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75. Capítulo 74


Fic: Tudo por Amor


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— Ajuste o cinturão e reze — brincou o piloto pelo intercomunicador, e o Lear começou o descida em pleno anoitecer, rumo à pista de cimento. — Se essa pista tivesse quinze centímetros menos não poderíamos aterrissar, e se estivesse mais escuro teríamos que aterrissar em Dallas. Pelo visto, de noite não iluminam esta rua. A propósito, seu táxi o espera.


Sem tirar o olhar dos vídeos de Gina, que tinha levado consigo para voltar a vê-los no avião, Harry colocou o cinto de segurança. Mas poucos instantes depois levantou a vista sobressaltado quando o piloto cravou os freios no momento em que o avião tocou a pista e o elegante avião posou com um chiado dos pneus. Por fim se deteve poucos centímetros do final da pista.


— Depois de duas aterrissagens nesta pista, o senhor Black precisará de novos freios — disse o piloto, com voz algo trêmula e um tom de profundo alívio. — Que planos tem para esta noite, senhor Potter? Quer que me registre em um motel ou que retorne à Costa Oeste?


Harry estirou a mão para o botão do intercomunicador, situado no console entre ambos assentos, mas de repente vacilou e enfrentou a realidade que tinha tentado ignorar durante toda a viagem. Ignorava se agora Gina não o odiaria mais do que em uma época o tinha amado. Não sabia como o ia receber nem quanto demoraria para convencê-la de que retornasse com ele a Califórnia, se é que conseguiria convencê-la.


— Registre-se em um motel por esta noite, Steve. Enviarei o táxi de volta para buscá-lo.


O piloto ainda estava apagando os motores quando Harry baixou apressado pela escada do avião. O condutor do táxi estava de pé junto à porta aberta do veículo, usando um ridículo e pouco autêntico uniforme da Guerra Civil, caso isso fosse o que pretendia ser.


— Sabe onde vive Gina Weasley? — Perguntou ao subir no carro. — Se não sabe tenho que encontrar uma guia. Esqueci de trazer o endereço.


— É obvio que sei onde vive! — Respondeu o condutor, olhando Harry com os olhos entrecerrados. Ao reconhecê-lo, sua expressão se tornou feroz. Subiu no carro e fechou a porta com força desnecessária. — Por acaso você se chama Potter? — Perguntou alguns minutos depois, enquanto passavam em frente à escola primária e entravam em um distrito agradável que se erguia ao redor do edifício de tribunais, com lojas e restaurantes ao redor de uma praça.


Harry estava distraído olhando o povoado onde tinha crescido Gina.


— Sim.


A um quilômetro de distância, o táxi se deteve frente a uma cuidada casa de um piso com um jardim imaculado e grandes árvores de taça, e Harry sentiu que seu coração começava a bater com nervosa expectativa enquanto colocava a mão no bolso em busca de dinheiro.


— Quanto lhe devo?


— Cinquenta dólares.


— Você deve estar brincando!


— Para qualquer outro, esta viaje vale cinco dólares. A um desgraçado como você custa cinquenta. E agora, se quiser que o leve onde está Gina, no lugar de deixá-lo aqui, onde não está, custará setenta e cinco.


Sentindo uma mistura de irritação, surpresa e tensão, Harry ignorou a opinião que o indivíduo tinha dele e voltou a subir no táxi.


— Onde está?


— Na escola secundária, onde se encarrega do ensaio de uma peça de teatro.


Harry lembrou que tinha passado frente à escola secundária cuja estacionamento estava lotado de carros. Vacilou, desesperado por vê-la, por esclarecer coisas, por abraçá-la, se ela permitisse.


— Por acaso também sabe quanto tempo estará ali? — Perguntou com sarcasmo.


— O ensaio pode durar toda a noite — disse por puro rancor Lalau, o taxista.


— Nesse caso, me leve até ali.


O taxists assentiu e arrancou o carro.


— Não vejo por que tem tanta pressa em vê-la agora — disse, dirigindo um olhar assassino a Harry pelo espelho retrovisor. — Depois de tê-la seqüestrado e levado a Colorado, deixou-a só durante todo este tempo para que enfrentasse, sem ajuda, os jornalistas e a polícia. E quando saiu da cadeia tampouco veio vê-la. Esteve muito ocupado com suas mulheres elegantes e suas festas para pensar em uma garota doce como Gina, que em sua vida não fez mal a ninguém. Envergonhou-a diante de todo mundo, diante de todo este povoado! As pessoas que não são de Hogsmeade a odeia porque fez o correto lá no México, embora depois resultou que era o incorreto. Espero — disse com tom vingativo no momento em que detinha o carro em frente às portas da escola secundária — que o olhe com desprezo quando o vir! Se eu fosse o pai da Gina, assim que soubesse que você está no povoado, tomaria a escopeta e sairia para buscá-lo. E espero que o reverendo Weasley faça isso.


— Talvez se cumpram todos os seus desejos — disse Harry em voz baixa, tirando uma cédula de cem dólares do bolso e entregando a ele. — Volte para o aeroporto e procure meu piloto. Como ele não é nenhum desgraçado, suponho que outros vinte e cinco dólares bastarão para pagar a viagem.


Algo na voz de Harry fez Lalau vacilar e se virou para olhá-lo.


— Pensa fazer as pazes com Gina? Por isso veio?


— Vou tentar.


Toda a hostilidade do Lalau se desvaneceu.


— Seu piloto terá que esperar uns minutos. Não posso perder isto. Além disso, talvez você necessite um amigo no meio dessa multidão.


Harry não o ouviu porque já caminhava para o colégio. Ao entrar seguiu a direção do ruído que chegava do outro lado das portas duplas, no extremo do corredor.


n/a: morro de ri do Lalau, e se você tambèm não pode perder isso vai correndo pro próximo capítulo porque finalmente os dois vão se reencontrar...  

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