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8. Fogo e Paixão


Fic: Lost in paradise


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Capítulo VIII – fogo e paixão


 


Nem bem chegaram a porta do quarto do lord, e ele a imprensou na porta, ainda do lado de fora, ligeiramente levantando-a do chão.


-Como você consegue ser tão gostosa, hein bella? – ele murmurou de encontro a boca dela, os olhos pegando fogo. A face estava corada pelo tesão acumulado, e sua voz saiu rouca. Ela se mexeu ligeiramente debaixo dele, impressada na porta, e sentiu o quanto ele já estava em “ponto de bala” louco de vontade de possuí-la ali mesmo.


-Do mesmo jeito que você consegue me arrepiar da cabeça aos pés só com um olhar, me deixando toda molhada só com uma dança...


-Cala a boca. Cala essa sua boca deliciosa, senão eu meto com toda a força dentro de você agora mesmo. É você quem tá pedindo...


-Então mete... estou louca por isso mesmo... – ela disse abrindo a porta ao mesmo tempo, e entrando para dentro do quarto, fugindo dele. Ele entrou atrás dela rapidamente, e com um gesto mágico da mão trancou a porta e silenciou o quarto rapidamente com um feitiço. Fez isso sem tirar os olhos dela, que começava lentamente a abrir o fecho da bota com as mãos, olhando pra ele. Ele tirou o paletó rapidamente, e com um movimento o jogou longe. O mesmo fogo que estava nos olhos dele na dança, estava agora com força triplicada, e ela viu seu membro tão duro sob a calça que duvidava que as costuras fossem aguentar.


-Voce é mesmo uma vadia, bella. Minha vadia deliciosa...


Ele veio rápido até perto dela, e segurou em seu queixo, forçando-a a olhar para ele. Ela levantou-se e o olhou fundo nos olhos dele pensando “estou louca pra te-lo dentro de mim. Quanto tempo ainda vai demorar?” ele leu o pensamento na mente dela e murmurou:


-Nem mais um minuto, querida. Mas depois não reclame de não conseguir sentar por vários dias. Porque colocou esse vestido? – ele disse olhando para o decote de seus seios. Sem conseguir mais se conter ele a beijou com toda a fúria, chegando a tirar sangue de seus lábios. Bella sentiu o gosto de sangue em sua boca, misturado ao gosto do beijo. Isso só aumentou ainda mais o prazer do beijo, que eles dividiam, as línguas brincavam dentro das bocas, e ele derepente pegou a língua dela e chupou violentamente, arrancando-lhe um gemido entre dor e prazer que o fez sorrir.


-Coloquei ele porque ele é o meu preferido, desde o dia que o vi em cima da cama no quarto onde eu dormia. Ele é lindo. Me lembra você.


-Voce sabe que foi eu quem lhe dei não é? Inicialmente pensou que fosse sua irmã, mas já descobriu... – ele beijava violentamente seu pescoço, mordendo vagarosamente, chupando violentamente vez por outra, arrancando gemidos e fazendo-a morder os lábios já machucados e vermelhos, sangrando-os de novo – eu comprei ele pensando nesse seu corpo... mas o show era para ser particular bella, tsc tsc tsc. Você colocou  ele na frente de todo mundo... ele beijava seu ombro e abaixava a alça do vestido, revelando seus seios pálidos e com os mamilos rosados, deixando-o com uma vontade de agarrá-los e chupar os mamilos até arrancá-los fora.


-Voce não deixou manual de instruções, amor. Não sabia que você não queria que ninguém além de você me visse com ele. Por isso o vesti, para te provocar... – bella abriu a calça dele rapidamente, abaixando-a frouxa nas suas pernas. Ele com um movimento rápido terminou de as tirar. Ela enfiou a mão dentro da cueca e segurou o membro duro e pulsante, arrancando um ahhhh... dele na mesma hora, sorrindo safada. Enquanto o masturbava, ele mordia seus seios deixando marcas no mamilos.


-Voce é mesmo uma vadia muito atrevida. Sabe o ciúme que eu senti ao te ver entrar com esse vestido, enquanto todos os porcos nojentos em volta te comiam com os olhos? Ah, mas você vai me pagar... – ele disse, enquanto ela levantava uma das pernas e entrelaçava no quadril dele. Ele agarrou suas nádegas e a trouxe para mais perto, levantando-a um pouco do chão. Ela então guiou o membro dele para sua intimidade e começou a esfregá-lo em seu clitóris, gemendo baixo, e ouvindo gemidos da parte dele também. Ele ainda com as mãos nas nádegas dela, aprofundou o toque do dedo médio por trás, penetrando-a naquele lugar bem íntimo, vendo-a estremecer dos pés a cabeça.


-oh meu Tom... você... ahn,  você me enlouquece... – ele levantou a cabeça e olhou pra ela, surpreso ao ouvi-la chamá-lo de Tom. Achou aquilo tão íntimo, que sentiu um desejo insano se apoderar dele naquele momento. Só nagini ainda o chamava assim. Imediatamente ele pos a mão sobre as dela que estava em volta de seu membro e guiou-a até a intimidade dela, penetrando-a com toda força ainda de pé; ela soltou um gemido longo e fraquejou a perna, não conseguindo se manter de pé, uma onda deliciosa e esmagadora de prazer tinha passado pelo corpo dela. Achou que ele a tocara no ponto G. ele pegou-a no colo e andou até a cama, sentando-se com ela em cima dele, ainda dentro dela.


-Seu Tom...? você acha que sou seu, bella? O que te faz pensar que eu sou teu bella? - Ele disse no seu ouvido, enquanto ela  rebolava em cima dele, gemendo.


- Você é meu e eu sou tua... pra sempre... aqui, agora... somos um do outro... – ela começou a aumentar o ritmo, subindo e descendo com toda força, tirando e colocando cada vez mais rápido, com gemidos loucos da parte dele que nem conseguia mais pensar direito embaixo dela. Estava perto de gozar. Agarrou novamente com as mãos as nádegas dela, ajudando-a a movimentar-se para cima e para baixo, ao mesmo tempo penetrando-a com um dedo naquele mesmo lugar de novo, fazendo-a estremecer. Bella se sentia tão cheia, tão possuída que ia gozar a qualquer momento. Os lábios entreabertos estavam vermelhos, inchados e sujos de sangue, feridos. Voldemort abriu os olhos e olhou pra ela sorrindo deliciado. Ela estava linda demais.


-Sim... eu sou teu bella, todo teu. E você é minha. minha bella. Tom e bella, unidos pra sempre... – ele disse enquanto sorria. Beijou-a com violência, sugando seus lábios e fazendo-a abrir os olhos e olhar para ele. Os dois riram se olhando, em meio as sensações cada vez maiores e mais intensas, até que não aguentaram mais e gozaram. Uma onda de prazer avassaladora os tomou ao mesmo tempo, fazendo-os gritar um o nome do outro; o lorde gritou “bella” e ela gritou “tom” tão alto que os dois se espantaram um pouco, mas nem ligaram pois ninguém ouviria mesmo. Ficaram abraçados alguns minutos, ele sentado e ela encima dele, ela beijando o pescoço dele delicadamente, arranhando-o levemente vez por outra, ele enterrando o nariz em seus cabelos, sentindo seu perfume. Com as mãos afagava suas costas e seus cabelos alternadamente, num gesto carinhoso. Era bom demais aquilo, principalmente após um orgasmo daqueles, pensou bella, largada no colo dele, ele ainda dentro dela.


-Voce me chamou de Tom... porque hein bella?


-Eu não sei... eu estava tão louca de tesão... acho que me lembrei do primeiro dia que te vi...


-Ahn... meus olhos não é bella, meus olhos...


-Só os olhos não... tudo em você. – ela disse olhando nos olhos dele, séria – tudo, meu amor.


-Tudo em você também, bella. Seu corpo, seu olhar, seus cabelos... – ele colocou  uma mão em seu rosto, e o polegar em sua boca, passando-o pelo seu lábio inferior,que estava inchado e machucado. Acariciava com certa força, e mais sangue saiu da ferida, o que fez ele beijá-la, sugando o lábio bem no machucado, tirando um pouco de sangue.


-Até seu sangue, bella. Seu sangue e sua alma.


-Ela sorriu para ele em silencio. Olhou mais uma vez em seus olhos por um tempo, fascinada com a figura dele, que estava totalmente relaxada. Estava tão feliz...


-Eu poderia morrer agora, que nem ligaria.


-Ora porque? – ele disse divertido.


-Estou tão feliz... nunca fui tão feliz em toda a minha vida. Tenho você... te sirvo... vc matou o menino da profecia... se eu morresse nesse momento, morreria sorrindo.


-Não diga isso nem brincando bella. – ele retrucou ficando sério – eu nunca permitiria isso. Estamos envolvidos demais... eu não quero nem em sonho que você morra.


-Oh meu amor, só disse isso porque não caibo em mim de felicidade. Eu amo você demais, e te ter é um sonho realizado. O maior sonho da minha vida.


-Tudo bem. Eu fico feliz em te fazer feliz – ele disse num meio sorriso.


-Ah é? Mas eu ainda consigo ficar sentada sem sentir dor nenhuma – ela disse levantando-se.


-hum, isso é um desafio, Bellatrix? – ele disse divertido, vendo-a entrar no banheiro – olha bellatrix, não brinque com fogo...


-Mas porque não? Ele vai me queimar? Eu adoro quando ele me queima... – bella sorriu safada e maliciosa, enquanto a banheira enchia de água com sabonete líquido.


-Voce vai desejar não ter dito isso... – Voldemort levantou-se indo na direção dela, que estava nua de costas...


 


[...]


 


-Eles formam um casal explosivo – disse lily, olhando Voldemort e bella subirem as escadas, desaparecendo no corredor em seguida. – você viu como eles dançam? Uau, fiquei até com calor...


-hum, sentiu calor  querida? – snape murmurou bem próximo do rosto dela – me ofereço para apagar esse seu fogo...


-voce irá acende-lo mais ainda – lily olhou-o nos olhos maliciosa – você sabe como ninguém acende-lo...


-lily, vamos até narcisa pegar a chave – ele disse levantando-se. Ela levantou-se em seguida e encarou-o, cheia de mistério e desejo nos olhos verdes.


-oh lily não me olhe assim... tenho que me controlar até chegar no quarto... – o olhar dele sobre ela era quente e lindo, um misto de emoções. Havia tanta intensidade nos olhos negros dele...


-eu nunca vou conseguir te resistir... já desisti há muito tempo – ela disse ainda encarando seus olhos negros. Estendeu a mão e levou aos cabelos dele, colocando-os trás da orelha. Enquanto ela fez isso ele colocou a mão dele sobre a dela, afagando a própria lateral do seu rosto com a mão dela, sentindo a maciez dos dedos femininos, fechando lentamente os olhos.


-aqui está a chave – disse narcisa aproximando-se enquanto eles tomavam levemente um susto, tão envolvidos estava um com o outro – subam logo antes que algo mais “intimo” aconteça aqui na frente de todo mundo...


-desculpe narcisa...- lily disse num fio de voz olhando para ela e pegando a pequena chave. Snape pareceu encabulado, abaixando a mão que segurava a de lily em seu rosto. Os dois a olhavam tímidos.


-boa noite – foi tudo que snape conseguiu dizer, ao passar o braço envolta da cintura de lily e abraçá-la levando-a em direção das escadas e subindo com ela.


-ela sabe exatamente o que fazer, não? – lily falou baixinho, já na porta do quarto. Ele chegou atrás dela abraçando-a por trás, a respiração em sua orelha.


-sim. Abre logo essa porta pelo amor de Merlin... – a respiração dele estava pesada enquanto ele sussurrava em seu ouvido, o corpo colado ao dela já na porta.


-está excitado hein... – ela abriu rapidamente a porta entrando no quarto seguida por ele, que não tirava as mãos de sua cintura. Ela entrou e ele a empurrou devagar em direção a parede, onde a encostou, beijando-a apaixonadamente em seguida. Ela o abraçou de volta, já levando as mãos ao colarinho da veste dele, puxando-o para perto, e abrindo os inúmeros botões da veste dele, enquanto o beijava. Ele tirou a varinha de dentro das vestes e sem se virar fechou a porta com um pequeno estrondo, lançando um feitiço silenciador em seguida por todo o quarto. Ela riu de encontro a boca dele, achando engraçado a urgência dele em te-la naquele momento. No entanto ela sentia a mesma coisa que ele, abrindo mais rapidamente ainda os botões de sua veste, doida pra tirar aquela peça tão complicada e sentir a pele quente do peito dele em suas mãos...


-Porque tantos botões hein, Sev? Eles acabam comigo... – snape sorriu ao vê-la tão ansiosa para tirar a veste negra dele – com pressa de me ver nu, madame? – ele abaixou lentamente o zíper do vestido dela, abrindo-o em suas costas. Nesse instante ele fez um movimento com as mãos deslizando as alças do vestido dela por seus ombros, fazendo ele cair no chão, aos pés deles. Suas mãos passeavam pelas costas dela, ao mesmo tempo em que ela acabava de tirar a veste negra dele junto com a camisa debaixo branca. Ele se afastou um pouco e com um movimento dos braços as tirou completamente revelando seu peito nu e pálido. Ela parou um instante para admirar o homem a sua frente. Ele era magro, mas tinha os músculos definidos. Poucos cabelos pelo peito, e uma trilha de pelos negros seguia pelo abdome definido, sumindo por baixo da calça, abaixo do umbigo – um homem e tanto ela pensou.


-está me admirando lily? Sou eu, seu morcegão – ele disse olhando-a divertido, voltando a beijá-la logo em seguida com mais paixão ainda. Ele passeou as mãos novamente por suas costas e abriu o fecho do sutiã, fazendo-o escorregar molemente pelo corpo dela e indo parar no chão. Os seios dela se revelaram, a pele rosada com pintinhas negras e os mamilos róseos, intumescidos de prazer. ela partiu o beijo sem ar, ele beijava muito bem.


-adoro sentir o calor da sua pele, meu morcego crescido... – ela puxou-o pra mais perto rindo, comprimindo os seios no peito dele, que soltou um pequeno gemido ao sentir seu toque. Ela levou a mão a calça dele abrindo o cinto rapidamente, não estava mais aguentando. Ele começou a beijar seu rosto, deixando uma trilha de beijos por onde passava, em direção da orelha, mordendo o lóbulo dela e puxando-o levemente entre os dentes.


-minha... só pra mim é? Agora te tenho só pra mim... – ele falou no ouvido dela baixinho, a respiração pesada enquanto sorria, cheio de desejo.


-sim... não vai mais dividir com mais ninguém... agora somos só nós dois. O resto do mundo que vá para o inferno – ela disse revirando os olhos e sorrindo, enquanto soltava um gemido. Ele sugava seus seios com avidez, massageava um com os dedos, enquanto sugava o outro a ponto de deixa-lo vermelho. ele colocou o membro duro no meio das pernas dela, sem penetrá-la no entanto. Ele estava duro e quente, e seu toque a fez se arrepiar toda, dos pés a cabeça. ele roçava o membro contra a intimidade dela, sentindo-o cada vez mais molhado.


-isso... vai todo o resto pro inferno... – ele disse ofegante, a voz grave carregada de tesão.  Abraçou-a por inteiro, e pos as duas mãos em suas nadegas erguendo-a no colo, e levando-a para a cama onde a deitou. Olhou-a por um momento. Amava tudo naquela mulher. Os seios subiam e desciam na respiração ofegante. Os olhos verdes brilhavam em expectativa esperando-o. os lábios vermelhos entreabertos, sorrindo numa expressão maliciosa enquanto olhava diretamente para seu membro duro. Fez um sinal com o dedo indicador para ele murmurando “vem” no mesmo instante em que abria as pernas, revelando-se. Quando ele viu sua intimidade, um desejo louco se apoderou dele de tal forma que não conseguiu mais se segurar. Subiu na cama encima dela e começou a penetrá-la com carinho, as mãos apoiadas no colchão, sustentando seu troco para olhar em seus olhos. Ela o olhou por alguns instantes enquanto ele aumentava gradativamente o ritmo do vai e vem, fazendo-a gemer sob ele, fechando os olhos. Ele sorria deliciado ao vê-la assim, tão linda, tão excitada, tão sexy...


-vai... mais rápido... – ela dizia em meio aos gemidos, enlouquecida e querendo enlouquecer mais. Ele aumentou ainda mais a força e o ritmo das estocadas e ela soltou um pequeno grito. Ele assustou-se um pouco.


-está tudo bem lily? Não quero te machucar...


-está tudo bem meu amor, é exatamente por isso que eu gritei. Está bom demais...- ela disse sorrindo e ele não parou, pelo contrario aumentou a força e o ritmo mais e mais, vendo-a enlouquecer de tesão. Ela gemia e revirava os olhos em baixo dele, se contorcendo vez por outra. O orgasmo estava chegando, ele pensou sorrindo. Iam gozar juntos...


-Oh lily... – ele disse enquanto ela o puxou pelo pescoço, fazendo-o deitar sobre ela. O ritmo das estocadas se tornou insano e eles gritaram juntos, pois uma onda maravilhosa de prazer os envolveu ao mesmo tempo. Eles eram uma mistura louca de prazer e suor, enquanto o gozo dele descia pelas pernas dela e molhava a cama. Eles abriram os olhos satisfeitos e se olharam com ternura. Severus desabou em cima da lily que o abraçou, tirando os cabelos dele de cima do seu rosto e colocando-os atrás da orelha. Aninharam-se na cama e Liliam puxou o lençol de seda negra sobre os dois satisfeita.


-Foi maravilhoso...


-Eu te amo – ele disse, ao arrumar-se sobre ela, erguendo a cabeça e a olhando nos olhos, cheio de ternura – eu te amo muito lily. Mais do que a mim mesmo.


-Eu também, meu amor... eu também...


E assim eles adormeceram nos braços um do outro, felizes, afinal nada mais os separaria...

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