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44. Capítulo 43


Fic: Tudo por Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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— Não posso acreditar no que temos que passar para ter um pouco de paz e intimidade! — Exclamou Gina, exasperada, quando essa tarde se viu obrigada a sair da casa de seus pais no carro patrulha de Rony, com as luzes titilantes e a sirene apitando, mas que, apesar disso, eram perseguidos pelos jornalistas. Ao cruzar a rua principal viu uma placa que dizia "Bem vinda a casa, Gina". — Como vou retomar minhas aulas na segunda-feira? Hoje, quando fui para casa, os repórteres por pouco me afogaram. Quando consegui entrar, o telefone não deixou de chamar nem um só instante. Padma e Parvati Patil estão no sétimo céu com tanta excitação e tantas intrigas para contar sobre a casa vizinha — adicionou com cansaço.


— Faz doze horas que voltou e ainda não fez uma declaração — disse Rony, observando pelo espelho retrovisor a fila de automóveis que os seguiam.


Doze horas, pensou Gina. Doze horas sem um instante livre para pensar em Harry, para repassar suas lembranças agridoces, para recuperar forças, para tratar de colocar em ordem seus pensamentos. Tinha dormido mau, e quando se levantou, os agentes do FBI já a esperavam para seguir interrogando-a, e o interrogatório seguiu até duas horas. Hermione ligou para sugerir que Gina fosse para sua casa, e para lá se dirigiam, mas Gina tinha a incômoda sensação de que, assim que chegassem, Rony e Gui pensavam fazer perguntas que não quiseram fazer diante de seus pais.


— Não pode se livrar desses jornalistas? — Perguntou, zangada. — Devem ser uns cem, e acho que estão violando algum regulamento municipal.


— O prefeito Fudge diz que, agora que correu o rumor de que está de volta, os jornais chegam em bandos e exigem que você faça uma declaração. Estão aproveitando a fundo as liberdades que possuem com a primeira emenda, mas que eu saiba não estão violando nenhum regulamento municipal.


Gina olhou para trás e notou que quase todos os carros que os seguiam se mantinham a uma distância constante do patrulheiro de Rony.


— Estacione o carro junto dê a eles multas por excesso de velocidade. Nós viajamos a cento e trinta e cinco quilômetros por hora, e eles também, Rony — adicionou, sentindo-se de repente morta de cansaço —, não sei como vou conservar a prudência se as pessoas não me deixarem um momento em paz para que possa pensar e descansar.


— Já que vai passar a noite na casa de Hermione, terá tempo mais que suficiente para dormir e descansar depois de que Gui e eu tenhamos ouvido o que tenha a nos dizer.


— Se o que você e Gui pretendem é me fazer outro interrogatório, aviso que não estou em condições de suportar — esclareceu, atemorizada ante essa indicação de que seus irmãos queriam mais respostas que as que tinham ouvido na noite anterior.


— Está metida até as orelhas nisto! — Disse Rony em um tom que jamais tinha usado com ela. — Eu sei e Gui também. E possivelmente também Finnigan e Thomas. Decidi que conversássemos na casa de Hermione, porque vive na única casa de Hogsmeade com grades elétricas, e um muro alto que manterá a raia os jornalistas. — Enquanto falava, dobrou abruptamente e entrou no caminho de entrada da mansão dos Granger, cujas grades elétricas controladas da casa por uma câmara de controle remoto, já estavam se abrindo para dar passo. Atrás deles, os carros carregados de jornalistas seguiram direto, mas Gina estava muito angustiada pela atitude de Rony para sentir-se aliviada. O Blazer de Gui já estava estacionado em frente à porta da casa. Quando Gina começava a descer do automóvel, Rony a conteve com um braço. — Acho que será melhor que conversemos um pouco em privado. — Voltou-se para ela e apoiou um braço sobre o encosto do assento. — Como seu advogado, não podem me obrigar a repetir nada do que me diga. Gui não possui essa imunidade, e Hermione muito menos.


— Advogado? Já se formou?


— Ainda não sei se fui aprovado no último exame — respondeu Rony, cortante. — Mas suponhamos que sim, e por agora consideremos que a falta de notificação não é mais que um detalhe.


Gina sentiu um frio que não tinha nenhuma relação com o fato de que ele tivesse apagado o motor do carro.


— Não preciso de um advogado.


— Acho que precisará.


— Por quê?


— Porque ontem à noite não disse toda a verdade. Não sabe mentir, Gina, sem dúvida por falta de experiência. E não continue me olhando assim. Estou tentando ajudá-la.


Gina colocou as mãos dentro das mangas de seu abrigo e ficou observando uma pequena sujeira de poeira que tinha na saia.


— Bom, adiante — ordenou Rony. — Conte o que não disse ao FBI.


Ela tinha amado tanto e durante tanto tempo a esse irmão, que a espantava a possibilidade de sua desaprovação, mas levantou o queixo e o olhou nos olhos.


— Dá sua palavra de honra de que jamais repetirá a ninguém o que vou dizer?


A insistência de Gina nesse ponto fez com que Rony amaldiçoasse em voz baixa.


— Está metida nisto mais do que eu achava, não é?


— Não sei que o que você achou, Rony. Tenho ou não sua palavra de honra?


— É obvio que tem minha palavra! — Disse com um tom quase selvagem. — Eu atravessaria o inferno por você, Gina, e sabe! E Gui também!


Gina tentou controlar o salto que seu coração deu ao ouvir essas palavras, mas lembrou de sua promessa de não voltar a chorar e respirou fundo.


— Obrigada.


— Não me agradeça, simplesmente fale! No que mentiu ontem à noite ao FBI?


— Não tinha os olhos enfaixados. Saberia encontrar essa casa de Colorado.


Notou o esforço que fazia Rony para não demonstrar nenhuma reação.


— E que mais?


— Isso é tudo.


— O quê?


— Foi o que eu menti.


— E no que mentiu por omissão? O que deixou de dizer?


— Nada que não seja exclusivamente assunto meu.


— Não brinque com seu advogado! O que foi que não disse? Tenho que saber para protegê-la ou procurar um advogado com experiência para que faça isso, no caso de que seja muito difícil para mim.


— Está tentando saber se me deitei com ele? — Retrucou Gina, e seu cansaço e extenuação de repente se converteram em irritação. — Porque se for assim, não me venha com joguinhos, como faz Thomas. Simplesmente me pergunte.


— Não ataque o Thomas — advertiu Rony. — Ele foi o único que impediu Finnigan de ler seus direitos antes de prendê-la. Finnigan sabe que você esconde algo, talvez muito, mas Thomas está tão fascinado por você que permite que o envolva ao redor de seu dedo mindinho.


— Thomas é um grosseiro!


— Vê-se que você não compreende o efeito que tem sobre os homens. Thomas está frustrado — assegurou Rony —, e apaixonado como um louco. Pobre homem!


— Obrigada — disse Gina, irônica.


— Vamos continuar discutindo como dois adolescentes, ou vai me dizer que outra coisa escondeu do FBI?


— Já pensou que é possível que eu tenha direito a certa intimidade e dignidade?


— Se quer ter dignidade, não se deite com prisioneiros.


Gina teve a sensação de que Rony acabava de dar-lhe um murro na boca do estômago. Sem dizer uma única palavra, desceu do carro e bateu a porta com força. Quando estava para tocar a campainha, Rony a conteve.


— Que demônios acha que está fazendo?


— Já disse o que foi que eu menti e que, se soubessem, poderia me causar um problema legal. — Disse Gina, apertando a campainha com força. — Agora direi ao mesmo tempo a Gui e a você o que estão morrendo de vontade de saber. Depois disso, já não haverá mais o que dizer.


Gui abriu a porta e Gina passou a seu lado, rumo ao vestíbulo, e em seguida se virou. Sem prestar a menor atenção a Hermione que se aproximava pela escada, olhou a seu surpreso irmão mais velho e disse com amargura:


— Rony me disse que vocês dois pensam que menti a respeito de tudo. Disse que se quero ter dignidade e intimidade não deveria "me deitar" com prisioneiros, e estou segura de que tem razão! Assim aqui têm toda a verdade: disse ao FBI que Harry não abusou fisicamente de mim de maneira nenhuma, e não fez isso! Arriscou sua vida para salvar a minha, e nem sequer vocês dois, que obviamente o desprezam apesar de tudo o que eu disse, podem transformar isso em um "abuso". Não me machucou. Não me violou. Eu me deitei com ele. Deitei com ele, e continuaria fazendo isso durante o resto da minha vida se ele quisesse! Agora estão satisfeitos? Isso basta? Espero que sim, porque era o único que faltava a dizer! Não sei onde está Harry! Não sei para onde vai! Quem dera que soubesse!


Gui segurou seus braços e olhou para Rony com fúria.


— Que diabos está acontecendo com você para ter feito ela ficar angustiada desta maneira?


Rony estava tão surpreso, que até olhou para sua ex-mulher em busca de apoio, mas Hermione só balançou a cabeça.


— A especialidade de Rony é fazer as mulheres que o amam chorar. Não faz de propósito; o que acontece é que não pode nos perdoar se quebrarmos suas regras. Justamente por isso é polícial, e por isso será advogado. Gosta das regras. Adora as regras! — Tomou Gina pelo braço. — Venha comigo para a biblioteca, Gina. Está extenuada, coisa que nenhum de seus dois irmãos parece compreender.


Enquanto caminhavam atrás delas, Rony olhou furioso para Gui.


— Não quis angustiá-la, só disse que não me escondesse nada!


— Poderia ter feito feito com um pouco de tato, no lugar de interrogá-la e fazê-la sentir-se uma perdida! — Respondeu Gui, também furioso.


Gina desabou em uma poltrona e olhou com surpresa e um pouco de sensação de culpa essa reunião familiar sem precedentes que de repente tinha a sua amiga como líder.


— Vocês dois são uns descarados ao tentar se intrometer na vida privada de Gina e querer julgá-la! — Informou Hermione com irritação enquanto ia para o bar de mogno e servia quatro copos de vinho. — Que hipocrisia tão monumental! Ela talvez pensasse que os dois são uns santos, porque é o que sempre a fizeram acreditar, mas eu sei que não é assim. — Pegou o copo de Gina e o seu e deixou os outros dois sobre o bar. — Rony, você me despiu neste mesmo quarto antes de que tivéssemos tido um único encontro juntos, e nessa época eu só tinha dezenove anos!


De maneira automática Gina aceitou o copo de vinho que sua ex-cunhada oferecia, enquanto Hermione assinalava o sofá e adicionava furiosa:


— Despiu-me e fez amor comigo nesse sofá! E acho que lembro que se surpreendeu e se alegrou ao descobrir que eu ainda era virgem. Uma hora depois voltou a fazer amor comigo na piscina de natação, e depois...


— Eu lembro — interrompeu Rony, aproximando-se do bar para pegar os outros dois copos de vinho. Entregou um a Gui. — A menos que me equivoque, em menos de dez segundos vai precisar disto. — Hermione confirmou seu vaticínio e se voltou para o irmão mais velho de Gina.


— Quanto a você, Gui, está longe de ser um santo!


— Deixe a minha mulher fora disto — advertiu ele.


— Nem sequer pensava mencionar Fleur — respondeu Hermione com frieza. — Estava pensando em Ellen Richter e em Liza Bartiesman, quando estava no último ano do secundário. E depois, quando tinha dezenove anos, foi Kaye Summerfield e...


A risada horrorizada e suplicante de Gina os obrigou a voltar-se para olhá-la.


— Basta! Por favor! — Adicionou, entre divertida e extenuada. — Não sigam. Esta noite já arruinamos muitas ilusões de uns com respeito aos outros.


Rony se virou para Hermione e levantou seu copo em um irônico brinde.


— Como sempre, Hermione, conseguiu criticar e envergonhar a todos, enquanto você se conserva livre de culpa e encargo.


Hermione perdeu por completo sua atitude de antagonismo.


— Na realidade, eu sou a que deveria estar mais envergonhada.


— Por haver se rebaixado para se deitar comigo, suponho? — Perguntou Rony com aborrecida indiferença.


— Não — respondeu ela em voz baixa.


— Então por quê? — Perguntou Rony.


— Você conhece a resposta.


— Suponho que não será porque nosso casamento tenha fracassado?


— Não, porque eu fui a causadora de que fracassasse.


Rony apertou o queixo enquanto recusava com irritação essa suave e surpreendente admissão.


— E de todos os modos, o que está fazendo em Hogsmeade? — Perguntou.


Hermione se aproximou do bar e começou a desarrolhar uma segunda garrafa de Chardonnay.


— Victor diz que tenho uma necessidade subconsciente de estar um tempo aqui antes de me casar com ele, e que preciso enfrentar toda a censura que despertei ao fugir quando nosso casamento foi para o diabo. Diz que é a única maneira que poderei recuperar o respeito por mim mesma.


Para surpresa de Rony, sua tempestuosa ex-mulher lançou uma gargalhada contagiosa no momento de voltar-se e levantar seu copo para brindar com ele.


— O que tem tanta graça? — Perguntou Rony.


— Victor — respondeu Hermione. — Sempre tem me feito lembrar de você...


Gina colocou de lado o copo de vinho que não havia tocado e ficou de pé.


— Terão que continuar a discussão sem mim. Vou para cama. Tenho que dormir um pouco.

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