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14. Boa noite Megan.


Fic: Infinito - Snamione -5 cap novos on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV-Snape.


Em instantes estávamos em frente aos portões de Hogwarts. Nos encaramos por um longo momento antes de soltarmos nossas mãos. Havia tanta coisa que eu queria dizer á ela. Mas o silêncio caiu sobre nós, frio e pesado.


Andamos lado á lado até a enfermaria, uma vez lá Hermione saiu correndo em direção á Papoula.


–Onde está Sophie? – Ouvi ela perguntar, mas não parei ao seu lado.


–Fique calma Sra. Granger, ela está bem. Ela acordou e comeu um pouco, dei outra dose de poção, ela vai dormir o resto da noite. – Quando ela chegou perto do leito, eu já estava lá.


POV-Hermione.


Ele estava sentado ao lado da cama de Sophie, segurava uma das mãos dela e a olhava com ternura. Por mais que eu tivesse todos os motivos do mundo para odiá-lo, a cena fez com que meu coração se aquecesse.


–Pode ir, eu assumo daqui. – Eu disse baixinho pra ele.


–Pode ir você. Seu maridinho trouxa deve estar te esperando. – Ele disse com evidente desdém e sem tirar os olhos de Sophie. Rolei os olhos pra ele e me sentei no pé da cama de Sophie.


–Quem fez isso com ela?


–Não sei. Mas acredite, seja quem for vai passar o resto da vida em detenções. – Eu estava tão confusa. Ele parecia realmente preocupado com Sophie, parecia sinceramente aflito. Será que ele falava mesmo a verdade? Será que Megan tinha pego a carta e ele nunca soube da existência de nossa filha?



– Não contou á ela, contou?


–Não gosta de ser deixada no escuro Granger? – Ele me perguntou frio, arqueando a sobrancelha.


–Sei que não gosta de mim. – Eu comecei a dizer enquanto encarava minhas próprias mãos. – Mas se pretende ficar perto de Sophie, como parece que deseja, temos que entrar num acordo.


POV-Snape.


Á fitei por um momento. Queria dizer que ela estava errada, que eu á amava. Mas agora não era o momento. E talvez nunca seja. Hermione Granger agora era uma mulher casada, que me odiava por tê-la abandonado. Ela nunca me perdoaria.

–Não, ela não sabe. – Eu disse simplesmente.


–Ótimo.


–Não quer que ela saiba?


–Não. Não é isso. Mas tenho que explicar as coisas pra ela primeiro.


–Tudo bem, mas não demore muito. Você já me roubou anos suficientes ao lado dela. – Eu á acusei.


–Do jeito que você fala, parece que a culpa foi minha.


–Você devia ter me contado Granger! – Eu não queria sentir raiva, mas era mais forte que eu. Eu sei que tinha errado, e muito, mas me afastar de minha filha? Era maldade, ela quis se vingar de mim. E conseguiu.


–É Vignoli. E não jogue toda culpa pra cima de mim! Foi você... – Minerva nos interrompeu.


–Me disseram que á heroína da guerra estava no castelo. – Ela disse sorridente para Hermione.


–Minerva! Como vai? – Hermione se levantou para abraçar a velha bruxa.


–Bem, bem. E você minha querida? Eu sinto muito por Sophie, Megan está desolada.


–Megan? – Eu e Hermione perguntamos juntos. O que ela tinha á ver com isso?


–Ela deu uma demonstração da cruciatos na aula hoje. Foi ela quem acertou Sophie. Ela mirou num sapo, mas a maldição acabou acertando a pobrezinha..



Eu não podia acreditar em meus ouvidos. Em questão de segundos eu deixei a ala hospitalar, minha capa farfalhava atrás de mim enquanto eu andava apressado em completa fúria pelo castelo.


Não me preocupei em bater na porta dos aposentos de Megan. Em vez disso apenas estuporei a porta.


–Nossa! Pra que a pressa? – Ela perguntou vindo na minha direção. – Eu não vou á lugar nenhum Sev. – Eu esbocei um sorriso amarelo.


–Eu só quero te mostrar uma coisa querida. – Falei cinicamente. – Serpensartia! – Ordenei e uma cobra irrompeu da ponta de minha varinha, fazendo Megan pular para trás. –Olha, que incrível! –Eu sorri de maneira maligna quando reconheci o medo nos olhos dela. –CRUCIO! –Gritei. Meu braço tremeu ligeiramente por causa da alta carga que tinha colocado no feitiço. Megan caiu de joelhos, urrando de dor. A pele branca ganhando tons cada vez mais vermelhos. As veias latejando, visivelmente. Ela berrava e se debatia aos meus pés.


–Desculpe. Era pra acertar a cobra. – Eu disse inocentemente. Nunca senti tanto nojo e desprezo por alguém. Eu á odiava mais do que odiei James Potter! Mil crucios não seriam suficientes, mas eu não podia mata-la. Não. Eu não era mais assim, a morte já não fazia parte de mim.


–Me mate! – Ela clamou. Mas eu estava controlado, não atenderia ao pedido.


–Se chegar perto da minha filha de novo... – Eu disse enquanto andava em torno de seu corpo. – Cruciatos, será o menor de seus problemas! – Baixei os olhos para o pescoço, e reconheci a pedra que ela usava. Era a corrente que eu tinha dado á Hermione. O que ela estava fazendo com ela? Me inclinei e arranquei o colar. – Boa noite Megan. – Eu disse cordialmente e sai dos seus aposentos, deixando-a tremendo lá dentro.


Tive que ir para as masmorras tomar um banho. Estava cansado mentalmente por causa do poder que usara no crucio. Foi bom para relaxar, um banho quente consegue fazer milagres.


Eu já estava pronto para voltar á enfermaria quando ouvi batidas na porta.


Era Hermione Granger.


–Posso entrar?- ela perguntou. Me coloquei de lado e dei passagem para a castanha.


–O que você quer aqui?- A pergunta soou mais ríspida do que eu queria.


–Conversar. – O nervosismo na voz dela era tangível.


–Desconfortável por estar aqui Granger? Que eu me lembre, você gostava e muito dos meus aposentos.


–É Vignoli. E não vamos falar do passado, Snape. – Ela bufou- Vamos falar do presente.


–Pode começar. – Eu disse e indiquei que ela se sentasse no sofá de frente para a lareira. Ela assentiu e se sentou.


–Quero falar sobre Megan. – Ela fez uma pausa, esperando que eu objetasse, mas não o fiz. – Não me importa que você esteja com ela. Não a quero perto de Sophie outra vez. – Disse exigente.


–Eu não estou com ela, nunca estive. – Eu disse simplesmente. – E pode deixar, te garanto que ela deixará o castelo ainda hoje, e não voltará outra vez!


–Nunca esteve? Snape, por favor, chega de mentiras ok? Eu vi vocês dois juntos esqueceu? – Ah, claro. Aquela ideia maldita de fingir trai-la. Imbecil! Mil vezes imbecil!


–Sobre aquilo... Não era verdade. – Eu contei. Ela não parecia acreditar em mim.


–Aham, tá bom. Enfim, não importa.


–Mesmo?


–Já disse, é passado. – Ela disse sem me encarar. – Podemos voltar a falar sobre Sophie?


–Claro. Primeira questão: Por que você não me contou que estava gravida? – Perguntei em meu tom professoral.


–Não estamos em uma de suas aulas Snape. Não me trate como uma de suas alunas.


–Claro, você não é mais minha aluna. – Eu lhe avaliei outra vez, ao que ela corou. Ela ficava linda assim, corada. –Você é a mãe de minha filha.


–Minha filha. – Ela corrigiu. –Eu descobri que estava grávida algumas semanas depois de me formar. E bem, você sabe, você tinha me dispensado... educadamente. – Ela esboçou um sorriso forçado. - Eu estava com raiva e medo...


–Medo de mim?


– Você nunca foi famoso por gostar de crianças Snape.


–Você achou mesmo que faria mal a minha filha? Sangue do meu sangue?


–Sua filha com uma sangue-ruim? É achei.


–Sobre isso... Eu sinto mui...


–Não gaste sua saliva. Tarde demais para desculpas, não acha?- Eu não respondi. Ela tinha raiva de mim, e tinha razão.


– Eu sei que não serei o melhor pai do mundo Granger. Mas eu estou sinceramente feliz por ter Sophie como minha filha. Ela é linda. – Eu disse depois de um tempo. – E é da Sonserina! Quer dizer, ela me lembra muito eu quando tinha a idade dela. Mas me lembra muito você também...


POV-Hermione.


Minha raiva foi se acalmando á medida que ele falava de Sophie. Por um momento eu consegui realmente acreditar que ele seria um bom pai.


– Ela tem seus olhos. – Eu falei. – Os cabelos também.


– É fanática por livros, como você. – Ele acrescentou.


–É. –Suspirei. – Ela é uma mistura perfeita de nós dois.


–Perfeita! – ele concordou.


Nós conversamos por mais algum tempo. Falávamos sobre Sophie, eu o coloquei á par das coisas mais importantes sobre ela, as coisa que ele tinha perdido de seus onze anos de vida.


Eu não estava mais aguentando o cheiro dessa maldita masmorra. Tudo aqui parecia igual, era impossível não me lembrar de todas as vezes que nós nos amamos nesse sofá, ou naquele tapete, ou sobre a escrivaninha, ou... Controle-se Hermione! Você o odeia lembra?


–Granger? – Ele chamou minha atenção. –Granger!?


–Hã, o que? – Perguntei confusa.


–Vamos á enfermaria, ver a menina? Já é a terceira vez que te pergunto.


–Áh, sim.- Pigarreei para expulsar as imagens da minha mente. - Vamos. –Eu o segui em silêncio pelas masmorras frias.


POV-Snape.


Sophie ainda dormia tranquilamente, a deixei com Hermione e me retirei. Tinha que conversar com Dumbledore.


–Entre Severo. – Ele disse antes mesmo que eu batesse na porta de seu escritório. Droga de velho onisciente.


–Dumbledore. – Fiz uma mesura e me sentei de frente para o diretor que usava um pijama de aparência infantil.


–Á que devo a visita? Posso presumir que tenha á ver com o ataque que a professora Megan sofreu?


–Você sempre sabe de tudo não?


–Quase tudo, Severo, quase tudo.


–Bem, sim. Tem tudo á ver com Megan.


–Por que você á atacou? – Ele me olhou por cima dos oclinhos de meia lua.


–Hoje mais cedo, Megan atacou minha filha. – Ele não parecia surpreso quando eu falei “ minha filha”


–Eu soube disso também. Mas me disseram que tinha sido um acidente.


–Não, Alvo, ela fez de propósito. Ela sabia que a menina era minha filha com a Granger, por isso á atacou. Por ciúmes.


–E você á atacou para se vingar, certo? – Assenti uma vez.


–Por mais nobres que tenham sido suas intenções Severo, a cruciatos continua sendo uma imperdoável. Você não é mais espião, não posso te proteger do ministério.


–Mas...


–Mas, Megan atacou uma aluna. E eu, sendo o diretor, posso alegar que você agiu em defesa da menina. Bem pensado Severo, bem pensado.


–Você fará isso então?


–Sim, eu o farei. Mas espero que tenha sido a última vez.


–Sim, Alvo. Queria te pedir outra coisa...


–Peça meu garoto. – Garoto? Velho matuta! Mas deixa, melhor não contrariar.


–Arrume outro professor para substituir o Lupin nas noites de lua cheia. Não permita que Megan Hergert volte a lecionar aqui. – Ele me olhou profundamente. Eu quase podia ouvir as engrenagens de seu cérebro girando.


–Posso fazer melhor.


–Melhor?


–Posso chamar uma certa bruxinha, de cabelos cacheados e olhos castanhos para ocupar o lugar de Megan. – Ele me sorriu com cumplicidade. Até que Dumbledore prestava para alguma coisa afinal. Seria bom ter Hermione no castelo, mesmo que por alguns dias e mesmo que eu e ela estivéssemos com raiva um do outro.


–Se esta certa bruxa for quem eu penso que é, acho a ideia maravilhosa.


–Assim será então. Mas agora me conte, - Ele disse em um tom despreocupado. – Como você está se sentindo? Agora que você sabe que é o pai da menina Sophie.


– Você já sabia disso, não sabia?


–Eu sabia á algum tempo.


–E você se diz meu amigo? Porque não me contou?


–Isso era assunto seu e de Hermione, Severo. Não meu.


Nós conversamos um pouco. E depois eu voltei para a enfermaria.


Quando cheguei lá, Hermione havia adormecido numa cadeira ao lado de Sophie. O braço caído ao lado da cadeira e a cabeça tombada sobre o ombro. Um cacho teimoso lhe caía no meio da face, eu o afastei. Ela estava tão linda. Peguei a corrente que trazia no bolso, e com muito cuidado coloquei em volta do pescoço dela. O movimento fez com que eu sentisse o perfume de seus cabelos. Oh Merlin! Que saudade! Por que tudo tinha que ser assim? Se ao menos ela não fosse casada...


Com muito esforço e autocontrole, me afastei de Hermione.


POV-Megan.


–Srta. Hergert. Sente-se.


–Me chamou diretor?- Depois de algum tempo me retorcendo no chão, Minerva McGonagall apareceu e me ajudou. Velha incompetente! Ela me ergueu e meu trouxe o medicamento necessário para parar com os tremores que a cruciatos me causara. Maldito Snape! A hora que eu puser as mãos nele... Ainda bem que Dumbledore queria falar comigo, e por isso mandou a McGonagall me chamar. Caso contrário, eu ainda estaria lá no chão esperando que os efeitos passassem lentamente.


–Chamei. Minerva me falou do pequeno incidente hoje pela manhã.


–Oh! Sim, uma confusão de minha parte. Totalmente sem querer.


–Sem querer? – Ele perguntou com um meio sorriso. – Tenho certeza que sim, você não iria querer ir para Azkaban por enfeitiçar uma aluna, não é?


–Claro que não.


–Infelizmente, eu não posso tolerar um erro dessa magnitude.


–O que quer dizer?


–Seus serviços não são mais bem-vindos.


–Está me demitindo?


–Estou. Desocupe seus aposentos até amanha.


–Você não pode..


–Ah sim, eu posso. – Ele me sorriu maroto. – Era só isso, obrigada.


Eu sai do escritório praticamente babando de raiva. Essa gentinha acha que se livrou de mim, mas o pesadelo só está começando!


Aquela cobrinha! Tudo culpa dela! Não, tudo culpa da mãe dela! Mas isso não vai ficar assim. Severo Snape já perdeu um amor uma vez, estava mais do que na hora da Granger atravessar o véu! Ela pagaria caro, muito caro! Os três vão, pai, mãe e filha. Me vingarei de todos!


Eles não perdem por esperar!

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N/A:Nhaim! Crucio na Megan! *todos comemora* Mas infelizmente o confronto dela com a Hermione ainda vai demorar um pouco.
Me digam o que acharam!!! 

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 08/12/2013

Ahhh otimo! Assim ela e o Snape podem voltar e se amarem mais um pouco! kkkkk

Nota: 5

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