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13. Reencontro.


Fic: Infinito - Snamione -5 cap novos on


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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POV-Snape.


 


–Precisamos conversar Snape! – Eu estava dando aula ao sétimo ano, quando Minerva McGonagall interrompeu minha explicação sobre o acônito. Ela parecia furiosa de um jeito que eu nunca tinha visto antes.


–Estou no meio de uma aula Minerva. – Eu disse entredentes.


–Não está mais. – Ela declarou. – Vocês estão dispensados! Fora daqui. – Quem ela pensa que é pra dispensar os meus alunos?


–O que você quer?! – Perguntei quando o último aluno deixou a sala.


–Explicações Snape! Explicações!


–Explicações sobre o que? – Pronto, a velhota pirou de vez.


–Usar a cruciatos? Acha mesmo que vou deixar você a torturar?


–O que? Merlin! Eu não uso a cruciatos á anos! – Ela segurava a varinha ameaçadoramente na minha direção.


–Não me importa que você não a queira, ela é uma ótima menina e não vou deixar que faça mal á ela!


–Está ficando louca Minerva? Não faço ideia do que você está falando!


–Não se faça de bobo Severo, você lançou o crucio em Sophie! - Alguém tinha usado o crucio na menina? – Ela é sua filha, homem, como pôde? –Minha pressão caiu de repente. Sentia-me meio tonto e tive que segurar na mesa para não cair. Então é isso? Sophie Granger é minha filha. Minha? Porque Hermione nunca me contou sobre ela?


–O que você disse? – Sussurrei, mas Minerva me ignorou.


–Hermione tinha razão! Você quer fazer mal á ela! – Eu tive que agarra-la pelos ombros para que a bruxa me ouvisse.


–Você tem certeza do que está falando? Tem certeza de que Sophie é minha filha?!


–É claro que tenho! E você sabe que é... Não sabe? – Ela pareceu confusa.


–Não, eu não sabia Minerva. Merlin, por que ela escondeu isso de mim? – Perguntei ainda chocado.


–Mas se você não sabia, por que tentou machuca-la? – As palavras me lembraram do que ela disse ao entrar na sala. Sophie tinha sido enfeitiçada! Meu coração martelou dolorosamente contra minhas costelas. Deixei Minerva falando sozinha e parti em direção á ala Hospitalar.


Minerva resmungava coisas desconexas em quanto quase corria para me acompanhar.


–Como ela está Papoula?- Perguntei à velha curandeira quando cheguei à enfermaria. Me coloquei ao lado do leito da inerte Sophie.


–Está bem. Eu á mediquei, ela ira dormir o resto do dia. Graças a Merlin, não houve nenhum dano permanente. - Eu segurei a mão pequena e delicada entre as minhas e fiquei observando seu peito subir e descer com a respiração calma. Ela estava bem.


Minhas suspeitas não eram tolas afinal. Ela era minha filha. Minha! Parte de mim. Afastei a franja dela para o lado e depositei um beijo em sua testa. Poucos momentos me emocionaram na vida. E esse, com certeza é um deles. Eu era pai. Mas a felicidade que eu sentia ainda não era completa. Eu precisava entender o porquê de Hermione Granger ter mantido segredo á respeito de nossa filha. Precisava falar com ela e descobrir o que fez com que ela roubasse a melhor parte de mim.


–Minerva, eu preciso do endereço da Granger. – Disse baixo, mas ainda sim minha voz era firme e exigente.


–Para que?


–Minerva, por favor!


–Está bem. – Ela anotou o endereço e o entregou á mim.


Me despedi da minha pequena Sonserina e imediatamente fui procurar Hermione Granger. Confesso que estava meio nervoso, fazia mais de onze anos que não falava com ela. E agora eu estava indo procura-la para falar sobre minha filha. Nossa filha. Soltei um longo suspiro antes de aparatar em Londres.


Quando cheguei á porta do apartamento, percebi que sentia um pouco de raiva também. Essa mulher, que eu amei, mulher que eu esperei que voltasse pra mim, tinha roubado anos de convivência entre mim e Sophie. Eu não vi a barriga crescer, não á vi bebê, não estava lá quando ela deu seus primeiros passos. Eu não conheci minha filha, e a culpa era toda dela. Ela não tinha esse direito, não mesmo.


Foi com esse pensamento que bati na porta.


–Em que posso ajudar? – Perguntou-me um homem com sotaque italiano. Eu o olhei de cima á baixo umas três vezes com nojo. Então é isso. É ele que ocupa o meu lugar nessa casa. – Está passando bem senhor? – Ele me perguntou. Não gostei nenhum pouco da entonação da palavra senhor na boca dele.


–A senhora Granger está? –Perguntei seco.


–É senhora Vignoli. E não, ela está na universidade agora. – Fechei as mãos em punhos ao lado do corpo. Quem ele pensa que é para me corrigir? – Quer deixar algum recado?


–Não! Eu volto mais tarde.- Tive que reunir todo meu controle para sair dali. Minha vontade era de partir a cara desse trouxa. Sotaquesinho nojento, sujeitinho metido! Não sei o que a Granger pode ter visto nele! A verdade é que ver Martino Vignoli, o homem que dormia com Hermione todas as noites, expulsou de minha mente qualquer assunto que não fosse uma morte realmente dolorosa ao trouxa! Voltei á Hogwarts e passei à tarde ao lado de Sophie, que dormia tranquilamente. Não pude deixar de imaginar como as coisas seriam diferentes se fosse Hermione Snape e não Hermione Vignoli.


 


POV-Hermione.


Quando eu cheguei da universidade onde lecionava, encontrei meu marido só de cueca no quarto. Ele estava escolhendo a roupa que usaria essa noite. O que me fez lembrar que ele queria a minha companhia. Mas eu não estava afim de encarar um jantar beneficente.


–Coloque a azul. – Eu sugeri.


–Ah, você chegou. Como foi seu dia?


–Cansativo. – Eu tirei o casaco e me sentei na cama.


–Um homem estranho veio atrás de você hoje. – Martino me contou.


–Quem era?- Perguntei e comecei a me despir. Precisava de um banho.


–Não sei, mas acho que era bruxo pelas roupas. - Ele deu de ombros. Separou a camisa e a calça que usaria e colocou sobre a cama. - Ele disse que vai voltar hoje à noite.


–Tudo que eu precisava depois de um dia cansativo. Visitas. – Eu disse sarcasticamente. Martino me olhava terminar de tirar a roupa. Quando eu estava só de calcinha, me levantei para ir para o banheiro tomar meu banho. Mas ele me agarrou pela cintura.


–O que você está fazendo? Vai se atrasar assim. - Tentei escapar, mas foi inútil. Ele me girou nos braços e me beijou lascivamente. Mesmo sendo casados, eu sentia que era errado deixar que ele me tocasse. Acho que nunca vou me acostumar. Meu corpo lembrava-se do toque de Severo Snape, e era esse toque que ele esperava receber. Mas Martino era tudo que eu tinha.


Retribui o beijo.


Entreguei-me as caricias que ele distribuía pelo meu corpo, aproveitando a sensação de ser desejada. De ser amada. Ele me jogou de maneira bruta na cama, me fazendo arfar. Ainda de forma bruta ele arrancou minha calcinha antes de se deitar sobre mim. As mãos brincando pelo meu corpo enquanto me beijava com vontade.


Sem aviso ele introduziu dois dedos em mim. Me fazendo gemer. Meu corpo se arqueava na direção dele, implorando por mais. Ele sabia o que eu queria, sem que eu precisasse pedir. Foi distribuindo beijos pelo meu torso até que seus lábios quentes encontraram meu sexo. Ele fazia uma expedição minuciosa com a língua, arrancando gemidos do fundo da minha garganta, me fazendo enlouquecer. A língua fez movimentos circulares no meu clitóris, e os dedos voltaram a se afundar dentro de mim. Foi demais para aguentar, eu puxei os cabelos castanhos, fazendo com que ele parasse e voltasse a beijar meus lábios. Abaixei a cueca que ele ainda vestia e enlacei minhas pernas á sua cintura, o puxando em minha direção. Eu não fazia sexo á um certo tempo, tinha me esquecido de como era bom. Eu estava queimando em prazer enquanto ele me penetrava. Um vai e vem ritmado que deixava nossos corpos suados. Eu estava quase em êxtase quando pedi:


–Oh Merlin! Mais forte Severo! –Ele parou assim que as palavras saíram de minha boca. Abri os olhos sem entender o que tinha acontecido, ele estava saindo de cima de mim. Levou alguns segundos para que eu me desse conta.


–Céus, eu fiz de novo não fiz?


–Fez. – Ele já estava em pé vestindo as roupas.


–Martino, eu sinto muito. Eu não queria... Eu não...


–Poupe seu folego. Estou atrasado. – Ele disse duro. Parecia mais decepcionado do que bravo pra falar a verdade.


–Eu vou tomar um banho rápido...


–Não se apresse eu vou sozinho ao jantar. – Ele nem olhava para mim enquanto falava. Eu não podia culpa-lo. Francamente Hermione, como você pode ser tão burra? Argh!


–Tudo bem.- Eu disse envergonhada. Me esgueirei por trás dele e abracei suas costas. Ele não reagiu ao toque. –Me desculpe. – Sussurrei e fui para o banheiro.


Liguei o chuveiro quente e me enfiei de baixo d’água. Deixei que a água quente escorresse por cada terminação nervosa minha, me fazendo relaxar. Não demorou muito e eu ouvi a porta bater. Martino tinha ido. Merlin! Eu me sentia tão mal pelo que tinha acontecido. Eu não merecia o marido que tinha. Como ele me aguenta?


Ouvi batidas fortes na porta.


–Já vai. - Gritei. Mas a pessoa continuou a bater. Sai do chuveiro e nem me enxuguei direito. Coloquei um hobby de cetim por cima do corpo, passei a toalha nos cabelos molhados e fui atender a maldita porta. - Já vai! Mas que coisa, não sabe esperar... -Minha voz morreu quando eu abri a porta. Parado ali na minha frente estava ninguém mais, ninguém menos, que Severo Prince Snape. Em pele, osso e vestes negras. Eu senti um frio no estomago, como quando se está numa montanha russa e passa por uma daquelas decidas enormes. Minhas mãos tremeram e eu não sabia por quanto tempo mais meus pés me sustentariam.



POV-Snape.


Quando ela abriu a porta eu quase cai pra trás. Eu tinha visto ela com a filha em Hogwarts algumas semanas atrás. Mas tinha sido á distância, e ela estavam devidamente vestida. Agora estávamos á centímetros de distância e ela estava vestindo apenas um hobby cor de vinho sobre o corpo ainda úmido, os cachos que eu tanto sentia falta estavam molhados e caiam por sobre seu ombro. Nós dois nos encaramos por um tempo, não sei dizer quanto. Mas eu fui o primeiro a me manifestar.


–Precisamos conversar. - Falei rouco.


–Vá embora!- Ela me disse e tentou fechar a porta. Mas eu parei a porta com a mão e entrei mesmo assim. Caminhei em direção à sala, onde fiquei parado em frente á lareira de costas para ela. Sobre o console da lareira eu vi uma porta retrato com uma foto de Hermione e o marido no dia do casamento. Ele segurava Sophie no colo, aquilo me deixou com muita raiva. Me senti roubado outra vez, era pra ser eu no porta retrato, eu era o pai de Sophie, não ele!


–Sophie é minha filha? – Perguntei sem encara-la. Ela não respondeu. – Sim ou não, Granger?- Mesmo sabendo a resposta, eu queria ouvir dos lábios dela.


–Você sabe. Você sabe disso á anos. – Me virei para encara-la.


–E como eu saberia? A irritante sabe-tudo aqui é você esqueceu?


Agora que o choque do reencontro tinha passado, permiti que meus olhos vagassem pelo corpo de Hermione Granger. Pela gota de água que escorria pelo pescoço e se perdia no vão entre seus seios. Nas pernas desnudas que o hobby deixava á mostra. Eu estava quase esquecendo da minha raiva, de Sophie, de tudo. Mas então reparei no brilho dourado em sua mão. A aliança. Ela era casada, nós dois não tínhamos mais nada um com o outro. A única coisa que nos unia era nossa filha. E era por isso, e só por isso que eu estava aqui!


–Como você pôde escondê-la de mim?


–POV-Hermione.


Ele falava com a voz baixa e rouca. Mais de onze anos sem ouvir essa voz, e ela ainda me arrepiava. Só de lembrar essa voz rouca sussurrando que me amava pela manhã, aquela boca fica percorrendo todo meu corpo, aquelas mão fortes me apertando com força...


Dei um passo pra trás e cruzei os braços junto ao corpo, para controlar o impulso de me jogar em cima dele. Mas me lembrei que aqueles braços não me pertenciam. Que para ele eu não passo de uma sangue-ruim. Me lembrei de Megan, de como eles riram de mim. Ele estava aqui pra falar sobre Sophie, só isso.



–O que você ia querer com a filha da sangue-ruim? – Comecei.


–Você não entende...


–Eu não entendo? Olha, por mim você não saberia nunca! Porque a Gina tinha que te mandar aquela carta? E você...- Minha voz saiu tremula e eu sentia que ia começar a chorar.- Você respondeu dizendo que não...Não queria ter laços comigo. E agora, depois de onze anos, você quer bater na minha porta e cobrar explicações? Sério mesmo Snape? – Eu gritava, e torcia pra que as lagrimas não rolassem.


–Eu nunca soube! Nun-ca! – Ele gritou exasperado. – Eu jamais negaria uma filha! – Minha cabeça rodava, ele estava mentindo outra vez. Não estava? Ele não queria Sophie!


–Você terminou comigo. Você disse que não me queria, que não me amava! Você... Você mandou aquela carta, você a negou! – Eu cuspi as palavras pra ele. Me obriguei a parecer calma, mesmo que as lágrimas estivessem me traindo.


POV-Snape.


–Eu. Não. Sabia! Nunca recebi carta nenhuma. Se eu soubesse, eu teria... Eu teria...- Eu estava com raiva e soquei a primeira coisa que estava na minha frente. O console da lareira, fazendo o porta retrato se desfazer no chão. - Argh!- Porque ela teimava em dizer que eu já sabia?


–Sophie!- Ela sussurrou. – Sophie já sabe? Ela sabe que você é o pai dela? – Ela me perguntou aflita.


–Eu te mandei uma carta. Você não leu? Você não sabia? – Eu disse em tom de deboche.


–Idiota. – Ela se virou e desapareceu num corredor. Não muito tempo depois ela voltou. Trazia um pergaminho velho nas mãos. Ela me entregou a suposta carta, e percebi que ela teve o cuidado de não encostar-se à minha mão. Com medo Granger? Ao ler o pergaminho pude reconhecer a caligrafia inclinada. A mesma caligrafia que me convidava para jantares toda lua cheia. Megan tinha escrito aquilo.


–Megan.. –Eu disse, meus olhos eram fúria pura.


–Ah! Pelas barbas de Merlin! Estamos falando da minha filha e você não consegue parar de pensar naquela vagabunda?! – Ela gritou jogando as mãos pra cima da cabeça.


–Ela escreveu a carta, e não eu. Eu nunca recebi carta nenhuma. Mas ela sim, ela te respondeu. – Granger parecia meio tonta. Parecia estar pesando minhas palavras, para decidir se eu mentia ou falava a verdade.


–Sophie está na enfermaria. Parece que lançaram a cruciatos nela. – Eu disse rápido, sem encara-la.


–Q-Que? Eu vou pra lá agora!


–Ela está bem, está dormindo agora. Não houve sequelas. Não acredito que tenha sido muito forte, que aluno teria poder para tanto? – A vi pegar a varinha e se preparar para aparatar. Ela estava tão nervosa que nem percebeu que ainda estava de hobby. Segurei o braço dela e senti ela tremer com o toque. Meus ouvidos estavam ouvindo coisas ou um gemido tinha escapados dos lábios rosados? Granger, Granger, não me tente.


–Você está... –Eu a olhei de cima á baixo, do jeito que eu costumava fazer quando estávamos á sós nas masmorras. Então ela percebeu que não estava vestida e corou. – Vá se trocar, eu espero aqui.


–Eu não demoro. – Ela prometeu e foi para o quarto.


POV-Hermione.


Eu entrei no quarto e bati a porta atrás de mim. Queria, desesperadamente, acreditar em Snape. Acreditar que ele nunca soube da verdade, que ele queria Sophie, que ele seria um pai pra ela. Mas como posso acreditar em alguém que mentiu pra mim por meses? Como acreditar no homem disse com todas as letras, que eu não passo de uma sangue-ruim?


E que diabos foi aquilo Hermione? Como você se atreve a reagir daquele jeito? Será que ele ouviu o gemido? Argh! Você é uma idiota! Como tem coragem se deixar abalar por um homem que te fez tão mal?!


Me vesti o mais rápido que pude. Joguei um sobretudo por cima, e voltei para a sala. Precisava ver minha menina.


–Vamos? – Snape me perguntou.


–Espere tenho que deixar um bilhete pro meu marido. – Enfatizei a palavra “marido”.


–POV-Snape.


Senti um soco no estomago com a palavra marido.


–Pronto podemos ir. – Eu estendi a mão para ela, Hermione estendeu a mão por reflexo, mas á puxou de volta. – Eu posso aparatar sozinha. – Ela disse baixinho.


–Pode? – Perguntei e me aproximei dela. – Você está nervosa Granger, não queremos que você estrunche não é?- Ela não respondeu, mas não se afastou também. Segurei a mão dela, meu polegar afagou de leve a aliança dourada, soltamos um longo suspiro, que até parecia ensaiado, e aparatamos em frente aos portões de Hogwarts.

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N/A:E ai, o que acharam?
No próximo cap: Snape descobre que quem amaldiçoou Sophie foi Megan!  

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Comentários: 1

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 08/12/2013

OBAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! Olha as máscaras caindo! kkkkk

Nota: 5

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