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31. Capítulo 30


Fic: Tudo por Amor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Eram mais das dez da noite quando despertou sobressaltada e confusa, com um dos almofadões do sofá obstinado contra o peito. Um leve movimento a sua esquerda atraiu sua atenção e Gina virou a cabeça com rapidez.


— Uma enfermeira que abandona seu paciente e fica adormecida enquanto está de guarda não recebe seu salário completo — disse uma voz de homem, com tom divertido.


O "paciente" de Gina estava de pé, apoiado contra o suporte da chaminé, com os braços cruzados sobre o peito, e a observava com um sorriso preguiçoso nos lábios. Com o cabelo ainda úmido da ducha, uma camisa cor creme aberta no pescoço e um par de calças marrons, estava incrivelmente bonito, recuperado... E muito divertido por algo.


Gina tentou ignorar o traiçoeiro salto de seu coração ante esse sorriso fascinante e íntimo, e se sentou sobressaltada.


— Seu amigo, Neville Longbotton, não morreu — apressou-se em comunicar, em seu afã por tranquilizá-lo. — Acreditam que se recuperará.


— Isso já ouvi.


— Ouviu? — Perguntou Gina com cautela. Pensou que possivelmente tivesse ouvido por rádio enquanto se vestia. De não ser assim, se recordava que ela o havia dito, era mortificante, mas possível que recordasse todo o resto que lhe disse nesses momentos em que estava inconsciente. Aguardou, com a esperança de que ele se referisse ao rádio. Mas Harry continuou observando-a muito sorridente, e Gina se sentiu cada vez mais sufocada pela vergonha. — Como se sente? — Perguntou, ficando apressadamente de pé.


— Agora, melhor. Quando acordei, me senti como uma batata no momento de ser assada.


— O quê? Ah, quer dizer que fazia muito calor no dormitório!


Harry assentiu.


— Não fiz mais que sonhar que tinha morrido e estava no inferno. Quando abri os olhos o primeiro que vi foram as chamas que dançavam a meu redor, e tive a certeza de que não havia me equivocado.


— Sinto muito — desculpou-se Gina .


— Não sinta. Me dei conta em seguida de que não podia estar no inferno.


Seu bom humor resultava tão contagioso que, sem dar-se conta do que fazia, tocou na testa dele para constatar sua temperatura corporal.


— E por que se deu conta de que não estava no inferno?


— Porque durante boa parte do tempo fui cuidado por um anjo — respondeu ele em voz baixa.


— Obviamente teve alucinações — brincou ela.


— Você acha?


Dessa vez o timbre de sua voz não dava lugar a engano, e Gina tirou a mão de sua testa, mas não pôde separar o olhar do dele.


— Decididamente.


Pela extremidade do olho, de repente Gina se deu conta de que um pato de porcelana estava torto sobre o suporte da chaminé, e o endireitou; depois também ordenou os dois patinhos menores que haviam a seu lado.


— Gina — disse Harry em uma voz muito suave e aveludada que sortiu efeitos perigosos no ritmo cardíaco dela —, me olhe. — E quando ela se voltou a olhá-lo, adicionou: — Obrigado por haver salvado minha vida.


Hipnotizada por seu tom e pela expressão de seus olhos, Gina teve que esclarecer a garganta para impedir que sua voz tremesse.


— Obrigada por tentar salvar a minha.


Algo se estremeceu na insondável profundidade dos olhos de Harry, algo cálido, e os batimentos do coração de Gina triplicaram seu ritmo, apesar de que ele não fez nenhuma tentativa de tocá-la. Então ela tentou modificar o clima que se criou e de ser prática.


— Está com fome? — Perguntou.


— Por que não foi? — Insistiu ele. Seu tom a advertia que não estava disposto a permitir que mudasse de tema até que tivesse dado as respostas que procurava. Gina voltou a se sentar no sofá, mas com a vista fixa no centro de mesa porque não se animava a olhá-lo.


— Não podia deixá-lo morrer ali fora depois de que arriscou sua vida acreditando que eu tinha me afogado. — Notou que duas magnólias de seda do ramo do centro de mesa estavam tortas e se inclinou para endireitar.


— Então por que não foi depois de me trazer de volta e me colocar na cama?


Gina teve a sensação de estar caminhando por um campo semeado de minas. Até no caso de que tivesse a coragem necessária para olhá-lo e confessar a verdade, não estava segura de que um anúncio dessa natureza não terminasse se transformando numa bomba que explodisse em pleno rosto.


— Em primeiro lugar, confesso que não pensei nisso, e além disso — adicionou com uma inspiração que a enchia de alívio —, não sabia onde estavam as chaves do carro!


— Estavam no bolso de minha calça... Da calça que tirou de mim!


— Francamente, nem me passou pela cabeça a ideia de procurar as chaves do carro. Suponho que estava muito preocupada com você para pensar com claridade.


— Não parece que isso é um pouco estranho, considerando as circunstâncias que a trouxeram até aqui?


Gina se inclinou, tomou uma revista que estava um pouco torta sobre a mesa e a colocou cuidadosamente sobre as demais; depois moveu dois centímetros para a esquerda a bola de cristal que continha as flores de seda, para colocá-la no centro exato da mesa.


— Há três dias eu diria que tudo é bastante estranho — respondeu com cautela. — Nestas circunstâncias, não sei o que seria um comportamento normal. — Ficou de pé e começou a endireitar os almofadões da poltrona que tinha desarrumado enquanto dormia. Inclinava-se para recolher um do chão, quando Harry falou com tom risonho.


— É um hábito, verdade? Sempre se dedica a endireitar coisas quando está nervosa?


— Não diria tanto. O que acontece é que sou uma pessoa muito organizada. — Ergueu-se e o olhou. Nesse momento sua compostura esteve por dar passo à risada. Harry tinha as sobrancelhas levantadas em um gesto de desafio zombador e em seus olhos brilhava uma divertida fascinação. — Está bem — disse ela rendendo-se, com uma gargalhada. — Admito. É um hábito que tenho quando estou nervosa. Uma vez, quando tive medo de fracassar em um exame, reorganizei toda a mesa e depois coloquei por ordem alfabética os discos de meu irmão e as receitas culinárias de minha mãe.


Os olhos de Harry riram ante essa história, mas falou em um tom solene e intrigado.


— E eu estou fazendo algo para que fique nervosa?


Gina o olhou, sorridente, mas surpreendida, e em seguida respondeu com tom severo.


— Faz três dias que não tem feito mais que coisas que me deixem terrivelmente nervosa!


Apesar do tom de censura, sua maneira de olhá-lo encheu Harry de ternura. Em nenhuma parte de seu bonito rosto expressivo havia rastro algum de medo, de suspeita, de repugnância ou de ódio, e Harry tinha a impressão de que fazia séculos que ninguém o olhava assim. Nem sequer seus próprios advogados acreditaram que era inocente. Em troca, Gina sim. Soube disso simplesmente por olhá-la, mas as palavras que pronunciou no arroio, a maneira em que lhe quebrou a voz ao pronunciá-las, tinha um sentido mil vezes maior: "Lembra que me disse que queria que alguém acreditasse que é inocente? Nesse momento não acreditei de verdade, mas agora acredito. Juro que acredito! Eu sei que não matou ninguém!".


Gina podia havê-lo deixado morrer no arroio ou, se isso era inconcebível para a filha de um pastor, podia havê-lo levado de volta para casa para depois afastar-se com o carro e chamar a polícia do telefone mais próximo. Mas não fez isso. Porque seriamente acreditava que ele era inocente. Harry teve vontade de abraçá-la e dizer o quanto isso significava para ele; queria entreter-se na calidez de seu sorriso e voltar a ouvir sua risada contagiosa. E, sobre tudo, queria sentir os lábios de Gina sobre os seus, beijá-la e acariciá-la até que ambos ficassem loucos. Porque isso era quão único ele tinha para dar.


Harry sabia que ela pressentia que tinha havido uma mudança na relação de ambos e que, por algum motivo incompreensível, isso a colocava mais nervosa que quando a ameaçava com uma arma. Sabia com tanta segurança como sabia que essa noite fariam amor, e que ela o desejava tanto como ele desejava a ela.


Gina esperou que ele dissesse algo, ou que risse de sua última frase, e ao ver que não fazia isso, retrocedeu e assinalou a cozinha.


— Está com fome? — Perguntou pela segunda vez. Ele assentiu com lentidão, e ela se deteve em seco ao perceber a rouca intimidade de sua voz.


— Estou esfomeado.


Gina se disse com muita firmeza que ele não tinha escolhido deliberadamente essa palavra porque a usaram na noite anterior nessa discussão com um fundo sexual. Tentou parecer inocente.


— Do que você gostaria?


— O que me oferece? — Retrucou ele, iniciando um jogo verbal tão fluido que Gina não soube com segurança se todo o duplo sentido das frases não era só produto de sua própria imaginação.


— Estou oferecendo comida, é obvio.


— É obvio — respondeu ele com solenidade, mas em seus olhos havia um brilho divertido.


— Concretamente um guisado.


— É importante ser concreta.


Gina decidiu iniciar uma estratégica retirada dessa conversa estranhamente carregada, e começou a retroceder para o mostrador que separava a sala da cozinha.


— Servirei o guisado ali — indicou.


— Por que não comemos junto ao fogo? — Propôs ele com uma voz suave como uma carícia. — É mais acolhedor.


Acolhedor... Gina sentiu a boca secar. Uma vez na cozinha, trabalhou com aparente eficácia, mas suas mãos tremiam tanto que quase não podia servir o guisado nos pratos. Pela extremidade do olho viu que Harry se aproximava do som e elegia discos que ia colocando na bandeja. Instantes depois, a voz da Barbara Streisand enchia a residência. De todos os discos existentes, que foram do Elton John a jazz, tinha eleito Streisand.


Acolhedor.


A palavra bulia em seu cérebro; pegou dois guardanapos, colocou sobre a bandeja e então, de costas para a sala, Gina apoiou as mãos sobre a mesa da cozinha e respirou fundo. Acolhedor. Sabia perfeitamente bem que essa palavra significava "mais condizente à intimidade".


"Romântico". Sabia com tanta claridade como sabia que a situação entre eles se viu irreversivelmente alterada no momento em que ela escolheu ficar ali com ele, em lugar de abandoná-lo no arroio ou levá-lo para casa e depois chamar a polícia. Harry também sabia. Gina via provas evidentes disso. Olhava-a com uma nova suavidade, e em sua voz havia uma nova ternura, e ambos lutavam por conservar o autocontrole. Gina se ergueu e balançou a cabeça ante sua tentativa tola e inútil de enganar-se. Já não restava nada de seu autocontrole, já não havia argumentos que importassem, nenhum lugar aonde ir ocultar-se da verdade.


A verdade era que o desejava. E que ele a desejava. Ambos sabiam.


Colocou os pratos sobre a bandeja, dirigiu-lhe um olhar de soslaio e desviou apressadamente a vista. Instalado no sofá, Harry a observava: relaxado, indulgente, sexualmente atraente. Não tinha nenhuma intenção de apressá-la, e tampouco estava nervoso. Mas, bom, sem dúvida ele tinha feito amor milhares de vezes com centenas de mulheres... Todas muito mais bonitas e mais experimentadas que ela.


Gina sufocou uma compulsiva necessidade de começar a reorganizar as gavetas da cozinha.


Harry a observou voltar para o sofá, inclinar-se e depositar a bandeja sobre a mesa, com movimentos cheios de graça, mas inseguros, como os de uma gazela assustada. E notou pela primeira vez que Gina tinha mãos muito bonitas, de dedos longos e finos e unhas bem cuidadas. De repente lembrou que essas mãos tinham segurado seu rosto no arroio, enquanto ela o embalava entre seus braços e rogava que ficasse de pé. Em seu momento, foi como um sonho no que ele era um mero espectador, mas mais tarde, depois de que chegou cambaleante à cama, suas lembranças eram mais claras. Recordava as mãos de Gina que alisavam mantas sobre seu corpo, recordava a preocupação frenética que transmitia sua voz bonita... E ao olhá-la nesse momento, voltou a maravilhar-se ante a estranha aura de inocência que a rodeava, e sufocou um sorriso ao dar-se conta de que, por algum motivo, Gina esquivava seu olhar.


Durante os últimos três dias se opôs a ele, desafiou-o; esse dia o superou em astúcia e logo salvou sua vida. E entretanto, apesar de sua coragem e de seu impulso, agora que as hostilidades tinham chegado a seu fim, era surpreendentemente tímida.


— Irei procurar vinho — disse Harry, e antes de que ela pudesse recusar o oferecimento, levantou-se e retornou com uma garrafa e duas taças. — Asseguro que não o envenenei — afirmou ao ver que ela estirava uma mão para pegar uma taça e em seguida a separava.


— Nunca pensei que tivesse envenenado — disse ela com uma risada tímida. Pegou a taça e bebeu.


Harry notou que suas mãos tremiam. Viu que ficava nervosa com a possibilidade de deitar-se com ele; sabia que fazia cinco anos que ele não se aproximava de nenhuma mulher. Tinha quase certeza de que se preocupava com a possibilidade de que saltasse sobre ela assim que terminassem de comer, ou que quando começassem a fazer o amor, ele perdesse em seguida o controle e acabasse em dois minutos.


Mas Harry não compreendia por que a preocupava tudo isso; se alguém devia estar preocupado sobre suas possibilidades de prolongar o prazer e de ter uma boa atuação depois de cinco anos de abstinência, era ele. E estava.


Decidiu tranquilizá-la iniciando um tema de conversa agradável e intrascendente. Repassou mentalmente os possíveis tópicos e descartou em seguida o tema de seu bonito corpo, de seus olhos maravilhosos e — o mais interessante de todos — sua sussurrada declaração, à beira do arroio, de que tinha vontade de deitar-se com ele. Isso o fez lembrar do resto das frases que Gina havia dito essa tarde no dormitório, quando ele não estava em condições de sair de seu intumescimento e responder. Agora, estava quase seguro de que grande parte dessas afirmações não eram certas. Ou talvez só as tinha imaginado. Desejou que Gina falasse sobre seus alunos; eram histórias que adorava. Estava pensando como obter que falasse deles, quando notou que o olhava com uma expressão estranha.


— O quê? — Perguntou.


— Perguntava-me — respondeu ela —, aquele dia, no restaurante, realmente tinha uma roda furada?


Harry lutou por conter um sorriso culpado.


— Você viu com seus próprios olhos.


— Está dizendo se pisei em um prego ou algo pelo estilo e que não me dei conta de que a roda estava murxando?


— Não diria que aconteceu exatamente assim. — Estava quase seguro de que ela suspeitava de sua intervenção no assunto, mas seu rosto estava tão inexpressivo, que não sabia se estaria ou não brincando com ele.


— Como diria que aconteceu?


— Diria que um lado da sua roda entrou em repentino contato com um objeto afiado e com ponta.


— Um objeto afiado e com ponta? — Repetiu Gina, levantando as sobrancelhas. — Como uma faca, por exemplo?


— Como uma navalha — confirmou Harry, fazendo esforços desesperados para não rir.


— Sua navalha?


— Minha navalha. — E adicionou com um sorriso impenitente: — Sinto muito, senhorita Weasley.


Ela não se alterou.


— Espero que me devolva essa roda, Harry.


A única coisa que impediu que ele começasse a rir a gritos foi o doce impacto de ouvir que finalmente o chamava por seu nome.


— Sim, senhora — respondeu.


Isto é incrível, pensou Harry; minha vida é um verdadeiro caos e o único que quero é rir a gargalhadas e abraçá-la. E não pôde evitar. Começou a rir, virou a cabeça e a surpreendeu lhe dando um rápido beijo na testa.


— Obrigado — sussurrou, abafando outra gargalhada ante a expressão confundida de Gina.


— Por que me agradece?


Ele ficou sério e a olhou fixo.


— Por me fazer rir. Por haver ficado aqui e por não haver me entregado a polícia. Por ser valente e divertida e por estar incrivelmente bonita com esse quimono avermelhado. E por haver preparado uma comida maravilhosa. — Deu golpezinho debaixo do queixo dela para aliviar o estado de ânimo de ambos, instantes antes de compreender que a expressão de Gina não era de acanhamento.


— O ajudarei — disse, começando a ficar de pé.


Harry lhe apoiou uma mão no ombro.


— Fique aqui, desfrute do fogo e do resto de seu vinho.


Muito tensa para ficar quieta à espera de ver o que aconteceria, não, quando aconteceria, Gina se levantou e se aproximou das janelas. Apoiou o ombro contra o vidro e contemplou a paisagem espetacular das montanhas cobertas de neve que resplandeciam à luz da lua. Na cozinha, Harry reduziu a intensidade das luzes da sala.


— Assim verá melhor a paisagem — explicou ao ver que ela o olhava por sobre o ombro. E Gina pensou que a casa parecia mais acolhedora com menos luz e com a sala quase não iluminada pelo resplendor das chamas da chaminé. Muito acolhedora e muito romântica, sobre tudo com a música que saía do som.


n/a: pronto meninas Harry são e salvo pra vocês e agora parece q o clima vai esquetar entre eles... será? Não deixem de comentar...

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Comentários: 1

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Enviado por ANGELA VANESSA DE LIMA em 04/01/2013

Como sempre está maravilhosa!!!! Mais é muito torturante não saber o que vai acontecer depois de tudo isso, desse clima maravilhoso entre os dois, então porfavor faça uma leitora feliz e não demore para postar novamente....

Nota: 5

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