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4. Aquela noite


Fic: Singelos Contos Eróticos: Ainda Mais


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Cansado, mais uma vez. Dumbledore terminou a reunião com ele e o liberou para um pouco de sossego, descanso.


- Tem comida na cozinha, Severo, deve estar com fome.


E estava. Essas missões acabavam com ele. Passou uma mão pelos cabelos negros, tirando-os dos olhos, e se dirigiu à cozinha da grande e escura casa. Odiava aquela mansão quase tanto quanto odiava seu dono, Sirius Black. Mas podia se contentar com a infelicidade dele. Deu um sorrisinho. Não era sádico, tinha seus motivos. Tinha seus motivos para tudo que fazia.


Entrou na cozinha em silêncio, a capa esvoaçando atrás de si. Então parou, subitamente desconcertado. De costas para ele, metida numa camisola leve e curta, estava uma garota de cabelos ruivos muito compridos. Suas pernas pálidas escapavam pela saia distraidamente, e a menina mexia em algo sobre o balcão da pia.


Foi como se uma centelha se espalhasse pelo corpo magro de Severo Snape.


Já havia reparado nela, de fato, reparado muito bem. Mas aquele momento era diferente. Naquela hora, era só ele e ela (numa camisola de alcinhas branca, quase transparente). Por Merlim, havia ficado uma moça e tanto!


Estava a admirá-la quando Gina se virou, tomando um susto. A xícara de chá em sua mão entornou, molhando o chão e queimando de leve seus dedos. Ele deu um sorriso quase imperceptível e caminhou até ela. Secou o chão com um feitiço e pôs a xícara em cima da mesa. Pegou delicadamente os dedos claros, sentindo uma onda de choque e excitação sacudir seu corpo. Secou-os também, e foi só com muito custo que conseguiu soltá-los.


Gina percebeu os olhos dele ao tocá-la, o leve tremor na mão ao sentir os dedos da garota. Mas ela não disse nada, e o olhou, curiosa. Será que...?


Admirou-o de perto, nos curtos segundos em que se tocaram. Seus olhos eram profundos, muito profundos. E também tristes. Por um momento, perguntou-se como Sirius e Tiago teriam tido coragem para zombar daquele homem tão sério.


- Bem, senhorita Weasley... - ele tentou começar no tradicional tom frio e monótono, mas sua voz morreu quando ela inclinou a cabeça para o lado, um olhar de curiosidade. - Creio que deva ir dormir – Snape reassumiu, lançando um olhar para a xícara em cima da mesa.


Não podia fitá-la por muito tempo. Aqueles cabelos flamejantes o enlouqueciam. A camisola deixava ver o contorno dos seios pequenos e delicados, empinados, e, se o homem os olhasse por mais um segundo sequer, ficaria excitado.


Quanto tempo fazia?


Meses... mais que ele gostaria, mas a vida de amargura e clausura em Hogwarts o mantinha longe das mulheres.


- Estou sem sono – a voz dela soou baixa, suave. - Chá?


Ela havia percebido o quanto ele era cheio de mistérios. Gina Weasley adorava mistérios.


- Não, vou comer e ir embora – ele foi um pouco seco. Mera tentativa de disfarçar o incômodo de tê-la por perto, pensou. Mas seria um incômodo mesmo?


Pegou um prato e foi até o fogão servir-se da deliciosa sopa de cebolas da senhora Weasley e de um pedaço de pão (embora ele jamais fosse admitir para ninguém que amava aquela sopa, jamais). Sentou-se na mesa e comeu em silêncio enquanto a menina fazia mais chá. Ela se sentou à sua frente. Ficaram em silêncio por alguns instantes...


- Então... alguma missão importante da Ordem? - Olhos na colher que mexia o líquido da xícara.


- Nada de sua conta, Weasley.


Ele se sentiu triste ao dizer isso, mas teria que afastá-la como fazia com tantas outras pessoas. Afastá-la porque a presença da garota turvava sua mente.


- Não vai funcionar, Snape – um tom casual, como se estivesse comentando o tempo.


Funcionar?


- Não sei o que a senhorita quer dizer.


- Quero dizer – ela começou, encarando-o com muita paciência – que não vai funcionar ser grosso comigo.


Hmm...


- Devo lembrá-la – ele se controlou – que, mesmo fora da escola, não há informalidade entre nós.


- Ora, Snape, deixa de ser escorregadio e só converse comigo, tá bom? Não vai te matar e eu juro que não conto pra ninguém.


Ela sorriu. Que sorriso lindo!


Por algum instante, ele olhou para o prato vazio e, sem saber o que fazer, meteu um pedaço de pão na boca. Não era o tipo de pessoa que se rendia facilmente, e muito menos que desabafasse. Mas o que agora? Ser gentil só a traria perto por uma fração de segundo, logo o ano letivo começaria e ele seria tratado como inimigo.


- Senhorita Weasley, nunca fomos amigos, portanto não temos o que conversar.


Tão formal! Gina queria entendê-lo, queria que ele dissesse o que o fazia ser tão rude com todos. Queria saber porque ele era triste.


O professor se levantou para colocar o prato na pia, então olhou novamente para a panela de sopa e ficou em dúvida. Pegou mais um pouquinho e se sentou novamente.


- Se você não fala, eu tenho que adivinhar – a garota inclinou novamente a cabeça para o lado. - Você gosta da sopa.


- Não.


Automático.


- Gosta sim, mentiroso.


Ele levantou o olhar e estreitou as pálpebras.


- Há algo que me deve e se chama respeito.


- Você mesmo disse que não estamos na escola, portanto não te devo nada. Qual o problema? Eu contornei suas defesas?


Ele jogou a colher no prato fundo.


- A sopa não é tão má, se faz mesmo questão de saber, agora com licença.


Novamente se levantando. Sim, agora estava tudo perdido, para os dois: Gina iria perder seu objeto de estudo e Snape sentia-se irritado consigo mesmo por falar demais. Mas queria ficar, porque ela era curiosa e esperta e ele gostava disso.


Deixou o prato dentro da pia e ela se levantou para colocar a xícara para lavar. Seus braços se esbarraram quando ficaram lado a lado e, mesmo que não quisessem, seus olhos se encontraram.


Snape perdeu parte da noção de tempo, espaço e perigo. Tirou uma mecha de cabelo vermelho do rosto da garota e levantou um pouco o queixo dela com os dedos. Como ela não fizesse nada para pará-lo, ele a beijou. No primeiro segundo, pôde sentir a surpresa dela, a indecisão. Todavia ela lenta e relutantemente se rendeu. Talvez o beijo dele fosse melhor sem a sopa de cebolas, ela pensaria mais tarde.


O homem a enlaçou pela cintura, forte e desejoso, inconsciente de qualquer coisa. Estava excitado e isso era perigoso. Gina tentava sugar-lhe os segredos todos, revelá-lo.


Porém um estralo na escada fez com que os dois tomassem dimensão do que faziam. Soltaram-se num átimo, faces vermelhas, assustados e ofegantes. Bichento apareceu na porta da cozinha e foi se esfregar nas pernas de Gina, tentando ganhar um pouco de comida enquanto ela punha uma mão na cabeça, confusa.


- Não sairá dessa cozinha – Snape sussurrou, tentando reassumir o tom sério, apesar do volume acusador entre suas pernas.


- Não, nem aconteceu – a garota murmurou, alisando os cabelos.


Mas havia acontecido.


 


Quando Snape aparatou para sua casa, sentia-se a bactéria da merda de cachorro na calçada fedorenta de um bairro qualquer. A visão de Ginevra Weasley (Weasley!) não lhe deixou dormir. Outra ruiva, outra ruiva que o tirava do sério, o fazia esquecer tudo e mergulhar no seu sorriso. Mas os olhos dela eram castanhos, e não verdes, como da última vez. Castanhos e intensos como avelãs cobertas de orvalho.


Deitou na cama e se cobriu com o cobertor sujo. O gosto dela estava em sua boca ainda: mate com um toque de gengibre. Sentiu um arrepio percorrer sua espinha ao se lembrar do beijo. Era tão quente e os lábios dela eram tão macios que não podia esquecer. Sentiu seu coração disparar e seu pênis lentamente se enrijecer.


Por que ela ali na cozinha? Ainda teriam mais quatro anos de dolorosa convivência. Agora tudo parecia diferente. Gina havia deixado de ser a aluna bonita da Grifinória para se tornar o fantasma sexual na camisolinha branca que rondava pelos cantos escuros. A atração havia sido admitida, o que a tornava real.


Mas naquela noite, só restava uma coisa para devolver o sono ao homem de olhos tão misteriosos. Ele deixou sua mão escorregar para dentro da camisa e acariciar um pouco o próprio peito, enquanto fechava as pálpebras e pensava em Gina, em seu beijo.


O que teria acontecido se não fosse pelo gato na escada?


Seus dedos abaixaram o cós das cuecas e seu membro ficou nu sob o lençol. Com delicadeza, tocou-o na cabeça e massageou.


O que teria acontecido?


Sua mão se fechou sobre ele com força. Nada de delicadeza agora. Em sua mente, via Gina lhe abrindo as calças, um sorriso safado no rosto angelical.


O quê?


Mexeu sua mão para cima e para baixo, sentindo a primeira onda de prazer se espalhar pelo seu corpo. Via a garota deitada no chão da cozinha escura abrindo as pernas, seus seios balançando no ritmo que ele lhe aplicava.


O gozo veio rápido e duradouro. Apertou ainda mais se pênis ao sentir o líquido começar a escorrer, manchando o lençol. Soltou um gemido longo e baixo, e sorriu verdadeiramente pela primeira vez em muito tempo.


 


Quanto a Gina, desde aquela noite, ela soube que podia confiar em Snape. De alguma forma, aquele beijo foi um contrato. Ela sonhou com ele depois daquilo, e sabia que ele sonhava com ela. Não era um homem bonito, mas era enigmático e tinha seu charme. Quando acordava com o coração acelerado, sexo molhado, voltava a dormir rapidamente para tentar retornar àquele sonho com o homem de cabelos negros e gosto de sopa. Não se sentia culpada. Sonhos são sonhos, neles tudo é permitido.


 


***


 


NAs


Em primeiro lugar, respondendo aos comentários.


   nataaalia: que bom que gostou! Nossa, nem me ocorreu fazer do Rony o culpado, acredita? O Draco é escorregadio! :**


   Jhenny Lass: grata! E esse, caliente? Apelando para os casais inusitados agora haha. Beijos!


   Samantha_Manzke: grata também! Confesso que O Suspeito é um dos meus preferidos também, apesar de não ser fã de Dramione. E desse, o que achou? Beijão!


Pessoas, agradeço a quem lê essa fic. Confesso que esses dias fiquei curiosa com a imagem que vocês fazem de mim, let me know se pensarem em algo interessante.


Aliás, devo dizer que esse conto foi uma variação de uma fic que escrevi para um desafio de escritores com o tema de casais que não estavam na série. A fic original é em um universo alternativo faroeste, dêem uma olhada, se chama "O Mal mais próximo" e tem um fim bem diferente desse conto: http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=44409


Até a próxima, bonitos, e não esqueçam os comentários e votos. Beijos, L.W.

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Comentários: 6

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 10/12/2013

Amei muito o cap! Nossa! Balde de água com gelo plis!

Nota: 5

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Enviado por Viola Psique Black em 07/07/2013

Haha adorei!! Aquela Noite é fantástico!

Merecia uma continuação...

Eu leria... xD

Parabéns novamente! Escreves muito bem!

Nota: 5

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Enviado por Aylane Cristina Macedo em 13/10/2012

A Gina sempre foi soltinha, né? kkkkkkkk

Adorei a fic! Parabéns 

Nota: 5

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Enviado por Samantha_Manzke em 09/10/2012

Uau!! O que foi esse conto hein?! Totalmente imprevisivel e chocante! Olha, você esta surpreendendo sempre viu, adorei! Gosto do seu jeito de escrever e expressar os acontecimentos. Beijos! Atualiza logo!

Nota: 5

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Enviado por Violettaa em 07/10/2012

Nossa perfeito wow... Adorei diferente e surpreendente...Aguardo o próximo Beijo, beijo ^_~

Nota: 5

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Enviado por Nikki W. Malfoy em 07/10/2012

Ai sim, essa eu gotei, shauhsauhsaushau
Bem que vc podia terminar a primeira com o Sirius e a santinha que no momento não lembro o nome... ushausuahsuahsua.
Já estou ansiiosa para a proxima!  

Nota: 5

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