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22. Capítulo XXII


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo!! Vamos ver mais um pouquinho do passado do Draco e finalmente entenderemos o porque dele não gostar da bendita sobremesa de creme. Estamos nos encaminhando para o final. Já tenho outro projeto que iniciarei e dessa vez será uma SS/HG  \o/


 


Leleu: Ahh, a Mione não é safada, só estava fazendo algo que o maridinho ensinou, uai!rsrs
Sim, as coisas estão começando a entrar no eixo, será que teremos finalmente paz no paraíso??


Carla Cascão: Flor obrigada pelo apoio, fico muito contente e mais contente ainda em saber que sua mãe está se recuperando.
Sabe, as vezes acho que você tem uma boa de cristal, não é possível!rsrs
Espero que goste desse capítulo.


PS. Continuo rezando por sua mãe.


Taina: ^^ Fico feliz que tenha gostado da notícia, foi em primeira mão hein!


 


Tenham uma boa leitura e muitos bjs.


 


 


*****


 


 


Draco procurou deixar bem claro para os empregados de Malfoy Park.que, quando viessem trazer o desjejum, deveriam bater de leve na porta e deixar a bandeja no corredor. Até que a bandeja fosse posta do lado de fora vazia, ninguém deveria entrar nos aposentos do casal, a menos que a casa estiver pegando fogo.


Durante o mês de junho, ele e Hermione tomaram o café da manhã na cama quase todos os dias. Jogavam xadrez, e o loiro sempre ganhava, mas deixava que ela ganhasse nas cavalgadas, para compensar. Também conseguiu ensiná-la a nadar, como queria: nua ao luar.


Deram uma festa, e todas as famílias da região vieram. O casal passeava a cavalo juntos pela propriedade, e Draco podia vê-la soltar os cabelos ao vento. Gastava uma fortuna comprando capacetes de equitação novos para Hermione, mas não se importava.


Junho deu passagem a julho, e lentamente, o vazio interior de Draco, um vazio que nunca tinha conhecido até aquela noite chuvosa em Godric’s Hollow, deu lugar a alegria que tanto havia querido. A guerra fria dos últimos anos parecia longe agora. E o loiro começou a esquecer que houve uma época em que sua esposa não dormia ao seu lado.


Brigavam com frequência. Em geral porque ela insistia em conversar sobre tudo, e Draco evitava isso o máximo que podia. Mas sempre se reconciliavam, e ele adorava essa parte. Não importava o quanto tivessem se desentendido durante o dia, a noite, não havia nenhuma cama feita para ele na saleta de vestir.


Draco adorava provocá-la, porque ela sempre caia na mesma armadilha. Mas, quando Hermione pediu para convidar Blaise, Luna, Harry e Ginevra para passar alguns dias na propriedade, ele negou.


— Não.


O olhou por cima da bandeja de café da manhã, com os olhos bem abertos e tão bonitos, com seu cabelo solto, rodeada por almofadas e o lençol branco.


— Por que não? — ela indagou, surpresa.


— Seu irmão me detesta — pegou uma fatia de bacon — Se pudesse, cortaria minha cabeça.


—Blaise estará aqui para ajudar, se as coisas ficarem ruins.


— Claro! Blaise nunca conseguiria que as coisas fossem de forma civilizada, o máximo que faria seria sentar e apreciar as lutas, se divertindo.


— Luna o quer muito bem, assim como Ginevra — colocou a bandeja de lado e se acercou mais dele — Ginny sempre esteve do seu lado, mesmo quando pensei o pior de você, ela o defendeu.


— É verdade? — isso o surpreendeu, mas acabou por lembrar do rosto de sua cunhada naquele dia em que Hermione havia fugido para a Mansão Malfoy.


“Sei como se sente, Malfoy”


— Tenho muita consideração pela duquesa, mas isso não altera o fato de que seu irmão me odeia.


Hermione se aproximou mais e começou a beijá-lo na orelha.


— Talvez esteja na hora de vocês dois fazerem as pazes.


O loiro virou a cabeça, deixando-se beijar, em seguida se recostou na cama, a olhando com os olhos apertados.


— Se eu concordar, qual será minha recompensa?


Hermione passou a mão pelo peito másculo, Draco apertou os lábios, sabendo muito bem que ela já tinha ganhado, mas se segurou para não rir, não queria perder o trunfo.


— O que você quer?


Ele disse, e ela corou da cabeça aos pés. Mas, dez dias depois, a duquesa e o duque Potter assim como Luna e Blaise Zabini, receberam convites para passar as duas últimas semanas de agosto em Malfoy Park.


 


 


Os quentes e longos dias de agosto passavam um a um. Cada dia que passava Draco encontrava uma maneira de fazê-la rir, compunha as rimas mais absurdas, algumas vezes lia a poesia que tinha escrito. Hermione por sua vez, começou a perceber suas ações e a natureza delas e pensava que conhecer seus sentimentos era como abrir uma ostra viva à procura de uma pérola. Normalmente, se negava a falar com comentários sarcásticos ou mudando de assunto abruptamente. Ela aprendeu a não fazer essas perguntas, começando a entender que ele lhe contaria quando estivesse preparado para fazê-lo e não antes. Nas raras ocasiões em que ele decidiu revelar algo pessoal, sempre a pegou de surpresa. Uma tarde, quando eles estavam na biblioteca e ela estava trabalhando nos planos do museu para os dias de visita, o loiro finalmente falou sobre a sobremesa de creme.


A jovem estava lendo as sugestões de Molly e balançou a cabeça.


—Não, não... — murmurou — isso não pode ser... — Hermione pegou uma caneta, mergulhou-a no tinteiro e riscou uma das sugestões da cozinheira.


— O que não pode ser? — o loiro perguntou por cima de seu jornal.


— Patê de fígado. Harry odeia esse patê, ele sempre odiou. A simples ideia o faz ficar verde, não vou submetê-lo a isso.


Draco riu.


— Seria agradável ver Potter na cor verde...


— Draco! — o olhou de forma recriminadora — este encontro é para que ambos se reconciliem, lembra-se? Ficaria feliz se vocês se tornassem amigos.


— Eu sei, eu sei... — soltou um suspiro como se fosse o marido sofrido — então nada de fígado? De que outras delicias me verei privado durante a visita de seu irmão?


— Não haverá sobremesa de creme, se é isso que o preocupa — ela disse bondosamente.


— É bom mesmo que assim seja, ou colocarei Molly num saco, ela melhor do que ninguém sabe disso.


A jovem queria perguntar sobre o assunto, mas sabia que ele não diria nada. Então decidiu voltar sua atenção para o menu. Tirou o cordeiro, que ela odiava e substituiu por bifes. Acrescentou uma seleção de chocolates, pois Ginny adorava. Estava contemplando a seleção de vinhos quando o marido falou.


— É por que minha irmã morreu — a voz era tão baixa que ela quase não pode ouvir.


— Sua irmã? — o olhava surpreendida, ainda mais por um comentário que parecia vir de lugar nenhum. Ele por sua vez mantinha o olhar fixo no jornal.


— A sobremesa de creme — disse — é por causa da minha irmã Eladora. Tinha sete aos e estava no quarto de jogos jantando, quando me disseram. Quem me disse foi minha babá. Minha mãe não se preocupou em deixar o seu amante em Paris e meu pai estava com sua amante em Yorkshire. É estranho, sabe? — sua voz soava terrivelmente suave que lhe doeu o coração.


Hermione se levantou com calma, foi até o marido, pousando suavemente a mão no joelho dele.


— O que é tão estranho?


— Como as coisas acontecem e como te afetam, mesmo que tenham acontecido anos atrás. Não lembro de mais nada naquele dia, mas a sobremesa que comia estava ali, naquela maldita taça, e a única coisa que pensei quando minha babá me disse que era a sobremesa favorita de Eladora, e que não iria comer mais.


A mão grande esmagou o jornal.


— E mesmo agora, sinto a falta da minha irmã — dizia entre dentes, como se as palavras fossem difíceis de colocar pra fora. Largou o jornal e esfregou os olhos com um movimento furtivo e afastou rosto da esposa — Eladora tornou tudo mais fácil, sabe? Vinte e oito anos se passaram desde então, e eu sei que soa estúpido, mas cada vez que vejo o esse maldito creme sozinho ou com qualquer outra coisa, volto a ter sete anos, meus pais estão a milhares de quilometro e minha irmã morta e acabo sentindo esse gosto amargo na minha boca.


Em momento algo o loiro a olhou, se endireitou na poltrona, alisou o jornal e tentou voltar a ler, como se nada tivesse acontecido.


Hermione olha o perfil reto e orgulhoso do marido, e pensou porque ela tinha se apaixonado por ele quando tinha dezessete anos. Por seu sorriso e sarcasmo, pela forma como a fazia rir. Mas já não tinha mais dezessete anos e agora, quando o olhava, não via nenhuma dessas coisas que tinham sido importantes por algum tempo. E então, por não existir mais, ela se apaixonou por Draco Malfoy uma vez mais. Sabia que não havia nada que pudesse dizer, nada útil, portanto não disse nada. Em vez disso, se acercou dele e puxou o jornal.


— Vem comigo — disse pegando a mão dele.


— Onde?


— Apenas deixe-me lidar com algumas coisas para variar, certo?


O fez se levantar e levou para cima, acendeu a luminária em seu quarto e começou a despi-lo. Com calma tirou o paletó e a gravata, deixando de lado, desabotoou o colete e sua camisa e foi removendo-os um por um. Ele ficou em silêncio enquanto a jovem o despia, não havia a mais simples sugestão de sorriso em seus lábios, seu belo e másculo rosto permanecia sério e olhava para as delicadas mãos que tocavam seu corpo. Estava rígido, com os músculos tensos sob as leves caricias dos dedos finos.


Ela passou as mãos sobre o torso nu, nos ombros largos, peito, barriga, se ajoelhou e abriu as calças. O loiro estava tremendamente excitado quando sua esposa tomou nas mãos o membro dele. Beijou seu sexo o fazendo respirar profundamente e enterrando a cabeça nos belos cabelos acobreados para logo depois jogar a cabeça para trás, suspirando quando ela abriu a boca e o tomou. Acariciava-lhe com uma mão enquanto o sugava e com a outra mão, brincava com seus testículos.


Ele soltou um gemido áspero e ela se afastou. O loiro afastou as mãos da esposa e a segurou pelos ombros, a colocando de pé e beijando-a profundamente. Começou a levantar suas saias de maneira afobada, estava fora de si. Puxava a seda e musselina até chegar a seus quadris e começando a aperta-los e levanta-los.


— Entrelace suas pernas em mim — ordenou e quando ela o fez, puxou-a violentamente, enquanto ela apoiava as costas na parede.


— Oh, Deus, oh, Deus — suspirava enquanto era penetrada uma, duas, três vezes. Então veio o clímax, os deixando trêmulos.


Ele a segurou ali, contra a parede, recuperando o fôlego. Então, lentamente a colocou no chão e a puxou de forma desesperada para si, beijando-lhe o cabelo.


— Hermione... — sussurrou — minha esposa, minha esposa.

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Comentários: 4

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Enviado por taina cullen em 21/07/2012

So quero ver cm o Draco vai agir com o Harry na casa dele huahauahuah Será que a mansão Malfoy vai a baixo??

Nota: 5

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Enviado por Carla Balsinha em 17/07/2012

Alô querida!

Quem me dera ter bola de cristal,hoje estão 58 milhões de euros de jackpot no euromilhões,eu joguei,se eu a tivesse tinha-lhe pedido os números,eh!!eh!!

Então,esta foi a condição do Draco,para a Hermione ter lá a família em casa,inteligente^^!!Ele de burro não tem nada,eh!!eh!!

Vai ser lindo quando se juntar tudo lá em casa e se vem a Pansy ainda a confusão vai ser pior,vai sobrar para o Draco,eh!!eh!!

Obrigada por torcer pela minha mãe,eu também peço muito a Deus que ela se recupere depressa....fez o exame ao estômago,acusou uma gastrite e tem um buraco no estômago,o médico já marcou consulta para o hospital,agora dentro de um mês é chamada para lá ir....

Fiquei muito feliz por saber que a sua próxima história vai ser sobre o meu par predilecto!

Beijinhos grandes

Carla Cascão

Nota: 5

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Enviado por H. Granger Malfoy em 16/07/2012

Esse draco sempre foi louco por ela, so ele que nao sabe, essa eh a verdade!!! kkkkkkkk lindos demais.. e realmente esse encontro com harry prometeeeee...hahahah

Nota: 5

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Enviado por leleu_mione em 16/07/2012

Quando eu digo que hermione é safadênha você não acredita KKKKKKKKKKKKKKKKK adorei esse final e estou amando essa fase "intensa" deles. Agora estou curiosa para o encontro com o harry, acho que vai ter muita confusão entre eles. Estou amando essa fic, obrigada e parabéns.

Nota: 5

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