FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

7. Capítulo 7


Fic: Não Te Dei Permissão Para Sonhar Comigo- Capítulo 13 NOVO!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

N/a: respondendo aos comentários....


Enviado por Carla Ligia Ferreira em 27/09/2007: Que bom que vc gostou do soco da Cassie, eu também ri muito imaginando o Sirius com cara de paspalho. Rsrsrsrsrsrs.
Bjos e comenta.

Enviado por zihsendin em 27/09/2007: È, ainda bem que existe o Remo para salavar a coitada da Lily, o Thiago já tava parecendo um psicopata. rsrsrsrsrsrsrs

Enviado por A *A.D².P.* Gaby Night Angel em 27/09/2007: que bom que vc gostou, eu também ADOREI escrever esse capítulo.
Bjos e comenta.

Enviado por thamy gibson evans em 27/09/2007: que bom que vc está gostando tanto da fic. Nossa, por que todo mundo gosta tanto de briga hein?rsrsrsrsrsrsrsrs
Bjos.

Enviado por Lethicya Black em 28/09/2007: Essas detenções prometem, hein, que bom que vc gostou do capítulo.
Bjos.

Enviado por Olívia Mirisola em 07/10/2007: Valeu.
Bjos.

Enviado por Prika Potter em 09/10/2007: Que bom que vc gostou.
Bjos e comenta.

Oi pessoal, desculpem a demora e muito obrigada de novo pelos comentários, fico muito feliz que vcs estejam gostando da fic e espero que gostem desse capítulo, ficou enoooome!!!

Bjos,
Adrianne Black.






Capítulo 7



- Tá mais calma agora Cassie? – perguntou Alice se sentando em uma cama no dormitório que as três dividiam com mais duas garotas e encarou a amiga que terminava o sexto copo de água.

- Mais ou menos. Eu ainda me sinto capaz de matar a Melanie se ela aparecer na minha frente com aquela cara de cínica! – esbravejou ela.

- Mas por que essa raiva toda da sua prima Cassie? Ela parecia nem estar entendendo o que você estava falando. – perguntou Lílian.

- O por quê de tanta raiva? E você acha pouco ela ter me deixado presa com aquele imbecil uma noite inteira? – Perguntou ela indignada.

- Mas talvez ela realmente não tenha visto você. – disse a ruiva tentando acalmá-la, mas Cassie só pareceu ficar com mais raiva ainda.

- Claro que viu! E aquela lambisgóia da Amelie ainda ficou rindo da minha cara. Ai que ódio! – disse. – Imagine Lily, ter de ficar presa em uma cabine de trem com a pessoa que você mais detesta no mundo, por uma noite inteira!

- A imagem do Potter já te veio em mente, não é Lily? – brincou Alice no que a ruiva corou levemente em meio a uma feição de impaciência, no que Cassie desmanchou um pouco a cara emburrada. Ela meio que sempre adorou esse joguinho de gato e rato de Thiago e Lílian.

- Não começa. – repeliu olhando derrepente para Cassie, obviamente procurando alguma desculpa para mudar de assunto. – Você realmente emagreceu bastante nas férias.

- È mesmo. – concordou Alice. – O que você fez?

- Oh, dieta Sirius Black. – respondeu no que as duas a encararam divertidas. – Eu passei o verão todo fugindo da Melanie que só falava dele, e como a Lily estava viajando eu não tinha muita opção, então ou saía de casa e ia para bem longe dela ou me trancava no quarto e sinceramente não dava muito tempo de comer, e na maioria das vezes ela vinha me perseguir na hora do almoço para falar dele, mas era só ouvir aquele nome que eu perdia o apetite na hora!

- Como sempre exagerada. – disse Alice. – Tenho certeza de que isso tem bem mais a ver com o Michael do que com o Sirius.

- De verdade, ele realmente me faz perder o apetite. – disse Cassie ignorando o comentário como se ele não tivesse importância. – Ele é insuportável! Acho que mais um pouco e eu assassinava ele ali mesmo, vai ser chato assim lá em Júpiter! E depois a McGonagall ainda ficou achando que nós tínhamos um caso...

- Foi isso que eu não entendi. Por quê? – perguntou Alice a olhando curiosa no que a garota não pode evitar corar levemente.

- Bem, er... é que quando o trem começou andar hoje de manhã, nós acabamos caindo das poltronas e... – disse sentindo o rosto esquentar ainda mais. Até parecia que os olhos intensamente azuis de Sirius a estavam encarando daquele mesmo jeito estranho agora, enquanto as amigas a olhavam paralisadas de tão curiosas, bebendo cada palavra que ela dizia. – e... bem, eu estava caída por cima dele quanto um funcionário da estação nos encontrou.

As duas se entreolharam boquiabrindo-se surpresas, Lílian começou a rir mas Alice parecia um tanto empolgada com a situação, como se sentisse até uma certa inveja da amiga.

- Eu já vi isso nos filmes. – disse ela. Apesar de ser puro sangue, Alice era completamente apaixonada por romances trouxas, vivia arrastando Lílian para ir ao cinema com ela nas férias para ver filmes românticos, além se sempre estar com um livro bem mamão com açúcar por perto. – E o mocinho e a mocinha sempre acabam se beijando quando isso acontece. – acrescentou como uma forma de provocar Cassie, que fez uma careta de desgosto.

- Credo Alice, Merlim me livre!

- Você não pode negar que ele é bonito.

- Mas a beleza não compensa a arrogância. – disse Lílian no que Cassie a olhou feliz por ter arranjado uma aliada.

- Viu, e além disso eu amo o meu namorado e nunca iria traí-lo. Ainda mais com alguém tão insuportável como o Black!

- Mas mesmo assim, eu ainda não acredito que você chegou tão perto daqueles olhos extraordinariamente azuis que parecem que entram em você quando te olham, aquele rosto perfeito, aquela boquinha carnuda que te dá vontade de morder... – disse no que as outras duas a olharam espantadas.

- Você sabe demais sobre isso. – disse Cassie.

- Eu só sou muito detalhista. – justificou-se ante o olhar desconfiado das duas. – Eu reparo demais nas pessoas.

- Eu só pensei que você reparasse mais no Frank e menos no Black. – disse Lily de cenho franzido.

- E reparo, mas como ele nem me olha eu sou obrigada pelo meu amor próprio a desviar o olhar dele e admirar um pouco as obras de arte da minha própria casa também. – disse no que as outras duas reviraram os olhos.

- Mas agora pensa no que pode acontecer se essa estória chegar aos ouvidos do Michael, o que ele vai ficar pensando de mim? – disse Cassie parecendo repentinamente bastante preocupada no que as outras a encararam.

- O Michael confia em você Cassie, ele não vai acreditar em nada do que forem dizer para ele. – disse Lily compreensiva.

- É, você só tem que explicar tudo para ele. – disse Alice. – E ainda á capaz que ele fique mais bravo contigo por causa das detenções do que pelo Sirius. – disse no que as outras riram.

- Sem contar que você quebrou o nariz da irmã dele. – disse Lílian em meio as risadas.

- Quebrei nada! – disse rindo despreocupada. – Aquela ali tem uma camada de creme tão grande espalhada na cara que é capaz de ter amortecido o soco.

Disse no que as outras sufocaram o riso.

- Só estou com pena do Remo, coitado. O que ele deve estar tendo que aguentar! – suspirou a morena. – A Melanie deve estar fazendo um escândalo na ala hospitalar berrando que a sua vida acabou, que seu sonho de estrela de cinema já era e que agora o máximo que ela vai poder chegar perto de uma camera será se for virar estrela de um documentário sobre uma garota que tinha tudo para ser miss universo até a tarde fatídica em que quebrou o nariz. Sinceramente, acho que ela se esquece de que isso é uma escola de bruxaria e só enxerga o campo de quadribol com seus jogadores musculosos.

- Francamente. – disse Lílian balançando a cabeça contrariada, mas um pequeno sorriso começava a se formar no canto de sua lábios. – Bem, eu como monitora chefe nunca devia dizer isso, mas eu não posso negar que aquele soco foi lindo. Do tipo que eu sempre sonhei dar no Potter quando ele me torra a paciência com convites para sair.

Disse a ruiva no que uma nova onda de risadas se fez presente enquanto Cassie se gabava, exibindo os braços como se tivesse acabado de ganhar uma luta de boxe.

- E aquela Amelie caindo no lago? Foi hilário! – disse Alice no que as outras riram ainda mais. – Da última vez que eu a vi ela estava quase botando a alma para fora do corpo de tanto espirrar!

- E você adorou não é? Nem precisa me agradecer. – gabou-se Cassie.

- È claro, ela não parava de dar em cima do Frank de cima daquela rampa. – disse Alice irritada. – Bem feito!

- Bem, estava demorando para aquela Maria-goles colocar os olhos nele não é mesmo? – disse Cassie. – Já faz algum tempo que o Frank está no time de quadribol da Corvinal e aquela lambisgóia não pode ver uma macho montado numa vassoura que sai atrás. Tome cuidado Lily, ela pode acabar tomando até o Thiago de você.

- Por mim que leve. – disse Lílian corando subitamente ao ouvir o nome do maroto e acabar se lembrando do que tinha acontecido entre os dois na noite passada, no que as outras duas a olharam desconfiadas. – Eu até o embrulho para presente se ela quiser.





Remo observou mais e mais lágrimas escorrerem dos olhos de Melanie enquanto a loira permanecia sentada aos soluços na beirada de uma cama na enfermaria esperando por Madame Pomfrey que já não estava na ala hospitalar desde que eles tinham chegado e estava demorando a voltar.

Melanie não tinha parado de chorar desde que ele a tinha tirado dos jardins para trazê-la para a ala hospitalar, mas Remo não sabia dizer se ela chorava mais de dor, ou se por que tinha brigado com a prima, ou então os dois juntos. O maroto já tinha feito um feitiço para que o nariz dela parasse de sangrar, mas estava desconfiando que Cassie tinha quebrado o nariz dela para ela sentir tanta dor, além de lhe ter parecido inchado demais e um tanto fora de esquadro.

Embora não estivesse mais com o rosto coberto de sangue, a garota estava com uma aparência horrível, com o nariz inchado, olhos vermelhos e a face lavada de lágrimas enquanto permanecia aos soluços.

Aquilo estava deixando ele bastante incomodado, não havia mais ninguém na ala hospitalar além dos dois, a menos se for para contar dois quadros na parede, um de um homem careca e outro de uma mulher vestida de enfermeira. Ambos olhavam para a garota parecendo quase tão incomodados quanto Remo.

Ele queria fazer alguma coisa para que ela parasse de chorar mas não conseguia pensar em nada. Não havia mais nenhum paciente ali, o que talvez explicasse a ausência de Madame Pomfrey, mas mesmo assim ela não devia estar demorando tanto. E se por acaso aparecesse algum primeiranista que se atrapalhou no primeiro dia de aula e acabou machucado? O que era muito comum, concluiu se lembrando do seu primeiro dia de aula em que Pedro tacou fogo no cabelo de uma menina( Alice) por acidente na aula de feitiços. Depois ele e os amigos precisaram sair correndo no fim da aula para livrá-lo das amigas dela ( Cassie, Lílian e tropa) que estavam ansiosas para vê-lo pegando fogo também.

Aquilo já estava o deixando irritado, ele foi até a porta da ala hospitalar e espiou o corredor para ver se Madame Pomfrey já estava vindo, mas assim que virou as costas ouviu um mar de soluços ainda mais altos por parte da garota, talvez tivesse ocorrido a ela que ele fosse largá-la ali e ir embora, então ele foi se aproximando dela.

- Está doendo muito? – perguntou se voltando para ela que continuava a soluçar. – Acho que está quebrado. – disse olhando para o nariz dela.

Então derrepente viu um espasmo de horror transparecer no rosto da garota no que ela imediatamente pulou da cama e começou a andar pela enfermaria parecendo desesperada a procura de alguma coisa enquanto Remo olhava confuso dela para o homem e a mulher das pinturas se perguntando o que tinha dito de errado.

- Onde tem um espelho? Onde? Eu PRECISO de um Espelho! –disse Melanie com um grito de desespero no que Remo a olhou alarmado quando ela começou a chorar ao desistir de procurar um espelho e o encarou. –E-está muito f-feio? E-está torto? Meu nariz está torto?

Perguntou em meio aos soluços.

- N-não. – disse Remo a encarando, sentindo o desespero da garota o contagiá-lo também, não sabendo o que fazer enquanto a garota se derramava em lágrimas.

- Não minta para mim, deve estar horrível! – berrou no que as duas pinturas da parede olharam de olhos arregalados para ela. – Eu sei que está! Eu vou ficar desfigurada, para o resto da vida! Nunca mais vou conseguir olhar para um espelho, ninguém mais vai querer se aproximar de mim...

- Não, claro que não. – disse Remo apressadamente enquanto o homem e a mulher da pinturas lhe lançavam um olhar aborrecido como se o pressionassem a tomar uma atitude. – Não está tão ruim assim.

- Não está TÃO RUIM ASSIM? – gritou Melanie. – O que você quer dizer com isso?

Perguntou o encarando com os olhos repletos de lágrimas, no que ele coçou a cabeça se perguntando o que ele tinha feito para merecer aquilo e desviou o olhar para as duas pinturas na parede buscando ajuda, mas os dois apenas o encararam como se ele tivesse proferido uma maldição de morte e desapareceram para fora das molduras.

Melanie se aproximava dele cada vez mais, o rosto apavorado e os olhos repletos de lágrimas enquanto Remo procurava desesperado por palavras para consertar o que tinha dito, o barulho do choro dela começando a irritá-lo, mas ela recomeçou a falar em meio aos soluços com aquela voz chorosa.

- Eu sei que está horrível, você só está dizendo isso por que está com pena de mim! Agora todos vão sentir pena de mim! As crianças vão apontar para mim na rua, isso... isso se eu voltar a sair na rua!

Remo estava perdendo a paciência, o choro dela agora perecia perfurar os seus ouvidos, se perguntou se a família dela tinha raízes na Grécia para ela conseguir fazer um drama tão grande em tão pouco tempo. Se aproximou dela ao ver que ela já se preparava para recomeçar o escândalo e antes que ala pudesse abrir a boca, ele a segurou pelos ombros e lhe deu um chacoalhão.

- Melanie calma! – disse ele elevando o tom de voz no que ela finalmente se calou, o encarando enquanto segurava o chora parecendo um tanto assustada no que ele a soltou. – Calma, respira. Isso.

Talvez tivesse exagerado, talvez ela tivesse se assustado por que encarara os olhos de um lobo por trás dos dele, o que normalmente acontecia quando ele começava a ficar irritado. Voltou a olhar para Melanie, que agora permanecia encolhida lutando consigo mesma para não começar a chorar novamente, ele voltou a se aproximar dela sentindo uma pontada de remorso.

- Vai ficar tudo bem ok? Eu... eu conserto o seu nariz.

Disse disposto a tudo para que ela parasse de chorar, mas se arrependeu no mesmo instante em que terminou a frase.

E se saísse errado? E se o nariz dela ficasse mesmo torto para o resto da vida?
Se perguntou onde estaria Madame Pomfrey, por que ela tinha que ter saído logo agora? Não havia mais ninguém na enfermaria e até as pinturas o tinham abandonado.

O que ia fazer agora? Observou Melanie se aproximar dele parecendo um tanto mais tranqüila depois do que ele dissera e tentou parecer calmo aos olhos dela, mas no fundo se perguntava seriamente o que levava aquela maluca a acreditar que ele sabia o que estava fazendo. Puxou a varinha, Melanie tinha os olhos intensamente verdes fixados nele.

Remo segurou seu rosto suavemente e ergueu a varinha, ela fechou os olhos e ele observou duas grossas lágrimas escorrerem pelo rosto angelical da garota, até molharem a sua mão.
Torcendo internamente para que aquilo desse certo ele murmurou um feitiço e então em um piscar de olhos o nariz dela havia desinchado e estava de novo certo no rosto.
Remo guardou a varinha no bolso e voltou a olhar para Melanie, que permanecia de olhos fechados, mas agora com uma expressão bem mais serena no rosto, notou o quanto ele era bonita mesmo com o rosto lavado de lagrimas e o acariciou suavemente, enxugando-lhe a face, sentindo maciez da sua pele.
Ela abriu os olhos lentamente, encontrando os dele e um leve sorriso se formou em seus lábios.

- Ainda está doendo? – perguntou ele gentilmente sem interromper o contado no que ela apenas concordou com a cabeça, colocando sua mão sobre a dele.

Remo achou que ela estivesse perto demais, enquanto não conseguia parar de olhar para aqueles olhos intensamente verdes que pareciam desarmá-lo, o atraiam de tal maneira que ele não conseguia pensar em mais nada e tão pouco se afastar, parecendo que tudo em volta tinha sumido. O sorriso no rosto de Melanie se alargou, quando derrepente ele desviou o olhar se deparando com o homem e a mulher das pinturas que tinham voltado, ambos o olhavam com uma expressão desconfiada agora, como se estivessem só esperando que ele fizesse algo que não devia.

Imediatamente puxou a mão que a garota segurava no próprio rosto e se afastou dela sentindo seu rosto pegar fogo.

Melanie também pareceu despertar de um transe e esboçou um sorrisinho travesso no rosto quando o viu corado e tocou o nariz, não mais o sentindo dolorido nem inchado.

- Tem um espelho ali no banheiro se você quiser olhar. – disse ele ainda bastante sem graça lhe indicando uma porta ao lado da sala de Madame Pomfrey que ele nem sequer lembrara que existia quando ela tinha começado a chorar.

Só agora ele estava começando a ver algo de cômico no escândalo que a garota tinha feito, como alguém podia ser tão exagerado? Em um instante tinha conseguido transformar sua vida inteira em uma tragédia grega. Sem contar que ela parecia ter se esquecido completamente que era uma bruxa e que bruxos consertavam ossos em um instante e não ficavam deformados por isso, a menos que se fizesse o feitiço errado. E riu de si mesmo ao lembrar de como ficara sem reação quando ela tinha começado a se derramar em lágrimas.

Agora Melanie retornara com um espelho nas mãos, que devia ter tirado da parede do banheiro, estava com uma aparência bem melhor, ao que parecia lavara o rosto na pia, não estando mais com face manchada de lágrimas.

- Eu ainda estou achando o meu nariz um pouco estranho. – disse ela se mirando no espelho e fazendo diferentes caras e bocas. – O que vocês acham?

Perguntou dirigindo se ao homem e a mulher das pinturas que começaram a fazer gestos afirmativos, enquanto rasgaram-se em elogios, provavelmente temendo que ela estivesse preparando um outro escândalo enquanto lançavam olhares apreensivos a Remo como se pedissem ajuda no que ele tornou a rir, na duvida se Melanie era hipocondríaca ou fresca, como Cassie sempre insistia em chamá-la.

- Seu nariz está lindo. – disse ele em meio a um riso. – Perfeito, eu diria que está até mais bonito do que antes.

- Você acha mesmo? – perguntou a loira se virando para encará-lo com um sorriso iluminando lhe o rosto.

Seus olhos brilhavam intensamente, parecendo desarmá-lo mais uma vez no que ele apenas concordou com a cabeça corando ao perceber que tinha acabado de elogiá-la.

Ela alargou o sorriso dando-se por satisfeita e foi devolver o espelho no banheiro e Remo se pôs a encarar o chão resistindo ao impulso se continuar reparando no quanto ela era linda.

- Obrigada Lupin, você é um anjo! – disse ela lhe sorrindo radiante quando saiu do banheiro no que ele corou mais uma vez.

- Não foi nada. – disse no que ela disfarçou um sorriso.

- Você vai ficar aí?

Perguntou parada a porta da ala hospitalar no que Remo a alcançou.

- Por que será que a Cassie ficou com tanta raiva de mim? – perguntou Melanie séria quando os dois começaram a caminhas lado a lado.

Remo encarou a expressão inocente no rosto da loira e depois a olhou espantado. A voz dela não demonstrava um pingo de raiva de Cassie, mesmo ela tendo quebrado o seu nariz, muito pelo contrário. Ela parecia até mesmo triste pela prima ter brigado com ela.

- Bem, acho que foi por que você deixou ela presa no trem junto com o Sirius. – disse Remo ainda encarando a expressão inocente no rosto dela.

- Mas eu não fiz de propósito, eu não vi ela ali. Eu juro! – disse.

- Então diga isso a ela. – disse Remo. – Mas você não ficou com raiva dela também por ela ter te batido, te xingado?

- Só um pouco enquanto o meu nariz estava doendo. – disse no que se lembrou novamente do escândalo que ela tinha feito, imaginado se ela ainda teria essa mesma atitude se tivesse ficado “desfigurada” como tanto temia. – A Cassie é, assim mesmo, desde criança. Quando fica brava não pensa e sai falando um monte de besteiras. Ela realmente pega pesado, mas depois se arrepende.

- Sei como é. – disse Remo. – O Sirius é exatamente assim.

Disse no que Melanie fechou a cara e corou levemente ao ouvir o nome do maroto, mas depois resolveu ignorar o comentário.

- Meu irmão diz que isso é criancice, sabe? Ficar agindo por impulso. – disse ela. – Bem, mas para ele quase tudo no mundo é criancice, não sei como a Cassie agüenta.

Disse em meio a um suspiro no que Remo sorriu.

- Você acha mesmo que eu devia ir falar com ela? – perguntou Melanie. – E se ela não acreditar em mim?

- É melhor você esperar um pouco, ela ainda está muito brava, não vai nem ouvir o que você tem a dizer. – disse o maroto calmamente. – Melhor esperar até amanhã.

- Acho que você tem razão. – disse ela parando de andar no meio do corredor e o encarando. – Muito obrigada de novo Lupin, você é mesmo um anjo!

Disse sorrindo ficando de frente para ele no que desta vez ele não evitou o olhar dela e retribuiu o sorriso quando derrepente o rosto se transformou em meio a uma careta como se tivesse acabado de se lembrar de alguma coisa e levou a mão a boca.

- Nossa, eu esqueci a Amelie! – disse Melanie. – Ela caiu no lago e eu nem sei como ela está. Eu tenho que ir. Tchau

E saiu correndo graciosamente pelo corredor, deixando Remoa ainda se sentindo um tanto perdido na vastidão de seus olhos verdes.






Thaigo soltou um longo suspiro enquanto passava a mão pelos cabelos, estava recostado na janela do dormitório dos marotos, olhando as estrelas, mas sem vê-las de fato, com a cabeça bem longe dali.

Estava ali sozinho a horas, mas não sentia a menor vontade de descer para a sala comunal fazer baderna com os amigos ou até mesmo ir dar umas voltas pela escola em horário proibido para ir assaltar a cozinha com Sirius, e ele nem ao menos tinha jantado.

Na verdade não sentia animo para nada. Soltou mais um longo suspiro, se fechasse os olhos poderia ver a imagem dos olhos verdes de Lílian, curiosos e acoados, o encarando pouco antes de ele a beijar.

O gosto dos lábios da ruiva parecia que ia ficar para sempre nos seus, impregnado nele assim como o calor da sua pele e seu perfume suave de lírios cuja simples lembrança já era suficiente para aguçar-lhe os sentidos.

Nem ele próprio tinha percebido o quanto ele ansiara por beijá-la até o instante em que tocara seus lábios e uma felicidade enorme se fez presente dentro dele. Seu coração nunca tinha batido tão rápido na vida, por um momento achou que tudo não tinha passado de um sonho até encontrar aqueles olhos intensamente verdes nos seus novamente, sempre tinham sido a sua perdição. Depois nem tinha conseguido pregar o olho a noite inteira relembrando.

Não era mais só um desafio, não podia ser. Um desafio jamais poderia ser capaz de fazê-lo sentir tudo aquilo, aquele sentimento inexplicável.
Desafio era conseguir agarrar um pomo de ouro em pleno céu em uma final contra a Sonserina, e em anos jogando quadribol pela Grifinória e saindo vencedor das tais finais contra a Sonserina nunca tinha sentido nada parecido.

Mas sempre fora assim que Thiago Potter pensara em Lílian Evans, um desafio. Mais uma conquista, talvez a mais difícil de todas, para a sua considerável lista. Depois de muito tempo insistindo em convidá-la para sais, seus amigos tinham começado a dizer que ele estava obcecado e ele mesmo estava começando a estranhar seu comportamento, mas achou que quando finalmente conseguisse sair com ela, beijá-la, que tudo passaria e ele não mais pensaria nela, e quem sabe até mesmo acabasse se decepcionando, descobrindo que afinal ela não era tudo o que parecia ser.

Mas não era o que tinha acontecido, depois daquele beijo, ele queria mais, muito mais. Podia dizer que poderia passar a vida inteira do lado de Lílian, se toda vez que perto dela pudesse sentir aquela mesma sensação maravilhosa de um jeito inexplicável.

Ele soltou outro longo suspiro ao contemplar as estrelas novamente. No fundo ele já sabia, já sabia e vinha negando para si mesmo e para o mundo desde a primeira vez que a vira, amava.

A amava mais do que qualquer coisa no mundo. E por mais que negasse, suas ações sempre acabavam o contradizendo, ele mesmo o traia. As cartas que tinha escrito para ela o verão todo, seus olhos que a seguiam para todo lado, seus pensamentos que voavam para ela a uma simples distração, seu corpo todo que se arrepiava sempre que ela chegava mais perto e seu coração que batia descompassado no peito sempre que se perdia na vastidão de sua olhos verdes por breves instantes, antes de ela desviar o olhar impaciente.

Como podia ter sido tão burro a ponto de só perceber que a amava agora?

Agora que a frieza do olhar dela ainda o castigava desde o instante em que ela dissera que para ela aquele beijo não tinha significado nada. De que adiantava ter se dado conta de que a amava agora, sendo que Lílian o desprezava?

Ouviu um porta se abrindo atras de si e uma onda de risadas se fez presente no dormitório. Sirius, Remo e Pedro tinham acabado de entrar quando uma quarta voz, feminina, se fez presente.

- Black. – disse no que Thiago se virou para trás junto com os outros três, obviamente pensando que era mais uma das “amigas” de Sirius que tinha vindo visitar o seu dormitório para matar as saudades, mas quando se virou viu que era Cassie, que parecia bastante aborrecida por ter de estar ali com uma capa preta embolada nas mãos. – Toma.

E jogou a capa para Sirius que a encarou debochado quando a pegou.

- Pensei que não fosse devolver nunca chaveirinho. – disse com um sorriso maroto. – Como é que se diz?

- Adeus. – disse ela e saiu bufando pela escada.

- È no que dá gastar o meu cavalheirismo com quem não merece. Como diz o Nick, já não se fazem mais damas como antigamente. – disse vestindo a capa enquanto os outros dois riam-se dele, mas ele permanecia com um sorriso maroto estampado no rosto. Assim que vestiu a capa sentiu um rastro do perfume adocicado que sentira no trem quando Cassie caíra por cima dele e sacudiu a cabeça tirando aquela garota de seus pensamentos ao notar a expressão assombrosamente séria no rosto de Thiago. – Que houve pontas? – perguntou.

Mas Thiago não respondeu e voltou a olhar pela janela em meio a um longo suspiro no que Sirius encarou os outros dois intrigados, procurando uma explicação.

- Ele está assim desde ontem quando voltou do seu quase encontro na sala comunal com a Lílian. – disse Remo no que Thiago se voltou para ele, o fuzilando com o olhar ao mesmo tempo em que um sorriso maroto já se formava no rosto de Sirius.

- Com a ruivinha? – perguntou ele malicioso enquanto remo já se encolhia sob o olhar assassino de Thiago.

- È almofadinhas, ela me fez ir para a sala comunal para ficar lá te esperando como um idiota, esperando você aparecer achando que você tinha seqüestrado a amiga dela. – disse Thiago desviando seu olhar para um canto onde Pedro já se fartava de comer o que tinham roubado da cozinha.

- E até parece que vocês ficaram o tempo todo olhando para o buraco do retrato esperando o todo poderoso aqui chegar, conta outra pontas! – disse Sirius irônico no que Remo revirou os olhos.

- Não adianta Sirius, eu estou tentando arrancar o que aconteceu dele o dia todo e não consegui nada. – disse Remo no que pareceu a Thiago uma tentativa de consertar o que tinha feito ao contar a Sirius que ele tinha estado com Lílian ao perceber que ele não queria conversa, mas Sirius não ia desistir assim tão fácil.

- Não conseguiu por que você não é Sirius Black. – disse ele com um sorriso maroto. – O pontas aqui sabe que eu não vou largar do pé dele enquanto ele não me contar tudo nos mínimos detalhes e ele não vai querer que eu o atormente até a morte, e por isso vai me contar tudo agora mesmo.

Thaigo suspirou deixando de olhar pela janela e encarou os amigos, olhando para a expressão calma no rosto de Remo, passando por Pedro que nem estava participando da conserva e parou na desconfiada de Sirius.

- Eu beijei a Evans.

Disse no que Sirius pulou da cama dando um soco no ar em meio a uma risada que mais parecia um latido, Pedro engasgou com um salgadinho e Remo permaneceu o olhando surpreso, mas com um sorriso maroto se formando no rosto no que Thiago retribuiu.

- Parabéns cara, você tem a minha admiração. Depois de tanto tempo você finalmente conquistou a cabeça de fósforo.- disse Sirius o cumprimentando sorridente, mas depois o olhou intrigado. – Mas então por que essa cara?

Thiago encarou a cada um mais um vez depois olhando para os próprios pé. Agora que tinha começado tinha que ir até o fim.

-Eugostodela.- disse corando em um tom quase inaudível no que os três o olharam curiosos.

- O quê? – disse Sirius.

- Euachoquegosto da Evans. – disse ficando ainda mais vermelho sob os olhares dos amigos.

- Quer fazer o favor de falar com a boca? – disse Sirius no que Thaigo se irritou.

- EU GOSTO DA EVANS DROGA! - gritou no que os outros o olharam estarrecidos. – Eu gosto dela, estou apaixonado, amarrado, encoleirado, fui flexado, entendam como quiser!

Disse fechando a cara logo em seguida enquanto os outros ainda o encaravam espantados. Pedro tinha parado com um salgadinho a meio caminho da boca.

- E então o que foi – disse não agüentando mais aquele suspense. – Falem alguma coisa.

Disse no que Sirius começou a rir escandalosamente enquanto sinal para começar a gargalhar enquanto falava “ tá apaixonado” no que Thiago sentiu seu rosto pegar fogo. Remo o encarou abrindo um sorriso maroto e Pedro voltou a comer.

- Eu já sabia. – disse Remo no que Thaigo desviou seu olhar de Sirius que agora rolava no chão de tanto rir e o encarou. – Eu suspeitei desde a primeira vez em que você a convidou para sair.

- E por que nunca me disse nada? – perguntou.

- Por que você jamais iria assumir.

- Bem, eu realmente teria ótimos motivos para isso, não é? – disse aborrecido ao ficar vermelho mais uma vez quando ambos olharam para Sirius morrendo de rir.

- Para de palhaçada Sirius! – disse Remo lhe dando um fraco pontapé no que ele se levantou ainda prendendo o riso.

- Palhaçada nada aluado. Veja bem, anos negando, dizendo que a Evans era só um desafio ao mesmo tempo em que se matava para conquistá-la e depois de tanto esforço... quem acabou conquistado foi ele! – e voltou a rir escandalosamente no que Thiago corou de raiva.

- Realmente muito engraçado almofadinhas. – disse irônico. – Quero ver quando chegar a sua vez! – disse no que Sirius imediatamente parou de rir, como se sentisse o perigo.

- Sirius Black jamais se apaixona caro pontas. – disse com um sorriso maroto. – Seria muito egoísmo da minha parte ser de uma única mulher com tantas por aí só esperando para me conhecer.

- Não cospe pra cima que cai na cara almofadinhas. – disse Remo revirando os olhos impaciente ao se voltar para Thiago. – E então como você finalmente se deu conta de que gosta da Lílian?

- Ah, sei lá. Acho que no fundo eu sempre soube. – disse um tanto sem graça sob os olhares dos outros. - Mas acho que eu só me dei conta de verdade quando eu beijei ela, sei lá , foi diferente. Nunca tinha me sentido daquele jeito com nenhuma outra garota.

- Fala sério, eu não acredito que estou ouvindo isso. – disse Sirius quase se rendendo ao riso novamente no que Thiago o fuzilou com os olhos. – Você está mesmo amarrado cara.

- Se começar a rir de novo, eu te mando para a fabrica de sabão seu cachorro pulguento! – disse ele irritado.

- Olha respeito veadinho, pulguento não!

- Pulguento sim ! E é cervo, CERVO!

- As duas criancinhas querem calar a boca? – perguntou remo perdendo a paciência. No que os dois se calaram com Sirius prendendo o rios sob Thiago emburrado. – E nem pense em começar a rir de novo almofadinhas, senão eu ajudo o Thiago a te mandar para fabrica de sabão.

- Mas...

- Cale- se! – disse e depois voltou o olhar para Thiago, que olhava pela janela, observando as estrelas novamente. – Mas e então por que essa cara pontas, você devia estar feliz. Você está amando cara.

- É, até eu pensei que isso fosse uma coisa boa. – disse Sirius que finalmente tinha parado de rir. – Bem, em partes...

- Vocês não entendem? De que adianta eu descobrir que realmente gosto dela se ela não está nem ai para mim? – disse ele se lembrando da frieza da ruiva quando ele mencionara o beijo. – Para ela aquele beijo não significou nada. – disse no que deixou transparecer um rastro de tristeza na voz no que Sirius e Remo se entreolharam.

- Pontas você está exagerando. – disse Sirius. – A Evans é meio maluquinha, pode viver brigando com você, mas indiferente ela não é.

- Ah é? Então me responde por que ela nunca aceitou sair comigo? – perguntou Thiago impaciente no que Sirius deu os ombros.

- Bem Thiago, eu não vou mentir, você sempre fez tudo errado. – disse Remo displicente no que Thiago o olhou indignado. – Você sempre tratou ela como se ela fosse só mais uma, apenas um desafio. Quanto mais difícil melhor, por isso ela tem toda a razão de não confiar em você. Ela acha que você só corre atrás dela pelo prazer da conquista, como se ela fosse um troféu e depois vai descartá-la.

Thaigo abriu a boca para retrucar, mas nenhum som escapou dela. Derrepente tudo o que ele tinha feito para tentar conquistar Lílian tinha lhe parecido completamente inútil.

- E você também nunca desmentiu isso, você mesmo vivia dizendo que ela não passava de um desafio.

- M-mas eu gosto dela, sempre gostei! – disse ele. – Eu só demorei um pouco pra perceber.

- Acho que o seu problema foi justamente esse, ter demorado tanto para perceber.

- Então quer dizer que eu a tinha perdido antes mesmo de descobrir que gosto dela de verdade? – perguntou Thiago encarando o chão novamente no que Remo e Sirius voltaram a se entreolhar.

- Não nisso se dá um jeito. Se você gosta dela, agora que tem de lutar por ela mesmo, mais do que nunca. – disse Sirius compreensivo mas depois fez uma careta um tanto surpreso consigo mesmo. – Nossa, eu disse isso?

- Sim, você disse. – disse Remo rindo. – Bom como esse babaca aqui disse, nisso se dá um jeito, você só tem que parar de tratar ela como se fosse um troféu.

- Mas como eu faç...

- Ei, mas será que vocês podiam pensar nisso depois? – perguntou Sirius em meio a um bocejo. – Tô morrendo de sono com tudo o que eu agüentei da chaveirinho hoje. – disse no que Thiago olhou para Remo como que pedindo ajuda.

- Dessa vez eu vou ter que concordar com o Sirius. –disse ele no que Thiago pareceu visivelmente desapontado. – Também tô morrendo de somo e amanhã eu tenho que terminar um relatório de monitoria gigante que inclui o que esse cachorro andou aprontando fora da escola. – e deu um tapa na cabeça de Sirius e se levantou indo para a sua cama.

- Eu já disse que não foi minha culpa. – disse ele ao observar Thiago se jogar na cama passando a encarar o teto pensativo. – Relaxa pontas, amanhã a gente te dá uma aula de como lidar com ruivinhas estouradas. – disse e fechou o cortinado.

Outro rastro daquele perfume doce o invadiu mais uma vez e Sirius sacudiu a cabeça resolvendo tirar aquela capa antes que acabasse maluco quando notou um pequeno volume no bolso, enfiou a mão nele e retirou um medalhão prateado que tinha um elo quebrado com um enorme pingente oval enorme com a inicias A. S. gravadas na frente em meio a vários adornos e o desdenho de uma rosa, lhe lembrou muito as jóias da família Black que passavam de geração em geração e que só podiam ser tocados por legítimos puros sangue.

Como ele imaginou o medalhão se abria e dentro ele pode ver duas fotos de dois casais, uma de uma bonita mulher de longos cabelos castanho que tinha os olhos idênticos aos de Cassie acompanhada de um homem bastante sorridente, os dois acenaram para ele e ao lado uma foto de Cassie junto de um garoto loiro de olhos verdes, o cabelo perfeitamente alinhado com um sorriso formal no rosto em contraste com o espontâneo dela, esta foto na se mexia.

Sirius lançou um olhar entediado a todos os quatro e abriu a gaveta da mesinha de cabeceira e jogou o medalhão de qualquer jeito lá dentro, fazendo uma anotação mental de devolvê-lo depois e foi dormir.







Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 22) - Copyright 2002-2026
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.