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15. Primeiro encontro.


Fic: Infinito - Snamione -5 cap novos on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV-Hermione.


Já era de manhã e eu estava toda desconjuntada por ter dormido na cadeira.


–Mãe? – Suspirei aliviada quando Sophie acordou.


–Como você está se sentindo querida? – Perguntei ao me aproximar de sua cama. Lhe dei um beijo na bochecha de bom dia.


–Mãe a profe...


–Tudo bem, ela já foi embora.


–Eu tive tanto medo. Nunca pensei que fosse possível sentir tanta dor! – Minha cara se contorceu em desgosto. Só de imaginar aquela víbora torturando a minha menina... Mas isso não ficaria assim! Ela podia fazer o que quisesse comigo, podia ficar com o Snape. Mas eu não admitiria que ela tocasse em Sophie!


–Já passou. Mamãe está aqui agora.


–Eu senti sua falta. – Me sentei na beirada da cama e lhe dei um meio abraço.


–Eu também querida.


–Como está se sentindo Sophie? – Uma voz rouca ecoou ela enfermaria. Severo Snape vinha á passos largos em nossa direção.


–Bom dia. – Sophie lhe disse sorridente. Eu tentei ajeitar meu cabelo, tinha certeza de que parecia um espantalho depois de uma noite inteira na cadeira.


–Eu trouxe uma coisa para você. – Ele entregou á Sophie uma caixa de sapos de chocolates. Ela abriu a caixa e já ia pegando um quando eu a arranquei de suas mãos.


–Está ficando louco? Chocolate pela manhã? – Eu devolvi os chocolates á Snape.


–Mas mãe...- Queixou-se Sophie.


–Escute sua mãe criança. Pelo menos enquanto ela estiver aqui, quando ela sair eu te devolvo. – Ele lhe disse com um sorriso malicioso. Eu abri a boca para protestar, mas Sophie me interrompeu.


–Você pegou! Eu achei que ela nunca ia me devolver! – Ela apontava para o meu pescoço. Só aí reparei na pedra pulsante que repousava entre meus seios. – Ufa! Pensei que você ia me matar quando eu te contasse que ele tinha sumido.


–Como isso veio parar aqui?- Perguntei retoricamente. Olhei para Snape, e ele encarava meu decote com um ar presunçoso. Tinha sido ele.


–A Hergert tinha afanado ele de mim, como você o pegou de volta? – Sophie sorria. – Parece que o coração de ainda é seu, não é? – Droga! Snape arqueou a sobrancelha para mim, me desafiando a falar algo. Mas eu apenas corei.


–Bom, eu só vim ver como você estava. – Ele falava com Sophie, mas seus olhos estavam vidrados em mim. Maldito! Pare com isso agora mesmo! Está me fazendo tremer!- Tenho aulas á dar agora. - Ele nos fez uma mesura e se foi. Respirei aliviada.


–Eu não sabia que você tinha amizade com o professor Snape. – Falei em tom desinteressado quando ele saiu.


–Pela olhada que ele te deu, você também é amiga dele, não é mamãe?


–Sophie, Sophie...


–Ele é muito legal. – Ela deu de ombros. – Sabia que ele me deu um gato?


–Um gato? Achei que tínhamos conversado sobre isso. – Sophie arqueou a sobrancelha. Argh, seria fácil esquecer o Snape se ela não fosse tão parecida com ele.


–Você disse que não me daria um. E não que eu não podia ganha-lo de outra pessoa.


–Vou deixar essa passar.


–Mãe? Eu quase morri sabe. – A voz dela me indicava o que ela iria perguntar. Mas pela primeira vez eu não estava nervosa. - Você bem que podia me falar o nome do meu pai. – Apertei a pedra negra com força... Agora era uma questão de tempo, logo poderia contar á Sophie quem era pai dela. Eu sorri e me contentei em dizer:


–Valeu a tentativa Nathaly.


POV-Sophie.


Minha mãe foi embora me deixando uma vaga esperança. Quando eu perguntei sobre meu pai, ela não se esquivou ou ficou braba como das outras vezes em que eu toquei no assunto. Ela até sorriu!


Madame Pomfrey me liberou na hora do almoço. Meus ossos ainda doíam um pouco ao andar, mas numa estimativa geral eu estava bem. Para minha surpresa nós tínhamos o período livre. Então ficamos na sala comunal da Sonserina. Eu aproveitei o tempo livre para copiar á matéria que tinha perdido.


–Você devia ter visto a cara de todo mundo quando ela te acertou. – Comentou Thiago.


–O Jubileu consegue ver os zonzóbulos sabia? – July disse sonhadora, enquanto olhava pro mesmo lugar que o bichano. Eu chacoalhei a cabeça. Como alguém consegue pensar em zonzóbulos o tempo todo??-Não acredito que a professora Minerva acreditou que foi sem querer.


–Ahhh! Mamão me mandou uma carta. O tio Rony vai se casar, ela vai pedir autorização do diretor pra gente poder ir.


–Com quem ele vai se casar?


–Com aquela modelo trouxa que seu padrasto apresentou. – Ele deu de ombros.


–A ruiva? – Perguntei.


–Não. Ela já terminou com essa. É aquela morena magricela...


–Ah, sei.Lembro dela. Caroline não é?


–Acho bom você ficar de olho no Jubileu, se ele comer um zonzóbulo pode ficar verde. – July me preveniu. Eu acho que vou leva-la á algum medico, isso não podia ser normal.


POV-Hermione.


Alguns dias se passaram. Sophie estava bem e segura, e eu e Snape, não tínhamos nos falado mais. Não que eu quisesse falar com ele. Por que eu não queria. Ou queria?


As coisas entre meu marido e eu tinham se acalmado. Ele tem até feito algumas tentativas de me levar pra cama. Ele não tocava no assunto e eu também não. Mas eu tinha que me controlar e prestar atenção no que estava fazendo quando estava na cama com ele para não trocar os nomes outra vez.


Dumbledore tinha me feito um convite, quer dizer, era mais uma intimação. Ele queria que eu desse aulas no lugar de Megan. Mas eu tinha que pensar. Por mais que eu quisesse ficar no castelo perto de Sophie, eu tinha medo de dividir o mesmo teto que Snape.


Estávamos jantando, eu, Martino, Gina e Harry, no meu apartamento.


–Não vai poder dar desculpas dessa vez. – Gina falou em algum ponto da conversa. - Vai ser um casamento trouxa e Ron faz questão da sua presença, já que foi você quem os apresentou.


–É, acho que vou ter que ir .


–Por que um casamento trouxa? – Perguntei.


–Ela não quer contar pra família dela que vai se casar com um bruxo. – Disse Gina.


–Ah querida, qual é!? Você não caiu nessa, caiu? Casamentos trouxas podem ser desfeitos, é por isso que ele vai fazer desse modo.


–Harry, pega leve.


–Eu aposto que não dura um ano. – Comentou Martino.


–É, o Ron troca de mulher mais do que a Tonks troca a cor dos cabelos! – Eu disse e nós rimos. Mas Martino não parecia estar achando muita graça. – Tudo bem amor?


–Aham, só estava pensando... Nós casamos ao modo trouxa.


–É que na época, era... Sabe...


–Quem quer mais sobremesa? – Gina perguntou e logo puxou outro assunto. Fiquei agradecida por isso.


Depois do jantar Martino foi para a sala com Harry, enquanto eu e Gina cuidávamos da cozinha.


–Quer dizer que ele não sabia de nada? – Perguntou gina. Nós ainda não tínhamos tido a chance de conversar sobre os acontecimentos.


–É o que ele diz.


–Mas porque ele mentiria Hermione?


–Ele me enganou uma ve lembra? Disse que me amava e depois...


–Mas isso é diferente. E pensando bem foi mancada minha mandar o Errol entregar a carta.


–Foi burrice mesmo!- Eu lhe dei um tapa na nuca.


–Ai. Desculpe.


–E se ele quiser fazer mal á ela?


–Se ele quisesse já teria feito. E você disse que ele parece gostar mesmo dela.


–É. – Suspirei. Eu tinha tanto medo. Medo por mim e por Sophie. Não queria que ela sofresse.


–Onze anos mudam as pessoas Hermione. – Ela fez uma longa pausa antes de continuar. – Mas não é isso que está te incomodando não é? Senti o clima meio pesado entre você e o Martino.


–É, tem sido meio estranho. O Martino acha que eu vou sair correndo pela porta á qualquer momento. – bufei.


–E você vai?


–É claro que não! Eu não sinto nada pelo Snape, só me preocupo com Sophie.


–Aham.


–Argh! Tá legal. – Eu baixei minha voz pra que ninguém nos ouvisse. – Eu chamei o nome do Snape. – Eu tinha absoluta certeza de que estava mais vermelha do que os cabelos dela ao admitir isso.


–E o que isso tem demais? – Ela me encarou confusa.


–Eu chamei o nome do Snape, enquanto transava com o Martino. – Ela cobriu a boca chocada. Mas um segundo depois caiu na gargalhada.


–Gina! Isso não tem graça!


–Desculpe, você tem razão. Pobre Martino. Não é á toa que ele tem ciúmes então.


–Não seja tola, ele não precisa ter ciúmes. Eu não sinto nada pelo Snape..


–Se é assim, tudo bem que ele seja seu par no casamento?


–Que? Por quê?


–Bom, você é a madrinha do Ron e Snape foi convidado á padrinho, então...


–Por que o Snape?


–Foi ideia de Dumbledore. Ele nunca se mistura então ele o convenceu á aceitar o pedido.


–Dumbledore. Claro. – Obvio que tinha o dedo do bruxo nisso. Aposto como ele fez de propósito. – O Martino não vai gostar muito disso, você sabe.


–Segundo você, ele não tem motivo pra ter ciúmes não é?


 


POV-Snape.


Não sei onde eu estava com a cabeça quando deixei Dumbledor me convencer a aceitar o pedido do Weasley. Mas ele me convenceu quando disse que Hermione seria meu par.


Hermione.


Não era pra ela dar aulas no castelo? Por que ela não aceitava o emprego de uma vez? Eu já tinha meus planos para quando ela estivesse por aqui. Mas ela estava demorando.


Num ato impulsivo, eu peguei uma pena e rabisquei um bilhete para ela. Um convite, na verdade. Á chamei para um jantar sob a desculpa de que queria falar sobre Sophie. Mas era mentira, eu só queria vê-la.


E agora lá estava eu, dando voltas no maldito corujal, esperando a resposta dela. Infernos, esse lugar fede. Onde essa maldita coruja se meteu?


Percebi que esse seria nosso primeiro encontro de verdade. Quer dizer, quando nós estávamos juntos ela ainda era aluna e nosso romance era segredo. Então não íamos a lugares públicos. Eu nunca tinha á levado para jantar.


Quando minha coruja chegou trazendo a resposta amarrada na perna, senti meu coração palpitar. E se ela tivesse recusado o convite?


Mas para meu deleite, esse não era o caso. Ela iria.


Dispensei os alunos meia hora mais cedo naquele dia. Tinha que ficar apresentável, afinal, seria uma ocasião especial.


Tomei meu banho meticulosamente. Depois tive que transfigurar minhas roupas por que nós iriamos á um restaurante trouxa. Então não podia usar minha capa. Pena, eu fico muito mais charmoso nela.


 


 


POV-Hermione.


Tive que me olhar varias vezes no espelho apara verificar se estava bem. Eu achava que sim. Escolhi um vestido preto simples... Tá, nem tão simples assim. Ele era não era muito curto, um pouco acima dos joelhos, tinha um decote bem comportado. Mas as costas eram o ponto forte da roupa, pois não havia tecido ali. Prendi os cabelos num coque frouxo e fiz uma maquiagem leve.


Algo me dizia que eu devia ter recusado o convite, não era bom para minha saúde mental me aproximar do Snape. Mas era tarde para me arrepender.


No horário combinado Snape tocou minha campainha. Eu estava sozinha em casa, Martino tinha ido viajar a trabalho.


–Boa noite Snape. – Eu disse quando abri a porta. Ele estava sublime. Eu nunca o tinha visto em roupas trouxas antes. Ele usava um terno preto simples e muito bem cortado, uma camisa também preta por baixo com o primeiro botão desabotoado e uma calça social. Acho que eu nunca o vi usar tão poucas camadas de roupas. A não ser é claro, na hora do sexo.


Sexo. Nunca vou esquecer de como ele era bom de cama. Será que ainda é? Ai meu Merlin, controle-se Hermione! Você é casada! Socorro!


POV-Snape.


Hermione Granger estava absolutamente linda. Como, em nome de Merlin, eu nunca tinha a chamado para um encontro? Meus olhos á avaliaram de cima á baixo. Que pernas lindas ela tinha. Ficariam mais lindas ainda entrelaçadas á minha cintura.


–Boa noite Granger.


–Vignoli. – Ela me corrigiu. – Tenho que pegar um casaco. – Ela se virou e pude ver as costas nuas que o vestido mostrava. Ah Hermione, está brincando comigo? Precisa provocar?


Logo ela voltou com um sobretudo por cima da roupa.


–Aonde vamos?


–Um restaurante trouxa. Gosta de comida francesa? – Lhe perguntei enquanto saíamos do prédio.


–Prefiro italiana, se é que você me entende. – Ela disse em provocação.


–Unf! Não me provoque Granger.


–Vignoli. Repita comigo Snape. Vignoli! E porque não aparatamos de uma vez?


–Tem razão. – Eu nem me preocupei se alguém no observava. Á puxei pela cintura de encontro á mim e aparatei.


Estávamos em uma viela perto do restaurante. Ela me estava ofegante em meus braços, até mesmo um doce gemido eu tinha conseguido ouvir antes de aparatarmos. Mas não demorou muito pra ela me afastar.


–Ora seu... Como você se atreve. Nunca mais encoste em mim sem a minha permissão! Ouviu bem?


–Seu desejo é uma ordem. Vamos?


POV-Hermione.


Quando ele me puxou de encontro ao seu corpo eu quase me derreti. Só ele tinha esse poder sobre mim, o poder de me fazer tremer. Eu tinha que evitar contato físico com ele, ou acabaria o agarrando. Como eu posso ser tão idiota? Como eu posso deseja-lo depois de tudo o que ele fez?


Nós andamos até o restaurante francês que ficava ali perto. Graças a Merlin eu tinha me arrumado bem, pois o lugar era um luxo só.


Snape deu o nome á recepcionista e ela nos guiou até nossa mesa.


Era uma mesa mais reservada no canto, nos dava uma certa privacidade. Ele puxou a cadeira para que eu me senta-se, como um perfeito cavalheiro.


–Traga o cardápio. – Ele disse ao garçom. – E uma garrafa de seu melhor champagne.


–Não. – Eu disse fazendo o rapaz para a anotação. – Champagne é para comemorações Snape, acho que a ocasião pede algo mais formal.


–Um vinho? – Assenti. Ele pediu que o garçom trouxesse a bebida e o rapaz desapareceu de nossas vistas. – Tinha me esquecido que você prefere bebidas mais fortes, pensei em pedir whisky, mas nós dois sabemos onde essa noite acabaria se você bebesse mais do que deve. – Foi impossível não corar, ele estava fazendo uma referencia clara a nossa primeira noite juntos. – Pensando bem, talvez o whisky seja uma boa pedida.


–Não viemos aqui para falar sobre minha reação á bebida. Você disse que queria conversar sobre Sophie. – Eu mudei o assunto antes que eu ficasse ainda mais constrangida.


–Claro.


POV-Snape.


Ela tentava disfarçar, mas sabia que estava tirando a bruxa do sério. Eu só queria sabe se o que ela sentia era raiva ou tentação, desejo.


–Quando você acha que podemos contar á Sophie? – O garçom chegou com a bebida, ele serviu Hermione e á mim, e nos deixou o cardápio antes de se retirar.


–Isso, hã.. Eu estive pensando, temos o casamento do Ron, acho que podemos falar com ela depois do casamento.


–E antes do natal. – Estabeleci o prazo. – Quero passar o natal com a minha filha.


–Eu e Sophie passamos o natal com Harry e Gina na casa deles. – Ela me sorriu marota. – Você será bem-vindo.


–Vocês duas podiam passar o natal em Hogwarts comigo. – Sugeri.


–Desculpe, mas não. – Ela estava se divertindo visivelmente com o fato de me imaginar passando algum tempo com o Potter e família. Hunf. Mas se ela acha que vou desistir por causa disso está enganada.


Pedimos nossos pratos e jantamos enquanto falávamos de nossa menina. Eu enchia a taça de Hermione sempre que necessário.


–Gostou do jantar? – Perguntei quando ela terminou de comer.


–Estava tudo delicioso. E sua companhia não foi tão desagradável.


–Devo aceitar isso como um elogio?


–Talvez. Está tentando me embebedar Snape? – Ela disse quando eu fiz menção de encher a taça de novo.


–Talvez. – Um longo silêncio se seguiu, nós nos olhamos sem falar nada. Um estudando o outro. Eu só queria saber o que ela pensava.


–Percebeu? – Eu disse quebrando o silêncio.


–Percebeu o que?


–Que nós tivemos nosso primeiro encontro. – Ela soltou um sorriso tímido.


–Verdade. Quando nós... Namoramos, não tivemos nenhum encontro fora do castelo. Não assim...


–Era assim que você me chamava? De namorado? – Eu tive que rir ao imagina-la falando com os amigos sobre mim. Me chamando de namorado.


–Era o que a gente era. Ou não? – Hermione ganhou um tom sério de repente.


–Pode se dizer que sim. Só que eu não usaria esse termo adolescente.


–Não quero falar sobre isso. Não quero lembrar do que aconteceu entre nós Snape. Se você quiser falar de Sophie, eu estou aqui, mas vamos deixar o passado em paz.


–Mas eu tenho que te falar algumas coisas Granger. – Ela abriu a boca para me corrigir. Mas eu levantei a mão para para-la. – Eu nunca vou te chamar pelo seu nome de casada. –Ela rolou os olhos. -Aquilo que aconteceu entre Megan e eu, tudo aquilo que eu te disse, era mentira.


–POV-Hermione.


Ele começou a mexer numa ferida que ainda nem tinha cicatrizado. Eu não conseguia acreditar nas palavras que ele proferia.


–Desista Snape, por favor.


–Eu não vou desistir. –Ele segurou minha mão sobre a mesa, para dar ênfase no que falava.


Eu sabia que tinha que soltar a mão dele, que devia afasta-lo. Mas não o fiz. Ao invés disso, virei a palma da mão para cima e apertei sua mão.


–Me perdoe. – Ele pediu com a voz rouca e sedutora que eu tanto amava.


Eu não respondi. Não respondi por que não podia, por que não sabia se era capaz de esquecer toda dor e sofrimento que tinha passado.


–Podemos ir? – Eu perguntei. Ele me olhou desapontado mas assentiu. Pagou a conta e fomos embora de mãos dadas. Foi assim, de mãos unidas que aparatamos em frente ao meu apartamento.


–Boa noite Granger. – Não tentei corrigi-lo.


–Não... Hã... Você não quer entrar? Eu queria te mostrar o álbum de fotos da Sophie. – Hermione Granger, pare agora mesmo! Deixe esse homem ir embora!


–Seu marido não vai gostar...


–Ele está viajando.


–Sendo assim...


Nós entramos no apartamento vazio. Ele tirou meu casaco e o pendurou atrás da porta, me fazendo tremer quando pousou a mão em minha cintura.


–Me espere na sala, vou buscar o álbum. – Eu só podia estar louca! Eu era casada, muito bem casada. E eu odiava Snape, por que o convidei para entrar?


POV-Snape.


Eu achava que a noite já tinha acabado, não esperava que ela me convidasse para entrar. Pelo visto, Hermione não tinha me esquecido por completo. Ainda havia uma esperança para nós.


–Aqui está. – Disse ela quando chegou á sala com um álbum de fotos infantil.


Ela se sentou ao meu lado, e juntos vimos às fotos de Sophie quando era bebê. Outra vez senti um pouco de raiva dela por ter afastado a menina de mim, mas apesar de não gostar da atitude eu á entendia. Ela estava sentada bem próxima á mim, os lados de nossos corpos se tocavam.


–Ela era linda. – eu comentei quando vi uma foto do bebe no colo de Hermione. Ela sorriu e virou a pagina. Meus olhos se arregalaram quando vi uma foto de Hermione quase seminua numa praia com Sophie. Eu arranquei a foto do álbum para olhar mais de perto. Hermione ficou furiosa e tentou arranca-la de mim, mas eu desviei. Essa foto era minha agora.


–Granger, Granger, que trajes são esses?


–É biquíni. Me devolva.


–Sinto muito mais eu não tenho nenhuma foto de minha filha, acho que vou ficar com esta.


–Ah, mas não vai mesmo. – Ela disse e se jogou sobre mim tentando inutilmente me arrancar a foto. Ela nem percebeu que enquanto tentava recuperar a foto, esfregava o corpo em mim. Foi demais para aguentar. Eu queria respeita-la, mas não consegui suportar. Num movimento rápido, eu segurei seus braços e a deitei no sofá, colocando uma perna de cada lado do corpo dela. Ela arfou e ficou séria. Mas não mandou eu me afastar. Muito ao contrário, ela me olhava com igual desejo. Eu passei uma das mãos na coxa dela, por baixo do vestido fino. Eu precisava sentir a pele dela. Ela gemeu deliciosamente quando eu a apertei com firmeza. Sentia uma ereção começar a se formar, meu corpo relaxou sobre o dela e ela passou as pernas em volta da minha cintura, fazendo com que eu ficasse ainda mais excitado por pressionar-me contra o sexo dela.


–Sai de cima de mim. – Ela me disse com a boca, mas seu corpo me dizia que ela me queria tanto quanto eu á queria.


–Não. – Sussurrei e comecei a beijar-lhe a curvatura do pescoço. Ela agarrou meus cabelos e apertou mais ás pernas em volta de mim.


–Sai de cima de mim Snape! – Ela disse com mais firmeza. Mas eu a ignorei, eu sabia que ela queria. Ela passou a mão livre pelas minhas costas e então á enfiou dentro de minha calça acariciando meu sexo. Eu gemi com o contato. Mal podia acreditar que teria Hermione depois de tanto tempo! Que eu mataria a saudade que tanto me consumia.


Mas de repente ela apertou meu membro de forma dolorosa.


–Sai de cima de mim!- Ordenou e dessa vez tive que atender. Infernos!


–Enlouqueceu?


–Quase, mas voltei á mim á tempo de evitar uma besteira. Eu sou casada Snape. – Ela disse enquanto se levantava para me encarar. O desejo tinha sumido de seus olhos e o ódio estava ali para mim outra vez. –Acho que está na hora de você ir. –Ela cruzou os braços firmemente.


–Está bem.- Eu disse simplesmente. Não adiantava brigar, as coisas teriam que ser no tempo dela, eu esperaria de bom grado. – Boa noite Granger. – Eu disse balançando a foto para ela. Consegui ouvir um :”Maldito!” cheio de raiva antes de aparatar.

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N/A:Vishi! As coisas estão ficando quente entre Snape e Hermione. aaai aaai , adooooro. rs
Me diz ai o que você achou! 
Finalmemte atualisei a fic por aqui!!!! 

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Comentários: 4

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Larissa Rebecca da Silva Cabral em 23/01/2014

Achei o resto da fic no link: https://www.fanfiction.net/s/9454187/17/Infinito-SSHG

Nota: 1

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Larissa Rebecca da Silva Cabral em 23/01/2014

Cadê o resto, aiaiai.
Maldade deixar nessa espera. 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Diênifer Santos Granger em 08/12/2013

Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais!!! Pliiiiiiis! PFV!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Buuh Snape em 16/07/2013

 Poxa Mione, larga esse banbino e fica com o Sev!!!!quero maaaais!!!!!!

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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