Oi, oi povo!!!!! Feliz 2013!!!!! Chegamos no final da fic, depois só o epílogo, espero que gostem.
Thaiana: Olha você aí! Me achou hein!!rsrs
Vc está em vantagem das outras lá do Ffnet. Depois me fala do que achou.
Carla Cascão: Como foi seu final de ano? O meu foi bem tranquilo. Sei como é sentir saudades de alguém, mas pense nos momentos bons que teve com ela, será sempre uma boa lembrança.
Pois é, ele precisa de um grande chacoalhão... Será que a Hermione consegue?
Ana: Valeu flor. Acabei com sua espera, se divirta!
Uma ótima leitura e muitos bjs.
*****
Nunca esquecerei a primeira vez que a vi... a minha querida Hermione. E nunca esquecerei o momento em que voltou para mim.
Severus Snape
Esta era a primeira vez que dormiam juntos toda a noite.
Severus dormiu profundamente, e não se levantou nenhuma só vez.
Hermione não teve a mesma sorte, entretanto. Excitada pelos acontecimentos do dia, não conseguiu dormir. Sua mente se debatia uma e outra vez, primeiro em uma direção, depois em outra... tanto ou mais que seus sentimentos!
Finalmente, o amanhecer trouxe os primeiros raios de luz ao quarto. Se marido dormia de barriga para baixo com todos seus membros estendidos. Contendo a respiração, ela se moveu lentamente para conseguir sair de debaixo de seu braço e levantar-se da cama.
Um último movimento e pôde tirar uma mecha de cabelo que tinha ficado presa sob seus bíceps. Foi assim toda a noite; ele a tinha rodeado com seu corpo e tinha dormido com uma mecha de seu cabelo entre seus dedos, como se a capturando se assegurasse de que não poderia escapar nunca de seu lado.
A castanha não estava bastante segura de poder explicá-lo, mas não queria estar com ele quando despertasse. Não queria estar nem em sua cama... nem em seu coração.
Nessa mesma manhã tinha tomado uma decisão. Ia fazer algo que nunca fez antes...
Fugir.
Sentiu-se bastante aliviada ao ver que o marido não aparecia no café da manhã. Estava já, na realidade, de volta ao seu quarto, quando o ouviu passar ao patamar e descer as escadas.
Pouco tempo depois houve um golpe na porta.
—Entre — disse ela.
Severus entrou. De uma olhada vislumbrou o baú cheio pela metade, a pequena e ordenada pilha de coisas que havia sobre a cama.
O pulso da jovem se acelerou. Seu comportamento, entretanto, era calmo.
—Bom dia — saudou. Terminou de dobrar a camisola que tinha nas mãos e a colocou sobre a cama.
Os olhos dele se moveram da camisola ao seu rosto.
—O que é isto, Hermione?
Sentiu uma pontada de remorso ao ouvir seu tom. Pôs a camisola de um lado. Arrumando a saia, clareou a garganta, rezando para que a calma não a abandonasse.
—Estou recolhendo algumas de minhas coisas.
Ele olhou o baú.
—Mais de algumas, diria eu.
Ela clareou mais uma vez a garganta. Não tinha sentido prolongar isto. Teria que dizer-lhe antes ou depois.
—Pensei que seria uma boa ideia me unir a Ginny e Heitor em Gleneden.
Severus entreabriu os olhos.
—Isto é bastante repentino.
—Sim. Suponho que Sim. — por algum milagre desconhecido, conseguiu parecer serena.
Ele a olhou um bom momento.
Hermione segurou as mãos para que não tremessem. De repente, não estava segura de nada. Demônios, por que tinha que a olhar dessa maneira? Estava fazendo com que se sentisse culpada!
Ele se aproximou. Podia sentir seus olhos cravados nela.
—Posso ir contigo?
—Não! — essa era a última coisa que queria! Mas ela fez que parecesse um castigo...
Frustrado, Snape a olhou. Respirou profundamente.
—Isto não tem nada que ver com que queira ver sua família, não é? É por causa de ontem à noite.
A castanha sentiu que estava a ponto de perder o controle, sua boca tremia. Era uma loucura amá-lo. Uma loucura seguir ali. Agora que o amava, bom... era muito que se arriscava.
“Necessito de você”, havia-lhe dito. Mas queria mais que isso. Queria mais que paixão.
Queria mais do que ele podia dar.
Engoliu em seco.
—Não posso fazê-lo, Severus. Não posso seguir assim. É muito duro. Dói-me muito. Tenho... tenho que ir. Preciso ir. Precisamos nos separar. Acredito que é o melhor para os dois.
“Se for o melhor, então por que dói tanto?”, ela tentava não escutar a voz em seu interior.
Um silêncio, espesso e desesperador, abateu-se entre os dois.
—Quanto tempo estará fora? — perguntou.
A pergunta fez uma fissura na sua consciência. Tentou lutar contra ela. Tinha um peso tão fundo no peito que não podia respirar.
—Quanto tempo, Hermione?
Sua garganta se encolheu.
—Quer que eu diga isso? Não sei quando voltarei, Severus. Não sei sequer se voltarei.
Ele a buscou com o olhar.
—Não quero que vá — disse.
—Não me dá nenhuma razão para ficar!
As palavras saíram de sua boca antes de poder detê-las. Uma expressão estranha cruzou pelo rosto dele. Dor? Culpa? Não estava segura. Ela tinha os olhos chorosos, assim mau podia vê-lo.
Ele ficou olhando-a fixamente. Hermione pensou com pânico que podia atravessar seus pensamentos muito bem... que ele via muito.
—Não pode ir, Hermione. Não pode. Eu... — tinha o tom contraído, a expressão forçada — Não quero que vá.
Não podia falar. Ouvi-lo falar doía muito.
—Demônios, Hermione. Você... me ama — seu tom era pouco mais que um sussurro — Seus olhos me dizem isso cada vez que me olha...
Não, pensou destroçada. Não.
A agonia que ouviu em seu tom a deixou presa no lugar. Tomou a sua mão... tomou o seu coração.
Ela se afastou, tremendo, com os olhos cheios de lágrimas.
—Já não sei a quem pertenço. Nem sequer porque sigo aqui... — surpreendeu-a ouvir-se dizendo isto — Não há nada mais que dizer. Assim, por favor, não me detenha. Se importar comigo, embora seja um pouco... deixe que eu vá embora.
Ele a capturou com os olhos. O grande silêncio que seguiu esteve a ponto de desfazer a pouca compostura que ainda ficava.
—Talvez tenha razão — disse, por fim — Talvez seja o melhor — fez uma pausa — Mas temo que tenha que esperar até manhã. Dobby me disse esta manhã que tinha que arrumar uma das rodas da carruagem.
Hermione assentiu.
—Irei pela manhã então.
****
Severus saiu do quarto da esposa e se encaminhou para seu escritório. Ali foi diretamente para a garrafa de uísque. Com a garrafa e o copo na mão, deixou-se cair na cadeira.
Uma hora mais tarde, a garrafa e o copo, seguiam na frente dele.
Não os havia tocado.
“Deixe que eu vá embora.”
A súplica se repetia em sua mente uma e outra vez, como uma ladainha. Não podia esquecer o rosto dela... e não podia esquecer a noite anterior. Tinha a face pálida, com seus bonitos olhos castanhos cheios de lágrimas e uma expressão tão dolorida neles. Era como se esse olhar tivesse gravado a fogo na alma, como uma lança dirigida ao coração.
O sentido de finalidade de suas palavras o paralisava.
Suas lágrimas haviam dito tudo... tudo o que ela não tinha podido dizer.
Seu coração encolheu. Tão infeliz tinha sido, então?
“Está me rompendo o coração... acaso se importa?”
Deu-se conta então de que tinha roubado. Tinha roubado tantas coisas! Hermione precisava viver rodeada daqueles que amava... e daqueles que a amavam. Mas a única coisa que ela precisava era o que ele não tinha se permitido oferecer.
Meu Deus. Foi tão egoísta. Ela tinha dado tanto. E ele tão pouco.
Mas voltar para uma vida sem sua esposa... só em pensar era como afundar-se em uma cova cheia de escuridão.
Tinha vivido perdido durante muito tempo. Mas Hermione... ela era como uma vela na noite. Um farol na noite. Ela iluminava seu caminho...
Iluminava sua vida.
Sentiu uma dor profunda no peito.
Quando tinha se convertido em uma pessoa tão covarde?
Como podia deixar que ela fosse embora? Como?
Este pensamento rugiu em seu interior, tornou-se grande, até que o golpeou como se fosse um tambor em cada poro de seu corpo.
A dor o rompeu por dentro. Não podia suportar a ideia de viver sem ela. E se a perdesse agora...
Então sim saberia o que era perder algo, de verdade.
Então sim saberia o que era estar perdido para sempre.
****
No meio da tarde, Hermione trocou o vestido por um de passeio e calçou umas botas. A casa parecia em sombras. De repente se sentiu sufocada. Um passeio seria bom, pensou.
O tempo estava ótimo, bastante quente apesar de estar em meados de outubro. Acima no céu, o sol brincava com as nuvens: penetrava entre umas nuvens brancas esponjosas, e se afastava delas.
Caminhou contornando a cerca em direção norte dentro dos terrenos de Rosewood. Caminhou e caminhou, com a cabeça baixa e seus pensamentos como única companhia. Não sabia ainda como ia dizer ao marido, nem quando, que ia ser pai. Não era sua intenção ocultar isso dele. Embora quisesse, sabia que não poderia. Não estaria bem. Severus podia não amar esta criança, mas mesmo assim merecia saber que ela existia.
Tocou levemente a sua barriga. Por mais que doesse admitir que a criança que levava em seu ventre podia crescer sem um pai, algo a dizia com uma segurança surpreendente que amaria este filho pelos dois.
E quanto ao que o futuro tivesse reservado a ela e Severus... Não podia saber. Tampouco tinha muitas esperanças. Por mais que doesse, só o destino poderia dizer. Possivelmente se divorciassem, mesmo com o escândalo que isto suporia. Ou possivelmente não.
Em qualquer caso, ela sabia que não voltaria a se casar.
E estava bastante segura de que o moreno tampouco o faria.
Em Gleneden, possivelmente, encontraria as respostas que necessitava.
Um sopro de vento golpeou seu chapéu, fazendo voar os laços. Hermione levou a mão à cabeça para segurá-lo e olhou ao céu.
Umas nuvens escuras e ameaçadoras cobriam agora o sol. Diante dela, o páramo se estendia sombrio. Ao olhar por cima do ombro, viu que a casa estava mais longe do que tinha imaginado. Não tinha se dado conta do quanto tinha caminhado.
Um inesperado torvelinho de vento a fez estremecer. Não usava nem xale nem jaqueta para se cobrir, tampouco tinha pegado um guarda-chuva ao sair. Já não era questão de saber se iria chover ou não, a questão era saber quando começaria. Nesse momento, sentiu umas gotas na cabeça. O vento açoitou a sua saia. Um raio abriu caminho entre as nuvens.
Ai, Deus! Pensou no marido. Ele não gostaria nada de descobrir que tinha saído com este tempo.
E assim era.
De volta a Rosewood, Snape entrou no dormitório da esposa. Sua criada estava de pé junto ao armário, e levava os braços carregados de vestidos.
—Lana... Luna — retificou— onde está milady?
—Acredito que saiu para dar um passeio, senhor. Faz já um bom tempo. Não acredito que tenha retornado ainda. — os olhos da moça se moveram em direção à janela, onde as nuvens haviam coberto de repente o sol por completo.
O moreno já ia escada abaixo. De fato ia correndo quando chegou aos estábulos. Nesse momento, um trovão fez tremer a terra.
Era como se congelasse o seu sangue. Saiu cavalgando do estábulo a toda velocidade. Dizer que o perturbava descobrir que sua mulher havia tornado a sair com semelhante tempo era pouco. Sobre tudo era esse medo aterrador que o cegava como a nuvem mais negra. Não estava seguro de poder comportar-se como um ser racional. Não em algo assim...
Na realidade, tudo aconteceu de uma forma um tanto estranha... No alto da colina, por cima da casa, parou. A chuva que caía era tão forte que mal podia ver algo. Então, de repente, houve um relâmpago. E a luz fez com que pudesse vê-la...
Sua querida Hermione... Era uma silhueta contra o céu, contra a tormenta, uma silhueta molhada e pequena que cambaleava colina acima, para ele, com o vento açoitando sua saia. Ao vê-la, foi embargado pela emoção mais profunda e sincera que alguma vez sentiu. Ela levantou a mão para saudá-lo...
Ele levantou seu coração para entregar a ela.
Estava ali, esperando, e ele conduziu o seu cavalo para junto dela.
—Sei o que vai dizer — tinha que gritar para fazer-se ouvir em meio da tormenta — Prometi que não voltaria a sair com este...
Não pôde seguir falando. Um braço rodeou a cintura. Um braço que a puxou e a fez ficar nas pontas dos pés contra ele, e prendeu seus lábios aos dele. Beijou-a sem fim. Hermione tinha o cabelo molhado, na realidade, ela estava toda molhada. O vento ululava a seu redor, incontrolável; o céu chorava... como ele.
Ainda não tinha deixado de beijá-la, quando pareceu que de repente se acalmou. O vento esqueceu sua raiva e se converteu em uma brisa cálida que deu boas vindas aos primeiros raios de sol.
Quando por fim ele teve a força suficiente para soltar a sua boca... e na verdade custou toda a força de vontade que possuía... descobriu que os braços de sua mulher ainda se enlaçavam ao redor de seu pescoço, os olhos ainda fechados.
—Severus? —sussurrou.
Roçou a sua face.
—Sim, amor?
Com um pequeno suspiro, abriu os olhos.
—Podemos ir agora?
Deu-lhe um beijo na comissura dos lábios, sorrindo.
—E aonde quer ir?
— Para casa — ela se limitou a dizer.
—Uma ideia maravilhosa, meu amor.
****
Já em casa, Severus deixou Hermione segura em seu quarto para que se banhasse e trocasse de roupa. Luna estava ali, esperando. Mas antes de deixar sua mulher, acariciou a sua face com os nódulos dos dedos.
—Quando terminar — disse em voz baixa—, temos que falar.
Ela mordeu o lábio.
—Sei.
Ele estava impaciente, mas a mocinha estava a só uns passos de distância. Limitou-se a passar com suavidade a mão pelo cabelo.
Em seu quarto, o moreno tirou a roupa molhada e vestiu uma calça e uma camisa branca limpa. A esposa seguia ainda trancada com a criada. Ao não ouvir o chapinhar da água, decidiu que tinha que fazer algo em seu escritório.
Pouco depois voltava a subir as escadas. Mas ela não estava ali. Para sua surpresa, viu que tampouco estava em nenhum outro lugar da casa.
Desconcertado, saiu ao jardim. Não estava ainda disposto a admitir que sua preocupação começasse a ser alarmante.
Como estava acostumado a ocorrer frequentemente depois de uma tormenta, o dia ficou maravilhoso. O sol da tarde iluminava a terra e enchia de cor as folhas das árvores. As gotas de chuva pareciam diamantes. O ar era fresco e penetrante, uma mescla de erva e terra molhada.
Snape parou no terraço. Um segundo depois, seus passos o levaram pelo atalho que conduzia às roseiras. Não sabia muito bem por que, já que em raras ocasiões se aventurava a aquela parte do jardim. Mesmo assim, era como se uma estranha força o empurrasse.
Aguçou a vista para ver o que havia ao final do caminho. A imagem fez com que o seu coração parasse.
Era Hermione, de joelhos frente às três roseiras brancas onde Lílian e as crianças tinham sido enterradas.
Estava falando... falando com a Lily.
—Ele te amava muito, não é mesmo? — dizia-lhe — e pensei que se fosse mais como você, chegaria a me amar da mesma forma. Crê que teríamos sido amigas? Eu gosto de pensar que assim fosse. Eu também o amo, sabe? Eu ... O amo tanto...
Ao ouvir a sua voz trêmula, ele sentiu que sua garganta se contraía. Deus. Meu Deus! Não era sua intenção espiá-la. De verdade que não. Mas nenhum poder sobre a terra poderia ter feito que se movesse dali.
—Minha prima Ginny diz que o amor acontece quando e como tem que acontecer e que não há nada que possamos fazer para detê-lo. E um pouco da mesma forma, acreditei, que poderia fazer... que poderia fazê-lo me amar. Mas para isso precisaria ser feliz outra vez, Lílian. Acredito que você teria desejado isso... vê-lo feliz outra vez... gostaria tanto de tentar mais uma vez alcança-lo, mas não sei se me resta forças... Eu não suportaria...
Nesse momento, o moreno se retirou, tão silenciosamente como se aproximou. Quando ela caminhou de volta para casa, ele estava de pé no terraço. Tinha as mãos às costas. Virou-se para ela.
—Venha aqui... — ele disse em voz baixa.
Hermione hesitou, depois chegou até onde ele estava. Ficou completamente quieta enquanto ele percorria com o dedo indicador a sua mandíbula.
—Sabe que eu iria buscá-la, não é verdade? Onde quer que vá, a encontrarei sempre.
A julgar por sua expressão, Snape teve o pressentimento de que suas palavras pareciam estranhas.
Segurando sua mão, pôs o anel de casamento no dedo. Depois levou a sua mão à altura de seus lábios e beijou o anel dourado.
—Não volte a tirar isto. Nunca mais.
Apertou-a forte contra sua face, só durante um segundo.
Sua voz parecia entrecortada. A jovem parecia surpresa ao sentir um calor distinto e úmido...
Quando ele levantou a cabeça, seus olhos resplandeciam, escuros, de um negro puro e suave. Não havia sombra neles, nem dúvidas, nem vazio. Em vez disso, pareciam cheios, cheios de uma ternura infinita.
Ele conseguiu fazê-la perder o controle. Hermione desatou a chorar.
Severus fechou a mão sobre a dela e a atraiu para si. Jogando a cabeça dela para trás, passou um dedo pelo queixo, obrigando-a a olha-lo. Sua voz era muito suave.
—Disse-me que não ficava nada a dizer. Mas há uma coisa que não te disse ainda — inclinou-se de tal forma que seus lábios estavam se roçando — Eu te amo, Hermione. Eu te amo.
Ela começou a chorar outra vez.
—Cale-se, amor — abraçou-a mais forte — Eu te magoei muito. Só espero que possa encontrar um lugar em seu coração para me perdoar.
A castanha o calou pondo um dedo nos lábios. Sacudiu a cabeça, sorrindo levemente.
—Severus — sussurrou — direi o que há em meu coração. Nunca amei a ninguém tanto como eu te amo neste momento. E nunca deixarei de te amar.
Beijaram-se como nunca haviam se beijado. A soltou contra sua vontade, e depois pôs a testa contra a dela.
—Hermione — sussurrou — minha Mione... te darei tudo o que tenho, Hermione. Meu coração. Minha casa — beijou a comissura do seu lábio — um filho...
Ela sorriu da forma mais doce e atraente que alguma vez viu.
—Severus — disse brandamente — já tenho um...