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3. Bem-vindas a Hogwarts.


Fic: Heiresses Of Slytherin


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Plataforma nove três quartos, fica depois daquela parede – Senhora Franchesca Duerre de La Capelette falava às filhas que puxavam suas malas.
              - Pegar o trem para escola bruxa em uma plataforma trouxa. Que coisa mais sem sentido – Angel, como sempre reclamava - E porque está todo mundo nos encarando? Qual o problema dessa gente? – sussurrava para Louise, tentando fazer a mãe não escutar. Atravessando a grande e grossa pilastra e deram de cara com uma grande locomotiva vermelha. E muitos bruxos e bruxas puxando seus carrinhos, muitas corujas em gaiolas.
             -Nós não temos uma coruja – bufou Louise.
             - Sim, nós temos algo melhor: uma cobra – Angel fez uma cara de entediada.
             - Áh, devia ter comprado uma coruja no beco diagonal quando fomos às compras – Louise resmungava.
            -Você já tem a Puffy, não enche – Angel se referia a porquinha da índia da irmã.
            Logo embarcaram no trem, que por sinal estava lotado. Os alunos mais velhos as olhavam curiosas, sem saber o porquê de alunas novas. Logo acharam uma cabine vazia e se sentaram para esperar chegar à escola, o caminho foi longo e chegaram só quando o céu já estava escuro. Podia-se avistar o grande castelo que visitaram ao final do ano passado, para falar com o diretor. Tinham sido destinadas a casa de Sonserina. Foram caminhando ao meio de todos aqueles alunos, sem saber ao certo a aonde ir.
             - Louise e Angel Duerre? – Ouviram uma voz masculina chamar pelos seus nomes, as garotas se viraram para trás e depararam com um menino pálido de olhos verdes quase castanhos e cabelo negro, alto e magro; com vestes da Sonserina – Dumbledore me mandou buscar vocês para mostrar o caminho, por favor, senhoritas me sigam-me por aqui – indicou o caminho com o braço e elas foram andando.
            - E as nossas malas? – Perguntou Angel para o garoto.
            - Os criados de Hogwarts as levaram para os seus dormitórios, ficam tranquilas – Falou seriamente, o menino tinha uma vez gelada.
            - Mas e quanto a Satine? – Angel parecia preocupada.
            - Quem é Satine? – O garoto parecia não se ligar muito, mas perguntou por educação.
            - Minha cobra – respondeu Angel.
            - Interessante – falou rapidamente.
            - Desculpe, mas qual é seu nome mesmo? – Perguntou Louise.
            - Desculpe-me, esqueci-me de me apresentar. Chamo-me Tom, Tom Riddle - sorriu olhando para as garotas finalmente - Qual de vocês é Louise, e qual é Angel? - perguntou continuando a andar.
              - Eu sou a Louise - a ruiva levantou a mão.
              - E eu Angel - a morena lhe sorriu.
              Seguiram o resto do caminho em silencio, até chegarem à carruagem.
             - Damas primeiro - Tom abriu a porta.
             - Obrigada - Louise subiu primeira.
             Logo a carruagem que aparentemente não era puxada por "nada" seguiu a caminho da escola de magia.
             O caminho foi rápido e foi feito em silêncio. Chegando perto conseguiam ver os grandes jardins de Hogwarts, muitos alunos entravam no castelo e se dirigiam para o salão principal, os primeiros anistas vinham de barco no lago negro. Era realmente uma linda vista do castelo todo iluminado, e as iluminarias vindo dos botes dos alunos e o reflexo no lago negro.
              Tom guiou-as até o salão principal, e virou-se até elas.
              - Nos separamos aqui, tenho que ajudar com os primeiros anistas, boa sorte - E se afastou das duas, elas se dirigiram até a mesa da casa delas, sentaram-se do lado de uma menina com uma cara feia que mais parecia um cachorro.
              - Não estou nem há uma hora aqui e já quero sair - Angel falou com desgosto. Louise revirou os olhos e prestou atenção a Dumbledore que se levantará agora para falar alguma coisa.
              - Sejam bem-vindos a mais um ano Letivo da escola de Magia e Bruxaria Hogwarts, sei que depois de uma grande viagem vocês devem estar famintos, então serei breve. Este ano, além dos alunos do primeiro ano, teremos duas novas alunas que vieram transferidas da escola de magia Beuxbatons, por motivos privados e pessoais. Tenham um bom ano letivo. E para terminar: pateta, boboca, cabeça de alga.
                E o grande banquete foi servido, as garotas comeram pouco de muita coisa, logo os alunos começaram a se retirar para seus dormitórios, as garotas não faziam ideia de para onde ficavam; se levantaram e foram sair do salão principal. Assim que saíram encontraram Tom, guiando alguns novos estudantes.
                - Olá senhoritas – disse ele quando as avistou.
                - Oi Tom – Angel foi a primeira a falar – Acho que precisamos da sua ajuda de novo.
                - Poderia nos dizer aonde são os dormitórios? – Louise terminou a frase da irmã.
                - Por sorte eu estou me dirigindo para lá neste momento, queiram me acompanhar - E seguiram castelo a fora – Cada casa tem um salão comunal, é assim que chamamos e não dormitórios. E temos uma senha, que mudamos todo ano; a deste ano será: Dragões desbravadores. A entrada para nosso salão comunal fica escondida atrás de uma parede de pedras nas masmorras – falou o garoto.
                 - Interessante, será que Satine já está no quarto? – Perguntou Angel. Tom hesitou por um instante antes, mas fez a pergunta que tanto o intrigava.
                - Você disse que tem uma cobra... O porquê disto? – perguntou tentando não parecer interessado.
              - Não sabemos desde pequenas nós gostamos de cobras – Louise falou distraída, querendo, mas não podendo contar o segredo que dividia com a irmã.
              - Alguma razão especifica? – Tom buscava por alguma resposta concreta, nunca na vida tinha conhecido outros bruxos que se encantavam por cobras.
              - Ofidioglotia – Angel falou revirando os olhos, achando que Tom seria só mais um bruxo ignorante que não saberia sobre o que isto se tratava.
              - Ofidioglotia? Vocês são ofidioglotas? – Tom parou de andar de repente, não imaginava que existiam nos dias atuais herdeiros de Salazar Slytherin; até então ele era o único vivo.
              - Você sabe do que se trata? – Louise e Angel também tinham parado de andar. Ambas igualmente surpresas por Tom saber sobre o que estavam falando.
              - Eu sou ofidioglota. – Falou usando um tom superior, que as garotas não tinham ouvido em sua voz ainda.
               - Mas que legal – Angel caçoou de Tom.
               - Venham cá – Tom as puxou para um canto do corredor escuro a onde estavam. Ambas sem entender direito a reação do garoto – Vocês ao menos sabem sobre o que se trata e de onde se origina a ofidioglotia? – o garoto estava serio.
               - Sim, se originou com Salazar Slytherin. O criador da casa de Sonserina e apenas quem é descendente de seu sangue tem o dom da ofidioglotia – Louise respondeu rapidamente – Não somos estupidas – revirou os olhos, algo que era uma mania.
                 - Como sabem disto? – Tom parecia um pouco mais interessado do que devia.
                 - Repetindo: não somos estupidas. Está no sangue puro que possuímos como poderíamos ter um dom deste e não querer se aprofundar, a saber, sobre? – Agora quem falava era Angel.
                   - Entendo bom é melhor irmos agora – Tom voltou a andar, agora mais depressa do que devia. Não deveria ter se deixado mostrar interessado por algo tão inútil. Não importava se tinham o mesmo sangue puro de Slytherin assim como o seu. Não passavam de meras bruxas sem importância e que não teriam função nenhuma para seu poder. Chegaram à porta e ele disse a senha, rápido e sem delongas, ao menos se importou em dizer boa noite às garotas. Precisava de um tempo para pensar mais sobre o que faria agora que tinha deixado escapar que era ofidioglota. Já as garotas pararam um pouco depois da entrada, para apreciar o lindo salão comunal da Sonserina; era uma sala ampla com janelas que tinham vista para o Lago Negro, aonde era comum ver a Lula-Gigante ou outras criaturas que viviam lá. As paredes eram de pedras e havia lâmpadas verdes circulares pendendo ao teto, tudo isso fazia com que a sala tivesse uma aparência de um navio naufragado e o barulho da água batendo contra as janelas era algo extremamente confortante. No momento a sala estava repleta de alunos que conversavam sem nem perceber a chegada das garotas, que depois de uma breve olhada pelo local, subiram para os dormitórios femininos. Ambas sem falar nada, pois mesmo sem admitir Tom havia as deixou intrigadas. Assim que entraram no local, avistaram suas malas em cima de suas respectivas camas. O dormitório era aconchegante, os alunos dormiam em antigas camas de quatro colunas, com cortinas de seda verde e colchas bordadas com fios prateados. Havia também tapeçarias ilustrando as aventuras de Sonserinos famosos nas paredes e lanternas de prata no teto.  
               -Estou começando a gostar – Sussurou Angy adentrando mais no salão comunal. Logo a mesma avistou sua cobra Satine, presa em um tipo de “aquário”, pois não podia ficar solta por ai, por causa das outras alunas. – Oi Satine, tudo bem? – Angel deu uma olhada no dormitório antes de falar com sua cobra.
              – Diga-me que eu não fui a única que achou a atitude do Riddle estranha? – Louise falou enquanto colocava suas vestes de dormir.
             - O garoto é estranho – Angel riu – Bonito, mas estranho – e as duas sorriram concordando.
             - Tenho até pena, um garoto bonito como aquele no meio dessas alunas loucas – sorriu para irmã e finalmente se deitou, intrigada sobre o garoto bonito ainda. Ambas sem entender o porquê da atitude estranha, elas também escondiam o fato de falar com as cobras, mas ele parecia aterrorizado por terem descoberto. Virou e tentou pegar no sono, o que foi bem rápido até. Esperava que o próximo dia em Hogwarts fosse bom; Já Angel demorou a cair na inconsciência, com Satine enrolada em suas pernas, não sabia o que esperar de uma nova escola de magia, a outra já não era ruim o suficiente? Teria que aguentar mais bruxas e bruxos agindo como trouxas que não mereciam o privilegiam de usar magia. Até que pegou no sono.

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