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2. Uma segunda chance


Fic: Ação e reação


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Eu mal pude acreditar! Tive que me apoiar numa árvore para não cair, o que só fez os transeuntes terem certeza de que eu estava bêbado. Continuei observando-os de longe. Lá estavam eles: James e Lily Potter! As pessoas que eu mais ansiei conhecer na vida. Percebi que eles deveriam ter mais ou menos a mesma idade que eu na época. Só então me dei conta de que não sabia com quantos anos eles haviam morrido. Não sabia nem mesmo a idade que eles teriam se estivessem vivos. Junto com eles, meu querido padrinho, Sirius Black, Prof Lupin, esse continuava vivo no meu tempo, e Rabicho... Meu coração ferveu ao vê-lo inocente ao lado dos meus pais, sabendo que em alguns dias ele os trairia e seria o causador da morte deles.
Quando já estavam dobrando a esquina decidi segui-los. Não me continha com a idéia de poder ver de perto meus pais. Era um pouco estranha a expectativa de ver a mim mesmo bebê, mas não seria a primeira vez que eu me veria, então, seguindo minha já conhecida curiosidade, os segui.
Meu pai e Sirius iam à frente, conversando descontraídos, embora atentos a qualquer movimento. Lupin e Peter iam atrás de minha mãe e de mim, também muito atentos. Imaginei que àquela altura eles já soubessem dos temores de Voldemort, por isso saiam em grupo. Meu pai e seus inseparáveis amigos, a não ser Rabicho, protegendo a mim e a minha mãe. Senti que seria capaz de fazer o mesmo por meus amigos. Lembrei que essa agora era a minha obrigação de padrinho, já que Rony estava morto. Como era difícil lembrar-me disso.
Eu os segui de longe para não chamar atenção. Queria ver até onde eles iriam, provavelmente minha casa. Queria saber como era o lugar em que eu viveria se não fosse por Voldemort. A meio caminho de lá, percebi que Remus diminuiu o passo. Peter, curioso diminuiu também, e ficou observando-o. Tive a impressão de que estava com medo de algo. De repente Remus virou para trás. Meu coração quase saiu pela boca. Escondi-me no primeiro cantinho que vi, mas tinha certeza que ele havia me visto. Esperei algum tempo e espiei. Eles continuaram andando, e eu continuei seguindo-os, mas bem mais afastado e melhor escondido. Eles dobraram a esquina e eu fiquei parado observando-os. Sírius virou para trás e disse algo ao meu pai. Ele se virou também, mas Remus lhe falou qualquer coisa e eles continuaram.
Pararam um quarteirão à frente, numa casa cor de creme, com um jardim florido e uma cerca branca. Fiquei emocionado. Era do jeito que eu havia imaginado ter um dia, quando constituísse família com Gina. Mas ela estava morta, mais uma lembrança dura, mais um sonho que não se realizaria, a não ser que eu fizesse alguma coisa. Foi então que me dei conta do que realmente tinha acontecido. Eu pedi e a fonte me mandou ao passado para mudar as coisas, mudar o futuro. Quer dizer que haveria uma chance de salvar meus pais, e eu não a deixaria escapar.
Eles entraram na casa e só então eu me dei conta do quão idiota estava sendo. Depois que Hogwarts foi fechada, no meu sétimo ano, e eu, Hermione e Rony voltamos de nossa caçada infrutífera, Remus nos contou como foi que meu pai e Sírios se transformaram em animagos. Com a ajuda de Hermione nós conseguimos também. Os membros da Ordem sabiam, mas o Ministério não.
_Burro! – falei a mim mesmo, batendo em minha própria testa.
Minutos depois lá estava eu, estrategicamente posicionado num galho que ficava em frente à janela da sala. A noite já estava caindo e ninguém acharia estranha a presença de uma coruja ali. Mamãe veio abrir a janela, e eu pude vê-la bem de perto, pela primeira vez. Enquanto isso Sírius me tirava do carrinho. Meu pai vinha da cozinha trazendo algumas garrafinhas que eu percebi serem de cerveja amanteigada. Remus e Peter já estavam devidamente acomodados no sofá. Assim que as folhas de vidro foram afastadas eu pude ouvir a conversa que eles travavam.
_Hei Almofadinhas! Você tem jeito com crianças! – Peter falou. ‘Desgraçado’, eu pensei.
_Você acha, Rabicho? – ele respondeu. Me levantava no ar enquanto eu, muito sorridente e dando gritinhos excitados de vez em quando, me divertia com a brincadeira.
_Você vai ser um bom pai! – Rabicho completou.
_O quê?! Nem pensar! – ele aparentemente se cansou da brincadeira e se sentou me colocando, decepcionado, em seu colo. – Ter filhos? Eu?! Para quê se eu posso me divertir com os filhos dos outros... – eu fazia careta a essa altura, ia chorar. Sírius me entregou urgente para meu pai e disse. - ...e aí quando eles começarem a chorar é só devolvê-los aos pais de verdade?! – todos riram.
Mamãe gritou, aparentemente da cozinha: - Isso é um absurdo, Sírius!
Meu pai me segurou com carinho, mas logo fez uma careta também: - Ehr... Lily! Eu acho que ele precisa trocar a fralda... – os outros três riram mais ainda.
_Viram só! – Sirius falou: - Os padrinhos ficam apenas com a parte boa.
_Troque-o então, James! – mamãe falou.
_Eu?! – papai pareceu desesperado.
_Você! Eu estou preparando o jantar! – ela explicou.
_Ok... – ele falou inseguro. Conjurou um colchonete e me colocou, esperneante, sobre a mesa de centro. Apontou a varinha e...
_O que você está fazendo?! – mamãe apareceu na porta da sala e perguntou com os olhos arregalados.
_Vou trocá-lo! – meu pai respondeu confuso.
_Usando magia?!
_Sim!
_Não! – ela parou no meio da sala, com a mão na cintura. ‘Acho que toda mãe faz isso!’, pensei. – Troque-o de verdade, James! Não é só por fralda limpa! Você tem que limpá-lo! Ah! Eu não acredito! – ela começou a desamarrar o avental, irritada.
_Não se preocupe, Lily! – Remus falou. – Eu faço isso... – continuou calmamente.
_Você sabe fazer isso? – meu pai perguntou espantado.
_Sei... – ele respondeu paciente conjurando algumas fraldas, algodão e água.
_E onde você aprendeu a fazer isso? – Sírius perguntou com um sorriso maroto nos lábios.
_Não deve ser tão difícil assim! – Lupin respondeu rindo de volta.
Enquanto mamãe, um pouco desconfiada, voltava para a cozinha para terminar o jantar, e meu pai assistia, embasbacado, Lupin me trocar, a campainha soou.
_Eu atendo! – Rabicho falou com sua voz de rato.
Ele se levantou, abriu a porta e eu tive a impressão de que ele ia ter um treco. Ficou pálido e com a voz fraca falou:
_Dumb... Prof. Dumbledore?
_Como vai sr. Petigrew?
_B...Bem, professor. – suando em bicas ele abriu espaço para que o velho senhor entrasse em casa.
Mamãe apareceu sorridente na porta da cozinha. Lupin já havia terminado a difícil missão de trocar minha fralda e agora me entregava ao meu pai. Ele e Sírius se levantaram para cumprimentá-lo também.
_Como vão, senhores? – Dumbledore cumprimentou-os sorridente. – E sra, claro... – o mesmo sorriso gentil de sempre.
_Bem! – meu pai falou. – Entre, professor! Por favor!
_Como vai, professor? – minha mãe perguntou meio preocupada.
_Bem... – ele respondeu evasivo. – Ora, ora! Vejam como está grande o pequeno Harry! – ele exclamou olhando para mim no colo do meu pai. Eu tentava a qualquer custo puxar a barba dele.
De mim ele se desviou para os marotos, olhou cada um deles atentamente, como se os analisasse.
_Bem... – Lupin falou desconcertado. – Eu preciso ir... Já está tarde.
Dumbledore apenas sorriu para ele. Os outros desejaram boa noite e ele se foi.
_Ora vejam só! - ele exclamou e meu coração congelou. – Mas que coruja curiosa! – ele caminhou até a janela e ficou me olhando.
Sei que parece estranho, mas eu tive certeza de que ele sabia que era eu. Não me pergunte como, mas não seria estranho tratando-se de Albus Dumbledore.
_Aconteceu alguma coisa, professor? – meu pai perguntou, olhando para ele como se fosse um velho gagá. – Para o senhor estar aqui há essa hora?
_Oh, claro! – ele se virou sorridente depois de dar, o que eu achei que fosse uma piscadela para mim. – James, Lily, eu gostaria de falar com vocês.
_Acho que Peter e eu também já vamos! – Sírios avisou.
_Por favor, não se incomodem! – Dumbledore falou. – É coisa rápida... Será que posso me sentar?
_Oh, claro, professor! – mamãe exclamou envergonhada. – O sr. quer beber alguma coisa?
_Não, Lily. Obrigado. Vim apenas dizer a vocês que estão correndo perigo! – ele se sentou calmamente.
_Todos estamos! – meu pai falou.
_Sim, mas agora é pior. Vocês precisam deixar essa casa o quanto antes! O cerco dos comensais está se fechando. Voldemort está cada dia mais perto. Acho que é uma boa hora para usar o feitiço do fiel! – todos ficaram muito calados.
Minha mãe me pegou em seus braços e conjurou-me uma mamadeira, depois perguntou: - O sr. já tem um lugar para nós?
_Oh, sim! O lugar perfeito, mas antes vocês precisam escolher quem será o fiel do segredo.
_Já escolhemos! – meu pai respondeu. – Não há ninguém melhor que Sírios para ser o fiel!
_Não duvido... – ele sorriu para meu padrinho, depois deu uma olhadela rápida para mim. – Bem... Era só isso, então! Só precisava alertá-los disso. Arrumem suas coisas. Alguns membros da Ordem virão buscá-los a qualquer momento.
_Obrigado professor. – meu pai falou meio preocupado. Meu coração se apertou. Parecia até que ele sabia o que os esperava.
_Espere um pouco! – Sírios falou. – Se foi o sr. quem escolheu o lugar, então também saberá onde James e Lily estarão escondidos!
_Assim que o feitiço do fiel for feito, eu não me lembrarei mais onde fica a casa... – ele respondeu calmamente.
_E mesmo que soubesse, Dumbledore é de confiança! – meu pai falou.
_Não custava perguntar... – Sírios falou meio envergonhado.
_Não se preocupe, meu caro Sírios. Precaução nunca é demais... – Dumbledore se levantou sorridente, ‘nunca entendi como ele conseguia estar sempre tão calmo mesmo nas situações mais difíceis’. – Acho que já está na hora de ir. Foi um prazer revê-los! – ele apertou a mão do meu pai, da minha mãe e brincou com a minha mão, aproximando tanto o nariz pontudo do meu que se eu já não estivesse dormindo eu levaria um susto! – Os senhores me acompanham? – ele perguntou aos outros dois marotos.
_Eu ainda vou ficar um pouco. Quero conversar uma coisa com o James. – Sírios falou.
_Então vamos, sr. Petigrew?
_S...Sim, professor.
Mal os dois cruzaram a porta e, enquanto minha mãe me levava para o berço, meu pai e meu padrinho foram até a cozinha. Eu voei e fiquei encarapitado na janela em cima da pia. Foi meio difícil disfarçar minha presença, mas os dois estavam tão preocupados que não me notaram. Enquanto meu pai arrumava a mesa para o jantar, Sírios falava:
_Acho que eu não deveria ser o fiel do segredo de vocês, Pontas...
_Por que? – meu pai perguntou a meio caminho de colocar um prato na mesa.
_Acho que seria óbvio demais! Todos os comensais sabem da nossa amizade. Voldemort vai ter certeza de que eu sou o fiel do segredo, principalmente se há realmente um traidor na Ordem. – ele suspirou. Hesitou um pouco quando minha mãe entrou na cozinha. Ela o incentivou a continuar falando. – Eu nunca trairia vocês, mas nós não sabemos que tipo de artimanhas eles usam para arrancar um segredo de alguém.
Mamãe sentou-se preocupada. Com um movimento de varinha as panelas vieram até a mesa. Os três se sentaram e continuaram conversando.
_Quem você sugere? – mamãe perguntou. – Remus?
_Não... – Sírios hesitou. – Aluado anda muito estranho... Hoje tenho certeza que ele viu que estávamos sendo seguidos, mas negou.
_Você acha que ele é o informante? – papai perguntou incrédulo.
_Não tenho certeza, mas acho que ele vem agido muito estranho. Sugiro que Rabicho seja o fiel.
_Mas ele é tão... Tão... – mamãe hesitou. – Quero dizer... Se algum comensal descobrir que ele é o fiel do nosso segredo, não me parece que seria muito difícil fazê-lo falar.
_Justamente por isso eles nunca desconfiariam que vocês confiaram seu segredo a ele! Deixaremos que todos pensem que eu sou o fiel, mas na verdade será ele! Acho que assim vocês estarão mais seguros...
Não preciso dizer que meus pais acharam a idéia boa, mas eu não. Sabia exatamente como isso terminaria. Tive vontade de invadir a cozinha, me transformar em Harry e contar tudo para eles, mas seria um choque muito grande. Fiquei um tempo atordoado, sem saber o que fazer. Como resolver aquele problema. Voei para longe porque não agüentava ouvir meus pais traçando o plano perfeito para sua própria morte.
Como ainda não havia visto o meu próprio quarto, fui até as janelas do segundo andar e voei em torno da casa até encontrar um quarto de criança. Lá dentro estava muito escuro, mas com minha visão de coruja não foi difícil distinguir o que havia no quarto. Bem no centro, um berço branco com móbiles, móveis brancos, papel de parede com motivos de quadribol, muitas fotos minhas e muitos brinquedos. Brinquedos trouxas e brinquedos bruxos que teriam feito Duda morrer de inveja. Senti uma dor em meu peito por saber que se eu não aproveitasse a oportunidade que estava tendo, eu jamais usufruiria daquelas coisas e jamais me lembraria do carinho dos meus pais e de toda família. Olhei-me dentro do berço e percebi que eu estava sorrindo. Devia estar sonhando com alguma coisa.
_ ‘Pode deixar, Harry! Eu não vou deixar você passar por tudo que eu passei!’ – voei o mais rápido que minhas asas agüentaram. Já tinha um plano: precisava encontrar Dumbledore. Como não tinha a menor idéia de onde ele poderia morar, resolvi procurar por Hogwarts. Voei até Londres, achei a estação de King’s Cross e de lá tentei me lembrar do caminho que Rony e eu tínhamos feito para encontrar o expresso no nosso segundo ano.
Não foi tão difícil, porque logo os trilhos ficavam visíveis, pelo menos para um bruxo. Eu não agüentei voar a noite inteira. Dormi um pouco em uma árvore, logo de manhã continuei a busca. Encontrei Hogwarts por volta do meio dia. Era exatamente como a Hogwarts que eu conheci. Fiquei um pouco na Floresta Proibida esperando o movimento diminuir. Era hora do almoço e muitos alunos aproveitavam o sol do verão. Vi Hagrid de longe. Ele também não mudara muito durante os anos. Logo os alunos voltaram às salas de aula e eu voei para a sala dos professores. Voltei a minha forma normal. Peguei um pedaço de pergaminho, uma pena e escrevi um bilhete curto:
“PETER PETIGREW É O TRAIDOR! SÍRIOS E JAMES VÃO FAZÊ-LO FIEL DO SEGREDO. O SR TEM QUE IMPEDI-LOS. SIRIOS TEM QUE SER O FIEL!”
Fiz questão de entregar o bilhete pessoalmente, em forma de coruja, claro. Voei até uma das janelas da diretoria. Dumbledore já a ocupava naquela época. Entrei desabalado e assustei Fowks, que me olhava de forma estranha. Deixei o bilhete cair bem na frente de Dumbledore. Ele se assustou, mas quando me viu deu um sorrisinho de boas vindas. Não tive dúvida de que ele sabia que era eu. Ele pegou o bilhete, o leu e seu semblante se modificou. Ele me olhou novamente e falou:
_Eu já desconfiava... – ele se levantou guardando o bilhete nas vestes. Dirigiu-se até a porta, mas antes de sair falou: - Eu vou fazer isso porque acho que é o certo, mas modificar o passado pode trazer grandes conseqüências, espero que esteja ciente disso!
Continuei parado, olhando-o como se fosse apenas uma coruja do correio. Eu sabia que aquilo seria perigoso, mas eu tinha que tentar. Tinha que tentar salvar a vida dos meus pais. Era minha única chance.
Voei de Hogwarts e cheguei, já de noite, em Londres. Voltei a minha forma humana e fui comer alguma coisa. Estava há muito tempo sem comer nada, mas a adrenalina não me fez sentir fome, a não ser quando cheguei em meu limite. Transformei-me novamente quando terminei a refeição e voei até a casa de meus pais. Não havia mais ninguém lá. Estava tudo escuro, quieto e, percebi quando voei até onde seria o meu quarto, vazio. Eles já haviam se mudado. Como Dumbledore era o único que sabia para onde eles mudariam, presumi que ele tivesse tido tempo de avisá-los. Fiquei mais aliviado.
Agora havia um outro problema: como eu faria para voltar para o meu tempo? Não tinha cabeça para pensar naquilo àquela hora, precisava descansar um pouco. Entrei na casa pelo vitrô da cozinha que havia ficado aberto. Transformei-me e fui até o meu quarto, depois de dar uma boa olhada em tudo. Conjurei uma cama onde eu costumava dormir quando bebê, e descansei. Finalmente descansei como um ser humano deveria fazer, e não como uma coruja. Minha missão estava cumprida.

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