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5. Capitulo 4


Fic: Harry Potter O legado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo 4 –
È Natal!


Obs: Esse capítulo contém gírias estranhas da época dos personagens, e se você não souber o significado, é só perguntar.

Qualquer pessoa que passasse na Rua Liverpool, em frente à casa 105 não veria nada de excepcional . Era apenas uma casa branca, com grandes janelas de vidro espelhadas e um lindo jardim tropical (o que de fato não era tão comum assim.).

O mais estranho, na verdade, eram seus habitantes. Uma família numerosa para os padrões ingleses, composta de pai, mãe, três filhos e, em breve mais dois bebês. A casa estava sempre muito movimentada, mas, por algum estranho motivo, os vizinhos raramente viam alguém chegando.

Nesse dia especialmente ensolarado (o que era difícil de ver na Londres sempre fria e cinzenta), algo de novo estava acontecendo. Uma garota ruiva acabara de acordar, não com pássaros ou um despertador, o que era para se esperar, mas sim, com um grito.

“Você ouviu isso?” a ruiva de olhos excepcionalmente verdes acabara de acordar. Ela se assustou ao deparar-se com uma segunda ruiva de olhos castanhos, que já estava acordada e devidamente vestida.

O quarto em que as garotas se encontravam não era um quarto normal, pelo menos para um adolescente de quatorze anos. A parede era de um branco impecável, aonde quadros imóveis de artistas renascentistas mostravam o gosto muggle da garota por artes; na estante havia tantos livros que facilmente era possível até perder as contas da variedade de exemplares. O carpete do chão era bordô, onde as camas descansavam com seus elegantes corcéis de puro carvalho e colchas de um vermelho intenso. Havia ursos e vários brinquedos, arrumados e polidos, nas mesmas caixas em que haviam chegado quando foram ganhos, brinquedos que criança nenhuma jamais brincou. A única coisa que demonstrava que ali habitava uma bruxa era a vassoura, uma Nimbus edição especial, e todos os materiais exigidos por Hogwarts, a escola de magia.

A garota ruiva de olhos castanhos era Lily Potter, ou Liu como era chamada pelos amigos. Ela era sempre muito elegante e educada, e naquele momento estava como uma princesa teen. Vestia-se com um casaco creme, quepe de lã Chanel e bolsa saco Calvin Klein, aquela, Lily descobriria mais tarde, era Lily Potter.

“Claro, mamãe está prestes a ter bebê” ela sorriu. “Agora senhorita, vista esse vestido Calvin Klein coloque esses óculos escuros Chanel e não se esqueça do cinto de couro, porque nós vamos ao St. Mungus, e você não quer ir de pijama certo?” Liu sorriu como um jogador de pôquer pronto para quebrar a banca.

Lily Evans tinha quinze, quase dezesseis, ela fazia questão de acrescentar. Olhou-se no espelho e se surpreendeu com a imagem que viu refletida, não pela roupa em si, mas sim no quanto ela era diferente das que ela estava acostumada a usar. Não era só a elegância que fazia a diferença, a roupa (um vestido baloné) era muito diferente de qualquer uma que ela já havia visto; as roupas de sua época ou eram verdadeiros circos de cores em movimento (essas eram usadas pelos hippies) ou eram sérias e sem movimento (as que, de fato, ela usava.).

”Hey Lily, acorde!” Liu chamou antes de desaparecer pela porta. A garota voltou-se e segui a... neta!?

“Li-ly!” Harry gritou para a filha. Sua voz estava rouca, mas a euforia ultrapassava qualquer dor. “Lily! Eu... Sua mãe... Os Bebês! Malas! Anda!”

Harry parou na frente da garota, arfando enquanto Lily (Evans) se aproximava para averiguar a situação. “Calma homem!” Liu retrucou impaciente. Afinal, alguém tinha que se controlar. Harry olhou curioso para a filha “Oh! Desculpe, sim?” a garota disse meigamente, e o pai a apreciou até ouvir mais um grito da esposa.

“A bolsa.” Harry puxou a bolsa e estava a ponto de aparatar quando ela gritou mais uma vez. ”Harryyyy! De... De carrrrrro!”. “Ah, certo, claro!” Ele correu até as garotas. “Pai?” Harry acordou do transe e saiu tropicando em direção a garagem, sem de esquecer de bater na porta dos filhos.

As duas ruivas entraram até o quarto onde encontraram Gina mordendo uma almofada. “Ah!” A grávida suspirou “Onde o Harry está? Até parece que quem vai ter gêmeos é ele, e não eu!” Ela tentou rir, mas o máximo que conseguiu foi fazer uma careta devido às contrações.

Liu se aproximou da mãe como um curandeiro analisando sua paciente. “Como estão as contrações?” A mãe ofegou antes de responde “Não param mais!” A filha a observou por mais algum tempo, depois se virou para Lily (“sua avó”, pensou com certo sarcasmo) “Chame o James para mim.” Lily saiu correndo e Liu virou-se mais uma vez a mãe. “Respire e inspire bem devagar, não queremos que os gêmeos nasçam aqui na cama.” A mãe sorriu, enquanto a garota apertava sua mão.

Alguns segundos depois James apareceu afoito, não foi necessário dizer o que estava acontecendo, ele percebeu ao ver a mãe respirando como um cachorrinho. A irmã (Liu) olhou para o garoto e se pôs a dar ordens, como se ela fosse à única responsável da casa. Sem discutir James conjurou uma cadeira de rodas, onde colocou a mãe e desceu-a cuidadosamente as escadas.

Três ou quatro minutos depois Harry apareceu com o Phaeton, estacionando próximo a calçada.

“Aonde... Aonde... Em nome de tudo que há de bom, Harry James Potter, onde diabos você se meteu?” A grávida perguntou furiosa. “Eu... Bem eu estava quase chegando ao hospital...” Ele respondeu no que a mulher franziu tanto o rosto, que por um momento Harry achou que os gêmeos iriam nascer ali mesmo. “Seu... Seu idiota, cabeçudo, louco, incompetente... Ahrg!”

Harry correu para a esposa sem revidar o desaforo e a colocou dentro do Phaeton, afinal aquele não era o primeiro parto de Virginia Weasley Potter.

Lily sentou-se no banco da frente, enquanto Liu colocava a cabeça da mãe, que estava no banco de trás, no colo. Liu ainda deu algumas instruções para James e depois se virou à mãe, lhe ensinando truques para diminuir a dor das contrações e a advertindo que um parto dentro de um Phaeton não pode ser uma coisa saudável. Harry ouviu tudo enquanto dirigia, até que Liu começou a falar em termos médicos.

”Onde você aprendeu isso, Lily Potter?” Ele perguntou tentando parecer bravo. “Eh... na internet?” Harry sabia que ela estava escondendo alguma coisa, mas aquela não era a hora de descobri. Ele havia acabada de ultrapassar um sinal vermelho e ele não queria dar motivo para todos os Potter irem parar num hospital.

E foi nesse frenesi louco que os quatro garotos saíram do quarto, ainda na mansão, e confusos pelo horário.

“Hei carinhas, prestem atenção OK?”James II começou a falar ao encontrar os garotos devidamente vestidos. “Mamãe está saindo para o St. Mungus, eu preciso que vocês não aprontem nada, posso contar com vocês?” Al revirou os olhos, “Não somos mais bebês, e você não é tão mais velho...” James ignorou e virou-se ao Marauders, “Vamos de carro, no meu, porque papai vai levar minha mãe no carro familiar. Lily e... a outra Lily já foram; agora não se esqueçam, não perguntem nada e nem fiquem fuçando no passado...ou devo dizer futuro?”

“Hei, não se preocupe James, não somos tão idiotas assim!” Sirius riu. “Além do mais, vai ser legal passear de carro, é mágico?” James balançou a cabeça negativamente. “Uma pena... eu tenho uma moto, ela é uma belezura, e voa...” Sirius parou em silêncio enquanto viajava além de sua imaginação. “Mas isso não vem ao caso, vamos?”

James e Al se entreolharam tentando segurar o olhar sobre Sirius, ele era mais... Estranho do que eles imaginavam. “Certo”, James disse ao fim. “Podem ir entrando...” ele apontou para a Pick up Mitsubishi concept que estava estacionada na garagem da casa, era o carro mais bonito que qualquer Maraude tenha visto. “Que massa!” Remo sorriu passando a mão sobre a prata brilhante do carro. “O futuro é uma brasa, mora?”. Al olhou risonho, mas preferiu ignorar as palavras estranhas que teimavam em sair da boca dos garotos.

Eles entraram no carro, sem dúvida faziam um tipo de grupo chamativo, bonitos, jovens e em uma Pick Up. ”Como são os brotos daqui?” Sirius perguntou quando James ligou o carro. “Brotos?”Al olhou interrogativo. “Eh, garotas!” Padfoot olhou como se fosse a coisa mais obvia do mundo. “Bem, eu não sei... Eu realmente aprecio de todos os tipos, apesar de que não saio com todas as oferecidas, eu sei escolher...”.

Al revirou os olhos, como seu irmão podia ser tão cabeça oca. “E você Al?” James perguntou olhando ao garoto que deu uma leve corada. “Bem, eu não sou assim como o James, quero dizer, às vezes saio com a Jack, mas ela é só minha amiga... Na maioria das vezes fico com a Rose, minha prima, ela é bem legal e inteligente...”

“Fala sério Al, eu sei que muitas garotas gostam de você.” O irmão retrucou “Mas elas não gostam de mim, e sim do que eu sou...” James revirou os olhos.

Um silêncio se instalou entre os garotos até que a cena do St. Mungus renovou seus corações que há tanto tempo não via algo que lhes lembrassem sua verdadeira época, mas essa impressão foi temporária, porque por baixo da fachada de loja de departamento estava um St Mungus que eles jamais pensariam em ver. Ainda havia a tão corriqueira frase no fim da guia de recepção "Se você não tem certeza aonde ir, não consegue conversar normalmente ou não se lembra de porque está aqui, nossa recepção vai ter o prazer de ajudá-lo"; mas nada era o mesmo, os curandeiros passavam a mil, com roupas azuis e não mais verdes como era antes, as paredes agora eram da cor bege, o grande emblema da varinha cruzada com o osso pendia no teto enquanto rodava e passava uma frase : “Curandeiro Madison, o senhor é requisitado no 3º andar” ou “Curandeira Stranbrigh, faltam cinco minutos par ao seu almoço”.

As pessoas, ainda eram pessoas, mas seus rostos eram mais felizes, o que, pelo que os novos visitantes puderam entender, era sinal de que a ameaça de você-sabe-quem não era mais presente. As roupas dos bruxos nunca haviam lhe parecido tão estranhas, não por causa de seus costumeiros exageros, mas sim, porque eles nunca haviam visto bruxos se parecerem tanto com trouxas. Até mesmo James Potter I, que nascera numa família exclusivamente sangue puro (não por seleção, mas sim conhecidência), raramente se vestia como muggle, porque sabia que por mais que tentasse sempre se esquecia de algo fosse importante, fosse um tênis na cor berinjela ou um boné extravagante.

“Vocês.” James chamou a atenção dos mais novos. “Vou ver como mamãe está e... Tentem não criar nenhuma baderna.” Os garotos afirmaram com uma cara tão santa que até mesmo James, um ‘aprontador’ nato, não desconfiou do que estava por vir.

“Bem, que tal dar uma checada no lugar?” Prongs perguntou já se dirigindo a escada. “Vamos!” ele acenou com a mão chamando os amigos. “Isso não vai dar certo, nunca dá” Al concluiu sem perceber que já estava seguindo Prongs. “Aprenda pequeno Prongs, andar com o primeiro James Potter, nunca dá certo!” Sirius sorriu numa falsa aceitação.


Lily não teve tempo de prestar atenção nas mudanças no St. Mungus, por for ainda era a mesma loja velha e abandonada, mas por dentro estava fantasticamente diferente.

Os ajudantes de curandeiro colocaram a grávida na maca, enquanto a mesma gritava injurias ao marido, que simplesmente ignorava numa silenciosa compreensão.

Mas numa coisa, Lily Evans não pode deixar de prestar atenção. Lily Potter. Só agora Lily percebia que Liu era uma garota diferente. Enquanto todos se desesperavam e cometiam erros, lá estava ela, calma e compassiva, ela era do tipo calado, observador e inteligente. E Lily (Evans) sabia; Lily jamais seria uma adolescente normal.

“Potter! Seu... Ordinário!” Virginia gritou, apertando a mão do marido. “ A culpa é sua!” Harry olhou-a compreensivo. Virginia sempre fora uma mulher forte, mas quando engravidava... A história era outra. Ela virava uma pessoa um tanto instável, com desejos desde os mais simples, como o vicio insaciável por morango, até a vontade de comer aspargo com suco de groselha (“esse, sem duvida, fora o pio”, lembrou-se Harry sorrindo para si mesmo). Ela também tinha impulsos como o de fazer a mesma coisa várias vezes, seja tomar banho ou outras coisas que ele jamais se atreveria a contar aos seus filhos.

Mas durante o parto, em especial, Virginia se tornava uma verdadeira fera, enquanto gritava aos quatro ventos o quanto o marido era “um canalha, aproveitador e idiota!”, nas próprias palavras dela.

Não muito longe de toda essa bagunça um grupo de quatro garotos perambulava pelo 4º andar, na Ala Jano Thickey, para doenças e acidentes mágicos. Não era o lugar certo para se ir, mas nossos amigos ainda iriam descobrir isso...

Nós vamos arrebentar a boca do balão com essas roupas muggles” James sorriu ao piscar para uma garota que levava flores a um dos quartos.

A roupa dos garotos era bastante parecida. Roupas largas, frouxas e muito confortáveis. Nada de gravatas ou calças de linho.

“Essa roupa é ridícula.” Disse ele fechando o agasalho. “Pra que um gorro que não é a prova d’água? E todos essas coisas? Me sinto um comercial andante. E essa calça jeans não é do tamanho certo, ela fica caindo até meus joelhos.” Sirius reclamou, ele não era do tipo que se vestia informalmente com freqüência.

James riu. “Ora bolas! Você não sabe o que é conforto black?” As roupas de James eram semelhantes às de Sirius, só que em vez de um gorro ele usava um boné.

“Eu estou mais parecendo com um maloqueiro, eu confesso... Mas essas roupas são as mais confortáveis que eu já vesti na minha vida.” Remo comentou com um sorriso bobo, para um garoto como ele até mesmo as coisas pequenas da vida eram motivo para um sorriso.

“Sabe, nós vamos ter que dar um jeito nessas gírias de vocês... Se não, a coisa não vai fluir...” Al sorriu, ele usava calça jeans e seu costumeiro boné surrado.

“Como assim? Para mim está tudo chuchu beleza!”James falou chegando a frente de quarto aonde ele viu, nomes familiares...

“Esse é o problema, quem hoje fala coisas com ‘chuchu beleza’ ou ‘arrebentar a boca do balão’, por favor, não queremos colocar uma placa em néon anunciando de onde vocês vieram.”

James parou assustado. Acabara de se lembrar de onde conhecia aqueles nomes. “Alice e Frank Longbottom”, ele leu em voz alta.

“Como?” Remo perguntou começando a entender a gravidade do problema. “Frank? Aqui, nessa ala?”

James não era do tipo pensador, e naquele momento ele não faria uma exceção. Nervosamente ele abriu a porta do quarto; era um lugar amplo e arejado, parecia ter sido reformado há pouco tempo, porque ainda tinha o cheiro de tinta no ar.Havia também uma grande janela enfeitiçada, por onde sempre o sol passava brilhante e nunca havia dias nublados. Então ele viu. Sentado próximo à cama estava um homem, de cabelos brancos e ralos.

O homem levantou-se e olhou para James, era como se ele o conhecesse, o velho sorriu e retirou um sapo de chocolate, ainda no pacote, do bolso.

“Você quer?” ele ofereceu, e James pode perceber certa inocência na voz. “Foi um amigo que trouxe. Eu não o conheço muito, mas ele sempre vem aqui, principalmente no natal... Você também é meu amigo?” James olhou o homem assustado, aquele só podia ser seu amigo de classe, o mesmo que paquerava Alice, a garota com quem Lily dividia o dormitório. “Você é o Frank?”o homem olhou James curioso. “Não sei, você é?” o garoto sentiu um nó no peito “Não, me chamo James, James Potter.” O homem coçou a barba branca bem cortada. “James... hei, eu não conheço você?” o garoto sentiu uma esperança nascer, mas o velho logo a podou. “Ah, não, eu conheço a Jersey, você sabe quem é Jersey?” James negou com a cabeça. “É a minha poltrona.”

Al colocou a mão nos ombros de James. “Oi tio Frank?” o velho não respondeu, mas sorriu. “ Diga ao Neville que eu vim dar um oi.” Al sorriu e virou-se a cama, e só então James notou que lá havia uma mulher tão velha quanto Frank. “Quando a tia Alice acordar diga que eu deixei um abraço.” De dentro do bolso ele tirou duas varinhas de alcaçuz e as entregou ao velho.
“Obrigada moço”, Al retribuiu com um acenar de cabeça e puxou James pelo corredor, não só ele havia visto a cena, mas também Sirius e Remos que estavam tão chocados quanto James.

“Qual parte do ' não perguntem nada e nem fiquem fuçando no passado’ vocês não entenderam?” Al perguntou furioso. “Nem quero saber o que papai irá fazer quando descobrir, quem sabe ele dê uma boa apagada na memória de vocês.” Depois o garoto aliviou a expressão como se percebesse o que James estava sentindo, e o outro garoto nem ao menos precisou perguntar ou falar qualquer coisa para isso. “Sim, é o Frank que vocês conheciam. Ele é o pai de um professor de Hogwarts, Neville. Neville também é um grande amigo do meu pai. Frank e a mulher foram torturados e... bem, eles acabaram assim...”.

“Isso sem dúvida não é uma coisa que vocês deveriam saber, porque eu acho que quando se apaga demais a memória de alguém você pode torrar alguns neurônios...” Al começou a andar pelo corredor sendo seguido pelos garotos. “Vamos procurar minha mãe, e não comentem nada com ninguém... nem mesmo com a Lily... Sua Lily.” Ele completou olhando para James.

Ao voltarem ao andar principal, eles se encontraram com James (II); eles estava conversando com um garoto um pouco mais velho, mas igualmente bonito. O garoto era diferente de qualquer um que os Marauders já haviam visto. Seus olhos eram de um castanho claro e seu cabelo era azul elétrico, ele vestia com um uniforme de algum time. Quando eles se aproximaram viram o nome, ele jogava no ‘Falcões de Falmouth’, um time mundialmente conhecido, até mesmo pelos Maraunders.

Assim que o mais velho dos Potter viu os garotos, sorriu, e comentou algo com o outro garoto que se virou rapidamente para os meninos, parando seus olhos sobre um Maraunder em especial. Remo Lupin.

“Então esses são os famosos Marauders.” Os garotos sorriram ao elogio. “Deixem-me adivinhar... Você deve ser o James, é claro que esses cabelos e esses óculos eu reconheceria em qualquer lugar...” James afirmou com a cabeça. “Você só pode ser o Sirius. O único de olhos azuis.” Sirius também sorriu galanteador. “E você... Você só pode ser...” o garoto puxou o ar antes de falar, era algo completamente novo e complicado de se viver. “Você só pode ser Remo Lupin.” O garoto encheu o peito de ar mais uma vez antes de falar. “Eu sou o Ted, Ted Lupin”

Remo se assustou um pouco, mas não teve tempo de falar qualquer coisa, antes disso ele foi interrompido por Prongs. “Caramba! Remo, seu filho vai ser jogador de Quadribol!”

Remo ficou encabulado. Mas Td, era um tanto quanto espontâneo.

“Bem, se vocês ainda estiverem aqui no próximo jogo, terei o maior prazer de levá-los ao jogo contra as Harpias de Holyhead, sem dúvida vai ser um grande jogo...”.

Ele não pode terminar de falar, Lily Evans havia acabado de aparecer, com seu vestido baloné (que deixou James hipnotizado por alguns minutos), chorando, de felicidade. “Os gêmeos acabaram de nascer”.


Foi exatamente as 16 h, no Hospital St. Mungus que nasceu os mais novos Potter Arthemis e Dionísio, Arty e Dio como seriam chamados mais tarde. Eles eram idênticos, tinham os cabelos loiros e olhos claros. Mas Harry sabia, como todo velho marujo, que a maioria dos bebês tem olhos claros quando nascem e que o cabelo deles iria escurecer, ou quem sabe avermelhar.




No fim da noite Gina abriu os olhos, já era noite, mas ela sorriu ao receber os gêmeos mais uma vez para que eles pudessem se alimentar. O quarto estava cheio; sentados no sofá estavam seus filho, James, Al e Lily. A sua frente, encostados na janela estavam os seus futuros sogro e sogra, Lily e James. Ao lado da cama estava aquele que jamais a abandonava, mesmo quando ela gritava para todos ouvirem que ele era um imprestável, Harry. E ali, ela viu mais uma linda cena, da qual ela jamais iria se esquece. Lado a lado estavam Ted e Remo Lupin. Ted sorria como uma criança que acabara de receber o melhor presente de natal do mundo. E ela gostava disso, porque mesmo que Ted não tenha tido a mesma vida sofrida do marido, mas ele era igual à Harry antes de ter seu primeiro filho.

E naquele natal, mesmo sem saber o que estava a vir, foi o melhor natal de Harry Potter.




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A partir de agora cada capitulo vai ter uma ficha de um personagem:

Nome: James Potter I
Idade: 15 anos
Cor dos olhos e cabelos: Com cabelos pretos, despenteados e olhos castanho-esverdeados.
Altura: 1,68 m
Nasceu em: 1960 no St. Mungus
Aonde mora: Godric's Hollow,com os pais
Hobbies: Jogar Quadribol, aprontar, e irritar com Lily Evans
Amortentia: Algo parecido com uma mistura de sabonete e morango.
Sangue: Puro-sangue
Livro preferido: Não gosta muito de ler, mas sempre que pode lê O Profeta Diário.
Trabalha: Não, mas sonha em ser um jogador de Quadribol mundialmente famoso. Ou ser um auror.
Programa de TV Preferido: É bruxo, por isso não conhece a TV, mas sempre que pode ouve no rádio “As aventuras do supermouse”, e narrações de jogos de Quadribol.
Frase: “Existe o risco que você não pode correr e o risco que você não pode deixar de correr”
Maior segredo: Uma vez tevo um pesadelo de que iria se casar com Lily, mas quando chegava no altar era Severo Snape.
Maior desejo: Dar um (e muito mais) beijo em Lily Evans
Animago: Cervo
De quem mais gosta: Lily Evans
De quem menos gosta: Severus Snape
O que mais gosta de fazer: Se divertir.
O que menos gosta de fazer: Estudar, limpar qualquer coisa, se submeter a ordens, obedecer a ordemns...
Tipo de música que gosta: Yesterday (The Beatles),ele é bruxo, mas os Beatles foram sucesso em todo o mundo
Comida favorita: Amendoim com Fondor (doce francês)
Melhor(es) amigo(s) de Hogwarts: Os Marauders.


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mayra black potter: Gostou desse, grande, e com adicional! E cada uma vai ter o perfil e vou tentar faze-los maior, nem que pra isso eu tenha que emendar capítulos.

Alícia Spinet : Eu sei como é, eu meio que também não gosto de capitulo pequeno(cara de pau a minha, sorry!), mas em fim eu tava meio ocupada, então ontem tirei umas duas horas (sem brincadeira, e hoje eu ainda reescrevi um monte de coisa!) pra escrever esse. Espero que tenha gostado. Comentários, ok?

Edu Pimentel: Bom, Deus te ouça, e bem, hoje você teve um bocado de quem realmente vai ser o herói (ou heroína) dessa historia. Agora, o pedido de sempre, deixa a opinião OK?

Daiana Braga Pereira: Bem, eu estou tentando melhorar, esse foi muito família, mas o próximo já vai contar com “os vilões”, e talves um nem tão vilão assim.. Comenta OK?.

Isadora Silva: Postei e vou tentar postar o próximo domingo OK? Espero que goste desse e comente! Bjkas!

Fl4v1nh4: Hum-hum, dois garotões, que mesmo pequenos vão aprontar (Afinal, eles são Potter’s!), e vão dar um baita trabalho pra uma certa ruiva estressada! Hshs, comenta viu?

Cuca Malfoy: Gostou desse? Espero que sim, e não se esqueça de comentar ok? Seja coisas boas ou ruins, ou pedir alguma coisa!

Julinha Potter: Esse ficou maior, não ficou? E vc, gostou dos “ataque de gravidez da Gina”, muito clichê eu confesso, mas não resisti, eu também a adoro, então pode espera a participação constante dessa mãezona!

__BaBy__: É, natal + Gêmeos, num só capitulo! Tentei deixar bem legal, mais era tanta coisa! Tomara que vc tenha gostado. Bjkas e não esquece de comentar, e opinar!

jessica: Hshs, Confusão vai ser quando eles encontrarem.. Hum... Não posso falar, mas no próximo eles vão encontrar mais de uma pessoa fundamental pra historia!

Alexandra Zabini: Você leu hoje, e olha só!? Postei hoje mesmo 12/10! Mas, não se esquece (pelo amor de Deus) de opinar, se estiver gostando (ou não)!

Ninha Costa: Ai está Ninha, o capitulo, postadissimo e bem maior do que os anteriores! Comenta viu!?


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N/A: Hey, gente! Obrigado pelos comentários, espero que tenham gostado desse capitulo, 8 paginas do World mais o perfil do James I, Então o próximo capitulo já termos Hogwarts oK? Ah, eu também coloquei uma “arte” quanto à roupa da Lily e da Liu, e os carros do James e do Harry. Eu não sou boa nessas coisas...

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