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9. De Repente


Fic: Lost in paradise


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Capítulo IX – De Repente


 


Neve. Estava nevando naquela manhã de inverno, a primeira da estação na Inglaterra. Mas dentro da mansão Riddle, dois casais não sentiam frio. Eles dormiam abraçados...


Voldemort acordou. Em sua conciencia, não abriu os olhos imediatamente, dando-se conta que estava abraçado a Bellatrix. Ela dormia sobre seu peito. Olhou para baixo em seu rosto  viu seu semblante tranquilo. “Tão linda...”


Levantou os braços devagar para não acordá-la e se espreguiçou, bocejando demoradamente. Deu uma rápida olhada para a janela e viu que nevava. “O inverno chegou,” pensou. Mas ele nem sentia frio...


Cruzou os braços atrás da cabeça e olhou para o teto. “Que noite!” pensou com um suspiro. Havia comemorado com seus comensais a morte do menino da profecia. Ele mesmo havia matado, na verdade ele não, né, havia dado a naguini para devorar... ela ficou um bom tempo digerindo. Carne humana é mais deliciosa, mas bem mais pesada, difícil de ser digerida.


-Milorde?


-Bom dia, Bella.


-Está nevando?


-Sim. Primeiro dia de inverno...


-O senhor acordou agora?


-Porque? – ele perguntou, olhando para baixo em seus olhos – Porque sempre quando eu acordo o senhor não está mais na cama...


-é verdade. Mas a noite ontem foi tão boa que eu me demorei mais...- ele disse num meio sorriso enquanto afagava seus cabelos – o senhor gostou? – ela disse, abrindo um sorriso também – sim, Bella, muito...


Bellatrix sorriu. Ela sabia que era boa de cama, mas ouvir isso do lorde era muito bom, ergueu o rosto e lhe deu um beijo na boca, apaixonada. Ele fez menção de se levantar, e ela saiu de cima do peito dele, levantando-se também.


-é ótimo estar com você, Bella – ele disse passeando com o olhar pelo seu rosto, e afagando seus cabelos. Ela apenas o olhou em silencio, sorrindo de canto, meio tímida.


-Vou tomar um banho – ele disse levantando-se – não vai não... – ela disse, e antes dele se afastar, puxou-o  rapidamente pelo braço, e com um movimento ele voltou a deitar-se na cama. Olhou-a surpreso e meio divertido. ela Levantou-se rapidamente rindo e entrou dentro do banheiro, pegando a varinha, e com um floreio a banheira se encheu de água quente e sabão.


– Você pensa que é mais rápida do que eu, Bella? – ele disse chegando atrás dela rapidamente e a agarrando por trás, em seguida encostou-a na parede fria do banheiro rindo, fazendo-lhe cócegas. Ela ria, os dedos dele ágeis pelo abdome dela, ela se contorcendo entre gargalhadas.


-Tudo bem, milorde... o senhor venceu... pode tomar banho... – ela disse ofegante e rindo, enquanto ele parava de fazer-lhe cócegas, olhando-a  divertido. Eles estavam nus. Os cabelos dele estavam bagunçados e ela estava corada, ainda rindo. Olhou-o nos olhos, ele se aproximou.


-Como o senhor consegue ser tão lindo? - Ela disse num sussurro, e ele não respondeu;  sorriu-lhe e colou seu corpo sobre ela, beijando-a lentamente, a boca tomando a boca dela sensual, virando a cabeça a cada novo beijo, segurando seu queixo devagar. Ela adorou esse novo jeito dele de beijar e acompanhou-o, segurando em sua nuca e colocando os braços em volta de seu pescoço, encostada  na parede do banheiro. Os corpos quentes e nus, o beijo ganhado ritmo, as línguas se encontrando graciosamente...


-Mas agora eu não quero mais tomar banho sozinho; quero tomar junto com voce – ele disse partindo o beijo de repente, e erguendo-a pela cintura, a jogou dentro da banheira rindo alto; a água espirrou para todos os lados e ela soltou um grito, caindo na banheira. Quando ele entrou na banheira ao lado dela, mais água espirrou, e ela deu uma gargalhada, pondo a mão no rosto.


-Voce gosta de bagunça, garota – ele disse olhando-a falsamente sério,  – todo mundo lá em baixo vai escutar...


-Tô nem aí – ela falou subindo em cima dele, uma perna da cada lado, quase de joelhos. Ele sentiu a intimidade dela roçar em seu membro que rapidamente ficou ereto dentro da água quente. – oh mulher... – ele disse num suspiro, enquanto ela tomava a boca dele beijando-o daquele mesmo jeito, devagar, virando a cabeça a cada novo beijo, lambendo seus lábios vez por outra, fazendo-o entorpecer...


-Bella... temos que descer...


-Eu sei... espera só um pouquinho... – ela disse entre beijos. Ao sentir que ele estava duro o suficiente, pegou o membro dele embaixo da água e sentou sobre ele com vontade, fazendo-o gemer e gemendo junto com ele longamente.


-Ahn... que delícia... – ele gemeu entre beijos, enquanto ela sorriu de encontro a boca dele gemendo. Ela começou a se remexer sobre ele, aumentando gradativamente o ritmo.


-Vamos perder o café...


-Mas eu já estou comendo... – ele murmurou, os olhos turvos de prazer - e a refeição é muito gostosa, na verdade deliciosa, um verdadeiro banquete...


-Hum... está gostando?


-Sim, e como...


Ela aumentou rapidamente o ritmo, subindo e descendo com força, até eles não aguentarem mais e serem arrebatados pela maravilhosa sensação do orgasmo ao mesmo tempo, gemendo alto. Então ela desabou em cima dele sentando, mas ele já tinha saído de dentro dela. Relaxaram em meio aos beijos delicados que trocavam, dentro da banheira. Àquela altura a água começava a esfriar.


-Hunf, que delícia...


-Foi ótimo... como sempre...


Nesse momento ouviram batidas na porta. Era rabicho.


-Milorde, desculpe, mas a sra Narcisa gostaria de saber se...


-Já estou descendo rabicho!


-Sim senhor...


O lorde parou de beijar o pescoço de Bellatrix e olhou em seus olhos.


-Tenho que descer. – ela olhou de volta e se levantou – tudo bem, estou saindo...


Eles se levantaram e terminaram de tomar banho. O lorde vestiu-se rapidamente e saiu, deixando Bella sozinha. Ela escovou os cabelos rapidamente e vestiu um vestido pouco acima dos joelhos, preto de couro. colocou meia-calça opaca preta,  fazia frio.  Calçou sapatos de salto médio, pretos, e desceu, decidida.


 -Bom dia... – ela disse chegando a sala de jantar, para o café da manhã. À cabeceira como sempre o lorde, conversando com Lúcio enquanto comia, educado. Do lado esquerdo, Snape e Lily comiam e murmuravam coisas, enquanto se olhavam de vez em quando, apaixonados. Narcisa ao lado de Lúcio e Rodolfo – o que ele ainda fazia aqui? – sentado ao lado da cadeira reservada para ela, do lado direito do lorde é claro.


-Bom dia... – Rodolfo disse baixo e arrastado, cheio de malícia na voz, correndo os olhos sobre o corpo dela, maldoso.  Bella olhou para ele com desprezo, ao mesmo tempo que o lorde lançou-lhe um olhar frio, fazendo-o encolher. Bella e o lorde se olharam rapidamente.


-Bom dia Bella! Dormiu bem? – disse Narcisa animada – você demorou para descer...


-É, eu preferi dormir até mais tarde... – ela disse olhando rapidamente para o lorde, que lhe lançou um olhar cúmplice de volta, um breve sorriso no canto dos lábios, malicioso. Ela não conseguiu deixar de fazer o mesmo, só que acabou abrindo demais o sorriso, tão feliz estava, por ter dormido com o lorde das trevas e acordado com ele; isso atraiu o olhar de todos na mesa, que entenderam imediatamente o motivo do “atraso” deles dois, sorrindo com malícia também e entreolhando-se.


-Mas agora estou com uma fome... – ela falou ao mesmo tempo em que o café surgiu á sua frente, torradas com geleia e café com leite. Também tinha todo tipo de comidas na mesa era só se servir...


-Faminta? Alguém gastou energia demais – Rodolfo falou baixo, encostando significativamente o  ombro no dela, sem tirar os olhos do próprio prato. De repente o lorde se levantou derrubando a cadeira para trás com um estrondo, lívido, com o rosto transtornado, como se estivesse levado uma facada. Em seguida seu rosto ficou sombrio, assustando todos á mesa.


-M-milorde, o senhor está bem?


-Levantem-se e preparem suas varinhas. AGORA!!!


Todos se levantaram imediatamente, e prepararam-se para duelar com as varinhas em punho. Em seguida, o lorde estendeu o braço e tocou a cabeça da caveira na marca rapidamente, então ouviram um estrondo na porta de entrada da sala.


-A Ordem da Fenix!!!


Todos aparataram para a entrada da casa num piscar de olhos; o lorde dois passos a frente deles. Logo atrás dele estava Bellatrix, olhando transtornada para a porta, pela qual entravam Olho-tonto Moody e seus amigos, Remus, Tonks e toda a “passarinhada” da Ordem da Fenix, prontos para atacar. Ouviu-se vários estalos de aparatação pela casa, os outros comensais chegavam rapidamente para ajudar. Do lado de fora, aurores cercavam a casa, mas na frente dela, protegendo-a, estavam mais comensais que chegavam voando como fumaça negra, e punham-se rodeando-a.


-Ora, ora,ora, Moody! Lupin, Tonks! – disse o lorde, ao mesmo tempo em que seu rosto se transformava rapidamente em sua aparência ofídica, com os olhos brilhando  vermelhos, a pele pálida, sem cabelos na cabeça, e fendas no lugar das narinas. O terno negro também sumiu, dando lugar as vestes negras como a noite, com as barras que pareciam vivas como serpentes em volta dos pés dele. Os olhos estavam profundos e assustadoramente sombrios. Havia um bom tempo que Bella não o tinha visto assim. De repente ele pareceu mais magro, como se tivesse definhado um pouco, mas ela não teve certeza.


-Do jeito como você reagiu rápido, deve ter sentido o que acabamos de fazer, não? Na verdade Dumbledore, que acabou de destruir seu diário, a segunda horcrux... a primeira, o anel de Marvolo Gaunt, ainda não conseguimos, mas é só uma questão de tempo... – disse olho-tonto, olhando-o irônico com seu olho-de-vidro.


-Sim, mas não importa. Precisará muito mais do que isso para me atingir, seu velho louco, muito mais, hahahahaha!... – o lorde riu desdenhoso enquanto olhava para ele friamente.


Bella e os comensais olharam-se rapidamente um tanto apreensivos. Eles estavam procurando as horcruxes do lorde? Merlin por isso o lorde se levantou tão transtornado daquele jeito!


-Oh mas não irá demorar, Voldemort, é só uma questão de tempo...


-Cale-se seu lobisomem  imundo! Como se atreve a dizer o nome dele com essa boca podre? – vociferou Bellatrix para Lupin com os olhos arregalados – você vai pagar agora!


Bellatrix olhou rapidamente para o lorde e ele com um gesto rápido da cabeça a consentiu, então ela deu um passo para frente num gesto extremamente rápido e apontou a varinha na direção de lupin e murmurou “crucio” ao mesmo tempo em que ele caiu no chão, contorcendo-se em agonia. Ela soltou uma gargalhada sádica lançando um olhar maníaco para o homem sendo torturado. Nesse instante, todos na sala começaram a duelar. Olho-tonto lançou um feitiço na direção do lorde que rapidamente repeliu com um movimento da mão; Tonks e Snape lutavam ferozmente, e Narcisa viu lívida sua irmã Andrômeda sair do meio dos aliados da ordem e correr em sua direção com a varinha pronta para o ataque. Ela lançou um expelhiarmus, mas Narcisa se defendeu com um protego, imediatamente.


-Andromeda, como você ousa! Como se atreve entrar aqui para nos atacar, traíra desgraçada!


-Ora cale-se! Traidora é você, se unindo a comensais da morte, matando e torturando gente inocente! Como você consegue, narcisa!


Nesse momento ela olhou rapidamente para o lado e viu Lilian em seu vestido preto, com o olhar mais apavorado que ela já tinha visto, sem saber o que fazer; escondia-se discretamente atrás de Snape, que a protegia, duelando com Tonks.


-Lilian! Você está viva! – ela gritou ao mesmo tempo em que Sirius entrava na casa e olhava justamente para o lado de onde tinha vindo o grito. Seguiu naquela direção quase voando e deu com Snape protegendo Lilian enquanto duelava com Tonks.


-Lilian! Eles estão te torturando? Sai daí agora!


De repente Lilian saiu detrás de Snape e ele olhou-a meio assustado, mas ela devolveu o olhar bastante sombrio, decidido.


-Eu vou mostrar para eles...


-Vá. – ele disse sem deixar de duelar com Tonks – eu confio em você – ele olhou-a confirmando que ela poderia duelar.


-Ora cale-se Sirius. voce não passa de um frouxo. Me deixou lá para morrer...- ela disse olhando-o friamente, sacudindo a varinha e em seguida mandou um estupefaça, mas ele bloqueou, mandando um expelhiarmus de volta, que foi bloqueado por ela também...


-Lilian, eu não te abandonei! Alguém denunciou a localização de vocês, eu não sabia! – ele disse defendendo-se de mais feitiços que ela lhe mandava rapidamente.


-Não importa! O único que importa pra mim agora é Severus! – ela gritou transtornada, mandando mais feitiços na direção de Sírius, que começou a se defender com mais dificuldade. Snape não pode deixar de sorrir discretamente quando a ouviu dizer isso. Nunca se sentiu tão feliz em ouvir isso da boca dela naquele momento.


-Lilian, você... como você conseguiu fazer isso com Thiago? Como você conseguiu fazer isso com o Harry!!!


-Ora Sirius não seja idiota! Você acha mesmo que eu amava James mais do que o Sev? Eu nunca deixei o Sev, nunca! Como poderia deixar? O James enganou-se comigo, enganou-se! – Lilian vociferou para ele enquanto mandava mais uma chuva de feitiços na direção dele. Ele se defendeu rapidamente dos primeiros, mas os dois últimos acertaram ele, um sectum sempra e um estupefaça. Ele foi jogado longe, em direção a parede, com cortes profundos por todo o corpo, de onde começou a espirrar sangue.


-Voce não era assim lily... você era do bem... era auror! Você amava Thiago... amava seu filho Harry... como? Como pôde deixá-los morrer?... – ele falava cada vez mais baixo e com mais dificuldade, por estar gravemente ferido. Em pouco tempo morreria. De repente de sua boca começou a sair sangue, escorrendo pelo seu queixo e pescoço. Ela veio em direção a ele e parou a sua frente, olhando-o com um meio sorriso de desprezo.


-Voce disse bem, meu caro, eu era. Mas quer ouvir uma verdade? Aquilo era muito chato e cansativo. Eu detestava ficar ouvindo a mesma “ladainha” de sempre, sobre amar, vencer o mal, matar o lorde das trevas... eu gostava mesmo era de estar com Sev. Sabe ás vezes em que eu dizia que ia visitar Petúnia? – ela disse abaixando-se de cócoras em frente a ele, olhando em seus olhos, ironica – eu ia me encontrar com Severus. Ele é tão gostoso que eu não podia deixar de ir... James era patético, infantil e chato... gostoso mesmo é o Sev, carinhoso... me ama de verdade. Não me arrependo do que fiz e faria tudo de novo por ele. Por ele e agora pelo lorde. Sim...  Sou leal ao lorde das trevas... – ela disse vendo-o sangrar até morrer no chão, encostado na parede. Seu rosto ficou muito surpreso ao ouvi-la e ela riu de sua expressão de desgosto, ao ouvir a traição dela com Snape. Ele morreu com os olhos abertos, e poças de seu sangue molhavam o canto do chão da sala. quando ela se levantou para olhar snape que lhe sorria satisfeito, ouviu um grito alto e estridente.


-Milorde! eu...


-Bellatrix?  NÃO!!! – o lorde viu Bellatrix cair para trás atingida por alguma coisa no abdome. Ela contorceu-se gemendo de dor, e ele viu uma adaga de prata cravada em sua barriga pela metade.


 O lorde ficou lívido como um papel de ódio. Sua face se transtornou ainda mais e os olhos vermelhos tomaram um ar tão assassino e sombrio,  como se um demônio o tivesse possuído; olhou para todos que lutavam com um ódio tão grande, que as lutas pararam por um segundo, enquanto que  com um movimento rápido das mãos ele levantou todos da ordem da fênix no ar e jogou-os no alto, batendo com eles contra o teto e contra o chão tres vezes, antes de lançá-los pelas janelas e portas fora, em meio aos outros que lutavam lá fora, que ficaram surpresos e assustados com os corpos que caíam longe. Ao ver que todos da ordem da fênix haviam sido derrotados dentro da casa, o chefe dos aurores fez um sinal para os outros, dizendo que era hora de suspender o ataque e  se retirarem com os corpos feridos e inconscientes; os que ainda lutavam apanharam os caídos e aparataram de volta para onde vieram. O lorde se virou para Bellatrix no segundo seguinte e ajoelhou-se a seu lado, pondo a mão cuidadosamente na adaga cravada em seu abdome e tirando-a com um só movimento, vendo o sangue espirrar da ferida que já sangrava; com um movimento ele cravou aquela adaga no chão de madeira ao lado dela cheio de ódio, enquanto a suspendia no colo.


-Como voce...


-O Sirius... o Sirius lançou a adaga...no senhor, mas eu...


Ele entendeu na mesma hora. Sirius ainda não havia morrido, e conjurou uma adaga rapidamente para lançá-la no lorde, mas Bellatrix viu e entrou na frente dele no mesmo instante, e a adaga a atingiu... – o lorde olhou para ela e meio que sorriu satisfeito. Então aparatou para seu quarto, sob os olhos apreensivos de todos que lutaram com eles; no momento seguinte eles ouviram uma voz grave e sombria que enchia o ar em volta deles; o lorde tinha um recado.


-Estão dispensados. Cada um volte para o seu lugar até novas ordens. Narcisa, Severo e Lucio venham ao meu quarto – foi tudo que eles ouviram da voz sombria do lorde, enquanto se olharam mais uma vez apreensivos.


Aparataram exatamente dentro do quarto do lorde, vendo-o ao lado da cama onde estava Bellatrix, e sobre o abdome dela estavam ataduras e faixas enfeitiçadas para fazerem a ferida parar de sangrar. Ela estava de olhos fechados, inconsciente.


-Ela desmaiou... – murmurou Narcisa correndo em direção  da cama, ajoelhando-se  ao lado da irmã. Pegou em sua mão e a segurou delicadamente – Bella... vai ficar tudo bem...


-Severo, vá a sua casa e traga umas poções restauradoras e analgésicas para mim. Lúcio, vá ao St Mungus e traga o melhor medi-bruxo cirurgião que tiver, mesmo que tenha que usar uma impérius;  e Narcisa, troque as roupas ensanguentadas dela, limpe-a e prepare-a para a visita do médico – ele disse sob o olhar apreensivo dos três. Eles ficaram um segundo se olhando e então ele ordenou:


-Rápido, AGORA!


-Sim milorde. – disseram Snape e Lucio ao mesmo tempo, ao aparatarem. Narcisa levantou-se e se dirigiu ao lorde – milorde  vou ao quarto buscar roupas limpas e lençóis...


-Vá – disse o lorde seco – estamos esperando. – ele viu ela sair fechando a porta e então virou-se para a cama, onde Bellatrix  parecia dormir. Suspirou apreensivo, aproximando-se.


-Bella, Bella... sempre tentando me proteger... e conseguindo afinal – ele disse ao acariciar seu rosto com um discreto sorriso – Será que você ainda morre por mim?


-Se for preciso, sim... – ela murmurou com dificuldade, para completa surpresa dele.


– Você me ouviu? – ele disse num fio de voz, surpreso – Sim... eu morreria, faria qualquer coisa pelo senhor, qualquer coisa... ai – ela disse ainda mais dificultosamente, enquanto se remexeu um pouco levando levemente a mão ao abdome. Soltou outro gemido.


-Durma, não se esforce, descanse – ele disse vendo-a abrir um pouco os olhos lentamente. Seus lábios estavam pálidos pela perda de sangue, mas ela sorriu levemente, olhando pra ele e pegando sua mão, que estava perto do seu rosto. Apertou-a fracamente entre as suas, sorrindo de novo.


-Eu... entreguei a minha vida. Eu dei tudo de mim, milorde, eu...


-Já mandei você descansar. É uma ordem Bellatrix! – ele disse falsamente sério, vendo-a sorrir discretamente – sim meu lorde, sim... – ela disse fechando novamente os olhos, enquanto ele a olhava adormecer. Retirou delicadamente sua mão de entre as dela e aparatou para o escritório.




N/A>>>>> olá pessoal, obrigado por lerem essa fanfic. talvez alguns de voces podem achar que voldemort até aqui está um tanto "bonzinho" demais, mas essa é a forma que eu gosto de imaginá-lo, mas humano, mais Tom Riddle, embora saibamos que mesmo como Tom o lorde já era infinitamente maligno. bom, eu gosto de pensar nele como o Diabo. lindo, atraente e cinico. dissimulado, um "duas caras" como costumamos dizer das pessoas falsas, parecem ser uma pessoa mas na verdade é outra, ou então mostre mais seu lado "bonito" enquanto esconde o verdadeiro "eu" maligno, para mostrá-lo em momento oportuno. isso faz dele uma personalidade ainda mais complexa e difícil de lidar, uma pessoa imprevisível. assim é mais divertido...
bom, coisas importantes começarão a acontecer daqui pra frente. divirtam-se! bjs  

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