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3. Cap. III


Fic: Lugar Comum


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Diário de Campo – Dia 89


Eu estou realmente impressionada com a regeneração da Astoria. Cada dia mais eu desconfio que essa doença, na verdade, é algum tipo de feitiço. Muito poderoso. Ainda preciso finalizar a pesquisa em dois livros que estavam na biblioteca do Lucius Malfoy. Alguma coisa me diz que encontrarei a resposta no que está em rúnico e que está me dando um trabalhão para traduzir. Amanhã voltarei à Mansão. Apenas estou esperando o pequeno Malfoy voltar para escola. Sinto que minha presença não o agrada, é espantoso como ele é o Draco na idade dele. Draco! Que estranho chamá-lo assim depois de tantos anos chamando-o de Malfoy. Mas desde o dia em que contei sobre a morte do Ron ele tem me chamado pelo primeiro nome. É tão estranho ouvir meu nome sendo falado pela boca de um antigo rival, meu primeiro nome, sem ódio, sem superioridade.


 


---


Hermione aparatou nos jardins da Mansão Malfoy e foi recebida, como sempre, pelo elfo que servia aos Malfoys.


-Senhora Weasley – o elfo fez uma reverência demasiadamente longa – O meu senhor se encontra no quarto de minha senhora, ele pediu que fosse até lá.


-Obrigada Conny!


 


---


Draco estava sentado em uma cadeira próxima à cama de Astoria e a observava. A morena mantinha os olhos abertos, mas olhava o nada. Hermione deu três batidas tímidas na porta e a empurrou levemente.


-Incomodo? – perguntou sorrindo timidamente.


Draco retribuiu o sorriso. Era impressionante como aquela mulher, depois de tanto tempo e de tanto sofrimento, mantinha um sorriso tão juvenil no rosto. Não conseguia deixar de admirá-la.


-Não, não incomoda. Estava lhe aguardando.


 


Hermione foi até a cama de Astoria e começou a examiná-la.


-Agora ela fica assim, olhando para o nada. – disse pesaroso.


-Alguma coisa me diz que ela está aqui dentro, Draco. – Hermione olhou para o homem à sua frente. Mas Draco já não prestava atenção nela. Por um segundo achou que Astoria havia olhado na direção de Hermione assim que ela falara seu nome. Seu primeiro nome. – Draco? – Ela também olhou na direção de Astoria. – O que houve? – voltou a olhá-lo.


-Nada. Desculpe-me. Por um momento achei que...Nada, esquece – o loiro balançou a cabeça e voltou a olhar para a castanha. – O que dizia?


-Eu acho que ela está aqui dentro. Mas alguma coisa muito forte tem feito que ela não queira voltar para a realidade. Preciso que me dê livros que ela gostava, histórias que ela contava ao seu filho, cartas que trocava com alguém querido. Vamos ver se conseguimos fazer com que saia desse lugar onde se escondeu.


-Claro, Hermione – Draco olhou mais uma vez na direção de sua esposa. Agora tinha a sensação de que ela olhara para si quando ele falou. Hermione também olhou para a morena, intrigada.


-Algum problema, Draco? – perguntou


-Não, tive impressão de que os olhos dela se moveram, mas acho que foi só minha imaginação.


---


 


Uma semana depois


Hermione estava em casa, lia o último livro que faltava analisar. Estava em rúnico e demorou a traduzi-lo.


-Mas como eu não percebi isso antes! – Ela falou alto – Mas que filho da mãe.


 


---


PLAFT


Com força Hermione colocou o antigo livro de magia que estava em suas mãos em cima da mesa de Draco. O loiro estava concentrado lendo um documento de sua empresa.


-Enlouqueceu? – Draco a olhou assustado.


-Você é um filho da mãe, Malfoy. Um grandessíssimo filho da mãe. - Hermione falava com o dedo em riste. Fúria no olhar. Ele levantou irado. As mãos sobre a mesa.


-Você está maluca? Quem você acha que é para entrar  em minha casa, em meu escritório, me ofendendo, Weasley?


-Eu sou a medibruxa de sua esposa, Malfoy! – ela vociferou em resposta. – Eu lhe pedi que me dissesse TUDO que fosse referente ao caso dela. E eis que encontro, nas coisas que descobrimos do seu pai, um livro de magia antiga das trevas. – Hermione empurrou o livro na direção de Draco – Com um feitiço combinado com uma poção cujos efeitos são idênticos aos sintomas de Astoria.


-Hermione, eu – o loiro passou a mão no cabelo – eu, eu não tinha certeza. Eu não podia ficar dizendo para todo mundo que achava que a doença rara de Astoria era na verdade um feitiço lançado pelo meu pai.


-Não acredito no que estou ouvindo, Malfoy – Hermione andou até a porta e voltou. Irada. – Você é um covarde, Malfoy!


-O que você queria? Eu tenho um nome a zelar. Desde o fim daquela maldita guerra eu tenho tentado afastar a minha imagem desse tipo de coisa. Tenho preservado a minha imagem. Ouça, Hermione. – Ele disse paciente – eu vi coisas horrendas feitas pelo Lorde das Trevas. Tudo o que eu não queria era me aproximar, de novo, desse mundo, ter minha imagem vinculado a esse tipo de coisa. – Ele circundou a mesa e se aproximou dela, colocando as mãos em seu ombro.


-VOCÊ DEVERIA AO MENOS TER FALADO COMIGO, MALFOY! – Hermione vociferou retirando as mãos de Draco sobre si – Eu já poderia ter encontrado uma solução. Quero que saiba de uma coisa – Ela disse e ele percebeu que as bochechas delas estavam coradas. Observou-a mais ainda, pelos movimentos bruscos causados por toda raiva que sentia, alguns cachos desprenderam do coque que sempre usava e agora caiam pelo seu rosto. O dedo em riste e a outra mão na cintura só completavam o visual. Por um momento, Draco esqueceu que Hermione brigava consigo e precisou segurar o desejo de retirar os cachos caídos de seu rosto. – Apenas continuo nesse caso por Astoria. – e Hermione se virou em direção à porta.


Draco despertou de seu devaneio.


-Obrigado, eu sabia que não nos abandonaria. – Ela apenas o olhou e saiu do escritório.


 


---


Como sempre fazia ao chegar ao quarto de Astoria, Hermione examinou a mulher. Ela ainda permanecia com olhos abertos, mas alheia a tudo o que se passava ao seu redor.


-Idiota. Não passa de um imbecil – Hermione falava enquanto passava a varinha pelo corpo de Astoria. – Imagem... quero que ele e a imagem dele vá...Que se dane a imagem dele. O infeliz do pai dele enfeitiça sua esposa e ele vem me falar de imagem. Prepotente. Na verdade, nunca deixou de ser um prepotente. E com um pai louco e perverso. Como Lucius Malfoy teve coragem de enfeitiçar a própria nora?


 


Hermione falava sem perceber que Astoria olhava para si.


-Quem é você? – Hermione estancou ao ouvir. Olhou espantada para Astoria.


-Astoria???!!! Merlin! – Hermione pôs a mão na boca.


-Quem é você? –Astoria perguntou de novo, a voz fraca.


-Eu sou a Dra. Weasley – Hermione disse ainda espantada – Hermione Weasley, sua medibruxa. Eu preciso chamar o Draco. – Hermione disse com um sorriso no rosto, se dirigindo à porta – DRACOOOOO!


Astoria a olhou confusa. Não se lembrava de nenhuma Dra. Weasley e porque ela chamava seu marido pelo primeiro nome?


Hermione voltara a gritar.


-DRACOOOOO!


 


“Mas onde é que ela pensa que está para ficar me gritando desse jeito? No mínimo naquele lugar onde a família do marido dela se reproduz”.


-Enlouqueceu? – Draco perguntou assim que chegou ao quarto de Astoria – Onde você pensa que está?


Hermione sorriu e andou para o lado, deixando à mostra uma Astoria que o olhava confusa.


-Ast?- Draco correu até a cama – Por Merlin! Você voltou? – Draco abraçou a mulher à sua frente e teve o abraço retribuído. Ficaram um longo tempo abraçados. Hermione olhou para o chão, não sabia explicar para si mesma, mas a cena que desenrolava à sua frente a incomodava um pouco. Draco soltou-se do abraço da Astoria, levantou-se da cama onde estava sentado e caminhou em direção à Hermione.


-Eu sabia que conseguiria, Hermione – ele disse a abraçando. Hermione retribuiu o abraço. Sentiu-se confusa, como o abraço de Draco Malfoy poderia ser tão bom? Olhou em direção a Astoria e a morena parecia se incomodar com a cena que via. Hermione rapidamente se desfez do abraço.


-Obrigada, Draco. Mas eu nem sei o que realmente fê-la voltar. – Caminhou até a mulher na cama – Como se sente, Astoria?


-Confusa – a mulher disse sincera – Desculpe-me a minha sinceridade, mas nos conhecemos?


 Hermione e Draco se entreolharam. Draco segurou a mão da esposa.


-Hermione é sua medibruxa, Ast! A melhor medibruxa que passou pela nossa casa. – Hermione enrubesceu – Ela te trata há cinco meses.


-Vocês se tratam pelo primeiro nome...


Hermione percebeu que a mulher estava com ciúmes.


-Talvez você não se lembre de mim pelo sobrenome de casada, Astoria. Meu sobrenome de solteira era Granger.


-Hermione Granger amiga do Harry Potter?


-Sim – Hermione sorriu. – Sou eu mesma. Mas por ora, chega de perguntas. Preciso te examinar.


Astoria pensou em comentar que até onde ela sabia, eles eram inimigos de infância. Mas outras coisas precisavam de sua atenção.


-Um momento, Dra. Weasley. E nosso filho, Draco? E Scorpius?


-Está em Hogwarts! Eu vou – Draco sorriu foi até a esposa e acariciou seus cabelos – vou buscá-lo agora. Tenho certeza que McGonagall não irá se importar dele sair algumas semanas antes das férias por um motivo tão especial.


-Tenho certeza que não. – Astoria sorriu emocionada – Diga à Minerva que mando lembranças e espero sua visita.


 


Diário de Campo – Dia 105


Junho chegou com muitas coisas boas: a volta de Astoria ao mundo dos vivos. O retorno dos meus filhos... Não tenho muito ido à Mansão Malfoy. Agora, tenho pesquisado a forma de reverter o feitiço. Eu acho que a contra poção já descobri, afinal de contas ela se regenerou. Mas qual? Utilizei tantas poções diferentes. Agora preciso ir testando pouco a pouco qual a que fez resultados. De qualquer forma, ainda não descobri o que fez Astoria voltar de uma hora para outra. Às vezes, pelos olhares que ela me lança, tenho a sensação de que voltou por ciúmes. E isso é tão estranho. Imagina...Draco e eu é tão...improvável. Semana que vem irei à Mansão Malfoy conversar com Astoria, saber o que ela se lembra do feitiço e qual foi o efeito dele em seu corpo.


 


---


-E como tem sido com a Astoria Malfoy, Mi? – Gina perguntou enquanto ela e a cunhada arrumavam a mesa na Toca. Como sempre faziam nas férias, almoço de domingo era realizado pela matriarca dos Weasleys. Rose ajudava a tia e a mãe.


-Desde que o pequeno Malfoy chegou, fui lá umas três vezes. Tenho deixado Astoria curtir um pouco a cria. Tenho notado que a presença dele faz muito bem a ela. Não sei como vai ser quando ele voltar à Hogwarts.


-Por mim, ele poderia ficar na casa dele para sempre. Nunca mais voltar a Hogwarts. – Rose disse, corando.


-Que isso, Rose! – Gina fingiu espanto – Isso está com cara de paixão reprimida.


-Eu odeio aquele garoto, tia – Rose disse, ainda vermelha – ele é insuportável, mimado, arrogante.


-Hum hum – Gina cruzou os braços – sei. O pequeno Malfoy é um gatinho. Assim como o pai dele na idade dele.


-Gina! – Hermione, que acompanhava a conversa entre a cunhada e a filha segurando-se para não rir, chamou a atenção da ruiva.


-Eu ODEIO aquele menino, tia! ODEIO! Entendeu? – a pequena ruiva saiu batendo os pés.


-Gina! Você é demais! – Hermione balançou a cabeça negativamente, sorrindo - Você sabe que Rose e o Scorpius Malfoy se odeiam desde pequenos. – a ruiva gargalhou.


-Sei. Boa parte de culpa do Rony. Que alimentou essa babaquice.


-E o Scorpius Malfoy também é difícil, assim como o pai na idade dele. Já te contei como ele reagiu em Hogwarts com a bronca da Minerva, não contei?- a ruiva balançou a cabeça afirmativamente – E você precisa ver o olhar de desprezo com que me olha desde que me viu abraçada ao pai dele.


-Como é que é? – A ruiva sorriu maliciosa. Hermione rolou os olhos e deu um tapa na cabeça. Sussurrou: “aí vem um interrogatório”. - Como assim você estava agarrada ao Malfoy pai?


-Gina! Shhhhhiiiii – Hermione olhou para os lados para ver se alguém tinha ouvido. – Eu não estava agarrada com o Malfoy – disse em um sussurro – O Malfoy me abraçou. Eu precisei levar um dos elfos dele até ao Harry para que ele pudesse me acessar a qualquer momento. – Hermione falava rapidamente. Precisava desmanchar o mal entendido. - E acabei explicando porque eu tinha um fiel do segredo e acabei falando sobre a morte do Rony. E você sabe muito bem como eu fico quando falo da morte do Rony. Foi um abraço de consolo.  


-Desculpe-me – a ruiva pediu sincera ao ver que a cunhada se abatera à simples menção do nome do irmão. – Mas é que eu achei inusitado o fato de você e o Malfoy se abraçarem.


-E você acha que eu não me espantei também?


 


---


Hermione deu três toques com a mão na porta. Empurrou-a lentamente quando ouviu pedirem que entrassem.


-Incomodo? – Hermione perguntou olhando de Astoria ao seu filho que viam um álbum de fotos.


-Claro que não, Dra. Weasley. Scor e eu víamos algumas fotos que já olhamos diversas vezes. – Astoria sorriu e olhou para o filho, franzindo o cenho em seguida. Seu filho parecia incomodado com a presença da outra mulher.


-Vou visitar meu padrinho – Scorpius disse se levantando – Ele prometeu me levar ao Beco Diagonal para comprar meu material para esse ano. - Deu um beijo no topo da cabeça da mãe. – Quer alguma coisa do Beco Diagonal? - Astoria fez que não com a cabeça e o menino se encaminhou à saída. Já estava próximo à porta quando ouviu a voz de sua mãe.


-Scorpius – Scorpius Malfoy virou na direção de sua mãe – Estou preferindo achar que você está tão empolgado em ir comprar seu material no Beco que não se deu conta da presença da Dra. Weasley, do que achar que você está sendo mal educado sem motivo algum!


O semblante de Scorpius se tornou sério e ele se enrijeceu. Não diria à mãe o motivo de sua aversão por sua médica.


-Boa tarde, Dra. Weasley – Scorpius disse em sua habitual voz arrastada carregada de desprezo, e Hermione se lembrou de Draco em sua idade. Era esse tom de voz que ele utilizava quando a chamava de sangue ruim ou tentava humilhá-la. - Uma pena que eu precise sair assim, logo agora que você chegou. Mas preciso ir. Dê lembranças à sua filha por mim.- E saiu sem dar oportunidade para que sua mãe o repreendesse.


-Não sabia que meu filho e sua filha eram amigos – Hermione ainda olhava para a porta. Não, Scorpius não parecia com o pai em sua idade. Tinha um que de mais perverso.


-E não são! – Hermione finalmente olhou para a mulher à sua frente – Tomei conhecimento de seu caso quando, no ano passado, seu marido e eu fomos chamados pela Minerva para resolver uma briga entre minha filha e seu filho.


-Mas...


-Eles destruíram a sala de poções – Hermione olhou séria para Astoria- e feriram diversos colegas de classe. Rose atacou o seu filho após ele falar que ela era uma boa bruxa apesar de ter um pai pobretão e uma mãe nascida trouxa.


-Ai Mérlim – Astoria escondeu o rosto com as mãos. – Não acredito. – Astoria já chorava - Como eu lutei contra isso, Dra. Weasley.


-Calma sra. Malfoy – Hermione ponderou – Se eu soubesse que esse fato te abalaria tanto, não teria comentado, mas achei tão inusitado seu filho falar da minha filha.


-É que isso tem a ver com a minha doença...- Astoria respondeu olhando pela janela.


-O seu filho tem a ver com sua doença, sra. Malfoy? – Hermione perguntou espantada, seu cérebro trabalhando furiosamente tentando lembrar se já havia lido algo parecido na literatura médica.  


- Ohhh por favor, me chame de Astoria, Hermione! Posso te chamar de Hermione? “Claro que pode, afinal ela chama seu marido pelo primeiro nome, não é mesmo? Tão íntimos...”


-PÁRA – Astoria gritou pondo as duas mãos no ouvido. Hermione foi em direção à mulher, espantada.


-Astoria, tudo bem com você? Você não acha melhor descansar? Podemos conversar com calma mais tarde ou amanhã. Eu acho que o excesso de informações não te fez bem.


-Não...eu preciso falar.


 
N/A: Gostaram do cap. xuxus?
Ainda estou na dívida com vocês...não postei resposta aos comentários. Adoro essa interação com vocês e, confesso, que é o que me anima a continuar escrevendo. De agosto para cá, minha vida deu um giro de 180º com doenças graves na família, minha filha internou duas vezes (agosto passado e fevereiro), excesso de trabalho. Só não parei por conta de vocês...E agora estou de volta de corpo e alma (inclusive voltando a escrever  RC2)!

Como combinado, capítulo novo daqui a 15 dias, ou seja, dia 15 de abril.

bjocas, babies!!! 


 

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Comentários: 10

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Enviado por Serena Sly em 14/04/2013

Eu amo esa fic... desde a primeira linha qdo ela era uma ideia ainda.... Gosto do plot, da trama, a escrita, do drama, do misterio....gosto de TUDOOOOOOOOOO... so não gosto de ela não ter fim kkkkkkkkkkkkkkkk....era pra ser uma short e virou long, por que ainda tem muita coisa pra acontecer pelo jeito...Att logooooo Maris, tu me deixou ansiosa de proposito...sua sadica hahahhahaha
Bjãozão e parabéns mais uma vez

Nota: 5

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Enviado por TAIANA TAVEIRA SILVA em 12/04/2013

Estou tão empolgada que fiquei procurando o próximo capítulo e só depois de uns minutos me dei conta que só na segunda vai ser postado ¬¬' ... (pelo menos agora vou acompanhar direitinho). Maris, estou amando, agora estou muito curiosa em saber porque foi tão perversa a atitude de Lucius. 

Nota: 5

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Enviado por Larii Malfoy em 07/04/2013

Hmmm, sinto cheiro de problemas por ai...

Esse Scorpius parece ser bem neto do vô dele mesmo...Astória parece que tem ciúme da Hermione, pq será né?! 

Draco, todo lindo, ai ai!

Aguardo mais!

beijos ;* 

Nota: 5

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Enviado por Scarlett em 06/04/2013


Nem é ciumenta essa Astoria hein, rsrsrs Muito curiosa p entender essa doença/feitiço q ela sofre!

amando os pequenos detalhes em Draco&Mione



Super ansiosa, esse dia 15 vai custaaaaaar!!!!

 

Nota: 5

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Enviado por Vênnice em 05/04/2013

Cada detalhe, cada gesto, cada movimento, sentimento...estou extasiada com a leitura desta história. Não canso de agradecer o presente lindo que está escrevendo para mim. No momento estou sem palavras e querendo mais, sempre...

Imaginei o sorriso de Hermione e a admiração de Draco por ela neste trecho:

Era impressionante como aquela mulher, depois de tanto tempo e de tanto sofrimento, mantinha um sorriso tão juvenil no rosto. Não conseguia deixar de admirá-la.

Você traduziu tudo, lindo, tocante... amando... 

Nota: 5

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Enviado por HeloiseMalfoy em 04/04/2013

Maari, finalmente consegui ler esse capítulo :D E como sempre, escrevendo super bem né? Haha' Mal posso esperar pelo próximo capítulo! Vou lá fuçar no grupo do face pra ver se acho spoilers *-*

Nota: 5

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Enviado por Luana G. Malfoy em 01/04/2013

Astoria de volta ¬¬ arghh, a cena do abraço dela com o Draco foi linda, mas deu uma certa pena do desconforto da Hermione... Ela provavelmente ainda não se deu conta dos sentimentiOS que estão surgindo entre ela o nosso loiro, então imagino como ela deve estar confusa... bem o loiro pelo menos já demostra certos impulsos pela ex-grifinória... Sério tenho vontade as vezes de dar uns pontapés no Scorpius, okk ele quer os pais juntos, mas não precisa fuzilar a Herms cada vez que a vê, alias um pouquinho de gratidão seria bom né Sr Scorpius... fiquei muuuuuito curiosa nesse trecho final.... ^^


ESTOU AMANDO MARIS !!!


BJOSSS   

Nota: 5

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Enviado por Landa MS em 01/04/2013

Senti uma recaída drástica aqui. Amei essa cap. Ainda falta muito pra acabar? Nunca ansiei que uma fic chegasse ao fim antes, mas a sua sim. Só pra saber o que vai rolar no final. Amei essa de Astória ciumenta.

Nota: 1

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Enviado por M R C em 31/03/2013

adorei.
foi bem esclarecedor esse capítulo.
e deu mais vontade de ver também o que rola com rose e scorpius.
acho que eles sao um casal provavel se nos livros mesmo a J.K Rowling falasse mais dessa geração =]

quanto a revelação de astoria no final, fiquei intrigada.
acho que lucius previu que o neto dele estava sendo encorajado pela mae a se aproximar dos mestiços e como punição ele a enfeitçou! ou nao né....hahahahahha!!!

eu estimo as melhoras da sua filhinha, minha xará Mariana =]

beijos          

Nota: 5

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Enviado por MaisQuePleura em 31/03/2013

Sem motivos essa atitude do Scorpius. Não foi nada demais, só um abraço de "consolo"... =x
Acho que a Astória voltou por ciúme. Já deu pra perceber que ela tem ciúme do Draco com a Herms.
Essa voz era o Lucius? Fiquei curiosa pra saber o que a deixou assim.
Dia 15 chega logo!!!

Beijos 

Nota: 5

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