Marlene abriu seus olhos lentamente por causa da luminosidade que entrava pela janela de seu quarto no apartamento que dividia com Sirius. Ele dormia tranquilamente ao seu lado, e ela deitada em seu peito muito bem definido por causa dos anos praticando quadribol, se sentiu a garota mais sortuda do mundo. As lembranças da noite passada se apossaram de sua mente e ela não conseguiu conter o sorriso maroto. Nunca se sentira mais feliz em toda sua vida.
Flashback
Ela chegara cansada em casa depois de um longo dia trabalhando no ministério, fora um dia realmente longo e chato pois James e Sirius saíram em uma missão pela Ordem da Fenix deixando-a sozinha. Não poderia nem contar com a companhia de sua melhor amiga Lílian, porque ela estava em casa cuidando do filho dela, Harry.
Guardou as chaves na mesinha ao lado do sofá e se dirigiu a cozinha, deixando o casaco no cabideiro ali perto. Esperava estar sozinha então foi abrindo o zíper do vestido que estava usando aquele dia, que estava apertado chegando a ser incomodo. Respirara fundo assim que conseguiu abrir totalmente o zíper frontal, aliviada.
A geladeira não tinha muita comida, como de costume, então Lene foi até a dispensa e pegou alguns biscoitos e sentou-se à mesa da cozinha, cansada e faminta.
- Chegou tarde, estava preocupado. – Sirius falou da porta da cozinha assustando Marlene, que cuspiu todo o biscoito que estava em sua boca e esticou a mão até sua varinha. Quase o azarou por aquele susto, mas estava tão cansada que resolveu que não valeria a pena.
- Por que esta aqui Six? – Ela perguntou comendo outro biscoito. Ele se escorou na porta da cozinha, olhando diretamente para o rosto dela, evitando desviar o olhar mais para baixo. Marlene achou isso estranho no começo, mas depois notou seu vestido aberto, nem se deu o trabalho de fechar, estava cansada e o vestido apertado era muito incomodo.
- Eu moro aqui, lembra?
Sirius se mudara para o apartamento de Marlene quando James se casou com Lílian, os meninos dividiam o apartamento antes e quando Sirius ficou sabendo do casório do amigo, procurara Lene para morar com ela. Os dois eram somente amigos, mas essa relação vinha sendo muito complicada por causa dos flertes que de vez em quando jogavam um para o outro. Em Hogwarts muitos consideravam a amizade deles colorida, mas os dois nem davam bola para isso.
- Achei que você estava em uma missão para a ordem. – Falou Marlene em tom acusatório.
- E estava, mas consegui conclui-la mais cedo. – Ele olhou preocupado para os biscoitos que Marlene comida. – Não deveria jantar somente biscoitos Lene, faz mal para sua saúde, e eu não quero bancar o enfermeiro para você.
- Aposto que seria um enfermeiro bem gato. – Marlene comentou mais para si mesma, em tom malicioso. – Eu ate comeria alguma outra coisa se tivesse alguma comida na geladeira.
- Eu seria o enfermeiro mais sexy que você já viu. – Ele falou indo em direção à dispensa e voltando com um pacote de miojo. Marlene adorava miojo desde que Lílian a apresentou a essa comida trouxa, mas nunca se arriscava a fazer, pois era uma negação na cozinha. – E era só pedir para eu fazer algo para você comer Lene, não deixaria a minha pequena com fome. – Ele falou a ultima parte bagunçando os cabelos de Marlene, que já estavam embaraçados, mas ela nem ligou para isso.
- Eu não sabia que você estava aqui! – Ela falou mostrando a língua para ele. Sirius começou a preparar o miojo de Marlene enquanto ela levantada e ia em direção ao quarto para colocar uma roupa mais confortável.
Quando Lene saiu da cozinha e foi para seu quarto trocar de roupa, Sirius respirou, aliviado. Ela estava totalmente sensual com aquele vestido aberto na frente. Marlene possuía um corpo de parar o transito, com seios fartos e coxas grossas e uma bunda que era a tentação para Sirius. Ele não sabia quando começou a se sentir atraído pela amiga, mas agora não conseguia parar de olhar para as curvas dela e, ao aparecer na cozinha com o vestido aberto, fora quase demais para ele. Imaginou-se prensando Lene contra a cadeira e a beijando, aqueles lábios que o atormentavam durante o sono, que pareciam extremamente macios e que eram extremamente vermelhos e muito bem desenhados, sem precisar de nenhuma maquiagem.
Foi por isso que Sirius se sentira aliviado quando Marlene saíra da cozinha, pois não sabia mais quanto tempo conseguiria se segurar para não beija-la. Esperava que ela colocasse uma roupa menos provocante, mas Merlin estava contra ele naquele dia.
Marlene não achava seu pijaminha comportado, com um coelhinho na blusa cinza e uma causa rosa de bolinhas. Ela não tinha muitos pijamas e se amaldiçoava por causa disso, pois a única roupa de dormir no seu guarda roupa era uma blusa de alcinhas rosa e um microshort com coraçõezinhos. Ela vestiu e na mesma hora não aprovou, não poderia aparecer usando aquilo na frente do Sirius!
Vestira então uma blusa dele mesmo, que era preta e que tinha uma gola em V, e era grande para ela, junto com o microshort de corações, descarando a blusa de alcinhas. “É o melhor que eu posso fazer” Ela pensou antes de sair do quarto e ir ate a cozinha, que exalava o cheiro do seu delicioso miojo, deixando-a com água na boca.
Entrou na cozinha e encontrou Sirius colocando a sua comida em um prato, segurando a panela no alto, realçando seus músculos. Ele estava com uma blusa cinza que marcava seus músculos e uma calça de moletom azul marinho, Marlene não pode deixar de reparar o quanto Sirius era bonito. “Bonito não, um verdadeiro deus grego!” Ela pensou consigo mesma, mordendo o lábio inferior em um gesto sexy, a pesar dela nem saber disso.
Sirius quase derrubara a comida no chão ao vê-la escorada na porta usando uma blusa dele e um short tão minúsculo que mais parecia uma calcinha. Ela era tão linda! E nem fazia ideia disso. Seus cabelos loiros caiam em ondas e estavam um pouco bagunçados, seus olhos azuis estavam extremamente brilhantes e o modo com que ela mordia o lábio inferior estava mexendo com Sirius de uma maneira desconcertante.
- Seu jantar senhorita! – Ele falou colocando o prato na mesa. Ela se sentou em frente ao prato e começou a comer, Marlene estava realmente esfomeada, coitada. Sirius se sentou ao lado dela e os dois começaram a conversar.
Essas conversas eram muito comuns entre eles e se devia ao fato que eles poderiam passar horas conversando sem se entediarem, Lene sentia que poderia falar sobre tudo com ele, e Sirius sentia exatamente o mesmo.
Eventualmente, Marlene terminou de comer e se sentia mais desperta por causa da conversa, não estava mais tão acabada como quando chegara em casa. Sirius, que estava com sono enquanto esperava a chegada dela, não estava mais sonolento, então eles até abriram uma garrava de uísque de fogo, em comemoração a missão bem sucedida.
Conversa vai, conversa vem cada um tomou poucas doses para não ficarem bêbados, somente um pouco felizes. Uma gota de uísque escapou da boca de Marlene enquanto ela bebia, descendo por seu pescoço alvo. Ela levantou a mão para limpar, um pouco envergonhada pela gota inconveniente, que entrara pelo decote da blusa. Sirius a impediu. Ele não sabia por que fizera isso, mas segurara a mão dela para impedi-la de limpar a gota, e levou seus lábios ao pescoço dela para ele mesmo limpar. Talvez estivesse mais desinibido por causa da bebida, o fato era que queria fazer isso a um longo tempo.
Ao sentir os lábios quentes de Sirius tocar sua pele, Marlene sentiu um arrepio na espinha. Onde os lábios dele a tocavam, sugando a gota inconveniente, ela sentia como se desenhasse com fogo em seu pescoço, aumentando a temperatura do ambiente. Ela conhecia bem essa sensação e praguejou consigo mesma. Era desejo.
Separaram-se, mas Sirius se recusou a se afastar mais do que alguns centímetros dela, colando suas testas e segurando agora os dois pulsos de Marlene. Seus olhos cinza encararam os azuis de Lene e naquele momento teve certeza de um único fato, algo que vinha negando a um tempo. A amava. A amava como nunca amara ninguém, a amava como mulher da sua vida e não conseguiria passar mais um minuto longe dela. Colou seus lábios aos dela em um beijo quase desesperado, seu coração descompassou quando ela correspondeu o beijo.
Marlene morreu e foi ao céu depois voltou quando sentiu os lábios carnudos de Sirius selando os dela, em um beijo que ela estava desejando a um longo tempo, e correspondeu prontamente. As mãos dele passaram de seus pulsos para sua cintura e puxou-a para seu colo. Ela afundou as mãos em seus cabelos negros como carvão e não conseguiu conter um suspiro quando a língua de Sirius tocou a dela.
Ela se perguntava por que Sirius fazia tanto sucesso entre as meninas com quem ficava, além da aparência. Mas agora sabia o porquê e experimentava em primeira mão. Era a pegada, a maldita pegada. Ele grudara seus corpos, seu abdômen comprimindo os seios de Marlene, ela sentindo o coração descompassado dele. Suas mãos passeavam pelo abdômen definido dele, e ele não ficava atrás. Passava a mão por toda barriga lisa de Lene e eventualmente apertava sua cintura, arrancando suspiros.
Quando o ar faltou Sirius não se permitiu parar de beija-la, desceu beijando primeiramente o queixo dela, para depois beijar um ponto específico no pescoço esguio e alvo. Ele sabia que o pescoço era seu ponto fraco e fez uso desse conhecimento. Marlene não deixou ele se divertir sozinho, colocou a mão por dentro da blusa dele pelas costas, e desceu arranhando-as com as unhas bem feitas, para depois subi-las de novo, dessa vez pelo peito e explora-lo sem o tecido para atrapalhar.
Voltaram a se beijar n a boca, dessa vez em um beijo mais quente, Sirius colocando a língua até o final da boca de Marlene, que quase não conseguia conter os suspiros, quase. Ela levou as mãos ao final da blusa dele, tirando-a para depois morder o lóbulo da orelha de Sirius. Se o pescoço era o ponto fraco de Marlene, a orelha era o de Sirius.
Sirius não a deixaria se divertir sozinha, passou as mãos por dentro da blusa de Marlene, levando-as aos seios desprovidos de sutiã, em um movimento ousado. Marlene amava isso nele, sua ousadia e sensualidade e quando sentiu os dedos gelados de Sirius em seus seios não conseguiu conter o gemido. Isso só serviu para instiga-lo a continuar, beijando o seio direito dela por cima da blusa preta, fazendo um arrepio correr a coluna de Marlene e ela arquear-se para trás, oferecendo mais pele.
Ele desceu a mão para o quadril de Lene e se levantou, carregando-a para seu quarto. Lene entrelaçou suas pernas pela cintura de Sirius e apartou o beijo, indo morder o lóbulo da orelha dele, fazendo-o quase errar o passo. A porta do quarto de Sírius se abriu com um estrondo e quando Lene viu, se encontrava deitada na cama de Sírius, com o mesmo por cima dela, em um beijo muito quente.
Sírius tirou a blusa de Marlene que estava sem sutiã, e teve que parar alguns segundos para admirar a mais abençoada obra de Deus, os seios de Marlene. Ele teria ficado encarando-a durante um longo tempo se ela não o tivesse puxado para mais um beijo.
Marlene sentia a excitação de Sírius entre suas pernas, sabia que estava indo por um caminho perigoso, mas o pior é que ela sabia que estava gostando. E muito. Estava desejando internamente por aquele momento desde que ele viera morar com ela e não se arrependia do que estava fazendo. Sírius desceu o beijo para o pescoço da loira, arrancando um gemido abafado. Desceu mais e começou a beijar o seio direito de Marlene, massageando o outro com a mão, para logo depois executar o mesmo tratamento no outro. Nesse momento Marlene não via nada, só sentia, não conseguindo mais conter os suspiros e gemidos, fazendo com que Sírius sentisse um formigamento abaixo do ventre.
Por mais que ele quisesse, e muito, continuar, ele não sabia se Marlene realmente queria quilo ou era só a bebida, subiu de novo o beijo para a boca, selando uma ultima vez os lábios da loira e perguntou:
- Você realmente quer isso?
- Claro que quero Six! – Respondeu Marlene prontamente, confusa. – Por que a pergunta? – Ela perguntou rolando na cama e ficando por cima do Sírius, sabendo que aquilo iria provoca-lo.
“Como ela quer eu responda algo se ela fica me provocando?” Sírius falou observando a linda mulher sentada na sua virilha, “Assim fica difícil!”.
- Porque eu não sei se isso aqui é resultado do firewisky ou se você realmente quer isso – Ele falou sentando-se e beijando o pescoço de Lene.
- Ah Six, pode ter certeza que é muito mais que o firewisky.
Marlene ficou sentada em cima de ereção de Sírius, que estava chegando ao seu limite, precisava dela. Lene empurrou Sírius para ele ficar deitado, ficando por cima dele. Sentiu as mãos do moreno descerem pelas suas costas e apertarem seu bumbum, não conseguindo conter o sorriso, mas ela também sabia provocar. Tirou umas das mãos do peitoral bem definido de Sírius e afastou a calça de moletom que ele usava, juntamente com a cueca, e libertando a ereção de Six. Não se fez de envergonhada, pois afinal não era mesmo, e encheu a mão com o pênis do “amigo”, que mordeu seu lábio, não esperando um movimento tão repentino da loira. Sírius poderia ter gozado ali mesmo quando sentiu a mão pequena dela em sua ereção, mas se segurou, tinha um lugar muito melhor para fazer isso. Quase foi aos céus quando ela começou os movimentos de vai-e-vem.
- Minha vez. - Ele falou, rolando na cama e ficando por cima dela. Tirou a mão de Marlene de seu pênis e as segurou com uma só mão por cima da cabeça dela, deixando o corpo todo de Lene ao seu dispor.
Abaixou o microshort lentamente, o que deixava Marlene impaciente, e notou que ela não usava calcinha com aquele short, como poderia ne? Olhou nos olhos dela, mas a única resposta foi quando Marlene mordeu um lábio de um jeito bem sexy, ai foi que Sírius perdeu todo o autocontrole que estava tentando manter desde o começo.
Atacou com a boca os seios de Marlene enquanto dois de seus dedos a invadiam de surpresa, arrancando um gemido bem alto.
- Vai Sírius quero você dentro de mim! – Ela falou quando não aquentou mais aquela tortura, queria ele, queria agora. Sírius então terminou de descer a calça e a cueca e, olhando nos olhos dela, penetrou-a.
Marlene arqueou as costas com o movimento dele e agradeceu a Merlin por seu “amigo” ser muito bem dotado. Foi então que Sírius começou os movimentos de vai-e-vem com o quadril. Marlene se sentia extremamente quente e não conseguia conter um único gemido, sempre que tentava Sírius aumentava a velocidade de seus movimentos, tornando tal feito impossível. Sentiu que chegava ao ápice mais rápido do que normalmente chegava e, quando o orgasmo veio, foi o mais alucinante de sua vida. Quase não percebeu quando Sírius se derramou dentro dela, mas agradeceu por tomar poção anticoncepcional.
Deitaram-se juntos na cama e não pronunciaram nenhuma palavra, não era necessário, Six a abraçou por trás e logo após os dois dormiram.
Fim do flashback
Marlene não se arrependia da noite passada e sabia perfeitamente que Sírius também não. Aconchegou-se melhor no moreno e voltou a dormir, não iria quebrar aquele conforto todo. Viveria ali para sempre.
[N/A]: Primeira NC gente então espero que gostem! Comentem por favor e não esqueçam de olhar as minhas outras fics!
Malfeito Feito ;)