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13. Decisões


Fic: Lost in paradise


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Capítulo XIII - Decisões


 


Tres dias. Três dias que não a via. Pra falar a verdade, três dias e duas noites. Voldemort andava em círculos dentro do escritório no escuro. Fazia frio, e estavam próximos do natal, mas pra ele, só o que existia era as preocupações com suas horcruxes, e... sim, ela mesmo. Bellatrix. Sempre ela! Ultimamente cada vez mais tinha necessidade dela. Não conseguia se concentrar direito se ela não estivesse presente, ali, do lado dele. Não conseguia. “Isso está saindo do controle,” pensou meio aflito, enquanto massageava as temporas, sentindo o início de uma terrível dor de cabeça. Diabos. Diabos, porque ela não aparece? O que tanto ela faz em casa, em companhia do idiota do lestrange?


“Chame-a, Tom” – Naguini disse de seu tapete de pelúcia negra, sem levantar a cabeça, enrolada.


“Não” ele respondeu, caminhando em direção da janela com as mãos nos bolsos, olhando a neve que começava a cair, deixando flocos no vidro, “Daqui a pouco Yaxley e Pio virão aqui para tratar dos últimos detalhes da tomada do ministério.”


“Ora, mas não precisa ser agora. Chame-a esta noite. Não sei porque, mas não gosto de lhe ver assim.” Disse naguini um tanto preocupada, Levantando um pouco a cabeça para ele. Ele sorriu levemente e caminhou em direção a ela, estendendo a mão e afagando sua cabeça. Em seguida voltou a sentar-se na grande e imponente cadeira atrás da mesa de madeira negra do escritório.  Pos os pés para o alto apoiando-os na mesa. Precisava relaxar e pensar...


“Analisou a ideia da nova horcrux?” continuou naguini voltando a deitar no tapete, descansando do almoço. Ultimamente estava caçando sozinha, e tinha acabado de devorar uma corça. Estava de estomago cheio.


“Ainda estou analisando... dei a ela a taça de Helga Hufl-Puf, para guardar no cofre dela no Gringotes...”


“Tom, isso pode ter sido um erro...”


“Ora por que?”


“Ela pode falhar, deixando alguém entrar no cofre e roubá-la, e o pior de tudo que nem seria totalmente culpada, Já que não tem como monitorar constantemente o cofre...”


“Se ela falhar será torturada como qualquer outro comensal meu. Mesmo que seja minha amante, não a pouparei do castigo. Mesmo que eu faça dela uma horcrux.” Disse o lorde e nesse momento ouviu batidas na porta. Yaxley e Pio haviam chegado.


-Milorde o Sr Yaxley...


-Pode deixá-los entrar rabicho – disse o lorde seco, massageando as temporas novamente, fazendo uma careta, enquanto tirava os pés da mesa imediatamente. A porta se abriu e os dois comensais entraram, fazendo uma reverencia. Rabicho ainda ficou com a porta aberta, querendo ouvir o assunto da reunião.


-Pode sair, Rabicho – ele disse e a porta fechou-se na cara do animago, enquanto o lorde olhava para os homens de pé a sua frente.


-Boa tarde milorde. – Yaxley se adiantou novamente fazendo a reverencia, enquanto Pio o acompanhava, educado.


-Boa tarde, cavalheiros. Sentem-se. – os dois homens sentaram nas cadeiras em frente á mesa e se entreolharam rapidamente.


-Então... quando  vamos por em prática o nosso plano?


-Será na noite de natal – disse Pio, olhando de Yaxley para o lorde – ele estará sozinho em casa, a família inteira sairá, indo a casa de um parente em Hogsmeade. Ele não poderá ir, pois está as voltas com os trabalhos acumulados do ministério. Será a oportunidade perfeita – Pio completou com um leve sorriso maldoso e assassino, olhando o lorde.


-O que o Sr acha, milorde? – Yaxley o olhou indagativo, enquanto o lorde se levantava do encosto da poltrona, olhando o vazio, pensando.


-Bem... ele estará sozinho...  – ele apoiou os cotovelos na mesa inclinando-se e juntando as pontas dos dedos, num gesto característico.


-Excelente, Yaxley, excelente... – disse o lorde olhando para o loiro, que em seguida abriu um sorriso de pura maldade assassina. Recebeu o mesmo sorriso de volta do lorde, que fez um muxoxo, pensativo, em seguida olhando para a mesa.


-Mas quem irá na missão, para dar o apoio necessário? – ele perguntou, mas parecendo não esperar a resposta, como se perguntasse a si mesmo. Nesse instante seu semblante se desfigurou horrívelmente. Uma expressão de dor tomou conta do rosto dele e ele se levantou bruscamente, quase derrubando a mesa a sua frente. Os dois homens se assustaram com aquilo e se entreolharam apavorados sem saber o que fazer, levantando-se e pensando que alguma coisa aconteceu com uma horcrux dele. olharam para ele estarrecidos.


-Milorde? Milorde o senhor está bem? – Yaxley se adiantou, estendendo uma mão para tocá-lo e ampará-lo, mas o lorde se recompôs rapidamente, e a mão de Yaxley ficou no ar, sem tocar no lorde. Recolheu a mão em seguida apavorado, porque o rosto do lorde estava sombrio e mórbido, e seu olhar profundamente frio. Em seguida ouviram um estalo de aparatação, e olharam em direção a porta. Snape aparatou do lado de dentro, ofegante.


-Milorde! Milorde, Dumbledore acaba de destruir seu anel, o anel de Marvolo Gaunt, a segunda horcrux...- Snape disse tudo de uma vez só, enquanto curvava-se em uma reverencia para o lorde, ofegante. O olhar do lorde ficou insustentável de tanto ódio assassino contra o diretor, enquanto seus lábios curvaram-se discretamente num sorriso de desdém.


-Ele tentou colocar o anel? – o lorde olhou para Snape ainda com o sorriso maldoso instalado no canto dos lábios, sob o olhar estarrecido dos outros dois homens, ainda presentes na sala.


-Sim ele tentou, e eu vi no mesmo instante a mão dele enegrecer, mas ele rapidamente pegou a espada de Griffindor e golpeou o anel, que foi quebrado no meio, de onde saiu uma fumaça poderosa de magia negra. Antes que o feitiço se espalhasse, eu rapidamente dei uma poção para ele tomar, que irá restringir o feitiço a mão dele  por um tempo...


-Quanto tempo? – disse o lorde sorrindo ainda mais maléfico, fazendo os outros dois homens sorrirem também, finalmente entendendo tudo. – mais ou menos um ano – disse Snape, com um sorriso breve de canto, tão maligno quanto o lorde.


-é o prazo perfeito. – disse o lorde – ele pensa que está acabando comigo, mas eu acabarei com ele primeiro. Hunf, ele não perde por esperar... não perde mesmo. -  disse o lorde ainda sustentando a expressão maldosa e assassina no rosto, enquanto sentava-se novamente, como se nada tivesse acontecido. No entanto, pareceu ligeiramente mais magro e com o semblante mais abatido, mas não menos forte. Girou levemente a cadeira de um lado e para o outro recostando-se e unindo novamente as pontas dos dedos, olhando para os três homens a frente dele de pé.


-Marque uma reunião para esta noite, com todos os comensais, Severus. Avise a todos;  inclusive, Yaxley e Pio, ajudem-no a avisar aos outros. Quero todos presentes para acertarmos os detalhes sobre quem irá na missão do assassinato do ministro, e para arquitetarmos um plano para a morte do velho. – o lorde disse, olhando para os três, que confirmaram em seguida.


-Milorde, também tenho que informá-lo a respeito de um menino chamado Credrico Diggory, que está cada vez mais juntando aliados dentro do castelo, formando um pequeno  exército autodenominado “Armada de Dumbledore”. Ele está treinando secretamente os alunos na Sala Precisa, mesmo diante do Regime Inquisidor imposto pela nova professora de DCAT, a mulher do ministro, Dolores Umbridge...


-Durante a reunião você me conta os detalhes Severus. Por hora gostaria que você fosse e avisasse aos outros de nosso encontro hoje a noite.  – ele disse levantando-se – estão dispensados.


-É claro, milorde – disseram os três ao mesmo tempo entreolhando-se. Em seguida curvaram se em reverencia ao lorde alternadamente, saindo pela porta em seguida. Assim que o lorde se viu só, desabou na cadeira, exausto. Estava sustentando a postura e a mascara de poder diante dos três comensais, mas a destruição do Anel, a segunda horcrux, tinha deixado ele com um profundo cansaço e uma sensação de fraqueza. Precisava dormir, descansar... sentia falta de Bella nesse momento. Desencostou-se da cadeira e pegou um pergaminho, umedecendo a pena negra na tinta do tinteiro, e escrevendo um pequeno bilhete para avisar Bellatrix da reunião.


 


  Bellatrix,


Gostaria de avisá-la que haverá uma reunião para todos os comensais hoje a noite, você sabe onde, as sete horas. É indispensável a sua presença e de seu marido. Aguardo sua chegada.


Atenciosamente,


               Você sabe Quem.


 


“Agora tenho motivos para chamá-la” o lorde pensou com um pequeno sorriso malicioso, enquanto dobrava rapidamente o pedaço de pergaminho, em seguida selando-o com cera de vela negra, com a marca de caveira em cima. Levantou-se e dirigiu-se a janela, abrindo-a e deixando o vento gelado do inverno entrar, junto com alguns flocos de neve. Imediatamente apareceu uma coruja assombrosamente  grande, mas com as penas negras e lustrosas, parecendo um corvo ou uma águia negra. Pousou no parapeito da janela enquanto estendia o pé para o lorde, que prendeu com uma fita de seda negra o pergaminho bem enrolado em sua perna e murmurou “Mansão Lestrange”, fazendo a coruja grande e sombria bater as asas e alçar voo, em direção a casa de Bellatrix. O lorde não fechou a janela, recostando-se no parapeito e enfiando as mãos nos bolsos sob o paletó, olhando a coruja sumir no meio da tempestade de neve que caía lá fora, insistentemente. Quando a coruja finalmente sumiu, ele suspirou e entrou para dentro, fechando a janela e interrompendo a entrada do vento gelado que enchia o escritório. Andou em direção da poltrona verde-escuro, em frente á lareira. Sentou-se e abriu o botão do paletó, cansado. A cabeça ainda doía horrívelmente.


“E agora Tom? Vai fazer dela a sétima horcrux?” ele ouviu o sibilo baixo da cobra, que estava um tanto preocupada com ele. Ele sabia exatamente por que. Soltou um suspiro, ao olhar para o fogo.


“Terei mesmo que fazer isso, não terei? Preciso... não irei morrer. não mesmo.” Ele disse baixo e aflito, sem tirar os olhos do fogo.


“Ela se tornará mais forte, receberá diretamente do seu poder. Nunca mais será uma simples comensal...”


“Eu sei. Por isso hesitei tanto...” ele disse soltando outro suspiro. Tinha que tomar uma poção analgésica, a cabeça latejava de dor.


“A partir dessa noite ela será inteiramente minha. tomarei sua própria alma para mim. Será como se fossemos um só. Isso é um pouco atemorizante, pois sei que ela me ama...” Ele pensou, preocupado. Será que passaria a sentir amor? Sentiu foi medo, exatamente do que poderia passar a sentir ao tomar a alma dela literalmente para si. “Mas eu a controlarei.” Pensou, mais confiante, “Sou infinitamente mais forte” ele concluiu, sorrindo de canto, maldoso.


“Sim, infinitamente mais. Mas será que a controlará mesmo, Tom?” a cobra sibilou, lendo todos os pensamentos dele, que afinal eles partilhavam, já que Naguini era uma horcrux.


“Ela já é minha, será fácil, e ela nem precisará saber. Tomarei a alma dela para mim, serei mais forte e poderoso ainda...” ele pensou abrindo ainda mais o sorriso maligno no rosto.


“E eu a controlarei totalmente. Se vier a amá-la, não haverá problema, por que na verdade estarei amando a mim mesmo.” Ele disse para a cobra ainda mais alto, tomado pela sensação de orgulho e poder que teria sobre a alma e a magia dela. Com isso até a dor de cabeça diminuiu, pois sua magia negra se acentuou poderosa, ao sentir que tomaria posse literalmente da alma de alguém.


“É você tem razão, Tom. Será magnífico...” a cobra sibilou de volta maldosamente, olhando diretamente para ele. Se pudesse sorrir, naguini estaria sorrindo malignamente agora...


 


[...]


 


-Rodolfo? – Bellatrix chamou o marido, na direção do quarto. Estava recostada na janela da sala, de onde acabara de ver a grande e imponente coruja do lorde chegar e estender a perna na direção dela, entregando o pequeno pergaminho enrolado, com o selo de cera negra, selado com a caveira do lorde das trevas. Seu coração deu um salto ao abrir rapidamente o pergaminho, reconhecendo a letra  imponente e elegante do lorde, informando-a da reunião que aconteceria dali a algumas horas em sua casa. Sorriu ao lembrar-se da última vez em que se encontraram, mais ou menos três dias atrás, depois de eles irem ao banco Gringotes guardar a horcrux do mestre. Foi uma coisa tão nova que eles haviam feito... o Próprio Rodolfo tinha sugerido a idéia, tentando atingi-la, mas no entanto acabou contribuindo para a noite de prazer mais dolorosa de toda sua vida, quando ele a tomara como nenhum outro homem havia tomado antes, deixando-a ainda mais entregue e dependente dele... Bellatrix ria sozinha ao lembrar-se das sensações deliciosas que sentiu, a dor maravilhosa dele a invadindo... parecia que ele tinha tirado sua virgindade. Nunca mais iria se esquecer...


-Fala, Bella – disse Rodolfo sonolento com os dedos esfregando os olhos, tinha acabado de acordar. Vestia um pijama azul-marinho, e os cabelos estavam bagunçados. Olhou para ela irônico.


-O lorde convocou uma reunião para esta noite – ela disse com o rosto iluminado, olhando para ele – será as sete da noite – ela continuou e em seguida deu um salto – Que horas são? – perguntou sobressaltada, pensando na roupa que vestiria naquela noite de inverno, fazia muito frio lá fora.


-Cinco da tarde. Porque? – Rodolfo disse falsamente inocente – Ah, já sei...  vai começar a se arrumar, não é? Para o seu “namorido” – falou Rodolfo com desgosto e ironia na voz, abaixando a cabeça, amargurado.


-Rodolfo, já te disse pra me esquecer... nunca serei sua. Você sabe disso, Rodolfo! Naquele dia o lorde ficou com tanto ódio de você por causa das coisas que voce falou indo para o cofre, que eu senti uma angústia terrível, Rodolfo! Se você continuar com isso, você vai morrer, ele mesmo vai matá-lo, e eu, sinceramente vou gostar, não suporto essa sua obssessão por mim – ela disse com desprezo, olhando pra ele. Ele se virou e afastou-se em direção da janela pensativo e um tanto triste, enquanto olhava a neve cair lentamente lá fora.


-E você sabia que ele estava lá e nem me avisou... hum, você e ele parecem a mesma pessoa. Não te reconheço mais, Bellatrix – ele disse sem olhar para ela, ainda com os olhos fixos lá fora – deixou ele me aterrorizar... divertiu-se com meu pavor...


-Ora, Rodolfo, não seja tolo e infantil. Ele estava lá, foi comigo porque quis, e sinceramente eu adorei, ele me faz sentir tão segura... eu o amo Rodolfo, será que você não entende? Eu entreguei minha vida a ele, sou dele, somente dele. Se ele quiser me matar eu deixaria prontamente, porque minha vida é inteiramente dele...


-Bellatrix, todos nós quando adquirimos a marca entregamos a vida para ele. Mas você parece entregar-se muito mais, numa espécie de obssessão doentia, como se ele fosse um deus, só que ele não é, Bellatrix. Ele é um homem. Ele é muito poderoso e maligno, mas é um homem, não passa de um homem e...


-Cale-se Rodolfo. Mais uma palavra e eu vou torturá-lo. Como você ousa falar dele desse jeito, como se ele fosse igual a você? voce não é porcaria nenhuma, você é menos do que nada, e ainda tem a ousadia de blasfemar contra ele, seu imbecil. Você ainda vai pagar por essa sua insolência, Rodolfo. Na verdade você é ridículo. Eu ri mesmo de você, correndo feito um covarde frouxo, das ilusões do lorde...


-Cale-se você Bellatrix – disse Rodolfo baixo, em tom letal. Ela o estava provocando, rindo dele, achando-o um idiota? Ah ela ainda iria pagar por isso, ah se iria... – você não tem o direito de falar comigo assim, bellinha. Você não passa de uma puta de luxo para ele. Hunf, um pedaço de carne; ele te come, te usa até não querer mais e quando enjoar ele te joga fora. Você pode pensar que é a preferida dele, mas você não é nada, na verdade é menos que nada, uma prostituta suja...


Bellatrix  sacou a varinha rapidamente e apontou para ele, e ele sacou a dele também, em posição de defesa. Em seguida lembrou das palavras de Narcisa dizendo  que o lorde não permite brigas entre seus comensais. Seria muito pior para ela começar um duelo mortal com Rodolfo. Era melhor deixar o lorde resolver isso, e ela assistir “de camarote” a tortura dele, feita diretamente pelo lorde, em vez de se arriscar... pensou nisso enquanto abaixava a varinha com um sorriso irônico e arrogante, olhando-o de cima.


-Não vale a pena. – Bella o olhava como se ele fosse um verme – hunf, não vale mesmo a pena lutar com você. Vou deixar isso para o meu lorde  - ela disse dando ênfase a palavra ‘meu’ querendo dizer que o lorde era dela. Riu-se debochada e se afastou subindo as escadas em direção do quarto, para tomar banho e vestir-se para a reunião.


-Voce é louca em pensar que o lorde é seu, Bellatrix, hahaha!... você acha mesmo que ele é seu? Ora Bellatrix não seja idiota! – Rodolfo aumentava aos poucos o tom de voz a medida que ela se afastava, seguindo-a com o olhar – ele vai te descartar na primeira oportunidade bellinha, e você ainda vai voltar rastejando aos meus pés, ouviu bem? Rastejando!!!  - ele gritou, mas Bellatrix não ouvia mais,  pois já entrara para dentro do quarto, preparando-se para tomar banho...

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