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5. Cap. V


Fic: Lugar Comum


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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*Este capítulo contem spoiler no livro “Harry Potter e as Relíquias da Morte”.


 


Diário de Campo - Dia 170


Sinto que a Astoria tem voltado a se degenerar. Estou em uma corrida contra o tempo.  Mas estou cansada. Estou achando tudo isso que vem acontecendo tão confuso.


 


Hermione olhou para fora pensativa. Nunca havia imaginado que, em toda sua vida, se envolveria em um caso tão complexo. Havia saído da Mansão Malfoy abalada. No entanto, a descoberta sobre as maldições que Lucius impunha à esposa e nora, os métodos pelos quais Astoria utilizou para se aproximar e conquistar o marido, não lhe agitara tanto quanto as sensações que tivera perante Draco naquela tarde.


 


Flash Back


 


Hermione saiu do quarto de Astoria. Havia dado uma poção sem sonos à mulher para que se acalmasse. Tudo o que queria era chegar em casa. Seu cérebro estava cheio e trabalhava furiosamente. Precisava relaxar.


-Hermione? - Ela estancou ao ouvir a voz de Draco. -Não sabia que ainda estava aqui. – Ela observou o homem loiro sair de seu escritório.


-Boa tarde, Malfoy - Hermione tentou parecer simpática - na verdade, como pode ver, já estou de saída.


-Eu gostaria de conversar com você. Tem cinco minutos? – Ele perguntou apontando para a porta de seu escritório.


-Claro - Hermione respondeu desconcertada olhando na direção do quarto de Astoria enquanto caminhava.


-Por favor, sente-se - disse Draco servindo de um copo de uísque de fogo para si e uma xícara de chá para Hermione. - Tome, você está trabalhando – Ele sorriu com a brincadeira e Hermione se perdeu em seu sorriso.


 


Mais uma vez, um filme se passou na cabeça de Hermione. E ela parou para pensar em quão sofrida deveria ter sido a vida do homem à sua frente, lembrou-se de seu sexto ano, quando Draco teve como missão assassinar Dumbledore e como o mesmo não obteve êxito. Lembrou-se ainda que, durante a ascensão de Voldemort, o quanto ele ficara aterrorizado com o fato de que teria que reconhecer Harry. E depois que a guerra acabara, vivera uma vida de mentira com uma mulher que se se utilizara de métodos vis para mantê-lo ao seu lado.


 


-Hermione?- um toque breve, mas forte fez Hermione despertar de seu devaneio. Um arrepio que não passou despercebido por Draco perpassou o corpo de Hermione que se desconcertou ainda mais.


 


Hermione o olhou e pela primeira vez em todo aquele tempo, reparou no quanto Draco havia se tornado um homem bonito e charmoso.


-Tudo bem com você? - Draco ergueu uma sobrancelha intrigado.


-Tudo bem, Malfoy - ela respondeu impaciente -É que preciso ir para casa. Gostaria de aproveitar o resto das férias dos meus filhos.


-Entendo. Não pretendia atrapalhá-la. Apenas gostaria de saber como está a evolução do tratamento de Astoria.


 


 


2 meses depois


 


Draco organizava as flores que Astoria havia recebido de sua irmã. Daphne tinha bom gosto, eram as flores preferidas de sua esposa, em sua cor preferida. Parou para pensar que ainda não sabia quais eram as flores preferidas de Hermione. Balançou a cabeça negativamente com raiva. Não havia relevância alguma saber quais eram as flores preferidas de Hermione.


 


-Que flores lindas - exclamou Astoria acordando com a movimentação de Draco. - Retirou-as do nosso jardim?


-Não - ele respondeu sorridente - Daphne as trouxe para você.


-Daphne está aqui? - Ela perguntou. Draco, por um instante, achou que Astoria pudesse estar contrariada.


-Esteve - Draco se aproximou de sua mulher - mas como você estava dormindo e ela estava com pressa, foi embora.


-O Blás estava com ela?


 


“É óbvio que não, uma oportunidade única de ficarem as sós... Você acha que eles desperdiçariam?”


 


-Não. Ela veio sozinha. Por quê? - Draco perguntou intrigado.


 


“Viu? Ficaram sozinhos!”


 


- E vocês ficaram sozinhos? – A mulher perguntou irritada.


-Ainda não consegui entender aonde você quer chegar, Astoria. - Draco falou sério, perigoso.


 


“hahahahahahahaha Draco sempre foi cínico. Com esse cinismo sempre conquistou todas as mulheres que quis”.


 


-Deixa de ser cínico. - Astoria gritou. Draco a olhou espantado. Não discutiria com ela.


-Você está com problemas, Astoria. Não vou discutir com você! – Ele respondeu apontando o dedo em sua direção. Em seguida foi em direção à porta.


 


“Ele não se interessa mais pela Daphne...Ele agora só tem olhos para a Dra. Weasley”.


 


-Ahhhh claro. É óbvio que você não se interessa pela Daphne...


Draco parou estático. Definitivamente Astoria enlouquecera. Voltou-se para ela.


-Daphne é sua irmã, Astoria. Esposa do meu melhor amigo. Você está louca?


- Você se interessa pela Dra. Weasley. - Astoria continuou como se Draco não houvesse falado nada.


Ele caminhou lentamente em sua direção. Ira no olhar. Astoria recuou.


-Do que você está falando, Astoria?


-Você acha que não percebo a forma como olha para a Dra. Weasley? – Ela falou e se arrependeu imediatamente, os olhos de Draco se tornaram cinzentos como em um dia tempestuoso.


Perigosamente, ele se aproximou ainda mais.


-Você não sabe o que está falando.


 


“Isso é muito irônico. Draco Malfoy se interessando por uma sangue ruim.”


 


Astoria riu.


-Quem diria, hein, Draco? Você se interessando por uma sangue ruim...


Draco segurou com raiva o queixo de Astoria.


-Cala essa sua boca, Astoria. Já se deu conta das merdas que você está falando?


-Me solta - Astoria respondeu gritando. - Me solta agora.


 


-O que está acontecendo aqui? - Hermione perguntou assustada enquanto entrava no quarto. Da sala havia escutado o grito de sua paciente, subiu correndo. Olhou para Draco e viu que este apertava, com força, o queixo de sua esposa.


-Malfoy, por Merlin! O que você acha que está fazendo?


Draco soltou Astoria que correu para os braços de Hermione.


-Ah Dra. Weasley que bom que chegou. – Ela disse chorando - Ele estava me machucando.


-Como é que é? - Draco perguntou com raiva indo em direção à Astoria.


-Malfoy! - Hermione interviu - Saia já do quarto da Astoria. - Draco iria protestar - Agora, por favor - completou de forma clara.


 


---


Draco estava de olhos fechados em seu escritório, balançava lentamente um copo de uísque de fogo em sua mão. Ouviu quando porta abriu e fechou. Não iria abrir os olhos até sentir um cheiro inconfundível de pergaminho.


-Você poderia me dizer o que foi aquilo lá em cima, Malfoy? - Ele abriu os olhos e viu Hermione de braços cruzados. Suas bochechas estavam rosadas, sinal típico de que estava irritada. Por um momento ele quase sorriu. Era impressionante como ele já a conhecia.


-Astoria está enlouquecendo, Hermione. Não foi com aquilo - Draco apontou em direção do quarto de Astoria. – que eu me casei.


-Malfoy! - Hermione exclamou exasperada - Não acredito nisso que estou ouvindo. Aquilo é sua esposa doente, que precisa de todo seu carinho e paciência.


-Você não entende, Hermione. É que...


-Quem não entende é você, Malfoy - Hermione pôs o dedo em riste - A sua esposa passou por um trauma. E ele ainda sofre os efeitos dos feitiços lançados nela.


-Você também passou por um trauma, Hermione - Draco se aproximou da Castanha - e é a mulher mais doce que conheço. – Ambos estancaram. Nenhum dos dois tinha a mínima noção do por que Draco Malfoy falara aquilo.


-Preciso ir, Malfoy.  - Ela disse se levantando da cadeira.


-Porque agora você só me chama de Malfoy, Hermione? - Ele perguntou intrigado, receoso de que a loucura de Astoria pudesse, de alguma forma, estar afetando Hermione.


-Esse é o seu nome, não? - Hermione respondeu no mesmo tom. Ele a olhou irritado. Hermione bufou - Malfoy, eu percebi que Astoria voltou por ciúmes. E o ciúme alimenta o efeito do feitiço. Você também deveria me chamar pelo sobrenome.


-Não vou mudar a forma de chamá-la por um simples capricho de Astoria


Hermione suspirou. Ele era um cabeça dura, e não tinha como convencê-lo sem contar sobre os motivos dos ciúmes de sua esposa. Decidiu ir embora.


 


---


 


Diário de Campo – dia 260


Confesso que estou bastante preocupada com Astoria. Preciso achar a reversão desse feitiço logo. Vou passar essa semana inteira pesquisando sobre feitiços das trevas no Departamento dos Mistérios.


 


02 Semanas depois


 -Dra. Weasley... Pensei que havia me abandonado – Astoria disse em um sorriso fraco – ou que, talvez, estivesse com medo de mim.


-Obvio que não, Astoria – Hermione se apressou em dizer –Tenho procurado a reversão desse maldito feitiço. Mas acho que já estou no caminho.


-Eu não tenho muito tempo, doutora.


-Não diga isso, Astoria. Eu não encontrei as poções regenerativas? Você agora só envelhecerá pela idade – Hermione sorriu e passou a mão pelo rosto da mulher. - E você está linda.


-Eu não aguento mais ouvir essas vozes, Dra. Weasley – Astoria disse com medo – Elas não param. Não sei se resistirei a isso durante muito tempo.


-Você conseguiu resistir da primeira vez que elas apareceram. Claro que vai conseguir dessa, Astoria – Hermione disse séria.


-Da outra vez, o meu corpo estava fraco e eu saí desse mundo e mergulhei no mundo do sono onde as vozes não me incomodavam. Agora estou forte fisicamente e não consigo me manter sã, a não ser que... – ela olhou para Hermione. – Me dê uma poção degenerativa, Dra. Weasley.


-Por Merlim, Astoria – exclamou Hermione horrorizada – Não posso fazer isso.


-Porque, doutora? – Astoria perguntou triste.


 


“Você não vê? Ela quer te fazer sofrer. Quer que pareça louca perante o Draco.”


 


-Para – Astoria pôs as mãos no ouvido.


 


---


 


-Você precisa encontrar logo essa maldita cura da Astoria, Weasley – Draco disse irritado. Ele e Hermione encontravam-se em seu escritório.


-Estou fazendo tudo o que posso, Malfoy! – Hermione exclamou na defensiva, estranhando o fato dele chamá-la pelo sobrenome.


-Não está fazendo rápido o suficiente.


-Olhe aqui, Malfoy – Hermione pôs o dedo em riste e Draco percebeu por suas bochechas rosadas que havia a irritado.


-Desculpe-me Hermione. – Draco sentou. Pela segunda desde que voltaram a se encontrar pós Hogwarts, ela pode observá-lo sem máscaras. Mais uma vez teve a sensação de que o peso da idade começava a se fazer presente naquele homem. Um homem que embora arrogante, havia sido marcado por histórias de horror em toda a sua trajetória.  Ela sentou também. Ele continuou.


-Estou cansado disso tudo. Astoria está me enlouquecendo. Agora ela resolveu se corresponder todos os dias com Scorpius. Quer enlouquecer o garoto também – ele levantou, serviu um copo de uísque para si e voltou a se sentar. – Diz que tem medo que aconteça algo a ele e eu não conte. Absurdo. O pobre do garoto precisa escrever para ela todos os dias, se não ela surta. Como ela está? – Ele olhou para Hermione.


-Eu dei uma poção para dormir sem sonhos. Tome. –Hermione retirou alguns frascos de sua bolsa. – Dê a ela quando estiver muito agitada. E se achar que precisar – Hermione o olhou nos olhos – tome também.


 


05 semanas depois


Voldemort ergueu a varinha de Lúcio Malfoy, apontando-a diretamente para uma figura que girava lentamente, suspensa sobre a mesa, e fez um gesto  quase  imperceptível. O vulto recuperou os movimentos com um gemido e começou a lutar contra invisíveis grilhões.


- Reconhece a nossa convidada, Severo? - indagou Voldemort.


De baixo para cima, Snape ergueu os olhos para o rosto pendurado. Todos os Comensais agora olhavam para a prisioneira, como se tivessem recebido permissão para manifestar sua curiosidade. Quando girou para o lado da lareira, a mulher disse, com a voz entrecortada de terror:


- Snape, me ajude!


- Ah, sim - respondeu Snape enquanto o rosto da prisioneira continuava a virar para o outro lado.


- E você, Draco? - perguntou Voldemort, acariciando o focinho da cobra com a mão livre.


Draco sacudiu a cabeça com um movimento  brusco. Agora que a mulher  acordara,  ele parecia incapaz de continuar encarando-a. Sentia-se covarde e impotente. Ela estava ali e ele não podia fazer nada.


- Para os que não sabem, estamos reunidos aqui esta noite para nos despedir de Astoria Malfoy que até recentemente, era casada com Draco Malfoy. Avada Kedrava 


Um lampejo de luz verde iluminou todos os  cantos da  sala. Draco caiu da cadeira para o chão.


-Nãããããããããõooooooo – Ele gritou.


 


-Nãããããããããããoooooooooo – Draco acordou suado. Segurou a cabeça, puxando os fios molhados para trás. Levou um tempo para entender que havia tido um pesadelo.


 


Levantou pesadamente da cama. Decidiu ir ao quarto de Astoria para vê-la. Não a via há 03 semanas, havia delegado aos elfos o cuidado de sua esposa.


O quarto de Astoria estava escuro, as pesadas cortinas bloqueavam a entrada da luz do dia.


Nem em mil anos, aquele homem estaria preparado para ver o que acabara de presenciar.


-Nããããããããããããoooooooooooo – Draco caiu de joelhos chorando.


 


 


N/A.: Como a autora para em um momento como esse? Como ela pode ser tão perversa?


E aí? O que acharam? Preciso muitíssimo de saber.


O próximo capítulo vai ser bem tenso, mas vai ser bem curto. Como combinado, nos vemos daqui a 15 dias. Até o dia 20/05, xuxus!!!

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Comentários: 6

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Mione03 em 28/05/2013

Olá, tudo bem? Prometi que leria e comentaria a fic e aqui estou, me desculpe pela demora! Gente o Lucius era absolutamente maluco, porque só assim para enfeitiçar a própria mulher e a nora, levando a primeira a morte e a segunda ao coma! Tudo isso por um objetivo maluco! Adoro essa relação amor e ódio entre a Hermione e o Draco, é fantástica, principalmente vendo o loiro se abrir com a Hermione, uma pessoa que antes ele odiava! Eles passam por vários altos e baixos nessa relação não tão profissional assim, pelo menos penso que o loiro gostaria que não fosse tão profissional assim! Eu achei essa idéia  trabalhada na fic muito incrível, porque é algo bem diferente e que não tinha lido antes, a maneira como a Hermione faz de tudo para salvar a mulher do Draco e acaba se encantando pelo loiro sem perceber. A vida dos dois nãoi foi nem um pouco fácil e é ótimo ver os dois desabafando  um com o outro sobre as situações difíceis que passaram.

Essas vozes que a Astoria ouve são realmente assustadoras e perturbadoras, e imagino que sendo um resquício do feitiço, essas vozes podem ter haver com o autor do mesmo. Fico imaginando qual será a reação do Draco ao saber que se apaixonou pela mulher por causa de uma poção.

Estou ansiosa para saber o que vai acontecer desse ponto em diante! Parabéns pela fic, ela está realmente ótima e instigante!

Beijos

mione03

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Larii Malfoy em 11/05/2013

Autoras e suas artimanhas tsc tsc

Essas vozes que ela ouve hmm, acho que tenho um palpite sobre quem é...vamos aguardar pra ver.

O casal quase não tem progresso(físico), fico aguniada hahaha 

Só dia 20??? Poxa =/

beijos 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Luana G. Malfoy em 06/05/2013

Tada!! Cá está meu comentário MARIS ^^


Eu fiquei tão feliz com a interação do meu casal favorito, a falta que Draco sente do modo como Hermione dizia seu nome  e não o sobrenome... O ar ao redor deles literalmente está carregado de tensão... Quando o Draco diz que ela é a mulher mais doce que ele conhece, puxa Maris... coraçãozinho derreteu aqui :)

Estou muuuuuito curiosa a respeito da situação da Astoria... eu espero que a verdade sobre os atos dela seja uma hora revelada... fico imaginando ao mesmo tempo não só a reação do nosso casal, mas da Daphne também... são nessas horas que a gente começa a se perguntar "e se"... acho que ela vai  fazer isso, afinal o que teria acontecido se ela realmente tivesse lutado pelo Draco? A Astoria teria parado com a exposição do namoro dos dois ou teria ainda sim ido tão longe? 


E ALIAS... que termino de capítulo foi esse?! suspense total !!! Eu quero muito ler o próximo capítulo !!


não me esqueci da tal cena ^^ do cap 6 hein....


# para qualquer leitor(a) que ver esse comentário um aviso: Lugar Comum pode ser prejudicial a saúde, risco de infarte, crises de ansiedade e possível depressão ao termino da fic...


bjoss Maris      

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por TAIANA TAVEIRA SILVA em 06/05/2013

Nãããããooooooo....
Porque acabar logo agora??
Maris que maldade, as minhas unhas roídas merecem respeito (fico tão ansiosa que não paro de roer unhas kk).
Eu amei este capítulo, mas será que Astoria morreu?
Fico na expectativa de Draco roubar logo um beijo de Hermione, será que esses dois não percbem que são perfeitos juntos. Mas entendo que enquanto a história de Astoria não finalizar nada vai acontecer, será que no próximo capítulo o amor vai falar mais alto? 

Só dia 20? Tem certeza?
Eu não vou aguentar de ansiedade rs.  

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Vênnice em 06/05/2013

Ele sorriu com a brincadeira e Hermione se perdeu em seu sorriso.

 
Quem não se perderia? Seu Draco é tão cordial e sensual ao mesmo tempo...

A história está cada vez melhor. Estas vozes importunando Astoria a ponto de ela pedir para Hermione degenerá-la de novo. Sinto que esta situação é insustentável para ela.

Gostei muito das partes em que Hermione refletiu sobre a vida de Draco, o porquê ele se transformou no homem que é.

Mais uma vez teve a sensação de que o peso da idade começava a se fazer presente naquele homem. Um homem que embora arrogante, havia sido marcado por histórias de horror em toda a sua trajetória.  Ela sentou também. Ele continuou.

O desespero dele em querer a cura da mulher foi de arrepiar.

Amo quando partes dos livros são inseridas na história e tenho que te dizer: ficou perfeito.

Aguardo por mais, como sempre...

Bjs flor! 

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por M R C em 05/05/2013

NÃÃÃAÃOOOOOO digo euuuu !! ao chegar no final dete capítulo sem saber o que ele viu !
é muita maldade para com sua leitora curiosa!! ahahahahahaha

coooomoooo assim ela quer degenerar de novo ? coitada, depois dessa fiquei com pena mesmo da Astoria pois essa atitude mostra o quanto de fato ela não aguenta mais a aituação =/

eu fico possessa que esses dois ainda estão tão distantes um do outro, ao mesmo tempo que já pensam constantemente neles mesmo como um affair!!!

amooo muito essa fic
e 15 dias é tempo deeeeeemaaais, mas serei forte e esperarei !

beijosss          

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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