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81. Capítulo 80


Fic: Tudo por Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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No dia seguinte Harry se deu conta de que em um povoado pequeno, a celebração do bicentenário era um assunto elaborado que se iniciava com o discurso do prefeito e que continuava com um programa de uma semana de duração, que incluía desfiles pela rua principal, eventos esportivos, feira de animais e uma variedade de entretenimentos.


— Esse é o prefeito Fudge — indicou Gina assim que chegaram ao parque do centro do povoado e pararam na beira, onde seriam vistos por menos gente. Apontou um homem alto, perto de cinquenta anos, que se encaminhava com agilidade à loja de campanha, engalanada com bandeiras vermelhas, brancas e azuis. — E essa do vestido amarelo é sua esposa, Enjoy. Quando o prefeito a conheceu, em Dallas, faz dois anos, Enjoy era decoradora de interiores. Trouxe-a aqui e papai os casou. Têm um rancho maravilhoso nos subúrbios do povoado, e estão construindo uma casa nova na colina. São muito agradáveis.


Harry lhe deslizou um braço ao redor da cintura, aproximou-a de si e enterrou a face em seu cabelo.


— Você está muito agradável.


Ela se apoiou contra ele, e Harry sentiu que o corpo endurecia.


— E você também.


Harry tragou com força e tentou se distrair olhando o prefeito Fudge. O prefeito, era óbvio, compartilhava o amor pela pompa e os discursos de todos os políticos, porque falou durante quase meia hora da grande batalha que se lutou na terra de Hogsmeade e sobre a história do povoado, começando por seus fundadores. Enquanto isso, Harry comparava mentalmente os méritos ou falta de méritos dos distintos roteiros que tinha lido durante a última semana, quando se deu conta de que o prefeito estava se referindo a ele.


— Antes de fazer o disparo do canhão que marcará o começo das festividades, eu gostaria de falar sobre o visitante especial que temos conosco. Já não é segredo para ninguém que Harry Potter está aqui, e que veio visitar Gina Weasley. Também não é nenhum segredo que até agora o grande estado do Texas não o favoreceu nem se mostrou muito amistoso com ele. Consta-me que todos vocês estão desejando conhecê-lo e, de uma vez, ansiosos para mudar a má opinião que ele possa ter de nós, mas, amigos, a melhor maneira de conseguir isso é lhe dando um pouco de espaço e deixando que chegue até nós a sua maneira. Todos sabem quanto sofreu e todos viram a forma em que as pessoas acossam os astros de cinema para pedir autógrafos. É possível que Harry não tenha nenhum lugar no mundo onde pode relaxar e onde o tratem como a uma pessoa a mais. Exceto aqui. Demonstremos o que é ter um povoado como o que tem Gina, onde as pessoas se têm carinho e todos cuidam uns aos outros.


O pedido foi recebido com grandes aplausos, um golpe de tambor por parte da banda de música e amistosas saudações com a mão dirigidos a Harry por parte de centenas de cidadãos; ele os devolveu com amabilidade.


Para surpresa e prazer de Harry, as pessoas do povoado aderiram à proposta do prefeito, lhe permitindo gozar do dia mais tranquilo e relaxado que lembrava em quinze anos. Tampouco era imune ao ânimo festivo e ao sabor tipicamente americano do que acontecia a seu redor. Com o passar do dia e até que chegou o anoitecer, desfrutou de uma maneira incrível fazendo coisas tolas e simples, como visitar postos onde se vendia de tudo, desde tortas caseiras até toalhas feitas à mão, devorar sanduíches de salsicha com mostarda, e fazer brincadeiras com Rony e Hermione a respeito da possibilidade de que os jogos dos diferentes postos estivessem arrumados. Mas o certo é que estava com Gina e, tal como tinha descoberto em Colorado, ela tinha o dom de converter as coisas mais banais em uma aventura.


Gina era além disso, uma grande favorita das pessoas do povoado, e o afeto que lhe tinham parecia incluir também a ele... Agora que, de acordo com as palavras que pronunciou na noite anterior no ginásio, sem dúvida tinha chegado com "intenções sérias". Harry morria para demonstrar a eles e ao mundo inteiro, deslizando no dedo de Gina o anel que tinha escolhido nessa manhã; mas esperava que se apresentasse o momento propício. Depois da calamidade que tinha sido seu último intento de dar um anel, estava decidido que desta vez o prazer apagasse a tristeza da anterior.


E nesse momento, enquanto caminhava com Gina ao anoitecer pelo ruidoso e iluminado parque da feira de diversões, Harry tinha plena consciência do anel com um diamante de dez quilates que levava no bolso, e também dos olhares de curiosidade de centenas de habitantes de Hogsmeade que enquanto desfrutavam da feira, sem dúvida se perguntavam se ele declararia a Gina, e quando. De vez em quando notava que alguém tomava uma fotografia, mas todos o faziam com suma discrição.


— Quer que demos uma volta na roda gigante? — Perguntou Harry ao ver que Gina parava para olhá-la.


— Só se me promete que não balançará o assento — disse ela, cortando uma parte de seu algodão de açúcar rosado e dando-lhe na boca.


— Nem sonhando! — Mentiu Harry, enquanto comia. — Gina, essa coisa tem um gosto horrível. Como pode comê-lo? Me dê outro pouco.


Gina riu e arrancou outra parte dessa pegajosa substância rosada e ambos sorriram aos casais que passavam e os saudavam com uma amistosa inclinação de cabeça.


— Peço seriamente que não balance o assento — advertiu ela ao ver que Harry colocava a mão no bolso para tirar ingressos. — As rodas gigantes sempre me... Colocam um pouco nervosa.


— A você? — Perguntou ele com incredulidade. — À mulher que quase nos provocou a morte há um momento atrás nessa cápsula voadora, fazendo-a girar?


— Era diferente. Estávamos presos em uma jaula. Mas as rodas gigantes são abertas e um pouco apavorantes — respondeu Gina, elevando a cabeça para olhar para cima, calculando a altura dessa roda.


Harry estava para tirar os ingressos, quando a suas costas ouviu que alguém anunciava:


— Passem e ganhem um lindo anel dourado, com pedras de fantasia! Se pegar cinco patos, dê o anel para sua noiva! Se pegar dez, dê um ursinho de pelúcia gigante para que ela abrace!


Harry se virou, olhou os patos mecânicos que avançavam em uma fila interminável, os falsos rifles apoiados sobre o mostrador e a bandeja de anéis com enormes "jóias" de todas as cores, do amarelo ovo até o vermelho rubi. E teve uma inspiração.


— Pensei que queria dar uma volta na roda gigante — disse Gina, tomando-o pelo braço.


— Primeiro — anunciou — quero ganhar um genuíno anel de ouro com uma pedra de fantasia para você.


— Quantos tiros quer? — Perguntou o homem, olhando surpreso a Harry. — Você parece muito familiar, companheiro. — Pegou o dinheiro que Harry lhe oferecia e lhe entregou um rifle sem deixar de olhá-lo fixo. Depois se virou para Gina.


— Seu namorado se parece muito com... Você sabe... Como se chama?... O ator. Você sabe a quem me refiro — insistiu no momento em que Harry elevava o rifle para apontar.


Gina observou o sorriso de Harry.


— Fala desse ator bonito? — Perguntou ao dono. — Esse moreno, de rosto atraente?


— Sim, esse!


— Steven Seagal! — Brincou Gina, e Harry errou o tiro. Baixou o rifle, dirigiu-lhe um olhar de indignação e voltou a apontar.


— Não, ele não — disse o homem. — O homem que falo é um pouco mais alto, um pouco maior, mais bonito. — Harry esboçou um sorriso presunçoso.


— Warren Beatty! — Exclamou Gina, e Harry errou o segundo tiro.


— Gina — lhe advertiu pelo lado da boca, tremendo de risada. — Quer ou não um anel?


— Não — decidiu ela. — Quero um urso de pelúcia.


— Então não continue falando enquanto eu aponto, e deixe que atire nesses malditos patos antes que se forme uma multidão maior.


Gina olhou a seu redor e comprovou que, apesar do desejo das pessoas do povoado de seguir a sugestão do prefeito Fudge, um grupo considerável parou para observar, atraídos pelo surpreendente espetáculo de um Harry Potter de carne e osso disparando um rifle, só que nesse caso os alvos eram patos de metal no lugar de mafiosos, espiões e pistoleiros.


Com oito tiros, Harry deu no alvo de oito patos e alguém começou a aplaudir; logo se deteve apressado.


— Se vire, querida — pediu Harry. — Me está deixando nervoso.


Quando Gina obedeceu, Harry colocou uma mão no bolso, piscou um olho ao dono do posto de tiro e colocou com rapidez o anel de compromisso de diamantes na bandeja onde estavam os falsos. Depois voltou a disparar duas vezes e errou de propósito.


— Bom — disse a Gina, tomando a bandeja —, se vire e escolha um anel.


Gina se virou.


— Então não terei meu urso de pelúcia? — Perguntou ao notar que o dono do posto tinha ficado olhando o anel com a boca aberta.


— Sinto muito. Mas errei os últimos dois tiros. Que anel você gosta?


Gina olhou o arco íris de grandes pedras falsas amarelas, rosadas, vermelhas e azuis que brilhavam sobre engastes baratos dourados. E viu o diamante. Muito maior que todas as pedras de vidro, resplandecia refletindo as luzes giratórias da roda gigante. Reconheceu o corte da pedra porque fazia jogo com os diamantes de sua aliança e quando levantou a vista para olhar Harry reconheceu seu olhar terno.


— Você gosta? — Perguntou.


As pessoas que tinha estado olhando pressentiu que acontecia algo, ou talvez foi o rosto de surpreso do dono do posto o que os impulsionou a aproximar-se.


— Eu gosto desse — disse Gina com suavidade, em voz baixa e trêmula.


— O que acha de que o levemos e encontremos um lugar para colocar isso em você?


Ela assentiu sem palavras, Harry pegou o anel e, quando se viraram, quem os observava viu o sorriso dele e também sorriu.


— Lá encima — disse ele, tomando-a pelo braço e impulsionando-a para o guichê onde vendiam as entradas para a roda gigante. — Rápido — disse rindo, enquanto o homem do posto de atiro ao alvo explicava à multidão com voz surpreendida:


— Esse homem... Que se parece com Warren Beatty... Acaba de tirar do bolso o maior diamante que vi em minha vida e deu a ela!


O reverendo Weasley e sua senhora estavam conversando com o prefeito e sua esposa e com os pais de Hermione, quando Rony e Hermione se aproximaram correndo, seguidos por um grupo de antigos amigos.


— Já é oficial! — Exclamou Rony, rindo. — Gina e Harry acabam de comprometer-se. — E, em um esforço deliberado e bem-sucedido de incomodar seu pai, adicionou: — Com um anel que Harry ganhou no posto de tiro ao alvo.


— Isso não me parece muito formal — opinou o reverendo Weasley, carrancudo.


— Estava brincando, papai. É um anel verdadeiro.


Todos se viraram encantados, procurando o casal para felicitá-los.


— Onde estão? — Perguntou, feliz, a senhora Weasley.


Hermione assinalou a roda gigante que nesse momento parou à multidão que aclamava em sua base.


— Estão lá encima — disse Hermione , assinalando a cadeira mais alta. — No topo do mundo.


Quando chegaram ao pé da roda gigante para felicitar o casal, a multidão fazia coro:


— Beija Harry! Beija ela! — Enquanto o fotógrafo de Hogsmeade Crier enfocava com a câmara a cadeira mais alta da roda, sem deixar de gritar a coro com os outros.


Harry tinha passado um braço sobre os ombros de Gina, e com a outra mão lhe levantou o rosto.


— Não nos baixarão até que nos vejam nos beijar.


Ela mordeu os lábios, vermelha como um tomate, os olhos cheios de amor e protegendo com a mão o brilhante que ele acabava de lhe deslizar no dedo.


— Não posso acreditar que tenha feito isto aqui... Diante de todo mundo! Você odeia publicidade.


Harry a abraçou com mais força e a atraiu para si.


— Não esta publicidade. Esta eu não odeio. Todo o maldito mundo — sussurrou, inclinando a cabeça — foi testemunha de nossa infelicidade. Deixe que vejam o que acontece quando um endurecido prisioneiro fugitivo se encontra com um anjo que acredita nele. Me beije, Gina.


No meio dos vivas que se elevaram quando a multidão viu que o casal se estreitava em um abraço, o prefeito Fudge sorriu para sua mulher e olhou para Rony.


— Seu pai conseguiu que fizesse a promessa?


Rony se estremeceu de risada.


— Sim.


— Pobre homem! — Disse Fudge, contemplando o longo beijo que Harry dava em sua noiva. — Então não poderá suportar muito disso.


— Não.


— Quando é o casamento?


— Harry pediu que fosse dentro de quinze dias.


— Não é bastante longo — interveio o amigo de Rony. Olhou para sua mulher. — Mas vai parecer dois anos. Lembra, Susan?


Ela assentiu e olhou para Hermione.


— Seu sogro é um homem realmente traiçoeiro.


— E muito sábio — adicionou o prefeito Fudge, ficando sério.


— Isso não era o que sentia antes de que nos casássemos, querido — lembrou sua mulher.


— Não, mas foi o que senti durante nossa noite de núpcias.


O amigo de Rony ficou olhando o casal da roda gigante.


— Espero que esteja informado do assunto da ducha de água fria — comentou.


n/a: Morro de ri com o metódo do reverendo Weasley, pobre Harry :D!! Mais 3 capítulos e epílogo e nossa história acaba :´´´(  !!! Até logo... 

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Comentários: 1

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Enviado por Edwiges Potter em 19/02/2013

Simplesmente demais!!!!! Não tenho palavras!!! Tô triste por estar acabando!!

Nota: 5

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