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2. Capítulo I


Fic: DRAMIONE - E fogo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A¹: Gente, está aqui o segundo capítulo. Ele é bem curtinho, uma página mais ou menos, e vou tentar manter todos os capítulos com o mesmo tamanho (espero que eu consiga). Eu não planejava postar agora, mas como resolvi fazer capítulos curtos, já vou postar. Espero que gostem. E obrigada por quem já está acompanhando!


Boa leitura! ^-^




"Eles eram leão e serpente, cinza e castanho, vermelho e verde, trevas e luz. E fogo."




Capítulo I


Hermione já estava voltando para a torre da Grifinória depois de mais uma ronda. Ela gostava do cargo de monitora, no entanto, odiava ter que sair andando pelo castelo atrás de delinquentes. Como de costume, passou pelo corredor que tanto haviam visitado no ano anterior com a Armada Dumbledore, e, como também de costume, sentiu uma nostalgia de tudo o que havia passado. A guerra eminente estava deixando todos em estado de alerta.


Estava tão absorta em pensamentos melancólicos que só se deu conta de que havia uma porta naquela parede quando bateu em alguém que acabara de sair. Meio atordoada, olhou para figura na sua frente, tão desanimado quanto ela.


- Estava fazendo o que na Sala Precisa, Malfoy? - disse com a varinha em punho, não se surpreendendo por ser ele ali.


- Nada que seja da sua conta, sangue ruim - arrogante como sempre, falou e começou a caminhar na direção de onde ela viera.


- Se você não me disser o que estava fazendo, Malfoy, pode ter certeza que eu vou agora mesmo avisar a McGonagall que você fica andando por aí durante a noite.


- Primeiro, Granger – virou-se para encará-la -, você não pode dizer que eu fico andando por aí, uma vez que você só me viu uma vez; segundo, se eu não posso ficar andando por aí, você também não.


Hermione riu, fria e calculadamente.


- Você realmente se acha dono do mundo, não é mesmo, seu comensalzinho de merda? Realmente, não posso, sem saber, falar que você faz sempre isso. Mas eu apostaria qualquer coisa como essa não é a primeira vez que você vem aqui. - Draco arqueou uma sobrancelha e deu um passo ameaçador na direção dela, que o ignorou. - E eu posso, sim, ficar andando por aí, porque se você abandonou seu cargo de monitor, eu não, e tenho rondas para fazer. Portanto, se você não me disser o que estava fazendo, além de contar à McGonagall, vou lhe dar uma detenção!


Draco foi para mais perto dela, parando a centímetros da garota, que não deixou de fitá-lo por nem um segundo.


- Granger, se você pensa que eu vou deixar você falar alguma coisa para aquela velha gagá, você não aprendeu nada sobre mim nesses seis anos.


Hermione o fuzilou com olhar e deu às costas para o loiro, falando em seguida:


- Você não pode fazer nada para me impedir, Malfoy. Sinta-se avisado, amanhã você saberá qual é a su-


Mas a grifinória não terminou de falar, Draco a puxou pelo braço e a encostou na parede, prendendo-a com o próprio corpo. Hermione engoliu em seco, Malfoy estava impossivelmente perto dela.


- Eu posso, sim, te impedir, Granger. - Os olhos de Hermione se fecharam e era como se ela estivesse esperando um tapa, ou alguma maldição, mas o que a atingiu era algo nem remotamente parecido.


Macio, quente, urgente e possessivo. Os lábios do sonserino exigiam resposta, mas Hermione só conseguiu levantar as mão na altura do rosto dele e dar-lhe um tapa na face pálida.




Agora estava ardendo, e, o que quer que fosse que havia atingido meu rosto, me despertou. Os parvos do Macnair e do Greyback estão com os melhores sorrisos irônicos no rosto; apostaria minha vida como fora esse lobisomem fétido que me bateu, se eu ainda tivesse algum poder sobre ela.


Não que qualquer coisa faça diferença quando você está prestes a ser queimado em uma fogueira, mas eu ainda ficaria satisfeito se alguma deidade conseguisse me explicar por qual porra de motivo eu estou aqui. Não a merda de justificativa que a minha tia já esfregou na minha cara diversas vezes. Agora, como um último desejo, eu ficaria extremamente grato se descobrisse por que, deus – quem quer que você seja -, eu fui beijar aquela sangue ruim nojenta.


É de se imaginar que no derradeiro momento da vida, as pessoas apelem para entidades inexistentes. O que chega a ser ridículo, porque você passou a vida toda dizendo que nenhum deus existe e apela justamente para isso na hora da morte. E eu estou sendo ridículo como todas essas pessoas. Mas não é a salvação que me interessa, mesmo porque, nela, eu realmente não acredito. Pelo menos não para alguém como eu. O que eu quero é saber se tudo isso está acontecendo por alguma razão plausível.


Os sentidos querem fugir de mim novamente. Ainda assim consigo ver mais um Comensal entrar, parece que ele está arrastando alguma coisa atrás dele. Alguma coisa não, alguém. E, embora sem nenhum barulho, a pessoa se debate. Tento forçar meus olhos a se abrirem e fazer minhas pupilas se dilatarem mais do que já tenho certeza que estão dilatadas a fim de divisar melhor a figura que se arrasta atrás daquele filho da puta. De nada adianta, mas a o som estridente das risadas de Macnair e Greyback, acompanhadas pelas do novo ocupante do recinto, fazem-me ter uma mínima ideia de quem possa estar ali. Tento me lembrar da última vez em que a vi, estava segura, tenho certeza disso. Eu mesmo garanti que ela conseguisse escapar, mas agora já não consigo ter mais tanta certeza. Antes de conseguir ver mais qualquer coisa ao redor, minha cabeça tombou sem sentidos novamente.




N/A²: Revisei várias vezes, mas com certeza ficou algum errinho pra trás, então, desculpassss! O que acharam (quero MUITO saber a opinião de vocês)? Comentários?
Bjss! Até o prox cap! *-*

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