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12. Capítulo XII


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Oi, oi Povo!! Eis a vez de Draco receber alguns conselho e pensar um pouco.


Leleu: Leitor novo!! \o/
Continue acompanhando.


Taina: Não se preocupe Flor, esse Capitulo está recheado do Loirão!! Aproveite! ^^


Carla Cascão: Menina que susto!! Sua mãe está melhor? Vai dar tudo certo. Logo, logo ela volta a se movimentar sem problemas, se Deus quiser (e vai querer).
Então, a ruivinha tentou analisar o outro lado e parece que mais alguém vai tentar ver o outro lado, será que isso vai dar certo?


Muitos bjs pra todos e boa leitura!!


 


 


*****


 


 


O som de espadas chocando-se e as imprecações dos homens enchiam o Angleo's, clube de esgrima freqüentado por todos os cavalheiros da alta sociedade londrina.


Blaise Zabini já estava lá quando Draco chegou. Costumavam treinar juntos todos os dias, mas ultimamente o loiro se mantivera muito ocupado tentando reconquistar sua esposa.


Uma semana inteira se passou desde que haviam encontrado com lady Greengrass, na Bell's. Tentou falar com Hermione diversas vezes, mas ela se recusou a vê-lo. Naquele dia expiravam as três semanas do acordo mas, quando ele foi buscá-la, os baús não tinham sido arrumados. Na verdade, ela nem sequer o recebera.


A menos que quisesse usar os meios legais, ele e Hermione se encontravam num impasse. Draco não sabia o que fazer. Sentia-se como uma caldeira pronta para explodir. Por isso, pediu a Zabini que o encontrasse no Angleo's para que pudesse extravasar um pouco da tensão no treinamento.


— Pede-me para encontrá-lo aqui e chega atrasado!


O loiro não disse ao amigo que se atrasara porque estava preocupado, frustrado e, pior de tudo, sem esperanças. Ficou ali, parado, observando o amigo tirar o casaco e a gravata, que entregou ao funcionário, perto da porta. O empregado saiu, e Draco escolheu sua espada favorita.


— É melhor tomar cuidado comigo, hoje, Blas. Estou de péssimo humor e pretendo descontar em você. — brandiu a espada no ar. — Mulheres parecem ter parte com o demônio.


— Problemas conjugais? — Zabini indagou, com simpatia.


— Você não sabe nem da metade.


Os dois ficaram de frente um para o outro, deram um passo na posição en guarde, cruzaram as lâminas e deram início ao treino.


— A cidade toda comenta que lorde e lady Malfoy estão se reconciliando. Ou será que não estão?


— Reconciliando? — Draco deu um salto para a frente e golpeou duas vezes com tamanha força que seu oponente teve de recuar vários passos para suportar os golpes — São necessárias duas pessoas para uma reconciliação.


Uma vez mais, Zabini conseguiu se esquivar, estavam numa luta equilibrada e logo foi a vez de Draco se esquivar.


— Vocês foram vistos juntos no Covent Garden. Piqueniques e passeios de carruagem... — começou a rir enquanto andava em círculos analisando o próximo passo. — Beijou sua esposa no Hyde Park, levou-a ao museu, compraram cortinas novas, juntos. Isso soa como reconciliação, para mim.


— Digamos que foi mais uma trégua no meio de uma guerra sem-fim. Belo concerto, brilhante sinfonia — disse, tentando desviar do assunto — Seu melhor trabalho, com toda certeza.


— Obrigado. — Zabini atacava, o loiro defendia, e as espadas se chocavam no ar com o som característico. — Ouvi dizer que lady Greengrass também foi às compras na semana passada. Essa foi a razão de a trégua ter acabado?


Ele deveria saber que Blaise não ia parar. O amigo gosta de passar sal em suas feridas.


— Será que meu casamento é seu tema favorito agora? — andava em círculos, esperando pelo próximo movimento do adversário.


— Não. — Zabini tornou a sorrir. — Não conseguiu amansá-la, nem trazê-la de volta com um beijo ou dois, não é?


Draco não aceitou a provocação.


— Pelo visto, não.


— Ela o mandou para o inferno, não foi? — o músico sabia o suficiente sobre as mulheres para não esperar pela resposta. — Quando você descobriu que precisava de um herdeiro e se aproximou, o que achou que Hermione faria? Que entenderia sua posição e cumpriria seu dever? Ou então que voltaria correndo para sua cama, só porque você tem fama de ser um excelente amante?


— Não me aborreça, Blas!


Ele desatou a rir, mas o visconde continuava sério.


— Não tenho uma esposa — dizia atacando o amigo — Durante nove malditos anos.


— Bem, nesse caso, quem é aquela linda dama que anda por aí se apresentando como lady Malfoy? — Zabini empurrou com o punho, forçando as lâminas em arco em direção ao teto, e trocou de posição com o loiro, para atacar.


Prevendo o movimento, Draco se afastou e evitou o golpe. Retornou para a frente de seu oponente e, quando ele se virou, colocou a ponta da espada em seu peito.


— Ponto! — E retrocedeu alguns passos retornando à posição inicial.


— Sabe do que estou falando. — o músico acompanhou o amigo ao centro do salão. — Olhos lindos, boca pequena... Lembro-me de ver você se casando com uma mocinha assim há alguns anos.


— Duas pessoas vivendo em casas diferentes e dormindo em camas separadas não é um casamento. — atacou ferozmente, conseguindo derrubar o florete do amigo — É uma piada — esperou Zabini recuperar a arma e atacou mais uma vez — Uma piada desde o começo e todo o mundo sabe.


Aço contra aço, a luta prosseguia. Um atacava, o outro defendia, pois os dois tinham a mesma destreza.


O moreno o olhou nos olhos.


— Uma piada, meu amigo? Mas não o vejo rindo. Por que será?


Draco não respondeu. Ameaçou com a esquerda e atacou com a direita, mas seu adversário não se deixou enganar. Blaise desviou, e a lâmina atingiu a parede. Antes que pudesse se recuperar, o músico o atingiu no quadril.


— Ponto! — gritou comemorando. — Não está se concentrando, camarada.


— Acha mesmo? Ainda assim consegui marcar um ponto agora há pouco.


Os dois voltaram à posição en guarde, tocaram as espadas e reiniciaram. Continuaram em silêncio por vários minutos, durante os quais só se ouvia o ruído de lâminas se chocando. Não demorou muito para Zabini tornar a falar.


— Tenho uma sugestão que poderá ajudá-lo a alcançar a paz com sua esposa.


— Blaise, está casado há apenas sete meses. — secou o suor da testa com a mão livre e disse rindo, achando-se no direito de atormenta-lo um pouco — Espere mais alguns anos e depois venha me dar conselhos.


— Falo sério, meu amigo. Pelo menos me ouça. Sei que não vai gostar do que tenho a lhe dizer, mas pode ser útil.


O loiro sentiu sinceridade na voz do amigo, e concordou em escutá-lo.


— Qual a sugestão?


— Diga a Hermione que gostaria que fossem amigos.


— Que absurdo! Achei que estivesse falando sério, mas isso é uma bobagem sem precedentes. Hermione e eu? Amigos?? Que ideia!


— Draco, estou falando sério, torne-se amigo de sua esposa.


— Meu caro, onde você tem vivido todos estes anos? — soltou uma risada sarcástica — Hermione me odeia! Logo, está louco se acha mesmo que poderemos ser amigos. Em nove anos fomos muitas coisas, mas nunca amigos.


— Mais um motivo para tentar, já que não tem nada a perder. Funcionou comigo, Luna e eu éramos amigos antes de nos casar.


— Ela era sua amante.


— Só depois que se tornou minha amiga.


— Eu o conheço, Blas. Isso só pode ter sido idéia de Luna.


— E foi mesmo. Admito que detestei a sugestão, no início, mas foi a melhor coisa que poderia ter nos acontecido.


— Vocês estavam namorando, e nós já somos casados. Duas situações bem diferentes, como veem — fez um gesto impaciente com o florete — Ao combate Zabini.


— Porque é diferente? Somos casados agora, e não vejo diferença. Luna e eu ainda somos amigos.


— Só que não vivem brigando como cão e gato. E ela não o despreza. — Irritado, Draco abaixou a espada. — Vamos lutar ou conversar?


— Hermione pode voltar a se apaixonar por você. É isso o que teme? — olhou-o bem dentro dos olhos. — Ou tem medo de se apaixonar por sua esposa?


Aquelas palavras tiveram o dom de despertar algo dentro dele.


— Amor, amor, amor! — gritou deixando sair, enfim, suas emoções — Estou ficando doente de tanto ouvir falar disso!


O loiro atacou com vigor, usando toda a habilidade para levar o amigo até a parede.


Pensou em quantas vezes a esposa atirara o amor que sentia em seu rosto, quantas vezes se referira à sua ligação com Astoria Greengrass como sendo amor. De súbito, sentiu-se selvagem e ressentido com o musico.


Assim, continuou atacando até que encontrou um ponto vulnerável e atingiu-lhe o abdome.


— Ponto.


Blaise o encarou, estranhando a violência.


— Acho que atingi um nervo exposto.


Respirando forte, Draco deu um passo para trás e baixou a arma, virando-se de costas.


— Amor. As pessoas sempre usam essa palavra, sobretudo as mulheres, e o que significa? Quando as pessoas usam o termo, podem estar sendo enfáticas, idealistas ou fingidas. Ou tudo isso junto. Isso é amor?


— Se não descobriu a resposta até agora, não serei eu a ensinar-lhe. — Zabini seguiu-o até o centro do salão — Eu sei que o encontrei.


— Mesmo? Como sabe que é amor? E quando o encontrou, como soube que era verdadeiro? Um cupido disparou a flecha e os anjos cantaram? Foi isso?


— Com que desdém você fala de amor! Não tinha notado como é cínico a esse respeito, Malfoy. É mais descrente no amor do que eu fui, se é que isso é possível.


— Não se trata de cinismo, nem de descrença. Eu apenas... não sei o que é o amor!


Aquela revelação o assustou. Olhava para seu amigo, mas era como se ele não estivesse lá. A única imagem que via em sua mente era a de sua mulher segurando um bebê, jogando-o para o ar e rindo. A mesma imagem que o atormentou feito um fantasma nos últimos dias e que lhe remetia um sentimento estranho e vazio. O mesmo vazio que sempre deixou de lado, o encobrindo, mas que nunca deixou de estar ali, pelo menos desde que o tinha conhecido.


— Draco? O que houve?


— O quê? — piscou, retornando ao presente.


— Está aí parado, fitando o vazio. Não se sente bem?


— Talvez não; não sei... Creio que seja melhor pararmos por hoje...


“Em realidade, o que é esse amor?”


Essa questão ainda o atordoava quando os dois amigos depositaram as espadas, retiraram os casacos e saíram do clube.


A linda tarde de maio dera lugar a uma fria noite de primavera. Enquanto esperavam na calçada por suas carruagens, o músico tornou a falar, mas agora sem nenhum traço de ironia.


— Draco, pense no que eu lhe disse. Sugira a Hermione que vocês se tornem amigos.


— Tenho certeza de que ela jamais concordará. É provável até que ria de mim.


— Pelo menos, tente.


O loiro olhou para seu amigo, começando a compreender o que ele queria dizer.


— Se um homem e uma mulher se dão bem fora da cama, isso poderá levá-los a se dar bem na cama. É no que acredita?


— Vai depender do quanto você se esforçará para ser um bom amigo.


Apesar de seu péssimo estado de espírito, ele conseguiu dar uma bela risada e agradeceu ao amigo, quando a carruagem dele se aproximou.


— Realmente sois um demônio, sabia?


Zabini ainda teve tempo de dizer ao subir em sua condução.


— Claro! Posso estar casado, mas ainda tenho uma reputação a zelar.


O veículo do musico partiu e Draco ficou ali, parado, vendo-o se afastar.


 


 


Recostado nas almofadas de sua carruagem, Zabini sorria, satisfeito consigo mesmo. Sabia muito bem o que seu amigo sentia. Estava tão desesperado que era bem capaz de tentar se tornar amigo de Hermione.


Pobre camarada! Ser amigo de uma mulher que se deseja é o próprio inferno na face da Terra. Mas muitas vezes é necessário que passemos pelo inferno para chegarmos ao Paraíso. No fim, Malfoy poderia ganhar o filho que desejava e — o mais importante — ter de volta a esposa amorosa que um dia tivera. E ele sabia que o valor disso era incalculável.


Zabini gostava de Draco e sentia um grande afeto por Hermione e queria muito que conseguissem um casamento feliz. Esse pensamento o fez sorrir.


— Blaise Zabini bancando o Cupido. Quem diria? — e mal podia esperar para chegar em casa e contar a esposa.


 


 


No caminho de volta para casa, Draco dispensou a carruagem e preferiu caminhar.


Não pensava em amizade, mas em amor. O que era aquilo, afinal de contas? Poetas escreviam sobre ele, Blaise escrevia sinfonias em seu tributo, as pessoas estavam sempre se apaixonando, falando ou sofrendo por amor, mas o que era isso de fato?


De todos os homens do mundo, o músico seria o último que o loiro acharia que um dia iria se casar. Entretanto, ele se casara com sua amante. Draco não podia entender o que fizera com que um dos melhores partidos da Inglaterra se apaixonasse por Luna. Sem dúvida era uma bela mulher, mas Blaise era louco por ela e a amava com uma intensidade assustadora.


Havia vários tipos de amor, supunha. Voltou seus pensamentos para sua irmã Eladora e muitas lembranças de sua infância vieram a tona. Lembranças de seus abraços e sorrisos e o vazio terrível deixado quando ela morreu. Ele amava sua irmã e sabia perfeitamente o quanto.


Pensou em Regulus e Ariadna, amigos por quem sempre se preocupou e que sempre se preocuparam com ele, amigos cuja feição e confiança foram além de qualquer dúvida. Doeu pensar no primo, a ferida ainda estava aberta e só doeu porque o amava como um irmão, havia amado também Adna com um carinho e respeito sentido por poucas pessoas, mas havia realmente estado apaixonado por ela? Pensou no que ela lhe disse no funeral e chegou na resposta... Não. Não havia se apaixonado por ela.


Quando ela se casou com seu primo ao invés dele, o loiro passou dias se embebedando e vagando a esmo, e conseguiu acabar com isso. Se fosse realmente amor, um amor verdadeiro, teria ele se recuperado tão facilmente assim? Certamente que não...


Perdido em devaneios, mal notou que tomava o caminho errado. Deveria ter virado à direita na Brook Street, mas virou à esquerda, e foi parar bem em frente aos imponentes portões de ferro que cercavam o parque de Godric’s Hollow.


Será que já não bastava daquele lugar? Se tivesse juízo, sairia logo dali e iria procurar uma mulher que o recebesse em seu leito. Porém, em vez de afastar-se, aventurou-se para dentro do parque e parou aos portões. Segurou com força as barras de ferro e olhou para dentro, vendo o banco de ferro em que sua esposa estivera brincando com o sobrinho, uma semana atrás.


Seus próprios pais nunca amaram um ao outro. Por ironia, seu casamento estava se tornando a mesma relação sem afeição que recordava de sua infância.


Começou a cair uma chuva leve, mas que molhava seu casaco e sua camisa. O ar estava muito frio, e Draco decidiu que era inútil continuar ali. Deveria voltar antes que o tempo piorasse.


Porém, não se afastou. Olhou para cima, para uma luz acesa na sala de estar de Potter. Um brilho de cabelos acastanhados passou por ela. Hermione...


O loiro recordou a mocinha que conhecera nove anos antes, apaixonada, vulnerável, que o adorava e dizia que o amava. Não conseguia entender como alguém podia se apaixonar em uma noite, depois de algumas danças e de um pouco de conversa. Isso não poderia ser amor. Não de verdade.


Soube, desde o começo, que tinha poder sobre ela, mas até aquele dia não compreendia por quê.


Contra a vontade do irmão, compreendendo que Draco era irresponsável, inconstante e que estava falido, mesmo assim, Hermione se decidira a casar-se com ele, porque o amava. Pensou em Regulus ajoelhado no barro, ameaçando em tirar a vida se Adna não se casasse com ele e tudo porque a amava.


Ele passou os dedos pelos cabelos e tirou a água do rosto. Qual o poder do amor, que fazia as pessoas perderem o juízo?


Permaneceu lá por longo tempo, no meio da chuva e do frio, procurando, nas janelas de Potter, uma resposta para suas dúvidas.

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Comentários: 2

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Enviado por Carla Balsinha em 30/04/2012

Bom dia querida!

A minha mãe já está um pouco melhor,já consegue mexer o pé e a perna,falta  o braço, já tem fisioterapia e assistência ao domicilio,ela só quer sair da cama,se eu tivesse força,tirava-a,mas eu não tenho....

Com esta confusão toda,ainda não falei consigo,peço-lhe desculpas por isso,mas eu prometo que irei arranjar um tempinho esta semana....

Mudando de assunto:

Dou a mão á palmatória,fiquei a perceber o motivo do Draco,casar por dinheiro e sem amor,não é para qualquer um...mas eu acho que existe ali amor da parte dele,mesmo sem ele se aperceber ainda....

Beijinhos grandes

Carla Cascão

Nota: 1

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Enviado por taina cullen em 23/04/2012

*-*

Nota: 5

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