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20. Capítulo XX


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo!!
Bem queria pedir desculpas por não ter postado semana passada, mas tive uns contratempos muito bons, diga-se de passagem, e não tive tempo de atualizar aqui. Preciso compartilhar com vocês, estou muito feliz com isso e se Deus quiser, só vai melhorar as coisas a partir daqui... Fui promovida, vou trabalhar em outra área dentro do que estudei, é uma grande oportunidade e farei o possível para me destacar, tocam por mim! ^^


Sobre o capítulo, Hermione tem um estalo e começa a perceber algumas coisas que não a agradam tanto...


Nana: Sua sumida!!! Não some mais desse jeito!
Fico contente que esteja gostando. ^^


Leleu: Pois é...  Quando pensamos que tudo se resolveu lá vem alguma outra coisa aparecer... Como eles resolverão isso?? Só lendo...


Taina: Então... A Hermione vai começar a entender várias coisas, só não sei se isso ajudará em alguma coisa...
Sobre a adaptação é a The Hearts Desire, sempre tinha alguém ou alguma coisa que atrapalhava, lembra?


Carla Cascão: Vamos ver como ele se comportará a parti daqui, ele precisa abrir o olhou e começar a compreender algumas coisas.
Fico contente em saber que sua mãe está melhorando e a tendência é melhorar cada vez mais, vai dar tudo certo! Estou na torcida! ^^


Undiscovered: Procura sim, vai ser legal reler ^^


 


Uma boa leitura e muitos bjs.


 


 


*****


 


 


Mais uma vez, o baile de caridade em favor dos hospitais de Londres foi um grande sucesso. Foram arrecadados milhões de libras, pois tal evento se tornara um dos mais populares da cidade. Todos os que queriam participar se dispunham a pagar somas exorbitantes pelos convites.


Hermione estava feliz com o sucesso, pois ajudar os hospitais era sua obra de caridade favorita, apesar de ser bastante cansativo. Draco a acompanhara, algo que nunca fizera antes, e os comentários sobre a reconciliação foi inevitável.


A conclusão geral era de que eles tinham feito as pazes. Naquela manhã estariam certos; mas naquele momento, à noite, a jovem viscondessa já não estava tão segura disso.


A viagem da Mansão Malfoy a Londres fora feita em silêncio. O loiro não havia tentado nenhum tipo de conversa, tampouco ela. As missivas de Pansy Parkinson deviam estar no caminho de volta para a França, porém permaneciam entre Hermione e Draco como se estivessem empilhadas ali, dentro da carruagem. Ela sabia que o marido não entendia o por que, não compreendia que uma amante, mesmo sendo paga, poderia se apaixonar perdidamente.


No baile, dançaram juntos e depois misturaram-se aos demais convidados. Após algumas horas circulando no meio da multidão, e cansada de ostentar um sorriso formal, sua cabeça começou a doer, e ela procurou um canto sossegado do salão para descansar.


Encostada contra uma parede, tomando uma taça de vinho, observava o salão. Recordava do dia em que havia feito a lista de convidados junto com Susan, e como Draco a avisou sobre lady Brown. O fato da castanha não ter levado pessoalmente a lista para ela, comprovou ser uma afronta social que Hermione estava pagando com juros, porque entre os cavaleiros e nobres, princesas e palhaços, juízes equilibrados e musas gregas, estavam também todas as antigas amantes do marido, com exceção de Pansy Parkinson. Lady Lavander Brown esteve muito ocupada, e certamente se comportou de forma bastante vingativa.


A jovem viscondessa buscou os rostos: Laura Madley, tão educada e elegante; Astoria Greengrass, sorrindo, preciosa; Megan Jones, loira com olhos castanhos como ela, uma mulher de baixa condição, uma pobre cortesã que precisaria ter muitos clientes para conseguir pagar o convite do baile. Lisa Turpin , morena e bela. A reconciliação com seu marido não saiu muito bem e agora era a amante de Justin Finch-Fletchley. Penelope Clearwater, outra condessa bela e promiscua com a qual Hermione foi obrigada a tomar chá e jogar cartas durante anos e até Millicent Bullstrode estava ali e os anos haviam passado para ela, pois seu rosto adorável e tão alegre, que lhe converteu em uma mulher tão popular, agora mostrava o que realmente era: uma cortesã passando pelos anos.


Hermione estudou uma a uma, mas, para seu espanto, não sentiu raiva, nem ciúme. Sentia-se estranhamente distante, absurdamente longe de tudo, não sentia um pingo de piedade por essas mulheres.


Seu marido não amara nenhuma delas. Mas e elas, como se sentiram? Lembrou-se do terno olhar que a Greengrass dirigira a ele naquele dia na loja de tecidos, confirmando o que ela já sabia a anos e que seu esposo se negava a ver. A baronesa o amara. Agora talvez não, mas antes...


Também lhe veio à memória a pilha de cartas cor-de-rosa na pasta do sr. Flint. Pobre Parkinson...


E ela? Ela era sua esposa, mas se no tivesse dote, se não tivesse nascido uma dama, se não tivesse casado com ele, mas também estivesse se apaixonado por Draco Malfoy. Era muito fácil se apaixonar por ele e quase sem perceber. Era seu sorriso e seu charme, sua habilidade para fazer as mulheres rirem. Sempre lembrava a comida preferida de uma mulher e as atividades que mais gostava e como gostava de ser acariciada. Mas seu coração nunca se comprometia. Como poderia obter seu coração se nunca o havia oferecido?


Hermione apertou a testa com a mão. A enxaqueca piorava e seu coração doía, era tempo de suas regras, podia sentir, mas também sabia que não era apenas por isso que se sentia tão cansada, sozinha e terrivelmente deprimida. Não conseguia deixar de pensar no desespero e magoa daquela mulher para enviar a um homem tantas cartas, quando ele não se deu nem ao trabalho de lhe mandar uma. Entendia o amor desesperado de Pansy por um homem que não lhe correspondia. Será que estava sentindo compaixão pela amante de seu próprio marido? Esperava que não.


O casal Malfoy saíram do baile cedo e voltaram para a Mansão na mesma noite. Dormiram separados, pois ela usara suas regras como pretexto. Ficou feliz por ele ter aceitado sem protestar, pois.não queria que o marido a visse chorar. Ela fez isso em silêncio no travesseiro, para que ele não pudesse ouvir.


 


“Ela está se afastando. Posso sentir isso.”


Draco, deitado de costas na cama, fitava o teto, no escuro, tentando convencer-se de que eram mesmo as regras, e sabia que esse tipo de coisa afetava a disposição da mulher. Havia aprendido a muito tempo que manter-se de lado é o melhor que um homem podia fazer nessas circunstancias.


Tratou de convencer-se de que a bendita menstruação era a razão pelo comportamento estranho com as cartas de Pansy, mas sabia que não era assim, ela estava se afastando dele.


O baile dessa noite tampouco ajudou em alguma coisa. Maldita Lady Brown, que natureza maliciosa. Mas enquanto a amaldiçoava, reconhecia sua própria culpa.


Passou as mãos pelo rosto se fazendo a mesma pergunta que tantas vezes se fez nos últimos anos. O que Hermione queria dele? O que poderia fazer para consertar tudo de uma vez por todas. Teria que haver alguma forma.


Os anos passaram por sua mente como páginas de um livro de história, mas as imagens que recordava e as mais gratificantes eram as de Malfoy Park. Pensou nos passeios a cavalo e em como Hermione os adorava. Ela foi feliz ali e ele sabia disso.


Com súbita clareza, percebeu o que tinha de fazer. A levaria para casa, sua casa, onde ele pertencia. Voltariam a dormir naquela maravilhosa e enorme cama de madeira polida. Perder no jogo de xadrez na biblioteca, cavalgar a égua puro sangue que tinha comprado para ela. A imaginou correndo na frente dele, jogando o chapéu ao vento e rindo, com essa imagem pode finalmente dormir.


 


 


Hermione não se opôs à ideia de deixar a capital, mas, durante a viagem, falou muito pouco. Embora o loiro tivesse conseguido um sorriso ou dois, ela era tímida e distante. Ele sabia que provavelmente teria algum desconforto por causa das regras e lógico que a viagem de seis dias até Malfoy Parke não colaborava nem um pouco. Mas recordava muito bem o quanto duravam seus períodos e quando chegaram a Malfoy Parke, já era o final do sétimo dia e ela continuava a evitá-lo.


Draco, entretanto, não pretendia permitir mais portas fechadas entre os dois. Naquela noite quando se dirigiu aos aposentos do casal, estava disposto a deixar aquilo bem claro para ela.


Hermione estava lá quando ele entrou, sentada no toucador, de camisola, escovando os cabelos. Parou por um momento ao avistá-lo, mas logo prosseguiu com sua tarefa.


O loiro foi ao quarto de vestir e viu que o sofá estava arrumado, mas não tinha intenção nenhuma de usá-lo. Nunca mais. Despiu-se, saiu dali e parou atrás da cadeira da esposa.


Ela parou de se pentear, a escova entre os cabelos, vendo a imagem do marido refletida no espelho, o rosto delicado enquadrado no fundo do torso masculino


Draco se inclinou e deslizou os braços ao redor dela, beijou seus cabelos, ela que largou a escova, segurou-o pelos pulsos e o afastou. O loiro se endireitou decidido em saber o que estava acontecendo.


— Vamos ter uma briga esta noite? — perguntou calmamente.


— Por que pergunta? Só porque não quero fazer amor com você?


Nesses momentos, Draco achava que as mulheres poderiam se tornar verdadeiramente odiosas.


— Bem, algo está errado e não sei o que é.


— É só que... — a jovem parou e se virou, olhando-o sob a luz do lampião com uma estranha tristeza tão grande no olhar que o atingiu como um golpe no peito.


— Ainda zangada por causa das cartas de Pansy? — perguntou com caltela.


— Não estou zangada, Draco. Nunca estive.


— Então por que está se comportando de forma tão estranha? Você continua... — parou e fez um sinal vago em direção ao ventre dela, esperando que fosse algo tão simples como naquela época, mas consciente de que não era isso.


Hermione enrubesceu.


— Não...


Tentou adivinhar outra vez:


— Então aborreceu-se porque deixamos Londres antes do fim da temporada?


— Meu Deus, não!


Draco desistiu.


— Por caridade, diga-me o que é!


Ela ergueu a mão, num gesto indiferente.


— Sinto tanta pena daquela mulher!


— Que mulher? Pansy? — Draco arregalou os olhos, estava tão surpreendido que teve dificuldade em seguir perguntando. — Por quê?!


— Ora, Draco, por favor — seu rosto mostrava exasperação — Finalmente consegui entende-la. Ela tem sentimentos por você — apoiou as mãos no colo — E desesperadamente. Caso contrário, não teria se atrevido a enviar tantas cartas e se humilhado dessa maneira.


Draco fizera uma pergunta tola, e deveria ter adivinhado que não iria gostar da resposta. Pousou as mãos nos ombros da esposa e pressionou sua testa contra a cabeça de Hermione, respirando fundo.


— O que sugere que eu faça, querida?


— Não sei — admitiu e se encolheu como se quisesse que ele a soltasse, mas Draco não o fez. Endireitou-se e encontrou o olhar dela.


— Talvez eu seja tolo, mas não consigo ver onde está o problema.


— Sei como ela se sente — falou meio sussurrado — Agora sabe qual é o problema.


As mãos apertaram mais os ombros.


— Não é a mesma coisa, Hermione.


— É exatamente a mesma coisa. Os homens acreditam mesmo que amantes não têm sentimentos, que não se apaixonam? É a verdade — falou quando ele balbuciou algo de forma impaciente — Amor. Tentei lhe dizer isso quando vimos Peggy Darwin na loja de tecidos, ela já o amou. Eu sempre soube disso, porque você acha que me doeu tanto ao ver como ela te olhava?


— Mas eu nunca amei nenhuma delas.


— Não me refiro aos seus sentimentos, mas... aos meus. Oh, Draco, você não vê?! As mulheres se apaixonam por você. A culpa é do jeito como sorri, as coisas que diz, tudo o que faz!


Aquilo era um absurdo. Ele desviou o rosto.


— Não acredito que alguém se apaixone só por causa de alguns sorrisos e de algumas palavras de amor.


— Você é um homem muito atraente, tem muito magnetismo, muito charme. Sabe conquistar as mulheres, lembra-se das coisas, presta atenção a elas, você as torna bonecas cativas em seus braços —  fez uma pausa e disse suavemente — Assim como eu...


— Querida, você nunca foi uma boneca em meus braços — a assegurou — Se tudo isso fosse verdade, nós já teríamos meia dúzia de filhos — tentou brincar.


Hermione ficou de pé, afastou-se e foi para o leito.


— Quero dormir.


Draco olhou por cima do ombro para o sofá que tinha sido preparado para ele no quarto de vestir. Se inclinou sobre a cabeceira de madeira entalhada, segurando-se sobre a borda e a olhou novamente.


— Diga-me uma coisa, Hermione. Quer mesmo que eu durma no outro aposento?


Ela não o encarou.


— Eu... — Mordeu o lábio.


— Sim ou não, Hermione?


— Não quero fazer amor, Draco e não estou falando isso por estar chateada com você — De verdade, é só que... Essa noite não estou disposta.


O fato era que apenas de olha-la e toca-la minimamente, foi o suficiente para excita-lo Seria uma tortura deitar-se com ela e se comportar. Mas tinha de ser assim, iria suportar. Mas não iria desistir de todas as noites tentar persuadi-la na primeira oportunidade que surgisse.


Assim, Draco fitou-a e fez algo que jurara nunca mais fazer: mentiu.


— Se não quer fazer amor, eu também não quero.


Hermione abaixou os cílios e pareceu ainda mais adorável naquela cama enorme, a camisola de seda branca lhe dando um aspecto virginal e aquele ar angelical. Quando ouviu sua risada, naquele momento não se importaria de morrer e ir subir para o céu.


— Onde devo dormir Hermione?


Ela por fim o fitou. Hesitou ainda, mas enfim puxou as cobertas, convidando-o. Draco ficou tão aliviado que teve de fazer um esforço enorme para não demonstrar. Deslizou para debaixo dos cobertores e a abraçou, enterrando o rosto em seus cabelos.


— Draco... — disse num tom de reprovação, mas não tirou as mãos de si. Ficou imóvel, no escuro, permitindo que ele a apertasse de encontro a si. Aquilo era uma tortura para ele, mas tudo bem. Trouxera Hermione para Malfoy Park, pensando que assim resolveria tudo, mas nada era fácil quando se tratava de sua esposa.

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Comentários: 2

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Enviado por taina cullen em 03/07/2012

ta ok, eu acho que tenho um espirito masculino, pois não consigo entennder a mione, penso igual ao Draco! acho que ja deu essa lenga lenga de maggoa ou mal estar com a cituação que a mione faz af.
Ps: lembro sim rsrsrsrs
Ps2: vc tinha q adotar o mesmo sistema que os bancos, se atrazar uma postagem deveria postar a atrazada a do dia e mais uma que serveria  de juros =p 

Nota: 5

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Enviado por leleu_mione em 02/07/2012

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, até que a reação da mione foi melhor do que eu pensava, porque achei que eles voltariam a estaca zero e isso não aconteceu; ela até permitiu que ele dormisse na mesma cama... Acho que a regra da mione não veio e que ela pode estar grávida, será? Só o próximo capítulo para saber, beijos e até lá.

Nota: 5

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