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3. O Retorno de Thalia


Fic: Overturn


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A volta para Hogwarts estava sendo muito divertida. Harry, Rony e Hermione riram das piadas de Dino, que também regressou para terminar os estudos, testaram os óculos que identificavam zonzóbulos do Pasquim que Luna trouxera e foram apresentados aos amigos da loira que seriam seus colegas de turma.


Para alívio de Harry todos o receberam bem e ele descobriu que era muito popular, pelo menos agora que a ameaça constante de guerra havia acabado. Era estranho retornarem depois de um ano fora e o garoto pensou que se sentiria um pouco deslocado, afinal eles seriam os mais velhos, mas tudo transcorreu bem e ele se sentiu muito a vontade com os novos amigos.


A única falta era Gina. Depois da batalha final Harry tentou reatar o namoro, mas por algum motivo eles não se entendiam mais, então eles terminaram e ela decidiu passar um ano nos Estados Unidos.


No banquete tudo corria bem como sempre. McGonagall fez o discurso de boas-vindas, já que agora ela era a nova diretora da escola. Pra variar, ninguém a exceção de Hermione prestou atenção, pois estavam todos ansiosos para a entrada dos calouros e finalmente a deliciosa janta. Luna inclusive já estava pensando em qual seria o sabor do pudim fazendo os amigos rirem.


Um a um as nervosas crianças do primeiro ano foram sendo selecionadas, tudo sem muita novidade, até que McGonagall pediu novamente a palavra.


-Mas ela já não fez o discurso? – perguntou Ron impaciente.


-Respeito pela diretora! – comentou Hermione que assim como todos os amigos ria do comentário.


-Bom, este ano Hogwarts tem a honra de receber a ex-auror Thalia Torres em nosso corpo docente como professora de Defesa Contra as Artes das Trevas. Seja bem-vinda! – disse a diretora enquanto o salão aplaudia. Diferentemente dos outros, Thalia era jovem, bonita e exibia um sorriso caloroso no rosto. Ela era loira e tinha pele bronzeada. Seus olhos castanhos cor de mel eram intensos e revelavam seu espírito alegre e jovial.


-Ei! Não é aquela auror super famosa da América do Sul?


-É Ron, é ela. Dizem que até hoje nunca falhou nas missões e é uma das mais influentes no ministério do Brasil.


-Como sabe disso Dino?


-Tenho parentes lá Mione...


Harry não pode deixar de sentir uma simpatia grande pela moça, assim como todos no salão que aplaudiam com gosto a novata. Pela primeira vez ele sentia que teria uma professora excelente no cargo que era considerado amaldiçoado, embora não tivesse certeza do porque sentia isso.


-Também gostaria de anunciar que é com grande prazer que Hogwarts reabre seu programa de intercâmbio. – recomeçou McGonagall - Por favor, vamos receber nossos novos alunos. Sejam bem-vindos.


Então um grupo de quatro jovens entrou no salão. A escola inteira foi tomada por murmurinhos e os alunos se esticavam para ver os recém-chegados. Eles já eram adolescentes e Harry supôs que deveriam ser do sexto ou sétimo ano, pois pareciam ter feições maduras, à exceção da última garota da fila.


Ela tinha um rosto delicado e jovem, aparentando não ter mais do que quinze anos. Seus cabelos eram negros e apesar de lisos, tinham volume e brilho. Era extremamente branca e tinha os lábios rosados, fazendo Harry se recordar da história trouxa da Branca de Neve. A garota era muito linda e o moreno simplesmente não conseguia parar de olhá-la. Ele sentia uma conexão forte como se já a conhecesse. Seus olhos castanho escuros lhe traziam paz e conforto.


-Aproximem-se. – convidou McGonagall segurando o chapéu seletor. –Ashley Evans. –chamou e a loira mais próxima a ela se sentou enquanto o chapéu era colocado em sua cabeça. Depois de alguns minutos ele anunciou “Sonserina” e a casa irrompeu em vivas. Mas Harry notou que a menina olhou triste para a garota que parecia ser mais nova, indo um pouco irritada se sentar junto aos novos colegas.


-Diego Watson. – continuou a diretora enquanto um rapaz castanho de olhos verdes aproximou-se. As meninas no salão soltaram suspiros para o novato que parecia despreocupado e exibia um sorriso sedutor. Ele não demorou a ser selecionado e acabou na Lufa-Lufa.


-Maria Fuente Herrera.


Harry observou a jovem elegante sentar-se. Ela era castanha, mas tinha as pontas do cabelo pintadas com mechas loiras, e seus olhos azuis eram de um tom muito vivo. Ela não demorou a ser selecionada para a Grifinória, que irrompeu em aplausos animados principalmente por parte dos garotos.


-Maite Duerre Torres.


Finalmente chegou a vez da bela jovem que Harry estava observando. Ele percebeu que a garota deu uma olhada para a mesa dos professores e recebeu uma piscadela de incentivo de Thalia, antes de seguir na direção da diretora e sentar no banquinho para ser selecionada. O moreno então percebeu que elas tinham o mesmo sobrenome, será que eram parentes?


-Grifinória! – anunciou o chapéu seletor, e a mesa voltou a aplaudir com entusiasmo. Harry acompanhou a animação dos colegas enquanto observava à novata se aproximar. Ele notou que o único lugar vago da mesa era ao seu lado e ela vinha um pouco corada na sua direção.


-Com licença, posso me sentar? – perguntou com uma voz delicada.


-Claro, fique a vontade.  –respondeu o garoto sorrindo encorajando-a e ele sentiu-a relaxar mais. Antes de se virar para cumprimentar a todos, Maite deu mais uma olhada para Thalia, que sorriu animada como resposta em uma clara aprovação da seleção.


-E agora vamos ao banquete! – anunciou finalmente a diretora para a alegria dos alunos, principalmente de Ron e Dino que estavam famintos.


-De onde você vem? – perguntou Hermione olhando animada para Maite. A garota parecia extremamente deslocada e Harry, entendendo a deixa da melhor amiga, olhou interessado para a novata.


-Sou brasileira. – respondeu um pouco corada com a atenção de tantas pessoas que a olhavam curiosas.


-Bem-vinda a Grifinória, sou Hermione Granger. Esses são Rony Weasley, Dino Thomas, Luna Lovegood e este ao seu lado é Harry Potter.


-Muito prazer, encantada em conhecê-los! – disse a garota em inglês e em uma língua que Harry supôs ser o português. Ele não compreendia, mas achou uma língua bonita e sensual.


Eles continuaram conversando com Torres durante todo o jantar e aos poucos ela foi relaxando. Mas logo Hermione e Ron se levantaram para conduzir os alunos do primeiro ano, enquanto Luna se despedia e ia à direção de seus colegas de casa, sobrando apenas Harry, Maite e Dino. Os rapazes explicaram que cada casa tinha um salão comunal e um dormitório, enquanto saíam do salão. E antes que eles deixassem o lugar, a brasileira se virou e acenou animada para Thalia e para a colega de intercambio da Sonserina.


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Malfoy estava extremamente entediado. Ele não queria ter voltado para Hogwarts, detestava a escola e ainda mais os “abutres” que o cercavam. Agora, com seu inesperado retorno, uma aura de mistério tinha sido associada a ele, fazendo com que alguns o ignorassem, enquanto outros pareciam querer orbitar a sua volta. Ele achava todos falsos e interesseiros, sem contar que as meninas eram extremamente vazias.


“Vou fugir daqui assim que puder!” pensou desanimado, enquanto se levantava para conduzir os calouros já que era monitor. Ele dispensou rápido os interesseiros e já ia chamar os novatos quando passou pela intercambista. Ela olhava desanimada para a mesa da Grifinória e parecia prestes a chorar. Malfoy notou que ela era linda e ele sentiu uma vontade súbita de abraça-la e consola-la mesmo sem saber o motivo de sua tristeza.


-Com licença – disse o loiro sem pensar no que estava fazendo –Posso te ajudar?


-Infelizmente não. -respondeu cabisbaixa.


-Aconteceu alguma coisa?


-Quero trocar de casa, quero ser da Grifinória!


-Nossa, temos uma fama ruim até fora da Inglaterra? – brincou Malfoy fazendo Ashley perceber que tinha sido muito rude comentar aquilo em frente a um sonserino.


-Me perdoe, não quis ofender...


-Não se preocupe, eu estava brincando. Vem! Por que não me acompanha? Vai precisar de ajuda para chegar às masmorras e eu sou o monitor da Sonserina. Pode desabafar no caminho se quiser.


-Tudo bem. - aceitou a bruxa receosa, mas ela não tinha opção, realmente precisaria de auxílio para achar seu dormitório.


Malfoy chamou os calouros e os fez formar um grupo. Ele conduziu as crianças e Ashley por um corredor e começou a descer, enquanto explicava que o salão comunal era nas masmorras do castelo e que para entrar eles deveriam saber a senha.


Depois das rápidas orientações o garoto deu espaço para que Ashley falasse. Ele não sabia o motivo, mas estava realmente interessado em ajuda-la.


-Então, por que a Grifinória?


-Porque acabei ficando só! Não conheço aquele Diego, mas a Maite é minha prima e a Maria é nossa melhor amiga. As duas conseguiram ficar juntas, só eu que vim parar aqui... – começou a loira desanimada. –Além disso, minha tia, a mãe da Mai, já estudou aqui e ela contou...


-Da fama que temos? Relaxa, não sou tão mal quanto pareço... – brincou Malfoy.


-Você é um comensal da morte. –disse a garota arrepiando-se só de pensar, enquanto Malfoy parou surpreso.


-Como sabe?


-Minha tia é auror espertinho, não ouviu a diretora falar?


Ele se lembrou da bela professora nova e olhou intrigado para a colega.


-Asa de dragão! – falou e a porta das masmorras se abriu. Ele indicou a entrada para os alunos do primeiro, mas segurou Ashley do lado de fora.


-Eu não me orgulho de carregar essa marca ok? Foi uma escolha equivocada e eu jamais cumpri o que o Lord me pediu.


-Escolha equivocada que custou muitas vidas! Olha não sou como você! Não sei por que tenho que ficar nessa casa idiota, quero trocar já! Não vou ficar aqui de jeito nenhum! –exclamou a loira saindo correndo pelo corredor, Draco queria ir atrás dela, mas tinha que mostrar os quartos aos calouros, então se obrigou a entrar. Porém durante toda a noite os lindos olhos verdes de Ashley não saíram de seus sonhos.


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Thalia caminhava apressada para a diretoria, era crucial que ela falasse o quanto antes com Minerva sobre o que estava acontecendo.


-Boa noite, me perdoe vir a essa hora, mas precisamos conversar.


-Imaginei que houvesse um assunto importante para conversar desde o momento em que decidiu retornar a Hogwarts. Realmente não esperava ver você aqui novamente, não depois de tudo o que aconteceu, mas confesso que sua volta me deixa muito feliz. Principalmente ao ver a mulher madura e bem-sucedida que você se tornou. Tenho certeza de que eles estariam orgulhosos. – completou McGonagall com um sorriso.


-Não tenho tanta certeza, passei por tanta coisa...


-Sabe, embora não acredite sua família a amava muito, foi um golpe extremamente duro a sua partida. Seu irmão principalmente sofreu muito.


-Senti muita falta dele, nunca consegui me perdoar por não...


-Mas minha querida não se culpe! Se pudesse ouvi-la ele ficaria muito decepcionado. Nunca a culpamos por nada, pelo contrario, você teve uma atitude heroica e salvou vidas. Acredite – completou a diretora ao ver a expressão cética de Thalia. –Sua atitude fez um bem maior do que pode imaginar. Agora as coisas podem parecer confusas, mas garanto que em breve compreenderá. –terminou enigmática.


-Obrigada Minerva. Mas, estou muito preocupada.


-O que te aflige.


-A Mai. Minha filha está...eu me preocupo que ela tenha herdado os dons do pai. Ela é literalmente igual a ele, se é que me entende.


-A jovem teve sonhos?


-Desde pequena. Mas de uns anos pra cá tem piorado. Semana passada ela teve o pior, por isso vim. Sei que não acreditam, mas isso pode ser um presságio de que algo está para acontecer.


-Não se preocupe, estamos seguros eu lhe garanto.


-Podem ter se livrado de Voldemord, mas isso não significa que tudo acabou. Escute-me, por favor, quando o pai dela tinha as crises não eram meros sonhos, eram previsões. Ele podia ver o passado, o futuro, ele pressentia o que estava para acontecer. É um dom e ao mesmo tempo um fardo. Dumbledore nunca deu ouvidos as minhas palavras, jamais ninguém me deu crédito, mas essa é a verdade.


-Thalia...


-Minerva, por favor... – suplicou a brasileira com lágrimas nos olhos – Não tive a chance de salvar minha família antes e embora digam que não errei eu sei que jamais deveria ter partido. Eu precisava ter sido forte, lutado até o fim, ficado ao lado deles. Não me tire à chance que a vida está me dando de concertar meu erro.


-Minha jovem se tivesse ficado hoje teríamos uma lápide com seu nome e provavelmente o nome dos meninos. Não é que eu esteja duvidando de sua coragem ou de sua capacidade, mas veja o que aconteceu com quem permaneceu aqui. O ódio tem uma força poderosa e é capaz de destruir até os mais fortes. Mas você possui armas poderosas para combatê-lo: amor, esperança. Como você mesma falou, nunca deixou de acreditar e lutar por seus ideais e por aqueles que ama, você fez sacrifícios e está sujeita a ser julgada quando a verdade vier a tona. Porém, aqui está. Pronta para a batalha sem medo de enfrentar as consequências. Tem mais poder do que imagina Thalia, e é ele que ainda mantém sua família viva. Dumbledore sabia disso e eu também sei. Você é extraordinária. Seu irmão sabia disso, ele confiou em você até o último segundo e vejo que ele não tinha do que se arrepender. – declarou a diretora indo até a janela e chamando Thalia.


Lá em baixo, Harry, Dino e Maite conversavam e riam tranquilamente. A brasileira chorou ao ver os jovens saudáveis, bonitos e alegres. Eles pareciam despreocupados, aproveitando uma das fases mais bonitas das suas vidas. Ela sorriu para Minerva que lhe deu um inesperado abraço de incentivo.


-Vou fazer de tudo para protegê-los, não importa o que aconteça.


-Eu sei. Não tenho dúvidas. E...pode contar com meu auxílio, sempre.


-Obrigada Minerva.


-Você não está sozinha, nunca esteve. E quanto a Maite, vamos conversar sobre isso, o ideal é que ela fale com a nossa professora de adivinhação, a Sra. White. Ela saberá se sua filha tem realmente clarividência e lhe dará a assistência necessária.


-Certo.


-Ficarei atenta a qualquer anormalidade, mas creio ser sensato esperarmos pelo menos um tempo. Vamos deixar que a jovem se adapte ao colégio primeiro. E algo me diz que será boa pra ela a companhia de Potter, parece que logo eles serão amigos. – disse a diretora voltando a olhar para os jovens que agora caminhavam na direção da escola.


-Assim espero Minerva. Assim espero.

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