Acordei assustada, meu coração batia forte e descompassado, minha respiração estava acelerada, sentei na cama e gemi com a dor forte em minha cabeça. O sol já brilhava alto por entre as barras da janela de minha cela. Fechei os olhos por um momento e quando os abri uma enxurrada de tudo o que passei no dia anterior invadiu minha mente.
Olhei para os lados e quase estupidamente embaixo da cama, era inútil, eu sabia que Krum não estava ali. Levantei e minhas pernas bambearam ao sentir meu peso sobre elas, meu peito ainda doía quando respirava fundo.
Andei até a porta da cela e segurei com força as barras de ferro, procurei por alguém, mas o corredor estava vazio. Por impulso gritei por Krum o mais alto que podia e por muito tempo. Ouvi ruídos ao longe e tomando fôlego continuei gritando. Subitamente dois comensais aparataram em minha frente e apontaram suas varinhas em minha direção.
- Quieta! – grunhiu o comensal maior.
Franzi o cenho e apertei os lábios, dei dois passos para o lado. Um plano começava a se formar em minha cabeça e por um instante eu quase sorri.
- Krum! – berrei com força e me joguei para o lado.
O feitiço passou por cima de mim antes mesmo que eu tocasse o chão. Por sorte ou destino, quando caí esbarrei em minha faca e como se fosse um amuleto a apertei com força, permaneci abaixada e protegida pela parede até ouvir o barulho da cela sendo destrancada. O comensal maior estava urrando, dizendo o que faria comigo quando me pegasse. Eu apenas rolei os olhos e não me importei com suas falsas promessas, eu sabia que ele não iria me pegar.
Fiquei de pé ao ouvir seus passos quando o maior começou a entrar na cela. Eu sabia que um ficaria atrás do outro para passarem pelo espaço de entrada e saída, só havia espaço suficiente para uma pessoa passar por vez, então teriam que ficar em fila. Esperei por um momento, concentrada em ouvir o barulho da pedra frouxa que identificava o exato momento em que estariam alinhados. Assim que a ouvi pulei para o lado e atirei com toda a força que consegui a faca no peito do primeiro bruxo, o impacto o fez dar um passo para o lado e outro para trás, estupefato o grandalhão arregalou os olhos e olhou a faca cravada em seu peito, sem precisar fazer qualquer outra coisa vi o comensal cair em cima do bruxo menor.
Havia chegado o momento.
Eles estavam suficientemente distraídos e caídos na entrada para que não pudessem me parar, não senti pena ao pisar na barriga do bruxo maior e me impulsionar para frente, pulando sobre eles, o comensal que estava embaixo, preso pelo corpo grande do companheiro, com sua mão livre ainda tentou agarrar meu tornozelo, mas eu fui rápida e esperta o suficiente para prever seu gesto.
Sorri enormemente e pela primeira vez, desde que entrei naquele inferno, corri livremente pelos corredores da masmorra. Conhecia o lugar como a palma de minha mão, embora Voldemort tivesse modificado muitas coisas dentro de Hogwarts, os corredores estavam intactos, já que até onde eles sabiam só era possível percorrer o lugar por meio deles, mas eu conhecia uma passagem.
Eu só pensava em fugir, mas malditamente comecei a berrar o nome de Krum. Mesmo com o sol forte lá fora, as masmorras eram escuras e por pura distração, assim que entrei na passagem, esbarrei em um corpo firme e grande. Não pude evitar, caí para trás.
Perdi o fôlego com o impacto, e gritei quando Draco Malfoy avançou para cima de mim.
Merda!
O bruxo apertou minha garganta com uma mão e com a outra apontou a varinha para meu rosto. Me debati o máximo que pude, mas era inútil. Então preferi ficar quieta até que houvesse uma pequena distração.
- Aonde pensa que vai, sangue-ruim? – debochou. – Atrás do seu namoradinho? – ele me prendeu com mais força. – Pode ter certeza, ele já está bem morto à uma hora dessas. – gargalhou.
Irada, agi por impulso e com força choquei meu punho contra seu rosto. Draco perdeu o equilíbrio e quase caiu para o lado, mas sua mão direita não soltou meu pescoço. Apenas tive tempo de fechar os olhos quando vi o punho do comensal me acertar no rosto. Tudo escureceu e a lateral esquerda de meu rosto latejou insuportavelmente. Senti o gosto de sangue em minha boca e quando abri os olhos vi o rosto embaçado do homem loiro em cima de mim, ele tinha mudado de posição, agora estava sentado em minha barriga, com os joelhos no chão, um de cada lado de minha cintura.
Eu quase não podia respirar, mas vi ali a minha melhor chance.
Comecei a me debater novamente tentando tirar o peso do bruxo de cima de mim, quando ele se esticou para frente, tentando segurar meus braços, eu dei uma cotovelada em seu nariz, com impacto ele caiu para trás, bem perto de meus joelhos, com um impulso dos pés enganchei minhas pernas em seu pescoço e o levei para baixo. Draco bateu a cabeça com força no chão e sua varinha escapou de sua mão, rolando longe. Imediatamente o empurrei para o lado e fui atrás da varinha. Agarrei o objeto mágico e gritei de dor ao ser atingida no braço por um feitiço. Em posição de ataque me virei e vi o comensal apontando uma outra varinha para mim, não precisei de muito tempo para identificar a varinha de Belatriz em sua mão.
- Protego! – gritei, assim que outro feitiço foi lançado.
Olhei para o corte feio que não parava de sangrar e trinquei os dentes. O maldito usou o mesmo feitiço que o pai, quando este me atingiu aos onze anos.
- É tão ruim de mira como o seu pai, Malfoy.
Esquivei facilmente de um terceiro feitiço e com um simples gesto de varinha o desarmei. Vi ódio, raiva e até medo nos olhos claros do comensal e quase ri em deboche. Seu nariz não parava de sangrar, ele tremia e sua respiração estava descompassada, era a verdadeira imagem de um bruxo ridículo.
- Draco Malfoy, você é uma figura patética. – sorri.
- Vagabunda! Sangue-ruim miserável. – ele berrou, totalmente descontrolado. – Eu vou pegar você, Granger.
- Saia daqui, Malfoy. – avisei.
Apurei os ouvidos quando barulhos ao longe chamaram minha atenção. Draco gargalhou e estendeu o braço esquerdo, mostrando a marca negra viva em sua pele.
- São reforços, Granger.
- Bombarda! – gritei e estourei a parede ao lado do bruxo, bloqueando a passagem por onde vim.
Comecei a correr para o lado oposto, tentando sair da Masmorra, não queria ficar mais nenhum minuto naquele lugar.
Um feitiço passou bem perto da minha cabeça e abriu um grande buraco na parede ao meu lado. Rolei os olhos e trinquei os dentes, parei de supetão e virei para trás, apontei a varinha para Draco Malfoy e com satisfação pronunciei:
- Sectumsempra!
Não fiquei parada para ver o corpo dele ser consumido pelo feitiço.
Continuei correndo e quando virei num corredor à direita me deparei com dois comensais, mesmo com o feitiço de proteção fui jogada para trás e ao cair no chão o ar me faltou. Levantei tonta e cambaleante, tive de me escorar na parede até que tudo parasse de girar em minha volta. Balancei a cabeça e tomei fôlego, os dois bruxos corriam na minha direção, e eu não esperei uma maior aproximação deles para revidar.
Com a varinha em punho me concentrei para atingi-los com um único feitiço, respirei fundo e apertei os olhos, quando os bruxos formaram uma linha o meu feitiço disparou na direção deles. Com satisfação vi o primeiro comensal cair, mas quase urrei de raiva ao ver o segundo desviar rapidamente do corpo imóvel de seu companheiro que ia em sua direção e com os olhos injetados de ódio ele revidou.
Abaixei e rolei no chão ao sair da rota do feitiço, me levantei em um pulo e percebi que o comensal já estava perto o suficiente para eu escutar e também ler em seus lábios o início da palavra Crucio.
Ódio e raiva ferveram dentro de mim, estava boquiaberta com a burrice do homem a minha frente, se não o conhecesse, poderia jurar que o idiota não tinha a menor ideia com quem estava duelando. Era incrível a maneira de como meu corpo e mente entravam em estado absoluto de atenção e defesa quando eu estava verdadeiramente em perigo. Eu sabia que era boa, todos ali sabiam que eu era muito boa, se não fosse assim não estaria viva por todo esse tempo. Entã eu agi como sempre fazia em situações como essa. Eu sempre agia assim quando duelava na arena, no momento eu não estava lá, mas sabia não seria diferente, em situações como essa eu quase me tornava tão má quanto eles.
Nunca é fácil o suficiente matar alguém, não há como esquecer, você não pode simplesmente fechar os olhos e dormir, para que no dia seguinte acorde como se nada tivesse acontecido, nunca é tão simples, não há como se acostumar. A imagem de todos que matei estavam vivas em minha mente e certas vezes elas tentavam me perturbar durante o sono. Das primeiras vezes conseguiram tal feito, mas eu aprendi a não me torturar por elas, aprendi a passar por cima, a esquecê-las, eu aprendi a sobreviver, a duras penas, mas aprendi.
Nessas horas eu pensava que minha alma deveria ser negra, se é que eu ainda tinha uma.
- Avada Kedavra.
Falei tão calmamente - como se estivesse proferindo um feitiço bobo qualquer - que poderia por um momento me surpreender, mas eu nunca teria um minuto se quer de descanso. Passos de outro alguém correndo prenderam a minha atenção. Não olhei uma segunda vez para o corpo sem vida no chão, apenas virei para ver quem estava chegando.
A varinha quase caiu de minha mão, e meu coração bateu com uma força descomunal dentro de meu peito. Pisquei algumas vezes e forcei o olhar para o bruxo que corria. Eu quase não podia acreditar, um sorriso enorme crescia e eu dei alguns passos para frente, como se estivesse tentando adiar o nosso encontro.
- Victor! – gritei feliz e quase sem fôlego. – Está vivo. – sussurrei alegre para mim mesma.
Quase o recebi de braços abertos, mas o meu sorriso começou a murchar a medida que os passos duros do bruxo não diminuíam. Recuei ao ver o rosto sério e a respiração descompassada, eu nunca tinha visto aquela expressão no rosto de meu amigo antes. Era uma expressão diferente, como se fosse a primeira vez que estivesse me vendo. Uma expressão séria. Dura. Sofrível.
- Estupefaça! – Krum berrou.
Eu gritei e me protegi do feitiço. Com os olhos arregalados comecei a andar para trás, ele diminuiu o ritmo, mas os passos duros continuavam a marchar em minha direção, sem definitivamente parar.
- O que está fazendo? – gritei, ele se aproximava mais. - Krum, pare! Pare, por favor.
O bruxo parou a poucos metros de mim.
- Sou eu. – apontei para meu próprio peito. - Hermione! – assenti. – Merlin, Krum, o que fizeram com você?
Ele franziu o cenho e num piscar de olhos a varinha estava apontada novamente para mim.
- Expelliarmus.
Me defendi do feitiço e a cada momento me apavorava mais, sem entender o que se passava com o bruxo.
- Quem...? Maldição! Não pode ser, você não é ele.
O moreno apenas sorriu e se aproximou mais.
- Crucio.
- Bombarda! – urrei no mesmo momento que o bruxo lançava o feitiço.
Nós dois conseguimos nos esquivar, um medo irracional passou por meu corpo e fiz a única coisa que podia para mantê-lo longe de mim por tempo suficiente. Apontei minha varinha para o teto, bem perto do bruxo, Krum me olhou nos olhos e trincou os dentes.
Nesse momento pude ter certeza que estava frente a frente com meu amigo e que o maldito tentava me matar.
- Não, Hermione! – ele gritou.
No mesmo momento que eu agitei a varinha e o teto desabou a minha frente, bloqueado a passagem do búlgaro. Corri o quanto podia pelo corredor escuro, lágrimas inundavam meus olhos e soluços tentavam atravessar a barreira dos meus dentes, mas não deixei que nenhuma lágrima escorresse ou um soluço ecoasse pelos corredores.
Gritei apavorada quando Victor Krum aparatou em minha frente. Engoli em seco, somente comensais conseguiam tal façanha, arregalei os olhos diante da confirmação de meus piores pesadelos.
- Não. – ofeguei.
Olhei para os seus braços, mas o casaco cobria toda a extensão. A dúvida nublava meus pensamentos e gritei em horror quando Krum ergueu a mão. Gemi de dor pelo forte safanão em minha mão, a varinha de Draco rolou pelo chão. A visão de Krum erguendo sua varinha e preferindo o incarcerous em minha direção me deixou estática. Tampouco tive como escapar quando as cordas prenderam meus braços e pernas de maneira tão forte que outro gemido de dor escapou de meus lábios.
Olhei em seus olhos, atônita. Só havia frieza ali.
Trinquei os dentes, furiosa.
Já em minha cela, depois de ter sido arrastada pelo búlgaro idiota o caminho de volta, eu o esperei o dia inteiro e o início da noite acordada, deitada em minha cama, fitava o teto sem realmente vê-lo, tudo o que acontecera horas atrás passava por minha cabeça, infinitas vezes. Não havia espaço e atenção para outra coisa, somente pensava em minha fuga e na aterradora surpresa em descobrir a suposta traição de meu parceiro de cela.
Rangi os dentes e apertei a pedra em minha mão direita, já que não tinha mais a faca para me proteger, fiquei em posse da pedra solta que escondia o objeto. Estava esperando o momento que o búlgaro entrasse, eu sabia que ele viria, cedo ou tarde ele passaria por aquela porta. E também sabia que ele estava preparado para a minha fúria.
Não precisei esperar por muito mais tempo, ouvi a tranca da cela e fechei meus olhos com força, os abri no exato momento em que ele parava alguns metros longe de mim. Pulei de cama e com gosto joguei a pedra pesada contra ele. O bruxo demorou para se esquivar, e eu sorri quando vi o corte que a pedra proporcionou em sua bochecha. Rápida, eu já esta perto o suficiente dele quando por fim a pedra se chocou contra a parede, Krum arregalou os olhos e cambaleou para trás quando o soquei no rosto. Empurrei o bruxo contra a parede e tentei arrancar a sua blusa de manga comprida, precisa da prova, tinha que ver com meus próprios olhos.
Ele segurou meus braços com força e me jogou para trás. Caí e ofegante permaneci no chão por um momento.
- Acabou? – ele perguntou com voz fria.
Quase rosnei quando levantei e fui até ele, por pura distração e burrice tentei girar e chutá-lo, mas somente lembrei de que foi ele quem me ensinou o golpe quando facilmente o bloqueou e me jogou novamente no chão.
- Hermione, pare. Nós sabemos que isso não vai levar a nada!
Oh, mas levaria sim. Eu não desistiria até que tivesse dado uma lição naquele idiota. Já não importava o que iria acontecer, nesse momento eu poderia mataria Krum com minhas próprias mãos.
A raiva e o ódio cresceram dentro de mim, e meu corpo começou a entrar no estado de ataque e defesa novamente, então eu agi. Estava no chão e fiz o melhor que podia. O chute em seu joelho só foi forte o suficiente para derrubá-lo, ele bateu a cabeça na parede, mas eu não me importei.
Subi em cima de Krum, ele se protegeu com o braço, eu sorri e me aproveitei de sua distração, segurei a manga da sua blusa com as duas mãos e a rasguei.
Então meus olhos encontraram o que eu não queria.
Solucei, meu coração parou e eu congelei, a marca negra em seu braço era tudo o que eu não desejava ver. A dor era absurdamente pior do que qualquer feitiço lançado por um comensal. Há muito tempo eu deixara de sentir as coisas, mas a dor da traição penetrou em minhas defesas, deixando-me destruída.
Eu não ouvi os passos que se aproximavam, eu não senti nem vi a reação do Krum, não percebi que ele me agarrava pelos ombros e me jogava no chão, só saí do meu transe, quando a mão grande do homem apertou minha garganta e o ar me faltou.
Tentei respirar fundo, mas pouco ar entrava em meus pulmões, soquei o braço do bruxo, mas ele apenas deu um apertão mais forte.
- Quieta! – rosnou e olhou para o corredor que dava acesso a minha cela.
- Como você pôde? – murmurei. – Você nos traiu, você me traiu.
- Cale a boca, Hermione.
- Eu o odeio. – tentei gritar e me debati com força. – Eu odeio você!
- Pare! – rosnou. – Não me force a fazer algo pior.
- Você já vez algo pior, maldito, algo muito pior.
Com as minhas duas mãos eu tentava tirar a mão esquerda dele que apertava minha garganta, tentava atingí-lo com os pés ou com os joelhos, mas ele permanecia longe o suficiente para eu sequer tocá-lo.
- Desde quando você é um comensal nojento? – ele me olhou com raiva, eu tomei fôlego e não tirei os olhos dele. – Quando? – desta vez eu consegui gritar.
- Chega! – ele berrou e apontou a varinha para o meu rosto.
- Tendo problemas com a sangue-ruim, Krum?
Eu não precisava que a mão de Victor estivesse apertando minha garganta para ficar sem ar naquele momento. A pergunta nos deixou estáticos, não havíamos percebido a entrada de Draco Malfoy e seus dois capangas na cela.
O búlgaro trincou os dentes e olhou para o comensal.
- Não estou com problemas. – respondeu.
Ele soltou minha garganta e eu girei para o lado tossindo. Victor se levantou e começou a andar na direção da saída. Quando sentei no chão vi Draco sorrindo e me analisando devagar. Levantei em um pulo e apertei os punhos com força.
- Nós tínhamos uma promessa, Victor! – gritei e ele parou de andar.
Malfoy gargalhou e girou para o bruxo.
- Acho que ela ainda não aprendeu, Búlgaro.
– Acho que você se lembra, não é? – questionei.
O comensal loiro e estúpido continuou rindo, mas eu não me importei.
- Você quebrou aquela merda de promessa, Krum. – berrei e por fim Victor olhou em meus olhos. – Você está morto para mim!
Draco avançou em minha direção, curioso.
- Que promessa é essa, Granger? – passou uma mão pelo meu pescoço e desceu devagar pelo meu ombro.
- Não interessa! – gritei e por impulso o esbofeteei no rosto.
Os outros dois comensais avançaram contra mim e logo em seguida Malfoy, eu recuei até chocar contra a parede. Victor também avançou, passou pelos capangas e empurrou a varinha de Draco que estava apertada contra meu peito.
- O quê? – gritou o loiro quando foi empurrado para longe.
- Deixe. – grunhiu o búlgaro.
Malfoy sorriu e eu encarei os olhos de Victor Krum com ódio.
- Estupefaça!
Não desviei o olhar até seu feitiço tocar meu corpo e eu desmaiar.
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Bom, acho que agora a Bruna ama bem menos o Krum! Hahaha.
Mil desculpas pela nossa demora, esse fim de ano foi bem corrido para nós. Queríamos ter postado no natal, mas como podem ver, não deu certo. :/
E o que acharam do capítulo? Eu diria que ele é um tanto curioso. E também já adianto que daqui a pouco a história começa a pegar fogo.
E o Harry, hein? Estão com saudades? Eu estou, mas já já vamos matar a saudade.
Muito obrigada pelos comentários e até o próximo post.
Beijo.