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14. Capítulo XIV


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi povo!! Enfim, de volta ao ritmo normal.
E agora? Quais foram as consequências da conversa e recaída no capítulo anterior?


Carla Cascão: Flor e sua mãe, como está? É Draco resolveu ser honesto e a Hermione saiu apavorada no final... E agora, hien? E o ciúmes dele quando ela propôs ter um amante? Tantas pistas ,mas nenhum percebe...


 


Bjs e boa leitura…


 


 


*****


 


Amanhecia e o desejo e a raiva de Draco não se acalmavam, e com isso seu cérebro não poderia funcionar novamente com clareza. Na verdade, tinha o bastante para pensar, pois devia planejar seu próximo passo.


Fitava sem apetite o prato de ovos com bacon. Se tivesse sido menos afoito na véspera, se houvesse aproveitado a abençoada oportunidade que tivera, poderia ter levado Hermione para o quarto lá em cima. Mas não. Em vez disso foi autoritário e acabou por lembrá-la de que as três semanas haviam acabado. Se a jovem não viesse com ele, mais tarde, teria de cumprir a ameaça e recorrer à Justiça, algo que de fato nunca lhe ocorrera fazer.


Largou o garfo, com um suspiro exasperado. Nenhum homem deveria passar por aquilo para ter sua própria esposa. Muitos outros na mesma situação, a teriam arrastado para a cama e consumado o ato. Mas o que os outros homens teriam feito, não o ajudam em nada. Ele não era esse tipo de pessoa e nunca seria.


Santo Deus queria uma mulher que o desejasse, uma mulher apaixonada, era pedir muito??


Hermione havia dito que não podia confiar nele. Mas ele não percebeu que a confiança estava em duas direções e qual era a capacidade de infligir danos. Ele poderia muito bem ter prometido que nunca mais voltaria para a cama de nenhuma outra mulher, mas não estava disposto a fazer essa promessa, a menos se confiasse que ela não o rejeitaria cada vez que ficasse com raiva. Definitivamente não iria ser vitima de nenhuma chantagem sexual, independente de qual seja a mulher, e isso era exatamente o que ela havia feito, só que não percebeu. Como podia superar isso?


Rememorou a sugestão de Blaise. Era um tanto maluca, mas isso era bem próprio do amigo. Suspirou recostando na cadeira olhando as compotas de frutas e lembranças boas de Malfoy Park vieram.


Aqueles dias haviam sido guardados no fundo de sua mente, fazia muito tempo e ali permaneceram por muitos anos, junto de outros sonhos brumosos, meio esquecidos de sua juventude. Mas agora regressavam novamente, retornando para um momento em que era feliz e que havia feito feliz também Hermione, estava seguro disso. Tinha que existir uma maneira de voltar a isso. Não podia acreditar que tudo isso havia se perdido para sempre.


— Tornarmos amigos... — murmurou.


Draco estava pensativo, olhando as compotas. Talvez Zabini esteja tramando algo. Hermione e ele foram amigos uma vez, isso foi a muito tempo, em um verão na Escócia e no outono em Malfoy Park. Também haviam sido amantes e muitas vezes brigaram e se reconciliaram como amantes, acabavam sempre rindo e se divertindo e nessa época, nunca esteve tão satisfeito com a esposa que elegeu. Mas depois, tudo tinha piorado.


Desejava... Deus! Como desejava que tudo pudesse voltar como era antes, e estar nesse instante tomando o café da manhã com ela na cama, sujando o rosto delicado de geleia de amoras e limpando com um beijo.


— A correspondência, sir — anunciou Filch, o mordomo.


Surpreso, o loiro olhou para o senhor, que colocava o pacote de cartas perto da bandeja. Aquela era uma tarefa costumeira de Flint, seu secretário particular.


— Onde está o sr. Flint, Filch?


— Contraiu sarampo, milorde. O médico o aconselhou a passar uns dias na casa da irmã, em Clapham, até que a doença deixe de ser contagiosa. Manda dizer que lamenta muito não poder servi-lo pelos próximos dez dias.


—Envie-lhe uma nota e diga que prefiro um secretário ausente a toda uma equipe enferma. Diga-lhe que fique em Clapham até que esteja totalmente recuperado.


— Sim, milord. — e retirou-se.


Draco mirou os envelopes e encontrou um convite para lorde e lady Malfoy jantarem na mansão de lady Bagshot. Parecia que a condessa estava bem mais otimista do que ele em relação a seu casamento.


Uma nota da Magical Menagerie[1] confirmava que a égua que adquirira duas semanas atrás fora entregue em Malfoy Park. Ele a comprara para Hermione. Era um puro sangue de quatro anos, que alcançava uma velocidade impressionante, mas agora, do jeito como as coisas iam, duvidada de que voltassem a cavalgar juntos. Como o recado não exigisse resposta, atirou-o na lareira e continuou a observar as correspondências.


Encontrou um relatório de seu capataz sobre a situação em Malfoy Park, uma conta do alfaiate e outra do fabricante de botas, ambas de cobrança da fantasia que pretendia usar no baile de caridade da esposa. Uma festa para a qual nem sabia se seria convidado. E outra carta de Pansy Parkinson.


Fitou o envelope, suavemente perfumado, durante minutos. Era de admirar a persistência daquela dama. Já perdera a conta das missivas que recebera — doze, talvez mais. Leu as primeiras linhas — desculpas por ter sido tão possessiva, depois censura pela frieza dele, então desespero pela falta de atenção —, até que decidiu nem sequer abrir mais os outros envelopes. Soube que Pansy vendera o sítio que lhe dera e fora viver na França. Desejando que ela continuasse por lá, Draco atirou a carta ao fogo, sem abri-la.


Guardou apenas as contas, o relatório do capataz e o convite, sobre o qual conversaria com Hermione mais tarde, e saiu.


 


No caminho até Godric’s Hollow, procurava antecipar o que a esposa faria. Ela poderia ser tão imprevisível como o tempo, mas a única coisa que esperava era que não fosse necessário recorrer ao Parlamento.


Quando chegou à mansão de Potter, descobriu que a jovem não concordava, nem se recusava a vê-lo: ela deixara a cidade.


— Onde Hermione está? — perguntou à duquesa de Tremore, que veio lhe dar a notícia.


Ela não respondeu de imediato. Mexeu seu chá e inclinou a cabeça, estudando-o.


— Antes que eu diga, gostaria de lhe perguntar algo, Malfoy.


— Sim?


— Se Hermione se recusar a voltar para você, tem mesmo intenção de recorrer ao Parlamento?


Draco sorriu levemente.


— Minha cara duquesa, às vezes penso que nem mesmo o Parlamento seria capaz de forçar minha mulher a fazer algo que não deseja.


Ginevra não se mostrou satisfeita. Continuou a olhar para ele, esperando uma resposta, que o loiro não sabia qual era. Suspirando resolveu dar uma resposta honesta a cunhada.


— Recuso-me a aceitar a possibilidade de que ela não volte.


— Até quando pretende negar isso, vai esperar por quanto tempo?


— Até que eu consiga convencê-la a descartar essa opção.


— Isso pode demorar muito, milorde.


Sem argumento, ele baixou a cabeça e murmurou.


— Sim.


— O amor não é a base de sua determinação em reconquistá-la, não é?


O que era aquilo? Uma acusação, uma condenação? Antes que ele decidisse, Ginevra tomou um gole de seu chá e tornou a falar.


— Minha cunhada está na Mansão Malfoy.


A repentina capitulação da duquesa o espantou, mas tentou não demonstrar, o que fez sem sucesso.


— Não esperava por isso, não é, sir? — ela sorriu confiante.


— Para ser franco milady, não.


— Deveria ter iniciado sua busca naquele lugar...


— Há alguma razão especial para ter me contado?


— E qual outra razão poderia ser? — falava soturna.


— Deve haver, para arriscar-se assim a contrariar seu marido.


— É verdade. — dizia de maneira calma e despreocupada — Se magoar Hermione de novo, sir, Meu marido irá desafiá-lo para um duelo e o matará sem piedade; creia-me.


— E a senhora? —  perguntou curioso — Compartilha desse sentimento?


— Não. — disse — Eu, não.


Draco soltou uma risada forçada


—Não compreendo o porque.


A ruiva olhou-o com certa compaixão.


— Não? — permaneceu o olhando — Sei o que é o desespero, Malfoy. Ao contrário de meu marido e de minha cunhada, já sofri muito neste mundo por não ter dinheiro nem meios para sobreviver. Passei momentos terríveis em que seria capaz de fazer qualquer coisa para me livrar do terror, Se o destino não tivesse posto o duque de Tremore em meu caminho, eu teria sido forçada a me casar por dinheiro. — fez uma pausa. — Ou coisa pior.


— Fico feliz que não tenha sido necessário — disse ele com todo o coração.


— E o senhor tem um outro aliado nesta casa. Fiquei sabendo que meu filho o adorou.


Draco tornou a sorrir, lembrando de James e de Mr. Padfoot.


— Ficou sabendo...?


— Sim, Dora...


— A senhora tem um filho maravilhoso, duquesa. — e experimentou uma pontinha de inveja, a mesma que sentira ao observar a família Potter no banco do jardim.


— Obrigada. — Ginevra ficou de pé. — Espero que esteja sendo sincero quando afirma querer um casamento de verdade e uma família, Malfoy. Porque, se não estiver. Deus tenha piedade de você.


Ele também se ergueu.


— Porque seu marido vai me desafiar para um duelo?


— Não será necessário — contestou — Porque pouparei Harry do trabalho, e eu mesma lhe darei um tiro. Por sua cega estupidez, nada mas senão por isso.


— Acredito nisso, duquesa. — disse notando a seriedade do rosto da cunhada.


— Falo sério Malfoy, não duvide de minhas palavras — o loiro estendeu a mão para ela.


— Então, pode ficar descansada — inclinou-se para beijar a mão estendida — estou sendo sincero. Tanto quanto obstinado, garanto. Posso ser cínico, um mau marido, mas lhe falei com franqueza.


— Isso é o que espero, para o seu bem e pelo de Hermione.


Draco partiu sem entender por que caíra nas graças da duquesa, mas estava muito grato por isso.


Decidiu que não iria para a Mansão Malfoy de imediato. Sua esposa desistira da batalha legal, mas ainda não se rendera. A noite na biblioteca de Potter demonstrara que Hermione ainda não estava pronta e que ele deveria dar-lhe espaço para respirar.


 


 


Ele deixou passar uma semana. Então, acompanhado de seu mordomo e de mais dois empregados, foi para sua propriedade no campo, chegando lá uma hora antes do jantar.


Sua chegada causou alvoroço, pois o senhor da casa não vinha ao local fazia anos, nem mandara anúncio algum de que viria.


Draco perguntou a Griphook[2], o atual mordomo, onde lady Malfoy poderia estar.


— Creio que milady repousa, sir. Quer aguardar na sala, enquanto o anuncio?


— Espera mesmo que me sente e congele os pés esperando em minha própria sala, Griphook? — perguntou, sorrindo.


O mordomo corou, envergonhado.


— Não, senhor, perdão.


— Muito bem. — não viu necessidade de embaraçar ainda mais o pobre-coitado. — Mande levar minha bagagem lá para cima e mostre tudo a Pringle. Sabe o que quero dizer, apresente-o aos demais, mostre as instalações, informe os horários das refeições, enfim, tudo ô que for necessário.


— Fique tranqüilo, sir. — o mordomo se sentiu muito aliviado por não ser repreendido logo no primeiro dia por um patrão que mal conhecia.


O loiro começou â subir as escadas, alisando o corrimão de ferro. Embora aquela fosse uma de suas propriedades, onde passou toda sua infância, tornara-se a residência de Hermione quando se separaram. Não vinha à propriedade fazia quatro anos, mas lembrava-se bem de onde eram os quartos, ela fizera muito pela propriedade. Era uma casa bem feminina agora, todas as cores eram suaves e repleta de vasos de flores.


Parou à soleira dos aposentos dela, girou a maçaneta e entrou sem fazer nenhum ruído.


A jovem viscondessa dormia, e o som a fez se mexer, mas não acordou. Virou-se de lado e ficou de frente para ele, os cabelos cobrindo-lhe a face. Estava linda, com o cabelo acobreado espalhado por todo lugar da cama e corpo, como uma leoa adormecida.


Draco tossiu, e ela tornou a se mexer. Devagar, abriu os olhos.


— Confortável?


— Você? — ela pulou da cama, totalmente desperta.


Ele lembrava que fora rápido demais na semana anterior. Teria de ser algo mais leve dessa vez.


— Eu ia me deitar ao seu lado e acordá-la com um beijo, mas você despertou antes. — meneou a cabeça, desapontado — Que belo plano desperdiçado...


Seus olhos se estreitaram. Se Hermione fosse mesmo uma leoa, decerto ele teria na carne as marcas de suas garras, àquela altura.


— O que faz aqui?


Draco falou de forma tranquila.


— É minha casa.


Isso não pareceu quebrar o gelo, apontando para a porta atrás do marido, mandou.


— Saia de meu quarto!


O loiro fez exatamente o contrário. Afastando-se da porta, começou a olhar ao redor, fingindo enorme interesse pela mobília.


— Então este é seu dormitório? Ora, mas o que estou dizendo? Foi pintado de rosa, portanto, claro que é seu. — dirigiu-se para a porta de comunicação com os aposentos que ele ocupava. — Não pintou o meu de rosa também, não é?


— Deveria ter pensado nisso. — Draco exalou um suspiro, fingindo-se aliviado.


— Aproveite o repouso, querida. Vejo-a ao jantar. Vamos seguir os horários da cidade ou do campo? Ah, não se preocupe. Perguntarei a Griphook. Gostaria de jogar xadrez após a sobremesa, ou prefere fazer outra coisa?


Ela começou a se alterar.


— Ah, não, não, não vai ficar!


Ele por sua vez, fingiu estar surpreendido.


— Quer que eu volte para a cidade e fique em Witshire? Pessoalmente, preferiria que nós ficássemos aqui, já que estamos em baixa temporada, fora os rumores, é claro.


Hermione escondeu o rosto entre as mãos, tentando se acalmar.


— Deus deve me odiar. Só pode ser isso, para colocar você assim em meu caminho.


O loiro fez um esgar de desgosto e abriu a porta que dava para seu quarto.


— Você me faz sentir como se eu fosse uma das pragas do Egito.


Ela o encarou, concordando com a cabeça.


— Aí está uma ótima definição do que você é. — e o empurrou para fora do aposento. — Não poderia haver elogio melhor. Quer fazer o favor de sair?!


Decidido a não abusar da sorte, ele obedeceu.


— Estou indo, querida. A propósito, o que mandou preparar para o jantar? Nada de muito pavoroso, espero.


Ela sorriu com certa doçura malévola.


— Meu prato favorito... Fígado.


A porta bateu em seu rosto, mas ele ficou no mesmo lugar, para tentar ouvir do outro lado.


— Homem insuportável!


Dando risada, puxou a campainha para chamar Pringle e começou a se preparar para o jantar.






[1] Fica no Beco Diagonal e é a loja em que Hagrid comprou Hedwig (Edwiges) e Hermione comprou o Crookshanks (Bichento).




[2] Quem se lembra do Grampo aí?



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Comentários: 1

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Enviado por taina cullen em 15/05/2012

curtinho o cap ^^ to doida p/ ver o que vai acontecer rsrsrsrs 

Nota: 5

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