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54. Capítulo 53


Fic: Tudo por Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Pedro Pettigrew levantou a vista do roteiro que estava marcando, quando sua irmã entrou na sala de sua casa de Los Angeles, onde ela passava o fim de semana.


— O que acontece? — Perguntou ele.


— Acabo de receber a ligação de um louco — explicou ela. — Pelo menos espero que tenha sido um louco.


— Los Angeles está cheia de gente estranha que faz ligações obscenas — tranquilizou-a Pedro. — No sul da Califórnia, esse é um meio habitual de comunicação — adicionou em brincadeira. — Não soube que aqui todo mundo se sente alienado? Justamente por isso a cidade está cheia de psicanalistas.


— Não foi uma ligação obscena, Pedro.


— Então o que foi?


— Quem ligou disse que era Harry Potter — respondeu ela duvidando, enquanto franzia a testa e balançava a cabeça.


— Harry? — Repetiu Pedro, dando uma gargalhada. — É ridículo! Que mais disse?


— Disse... Que o avisasse que vai matá-lo. Disse que você sabe quem assassinou Cho e que te matará por não ter testemunhado.


— Isso é uma loucura!


— Não parecia louco, Pedro. Falava muito a sério. — Estremeceu-se. — Acredito que deveria chamar à polícia.


Pedro vacilou, logo balançou a cabeça.


— Não, deve ter sido um louco.


— E como acha que esse louco conseguiu seu número de telefone, se não está na lista?


— É evidente que sou amigo de algum louco — tentou brincar ele.


A irmã pegou o telefone que estava sobre uma mesa, junto ao sofá, e lhe estendeu o fone.


— Ligue para a polícia. Se não fizer isso por sua própria segurança, faça porque é seu dever.


— Está bem — concedeu Pedro com um suspiro —, mas vão rir de mim.


 


***


 


Em sua casa, em Beverly Hills, Bellatrix Lestrange se separou do abraço de seu amante para atender o telefone.


— Bellatrix! — Queixou-se ele. — Por que não deixa que a empregada atenda?


— É minha linha privada — explicou ela ao homem cujo rosto era tão familiar quanto o seu para os espectadores de cinema. — É possível que me queiram avisar de alguma mudança no horário de filmagem de amanhã. Alô? — Disse.


— É Harry, Bee Bee — disse uma voz profunda. — Você sabe quem matou Cho. Permitiu que me prendessem por esse crime. Agora pode se considerar morta.


— Espera, Harry...! — Exclamou ela, mas a linha tinha emudecido.


— Quem era?


Bellatrix se ergueu, piscando como uma cega, com o corpo tenso pela impressão.


— Era Harry Potter...


— O que? Tem certeza?


— Me... Chamou de Bee Bee. Harry é a única pessoa no mundo que me chama assim.


Levantou-se como impulsionada por uma catapulta, foi a seu dormitório, onde pegou outro telefone e discou um número.


— Cedrico? — Disse com voz trêmula. — Acabo de receber uma chamada... De Harry Potter.


— Eu também. Deve ser algum louco. Não era Harry.


— Mas me chamou de Bee Bee! Só Harry me chamava assim. Diz que eu sei quem matou Cho e que permiti que o prendessem. E que agora vai me matar.


— Tranquilize-se! São mentiras! É algum louco, ou talvez até um jornalista ansioso para desenterrar uma história antiga.


— Eu vou chamar a polícia.


— Vai fazer o papel de tola, se isso for o que quer, mas me deixe fora do assunto. Essa pessoa não era Harry.


— Digo que sim, era!


 


***


 


Emily Snape se afundou na cadeira que havia perto da piscina de natação da elegante casa de seu marido, o doutor Kinsley Shacklebolt. A vida tinha sido uma longa lua de mel desde que se casaram, seis meses atrás. Nesse momento Emily observava seu marido nadar e admirava suas braçadas elegantes. Kinsley interrompeu sua atividade e se apoiou sobre a beira, a seu lado.


— Quem ligou por telefone? — Perguntou, tirando o cabelo dos olhos com essas mãos de compridos dedos, seu principal instrumento para as delicadas operações de neurocirurgia que realizava no Centro Médico de Cedars-Sinai. — Por favor, me diga que não era um de meus pacientes — suplicou, estudando a expressão abatida de sua mulher.


— Não era nenhum de seus pacientes.


— Me alegro — disse ele, puxando uma perna dela. — Já que nenhum de meus pacientes cometeu a descortesia de interromper nossa noite de sábado, pule na piscina e me mostre que ainda me ama.


— Kin — disse ela com voz tensa —, quem ligou foi meu pai.


— O que aconteceu com ele? — Perguntou Kin, saindo da água.


— Disse que acaba de receber uma ligação de Harry Potter.


— Potter? — Repetiu Kin com tom de desprezo enquanto se secava com uma toalha. — Se esse cara odioso anda dando voltas por Los Angeles, não só é um assassino mas também um louco. A polícia o capturará a qualquer momento. O que queria?


— A mim. Harry disse a meu pai — explicou com voz trêmula —, que acredita que eu sei quem foi o verdadeiro assassino de Cho. Diz que quer que eu diga aos jornais quem foi, para que ele não tenha que matar a todos os que estavam ali naquele dia. — Balançou a cabeça para esclarecer suas ideias e quando voltou a falar, o temor tinha desaparecido de sua voz. — Tem que ser algum louco. Harry jamais me ameaçaria, e muito menos tentaria me fazer mal. Apesar do que pense dele, Harry não era nenhum homem odioso. Além de você, foi o melhor homem que conheci.


— Se isso for o que acha, faz parte de uma minoria.


— É o que sei. Apesar de tudo o que ouviu e viu durante o julgamento, Cho Chang era uma rameira viciada e maldita que merecia morrer. A única pena é que Harry tenha tido que ir para cadeia por causa disso. — Deu uma gargalhada sombria. — Ninguém acreditava que Cho era uma boa atriz, mas a verdade é que era uma atriz brilhante... Era tão boa que quase ninguém adivinhou o que em realidade ocultava atrás desse sorriso. Parecia uma mulher elegante, bastante reservada e agradável. Mas não era nada disso. Nada!


— O que quer dizer? Que era uma puta?


— Sim, também era uma puta, mas não me referia a isso — disse Emily, dobrando uma toalha molhada que Kin tinha deixado perto da sombrinha. — Me refiro a que era como os gatos que percorrem os becos, olhando o interior dos tachos de lixo de outras pessoas, de pessoas confiadas que nem sequer suspeita.


— Uma definição muito colorida — zombou seu marido —, mas não muito clara.


Emily se recostou na cadeira e tentou ser mais clara.


— Se Cho soubesse que alguém queria algo: um papel em um filme, um homem, uma cadeira determinada no set, fazia o impossível para impedir que conseguisse, mesmo que ela não quisesse. Por exemplo, a pobre Bellatrix Lestrange estava apaixonada por Harry, realmente apaixonada por ele, mas escondeu tudo e jamais tentou se insinuar. Eu era a única que sabia e descobri por acidente.


Ao ver que Emily ficava em silêncio, olhando fixo as luzes da piscina, Kin disse:


— Nunca quis falar sobre Potter nem sobre o julgamento, mas já que agora está fazendo, devo confessar que tenho uma grande curiosidade de conhecer todos os detalhes que os jornais nunca publicaram. Por exemplo: nunca se soube que Bellatrix Lestrange estava apaixonada por Harry.


Emily assentiu, ante o pedido de maiores detalhes de seu marido.


— Eu decidi que nunca falaria sobre o assunto, porque não podia confiar em ninguém, nem sequer nos homens com quem saía. Qualquer um deles tivesse sido capaz de falar com algum jornalista que teria distorcido minha versão com tal de voltar a revolver o vespeiro. — Sorriu para seu marido e enrugou o narizinho. — Entretanto acho que agora posso fazer uma exceção, considerando que prometeu me honrar e me amar.


— Suponho que pode — respondeu ele com um sorriso.


— Não sabia nada sobre Bellatrix até alguns meses depois do julgamento, quando Harry já estava na cadeia. Eu tinha escrito uma carta para ele na prisão, mas chegou de volta com a frase "Devolver ao Remetente" escrita no envelope com a letra de Harry. Alguns dias depois Bellatrix foi me ver. O estranho era que queria que eu mandasse para Harry uma carta que ela tinha escrito, mas em um envelope dirigido com minha letra. Harry havia devolvido a ela sua carta, assim como devolveu a minha. Eu sabia que também havia devolvido cartas de Harrison Ford e de Pat Swayze, e eu disse a ela. E então Bellatrix começou a chorar como uma Madalena.


— Por quê?


— Porque acabava de voltar do Texas, onde tentou surpreender Harry fazendo uma visita a ele. Quando ele a viu, deu-lhe as costas e, sem lhe dirigir uma única palavra, disse aos guardas que a tirassem dali. Eu disse a ela que tinha certeza de que fazia isso porque estava envergonhado e não queria que seus antigos amigos o vissem, e então ela começou a chorar. Disse que a cadeia onde estava Harry era um gigantesco pesadelo, que era um lugar esquálido e sujo, e que obrigavam Harry a usar o uniforme dos detentos.


— E o que esperava? Que lhe dessem uma roupa de alguma alfaiataria famosa?


Emily lançou uma pequena gargalhada triste.


— O que tanto doeu em Bellatrix foi vê-lo vestido de presidiário — explicou. — De todos os modos, começou a chorar e me disse que estava apaixonada por ele, e que por isso modificou seus planos de trabalho e aceitou um papel secundário em Destino... Para estar perto dele. De algum jeito, Cho adivinhou os sentimentos de Bellatrix, porque um dia ela fez brincadeiras sobre o entusiasmo que Bellatrix sentia por Harry, e quando Bellatrix não negou, Cho começou a esmerar-se em tocar Harry cada vez que Bellatrix estava presente. Não esqueça que Cho vivia uma aventura com Cedrico Diggory e poucos dias depois pensava iniciar um processo de divórcio. Logo, na semana seguinte, a semana da morte de Cho, várias pessoas a ouviram advertir Harry que não devia incluir Bellatrix no elenco de seu próximo filme.


— Sim, mas como ele nunca dirigiu outro filme, Bellatrix não perdeu nada.


— Esse não é o problema — disse Emily. — O problema é que Cho era uma verdadeira bruxa. Não podia tolerar que alguém fosse feliz. Se conseguia imaginar o que alguém queria, o que faria alguém feliz, por pequeno que fosse, encontrava a maneira de impedir que essa pessoa o tivesse, ou ela tirava isso dela.


Kin a estudou um momento em silêncio; por fim perguntou em voz baixa:


— E de você? O que ela tirou de você, Emily?


Antes de responder, Emily o olhou nos olhos.


— Tirou Cedrico Diggory.


— Está brincando!


— Quem dera fosse uma brincadeira! — Disse ela com tom sombrio. — A cegueira e a estupidez da juventude não têm nome. Eu estava louca por ele.


— Mas é um drogado e um alcoólico! Sua carreira já estava cambaleando...


Kin ignorou a última frase de sua mulher.


— Pedro Pettigrew — repetiu com tom de desgosto —, o homem que dirigiu seu último filme, estava apaixonado por Cedrico Diggory? — Ao ver que Emily assentia, balançou a cabeça. — Esse negócio no qual você esteve envolvida desde que era uma criança me faz pensar em um ninho de víboras.


— Às vezes é — disse Emily, lançando uma gargalhada —, mas geralmente não é assim. Só é um negócio... uma quantidade de gente trabalhadora que vive e trabalha em conjunto durante quatro ou cinco meses, depois cada qual segue seu caminho e às vezes alguns voltam a se encontrar em outro filme.


— Sim, não pode ser tão ruim porque você viveu anos nesse ambiente e é mais direita e mais doce que nenhuma outra mulher que eu tenha conhecido. — Ficou com expressão pensativa. — O que me surpreende é que tudo isso de você, Cedrico, Bellatrix e Cho não se descobriu no julgamento.


Emily se encolheu de ombros.


— Não se pode dizer que a polícia se esforçou muito em procurar outros suspeitos ou outros motivos. Já sabe. Sabiam que Harry colocou nesse revólver as balas que mataram Cho. Sabíamos todos. Além do fato de que na noite anterior tinha ameaçado matá-la e que tinha motivos de sobras, tanto emocionais quanto econômicos, era também o único que tinha suficiente coragem para matá-la.


— Talvez tenha tido coragem, mas além disso deve ser arrogante como o demônio para acreditar que poderia sair ileso.


— Sim, Harry era decididamente arrogante — conveio Emily, mas seu sorriso era sentimental e em sua voz havia um quê de admiração. — Harry era como... Como uma força irresistível, como o vento que sopra em distintas direções; tinha tantas facetas que ninguém nunca sabia qual ia mostrar. Podia ser incrivelmente agudo, galante e doce ou suave e sofisticado.


— De acordo com sua definição, é uma espécie de modelo de virtudes.


— Também podia ser brutal, cruel e desumano.


— Pensando bem, soa como uma pessoa com múltiplas personalidades.


— Era um homem complexo — admitiu Emily. — E reservado. Fazia o que queria e quando queria, e não se importava com o que as pessoas pensavam dele. Por causa disso ganhou muitos inimigos, mas até mesmo as pessoas que o detestavam sentiam por ele um temor quase religioso. Harry não se importava que o odiassem, e tampouco que o admirassem. Era como se a única coisa que o importasse fosse seu trabalho. Não parecia precisar das pessoas... Quer dizer, não gostava que ninguém se aproximasse muito... Com exceção de mim. Possivelmente eu estive mais perto dele que ninguém mais.


— Não me diga que estava apaixonado por você! Não poderia suportar outro triângulo.


Emily riu aos gritos.


— Para Harry eu não era mais que uma criança. Justamente por isso permitiu que eu estivesse tão perto. Falava comigo sobre coisas que duvido que conversasse com Cho.


— Que classe de coisas?


— Não sei.. Coisas sem importância, como que adorava astronomia. Uma noite, quando estávamos filmando em uma fazenda perto de Dallas, sentou-se do lado de fora comigo e me mostrou as estrelas enquanto me contava histórias a respeito da maneira em que as diferentes constelações receberam seus nomes. Nesse momento Cho saiu e perguntou o que estávamos fazendo e quando eu disse, ficou chocada. Ignorava que Harry gostasse de astronomia e que soubesse algo do assunto.


— Então, como se explica que esta noite ele tenha feito uma chamada ameaçadora a seu pai?


— Eu acho que essa chamada deve ter sido feita por um louco e que meu pai estava equivocado — disse Emily. — Papai também disse que ontem à noite lhe pareceu ver alguém parecido com Harry rondando pelos arredores de seu apartamento.


A expressão preocupada de Kin desapareceu e deu lugar a um olhar irritado.


— Por acaso seu pai estava bêbado quando chamou para você?


— Não tenho certeza. Talvez. Não seja muito duro com ele — pediu, apoiando uma mão sobre o braço de seu marido. — Está muito só, agora que eu fui embora. Eu era toda sua vida, e o abandonei para me casar com você.


— Não o "abandonou"! É sua filha, não sua mulher.


Ela rodeou sua cintura com um braço e apoiou a cabeça contra seu peito.


— Já sei, e ele também. — E enquanto entravam na casa, Emily adicionou: — Há alguns minutos, você me felicitou por ter seguido sendo doce e direita apesar de ter estado tantos anos neste ambiente do cinema. Tente lembrar que só consegui chegar a ser o que sou, porque papai cuidou de mim e me vigiou constantemente. Sacrificou sua vida por mim.


Kin beijou sua testa.


— Sei.


n/a: Harry fazendo ameaças, será??? E então quem será o assassino?? 
        E só respondendo vocês Dino Thomas ainda não fez nada comparado com o que ainda vai acontecer, acreditem vocês nem imaginam e realmente vão querer matar ele rsrsrs... Bjus!!
  

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Comentários: 1

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Enviado por Edwiges Potter em 23/01/2013

Caramba!!! Agora eu tô confusa de verdade!!! Mas minha lista de suspeitos diminuiu, agora os nomes mais fortes da lista são: Bellatrix, Cedrico, Pettigrew!!! Ainda nao acredito totalmente que quem tá fazendo estas ligações seja o Harry (esse final do capitulo me deixou na duvida)!!! Agora, em relação ao Dino: do jeito que vc tá falando que ele vai fazer algo que nos vai deixar fervendo de raiva, tô começando a achar que ele vai prender a Gina ou vai acabar atirando nela ou então no Harry... já nem sei mais o que pensar!!! Por favor, poste logo!!!!


P.S.: Já comecei a ler sua nova fic!!! E tô adoando!!! 

Nota: 5

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