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67. Capítulo 66


Fic: Tudo por Amor


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— Bem-vindo, senhor Potter! — O gerente do hotel Beverly Hills se adiantou pressuroso ao ver que Harry se registrava, no dia de sua liberação. — O coloquei na nossa melhor suíte e todo o pessoal do hotel está ao seu dispor. Senhor Black — disse com amabilidade ao ver Sirius —, sua secretária me advertiu que só estará conosco esta noite. Por favor, peço que me avise se eu ou meu pessoal pudermos ser de utilidade.


Às costas deles, uma multidão se virava para olhá-los e Harry ouviu que sussurravam seu nome.


— Mande uma garrafa de champanhe para a minha suíte — ordenou ao obsequioso empregado de recepção. — Às oito, quero que nos mande comida para dois. Se eu receber alguma ligação, diga que não me registrei neste hotel.


— Sim, senhor Potter.


Com uma seca inclinação de cabeça, Harry se virou e esteve a ponto de se chocar com uma bonita loira e outra morena que lhe estendiam guardanapos e canetas.


— Senhor Potter — disse a loira, com um resplandecente sorriso —, daria-nos seu autógrafo?


Com um breve sorriso que não se refletiu em seus olhos, Harry assentiu, mas quando a morena lhe entregou o guardanapo para que assinasse, Harry viu um número de residência escrito em um canto e sentiu a inconfundível pressão de uma chave na mão. Assinou o guardanapo e a devolveu.


Pela extremidade do olho, Sirius viu a cena familiar que se repetia, idêntica a tantas outras do passado.


— Suponho — disse com secura enquanto seguiam o gerente para as cabanas que rodeavam o hotel — que esta noite comerei só.


Por toda resposta, Harry olhou a chave que tinha na mão, jogou-a em uns arbustos e logo consultou seu relógio.


— São quatro horas. Me dê duas horas para fazer algumas ligações, e logo seguiremos festejando juntos minha liberdade.


— Acho — disse Sirius, às sete, quando Harry por fim desligou logo depois de uma longa conversa com seus inquilinos, durante a qual conseguiu convencê-los de que aceitassem uma importante soma de dinheiro em troca de lhe entregar sua casa no Pacific Paridises — que é completamente inútil que peça que se interne uns dias em um hospital para que façam um exame físico completo em você, não? Minha mulher está completamente convencida de que isso é o que deveria fazer.


— Tem razão — respondeu Harry com secura enquanto se dirigia ao bar para preparar umas taças —, não tem nenhuma possibilidade de me convencer disso. — Sorriu ao ver as numerosas garrafas que continha no bar. — Champanhe ou algo mais forte? — Perguntou.


— Algo mais forte.


Harry assentiu, serviu uísque em dois copos, adicionou gelo e um jorro de água e entregou um a Sirius. Pela primeira vez desde o momento que saiu da cadeia, Harry sentiu que começava a relaxar-se. Estudou seu amigo em silêncio, entretendo-se em sua liberdade e na inexplicável gratidão que sentia por Sirius.


— Me diga algo — disse com tom solene.


— O que quer saber?


Harry tentou ocultar sua sensibilidade depois de uma brincadeira.


— Já que não há maneira de que possa pagá-lo por sua lealdade e sua amizade, o que posso dar como presente tardio de casamento?


Ambos se olharam, conscientes do significativo que possuía esse momento, mas eram homens que não se permitiam sentimentalismos. Sirius bebeu um gole de uísque e levantou uma sobrancelha em um gesto pensativo, como se estivesse emprestando toda sua atenção ao assunto.


— Tendo em conta a quantidade de trabalho que me causou, acredito que uma agradável ilha no Egeu seria um presente que estaria de acordo com sua gratidão.


— Já tem uma ilha no Egeu — recordou-lhe Harry.


— É verdade. Nesse caso deixe eu conversar com Marlene assim que cheguar em casa.


Harry notou que seu olhar se suavizava ao falar de sua mulher, como notou o sutil tom de prazer com que pronunciou a palavra casa. Como se Sirius tivesse lido seus pensamentos, olhou seu copo, bebeu outro gole de uísque e disse:


— Marlene está desejando te conhecer.


— Eu também desejo conhecê-la — respondeu Harry.


— Quando estiver instalado, o apresentarei para Marlene e Marissa, para que passemos uns dias juntos.


— O que acha dentro de seis semanas? Isso me dará tempo suficiente para colocar tudo em marcha e voltar para a normalidade. Em realidade, tenho vontade de dar uma festa. — Permaneceu um minuto pensativo. — No dia vinte e dois de maio, se a data for boa para você.


— Dentro de seis semanas? Como acha que conseguirá colocar tudo em dia em apenas seis semanas?


Harry assinalou com a cabeça a pilha de recados que tinha sobre uma mesa.


— Essas são "mensagens urgentes" que os telefonistas consideraram que devia ler, apesar de que informaram que não tinha me registrado neste hotel. Peço que os revise.


Sirius pegou as mensagens e leu. Entre elas estava os nomes dos diretores dos quatro estúdios cinematográficos mais importantes, os de vários produtores independentes, e havia dois do antigo representante de Harry. Sirius os colocou de lado com um sorriso divertido.


— Todos dizem o mesmo: "Bem-vindo a casa. Sabíamos que era inocente, e queremos fazer uma oferta que será impossível recusar".


— Que cretinos! Não é? — Disse Harry sem rancor. — É estranho, mas nunca me enviaram mensagens de amor como essas na cadeia. E agora ligam para todos os hotéis da cidade para me deixar mensagens, se por acaso estou em algum.


Sirius riu. Em seguida ficou sério e enfrentou o tema que o preocupava desde a libertação de Harry.


— O que pensa fazer com respeito à Gina Weasley? Se ela chegar a acusá-lo de...


O sorriso de Harry se esfumou e seus olhos se converteram em duas partes de gelo.


— Nunca volte me mencionar esse nome — disse. — Jamais.


Sirius franziu o cenho ante o tom de seu amigo, mas deixou passar. Essa noite, já em sua própria suíte, ligou para Marlene para avisar que voltaria na manhã seguinte, e para colocá-la a par das atividades de Harry.


— Já recebeu uma pilha de oferecimentos de filmes por parte de todos os estúdios de Hollywood. E quer dar uma festa dentro de seis semanas, em vinte e dois de maio, se nós pudermos ir.


Em Chicago, Marlene retorceu o cordão do telefone e mencionou alguém que Sirius desprezava.


— E o que me diz de Gina Weasley?


— Ela não está convidada — respondeu Sirius com tom sarcástico. Mas em seguida suavizou a voz. — Se acha que eu me mostro irracional com respeito a ela, nem sequer imagina como reage Harry ante a simples menção de seu nome.


— E alguém parou para pensar no que deve estar sentindo ela agora, ao saber que ele é inocente desses crimes? — Perguntou Marlene com teimosia.


— Sem dúvida se sentirá desiludida ao comprovar que sua imagem pública de heroína foi à merda.


— Apesar do que você acha, Sirius, ela o amava. Eu sei. Notava-se a léguas.


— Já falamos nesse assunto, querida, e de todos os modos, nem sequer vale a pena. Harry a odeia e não é um sentimento passageiro. Estarei aí pela manhã. Como está Marissa?


— Sente saudades.


A voz de Sirius adquiriu um tom de enorme ternura.


— E como está a mamãe da Marissa?


Marlene sorriu.


— Ela sente mais saudades ainda.

n/a: Harry não quer nem ouvir falar na Gina, até quando isso vai durar??

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