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25. O voto perpétuo


Fic: O Coração Nunca Esquece ATUALIZANDO


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Capítulo 25 – O voto perpétuo


 


Draco arregalou os olhos ao ver a figura de Harry parada a sua frente, o menino estava belo mesmo vestido naquele uniforme preto com detalhes vermelhos da Grifinória. Seus olhos verdes estavam calmos enquanto encaravam Draco com intensidade, não havia um único pingo de arrependimento ou medo. Harry estava o mais seguro possível do que iria fazer.


- Mas o que...? – Balbuciou Draco.


- Não é maravilhoso? – Questionou Trevor em seu ouvido. – Ele mesmo que se ofereceu a vir aqui se entregar à morte. Que tolo.


- Por quê? – Perguntou Draco, seus olhos estavam vidrados em Harry e em sua calma, mesmo enquanto Trevor beijava seu pescoço lascivamente.


- Era o certo a ser feito. – Respondeu o menino sorrindo.


- Sim, com certeza era o certo. – Disse Trevor parado ao lado de Draco com a mão possessiva em sua cintura. – Não tem noção de como estou com vontade de acabar com você.


- Sim, eu imagino. – Os olhos de Trevor brilharam, Harry ignorou. – Mas sabe que temos alguns termos a ser seguidos antes de tudo.


- Ah, sim. O voto.


Draco sentiu seu corpo se arrepiar completamente ao ouvir sobre o Voto Perpétuo. Não acreditava que Harry estava realmente ali, em pé na sua frente se entregando a morte e ainda faria algum Voto com Trevor.


- Que voto é esse? – Perguntou sentindo-se completamente idiota.


- Nada com que tenha que se preocupar, meu amor. – Harry ardeu em ódio ao ouvir o homem dizer aquelas palavras para Draco. – É apenas um acordo que fiz com o senhor Potter aqui. Segundo os termos dele, para que eu possa finalmente matá-lo terei que jurar perante o poder do Voto Perpétuo que meus comensais não mais farão mal aos outros e que deixarei você livre de qualquer obrigação quanto a marca negra.


- Acho que não preciso perguntar o que irá jurar, não é mesmo Potter? – Disse Draco com tanto ódio que por um momento Harry realmente acreditou que o sonserino era o cônjuge perfeito de Trevor. Mas o desespero nos olhos cinza era tão grande que logo descartou essa ideia.


- Tenho uma pergunta a fazer antes de qualquer coisa. – Disse Harry. – Como fará para que os comensais deixem todos em paz?


- Como estamos diante de sua morte, acho que não fará tanto mal assim contar algumas coisas para você. Digamos que nunca planejei virar um segundo Lord. Só existiu um Lord das Trevas e infelizmente você o derrotou. – Disse Trevor andando em volta de Harry. – Eu jurei vingança desde o momento em que vi o corpo de meu senhor jazer naquele chão imundo de Hogwarts. Durante minha inicialização para comensal o mestre percebeu em mim um potencial sem igual, eu era disciplinado, atencioso e poderoso. Aprendi muitas magias que os outros comensais nem ao menos fazem ideia que existia. Sua tia Belatriz – comentou apontando para Draco – Ficou com muito ciúme de mim, pois o Lord dava muito mais atenção a mim do que a ela.


O sorriso de Trevor ao se lembrar era tamanho que parecia uma pessoa em um momento nostálgico lembrando dos doces instantes de sua infância.


- Eu treinei meus poderes, fiz magias antigas quase me comparando com o Lord e aprendi feitiços muito poderosos como, por exemplo, o feitiço de ligação mágica. Sabe o que é isso, Potter?


- Não.


- Eu imaginei mesmo que não sabia.


- Trevor, você entende o que acontecerá nesse feitiço?


- Eu sei muito bem o que acontecerá, meu caro Draco.


- Afinal o que é esse feitiço? – Perguntou Harry começando a ficar impaciente, queria terminar logo com tudo aquilo.


Foi Draco quem lhe deu a resposta.


- É um feitiço grego muito antigo em que a pessoa é capaz de se ligar magicamente com centenas de outras pessoas, no entanto que elas tenham algo em comum entre elas. – Arregaçou a manga mostrando a marca dançando em sua pele muito clara. – Assim o feiticeiro poderá comandar todos ao mesmo tempo com apenas um toque de sua varinha, mesmo que seja para a morte.


- Então o que eu farei será matar todos os outros comensais antes de você se entregar de braços abertos para mim, afinal, se você se negar morrerá pelo feitiço.


- Por que matará seus comensais? – Perguntou Harry não entendendo a lógica do homem.


- Porque eles não me servem de nada após a sua morte. Minha vingança é somente contra você. Não tenho a menor vontade de me tornar o guia deles. E sem essas obrigações poderei me dedicar a coisas mais importantes. – Finalizou abraçando Draco por trás e beijando sua cabeça. – E não precisa se preocupar, meu amor. O feitiço não acertará você. Após eu matar os comensais e Harry Potter, poderemos enfim viver juntos. Você será somente meu. Inteiramente meu.


Draco assentiu sem nem mesmo perceber. Sua atenção estava completamente voltava para a angustiante visão de Harry derrotado a sua frente esperando o momento em que Trevor ergueria seu braço e o Voto Perpétuo seria finalmente realizado.


- Vamos então terminar logo com isso, Potter. Ainda quero comemorar bastante essa vitória.


Trevor se aproximou devagar e estendeu o braço aguardando Potter erguer o seu. O olhar de Harry demorou-se um pouco em Draco antes de erguer seu braço também e entrelaçar a mão na do homem. Os olhos de Trevor eram tão confiantes que deixavam Harry inquieto, mas ainda assim o menino permaneceu olhando-o. Quando Trevor levantou a varinha para proferir o feitiço Draco deu um suspiro forte e olhou com nervosismo para Harry, ele não sabia o que fazer.


- Calma, Draco. Tudo está bem e vai acabar melhor ainda.


Harry sentiu a ponta da varinha de Trevor tocar em sua mão e viu o rosto claro dele se avermelhar com a excitação.


- Eu, Trevor Danver, juro liquidar todos meus comensais com exceção de Draco Malfoy caso Harry Potter se entregue a morte pelas minhas mãos nessa mesma noite.


Uma linha amarela saiu da ponta da varinha de Trevor e se enlaçou nas mãos dos dois.


- Juro, também, libertar Draco Malfoy de todas as suas obrigações como comensal da morte.


Outra linha, dessa vez vermelha, saiu da ponta da varinha e se enlaçou a outra envolta das mãos deles.


- E por último, juro não mais fazer mal aos humanos, bruxos ou trouxas.


As duas linhas se apertaram nas mãos dos dois e Harry sentiu sua pele queimar com o poder do feitiço. Agora estava feito, era só uma questão de aguardar o momento certo.


- Faça sua parte. – Disse Harry se afastando e sentando-se em um banco.


Enquanto Trevor se afastava e arregaçava a manga de sua camisa para chamar seus súditos, Draco se aproximou de Harry e lhe falou baixinho.


- O que você fez?


- Fiz o que era certo fazer.


- Se entregar? Eu estava fazendo o possível para não lhe trazer ao Trevor e agora você está com ele fazendo um voto perpetuo valendo a sua vida.


- Você não percebe Draco? Não consegue ver? Trevor é loucamente apaixonado por você, talvez até mais do que foi por Voldemort, ele não irá descansar até me derrotar e ter você para ele. Se eu não fizesse isso ele iria matar muito mais inocentes, não aguento mais ver as notícias. Eu pedi segredo, mas acho que ele queria esfregar na minha cara que teria você com ele para sempre após minha morte. Foi por isso que menti para você mostrando aquele bilhete, não queria que soubesse e achei que se tivesse raiva de mim tudo seria mais fácil.


Draco iria responder, mas Trevor apareceu e segurou sua cintura com força fazendo-o ficar parado olhando para o céu negro. Logo os comensais começaram a aparatar diante deles. Muitos estavam com suas vestes negras, provavelmente estavam no meio de algum assalto a vilas trouxas de Londres, outros vestiam suas vestes normais do dia a dia evidenciando que estavam em casa desfrutando de um descanso. No entanto agora estavam todos ali parados na frente de Trevor.


- Meus súditos. – Disse Trevor para os homens e mulheres com feições feias. – Os trouxe aqui, pois tenho uma última missão para vocês.


- Para todos nós? – Perguntou a voz de uma mulher entre eles.


- Sim, todos vocês.


- Por que última missão? – Perguntou um homem logo em frente.


- Porque, meu caro Retick, a missão de vocês é morrer.


As exclamações e interrogações eram diversas, todos se perguntavam do que ele estava falando e muitos outros se questionavam se aquilo era verdade. Trevor apenas sorriu e levou a varinha até a marca negra apertando-a firmemente. O desenho começou a escurecer até ficar completamente negro. Aos poucos os comensais começaram a se curvar e gemer sentindo dentro de si uma dor que cegava. Era como se o sangue de seus corpos estivesse fervendo cozinhando-os vivos. Houveram olhos arregalados e assustados, gritos e xingamentos enquanto tentavam acertar Trevor com seus feitiços enfraquecidos, mas nenhum deles chegou perto do homem. Trevor era seu senhor, o mais forte e poderoso dentre eles. Demorou alguns minutos, mas no fim todos os comensais jaziam no chão daquele parque.


- Pronto, agora é a sua vez, Potter. Quero ver o brilho do seu olhar ir embora.


Harry engoliu em seco e se levantou andando até a frente de Trevor. Sem dizer nada ergueu sua varinha. Draco imaginou por um momento que ele iria lutar, mas Harry apenas girou a varinha nas mãos e a estendeu entregando para Trevor que a guardou no bolso do casaco.


- Espere! – Disse Draco com desespero pensando em alguma saída, mas nenhuma vinha em sua cabeça.


Trevor o olhou com a testa franzida e Harry simplesmente lhe lançou um olhar de desculpas indicando que não havia nada que se pudesse fazer. Trevor ergueu a varinha.


- Não!


- O que é Draco? – Perguntou Trevor com raiva pela segunda interrupção.


- Não posso deixa-lo fazer isso. – Sussurrou o loiro derrotado. – Estou cansado de mentir Trevor.


Trevor baixou a varinha por um segundo e virou-se para Draco com ódio no olhar.


- Mentir?


- Eu não o amo. – Trevor fechou os olhos com força ao ouvir isso. – Quer dizer, eu o amo, mas não como você quer. Eu amo Harry e não posso deixar que o mate.


Draco viu Trevor tremer da cabeça aos pés com ódio. Seus lábios se contraíram e um rosnado saiu do fundo de sua garganta quando se aproximou e pegou Draco pelos braços aproximando-se ameaçadoramente de seu rosto.


- Você o ama? Você mentiu para mim durante todo esse tempo?


- Não. Eu amo você, Trevor, mas não tanto assim, eu não posso te dar o que você quer.


- Eu quero você, Draco. – Disse com raiva. – Eu quero ter você ao meu lado, acordar com você, amar você, transar com você sempre, todos os dias. Sei que você quer isso também


- Sim, eu quero. Mas não é você que eu imagino acordando ao meu lado.


Draco sentiu seus braços arderem quando Trevor o soltou fazendo-o cair no chão. Percebeu o quão transtornado ele estava. Harry não se mexera um único centímetro até que Trevor ergueu a varinha em sua direção.


- Se eu não posso tê-lo, ninguém terá.


- Eu já me entreguei à morte, Trevor. – Disse Harry abrindo os braços.


- Não! Trevor, pare! – Gritou Draco.


- Não, eu te disse, Draco, eu disse que você era a minha salvação, que eu faria tudo para ficar com você e eu fiz, eu sacrifiquei meus comensais para que após honrar a memória de nosso mestre nós pudéssemos ficar juntos, mas você não ligou para isso. Você quer o Potter. Sempre o maldito Potter. Não posso deixa-lo vivo, você é meu, Draco. Somente meu.


A varinha foi sacudida, mas o feitiço não chegou a sair, pois Draco se jogou em cima de Trevor derrubando-o no chão. Jogando a varinha longe Draco se sentou em cima do homem e segurou seus braços com força.


- Não adianta você tentar me impedir, eu vou matar Harry Potter.


- Eu fico com você!


- O quê? – Disseram Harry e Trevor juntos.


- Eu ficarei com você, Trevor. Irei embora com você e serei seu para sempre, mas somente se deixar Harry vivo.


- Ele não tem como ficar vivo, fez o Voto Perpétuo.


- Você jurou que faria tudo aquilo caso Harry se entregasse a morte pelas suas mãos. Ele se entregou, mas em nenhum momento você disse que ele iria morrer pelas suas mãos, só se entregar. – Disse Draco desesperado, Harry ofegava e Trevor estava consternado. – Eu vou com você aonde quiser, mas deixe o menino ir.


Trevor piscou algumas vezes até perceber que o brilho que via nos olhos de Draco eram lágrimas, seu loiro estava chorando pela possível morte de Harry Potter. Draco Malfoy renunciava sua liberdade pela vida de Harry Potter.


- Você vai deixar tudo para trás e virá comigo aonde eu for só para que eu o deixe vivo?


- Sim.


- E fará tudo que eu te disser?


- Sim.


- Está bem então.


Draco se levantou devagar seguido por Trevor que passou a mão pelo cabelo o arrumando e olhou para os olhos cinza. Ali dentro viu a possibilidade de uma boa vida, viu esperança e amor, amizade e carinho. Viu tudo que tanto ansiava durante todo esse tempo. Aproximou-se devagar e tocou de leve no rosto de Draco sentindo-o quente. Aos poucos se aproximou mais tomando o rosto do menino em suas mãos e selando seus lábios com os dele. O beijo dado diante de Harry fora tão carinhoso e repleto de significado que o dono dos olhos verdes sentiu-se constrangido, ainda que dentro batesse um ciúme grande.


- Vai embora. – Sussurrou Trevor de olhos fechados ainda segurando o rosto de Draco. – Vai embora, Draco.


- Trevor.


- Meu mestre me disse uma vez que eu tenho uma única fraqueza. Meu amor por você. Pegue Potter e vai embora.


Draco passou a mão pelo rosto de Trevor e o puxou para outro beijo dessa vez mais intenso e profundo. A gratidão bailava nos lábios de Draco enquanto sentia o adeus desesperador do senhor dos comensais. Quando se soltaram Trevor quase gritou para que ele saísse logo dali. Draco não demorou mais, adiantou-se e pegou a mão de Harry, entrelaçando os dedos pensou em um destino e desapareceu deixando Trevor caído de joelhos na rua.


A varinha que tanto usara para matar e torturar não poderia nem mesmo acabar com seu sofrimento, pois bruxos não podem se suicidar. Jogando a varinha fora Trevor gritou para a noite e se levantou com ódio chutando e quebrando o que fosse possível chutar e quebrar até que um par de mãos pequenas se postaram em seu rosto fazendo-o parar e tentar focalizar o rosto da pessoa.


- Luke?


- Sim, meu senhor. Sou eu.


- Você deveria ter morrido.


- O senhor disse que por eu ser um comensal novo deveria esperar para ter a marca. Eu não estava ligado ao senhor. Pelo menos não pela marca.


- Vai embora, Luke.


- Não. Vou ficar com o senhor. Não sou Draco Malfoy, mas posso cuidar do senhor e lhe dar o melhor de mim.


Trevor parecia um bêbado de tão angustiado e depressivo que estava. Olhou para o menino e sorriu descendo as mãos pelo corpo dele e apertando seu traseiro.


- A única coisa que quero que me dê nesse momento é essa bunda.


Luke sorriu e se abraçou ao homem antes de aparatar com ele na casinha simples que tinha. Trevor desmaiou assim que foi deitado na cama confortável. Em uma noite perdera a oportunidade de honrar a memória de seu mestre, matou todos os seus comensais e perdera Draco Malfoy para todo o sempre. Bruxos deveriam poder se matar. Luke arrumou o homem em sua cama e o cobriu antes de se deitar ao seu lado e acariciar seu rosto.


- Eu o farei feliz meu senhor, eu o farei.


 


Harry e Draco ficaram parados sentados no lago negro apenas vendo as marolas que a Lula gigante fazia na água até que o sol se ergueu no céu e Harry entrou para a escola sem dizer nada deixando Draco sentado. Os alunos caminhavam em direção ao salão principal em seu ritmo lento de quem não tem nada para se preocupar. Harry se adiantou e sentou ao lado de Hermione e Rony que o encheram de perguntas ao ver seu estado deplorável. Harry nada lhes disse, apenas tomou um gole de seu suco e ficou calado tentando ainda entender tudo que acontecera. Sua mente parecia dopada.


O burburinho matinal começou e todos se voltaram aos seus próprios problemas sem se ligar para nada mais, nem mesmo para o sonserino que caminhava lentamente pela mesa da Grifinória e parava ao lado de Harry. Com uma mão trêmula Draco tocou no ombro de Harry o fazendo o olhar. As conversas cessaram por completo quando Draco fechou a mão no colarinho de Harry e o fez se levantar. McGonagall postou as mãos na boca quando um tapa de Draco fora dado no rosto do grifinório fazendo-o se virar. Apesar disso ninguém nem ao menos se mexeu.


- Você é um idiota. – Disse Draco.


- Eu sei. – Respondeu Harry.


E foi então, na frente de toda a escola, que Draco Malfoy fez o que ninguém jamais conseguiria imaginar ser possível. Ele puxou o colarinho de Harry levando-o para mais perto e beijou-lhe os lábios com volúpia abraçando sua cintura com seu braço enquanto o próprio Harry enlaçava seu pescoço com seu braço. A escola estava congelada, o bolinho na mão de Neville caiu no chão e Parvati soltou um gritinho agudo. Os sonserinos estavam divididos entre os que queriam matar Draco pela traição descarada e os outros que estavam loucos para sair daquela mesa e fazer o mesmo que o loiro teve coragem. Os corvinais estavam perplexos, os lufa lufas soltavam sorrisos enquanto as meninas se abraçavam achando aquilo tudo lindo. Já os grifinório faziam cara de nojo e perplexidade, estavam muito parecidos com os sonserinos.


Foi McGonagall que deu a deixa que Draco tanto gostou de ouvir. Levantando-se do grande caldeirão que agora ocupava como diretora de Hogwarts, a mulher ergueu os braços e bateu a primeira palma que foi seguida de muitas inclusive de Snape.


Harry nem ouvia a balburdia e os comentários impressionados, ele estava nos braços de Draco, beijando os lábios dele e por enquanto a ameaça fora embora. Naquele momento estava tudo bem, então era melhor aproveitar até o próximo desafio.


- Eu te amo. – Sussurrou entre os beijos.


- Eu te amo mais, cabeça oca, louco. – Respondeu Draco sorrindo e voltando a beijá-lo.


Foi preciso que McGonagall os separassem para que a balburdia cessasse, mas Draco não queria parar, ele não sairia de perto daquele menino, não largaria aquele corpo, não agora que o tinha para si. Despistando os alunos e professores o loiro puxou o moreno pelas escadas de Hogwarts em direção ao sétimo andar. A sala precisa os esperava.


 


Fim


Fic iniciada em 24/08/2008 e terminada em 30/12/2012


Autora: Ana Carolina Martins

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