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15. Capítulo 14


Fic: O Testamento


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry não disse que ela estava paranóica, nem riu do que ela disse. Infelizmente, sua expressão a caminho da casa dela não deixava transparecer nada que pudesse dar uma pista do que se passava em sua mente.


— É aquela ali? — ele perguntou, apontando com o queixo para a casa na curva da rua.


— É, sim — ela disse, temporariamente distraída. — A minha é a única casa do quarteirão.


Ele abriu um sorriso largo.


— Sua casa é na beira de uma rua de terra, não há quarteirão algum por aqui.


— Pois saiba que, pelos padrões de Bowen, isto aqui é um quarteirão.


O lugar era incrivelmente bonito. Havia pelo menos uma dúzia de árvores rodeando o terreno dela. A casa tinha uma varanda com colunas. Havia água cerca de cem metros adiante. Ao aproximar-se da entrada, ele viu outras árvores retorcidas levantando-se do bayou.


— Há muitas cobras por aqui?


— Algumas.


— Na casa?


— Não, lá não.


Ele respirou, aliviado.


— Ainda bem. Odeio cobras.


— É, não conheço muita gente que goste delas mesmo.


Ele estacionou e seguiu-a até os degraus da entrada. Gina tinha uma queda por flores, como ele pôde notar. Havia flores diante das janelas dos dois lados da porta e mais ainda por todo o contorno da varanda, em grandes vasos de barro, com hera caindo pelos lados.


Ela abriu a porta da frente e entrou primeiro. Harry colocou a mala na entrada, junto a um antigo baú e olhou em volta. Pelo que pôde notar, a casa havia sido cuidadosamente restaurada. O chão de tábuas de madeira larga tinham um brilho suave e as paredes haviam recebido uma pintura amarelo manteiga. Harry sentiu o cheiro de ver­niz novo. Encostou a vara de pescar contra uma parede e fechou a porta atrás de si. Quando trancou, percebeu como a fechadura era frágil. Voltou a abrir a porta, abaixou-se e examinou a fechadura de perto, procurando sinais de intromissão. Não havia arranhões visíveis, mas ela precisaria trocá-la logo.


Ele passou para o vestíbulo. À esquerda, havia uma pequena sala de jantar, mobiliada com uma mesa escura de mogno, cadeiras, além de um belo aparador entalhado, encostado na parede oposta à janela. A vida era dada por um tapete vermelho vivo, com estampas amarelas e negras.


À direita da entrada ficava a sala de estar. Um macio sofá bege ficava de frente para duas poltronas, uma de cada lado da lareira de pedra. Um baú sobre um outro tapete colorido fazia as vezes de mesa de centro, onde havia vários livros. Ao fundo havia portas duplas, tipo venezianas e, por trás delas, ele viu a escrivaninha.


— A casa, na verdade, é um grande quadrado — ela disse. — Pode-se andar da sala de jantar para a cozinha, cruzar o vestíbulo do fundo para o meu escritório, depois passar por aquelas portas duplas para a sala de estar. Não há beco sem saída nesta casa, e é disso que eu gosto.


— Onde ficam os quartos?


— A escada é lá atrás, junto da lavanderia, e tenho dois quartos lá em cima. São bem grandes, mas o chão e as paredes ainda precisam de um tratamento. Estou cuidando de uma peça de cada vez. Teremos de usar o único banheiro que há lá em cima, se não se importa — ela comunicou. — Quando eu acabar de recuperar a casa, terei dois ba­nheiros pequenos.


A casa de Gina era mobiliada com simplicidade, mas todas as peças eram de bom gosto e nada era demais. Realmente refletia a personalidade da dona, Harry concluiu.


— Esta mesa é uma peça Maitland-Smith? — ele perguntou, en­trando na sala de jantar para observar melhor a mesa.


— Você conhece até os nomes dos fabricantes de móveis?


— Alguns — ele respondeu. — É que aprecio belas peças. Esta aqui é de lá?


— Não, não é uma Maitland-Smith. É uma mesa Ronald.


Ele não conseguiu fazer a ligação do nome durante alguns se­gundos; depois percebeu que ela estava dizendo que o irmão tinha feito a mobília.


— Não acredito que seu irmão tenha feito isso.


— Foi ele mesmo.


— Mas, Gina, isto aqui é uma obra de arte.


Ele passou a mão delicadamente sobre o tampo da mesa, como se fosse o rosto de um bebê. Gina observou-o, orgulhosa por ele haver apreciado o trabalho de seu irmão.


A madeira escura estava lisa como o mármore de uma estátua.


— Incrível — Harry murmurou. — Essas linhas são maravilhosas. Ele abaixou-se para olhar por baixo. As pernas eram entalhadas e a estrutura era muito bem-feita. Perfeita. Cada detalhe, assim como o todo, era perfeito.


— Quem ensinou seu irmão a trabalhar bem assim?


— Ele aprendeu sozinho.


— Ah, não acredito. Ela riu.


— Meu irmão é perfeccionista em algumas coisas. Tem muito talento, não acha?


Harry ainda não havia acabado de observar o conjunto. Ficou em pé e pegou uma das cadeiras. Virou-a de pernas para o ar e deixou escapar um assovio.


— Não se vê nem um prego ou parafuso em lugar algum. Ai, ai, ai, como eu gostaria de conseguir trabalhar assim. Se for bem conserva­da, essa cadeira pode atravessar séculos!


— Você também faz carpintaria?


Ela não sabia por que, mas a idéia de Harry fazer qualquer traba­lho manual a surpreendia. Parecia não se encaixar ao que ela conhecia dele. Olhando para ela, percebeu sua surpresa.


— O que foi?


— Você não me parece ser do tipo que trabalha com as mãos.


— Ah, é? E com que tipo acha que eu pareço? Ela deu de ombros e respondeu:


— Ah, sei lá. Alguém de Wall Street... com ternos feitos sob me­dida... muitos empregados em volta. Sabe como é, um menino da cidade.


Ele ergueu uma sobrancelha.


— Errou. Algumas das melhores coisas que sei fazer são com as mãos — ele disse, lançando-lhe um sorriso. — Quer referências?


Ela não pôde deixar de perceber a insinuação sensual das palavras.


— Precisarei trancar a porta do meu quarto esta noite?


A expressão do rosto dele imediatamente tornou-se séria.


— Não, eu jamais seria capaz de invadir sua privacidade. Além do mais...


— O que é?


— Se eu souber fazer o jogo certo — ele disse, piscando para ela. — É você quem vai chegar até mim.


— O senhor é assim tão ousado com todas as mulheres quando as conhece, Senhor Potter?


Ele riu, balançando a cabeça.


— Não sei o que é, Gina. Você parece despertar os diabos dentro de mim.


Ela revirou os olhos, exasperada.


— É verdade — ele disse. — Realmente gosto de trabalhar com as mãos. Gosto de construir coisas... ou pelo menos gostava. Tenho de admitir. Nunca cheguei a ficar bom nisso.


— O que já fez?


— Meu último projeto foi uma casa de passarinho de dois anda­res. Eu a fiz quatro anos atrás, mas foi um fracasso. Os passarinhos não queriam nem chegar perto. Bem, Gina, estou morto de fome. Acho que levarei você para jantar.


— Prefiro ficar em casa esta noite — ela disse. — Se não se importar, é claro. Afinal, é meu hóspede.


— E isso lhe agrada ou não?


— Na verdade, é até uma honra ter um advogado do Ministério da Justiça sob meu teto. Talvez mantenha os lobos à distância.


— Mas você vai trancar a porta de seu quarto, mesmo assim?


Era estranho ter de enfrentar um homem tão bonito. E engraça­do, Gina pensou. Realmente, não havia sobrado tempo para nada parecido enquanto estava na faculdade de medicina, nem na residên­cia médica, onde só conseguia pensar em poder tirar uma soneca. Namorar nem fazia parte de seu vocabulário.


— A verdade é que nem tenho tranca em minha porta — ela confessou. — Venha comigo. Vou mostrar onde vai dormir. Pode tomar seu banho enquanto dou uma olhada na geladeira.


Harry pegou sua mala, seguiu-a pela sala de jantar e passou para a cozinha. Era uma cozinha de interior, clara e alegre, duas vezes maior do que a sala de jantar. Em um canto, havia uma mesa de carvalho e quatro cadeiras pintadas. Havia três janelas pequenas sobre a antiga pia esmaltada, que dava para a varanda e para a área de trás. O quintal dela era comprido e estreito e, à distância, ele divisou um pequeno ancoradouro sobre as águas turvas mais adiante. Um barco de alumínio estava amarrado a um dos pilares.


— Você pesca daquele ancoradouro?


— Às vezes — ela respondeu. — Mas prefiro o ancoradouro do meu pai. Pego mais peixes lá.


Havia três portas no vestíbulo de trás. Uma levava para a varan­da, uma para a lavanderia e outra para a garagem..


— O banheiro fica no topo da escada. Seu quarto é à direita.. Harry não subiu logo em seguida. Colocou a mala na escada, verificou a fechadura da porta de trás e balançou a cabeça. Era tão fraca que até um garoto de dez anos conseguiria abri-la. Depois verifi­cou as janelas do andar térreo. Quando voltou à cozinha, disse:


— Qualquer um poderia ter entrado por qualquer uma de suas janelas. Nem uma delas estava trancada.


— Eu sei — ela admitiu. — Vou passar a trancar de agora em diante.


— Não estou tentando amedrontar você — ele argumentou. — Depois do que fizeram na clínica...


— Não quer esperar até depois de jantarmos? Tive um dia difícil. Ela virou-se e foi até a geladeira. Ouviu os degraus rangerem enquanto Harry subia. A velha cama de ferro no quarto de hóspedes tinha um colchão todo irregular, e ela tinha certeza de que os pés dele ficariam para fora. Também sabia que ele não diria uma palavra para reclamar, pois era um cavalheiro.


Adorava ouvir seu sotaque de Boston. Este pensamento ocorreu-lhe quando ela estava colocando os legumes sobre o balcão e preferiu não pensar mais nisso. Sim, Boston. Era bem longe. Gina suspirou. Harry viera para pescar e decidira retribuir um favor, concluiu. Ele a ajudaria a arrumar a confusão que havia ocorrido na clínica e depois voltaria para Boston.


— E ponto final.


— O que disse?


Ela se encolheu, vermelha


— Estava pensando alto — ela disfarçou.


Ele estava vestido com uma calça jeans velha e uma camiseta cinza que já tivera dias melhores. Os tênis, antes brancos, também estavam cinzentos e havia um buraco na ponta de um dos pés. Ela achou que ele estava terrivelmente sensual, mesmo assim.


— De que está achando graça? — ele quis saber.


— De você — ela respondeu. — Acho que esperava ver você com uma calça jeans com vinco, ou coisa parecida. Estou brincando — acrescentou depressa, vendo a testa dele franzir. — Esta roupa combi­na com você... mas o revólver não.


— Ficarei feliz na hora em que puder me ver livre dele. Não gosto de armas, mas as autoridades lá em Boston disseram que tenho de me proteger até as coisas esfriarem depois do caso que resolvi.


— Já teve de atirar em alguém?


— Não, mas não quero pagar para ver, neste caso — ele disse, com um sorriso maroto. — Posso pegar esta maçã?


Ele deu uma boa dentada antes mesmo de ela lhe dar permissão.


— Estou morto de fome. O que está preparando?


— Peixe grelhado com legumes e arroz. Tudo bem?


— Acho que sim. Parece saudável demais para o meu gosto. Sabe, gosto de comida de lanchonete.


— Azar o seu. Aqui em minha casa só vai comer coisas saudáveis.


—  Depois do jantar podemos nos sentar e conversar sobre o que vem acontecendo em sua vida.


— Espere aí. Do que está falando?


— Pode haver alguém nesta cidade querendo ferrar com você — logo ele emendou. — Sinto muito, eu deveria ter dito "que tem algo contra você".


— Já ouvi coisas piores. Eu mesma costumava dizer coisas horrí­veis — ela se vangloriou. — Quando eu era pequena, é claro. Aprendi todo o tipo de bobagem com meus irmãos. Papai disse que eu podia deixar um homem adulto vermelho com o que eu dizia, mas ele resol­veu cortar o mal pela raiz.


— Como? Passando sabão na sua língua?


— Não, nada disso — ela disse, abrindo a torneira para lavar a cebolinha. — Ele simplesmente disse que cada vez que eu dizia um palavrão minha mãe chorava.


— Ele a fazia sentir culpa.


— Exatamente.


— Seu pai fala dela como se...


— Como se ela estivesse lá em casa, esperando por ele, eu sei — ela comentou.


— Como ela morreu?


— Ela teve um acidente vascular cerebral, um derrame podero­so, quando estava no trabalho de parto no meu nascimento. Nunca se recuperou e definhou até morrer.


O telefone tocou, interrompendo a conversa. Gina enxugou as mãos em uma toalha e atendeu. Seu pai estava ligando do Cisne. Ela podia ouvir o barulho dos copos ao fundo.


Harry encostou-se no balcão e acabou de comer a maçã enquan­to esperava Gina dizer-lhe o que queria que ele fizesse para ajudar a acabar o jantar. Seu estômago já estava roncando antecipadamente, e ele olhou em volta, procurando alguma coisa para ir comendo. Ela não tinha nem uma bobagem para fazer uma boquinha. Como ele poderia tomar uma cerveja gelada sem um punhado de batatas fritas? Era quase um crime, na opinião dele.


— Você se importa — ele perguntou, apontando para os armários. Ela fez sinal para ele ir abrindo e ele imediatamente se pôs a revirar as prateleiras em busca de mais alguma coisa para comer. Arthur falava quase todo o tempo no telefone e, de vez em quando, Gina tentava dizer alguma coisa.


— Mas papai... nós já estamos preparando... Sei, papai, entendo. Está bem. Vou já para lá... Por que Harry tem de ir comigo? Ora, papai, ele veio aqui para pescar... Não, eu não estava discutindo com o se­nhor. Sim, senhor... Está bem, ligo assim que voltar.


Ela riu e era um som tão alegre que Harry não pode deixar de sorrir, também. Ela continuou a falar:


— Não, papai, não acho que Harry vá querer comer seu gumbo de novo.


Depois de desligar o telefone, colocou o peixe de volta na geladeira.


— Desculpe-me, mas o jantar terá de esperar mais um pouco. Daryl Peakes está tendo problemas com a mão e papai disse a ele que eu iria até lá para dar uma olhada. Ele deve ter enfaixado com muita força, outra vez. Eu insisti para que você ficasse aqui descansan­do, ou adiantando o jantar para nós, mas meu carro ficou no Cisne e papai acha que você tem de ir comigo. Você se importa?


Já que ele não pretendia perder Gina de vista até ter conver­sado sobre a situação dela, não se importou nem um pouco.


— Sem problema — ele disse. — Daryl é o pai daquele garotão? Aquele adolescente que apareceu lá no bar procurando por mim? Qual era mesmo o nome dele?


— Jaquito — ela respondeu. — Sim, Daryl é o pai dele.


— Talvez a gente pudesse passar em uma lanchonete no cami­nho e comprar uma porção bem grande de fritas e um hambúrguer.


— Não fica com pena de suas artérias?


Foi a maneira como ela fez a pergunta que o fez rir. Ela parecia tão espantada!


— Estou morto de fome. O que acha?


— Ora, não temos esse tipo de lanchonete aqui em Bowen. Ele correu para cima para ir buscar a chave do carro, enquanto ela corria para o escritório para pegar sua maleta de exames. Harry chegou antes dela à varanda da frente e esperou.


— Pegou a chave da casa? — perguntou. Ela bateu no bolso.


— Está aqui.


— Tranquei a porta de trás. Você tinha deixado aberta — ele disse, como se a estivesse acusando de um crime.


— Às vezes esqueço de girar a chave. A gente não se incomoda muito em trancar as portas aqui em Bowen.


— Sua clínica ficou bem fechada?


— Ficou, sim.


— De agora em diante — ele disse, depois de conferir se ela havia mesmo trancado a porta — tudo tem de ficar trancado, certo?


— Está bem — ela concordou, colocando a maleta no banco de trás.


Harry estava manobrando o carro para sair, quando olhou para ela e perguntou:


— Acho que poderíamos dar uma parada para...


— Não.


— Mas você nem sabe o que eu quero.


— Claro que sei. Batatas fritas, hambúrguer bem gorduroso...


— Um pacote de salgadinhos — ele disse.


— É sódio demais.


Enquanto ela ia lhe dando instruções pelas ruas sem placas, ele resolveu discutir nutrição com ela.


— Você nunca relaxa?


— Sou uma médica, por isso a resposta deve ser não.


— Médicos não podem comer nada de bom?


— Não sabia que meu hóspede seria tão chorão. Papai também gosta de comida pesada. Podia se mudar para a casa dele.


Ela receava ser agressiva demais. Harry deu-lhe a brecha necessá­ria para ela provar que não era reprimida nem puritana quando lhe perguntou:


— O que as pessoas fazem por aqui para se divertir?


— Ah, nem sei. Coisas bem simples... vão ao cinema, trocam histórias de pescarias enquanto bebem cerveja no Cisne, jantam juntos, quando cada um leva um prato, visitam os vizinhos para comparar a horta de tomates... sem deixar o esporte favorito, é claro... sexo.


— Como? — ele perguntou, achando que não tinha ouvido direito.


— Sexo — ela repetiu, sem graça. — As pessoas fazem sexo. Muito sexo.


Ele riu, divertido.


— Acho que vou gostar bastante deste lugar.


n/a: depois dessa (sexo... muito sexo), acho que Harry já está com as malas prontas pra mudança definitiva pra Bowen... Bjus, até o próximo! 

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Comentários: 3

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Enviado por Be Weasley Potter em 30/08/2013

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH Adorei esse capítuloooo!!!! Ri muito, essa fic ta uma delícia! Tomara mesmo que o Harry passe BASTANTE tempo em Bowen e quem sabe rola um tempo para ele praticar o esporte.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Sorry, me empolguei demais. rs :P
Tadinho do Harry, morto de fome. Eu já estaria xingando, ñ consigo ficar muito tempo com fome ñ eu começo a ficar irritada e sai debaixo! ;D Harry ta bem assanhado.. QUERO MAAAAAAAAIIIIIISSSSSSSSS!!!

Nota: 5

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Enviado por Luhna em 29/08/2013

MHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHAUHUAHUAHA
Adorei a resposta da Gina! *__*
Gostei também de ver o Harry na casa dela, dizendo que tinha muita habilidade com as mãos. Se ele quiser passar aqui antes de ficar em Bowen... eu não me importaria. ;)

Nota: 5

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Enviado por Edwiges Potter em 29/08/2013
kkkk é verdade, acho q o Hary já tá se mudando!! Quem diria, hein? Na cidade gostam muito de sexo!!!! Muito lagal!!!
Nota: 5

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