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47. Capítulo 46


Fic: Tudo por Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione colocou uma assadeira com bolachas dentro do forno e levantou a vista surpreendida para ouvir que o porteiro eletrônico da entrada começava a soar com insistência. Secou as mãos em uma toalha e atendeu.


— Sim?


— Falo com a senhorita Granger?


— Quem é? — Perguntou Hermione .


— Dino Thomas — replicou impaciente a voz do homem. — Gina Weasley está aí com você?


— Senhor Thomas — respondeu Hermione com tom sombrio —, são sete e meia da manhã! Gina e eu ainda estamos com a camisola. Por favor, vá embora e volte em uma hora decente e civilizada, digamos às onze. Eu pensava que o FBI ensinava melhores maneiras a seus agentes — adicionou. Mas ficou olhando o telefone surpreendida ao ouvir a gargalhada de seu interlocutor.


— Pouco civilizado ou não, devo insistir em ver a Gi... A senhorita Weasley.


— E se me nego a lhe abrir o portão? — Perguntou Hermione com teimosia.


— Nesse caso não me restará mais remedeio que fazer voar a fechadura com meu revólver de serviço.


— Se fizer isso — respondeu Hermione irritada, enquanto apertava o botão para abrir —, aconselho que mantenha esse revólver carregado, porque duas das escopetas de meu pai estarão apontando para você quando chegar na casa.


Cortando toda possibilidade de resposta, Hermione soltou o botão do porteiro eletrônico e se encaminhou com rapidez à biblioteca, onde encontrou Gina, instalada em uma poltrona, olhando o noticiário da manhã. Na tela projetavam uma fotografia de Harry Potter e a expressão de ternura e de saudade de Gina, emocionou Hermione.


— Harry está bem? — Perguntou.


— Eles não têm a menor ideia de seu paradeiro — respondeu Gina com evidente satisfação. — Tampouco sabem se eu fui ou não cúmplice. A sensação que eles têm é de que meu silêncio, junto com o silêncio do FBI, é uma admissão de culpa. Posso dar uma mão com as omeletes?


— Sim — respondeu alegremente Hermione —, embora deva advertí-la que temos uma visita inesperada e inoportuna que provavelmente tomará o café da manhã conosco. E sua grosseria é tal, que não temos por que nos pentear nem nos vestir para recebê-lo — disse quando Gina olhou preocupada sua larga camisola amarela.


— Quem é?


— Dino Thomas. A propósito, aviso que ele pensa em você como "Gina". Escapou-lhe quando falávamos pelo porteiro eletrônico, embora logo tentou dissimular.


A longa conversa mantida na noite anterior com sua amiga, junto com várias horas de sono, tinham restaurado as forças e o ânimo de Gina.


— Eu abrirei — disse quando ouviu soar o timbre da companhia. Com muito pouca cerimônia, Gina abriu a porta de um puxão, mas retrocedeu surpreendida ao ver que Dino Thomas levantava os braços.


— Não dispare, por favor!


— Que ideia tão encantadora! — Replicou Gina, contendo um sorriso ante o senso de humor desse homem. — Entregue-me sua arma.


Thomas sorriu, observando, o cabelo ruivo de Gina que lhe caía sobre os ombros, seus olhos resplandecentes e seu suave sorriso.


— Uma noite de paz e tranquilidade parece ter feito muitíssimo bem a você — comentou, mas em seguida franziu a sobrancelha com gesto sério. — Entretanto a peço que não volte a desaparecer assim. Já disse que quero saber todo o tempo onde está.


Aliviada pelo que acabava de ver na televisão, que demonstrava que Harry seguia a salvo, Gina aceitou a reprimenda sem protestar.


— Veio me prender ou me desafiar? — Interrogou com tom alegre, porque sabia que não a prenderia.


— Por quê? Quebrou alguma lei? — Perguntou Thomas no momento em que entravam na cozinha.


— Pensa ficar e tomar café da manhã conosco? — Perguntou Gina, evasiva, encaminhando-se para o balcão.


Dino Thomas olhou alternadamente para Hermione, que nesse momento partia ovos em um recipiente, e para Gina, que se preparava para cortar uma pimenta verde. As duas estavam sem se maquiar, de pijama e com o cabelo ainda revolto. Estavam lindas, com um aspecto inocente e encantador.


— Estou convidado? — Perguntou a Gina, sorrindo.


Colocou nele o olhar de olhos azuis, como se tentasse ver além de sua pele e dentro de sua alma, e de repente Thomas lamentou que em seu interior não houvesse mais bondade e coisas boas para ver.


— Quer que o convidemos?


— Sim.


Então Gina sorriu. Foi o primeiro sorriso autêntico e distendido que lhe tinha dedicado, e era tão radiante que apressou o ritmo cardíaco do homem do FBI.


— Nesse caso — disse Gina —, vá sentando-se enquanto nós preparamos uma de nossas famosas omeletes. Mas não se faça muitas ilusões, porque faz mais de um ano que não trabalhamos em equipe na cozinha.


Dino tirou o casaco e a gravata, desabotoou o botão superior da camisa e se instalou ante a mesa. Gina passou-lhe uma taça de café antes de voltar para suas tarefas. Thomas a observou em silêncio, escutando o bate-papo intranscendente das duas amigas, e teve a sensação de que, de algum jeito, acabava de ser admitido em um reino de paz, governado por fadas bonitas de cabelo emaranhado e largas vestimentas, que brincavam sobre acontecimentos passados e o fascinavam.


— Senhor Thomas — disse de repente Gina sem deixar de olhar o objeto pequeno e branco que estava picando.


— Me chame de Dino — pediu ele.


— Dino — se corrigiu Gina.


Thomas decididamente gostou de como soava seu nome na boca dela.


— Sim?


— Por que me olha fixamente?


Dino teve um sobressalto, sentiu-se culpado e disse o primeiro que passou por sua cabeça.


— Perguntava-me o que é isso que está picando.


— Refere-se a isto? — Perguntou ela, assinalando com o dedo o dente de alho que tinha sobre a tábua de picar. Mas ao fazer a pergunta levantou a cabeça e ele teve a sensação de ser um colegial que acabavam de pegar em uma mentira.


— Sim. Isso — mentiu. — O que é?


Ele a observou formar a palavra e pronunciá-la com enorme doçura.


— Cicuta.


— Graças a Deus! Temi que fosse alho!


A risada da Gina parecia música e quando suas gargalhadas cessaram, ambos sorriam.


— Tem um lindo sorriso — disse Dino em voz baixa enquanto ela seguia com sua tarefa.


— Justo o necessário para me salvar da perseguição do FBI, não acha?


O sorriso de Dino se apagou abruptamente.


— Potter se pôs em contato com você? É por isso que foi embora ontem de sua casa sem me avisar? É por isso que esta manhã mencionou duas vezes a possibilidade de que a prendamos?


Gina levantou os olhos para o céu e riu.


— Você tem uma imaginação galopante.


— Maldito seja! — Exclamou Dino, ficando de pé e aproximando-se ante de dar-se conta do que fazia. — Não ande com brincadeirinhas comigo, Gina! Quando fizer uma pergunta, quero uma resposta direta. — Olhou para Hermione por sobre o ombro. — Incomodaria-se em nos deixar sós? — Perguntou.


— Sim, é obvio que me incomodaria. Honestamente acha que Gina colaborou com a fuga da prisão desse homem? — Perguntou, indignada.


— Não — respondeu ele —, pelo menos até que ela me dê motivos para achar. Mas não estou completamente seguro de que não protegesse Potter de nós, se pudesse.


— Não pode prendê-la por algo que ainda não fez — disse Hermione com uma lógica irrefutável.


— Não tenho a menor intenção de prendê-la! Na realidade, fiz tudo o que está a meu alcance para que ninguém pense em fazer isso.


A voz sobressaltada de Gina o fez voltar a cabeça.


— Sério que fez isso? — Perguntou, surpreendida e cheia de gratidão.


Dino vacilou; a expressão desses olhos o desarmava.


— Sim — assentiu.


Durante um instante ela o olhou sorridente; depois olhou para Hermione.


— Cancelemos a cicuta! — Exclamou.


Dino não pôde menos que rir.


Esse café da manhã foi uma experiência deliciosa, pensou Dino levantando-se para servir-se de outro café, enquanto Hermione e Gina carregavam a louça. Tinha passado um momento muito agradável... E sabia exatamente por que. Quando Gina Weasley decidia que gostava de alguém, entregava-se de todo coração e sem reservas. No momento no que disse que tinha tentando fazer com que ninguém a prendesse, ela começou a tratá-lo com calidez, sorrindo quando ele falava e brincando quando ficava rígido ou se comportava como um agente do FBI. Nisso pensava quando se deu conta de que estava pedindo conselho, coisa que também resultou gratificante.


— Ontem — explicou — conversei com o senhor Filch, o diretor da escola onde trabalho, e ele achou bom que amanhã volte com minhas aulas, mas com a condição de que não sejam interrompidas pelos jornalistas. Hermione pensa que a única maneira de impedí-los é reunindo a todos para fazer uma declaração detalhada e formal do que aconteceu, e depois responder as perguntas que queiram me fazer. O que acha?


— Acredito que Hermione tem razão. Na realidade é uma das coisas que pensava sugerir esta manhã.


Gina abriu um armário para guardar a frigideira, sentindo uma enorme frustração com necessidade de defender-se ante o mundo.


— Não sabe como me incomoda a ideia de que uma quantidade de desconhecidos achem ter direito a receber explicações a respeito de algo que não tem nada que ver com eles.


— Eu entendo, mas só tem duas opções: enfrentar a imprensa agora e com suas próprias condições, ou permitir que sigam imprimindo situações danosas e perseguindo-a a todas partes aonde vá.


Gina vacilou, e por fim riu.


— Está bem, farei isso, mas advirto que preferiria enfrentar um pelotão de fuzilamento.


— Gostaria que estivesse ali para respaldá-la?


— Realmente faria isso por mim?


Se faria isso por ela? pensou Dino. Por ela, não só faria isso mas também estaria disposto a matar um dragão... A barbear a cabeça de um leão... A mover uma montanha. Por Deus! Até estaria disposto a enxugar uma frigideira!


— Considerando que a presença do FBI é, em parte, o motivo pelo qual a imprensa a persegue, é o mínimo que posso fazer.


— Não sei como agradecer — disse ela com simplicidade, tratando de não notar que, quando se mostrava encantador, Dino lembrava muito mais a Harry.


— E se me agradecesse comendo comigo na quarta-feira?


— Na quarta-feira? — Perguntou ela, surpreendida. — Ainda pensa estar aqui nesse dia?


O dragão que Dino pensava matar lhe cravou os dentes no traseiro, o leão rugiu de risada e a montanha se elevou ante ele, gigantesca e imóvel.


— Tente não demonstrar tanto entusiasmo — disse Dino.


— Não quis que soasse assim — disse ela, apoiando uma mão sobre a manga de Dino e pedindo desculpas com o olhar. — Falo sério. O que acontece é que... Que me parece odioso sentir que me espiam e me interrogam... Embora seja você que faça isso.


— Não lhe ocorreu que Potter talvez pense vir atrás de você, ou que sua vida pode estar em perigo? — Perguntou Dino, abrandado pela sinceridade da desculpa e mais ainda pelo gesto inconsciente de Gina . — Potter é um assassino, e você mesma admitiu não ter criado problemas para ele depois de que ele tentou salvar sua vida. E se decidir que sente falta do prazer de sua companhia? Ou da agradável segurança que você proporcionava sendo sua refém? Suponha que de repente decide que você já não é leal, e toma a decisão de vingar-se, assim como fez com sua mulher.


— Que disparate! — Respondeu Gina, balançando a cabeça ante um absurdo tão grande.


Nesse momento Dino desejou devotamente que Potter fizesse algum movimento contra Gina, para que ele pudesse salvá-la desse cretino e ao mesmo tempo demonstrar a ela que tinha razão. Por motivos que não conseguia compreender e menos ainda explicar, todo seu instinto lhe advertia que Potter tentaria procurá-la. Ou entraria em contato com ela. Por desgraça, Simas Finnigan estava em completo desacordo com isso e tinha uma explicação muito inquietante para os "instintos" de Dino. Afirmava que Dino estava tão fascinado com Gina que não podia acreditar que Potter não se apaixonou por ela.


— Bom, e o que me diz de sair para comer comigo na quarta-feira de noite? — Perguntou Dino.


— Não posso — respondeu Gina. — Nas quartas-feiras e sextas-feiras de noite dou aula para adultos.


— Está bem, então o que acha de quinta-feira?


— Parece-me bem — respondeu Gina, tentando ocultar o desagrado que lhe produzia saber que o FBI pensava continuar vigiando-a durante tanto tempo.


— Com respeito à conferência de imprensa — disse Hermione, recorrendo a Dino em busca de conselho. — Onde convém fazê-la, a que horas e quem devemos convidar?


— Qual é o edifício de maior capacidade do povoado? — Perguntou Dino.


— O auditório do colégio secundário — respondeu Gina sem vacilar.


Decidiram que a conferência de imprensa teria lugar às três da tarde. Hermione se ofereceu para falar com o diretor da escola secundária para que emprestasse o auditório e para chamar o prefeito, que se encarregaria de convidar a imprensa e fazer todos os acertos necessários.


— Chamem também Rony, o irmão de Gina — aconselhou Dino enquanto colocava o casaco. — Peçam que notifique a todo o escritório do xerife para que estejam ali e me ajudem a impedir que os jornalistas afoguem Gina. — Olhou para Gina e adicionou: — Por que não se veste e me permite levá-la de carro até sua casa? Assim terá tempo suficiente para fazer algumas notas antes de enfrentar ao mundo via satélite e imprensa escrita.


— Que maneira tão apavorante de dizer isso! — Exclamou Hermione.


— Não me parece nada apavorante — disse Gina, surpreendendo a todos, inclusive a si mesma. — É enfurecedor e também absurdo, mas não apavorante. Nego-me a permitir que a imprensa me aterrorize ou me intimide.


Dino sorriu com aprovação.


— Irei esquentar o motor do carro enquanto você se veste. Hermione — adicionou com um sorriso —, tenho que agradecer por esta manhã tão agradável e o café da manhã delicioso. Verei-a na conferência de imprensa.


Quando a porta da rua se fechou atrás dele, Hermione se voltou para Gina e disse sem rodeios:


— Se por acaso não se deu conta, Gina, este é um homem muito especial. E está louco por você. Isso é algo que salta à vista. — Piscou os olhos. — E dá a casualidade de que além disso é alto, moreno, bom rapaz e extremamente atraente...


— Não continue! — Interrompeu Gina. — Não quero escutar essas coisas.


— Por que não?


— Porque Thomas me lembra Harry — confessou com simplicidade. — Sempre me lembrou.


Tirou o avental de cozinha e se encaminhou ao vestíbulo.


— Existem algumas diferenças importantes entre os dois — assinalou Hermione, subindo a escada atrás dela. — Dino Thomas não é um criminoso, não é um prisioneiro fugitivo, e no lugar de tentar quebrar seu coração está fazendo todo o possível para protegê-la e ajudá-la.


— Já sei — suspirou Gina. — Tem razão em tudo o que acaba de dizer, com exceção de uma coisa: Harry não é um criminoso. E antes de que amanhã tire isso completamente da cabeça, tenho a intenção de me encarregar hoje de algo, via "satélite e imprensa escrita".


— E do que pensa se encarregar? — Perguntou Hermione, preocupada.


— Tenho a intenção de me assegurar de que o resto do mundo saiba que não acredito que ele tenha matado alguém. Talvez, se fizer um bom trabalho nessa conferência de imprensa, a opinião pública obrigue às autoridades a reabrir o caso!


Hermione a observou tirar a camisola.


— Seria capaz de fazer isso por ele, apesar de como a tratou e de como a feriu?


Gina sorriu e assentiu enfaticamente. Hermione se virou para ir embora, mas mudou de ideia.


— Se está decidida a se converter na porta-voz de Harry Potter, aconselho que tente estar o mais bonita possível. É injusto, mas muita gente se deixa levar mais pelo físico de uma mulher que pelo que diz.


— Obrigada — disse Gina. Estava tão decidida que não se sentia nada nervosa. Começou a analisar o que conviria usar. — Algum outro conselho?


Hermione balançou a cabeça.


— Estará maravilhosa, porque é algo que a importa e porque é sincera, e isso se notará em tudo o que faça e diga. Sempre se nota.


Gina mal a ouviu. Estava pensando em alguma estratégia para obter o que se propunha. Pensou na ideia de tratar o incidente — e aos meios — com certa frivolidade. Mas logo decidiu que seria melhor fazer um relato formal do incidente durante o qual trataria de suavizar a atitude da imprensa com Harry. Isso seria o melhor, seguida por uma atitude relaxada e sorridente quando começassem a fazer perguntas.


Sorridente. Segura. Relaxada.


Harry era o ator, e não ela, e não sabia como iria conseguir, mas de algum jeito encontraria uma forma.

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