimagináveis ao escolhido. Os gritos de Harry ecoavam fantasmagóricos e sombrios entre os vales e precipícios que os cercavam.


-Droga!


Resmungava ofegante Harry. Caíra na armadilha mais estúpida que já conhecera, permitiu que sua raiva o cegasse e o impedisse de fazer que realmente era preciso, salvar Rony. Amaldiçoou-se mentalmente, se tivesse seguido em frente com Dobby e tivesse alertado Tonks e Remus isso não teria acontecido! Raios, se Hermione estivesse com ele com toda a certeza ele teria feito as coisas de outra forma, sem margens para erros tão abomináveis como esse!


Arrependeu-se no instante que seus pensamentos alcançaram Hermione. Se ele estava vulnerável, ela estaria dez vezes pior, precisava fugir daquele lugar o quanto antes. Estava irremediavelmente perdido, sem uma varinha, sem forças para contra-atacar o senhor das trevas, de joelhos diante do monstro que tornara a sua vida um inferno.


-Não me obrigue a matá-lo antes do tempo Potter!


Ameaça Voldemort levitando o corpo de Harry no ar até deixá-lo frente a frente de seus rostos, os pés do grifinório já não tocavam mais o chão.


-Não vai fazer diferença! Não tenho nada a acertar com você!


Praticamente cuspia as palavras o moreno, a repugnância explodindo em cada uma das suas palavras.


-Tens uma única chance de escapar Potter, vamos, faça-nos um favor e diga o que continha na profecia!


Falava Voldemort numa calma perigosa, seus olhos penetrando a alma de Harry, buscando as respostas que tanto desejava.


-Nada! Não havia nada!


Responde teimosamente o moreno, levando Voldemort a rugir como um monstro fora de si. Com um movimento ágil de sua varinha, jogou o corpo de Harry com força contra o chão, os óculos do garoto quebraram-se e foram arremeçados longe do alcance do grifinório.


-Vamos moleque! Sabe muito bem que tenho Hogwarts em minhas mãos! Não tens mais Dumbledore para socorrê-lo... se ainda deseja que seus amiguinhos permaneçam vivos é melhor começar a falar!


Vociferava Voldemort e uma corrente mágica pesada, escura e muito perigosa emanava pelo ar, tornando a névoa numa densa camada de ar condensado ao redor dos dois.


-Eu... já disse... que... Não sei... de nada!


Começa Harry com grande dificuldade em articular suas palavras, estava usando todas suas forças contra a pressão de magia negra que o engolia.


-Assim como também não sabe nada sobre o que Dumbledore e seus seguidorezinhos medíocres procuram não é? Sua mente não é a fortaleza impenetrável que acreditava ser moleque eu ainda posso ver através de você!


Ameaça novamente o senhor das trevas sondando os pensamentos conflituosos do grifinório.


-Até quando vai continuar com esse joguinho estúpido Riddle? Não vou dizer nada!


Harry surpreende Voldemort o chamando pelo nome trouxa que tanto detestava num claro desafio ao bruxo das trevas. O grifinório ignorou a dor lacerante que percorria seu corpo e colocou-se de pé, sem os óculos, sem varinha, apenas com a sua determinação de enfrentar o assassino de seus pais.


-Não há jogos! Não há mais nada que me impeça de te ferir Harry Potter!


Anuncia Voldemort fechando os olhos solenemente como se revivesse uma agradável memória.


-Eu matei seus pais, matei sua família trouxa, tirei seu adorado diretorzinho de perto de você e tenho seus preciosos amiguinhos de Hogwarts em minhas mãos enquanto você não pôde fazer nada para impedir... isso é a realidade moleque! Eu tenho o controle de tudo que preciso para fazê-lo falar! Diga-me a profecia... AGORA!


Continua Voldemort sem mover-se um único milímetro do lugar. Harry trincou os dentes e fechou as mãos em punhos ferozes, ele sabia que tudo isso era parte do plano de Riddle em tentar intimidar ele, em fazê-lo perder a cabeça e partir para cima do inimigo cego pelo ódio.


-Quero ver você me obrigar a fazer isso!


Gritou Harry fervorosamente antes de respirar fundo e pular no precipício atrás de si. Sem que ninguém percebesse uma ondulação cintilante se formou no ar, uma pequena ave de asas coloridas acompanhava a queda livre do grifinório antes de desaparecer com ele numa explosão de fogo e luz que limpou quaisquer vestígios de magia das trevas daquele local.


.....................Lily Potter........................


Luna assistia horrorizada Jason Stuarts ser cruelmente torturado pelas mãos do lobisomem Greyback, o comensal deliciava-se com cada ferimento profundo e sangrento que causava no garoto, enquanto seus gritos de dor e agonia ecoavam no interior da sombria floresta proibida.


-Quero que implore que eu o mate Stuarts... ou ainda pior... quero que implore que complete a maldição e o transforme num lobisomem de verdade!


Provocava Greyback entre risadas sarcásticas. Sentindo as pernas ficarem fracas a corvinal conseguiu soltar-se das mãos dos demais comensais apenas para cair de joelhos no chão sem desviar os olhos de Jason.


As lágrimas invadiram sua visão, mordeu o lábio inferior com força, não tinha como ajudar lufa-lufa, menos ainda como proteger a si mesma do mesmo tortuoso tratamento dispensado ao monitor-chefe a sua frente. Sabia que Jason poderia ter ido embora no instante que a entregara a Greyback, mas o garoto continuou ali, desviando o foco do comensal de Luna para si.


Sentiu os olhos arderem novamente e levou ambas as mãos aos ouvidos enquanto rezava mentalmente para que Harry e Hermione mantivessem Rony e Ginny a salvo de algo tão abominável como que presenciava agora. Merlin sabia que ela não suportaria ver o seu adorado Ronald sofrendo da mesma forma.


Ela sabia também que seus amigos estariam seguros enquanto Pan permanecesse ao lado de Harry, bem como a sabedoria de Hermione ajudaria a encontrar os comensais dentre os alunos de Hogwarts, mas temia pela amiga ruivinha, Ginny, seu temperamento explosivo e seu envolvimento secreto com Draco Malfoy poderia colocar a grifinória em sério perigo.


Draco poderia ter mudado bastante, mas sua família em peso servia ao senhor das trevas. Luna manteve-se a pensar em seus amigos até o momento que ouviu a voz desesperada de Jason implorando piedade a Greyback.


-Parece que finalmente chagamos a um acordo não é?


Escarnecia o lobisomem com um sorriso feroz.


-Eu... imploro... eu quero... eu quero...


Pedia Jason com a voz falhada, a respiração entrecortada e o rosto coberto de hematomas frescos e muito sangue.


-Eu quero... a morte!


Conclui o lufa-lufa levando Luna a gritar absolutamente assustada.


-Não! Não faça isso Jason!!! Você não pode morrer!!!


Gritava a corvinal esforçado-se para levantar e correr ao encontro do moreno, Luna simplesmente se colocara entre Jason e Greyback, batendo com as mãos vazias sobre a varinha do comensal e encarando-o com raiva.


-Vai se arrepender do que está fazendo com ele!


Acusa a menina sem hesitação para espanto do lobisomem e seus seguidores que encaravam  a atitude da menina como uma afronta direta.


-Pelo visto este é  “fogo Weasley”! Muito bravo garotinha... mas se eu não puder me divertir com esse pirralho estúpido... a tomarei em seu lugar!


Anuncia o comensal avançando sobre Luna e a tomando pelo pescoço até tirar seus pés do chão. E jogou-a contra a mesma arvore onde Jason fora atacado no começo, a corvinal abafou os gemidos de dor a sentir seu corpo colidindo contra a madeira irregular e espinhosa daquela arvore.


-Cuidarei da Weasley mais tarde...


Avisa o lobisomem para seus seguidores antes que estes resolvessem ensinar uma lição para a ruivinha por conta própria.


-Mate-me de uma vez!


Vociferava Jason sem conseguir mais manter seus olhos abertos. Arrependera-se irremediavelmente de seguir adiante com a idéia de entregar um Weasley à Greyback. Se fosse mais corajoso teria oferecido a si mesmo para sofrer as conseqüências de seus próprios erros.


-A morte seria um presente para você garoto! Vou fazê-lo um monstro capaz de amedrontar a própria morte!


Revela Greyback pegando sua varinha de onde Luna jogara no chão e apontando para a marca no pulso de Jason.


-Aperire Lupus Maledictum!


Sibilou o comensal e uma explosão de magia primal engoliu o lufa-lufa num grito agonizante de dor, todo seu corpo contorcia-se, seus músculos distendias e sua mandíbula rasgava a pele revelando a formação grotesca de seus ossos quebrando-se e fundindo-se para a transformação completa do garoto através da maldição de Greyback.


-Estão vendo? É assim que nós nascemos e será assim que dominaremos o mundo mágico ao lado do mestre das trevas!


Gritava em êxtase Greyback sendo ovacionado por gritos e rosnados ferozes de seus seguidores.


.......................James Potter............................


-Não vai a lugar algum senhor Malfoy!


Alerta McGonagall lançando um feitiço silencioso na porta da enfermaria impedindo que o sonserino deixasse o local. O loirinho estava fora de si, gritava com seus professores desesperadamente exigindo de Snape sua varinha, já que seu padrinho a tomara dele na primeira oportunidade de evitar que o jovem Malfoy seguisse ao encontro da Weasley.


-Eu preciso encontrá-la!


Sibilava o sonserino apertando as mãos em punhos enquanto encarava furioso a vice-diretora de Hogwarts.


-Tonks enviou dois aurores á caminho da floresta proibida para averiguar a acusação da senhorita Davis! Tenha paciência garoto a ultima coisa que precisamos é mais um dos meus alunos machucados! Deixe que os responsáveis pela segurança façam seu trabalho em paz!


Repreende McGonagall lançando ao Malfoy seu olhar mais aterrador. Draco apenas solta com força o ar de seus pulmões contrariado, voltando-se para Snape.


-Nós dois sabemos o que o Stuart anda aprontando! Se ele machucar Ginevra eu juro que os comensais da morte atacando Hogwarts será a menor de suas preocupações!


Ameaça o loiro entre dentes antes de seguir para o leito de Hermione. O sonserino estava ao lado dela oferecendo algumas poções repositoras de sangue, naquela enfermaria somente ela entenderia os perigos que um envolvimento com Jason poderiam causar e nem ao menos teve a chance de contar à ela o que descobrira sobre Jason e Cho Chang.


O sonserino ainda lançou um olhar desconfiado para Tracey que continuava com a mesma expressão atormentada de quando chegara ali. A menina repetia constantemente as mesmas coisas, como um mantra.


Draco fechou os olhos com força e respirou fundo. Precisava manter-se frio, objetivo, sabia que Cho e Jason estavam envolvidos nisso, sabia que Zabini logo tentaria algo contra o “Trio de Ouro” para provar seu valor à Voldemort...Tracey Davis tentando ajudar Ginny não estava no hall de possibilidades do Malfoy.


O mestre de poções encontrava-se estático, numa expressão sombria e ao mesmo tempo temerosa, ele tinha alguns frascos de vidro na mão contendo uma série de ervas arroxeadas para fazer uma poção para Hermione.


-Do que o senhor Malfoy está falando Severo?


Questiona rigidamente a professora de transfiguração tirando Snape de seus pensamentos.


-Nada realmente relevante professora Minerva! Temo que o choque de encontrar seus companheiros de casa em tal estado tenha afetado o raciocínio do meu jovem afilhado!


Responde na sua habitual voz arrastada e indiferente.


-Não há razão para preocupar-se, cuidarei de Draco mais tarde! Outros alunos precisam de nossa atenção imediata não achas?


Conclui o professor de poções apontando para o leito de Pansy onde madame Pomfrey lançava uma sequência complexa de feitiços restauradores de ossos sobre a menina. A vice-diretora olhou em volta sentindo o coração afundar dentro do peito, Ronald continuava desacordado, assim como Goyle, Tracey tremia e olhava para o nada em estado de choque e por fim Hermione encontrava-se mais e mais apática, perdendo uma grande quantidade de sangue enquanto tossia febrilmente.


“Merlin, só espero que encontrem logo os causadores dessas desgraças antes que Harry o faça... não posso imaginar o que ele faria se encontrar Hermione nesse estado!” pensava a professora balançando negativamente a cabeça.


-Albus, estamos vulneráveis sem você!


Sussurrou McGonagall antes de ajudar madame Pomfrey com os cuidados com Tracey Davis.


..............................Sírius Black.....................................


Harry retornou sem fôlego para a câmara secreta caindo de cara no chão com a pequena e colorida ave de Luna sob sua cabeça. O grifinório levantou-se bruscamente massageando a cicatriz na sua testa com força, como se tentasse descobrir se o encontro com Voldemort momentos atrás era real ou mais uma das aparições do senhor das trevas em sua mente perturbada.


E foi num misto de desespero e alívio que encontrou os cortes que a maldição de Voldemort provocou em seu corpo. Respirou fundo e a forte dor em suas costelas o feriam como a morte. Não tinha dúvidas, Riddle estava atacando com suas armadilhas mais ousadas por que já não conseguia entrar na mente de Harry através da sua conexão. Exausto, o grifinório esfregou o rosto com força, tentando entender como conseguira escapar no ultimo instante.


Céus que idéia absurda fora aquela de se jogar no precipício para escapar de Voldemort? Engoliu em seco imaginando se poderia ter desencadeado um afeito dominó sobre o vínculo que o ligava a Hermione e seus amigos. Olhando e volta, praguejou ao perceber que esquecera os óculos... estendeu a mão no ar irritado.


-Accio Varinha!


Em segundos, a varinha do moreno alcançou sua mão e um grasnar agitado o tirou dos seus devaneios. Era Pan que o chamava.


-Hey... acho que ainda não agradeci pelo resgate!


Diz Harry calmamente tirando o pássaro de seus cabelos rebeldes e o acomodando nas mãos, enquanto fazia um esforço sobre-humano para ignorar a dor espalhada por seu corpo.


-Luna tinha mesmo razão quando disse que era mágico!


Comenta antes de seguir para a saída da câmara, a passos pesados, lentos e dolorosos, estranhando a ausência dos três sonserinos que o atacaram pelas costas.


-Malditos covardes!!!! Dobby!


Chamou o grifinório e assim que o pequeno elfo apareceu, levou Harry e Pan ao encontro de Rony e Hermione na enfermaria. Assim que os pés de Harry tocaram o chão, um bom número de varinhas estavam apontadas para ele. Snape, McGonagall, Madame Pomfrey e Flitwik.


-Ninguém machucar Harry Potter!


Gritou corajosamente Dobby levantando sua pequena varinha e ficando entre Harry e os professors. Foi com um suspiros de alívio que McGonagal reconheceu o filho de Lily e James Potter.


-Em nome dos fundadores senhor Potter, deveria tomar cuidado ao surgir de forma inesperada numa enfermaria!


Repreende a vice-diretora com uma mão pousada sobre o coração, Madame Pomfrey levou uma mão à boca ao notar todos os aparentes ferimentos sobre Harry.


-Esteve numa guerra Potter? Onde arranjou tantos ferimentos?


Questiona a curandeira em tom autoritário.


-Como sempre trazendo problemas por onde passa não é mesmo Potter!


Sibilava Snape ainda apontando a varinha em direção a Harry que simplesmente estreitou os olhos para o mestre de poções em um claro desafio.


-Abaixe a varinha professor Severo!


Reclama McGonagall passando a frente dos professores e arrastando Harry pelo braço até alcançar o leito de Hermione que estava com as cortinas fechadas no momento.


-Nos deu um grande susto Potter... seus amigos estavam desesperados a sua procura e o senhor Weasley afirmou com todas as letras que foram cercados por Zabini, Nott e Crabbe! Isso corresponde à verdade?


Questiona McGonagall severamente ao grifinório que sem hesitar confirma as palavras do seu melhor amigo.


-Não só esses três, mas também encontrei Voldemort há poucos minutos atrás! Hogwarts está em perigo professora, ninguém estará seguro enquanto ele não descobrir o que tem na profecia! Precisamos reunir a ordem!!!


Anuncia Harry ferozmente deixando McGonagall branca como uma folha de papel, aterrorizada com a idéia de Voldemort chegando aos seus alunos, ela estava sem palavras.


 -Professora, é preciso reunir todos os membros da ordem mais rápido possível, ele falou como se nós já estivéssemos cercados!!! Dumbledore não pode ficar longe de Hogwarts!!!


Continua o moreno nervosamente e a vice-diretra apenas balança negativamente a cabeça sem saber ao certo como dizer à Harry que Dumbledore não poderia estar em Hogwarts tão cedo.


-Professora, quero saber como está o Rony!


Insiste Harry até ouvir a voz de Draco Malfoy.


-Vamos Granger! Potter está aqui!


Os olhos de Harry ampliam-se em choque, ignorando qualquer um dentro daquela enfermaria ele quase arranca as cortinas do seu caminho e encontra uma Hermione extremamente frágil acompanhada por um Malfoy muito furioso.


-Até que enfim Potter!!! Como se deixa atingir por um “Tenebri Mortis”??? Sabe que tudo isso vai direto para a Granger!!!


Acusa Draco lançando um olhar fulminante para o grifinório.


-Devia dar graças pelo professor Snape ainda possuir bezoares e raízes de asphoderium para fazer o antídoto!!!


Continuava o sonserino apontando o dedo perigosamente ao rosto de Harry.


-Foi uma armadilha! Uma maldita armadilha para me levar à Voldemort!!! E eu não sabia de nada!


Defende-se o moreno fechando as mãos em punhos ao redor da varinha.


-Você nunca sabe de nada Potter! Então se ainda não ficou claro...é melhor prestar atenção... Se perdemos a Granger, nossas chances de sobreviver dentro de Hogwarts estão reduzidas a ZERO!!! Então pára de fazer idiotices!


Bradava o Malfoy empurrando Harry do seu caminho. O moreno mal teve tempo de revidar as acusações do sonserino, seus olhos voltaram-se imediatos em direção à Hermione. Sentiu o coração afundar dentro do peito, estava colocando a vida dela em risco novamente. Amaldiçoou a si mesmo antes de tomar o lugar onde antes estava Draco e segurou a mão de Hermione com força.


Ela estava tão fria, tão pequena e frágil ao seu lado. Desejou que ela jamais o tivesse conhecido, que ficasse longe dele, longe de Voldemort e a salvo de quaisquer perigos. Mas, novamente seus planos foram falhos. Poderia insistir eternamente nessa ladainha, mas jamais teria conseguido nada sem ela, por mais que desejasse protegê-la, Malfoy tinha toda razão, sem Hermione todas as suas chances estariam reduzidas à zero.


Sentiu os olhos arderem novamente a perceber todo o sangue espalhado ao redor da grifinória. Não era possível, não era justo. Ele não suportaria perder a grifinória, não agora... Ou nunca!


Enquanto Harry permanecia ao lado de Hermione, McGonagall enviou um patrono para Tonks alertando sobre o retorno de Harry e logo depois a metamorfa bruxa reaparece entrando na enfermaria com um trovão seguindo em direção ao grifinório trazendo consigo uma Ginny confusa e uma Cho petrificada.


-ALGUÉM PODE ME EXPLICAR O QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO AQUI?


Gritou Tonks a todos pulmões. Estava farta dessa confusão, quanto mais procurava respostas, mais enigmas encontrava, tentar manter Hogwarts a salvo era como tentar enxergar através de pilhas de peças de um quebra-cabeças gigante, sentia-se perdida e com toda certeza detestava essa sensação.


No instante que a Weasley mais nova entrou na enfermaria, Draco levantou-se e seguiu obstinado em sua direção. Sua mente em caos ignorou completamente a presença dos seus professores e boa parte de seus colegas sonserinos, mas Snape o trouxe de volta à razão o segurando pelo ombro.


-É melhor manter a descrição, a ultima coisa da qual precisamos agora é levantar mais suspeitas!


Murmura o mestre de poções levando o loirinho a trincar os dentes com força, desejando desesperadamente chegar até a sua ruivinha e descobrir com estava e como escapou das garras de Jason. Do outro lado da enfermaria, Ginny também precisava conter a vontade súbita de ir ao encontro do sonserino e abraçá-lo bem forte, saber se estava bem e a razão de estar na enfermaria que no momento lhe parecia lotada.


Os dois trocaram olhares intensos, preocupados e incertos. Depois de alguns minutos de conversa com McGonagall e Tonks, a ruivinha seguiu para o lado do irmão mais velho enquanto os professores discutiam o que fazer. Percebendo a chance de falar com Ginny, Draco segue próximo ao leito de Ron até ficar frente a frente à Ginny.


-Onde esteve?


Questiona raivoso o sonserino, apesar do tom de voz ser extremamente baixo.


-Estava procurando Luna, Bill enviou uma mensagem para a ordem através dos convites de casamento, o pai dela foi levado por você-sabe-quem!


Responde a grifinória estreitando os lhos para o loiro, na entendia os motivos que levaram Draco a tratá-la tão friamente.


-E decidiu procurá-la sozinha? Uma idéia brilhante depois do que eu lhe contei sobre os planos de Zabini!


Vociferava o Malfoy com um olhar assassino em direção à Weasley que amplia s olhos indignada com o sonserino.


-O que esperava que eu fizesse? Que me trancasse na torre grifinória e esperasse a guerra acabar?


Rebate Ginny furiosa cm as mãos na cintura e ficando tão vermelha quanto uma cereja.


-Weasley...


Ameaça Draco apenas para receber a língua teimosa da grifinória em sua direção.


-Não adianta reclamar! Se não fosse por mim Cho ainda estaria sob domínio dessa coisa!


Explica a ruivinha com o nariz empinado e entregando ainda que discretamente a varinha que tomara de Cho antes que Tonks a encontrasse. Os olhos de Draco ampliam-se surpreso.


-O que essa garota fazia com a varinha da tia Bella?


Questionou o sonserino estupefato para Ginny que apenas balança negativamente a cabeça em resposta e volta a fitar o irmão adormecido no leito.


-O que mais aconteceu aqui?


Pergunta a ruivinha preocupada e finalmente o Malfoy escondendo a varinha no bolso a segura pela mão.


-Temos que falar com o Potter!


Anuncia antes de levá-la até o leito de Hermione.


.........................Remus Lupin..............................


A noite caía silenciosa em Hogwarts, todo o castelo mantido sob vigilância constante com tanto aconselhava Moody. Tonks, agora acompanhada de Remus e de um enorme cachorro de pelos negros como a noite vasculhava o castelo assim como seus aurores que mantinham as crianças em seus devidos salões comunais antes mesmo do horário do jantar. A metamorfa estava num nível perigoso de stress.


Não havia sinal de Blaise Zabini, Theodore Nott ou Vincent Crabbe da sonserina, Jason Stuarts da Lufa-Lufa e por fim, Luna Lovegood da corvinal. Esta ultima chamava mais atenção da ordem pelo seqüestro de seu pais pelos comensais da morte há poucos dias atrás. Ambos sabiam que Xenófilo estava numa missão especial dada pelo próprio Dumbledore e agora qualquer informação que ele tenha conseguido iria parar nas mãos de Voldemort se tivesse Luna como sua refém.


Sírius também estava com um péssimo humor, num único dia encontrara uma horcrux em sua casa, descobrira a verdade sobre seu irmão mais novo e Voldemor invadiu a mente de Harry e ainda conseguiu tirá-lo de dentro de Hogwarts sem nenhum obstáculo ou dificuldade para isso, Harry estava desprotegido, sem varinha, sozinho e poderia ter morrido se não fosse pelo estranho pássaro mágico de Luna.


Remus, no entanto preocupava-se seriamente com o desaparecimento de Jason, faltava pouco para a lua cheia e sabia muito bem que estando fora de Hogwarts pela sua condição de lobisomem na haveria ninguém realmente capaz de lidar com as transformações animalescas do monitor-chefe lufa-lufa. Ainda ao lado de Sírius, guardava a horcrux enquanto acompanhava Tonks.


Na enfermaria, Snape finalmente entrega à madame Pomfrey a poção para curar Hermione sob os olhares atentos de Ginny, Draco, McGonagall e Harry, que se recusou a sair do lado da namorada até mesmo para tratar dos próprios ferimentos. A essa altura, madame Pomfrey contava com a ajuda de uma das aurores com formação em medibruxaria e dos professores para cuidar de todos os seus pacientes.


Foram apenas horas mais tarde, que Hermione finalmente teve sinais de melhora e pôde falar com Harry. O grifinório estava segurando as lágrimas quando abraçou Hermione pedindo desculpas incontáveis vezes por tê-la colocado naquela situação. Demorou longos minutos seguidos por trocas de beijos apaixonados para a grifinória convencer Harry que nada do que aconteceu ali era realmente sua culpa.


Foi depois de muita persuasão por parte de Harry, que Madame Pomfrey permitiu que o pequeno grupo permanecesse na enfermaria ao lado de Hermione, agora Ginny, Draco e Harry compartilhavam suas histórias após o sonserino lançar um encanto de muffiato ao redor do leito da grifinória.


-Estive nos calabouços da minha própria casa depois de libertar Hagrid! O guarda-caça está na Romênia agora a salvo com uma chave-do-portal criada por Dumbledore! Não há como o ministério ou qualquer seguidor das trevas encontrá-lo! Mas isso me custou muito caro!


Começa Draco sombriamente segurando firme a mão de Ginny enquanto falava, as lembranças das terríveis noites na mansão Malfoy só eram derrubadas pelo alívio de ter Ginny a seu lado, segura, viva, longe dos perigos.


Harry encarava o sonserino impressionado, jamais esperaria uma atitude tão altruísta de um Malfoy enquanto Hermione sentia o coração apertar com a lembrança do meio-gigante preso pelos comensais e agradecia infinitamente à Draco por ter ajudado Hagrid.


-Mas, Zabini não parecia pensar duas vezes antes de atacar os pais de Cho Chang para se tornar um comensal da morte, foi dessa forma que descobri a ligação dela com ele!


Essa revelação teve a atenção do grupo.


-Cho descobriu que Blaise pretendia tornar-se comensal ainda durante as férias, pelo que ouvi, ela entrou em contato com ele algumas vezes antes de descobrir que Granger e Potter estavam juntos, depois disso ela teve a brilhante idéia de se tornar uma “espiã” entre os comensais só para ganhar a confiança dele!


Explica diante da expressão horrorizada de Hermione e dos olhos ampliados de Harry pelo choque.


-Malfoy isso não....


Começa Harry para ser bruscamente interrompido pelo loiro.


-Eu ainda não terminei Potter! Cho queria se vingar dos comensais pela morte de Diggory, mas depois que ela percebeu que não tinha chances com você ela se uniu com Stuarts para impedir que o maldito vínculo se concluísse! Ela deixou de obedecer Zabini e Bellatrix jogou uma maldição sobre ela com castigo...  resto da história vocês já sabem!


Conclui o sonserino enquanto Ginny mordia o lábio inferior angustiada,  silencio de Harry e o nervosismo de Hermione apenas tornavam mais clara a tensão no ar.


-Ela conseguiu a varinha de Bellatrix... foi a única forma que ela conseguiu para usar magia apesar da maldição!


Anuncia a ruivinha.


-Mas, ela na poderia usar qualquer varinha!


Protesta Harry.


-Ela usou essa varinha com a habilidade de um duelista Harry! Ela quase matou Pansy e Goyle!


Responde Hermione sentindo uma pontada dentro do peito pela relutância de Harry em acreditar que Cho o enganara.


-Ela poderia estar sendo ameaçada por eles! Talvez estejam enganados com essa varinha!


Insistia Harry e Hermione desvia o olhar do moreno sentindo-se magoada, não era a primeira vez que o escolhido desconfiava dela quando o assunto era “Cho Chang”. Ginny percebeu a tristeza de Hermione e decidiu intervir.


-Ela quase arrancou minha cabeça quando fui procurar Luna! EU VI o que ela fez com a varinha Harry! E não foi nada inofensivo!!!


Defende-se Ginny furiosa com Harry.


-Essa varinha foi encantada para tornar seu usuário obcecado pelo seu poder, Cho tendo sido privada da sua magia pela maldição seria um alvo fácil para Bellatrix!


Falou Draco seriamente.


-Só não entendo porque entregaram a varinha para ela! Ela parecia tão estranha, tão diferente e eu só queria falar com a Luna! Ainda me ofereci para ajudá-la e olha o que aconteceu!


Questiona Ginny sentando-se ao lado de Draco.


-As relíquias da morte Ginny! Luna e o pai dela estavam buscando as relíquias, esse é um dos motivos que me fazem acreditar que sequestraram Xenófilo Lovegood!!! Voldemrt queria as relíquias para escapar novamente da morte já que não conseguiu a profecia naquela noite no ministério!


Explica Hermione antes de voltar-se para Harry.


-O que mais ele falou Harry?


-Ele disse que tinha Hogwarts em suas mãos, exigiu que revelasse o conteúdo da profecia e depois falou sobre algo que a ordem procurava!


Responde o grifinório massageando a cicatriz dolorida em sua testa. Hermione percebendo a relutância de Harry em entrar em detalhes preferiu não interrogar o namorado agora.


-Ele poderia estar se referindo as relíquias ou as... horcruxes!


Conclui a grifinória mordendo o lábio inferior enquanto pensava numa saída.


-Mas e quanto à Luna Mione?


Questiona Ginny preocupada com sua melhor amiga.


-Ela tomou uma poção especial e seus cabelos ficaram idênticos aos seus, ela parecia uma versão ligeiramente mais alta que você Ginny! Eu tentei convencê-la a esperar, mas ela garantiu que Jason não a machucaria e entrou na sala precisa sem me dar chance de falar com ele!


Diz Hermione enraivecida.


-Você não devia ter feito isso!!! Se aquele infeliz te machucasse de novo eu juro que o teria matado!


Revolta-se Harry assustando Ginny, Draco e Hermione com sua explosão de ira.


-Potter é melhor ficar quieto!


Alerta Draco impaciente, estava usando de todo seu auto-controle para não começar uma discussão com o grifinório. Harry limitou-se a lançar um olhar mortal ao sonserino antes de voltar-se para Hermione.


-Nunca mais esconda algo assim de mim!


Diz o moreno com toda sua fúria contida em sua voz, Ginny apertou o braço de Draco, sentindo-se intimidada pelo comportamento de Harry, suspeitava que a conexão do grifinório com Voldemort estava atingindo limites críticos para o escolhido se dirigir à Hermione nesse tom de voz.


-Dei minha palavra à Luna, Harry! Esse era o seu desafio, ela queria proteger Ginny e Rony assim como nos ajudar! Foi ela que enviou a fênix de safira para te acompanhar, foi ela que descobriu a razão pelo meu desmaio essa manhã foi fruto da conclusão dos desafios de Ginny e Malfoy! Não poderia quebrar uma promessa... não feita para ela!


Defende-se Hermione mantendo sua voz firme apesar das lágrimas queimando seus olhos castanhos enquanto falava de Luna. Aprendera a gostar da corvinal, do seu jeitinho único de ser, da forma sincera e espontânea de ver o mundo.


Draco e Ginny trocaram olhares angustiados ao mencionarem a conclusa de seus desafios, temiam pelo que viria de agora em diante e agradeceram mentalmente à Hermione por não entrar em detalhes sobre o que realmente aconteceu entre eles.


Harry, no entanto, recuou ao notar as lágrimas de Hermione, mas não disse nada apensas sentou-se ao seu lado em completo silêncio. O clima entre os quatro era desconfortável e carregado de tensão, mas, Ginny tinha outros planos em mente ao invés do silencio aterrador.


-Como vamos contar isso ao Rony? Eu não tenho coragem de acordá-lo para contar isso para ele!


Pergunta a ruiva com um suspiro preocupado.


-Ele vai ficar furioso, é capaz de sair no meio da noite e procurar pela Luna na floresta proibida por conta própria! Temos que esperar  momento certo!


Diz Hermione com pesar ao imaginar o amigo desesperado pela sua Luna. Sentiu-se culpada por não tentar impedir Luna, mas era impossível ir contra as decisões da jovem corvinal.


-Ele não estaria errado em procurar por ela!


Responde Harry friamente para a surpresa das duas grifinórias, Draco apenas levantou uma sobrancelha e permaneceu calado, incapaz de concordar o discordar do Potter, horas atrás estava disposto a fazer o mesmo por Ginny.


-Não é isso Harry, mas seria imprudente ir atrás dos comensais sozinho! Ele poderia morrer antes mesmo de encontrá-la! Precisamos de um plano!


Argumenta Hermione severamente.


-Ao menos ele morreria sabendo que tentou encontrá-la! Ninguém agüenta esse joguinho de manipulações por muito tempo, eles estão nos cercando, nos ameaçando, tirando nossos amigos e não podemos fazer nada para mudar isso!!! Droga isso não é justo!!!


Gritava o grifinório fora de si.


-Harry...


Murmura Hermione assustada com o grifinório. Os dois trocaram olhares demorados, intensos, carregados de emoções. Percebendo que o casal grifinório precisava de um tempo à sós, Ginny arrasta Draco para fora da enfermaria, se despedindo rapidamente dos amigos e obrigando o sonserino a acompanhá-la até a torre da Grifinória.


-Harry olha para mim!


Pede Hermione ao moreno que agora de costas para a grifinória fitava a noite cair sobre os terrenos de Hogwarts pelas janelas da enfermaria.


-Eu não posso continuar aqui de braços cruzados Mione!


Revela o escolhido com a voz embargada.


-Harry, por favor, olha para mim!


Insiste Hermione, mas Harry continuava a ignorá-la.


-Ele tirou Dumbledore de Hogwarts para chegar até mim! Ele está perseguindo os Weasley e está atrás de você porque quer me matar... enquanto eu estiver aqui todos estarão correndo perigo!


Falava o grifinório fechando a mão direita em punho e socando a parede com força. Hermione teve uma breve sensação de deja vu, há poucos meses atrás Harry agira da mesma forma ao descobrir a morte dos Dusley.


-Fugir não vai tornar as coisas mais fáceis Harry!


Com cuidado, ela levantou-se silenciosamente para não chamar muita atenção e seguiu para o moreno.


-A morte me persegue... talvez se eu for sozinho... talvez nenhum de vocês se machuque novamente!


Diz o grifinório num fio de voz, de forma quase infantil, como uma criança que tenta concertar um brinquedo quebrado sem muita esperança. Delicadamente Hermione pousa uma mão sobre o braço de Harry numa carícia leve.


-Permitir que o desespero tome conta do seu coração só vai mostrar que ele está te vencendo Harry! As pessoas continuarão em perigo independente de você estar aqui ou não, somos seus amigos, lutamos por você, mas também lutamos por nós, por todos os bruxos que sofreram pelas mãos de Voldemort, nós vamos continuar enfrentando o mal Harry porque nosso futuro é mais importante do que a ameaça de Voldemort!


Diz a grifinória levando as duas mãos ao rosto do moreno obrigando-o a fitá-la.


-Você precisa parar de ver a todos seus amigos como vítimas! Você não é culpado pelas maldades dele, e muito menos é responsável pelas decisões que cada um toma nessa batalha!!! Você já leva um peso grande demais sobre seus ombros Harry... não permita que Voldemort se aproveite disso para intimidá-lo!


Continuou a grifinória ficando nas pontas dos pés para alcançar os lábios de Harry, enquanto ele envolvia sua cintura a puxando suavemente para si, temendo machucá-la ainda mais.


-Nunca me pareceu tão difícil enfrentá-lo Mione! Eu me senti fraco como um animal prestes a ser sacrificado!


Confessa Harry encostando sua testa contra a de Hermione.


-Você nunca foi fraco Harry! Você é o bruxo mais corajoso, determinado, nobre, leal, justo e poderoso que eu já conheci, porque todas as suas forças vem de algo muito maior do que o próprio Voldemort... sua verdadeira força vem de dentro do seu coração Harry! Ter medo não faz de você inferior a ele, isso só te torna mais humano e muito mais forte do que ele já foi um dia!


Explica Hermione dando um beijo casto em seus lábios.


-Eu não conseguiria manter minha cabeça e meu coração no lugar certo sem você Mione!


Confessa fechando os olhos e falando contra os lábios macios da sua namorada.


-Não deixaria você ir a lugar algum sozinho Sr. Potter!


Provoca Hermione com um sorriso fraco. Harry há muito já não se importava com os planos de Voldemort, esquecera-se do medo, do encontro com o senhor das trevas, horcruxes, Jason, Cho... não encontrava mais espaço em sua mente para nenhum deles... estava perdido, hipnotizado pelos olhos de Hermione.


-Vamos fazer tudo dar certo Harry!


Garante Hermione contra os lábios do namorado antes de mergulhar em um beijo profundo e apaixonado. Os dois permaneceram assim, nos braços um do outro por um longo tempo, Hermione deitava a cabeça no peito de Harry sentindo-se adormecer aos poucos, a exaustão tomando conta do seu pequeno corpo.


Percebendo que a namorada estava cansada, Harry foi lentamente empurrando a grifinória de volta para a cama até tomá-la nos braços e deitá-la contra sua vontade na cama da enfermaria.


-Ainda tem que ficar de repouso Mione! Madame Pomfrey me mataria se te encontrasse fora da cama!


Repreende Harry com um semblante mais pacífico deixando Hermione infinitamente mais tranquila.


-Quero que descanse também Harry! Você teve um dia difícil... pode ficar no dormitório dos monitores com Sírius!


Sugere Hermione segurando a mão de Harry com força.


-Eu vou continuar aqui... do seu lado e não adianta reclamar! Tudo o que eu preciso para livrar minha mente de Voldemort... é ter você por perto!


Responde o moreno beijando ternamente a testa de Hermione antes de ver a monitora fechar os olhos e dormir. Sentou-se na cadeira ao lado de sua cama e retirou o encanto de silenciamento das cortinas antes de puxar um cobertor em volta de seus ombros e dormir pensando na grifinória ao seu lado e todo o resto poderia esperar até o amanhecer.


Mal sabia ele que não muito distante deles, a sétima pessoa observava toda a cena com uma expressão de horror estampada no rosto.


-Tenho que mudar meus planos!


Resmunga antes de receber um frasco com uma poção azul de madame Pomfrey. Olhou de soslaio para o leito de Ronald Weasley e um sorriso quase perverso formou-se em seus lábios... separar o trio de ouro seria mais fácil do que imaginava!


......................Severo Snape...........................


O dia chegou lentamente em Hogwarts. Os primeiros raios de sol coloriam o horizonte, trazendo luz e vida sobre as águas calmas do lago negro. O silencio dos corredores do castelo só eram quebrados pelos passos ritmados dos aurores em vigilância contínua. Na sala do diretor, Tonks, Remus, Snape e McGonagall se reuniam para discutir a situação da escola sem Dumbledore e a decisão do ministério de punir os aurores que não cumpriram suas ordens.


Lupin tinha um exemplar do Profeta Diário em suas mãos, as notícias não eram as melhores.


-O julgamento de Lestrange foi uma farsa!


Sibilava o lobisomem furioso jogando o jornal sobre a mesa do diretor com força.


-Não consigo acreditar que absorveram os crimes daquela louca! Não depois de todas as provas que conseguimos, o depoimento do próprio Dumbledore já seria o suficiente para enviá-la à Azkaban!


Revolta-se Tonks levantando da sua cadeira e andando nervosamente de um lado para o outro, seu humor estava explosivo, especialmente depois de uma longa noite de buscas infrutíferas.


-Todos nós já esperávamos que o ministro apoiasse Bellatrix Lestrange! Até agora minha única surpresa é o desaparecimento da senhorita Lovegood!


Diz Snape com braços cruzados e uma expressão indiferente.


-Pelo que sabemos ela seguiu em companhia do senhor Stuarts na Floresta Pribida! Disfarçada como uma Weasley! Senhorita Tracey Davies foi uma das testemunhas!


Explica McGonagall seriamente.


-Temo que tenha feito um acordo para se entregar no lugar do namorado, Ronald! Mal sabia a menina que ele já estava nas mãos de um comensal da morte quando fez isso!


Interfere Lupin com um semblante compassivo, conhecia bem Luna e sabia que para ela seus amigos viriam em primeiro lugar, antes mesmo da sua própria segurança, amaldiçoou-se mentalmente por não ter seguido Jason enquanto havia tempo de impedi-los.


-Patético!


Murmura Snape recebendo olhares fulminantes de todos os presentes.


-Patético? O que é patético em toda essa história? Temos cinco alunos desaparecidos dentre eles um comensal da morte, além de mais seis em estado crítico na enfermaria sem mencionar o encontro de Harry e Voldemort bem debaixo dos nossos olhos! A senhorita Lovegood é a única ligação que tínhamos com Xenofilo, se algo acontecer à ela, ele não hesitaria em trair a Ordem para salvá-la!


Gritava Remus avançando sobre o professor de poções e sendo impedido a tempo por Tonks que se colocara entre ambos.


-Hey! Vão com calma vocês dois!


Exige a metamorfa empurrando cada um para um lado antes de encarar McGonagall.


-Não podemos continuar em Hogwarts por muito mais tempo!


Diz raivosa a auror.


-Potter é responsabilidade de vocês! Meu trabalho aqui é tentar manter a ordem!


Sibilava Snape.


-Não tem feito um grande trabalho se não percebeu!


Vociferou o lobisomem entre dentes, não era a favor de confrontos, mas Snape estava provocando-o demais para controlar sua ira.


-Tenho feito mais do que você!


Responde indiferente o mestre de poções antes de voltar-se para a vice-diretora.


-Não temos escolha! Ou o diretor Dumbledore retorna à escola... ou teremos de enviar todos s alunos de volta para suas casas!


Anuncia Snape antes de deixar a sala sem olhar para trás. O silencio que se instalou na sala era sufocante e somente depois de longos minutos a vice-diretora anuncia:


-Por mais que odeie admitir, o professor Severo tem toda razão, sem nosso diretor na temos com manter os avanços de você-sabe-quem a uma distancia considerável dos nossos alunos, eles estão mais vulneráveis no castelo do que em suas casas!


Expressa a professora com pesar.


-Não pode fazer isso! Muitos alunos só tem Hogwarts para se proteger dos comensais da morte!!!


Revolta-se Lupin batendo ambas as mãos sobre a mesa da vice-diretora.


-Peço que mantenha-se em controle professor Lupin! Sei muito bem dos riscos que envolvem enviar meus alunos de volta para suas casas, mas não teremos escolha! Nenhum pai vai desejar seu filho como alvo dos comensais!


Repreende McGonagall severamente.


-Mas eles não estão atacando qualquer um, eles querem atingir Harry!


Defende-se o lobisomem.


-Boa parte do nosso corpo estudantil apóia Harry Potter, estariam todos em perigo de uma forma ou de outra!


Rebate a vice-diretora cm veemência.


-Acho que só nos resta uma opção!


Interfere Sírius finalmente saindo debaixo da capa da invisibilidade e encarando uma McGonagall estupefata.


-Vamos tirar Harry de Hogwarts!


Completa Sírius fervorosamente.


.....................Albus Dumbledore.................


No interior da enfermaria, Harry ainda dormia profundamente a lado da cama de Hermione, enrolado no cobertor que pegara noite passada mal se importando com o desconforto da cadeira de madeira onde se encontrava ou com a movimentação constante da medibruxa e seus ajudantes enquanto tratavam de todos os alunos machucados.


Ele ainda manteve-se alerta por um bom tempo, esperando que os aurores enviados por Tonks trouxessem noticias de Luna... mas acabou por cair no sono depois de uma hora de espera.


O grifinório ainda estava recuperando-se dos esforços do dia anterior, a muito custo madame Pmfrey o convenceu a tomar algumas poções para curar seus cortes e contusões mais graves. Harry hesitava, não querendo sair do lado de Hermione, rejeitou a poção de sono sem sonhos, e por isso imagens constantes do seu encontro inesperado com Voldemort vinham atormentando seus sonhos... ele buscava pistas sobre a profecia.


Porém os sonhos de Harry foram bruscamente interrompidos com gritos furiosos.


-Senhor Weasley acalme-se!


Ordenava madame Pomfrey severamente.


-EU NÃO VOU ME ACALMAR! ONDE ESTÁ ELA? ONDE ESTÁ LUNA?


Gritava Rony livrando-se dos cobertores e pondo-se de pé convocando sua varinha.


-Já disse que a senhorita Lovegood na pode vir aqui agora! Acalme-se e tome suas poções!


Exige a curandeira com as mãos na cintura encarando o ruivinho seriamente.


-ESTÃO MENTIND PRA MIM! EU SEI QUE STUARTS LEVOU A LUNA!!! EU TENHO QUE ENCONTRAR ELA!!!


Bradava o ruivinho extremamente furioso, seu rosto vermelho pela raiva, a mão direita apertando a varinha com determinação.


-Não pode sair nesse estado!


Alertou a curandeira, mas foi ignorada completamente pelo grifinório que praticamente a empurrou de seu caminho.


-QUEM VAI ME IMPEDIR?


Gritou o garoto seguindo para a saída da enfermaria. Hermione que também despertara com os gritos de Rony lança um olhar atemorizado à Harry.


-Rony espera!


Harry alcança o amigo e o puxa pelos ombros.


-Não pode sair assim cara, não sabemos onde ela poderia estar agora!


Explica Harry seriamente para o melhor amigo, tentando colocar um mínimo de razão na cabeça dura do Weasley. Mas num movimento rude, Rony empurra a mão de Harry de seu ombro lançando à ele um olhar carregado de mágoa.


-Você acha mesmo que eu ficaria aqui parado enquanto ela está sozinha com o Stuarts? Você não suportava a idéia da “sua namorada” estar com aquele cara numa mesma sala, como acha que eu estou sabendo que ele a tomou como refém???


Vociferou o ruivo deixando o escolhido sem palavras, encarando o melhor amigo cm espanto.


-Rony, por favor! Não vai conseguir nada indo atrás deles nesse estado, precisamos de um plano!


A voz de Hermione soara firme, sabia que depois da explosão de Rony, Harry não teria como convencer o amigo a ficar no castelo por muito tempo. O olhar que o ruivo enviou para Hermione era glacial, levando à grifinória a prender a respiração, algo estava muito errado com ele.


-VOCÊ... Você devia ter impedido que ela fosse com ele! A bruxa mais brilhante da nossa geração não é? Tão inteligente que entregou uma garota inocente nas mãos de um lobisomem para servir de isca no MEU lugar!!! Eu poderia esperar isso de qualquer um... mas não de você, foi covarde deixar a Luna sozinha!!!


Falava o grifinório com ódio.


-Rony...


Começa a grifinória, mas é interrompida por mais uma explosão do ruivo.


-NÃO TEM DESCULPAS PARA ISSO!!! EU PENSEI QUE FOSSEM MEUS AMIGOS.... MAS AMIGOS DE VERDADE NÃO ME TRAIRIAM COMO VOCÊS FIZERAM!!!


Gritou Rony ficando mais vermelho ainda assustando todos dentro da enfermaria.


-JÁ CHEGA RON!


Gritou Harry no ápice de sua paciência, entendia o desespero do seu amigo por Luna, mas não iria tolerar que acusasse Hermione dessa forma!  Moreno puxou novamente o amigo pelo braço tirando seu foco de Hermione para ele.


-Foi uma escolha dela! Luna escolheu ir sozinha e não tinha como impedi-la!


Vociferou seriamente O escolhido, mas Ron parecia na escutá-lo.


-EU NÃO ACREDITO! VOCÊS PODERIAM TER FEITO QUALQUER COISA PARA IMPEDIR, MAS NÃO FIZERAM NADA ALÉM DE ME MANTER INCONSCIENTE ENQUANTO ELA DESAPARECIA!!!


Acusa Rony ferozmente antes de afastar-se de seus amigos, completamente transtornado. Harry respira fundo contrariado e olha para madame Pomfrey como se perguntasse quem teria contado tudo a Rony antes que tivessem a chance de se explicar.


-Não sei como isso foi acontecer! Ele já despertou chamando pela senhorita Lovegood...


Revela a curandeira balançando negativamente a cabeça enquanto via o ruivo desaparecer pelas portas da enfermaria de longe. Furioso o moreno segue ao encontro de Hermione e a abraça com força. A grifinória chorava enquanto Harry afagava seus cabelos cacheados.


-Ele nos odeia Harry! Ele nos odeia!


Repetia Hermione desesperadamente. Seu melhor amigo os acusava pela escolha de Luna, se algo acontecesse à corvinal o Weasley jamais os perdoaria.


-Shhh Mione... ele não nos odeia... isso vai passar... isso vai passar e logo vamos procurar pela Luna juntos!


Acalmava Harry beijando o templo do rosto de Hermione enquanto a embalava em seus braços. Não tinha certeza de suas próprias palavras, mas desejou com tudo de si que seu amigo os deixassem se explicar antes de fazer qualquer loucura.


.......................Os sete desafios...........................


Demora absurdamente looooooongaaaa, mas tá aí um super capítulo onlinessissimo para vocês ;D hauhauhauahuahuauahuah peço desculpas pelo atraso do post, mas estou oficialmente sem net T_T até semana que vem vou estar com algumas dificuldades técnicas para atualizar, mas acredito que não irei demorar tanto com a próxima atualização se concertarem o cabo da internet aqui no prédio até o fim de semana!!! (cruza os dedos)


Ownnnnnnnnnn super hiper mega Power Shell Weasley meninaaaaaaa \o/ estava realmente sentindo falta dos seus coments mocinha XD Especialmente nos últimos capítulos dedicados ao Ron e a Luna, até que enfim a hora do desafio deles chegou e estão se aproveitando disso! (estava louca para saber sua opinião sobre tudo isso *-*) hauhauhauhauhauhauau Year... o Rony só seguiu a Cho por causa da Luna, (ele mesmo estranhou a oriental falando com ele e talz, mas era da Luna que estavam falando) ele realmente acreditou que a namorada estava trancada na sala por sonserinos e acabou caindo numa segunda armadilha e deixando Jason a ver navios até o momento que Luna apareceu! *-* e falando na nossa doce, linda, fofa e maravilhosamente incrível Luna Lovegood... ela se disfarçando como Ginny e indo no lugar do Rony foi uma grande prova do amor dela pelo ruivinho e de sua amizade por Ginny!!! Ela não pensou duas vezes antes de tomar aquela poção e praticamente obrigou Jason a levá-la!!! (Luna corajosa mode on *-*) maaaaaas as coisas não ficaram muito boas agora que o pai dela também foi capturado (agora as coisas complicam de vez) e o Rony achando que os amigos entregaram a sua loirinha para salvar ele!!! =( Meu merlinzinho do céu não morre nãoo Shell pleaseee @_@ prometo que todo esse sofrimento dos dois vai valer a pena afinal nosso ruivinho não iria descansar enquanto sua loirinha esta em perigo o/ decisões importantíssimas serão tomadas a partir de agora, Hermione ainda não contou a Harry sua verdadeira condição a respeito do vínculo, Harry encontrando Voldemort foi meio tenso, ainda mais sem a varinha e todo machucado do duelo com Zabini, mas graças à Pan, o nosso herói conseguiu escapar bem a tempo (ufa!) hauahuahuauah nossa tow falando demais mas estou esperando ansiosamente por seu coment!!!!


Rosana Franco meninaaaaa!!! Ameis seus coments nos últimos capítulos *-* cheguei a pensar que tinham em abandonado T_T Merlin sabe o quanto fiquei feliz por ainda continuar por aqui acompanhando a fic \o/ hauhauhaauauahuahuaha realmente... eu concordo com você e confesso que esse momento da história da fic realmente não deixou ninguém escapar ileso hauhauahuhauhauah, todos estão vulneráveis... mas nenhum dos envolvidos é completamente inocente... todos escondem algo e a sétima pessoa (que já sabemos ser uma garota e que está na enfermaria junto aos nossos heróis ;D) já conseguiu colocar Ronald contra seus amigos! E sim... as encrencas vão continuar especialmente com Sírius e Remus em Hogwarts carregando uma Horcrux de um lado para o outro!!!U.u hauauhauhauhahauauahuah mas espero que esteja gostando do rumo da história e garanto que no próximo capítulo teremos mais momentinhos (tranqüilos) entre Harry e Mione \o/ estava até sentindo falta de escrever algo romântico entre os dois *-* Agora super Rosana... comentaaaaaaaaaaaa!!!


OMG!!! Fechando os coments-resposta do capitulo anterior com chave de ourooo -------- > (reverencia ninja máxima) Coveeeeeeiro-senseeeeeiii!!! \o/ (pose a lá Mr. Nice Guy) Hauauahuauahauhauhau como sempre uma tremenda honra ter você acompanhando a fic *-----* sem falar que adorei o comentário XD~ Ownnn me sinto tão orgulhosa por estar desenvolvendo a fic de forma a deixá-lo mais e mais curioso!!! (risada maligna mode on) me incentiva a caprichar mais na escrita, espero não decepcionar com o capítulo de hoje!!! Hauhauhauhauhauhau o final com o Harry encontrando Voldemort fora de Hogwarts é algo para ficar de olho assim como a transformação de Jason, (Spoiler: ele não é um lobisomem comum ;D) Como sempre tendo toda razão Coveiro-sensei u.u Harry ficou perdidinho ao enfrentar Voldemort sem a Mione por perto e quase fez uma besteira para fugir do senhor das trevas se não fosse por Pan!!! Finalmenteeee temos alguma explicação do que aconteceu à Cho, ela está envolvida com os comensais, mas ainda não explica a marca em forma de rosa no pulso nem se ela é ou não a sétima pessoa!!! Mas independente do que ela seja... ela sempre será uma garota chata, metida e ciumenta (acrescentaria irritante, intrometida, made in china)hauauahuahuahauhauhauhauhauhauaauha nossa estu ficando má!!! XD Coveiro-sensei espero ansiosa por mais um coment seu!!! (e por mais atualização da sua fic também *-*) comentaaaaaaaa!!!

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Comentários: 2

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Enviado por Coveiro em 20/09/2012

Uou q capitulo foi esse cheio de emoção.
Ainda acho o Harry um idiota, sempre defendo a Cho. A Mione tem mesmo muita paciencia com ele.

Rony desperado e chateado com os amigos é tenso.

Quando o Draco e a Gina vão assumir ?

Nota: 5

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Enviado por rosana franco em 19/09/2012

Realmente vc émuito cruel com o Harry ter o peso da profecia já é demais e além disso a vida da Hermione também nas costas?E sempre tem um jogando na cara deleqa culpa é dele!!O Rony não deixa de ter razão de ficar com raiva dos dois.Se a Hermione ja fez besteiras na vida este pactofoi amaior delas e todo mundo fica passando a mão na cabeça dela,o Harry esta cada vez mais fraco com todo este peso.

Nota: 5

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