FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

6. Capítulo VI


Fic: Um Preço Alto Demais HHr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

O domingo amanheceu claro e brilhante, prenúncio de outro dia quente de inverno. Hermione, como era seu hábito, acordou às primeiras horas da manhã.
Tonks, em pé há muito, já inspecionara os cavalos na pista de treinamento. Os animais voltaram à estrebaria, muito antes da maioria dos habitantes de Sydney ler seus jornais. Tonks fez o café para as duas. Bacon com ovos, torradas e café. E o serviu na mesa redonda de madeira da cozinha aconchegante de sua casa de tijolos aparentes, de três dormitórios. Ela herdara a casa e os estábulos do pai, também treinador, que falecera de um ataque cardíaco, depois de ter sua licença cassada por causa de uma queixa sobre o comportamento de um cavalo. A mãe morrera antes, senão a vergonha também a teria matado.
Tonks estava com trinta anos e acabava de enfrentar um divórcio. Por insistência da mãe, casara-se com um médico rico, dono de vários carros e de uma casa enorme no porto. Ele queria apenas uma bela esposa e duas crianças. Tonks não pôde ter filhos, o que foi um dos motivos da falência do casamento. Isso e mais a solidão de ser a esposa de um médico.
Resolvera então aceitar o desafio de fazer sucesso na carreira que adorava. Seus cavalos eram seus filhos, o que talvez explicasse por que, ante seus olhos, eles nunca fizessem nada errado. E o mais curioso era que ela sempre conseguia fazê-los melhorar.
— Dormiu bem? — Tonks quis saber.
Hermione pareceu-lhe cansada, mas sempre bela. Por que as olheiras em uma jovem de vinte e cinco eram sensuais e terríveis em uma mulher de quarenta?
— Muito — Hermione escondeu a verdade.
Passara a noite inteira atormentada pela dúvida. Harry mentira? Estaria naquele momento nos braços de Cho, usufruindo de um amor louco?
Suas emoções foram da raiva ao ciúme, sem que ela soubesse o porquê. Como é que Harry se envolvera com uma mulher como Cho?! Deslumbrante, era verdade. Porém, falsa, interesseira e sem coração? Que provavelmente era um furacão na cama.
— Está pensando em Harry?
Hermione assustou-se e levantou os olhos do prato que ela encarava sem ver.
— O quê?
— Harry Potter. Você gostou dele.
Hermione deu de ombros.
— E quem não gosta?
— Eu não. Ele não é meu tipo.
Hermione demonstrou surpresa e a outra riu.
— Você acha que não tenho vida sexual?
— Bem... nunca pensei no assunto.
— É. A juventude pensa que o sexo é só para os jovens.
— Não é isso. Apenas deduzi que os cavalos preenchessem sua vida. Mamãe contou-me que você era divorciada e eu tirei minhas conclusões. Erradas, pelo jeito. — Ela gostava muito de Tonks, a quem na verdade não conhecia, apesar de tantos anos de convivência. — E qual seu tipo, Tonks?
— Eu não saberia dizer, mas eu o reconheço, quando vejo. Não pode ser alto demais. Não gosto que me olhem de cima. Bem-proporcionado, sem hipertrofia muscular. Deve ter movimentos elegantes, ser um bom cavaleiro — ela riu maliciosa — e ter olhos escuros. Adoro olhos escuros.
— Idade?
— Isso é irrelevante. Tive amantes de vinte e de cinqüenta.
Hermione sabia que trabalhar com cavalos exigia dedicação integral.
— E onde você os encontra?
— Eu os contrato.
Hermione tentou não aparentar surpresa e quase conseguiu.
— E... como faz... isso? Por meio de uma agência de acompanhantes?
— Claro que não. Quis dizer que os aceito para trabalharem. Você conhece a rotatividade dos tratadores. Nas entrevistas, se vejo alguém que me atraia fisicamente, eu os emprego.
— Bom Deus. E eles... sempre correspondem?
— Na maior parte das vezes. Afinal, sou a patroa.
— Uau!
— Está chocada?
— Não! Mas esses homens... não comentam?
— Nem sempre. Eles sabem que só terão a perder com isso. Para ser honesta, prefiro um relacionamento duradouro. Mas não existem muitos homens que saibam lidar com uma mulher enérgica como eu.
— Sei o que quer dizer.
— E você, Hermione? Pensa em se casar algum dia?
— Nunca.
Ela jamais encontrara um homem solteiro que não quisesse controlar sua vida.
— Você não quer filhos?
— Quem sabe, um dia. — Hermione não pensava no assunto. — Quero ter alguém para herdar a fazenda. Mas não tenho pressa nem pretendo casar-me por isso.
— Certo. Mas os anos têm o péssimo costume de passar muito depressa. Um dia gente acorda e vê que é tarde demais.
O telefone começou a tocar.
— Só um minuto. Deve ser algum proprietário. Domingo é dia de visitas.
Ela virou-se e pegou o aparelho sem fio de cima do balcão.
— Tonks falando. Ora, ora, meu amigo Harry Potter!
Hermione enrijeceu-se na cadeira.
— Mas como você levantou cedo! O seu misterioso investidor já deu o "sim"? Maravilha! Sei... supersecreto... Ela está no quarto... vou chamá-la...
Tonks cobriu o bocal com a mão.
— Parece que você já conseguiu seu "sócio". Mas ele ainda quer manter a identidade em segredo até a hora certa. De qualquer forma, o formoso quer falar-lhe pessoalmente. Quer ficar sozinha? — Tonks sussurrou.
— Que bobagem, Tonks! Meu assunto com ele é comercial. Não misturo negócios com prazer.
— Ah... Senti firmeza. E você conseguirá sustentar essas boas intenções com Harry a seu lado naquela casa enorme, durante alguns dias e "noites"? Não acho que ele manterá o cavalheirismo, sendo que você o agrada, tanto quanto ele a você. Não sou cega, meu bem.
Essa era a preocupação de Hermione.
— Bichento dormirá na minha cama.
— Aquele velho vira-lata? O gato de seu estábulo é melhor cão de guarda do que ele.
— Pode ser. Mas Bichento aparenta ser mais feroz.
— Está bem, mas ouça meu conselho. Compre um bom estoque de preservativos. Não vai querer um bebê inesperado o ano que vem, vai?
— Só se eu fosse uma idiota completa! Acha que não aprendi com minha mãe? Agora me dê essa droga de telefone!
Tonks suspirou e obedeceu.
Hermione agarrou o aparelho e foi até a sala para falar, contrariando suas afirmações.
— Harry! Tonks me disse que você tem boas novas para mim.
— Isso mesmo, tudo deu certo. Meu cliente ficará feliz em investir em Grangerwinds os quatro milhões que você precisa desde que tudo esteja bem em ordem.
— É... O que ele quer dizer com "em ordem"? Eu já lhe expliquei que o haras está um pouco abandonado. E por isso que eu quero um milhão a mais do que devo ao banco.
— Não estou falando na aparência. Falo da terra em si e da qualidade do plantel. As éguas reprodutoras e os garanhões. Especialmente os últimos.
— Temos três reprodutores no haras. Dois mais velhos já bem formados e um que é uma bela esperança...
— Goldplated — ele interrompeu.
— Você o conhece?
— Pesquisei sobre ele ontem à noite. Ele tem uma linhagem impecável. Um belo irmão do campeão Golden Slipper. Depois de um acidente na pista de treino, ele nunca mais foi inscrito em um páreo, embora tenha ganhado duas provas de maneira brilhante. Ele fez sua primeira e única temporada em um haras de Vitória, com um índice de fertilidade de cem por cento. O que leva a uma questão. Por que o venderam?
— Simples. Golden Slipper também estava naquele haras. Os proprietários acharam que não era interessante, do ponto de vista comercial, manter dois garanhões da mesma linhagem. Eles só queriam que Goldplated cruzasse com uma das próprias éguas, antes de ele ir embora. Acho que você não achará serviço dele com fêmeas estranhas.
— Ele foi vendido por uma bagatela.
— Por que há um risco. Serão precisos mais dois anos, antes que sua primeira safra chegue às pistas. Muita coisa pode acontecer até lá.
— Espero que ele esteja no seguro.
Ainda bem que Mark lhe permitia responder.
— Tenho cara de tola?
— Muito bem. Preciso saber exatamente quantas éguas serão cobertas este ano por Goldplated. Quando você gasta com ele e quanto terá de gastar nos próximos anos, se a prole começar a ganhar bons páreos. O investimento será a longo prazo e meu cliente também quer saber quais as perspectivas de Grangerwinds nesse tempo.
— Certamente você também fez suas pesquisas.
— Impressionante o que se encontra na Internet.
— Foi isso o que o manteve ocupado ontem à noite? Vasculhando tudo o que pôde encontrar sobre criação de cavalos de raça?
— Em parte.
Hermione fez uma careta. Ele segurava cartas na manga.
— Muito vem. Sarah poderá mostrar-lhe todos os fatos e números relacionados com nossos reprodutores e nossas reprodutoras. — Ela decidira ocupar a maior parte do tempo de Harry na fazenda, com outras pessoas. — Sarah é supervisora em Grangerwinds. Ela está lá há séculos e conhece o assunto melhor de que eu.
O que também era um engodo. Ninguém em Grangerwinds entendia mais de cavalos de que a filha de Jane.
— A que horas poderá sair? Que tal às dez? Muito cedo para você?
Hermione espiou o relógio de carrilhão em um dos cantos da sala. Dez para as nove. Ela já tomara banho, estava vestida e comera. Arrumar as coisas levaria cinco minutos.
— Já estou pronta.
Ele deu risada.
— Suponho que terei de acostumar-me a uma espécie diferente de mulher. Cho precisava ser avisada com um dia de antecedência, para qualquer lugar que fôssemos.
Hermione pensou no tempo necessário para deixar o rosto e os cabelos impecáveis, nas horas gastas na escolha das roupas. Isso sem levar em conta, caso precisasse sair para comprar "exatamente" o que estava precisando.
— Por falar em Cho — Hermione não resistiu à ironia —, ela não apareceu ontem de surpresa?
— Não, senhora — ele respondeu, sem hesitar. — Satisfeita?
Rapidamente entendeu que cometera o primeiro erro, se pretendia conservá-lo à distância.
— Eu apenas queria saber se não está muito cansado para dirigir o dia todo.
— São apenas seis horas até Upper Hunter Valley. Um pouco mais com as paradas...
— E para quê?
— Para almoçar. Faremos um piquenique.
Hermione imaginou-se deitada com ele sobre uma manta, às margens ensolaradas de algum rio. Foi o suficiente para perder a paz de espírito.
— Não será necessário.
— E por que não?
Ela decidiu cortar o mal pela raiz.
— Harry, trata-se de uma viagem de negócios, não uma fuga romântica. Sinto muito ter-lhe deixado outra impressão ontem. Admito que me sinta atraída por você. Mas não misturo negócios com prazer. Só isso.
— Quanta franqueza!
— É melhor esclarecer antes, para evitar problemas.
— A que tipo de problemas está se referindo?
— Ter de lidar com homens que, pelo fato de eu dormir com eles, pensam que serei uma nulidade nos negócios.
— Isso já lhe aconteceu?
— De certo modo.
O tal representante das vitaminas pensava que ela compraria sacos do que ele vendia, só por que passara um maldito fim de semana com ele.
— Nunca lhe ocorreu que, nesse caso, o poder estaria de seu lado? Dormir comigo poderia levar-me a fazer vista grossa a qualquer deficiência em Grangerwinds?
— Não acredito nisso.
— E por que não?
— Porque um homem que pagou de seu próprio bolso as dívidas de seu sócio, mesmo não sendo obrigado a fazê-lo, jamais enganaria um cliente.
— Sempre há uma primeira vez.
— Não com você, Harry.
— Não comigo — ele pronunciou devagar as palavras. — Pois você não me conhece de verdade, Hermione.
— Tive uma boa impressão a seu respeito. Não costumo enganar-me com as pessoas. Tenho confiança de que você não tentará nada, se eu lhe pedir. Mas se o fizer, terei Bichento a meu lado.
— Mas quem é Bichento? Algum guarda-costas?
— Meu cão de guarda. Ele é um vira-lata e vai comigo a toda parte.
O que era um exagero. O coitado do Bichento, já com dez anos, passava a maior parte do dia dormindo na cadeira de balanço da varanda da frente. Ultimamente não andava muito pela fazenda com a dona. Isso desde o ano anterior, quando ela saíra da estrada com o carro. O cão fora atirado pela janela do passageiro e caíra em cima de excremento fresco. A dignidade dele ficara seriamente abalada.
— Obrigado por avisar-me.
— Achei que era meu dever.
— Nesse caso, também tenho de cumprir um.
— O que é?
— Não gosto de ordens?
— Em que sentido?
— Em todos. Vejo-a as dez. "Com" uma cesta de piquenique.
Dito isso, Harry desligou.


— Quer dirigir um pouco? — Harry perguntou, depois de uma hora de viagem.
Haviam cruzado há pouco a ponte Mooney Mooney e dirigiam-se para o norte pela auto-estrada que ligava Sydney a Newcastie. O tráfego estava livre, em comparação ao sentido contrário. Hermione surpreendeu-se. Mais uma vez. Já ficara boquiaberta, quando ele viera buscá-la em um conversível vermelho, de placa Hartalizada. HP2000. Ela perguntara se ele tinha ao menos condições de assegurar o automóvel. Ele dissera que o comprara para celebrar o novo milênio. E qual o problema? Só se vivia uma vez.
Ter um carro esportivo era uma das paixões de Hermione e ela nunca tivera oportunidade de ao menos dirigir um.
— Fala sério?
Harry desviou para o acostamento e brecou, sem desligar o motor. Saiu do carro e deu a volta pela frente baixa e brilhante.
Hermione refletiu que ele ficava ainda mais atraente em trajes informais. O jeans colava-se perfeitamente nas longas pernas e quadris estreitos. O peito grande e os ombros largos enfeitavam o pulôver azul-marinho. Imaginou como ele seria, despido.
— Vai demorar muito, mocinha? — caçoou ao abrir a porta do lado do passageiro.
Ela saiu do mundo da fantasia e apressou-se, antes que Harry mudasse de idéia. Se não podia alegrar-se com o físico dele, pelo menos o faria com o automóvel.
— Não se esqueça do limite de velocidade.
— Sim, patrão — Hermione zombou.
A hora seguinte foi excitante! Mil vezes melhor do que dirigir um utilitário. Feliz, ela cantarolou enquanto rodava com o vento no rosto e o rabo-de-cavalo balançando.
— Esta deve ser a mesma sensação de cavalgar Big Brutus na reta de chegada. Fantástico!
— Não podia confiar que fosse diminuir a marcha ao passar pelas cidades pequenas que margeiam a rodovia — ele comentou, já de volta a seu lugar. - Você mostrou ter um "pé de chumbo".
— E verdade. Sempre gostei de tudo que é rápido.
— E do que mais você gosta? — Harry lançou-lhe um olhar sedutor.
Hermione entendeu que dirigir o carro dele havia minado suas defesas. Tinha de controlar-se. Em pouco tempo chegariam a Grangerwinds. Era um absurdo o coração disparar, sempre que ele a fitava!
— Gosto de comandar o volante — ela afirmou —, em tudo o que faço.
— Isso pode tornar-se exaustivo. Nunca teve vontade de ficar apenas deitada, relaxar e delegar responsabilidades?
Será que ele lia pensamentos?
— Vire aqui — Hermione ordenou e ficou feliz por ele ter obedecido.
Era uma área de descanso no meio do nada. Não havia regatos borbulhantes e nem margens floridas. Era apenas uma clareira pequena encravada no matagal raquítico da rodovia lateral. Poucas árvores eram responsáveis pela sombra para duas mesas e alguns bancos.
— Por que resolveu parar aqui? — Harry perguntou.
— Por que estou com fome. Achei que seria um bom lugar para almoçarmos.
— Tão bom quanto qualquer outro — ele sorriu irônico —, nas atuais circunstâncias.
Harry tirou uma toalha de mesa da bela caixa e cobriu a mesa tosca.
— Não precisava ter todo esse trabalho — ela provocou, enquanto ele tirava o que trouxera, de dentro da embalagem.
Carnes frias, saladas, queijos e pães. Havia uma meia-garrafa de vinho branco gelado e dois copos de cristal.
— Isso deve ter custado caro demais — ela comentou.
— Não muito. Não se preocupe. Aproveite. Pense que é a sua comissão pela barbada de Big Brutus. Pode acreditar. Posso permitir-me com o que ganhei.
Hermione deu de ombros. Comeu com satisfação e tomou quase todo o vinho, com efeito imediato.
— Sr. Potter! — ela exclamou ao sentir a cabeça rodar. — Qual a porcentagem de álcool nesta coisa? — Ela pegou a garrafa. — Está tentando embriagar-me?
— Para isso, eu teria comprado uma garrafa inteira.
— Isso é.
— Teria feito diferença? Você continua segura de si quando fica "alegre"?
— Nem sempre.
— Só às vezes?
— Acho que não veio até aqui, à espera que eu continuasse...
— Não.
— E contava em descontrair-me...
— Mas claro. Eu não seria um homem normal, se não tentasse.
A exasperação deixou-a corada.
— Pensei haver dito para não começar!
Harry continuava impassível e confiante.
— Sei o que você falou. Mas como "eu" já lhe disse, não recebo ordens. E seus motivos para não dormir comigo não procedem. Você não está fazendo negócios comigo, mas sim com meu cliente.
— Outras pessoas não interpretariam o fato dessa maneira.
— Não há necessidade de ninguém ficar sabendo em Grangerwinds, se é disso que você tem medo. Sei ser muito discreto. O que acontecer entre quatro paredes só interessa a nós. Ainda que, para ser franco, eu prefira um relacionamento aberto. Mas se você insiste em segredo, não perderei o jogo por isso.
Ele fitou-a intensamente.
Não era possível. Harry Potter tinha o poder de fazê-la estremecer com um toque de mão ou com um simples olhar.
Era uma sensação assustadora. Mas... maravilhosa. Mais até do que dirigir o carro dele.
Hermione agradeceu a Deus pela mesa que estava entre eles. Senão, sabe-se lá o que teria acontecido. Será que alguém na estrada veria um casal fazendo amor em cima da mesa e as iguarias espalhadas pelo chão?
— Vou pensar nisso — ela balbuciou de repente e abaixou os olhos, para Harry não perceber o poder que tinha sobre ela.
— Ótimo.

---->Como o caítulo sete na história é somente para encher linguiça, eu o juntei com o seis pra ficar um pouquinho maior =D Não vou demorar muito para postar o próximo capítulo até porque acho que essa semana eu vou ficar em casa lagartiando devido problemas médicos. Mais sem mordomia pra vocês comentem senão eu não posto, até posto mais vai demorar mais ;p<---

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.