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56. Capítulo 55


Fic: Tudo por Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— Gina, está bem, querida? — Enquanto falava, Padma Patil batia com os nódulos dos dedos o para-brisa do carro. — Faz quase meia hora que está aí sentada na escuridão e com o motor ligado.


Gina olhou o rosto gordinho de expressão preocupada e tirou a chave do contato, apagou o motor do carro e desceu pressurosa.


— Estou perfeitamente bem, senhorita Padma... Estava pensando em algo... Em um problema que tenho no colégio, e esqueci onde estava.


Tremendo na noite gélida, Padma se protegeu melhor em seu abrigo.


— Aí sentada pegará um resfriado.


Mortificada por ter perdido por completo a noção de tempo e lugar, Gina tomou sua pasta do assento traseiro e fez um esforço para sorrir a sua vizinha. Impulsivamente se inclinou e beijou a bochecha enrugada da senhora.


— Boa noite — disse. Adeus, pensou. Já tinham passado seis das oito noites que Harry pediu que esperasse.


Uma vez que chegou no alpendre de sua casa, procurou as chaves da porta na carteira, abriu, entrou e fechou a porta. Quando estirava a mão para acender a luz, ouviu uma voz de homem.


— Não gosto muito de luz. — Gina sentiu surgir um alarido de espanto em sua garganta, mas conteve quando o homem voltou a falar. — Está tudo bem, sou amigo do Harry.


— E por que deveria acreditar? — Perguntou Gina, cuja voz tremia tanto como suas mãos.


— Porque — respondeu Neville Longbotton com um sorriso na voz — vim dar uma olhada e constatar se o caminho está livre se por acaso de repente você decidisse fazer uma viagenzinha.


— Mas que droga! Deu-me um susto tremendo! — Explodiu Gina, entre zangada e divertida, desmoronando-se contra a porta.


— Sinto muito.


— Como conseguiu entrar? — Perguntou ela, sentindo-se um pouco ridícula ao falar com um desconhecido em plena escuridão.


— Entrei por trás, depois de dar uma olhada pelos arredores. Tem companhia, senhora.


— Companhia? — Gina estava tão desorientada que supôs que havia alguém mais na residência e começou a olhar a seu redor.


— Está sendo vigiada. Uma camionete azul estacionada do outro lado da rua observa sua casa, e uma pickup negra a segue por todas partes. Tem que ser o FBI... Eles usam carros que não vale a pena roubar, mas são mais hábeis para vigiar que a polícia local. Os carros — adicionou com orgulho — são minha especialidade.


— Você... Vende carros? — Perguntou Gina, ignorando no momento o problema do FBI ante a alegria de poder estar conversando com alguém que dizia ser amigo de Harry.


— Algo pelo estilo — respondeu o desconhecido com uma risadinha. — Mas quando vendia era sem papéis, não sei se entende o que quero dizer.


— Você... Roubava carros? — Perguntou Gina, inquieta.


— Sim, mas isso era antes — respondeu o desconhecido, lançando outra risadinha. — Agora me reformei.


— Me alegro! — Exclamou ela com sinceridade.


Não era tão tranquilizante que o amigo de Harry fosse ladrão de carros. De repente Gina compreendeu que talvez seu visitante invisível fosse capaz de fazer desaparecer o resto de seus temores.


— Harry não está em Los Angeles, verdade? Não está ameaçando as pessoas, não é?


— Não sei onde está nem o que está fazendo, e lhe asseguro que essa é a verdade.


— Mas deve saber! Quer dizer... Obviamente falou com ele...


— Não... Eu não. Harry daria um ataque se soubesse que vim em pessoa e que me envolvi nisto. Supunha-se que este assunto seria dirigido por gente de fora, mas compreendi que seria minha única oportunidade de conhecer sua Gina. Você deve amá-lo muitíssimo.


O desconhecido permaneceu em silêncio e Gina falou em voz baixa.


— Sim, amo muito. Suponho que também você o ama, para ter corrido um risco tão grande vindo para cá.


— Diabos! Não é nenhum risco — respondeu o desconhecido com tom brincalhão. — Não estou fazendo nada ilegal. A única coisa que fiz foi parar para visitar uma amiga de um amigo meu, e não há nenhuma lei que me impeça, como tampouco há uma lei que me impeça de entrar pela porta de trás e esperá-la na escuridão. Na realidade, enquanto fazia isso até consertei a fechadura da porta traseira. Essa coisa não teria impedido que um pivete entrasse nesta casa. Isso significa que sou ou não um cidadão respeitoso da lei? — Brincou.


Havia dito que foi até ali para assegurar-se de que Gina estivesse em condições de fazer a viagem, e justamente quando ela estava para perguntar o que significava isso, ele se encarregou de dar a explicação com o mesmo tom jovial e despreocupado.


— De todos os modos, o motivo que me trouxe até aqui é que Harry queria que você tivesse um carro novo... Se por acaso dentro de um par de dias decidisse fazer uma longa viagem... Então eu me ofereci para entregá-lo. E aqui estou.


Gina supôs imediatamente que teria que usar esse carro, no lugar do seu, para despistar seus perseguidores quando se afastasse de Hogsmeade, dois dias depois.


— Diga que não é um carro roubado — pediu em um tom que fez com que o desconhecido desse uma gargalhada.


— Não, não é roubado. Como já disse, saí do negócio. Harry o pagou e eu decidi entregar seu presente, isso é tudo. Não há nenhuma lei que impeça que um prisioneiro fugitivo compre um carro para uma senhora com seu próprio dinheiro bem conseguido. Agora, a forma com que ela irá usar esse carro não é meu assunto.


— Esta noite não vi nenhum carro em frente a minha casa.


— É obvio que não! — Exclamou ele com tom de horror exagerado. — Não achei que fosse prudente quebrar algum regulamento municipal enchendo de carros estacionados uma rua tão linda como a sua. De maneira que o entreguei em uma pista de estacionamento atrás de um lugar da cidade chamado Keldon's Dry Goods.


— Por quê? — Perguntou Gina, sentindo-se uma tola.


— Essa é uma pergunta interessante. Não sei por que tive um impulso tão louco como esse — brincou, e de repente Gina lembrou do caráter incorrigível de seus alunos de oito anos. — Suponho que imaginei que se alguma manhã você estacionasse seu próprio carro em frente a essa loja, talvez tivesse vontade de entrar, de olhar a seu redor, e depois sair pela porta traseira e dar uma volta para provar uma carro novo. É obvio que talvez isso deixe os homens que a seguem com raiva. Quer dizer, seria difícil imaginar para que lado foi, que carro dirige e que roupa está usando... No caso de que, uma vez dentro da loja você tivesse uma repentina vontade de colocar um suéter diferente ou algo que por acaso levasse em sua pasta. Sabe a que me refiro?


Gina assentiu na escuridão, tremendo ante o tom de clandestinidade de tudo o que o desconhecido acabava de dizer.


— Sei a que se refere — respondeu com uma risadinha nervosa.


A cadeira rangeu quando ele ficou de pé.


— Foi muito agradável poder conversar com você — disse, enquanto sua mão roçava o braço de Gina. — Adeus, Gina do Harry. Espero que saiba o que está fazendo.


Gina também esperava.


— Não acenda as luzes de trás da casa até que eu tenha ido.


Gina escutou os passos lentos do desconhecido e teve a sensação de que caminhava com uma leve mancada.


n/a: então o que será que Gina vai fazer??? 

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Comentários: 2

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Enviado por Edwiges Potter em 25/01/2013

Eu já disse que tô toda confusa!!! Mas mesmo assim tambem nao acredito nas coisas que vem acontecendo!!! Não vejo a hora do reencontro desses dois!!!

Nota: 5

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Enviado por ANGELA VANESSA DE LIMA em 24/01/2013

O cerco ta se fechando, eu não acredito em nada que vem acontecendo, dizendo que foi o Harry.
Acho que a Gina, vai se dar muito bem e vai conseguir despitar todos e se encontrar com o Harry.
Por favor posta mais... 

Nota: 5

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