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27. Planos e Perdão


Fic: Os Sete Desafios


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ginny retornava para a torre grifinória com os livros de Hermione e sua pesada mochila nas costas quando Colin se aproximou dela exasperado a puxando pelo braço. A Weasley estava pronta para reclamar com o amigo quando ele a silencia com uma mão sobre seus lábios e a arrasta para o armário de vassouras mais próximo.


-Ginny parece que o professor Snape voltou ao castelo esta noite!


Sussurra o grifinório olhando para todos os lados com desconfiança e bloqueando a porta antes de continuar a falar.


-Ele estava muito ferido, havia rastros de sangue pelos corredores e por isso foi logo encontrado por Filch!!!


Revela Colin enquanto Ginny balançava negativamente a cabeça em descrença. Milhões de possibilidades surgiam em sua mente para que o professor de poções desaparecesse por dias sem dar notícias e retornasse gravemente ferido.


Ela sentiu o peito apertar por dentro, Snape poderia ser um arrogante insuportável, mas era padrinho de Draco, tinha o dever de protegê-lo e agora voltava para Hogwarts sem ele??? Havia algo muito errado em tudo isso!!!


-Ele voltou sozinho?


Questiona angustiada a Weasley agarrando as mangas da capa de Colin ferozmente, ela não pretendia assustar o amigo, mas seu desespero por notícias do sonserino era muito mais forte que seu auto-controle.


-Segundo minhas fontes ele estava sozinho e passou a madrugada muito mal na enfermaria... agora a pouco quando voltava da aula de transfiguração eu acabei de vê-lo seguir para a sala do diretor Dumbledore!


A expressão de choque de Ginny deixou o Creevey orgulhoso por suas investigações a respeito do professor mais odiado de Hogwarts. Ele acreditava que deixara a ruivinha impressionada com a profundidade de suas buscas por verdades sobre Severo Snape.


-Isso dará uma ótima matéria não acha??? Ele pode estar envolvido com os comensais da morte e isso explicaria o favoritismo pelos sonserinos, ele sempre odiou o Harry que é o maior herói do mundo bruxo!!! Snape é um bruxo das trevas eu tenho certeza disso!!!


Pergunta ansioso o garoto enquanto mostrava a ruivinha um pequeno pergaminho com suas anotações.


-Tudo o que consegui foi ouvir de longe, mas poderia apostar minha câmera que era algo sobre comensais da morte na mansão Malfoy!!! Ele estava muito nervoso, muito mesmo, acho que nunca vi Snape tão assustador em toda a minha vida!!!


Revela o grifinório com uma expressão pensativa.


-Tem certeza disso Colin? Ele não falou mais nada? Não mencionou o Draco, ou qualquer outra coisa???


Pergunta angustiada Ginny que sentiu-se estremecer quando Colin balançava negativamente a cabeça com um certo pesar, sem dizer mais uma palavra, a ruivinha deixa o armário de vassouras e corre até seu dormitório guardando as coisas de Hermione e jogando-se sobre a cama segurando as lágrimas que teimavam em cair.


-Ele deixou o Draco sozinho com os comensais da morte!!!


Repetia para si mesma enquanto apertava o travesseiro com força, estava apavorada com o que poderia estar acontecendo para seu sonserino ainda não ter retornado a escola, as noticias que recebiam da comunidade bruxa eram cada vez mais perturbantes, como a fuga de Bellatrix, como o caos no ministério, ataques e mais ataques de comensais a nascidos trouxas...


Mordeu o lábio inferior com força, desejava que Draco estivesse longe de tudo isso, somente a idéia de ver o loirinho atacando pessoas inocentes impiedosamente a deixava arrasada. Afinal ele lhe prometera que não seria como seu pai, que não seria mais um lacaio de Voldemort.


Mas, Ginny sabia que o senhor das trevas tinha seus meios mais sujos para forçar Draco a ceder, ela mesma caíra em suas armadilhas no primeiro ano que chegara a Hogwarts com o diários de Tom Riddle.


Silenciosamente, a Weasley levantou-se e seguiu para seu baú de onde tirou o pergaminho que Draco lhe deixara e o anel de serpente, junto a tudo isso tinha também um pequeno mapa e um livro que pegara na biblioteca. Sem pensar duas vezes a ruivinha enxuga as lágrimas e segue determinada para a sala de Dumbledore


.............................Sírius Black.................................


Era escuro e muito frio desde que lembrava, o chão de rochas escurecidas e cobertas por uma fina camada de poeira, o pequeno quartinho não possuía janelas e a pouca luz advinha de um candelabro antigo preso à parede no final do corredor.


A frágil luz amarelada dava contornos avermelhados as grades que o mantinham prisioneiro. Muitos em seu lugar, ponderou ele, a maioria em todo caso, não saberia dizer quanto tempo se passara desde então. A luz da pequena vela permanecia a mesma dia e noite, noite e dia, não faria diferença.


Sentiu o estomago reclamar, olhou para o prato de metal com restos de comida e um copo do mesmo metal vil com água. Desde que lhe trouxeram, recusou tocar a comida mesmo que morresse de fome. As chances de estarem envenenadas eram maiores do que ele possuía de escapar do calabouço com vida.


Sorriu amargamente fechando os olhos e retomando a meditação. Estava fraco demais para sarcasmos, sentou-se na armação de madeira áspera usada nestes últimos dias para dormir, e muito mal em sua opinião pessoal.


Respirou fundo e sentiu todos os músculos do corpo relaxarem quando a imagem de uma doce menina de cabelos ruivos, surgiu em sua mente, o sorriso travesso e os pequenos e deliciosos lábios rosados.


Ela o levava a loucura, ao céu e ao mesmo tempo ao inferno. Quem precisava de inimigos quando se apaixonava pela pessoa errada? Por causa dela, uma garota pobre, sem modos, indomável, de língua afiada, ruiva e ainda por cima grifinória com orgulho.


Ginevra Weasley. Este era o nome que o preservava da loucura, por ela fora contra tudo e todos e agora estava amargando o preço de sua rebeldia, por mais doloroso e humilhante que fosse, ao menos não perdera a confiança de seu pai e sua amável tia Bellatrix que culpara Rabicho pela fuga de Hagrid e não Draco.


Sorriu fracamente, ninguém imaginara como um meio gigante como o guarda-caça de Hogwarts tinha desaparecido tão repentinamente sem explicação alguma, ele fora enviado à Azkaban e logo depois trazido para a mansão Malfoy.


Um barulho de madeira velha sendo arrastado contra o chão emitiu um rangido estridente e os passos ecoando pelo extenso e tenebroso corredor revelaram Lúcius Malfoy, ao seu lado McNair, Crabbe e Bellatrix.


O homem de longos cabelos loiros apontou a varinha para as grades de metal as dissolvendo por completo antes de voltar-se para seu único filho com asco.


-Tens uma única chance de redimir-se com o Senhor das trevas!!!


Anuncia o pai de Draco recebendo um olhar desconfiado do sonserino, que conhecendo bem seu pai, escutou a tudo em silencio absoluto.


-Envergonhastes nossa família ao recusar a marca negra...


Sibilou Bellatrix estreitando doentiamente os olhos para o sobrinho.


-Diga-me de uma vez o que tenho que fazer para colocar um fim nisso!!!


Bradou o loirinho para a bruxa com fúria, tinha que jogar este jogo com eles, teria de fazer-se desesperado e arrependido pela vergonha causada ao nome Malfoy.


-Deves tirar a vida do ultimo obstáculo do senhor das trevas dentro de Hogwarts!


Explica Lúcius impassível.


-Potter?


Pergunta Draco com repugnância.


-Não moleque! O velho infeliz... Dumbledore!!!


Interrompe McNair recebendo um olhar de choque do jovem sonserino. Como em nome de Mérlin eles imaginaram que um mero estudante fosse páreo para um dos maiores bruxos do século??? Seria insano!


-Como esperam que eu o derrote? Seria suicídio!!!


Esbravejou o loiro como se estivesse diante de um bando de loucos. Bellatrix rosnou irritadiça, McNair fez uma careta contendo-se para não silenciar o moleque mimado enquanto Crabbe balançava a cabeça negativamente, apenas Lúcius pareceu não se abalar.


-Seria mais fácil que roubar doce de um lufa-lufa!


Interrompe Lúcius numa tranqüilidade aterradora recebendo um olhar incrédulo do seu filho.


-Peça para conversar com ele, em um local ermo, durante a noite, diga que é importante, se for preciso diga que sabe o paradeiro de Bellatrix, mas o tenha a sós e afastado de testemunhas... o diretor nunca desconfiaria de um aluno seu...


Explica o Malfoy mais velho com arrogância.


-Depois disso desarme-o e lance um Avada Kedavra nele! Estaremos lá para buscá-lo quando tudo acabar! Não é difícil, até um idiota sabe dizer as palavras certas... A-VA-DA KE-DA-VRA!!! Tá vendo não é difícil!!!


Completa Belatrix com sua voz irritante. Depois disso alguns minutos se arrastaram em silencio fúnebre dentro da cela até finalmente Draco levantar-se hesitante e estender a mão para seu pai pedindo sua varinha.


-Quando voltarei à Hogwarts?


Questiona seriamente. Lúcius sorri sutilmente enquanto Bellatrix cruza os braços com um ar presunçoso, sabia que o filho de Narcisa, tão mimado e protegido como era não suportaria alguns dias de reclusão e logo estaria beijando o chão que Lord Voldemort pisava.


........................................Remus Lupin......................................


Harry deixou-se cair contra um dos pilares e sentou-se ao chão como se fosse atingido por um balaço no meio do estômago. Sentiu ânsia de vômito, sentiu raiva, sentiu vergonha de si mesmo, e o pior de tudo... ele sentiu o peso da culpa quando finalmente olhou nos olhos de Hermione que agora ajoelhava-se diante dele o fitando com preocupação.


-Você nunca vai me perdoar por isso Mione...


Revela Harry com a voz embargada, sentindo as próprias lágrimas surgirem sobre os orbes esmeralda, estava na hora de revelar à ela seu plano com Remus para afastá-la de Hogwarts.


Harry olhava para Hermione sentindo o coração congelar dentro do peito sob o olhar preocupado que a grifinória lhe dirigia. Ele tinha certeza que depois que revelasse a verdade ela o odiaria para sempre, mas manter segredos entre eles os levara ao limite da confiança e abalava a relação deles com a força de um terremoto.


Não poderia esconder algo tão sério de Hermione para sempre, e preferia que ela descobrisse através dele. Desde o ataque que ela sofrera naquele mesmo campo de quadribol há mais de duas semanas, ele jurou a si mesmo que não permitiria que nada mais a machucasse e pouco tempo depois, por um descuido bobo, Jason quase lhe tirava a vida na sala precisa.


Vacilante, sentiu as mãos de Hermione sobre seu rosto, enxugando as lágrimas quentes que escorriam pelo rosto dele. A carícia delicada da grifinória o levou a sentir-se ainda mais culpado, fechou os olhos e segurou as mãos dela entre as suas.


-Nunca irás me perdoar Hermione! Mas eu o fiz para te proteger!!!


Murmura dolorosamente deixando a monitora-chefe mais angustiada ainda.


-Harry, por favor, o que está escondendo de mim? Está me assustando!


Diz a grifinória sentindo o coração apertar com a forma como Harry estava agindo e repetindo que ela não o perdoaria jamais. O que ele poderia ter feito de tão grave afinal?


-Pedi para o professor Lupin encontrar seus pais! Na mesma noite que recebemos as cartas deles por Edwiges!


Começa o grifinório olhando nos olhos de Hermione enquanto explicava tudo. Mérlin era tão difícil encontrar as palavras certas quando tinha a pessoa que mais amava a instantes de odiá-lo.


-Porque o professor Lupin foi procurar meus pais? Eles não tinham prometido me deixar em Hogwarts? O que aconteceu Harry?


Questionava a grifinória confusa e ao mesmo tempo muito nervosa.


-Eles prometeram te deixar em Hogwarts até o natal Hermione, depois do segundo ataque, eles a queriam longe do mundo bruxo e enviei Remus para negociar sua saída da escola!


Interrompe Harry alterando a voz e desviando os olhos da monitora que o fitava perplexa.


-Até o natal o ministério teria o controle de Hogwarts e como disse não queria te colocar em mais perigos ainda, não adianta dizer que eu não faria o mesmo com a família do Ron, se fosse possível eu o faria, para protegê-los, mas os Weasley já fazem parte da ordem e tem seus próprios motivos para arriscarem suas vidas nessa guerra, já os seus pais são trouxas e não tem como se defenderem de um futuro ataque de comensais da morte!


Continua Harry passando as mãos freneticamente sobre os cabelos rebeldes em uma clara demonstração de nervosismo e insegurança com o que diria logo a seguir.


-Voldemort encontrou os Dusleys, e já dizimou vilarejos inteiros de trouxas por puro capricho, ele está espalhando o medo e atingindo todos que estão próximos a mim, Hermione, estar ao meu lado é como assinar sua própria sentença de morte!!! É assim para Sírius, Remus, Dumbledore, Tonks, todos os Weasleys e você!!! Ninguém está a salvo dele!!!


Esbravejava o grifinório furioso ao levantar-se e afastar-se da monitora que o segue alarmada pronta para responder-lhes quando ele volta a falar bruscamente.


-Eu tinha que manter o que me restou de família em segurança Hermione... sabia que se algo te acontecer por minha causa eu enlouqueceria!!! Não consigo imaginar viver em um mundo onde você não faça parte dele!!! Eu não suportaria perder você!!!


Confessa o moreno voltando-se para Hermione com os olhos verdes brilhando com desespero, as mãos do escolhido a seguravam pelos ombros na tentativa de fazer-se claro, buscando nos olhos assustados de Hermione o entendimento. Fora como um Deja Vu!


Repetir a mesma cena de semanas atrás quando Harry a procurou na sala de aula... na manhã de seu primeiro beijo quando revelou que não suportaria perdê-la.


A grifinória sentiu o corpo inteiro estremecer com essa declaração angustiada de Harry, a forma como ele estava expondo seus sentimentos e anseios só demonstravam o quão serio era esse segredo.


Sentiu medo e mordeu o lábio inferior com força impedindo-se de interromper a explicação dele, era visível a dificuldade que Harry tinha para revelar seus planos para ela, mas estava difícil ainda não sentir-se apavorada.


-Agora toda Hogwarts sabe disso, sabem como sou dependente de você, como tudo que a envolver vai envolver diretamente a mim em todos os sentidos!!! Não duvido que em pouco tempo Skeeter vai publicar montes de absurdos anunciando pra todo mundo que estamos juntos e Voldemort vai tentar me atingir através de você, porque é obvio que ao mesmo tempo que você é minha  maior força, também é minha maior fraqueza!


Harry fechava os olhos com força tentando tomar coragem para continuar e Hermione tinha lágrimas nos olhos, ele iria livrar-se dela... o grifinório afastou-se novamente respirando fundo, milhões de coisas povoando sua cabeça ao mesmo tempo. Hermione segurava os soluços e permanecera imóvel enquanto ansiava para que Harry chegasse logo ao que planejara com Remus.


-Eu estava desesperado, e depois que tive mais um maldito sonho com Voldemort exigindo que encontrassem uma forma de tirar a minha vida... Droga Hermione eu perdi a conta de quantas vezes eu acordei desesperado depois de assistir a sua morte lenta e dolorosamente a cada noite sem conseguir fazer nada para impedir, porque toda maldição que ele enviava em minha direção atingia você!!!


Diz o moreno fechando as mãos em punhos e batendo com força contra o pilar de madeira que há pouco tempo atrás lhe servira de apoio.


-Ele a machucava e se divertia com o meu desespero!!! Eu preferia ser atingido por centenas de cruciatus a ter que repetir a cena daquele pesadelo!


Vociferava Harry batendo mais e mais forte contra o pilar até seus dedos ficarem machucados, ele precisava continuar explicando a Hermione antes que ela o interrompesse com milhões de perguntas.


-Eu li o diário da minha mãe uma infinidade de vezes e consegui com Remus e Sírius alguns volumes da escola de auror... e foi num desses livros que encontrei a solução para proteger você e seus pais dos comensais, para impedir que eles os encontre!!!


Os olhares de Harry e Hermione cruzaram-se nesse momento, a tensão era palpável a mão do moreno ainda apoiada fortemente contra o pilar.


-Eu procurei Remus e Tonks, entreguei a eles um pergaminho com o endereço de seus pais, seus nomes e profissão!!! Pedi que os procurassem e explicassem a gravidade dessa guerra para bruxos e principalmente para trouxas e nascidos trouxa como você! Demorou um tempo e algumas longas conversas para que eles compreendessem como tudo tem acontecido e envolvido a única filha deles...


Começa Harry recebendo um olhar aterrorizado de Hermione.


-Harry...


-Hermione, por favor, eu não estava assustando seus pais, estava alertando sobre os perigos e oferecendo uma chance de protegerem-se, eles mereciam saber a verdade! Raios eu teria feito o mesmo se meus pais fossem vivos consegue entender isso???


Cortou Harry furioso antes de continuar, Hermione o fitou em choque e emudeceu, para o grifinório trazer a lembrança dos seus próprios pais à tona era porque iria até o fim.


-Em uma das minhas conversas com Sírius, descobri que a família Potter possui algumas propriedades fora da Grã-Bretanha, a qual eu possuiria livre acesso e logo decidi enviar seus pais para a mansão de veraneio fora da Europa, longe desse caos, estariam protegidos e longe dos comensais da morte!


Continuava o grifinório e Hermione sentiu o coração paralisar em choque.


-Fechamos os consultórios de seus pais, vendemos o prédio e a sua casa, Remus conseguiu identidades novas para eles bem como um novo sobrenome, todas os clientes e vizinhos tiveram suas memórias sobre sua família apagadas!!! O registro civil foi destruído e Tonks está cuidando para que todos os documentos com seu nome presentes no ministério também desapareçam rapidamente!


Hermione ofegou e teve de escorar-se em um dos pilares para não cair direto no chão.


-Você... você apagou a memória de todo mundo... você... você apagou a minha história e toda a vida dos meus pais???? E agora... Você quer limpar qualquer vestígio meu do mundo mágico!!!


Gritava horrorizada a monitora-chefe para Harry.


-Hermione entenda...


-NÃO Harry!!! Eu não entendo!!! Você não tinha esse direito!!! Isso é loucura!!!


Vociferava Hermione entre soluços enquanto tentava acertar socos no peito de Harry, que segurou os pulsos dela com força.


-Eu não tive escolha!!! Sem seus registros ou lembranças não há como Voldemort a encontrar!!! Iria levá-la para encontrar seus pais e se manteriam em segurança até a guerra acabar Hermione, essa foi a minha decisão e já não posso voltar atrás!!!


Respondia o grifinório sentindo-se mortalmente culpado, sentia raiva de si mesmo, mas não arrependia-se de manter qualquer vestígio que levasse Voldemort à Hermione em completo segredo.


-Você não tem idéia do que fez Harry!!!


Gritava Hermione com o rosto vermelho, marcado por lágrimas dolorosas.


-Nossos amigos ainda irão se lembrar de mim, nossos professores... o registro escolar...


Insistia Hermione, mas Harry simplesmente manteve-se em silêncio para o horror da monitora-chefe.


-Dumbledore terá todos os seus arquivos na mansão de veraneio até o final das férias, além dele apenas McGonagall e Remus saberão sobre você!!!


Confessa Harry sentindo um nó se formar em sua garganta quando Hermione levou uma das mãos sobre a boca afastando-se de Harry como se estivesse diante do seu pior carrasco. O olhar que Hermione lhe lançara ficaria marcado ferozmente em sua mente pelo resto de sua vida.


-Você não está somente me apagando da sua vida Harry, está me apagando da vida de todos nossos amigos, de todo o mundo mágico!!! Isso é loucura, isso é cruel!!! Você não podia fazer isso comigo, não poderia destruir toda a minha história sem me consultar, é a minha vida Harry, a MINHA vida, minha história, minhas lembranças que você está apagando de você e todos que amo dentro desta escola!!!


Gritava em acusação para o moreno apontando para ele.


-Não Hermione!!! Eu não poderia te apagar da minha vida nem mesmo por um decreto!!! Depois que tiramos seus pais de Londres, eu percebi que não conseguiria ficar longe de você...


Gritou Harry desesperado tentando se aproximar da grifinória que deu um passo para trás negando qualquer aproximação do escolhido.


-Fica longe de mim Harry!!! Eu não quero mais te ouvir, não quero mais saber a próxima bomba que você vai jogar sobre mim!!!


Gritou em resposta Hermione sentindo o corpo inteiro tremer e vacilar alguns passos para longe do grifinório.


-Hermione... por favor, me escuta!!! Depois que percebi que não teria como Voldemort encontrá-la, retornei com Remus para encontrar seus pais, Remus conseguiu uma identidade nova para você com um falso registro no ministério, você poderia continuar no mundo bruxo e até em Hogwarts sob outro nome e sobrenome, teríamos nossos amigos sob juramento a não revelar sua verdadeira identidade até estarmos livres de Voldemort, mas isso só vai depender da decisão dos seus pais a partir de agora!


Desespera-se Harry sentindo o coração afundar dentro do peito. Desejava não ter contado nada, mas seu coração gritava para que não existissem mais mentiras entre eles.


-Você não podia ter feito isso Harry... nunca me senti tão decepcionada em toda a minha vida!!!


Acusa Hermione fugindo do grifinório arrasada.


.............................Nimphadora Tonks.............................


Rony seguia para a biblioteca, arrastando Luna consigo pela mão. Ignorava todos os Drifikies pelo caminho e principalmente os olhares nada discretos dos garotos do quinto ao sétimo ano sobre a sua loirinha. Mesmo assim não soltava a varinha de sua mão para qualquer emergência.


Já dera uma boa lição em meia dúzia de garotos da corvinal que tentaram se aproximar de Luna e estava pronto para estuporar o primeiro que olhasse demais para as pernas dela ou comentasse seu “uniforme” de jogo, quando viraram o corredor e estavam quase na porta da biblioteca da escola, ao serem interceptados por Padma, Lavender e Parvati que entraram sorridente a frente do casalzinho.


-Será que agora...


Começou Padma piscando os olhos exageradamente.


-O nosso “querido” Rei Weasley...


Continua Lavender cruzando os braços e sorrindo apaixonadamente.


-Teria um tempinho para nós conversarmos em paz?


Conclui Parvati timidamente sentindo o rosto inteiro corar. Luna assistia a tudo com uma mistura de curiosidade e inquietação, ela apertou mais forte a mão do grifinório que encarava o trio completamente perdido.


-O que vocês querem?


Pergunta Rony levantando uma sobrancelha com impaciência sem perceber que sua namorada apertava sua mãos como um alerta para as intenções das três “Ex” dele.


-Não seja tão rude Roniquinho...


Começa Lavender fazendo bico exageradamente e olhar de filhote de cachorro como se tivesse o poder de derreter um iceberg com isso.


-Há uma semana atrás estava pedindo nosso perdão e agora quer nos ignorar?


Acusa Padma estreitando levemente os olhos com as mãos na cintura fina deixando os longos cabelos escuros caírem graciosamente sobre os ombros delicados.


-Não é isso!


Defende-se o ruivo sentindo-se intimidado pelas três.


-Então será que poderia conversar com a gente agora? É muito importante e demorou um século para convencer Padma e Lavender a virem comigo até aqui!


Interfere Parvati lembrando à Rony seu pedido para levar a corvinal e a loira grifinória para conversar com ele. O capitão engoliu em seco e sorriu amarelo para Parvati que pareceu iluminar-se diante do ruivinho, ela suspirou em encantamento.


-Tudo bem... eu acho...


Diz o ruivo olhando de canto para Luna como se pedisse socorro, mas ela parecia estar perdida em pensamentos para ajudá-lo. Parvati segurou o grifinório pelo braço.


-Ótimo!!! Eu falo primeiro com o Wo-Ronald!!!


Diz Lavender animadamente batendo palminhas com entusiasmo.


-Serei a segunda então!


Anuncia Padma dando um olhar superior sobre Luna e por último deixariam Parvati. Rony apenas balançava a cabeça completamente confuso e desesperado para escapar das garras do trio de “Ex” e encontrar logo Harry e Hermione na biblioteca.


Ao lado de Rony, Luna assistia a tudo preocupada, sabia que a sua frente estavam três das garotas mais atraentes e populares de Hogwarts, e todas já namoraram o Weasley em questão.


-Precisamos ir para um lugar mais reservado!


Diz Lavender empurrando Luna e tomando o outro braço de Rony, que estava prestes a protestar com a grifinória por afastar a sua namorada quando Luna finalmente se pronuncia.


-Estarei te esperando na torre de astronomia Ronald!!!


Diz seriamente olhando nos olhos de Ron antes de dar as costas ignorando o nó no estômago por deixar seu ruivinho sozinho com as três garotas, mas precisava confiar nele.


-Luna... me espera!!!! Luna!!!


O grifinório chamava pela loirinha, mas ela desapareceu no final do corredor enquanto Lavender o levava para uma sala de aula vazia.


...........................Minerva McGonagall..............................


Ginny chegou à sala do diretor depois de quase meia hora para acertar a senha. Entrou abruptamente sem esperar ser chamada e encontrou o velho diretor sentado atrás de sua mesa enquanto o professor de poções encarava a ruivinha com um olhar mortal.


-O que faz aqui Weasley?


Sibilava Snape com sua voz arrastada e uma careta de desgosto que teria feito qualquer grifinório se esconder debaixo do tapete.


-Quero saber por que o deixou sozinho naquela mansão cheia de comensais da morte!!!


Gritou a ruivinha acusadoramente deixando o mestre de poções horrorizado com a audácia da mais nova Weasley.


-Severus, senhorita Weasley! Peço que mantenham a calma!


Interfere o diretor percebendo a tensão provocada pelo encontro dos dois. Os dois lançaram olhares indignados ao professor de longa barba branca e óculos meia-lua.


-Os dois estão aqui com um objetivo em comum... a segurança do jovem Draco Malfoy!


Anuncia o diretor estreitando os olhos e ganhando um semblante severo. Snape virou as costas para a ruiva e sentou-se em uma das poltronas da sala, enquanto Ginny ignorando a antipatia do professor de poções se aproxima da mesa de Dumbledore e toma uma cadeira.


-Sim, mas o professor Snape deveria estar cuidando dele!


Diz a ruivinha alarmada para o diretor enquanto o mestre de poções rosnava furioso pelo tom de acusação da Weasley.


-Eu tinha tudo sob controle até você se intrometer na vida de Draco!


Rebate venenosamente Snape estreitando os olhos em fendas assassinas em direção à Ginny.


-Silêncio!


Bradou Dumbledore firme e seriamente fazendo os dois silenciarem instantaneamente.


-Senhorita Weasley, a que devemos sua chegada tão repentina?


Pergunta diretamente à ruivinha que encolheu-se na cadeira timidamente recordando que entrara sem aviso e interrompera uma reunião do diretor e Snape.


-Estava preocupada com Draco Malfoy, ele perdeu uma semana inteira de aulas e não deu mais notícia alguma!


Revela a Weasley angustiada.


-Não há necessidade para enviar qualquer noticia, Draco não tem interesse em manter qualquer relação com uma Weasley!


Repreende o professor com arrogância.


-Ele estava muito nervoso no sábado antes de partir, disse que seu pai queria forçá-lo a se tornar um comensal e que teria que me levar como sacrifício!!!  Porque para ganhar a marca negra é preciso tirar a vida de alguém!!! Como eu saberia de tudo isso se não houvesse uma relação entre nós dois???


Defende-se Ginny lançando um olhar furioso ao professor de poções que fecha a cara com irritação.


-Diretor eu estou muito preocupada, ele não retornou até agora achei que seria por não ter levado a vítima que lhe cabia e por isso vim aqui me oferecer para ir até ele, se me levar, o fizer livre, eu não me importo!


Anuncia desesperadamente a grifinória reunindo toda a coragem que possuía para dizer cada palavra. Ao terminar tinha uma expressão perplexa de Dumbledore, que pensava que os alunos Weasley de Hogwarts tinham uma habilidade nata para o deixar estupefato.


Enquanto Snape ouvia a tudo em choque absoluto. A garota Weasley estava se oferecendo para ser prisioneira de dezenas de comensais da morte para salvar Draco da punição de seu pai. O mestre de poções esfregou os olhos e fitou a ruivinha como se estivesse diante de um dragão a cuspir fogo, numa mistura de pânico e admiração.


-Parece que as coisas fugiram ao nosso controle Severus... eu previa que seria uma má idéia!


Murmura Dumbledore com um suspiro cansado antes de voltar-se para a ruivinha.


-Senhorita Weasley, é admirável o que se propôs a fazer para ajudar nosso monitor-chefe sonserino... mas seu sacrifício não será necessário, Severus veio me trazer a notícia de que em breve teremos o jovem Malfoy de volta ao castelo e sem a marca negra!!!


Diz serenamente o diretor para tranqüilizar a grifinória, mas Ginny era esperta demais para acreditar que as coisas se resolveriam tão rapidamente assim.


-Vão deixar o Draco voltar sem a marca negra e não exigiram nada em troca??? Deve haver alguma coisa errada Diretor!!! Só pode ser uma armadilha!!!


Insiste Ginny estreitando os olhos.


-Não há nada errado Weasley, pare com essa mania irritante da Granger de sempre questionar tudo e deixe dois adultos de verdade cuidarem do que é importante!!!


Rebate Snape deixando Ginny vermelha de raiva.


-Se não há nada de errado então como machucou sua perna e foi encontrado sangrando pelos corredores por Filch?


Provoca a ruiva deixando o professor de poções a trincar os dentes.


-Senhorita Weasley, eu sinto em concordar com o professor Severus, há certas coisas que apenas adultos podem lidar... e peço mais respeito com nosso mestre de poções!


Interfere Dumbledore temendo uma explosão de fúria entre os dois.


-Diretor, eu sei exatamente quem estaria lá a espera dele, Dolohov, McNair, Crabbe, Goyle, Greybeck, Lúcius, provavelmente Rabicho e Bellatrix Lestrange... e o professor Snape, sem mencionar a possibilidade do próprio Tom Riddle estar escondido na mansão Malfoy, Narcisa, a mãe do Draco, estava sob ameaça, Blaise Zabini estava perseguindo o Draco por todo o lado dizendo que deveria me entregar se desejasse se ver livre das ameaças do seu próprio pai!!! Ele pode não gostar de grifinórios, ou nascidos trouxas, mas nunca faria mal a eles como os comensais fazem!!! Eu sei demais para ficar aqui escutando mentiras piedosas, eu quero descobrir o que está acontecendo com Draco Malfoy agora!!!


Gritava a grifinória completamente vermelha e nervosa, suas mãos tremiam e respirava pesadamente perante o silêncio fúnebre que caíra sobre eles, poderia-se ouvir um alfinete cair ao chão... o coração da ruivinha batia tão furiosamente que ela poderia jurar que Dumbledore e Snape poderiam ouvi-lo. Alguns minutos se arrastaram lentamente até Dumbledore trocar um olhar sombrio com o professor de poções que balançou a cabeça negativamente em completa discordância, antes de anunciar solenemente.


-Sente-se senhorita Weasley, o que iremos conversar aqui deverá ser mantido em sigilo absoluto, se insistes tanto em saber a verdade, espero que estejas preparada para arcar com a responsabilidade que estou colocando em suas mãos!


.................................Lúcius Malfoy..................................


Harry estava parado de pé no mesmo lugar desde que Hermione o deixara para trás. Respiração engatada na garganta, mãos fechadas em forma de punhos, seus olhos embaçados pelas lágrimas que insistiam em cair dolorosas sobre seu rosto agora pálido e o peito envolvido numa sensação aterrorizante de vazio.


O grifinório estava paralisado, sentiu, ele sentiu frio, solidão, culpa e desespero. Nesse momento todos os problemas, todas as ameaças e perigos deixaram de importar. Teria mesmo valido a pena? Estaria mesmo salvando Hermione de Voldemort ou destruindo a vida dela de outra forma mais sutil?


Tonks o tinha alertado, Sírius tinha mencionado a possibilidade de apenas apagar as lembranças dos pais de Hermione, mas os Granges foram muito claros que só aceitariam tudo isso se levassem Hermione com eles, era sua única filha afinal e não suportavam a idéia de ficarem em segurança enquanto ela corria risco de vida.


Mérlin ele estava se sentindo devastado, Hermione era como uma parte significativa dele, de sua vida, da sua alma, do seu próprio corpo. Ao perceber o que significava afastá-la enquanto enfrentaria a batalha da sua vida contra um psicopata das trevas era como tirar-lhe todas as forças, como o lançar ao mar furioso sem o ensinar a nadar. Ele se afogaria sem ela.


Ele mesmo fora com Remus encontrar os pais de Hermione, dissera o quão importante ela era para colocar um ponto final nesta guerra, que poderiam manter sua identidade em sigilo dentro de Hogwarts e durante as férias estariam todos juntos para planejarem a queda de Voldemort, mas tentava evitar qualquer chance de ter Hermione longe dele por muito tempo.


Vira o olhar preocupado no rosto da senhora Granger, viu de perto a determinação do senhor Granger em manter sua filha longe dos perigos do mundo mágico, imaginou como seus pais se sentiriam ao descobrir que o seu único filho estaria seguindo para a própria morte...


Sempre que James e Lily vinham à mente, Harry não pensava em mais nada, mas na dor da ausência deles em sua vida. A história dramática dos Potter’s, a maldição da morte que não tirou-lhe a vida... a vida de sofrimentos com os Dusleys... ele não desejava que Hermione descobrisse o que era perder seus pais, não desejava que perdesse pelas mãos de Voldemort a única família que possuíra.


Ele perdera toda a confiança de Hermione, estava afastando a pessoa que mais o ajudou e se dedicou a ele desde o primeiro ano sem nunca pedir nada em troca quando tudo o que desejava era proteger a grifinória, queria evitar que mais alguém sofresse assim como ele sofreu. Se o preço a pagar seria o ódio de Hermione, ao menos teria a felicidade de saber que estaria bem e viva apesar de tudo.


Ele fechou os olhos com força antes de puxar a manga do uniforme revelando o próprio pulso, a sua marca brilhava em um leve tom dourado e aquecendo ligeiramente todo seu corpo.


..........................Severus Snape.............................


Luna seguia para a torre de astronomia, seu local favorito para refletir, gostava da paz da torre mais alta do castelo, ela poderia relaxar com o silencio e a solidão sem se sentir mal por isso.


De lá ela tinha uma vista perfeita de todo o castelo, da floresta proibida, do lago negro e mais além. Mesmo que a mesma torre lhes guardasse lembranças difíceis como o ataque de Bellatrix e a queda da escadaria que a deixou desacordada na enfermaria muito machucada, ainda era seu lugar favorito de Hogwarts.


A corvinal respirou fundo quando chegou ao alto da torre admirando o castelo ao se apoiar sobre o parapeito sentindo o vento deslizar graciosamente por seus longos cabelos loiros. Fechou os olhos permitindo-se viajar em pensamentos. Sabia que algo grande estava acontecendo por trás de toda a calmaria desta manhã.


-Tenho certeza que deixamos por aqui!


Uma voz conhecida ecoava na escadaria da torre.


-Erro fatal, poderiam encontrá-los e jogar todos nossos esforços no lixo!!!


Choramingava uma segunda voz tão conhecida quanto a primeira, chamando a atenção de Luna.


-Não tive culpa, ou escondia aqui, ou Trelawney me faria engolir aquela maldita bola de cristal!!! Ela disse que me casaria com uma cópia feminina do professor Snape!!!


Reclamava a primeira voz em tom assustador.


-Ora, não foi você que teve que ouvir da professora que teria uma morte triste, dolorosa e repentina num ataque de gases depois de ingerir dentes de hippogriffo!!!


Reclamava a segunda voz com pesar simulado.


-Mas essa informação nos deu uma ótima idéia para assustar alguns sonserinos do último ano!!!


Confessa a primeira voz finalmente revelando-se no topo da torre.


-Olá!


Sorria docemente Luna segurando uma mochila cheia de objetos e experiências dos gêmeos Weasley. Os dois rapazes congelaram diante da corvinal que sacudia a mochila de um lado a outro distraídamente.


-Lu-Luninha o que es-está fazendo?


Pergunta George lívido, se ela balançasse demais a mochila, toda a torre de astronomia iria pelos ares na velocidade de um foguete.


-Achei essa mochila antes que os Nargles a atirasse na sala do diretor Dumbledore!


Explica a loirinha dando de ombros e jogando na direção dos ruivos que quase jogaram-se no chão para alcançá-la.


-Meu bom Mérlin! Com toda essa coragem ela deveria estar na grifinória!!!


Sussurra Fred suando frio ao ver que George apanhara a mochila a poucos centímetros do chão.


-Encontrei a mochila há alguns dias, mas como ninguém vinha em sua busca resolvi protegê-la até o verdadeiro dono chegar!


Diz a loirinha tranquilamente. Os gêmeos trocam olhares curiosos antes de se pronunciarem.


-Agradecemos por isso querida Luninha!


Diz Fred com um sorriso.


-Esquecemos onde a deixamos...


Continua George.


-E depois que passamos o mapa adiante ficou mais difícil encontrá-la!


Completa Fred com pesar.


-Mas, por sua boa ação...


Inicia George com um sorriso maroto.


-A faremos membro honorária do prestigiado clã Weasley!!!


Anuncia Fred com orgulho remexendo alguns frascos de poções no interior da mochila mágica e entregando três dele para Luna.


-Com isso todos a reconhecerão como uma verdadeira Weasley!


Pisca o olhos George.


-O vermelho funciona por alguns dias, o azul por alguns meses e o verde por algumas horas!!!


Explica Fred.


-Use com sabedoria Luninha!!!


Diz George rapidamente antes de sair as pressas com seu gêmeo murmurando algo sobre a poção de Harry estar pronta, deixando para trás uma loirinha preocupada com três frascos de poção Weasley nas mãos.


........................Harry Potter...........................


Hermione seguira para a torre de astronomia, desejava um lugar onde Harry provavelmente não a encontraria, logo a biblioteca, o dormitório dos monitores e a sala precisa estavam riscadas de sua lista.


A monitora-chefe tinha os olhinhos muito vermelhos e o rosto coberto por lágrimas frescas. Os cabelos mais volumosos que o normal e a roupa amarrotada pela corrida, seus pés extremamente doloridos e o ar queimando em seus pulmões.


-Hermione? Está tudo bem? Tem Fragokalus sobre sua cabeça!!!


Fora assim que Luna Lovegood viu a grifinória chegar à torre logo depois que os gêmeos se foram. A loirinha ainda estava a espera de Rony, mas como havia três garotas com quem deveria conversar, entendia o motivo da demora. Ela assustou-se com a chegada repentina da monitora.


-Luna?


Murmurou Hermione entre lágrimas, seu coração estava machucado e Harry a tinha decepcionado como jamais imaginaria ser capaz, a corvinal percebendo o estado da monitora, seguiu ao seu encontro e sem mais uma palavra, abraçou a amiga e a deixou chorar sobre seu ombro.


-O Harry... ele... ele quer me ver fora de Hogwarts e longe dele!!!


Confessa Hermione enxugando as lágrimas com a manga do casaco após contar tudo o que acontecera a Luna, que ouvira a tudo em silencio e muita atenção, apesar do comportamento muitas vezes excêntrico, a loirinha era uma ótima ouvinte, bem como conselheira.


-Tem certeza que os Fragokalus não estão interferindo em seu julgamento? Eles podem dar muita dor de cabeça as vezes... e o Harry... Ele disse que a queria longe dele?  


Questiona Luna com um olhar confuso e curioso sobre a grifinória que estreitou os olhos com irritação.


-Ele quer me apagar do mundo mágico e me afastar dos nossos amigos achando que vai me proteger!!! Isso depois de me prometer que nada seria capaz de nos separar!!!


Rebate Hermione sentindo-se traída pelo escolhido.


-Não me parece que ele tenha quebrado a promessa, no entanto! Ele quis proteger as pessoas que eram importante para você, só não conseguiu fazer isso da forma certa, acredito que os Drifikies tenham dificultado suas decisões!!!


Explica Luna com uma expressão profundamente pensativa.


-Mas fora uma boa idéia afinal!


Conclui a corvinal dando de ombros diante de uma Hermione em choque.


-Boa idéia? Você está concordando com essa idéia absurda do Harry???


Hermione praticamente grita em desespero para Luna que ainda mantinha uma expressão tranqüila no rosto, Hermione estava revoltada demais para ouvir seus conselhos.


-Não concordei, mas não vejo um mal tão grande, ainda me lembro de quem você é, ainda há tempo de corrigir certas falhas... quando você olhar para o que Harry fez com seu coração e não com a sua cabeça, poderá encontrar a verdadeira razão por trás disso!!!


Aconselha Luna com um sorriso suave que desarmou Hermione.


-Não sei se posso fazer isso Luna! Ao menos não agora, preciso de um tempo para tentar entender o que o Harry realmente pretende com essa loucura!!!


Confessa Hermione desviando o olhar para o lago negro, o sol se escondia por trás das sombras da floresta negra e as nuvens tomavam os céus... o frio chegava à Hogwarts.


-Apenas lembre-se... o Harry não teve os pais ao seu lado, acredito que o que ele fez ao senhor e senhora Granger, ele  faria aos seus próprios pais se estivessem vivos... você não pode negar que foi uma ótima escolha não é?


Alerta Luna seguindo a amiga e assistindo ao por do sol ao seu lado.


.................................Pansy Parkinson.................................


O dia passou rapidamente para os alunos de Hogwarts. Os corvinais ansiosos pelo primeiro jogo contra a sonserina no fim de semana, os lufa-lufa preocupados com as aulas de poções atrasadas que teriam que repor aos sábados com a grifinória durante o resto do mês.


Os sonserinos estavam silenciosos e mais misteriosos que nunca, a ausência do chefe da casa, bem como de duas figuras de poder mais importantes, Draco e Zabini, mudara completamente o comportamento dos jovens bruxos, que adotaram o silencio como resposta para qualquer questionamento dentro e fora de suas masmorras.


Os grifinórios, estavam em êxtase depois da vitória do primeiro jogo, mas muitos nascidos trouxa se viam em preocupação, os ataques de Voldemort após a fuga de Bellatrix Lestrange aumentaram consideravelmente contra pais de trouxas e meios sangue.


O ministério mal se pronunciava a respeito, as rondas dos aurores tornaram-se mais intensas e rigorosas, o profeta trazia todas as manhãs uma lista de uma página com os nomes das vítimas do bruxo das trevas. O clima fora da escola era de absoluto caos.


A Ordem passara a se reunir fora de Hogwarts com maior freqüência e Harry ficava mais tenso a cada dia que se passava, Hermione se recusava a falar com ele, sempre fugira e até mesmo fazia suas rondas sozinha. Rony e Luna passaram a fazer pesquisas sobre as relíquias da morte sozinhos após uma breve reunião com Dumbledore.


Cho percebendo o distanciamento entre Harry e Hermione grudara no grifinório como uma sombra. Ginny, estava mais distante de seus amigos do que nunca, estava constantemente com um semblante sério e certas horas do dia ninguém sabia onde encontrá-la.


Mas, tudo mudara num sábado pela manhã. Todos se encontravam na mesa grifinória, Neville, Dean, Lavender, Parvati, Seamus, Rony, Hermione, Ginny, Luna, Harry e para a surpresa de todos e frustração de Harry, Cho sentara-se junto à eles, quando uma coruja trouxe um exemplar do profeta diário para Hermione entre outros alunos da escola.


Um grito sufocado na mesa dos lufa-lufa chamou a atenção de todos. Hanna Abbot chorava abraçada à sua melhor amiga, Susan Bones. Na mesa corvinal, outra aluna chorava jogando o jornal longe, dois alunos do quarto ano praticamente jogaram os pratos e talheres quando se levantaram bruscamente correndo para fora do Grande Salão.


Dean levantou-se em choque antes de lançar um olhar chocado para a mesa dos professores, Dumbledore não estava presente, e deixou a mesa furiosamente seguido por Neville e Seamus. Rony parecia estupefato com a comoção do grande salão e olhava de um lado a outro como se buscasse alguma explicação.


Luna baixou a cabeça tristemente, Ginny mordia o lábio inferior angustiada, enquanto Harry e Cho pareciam tão confusos quanto o ruivinho. Os olhos do escolhido no entanto focaram-se em Hermione. A monitora apertava ferozmente o jornal em suas mãos, estava pálida e com uma expressão horrorizada, os olhos marejados, buscando entre os nomes das vítimas os dos seus pais.


Harry percebeu imediatamente o que acontecera dessa vez, especialemnte quando a grifinória levantou-se bruscamente e saiu correndo para longe do grande salão.


-Hermione me espera!!!


Gritou Harry seguindo a morena. Cho levantara-se também, mas Ginny a segurou pelo braço lançando-lhe um olhar ameaçador.


-Você fica bem aí!


Diz a ruiva antes de voltar-se para um Rony muito confuso.


-Voldemort atacou a Grã-Bretanha trouxa ontem à noite... houve um massacre e muitos nascidos trouxas de Hogwarts perderam seus pais!!!


Diz sombriamente a mais nova Weasley e um silencio fúnebre caiu sobre toda a mesa... ninguém mais sentia vontade de comer esta manhã.


............................Rúbeo Hagrid.................................


Hermione corria o máximo que suas pernas poderiam suportar, até o dormitório dos monitores, assim que disse a senha e entrou, a grifinória foi até seu quarto e encostou-se contra a parede com a respiração ofegante e as mãos trêmulas sobre a boca abafando um gemido de pânico.


Houve um massacre, um massacre cruel, dessa vez foram centenas de trouxas, nascidos trouxa e meios sangue torturados e assassinados sem piedade pelos comensais da morte. Lágrimas escapavam por seus olhos ao recordar os gritos de dor de Hanna, as expressões desesperadas dos mais novos corvinais, o próprio Dean da sua casa perdera a mãe.


Fechou os olhos com força, Voldemort estava fora de controle...


-Hermione!!!


Gritava Harry ofegante do outro lado da porta. A voz do grifinório só a fez soluçar ainda mais, ouvindo os soluços de Hermione, Harry volta a bater na porta com mais força.


-Hermione, por favor, abre essa porta!!!


Insistia Harry forçando a maçaneta, mas, a morena recusou-se a responder.


-Hermione!!!


Harry estava com o coração na mão, ela estava tão frágil e tão distante dele...


-Hermione eu sei que você está aí!!! Se não abrir agora eu vou entrar por bem ou por mal!!!


Ameaça Harry desesperado, não suportava ver Hermione sofrendo tanto e não poder fazer nada. Vê-la chorar o partia o coração e antes que pudesse dizer mais uma única palavra a respeito a porta se abre bruscamente e uma Hermione muito vermelha e trêmula jogou-se em seus braços num abraço esmagador, enterrando o rosto em seu pescoço enquanto chorava ainda mais.


Harry estava em choque, mas não demorou muito para retribuir ao abraço envolvendo os braços ao redor da cintura fina da monitora enquanto sussurrava promessas de que estava tudo bem, que tudo ficaria bem e que logo Voldemort não seria mais uma ameaça para eles.


Demorou quase uma hora para Hermione se acalmar. Os dois estavam sentados sobre a cama da morena e Harry acariciava suavemente os cabelos cacheados da grifinória que tinha a cabeça apoiada sobre o peito do escolhido, sem nunca soltar-se do abraço protetor de Harry.


-Eu... eu tive tanto medo Harry...


Dizia Hermione entre lágrimas.


-Shhh! Está tudo bem, eu também senti medo Mione, não precisa se envergonhar por isso!


Diz Harry seriamente enquanto levanta o rostinho assustado da monitora para finalmente encontrar seus olhos castanhos, Mérlin ele sentia tanta falta de estar bem pertinho desses olhos.


-Eu procurei o nome dos meus pais entre as listas todos os dias... eu pensei que dessa vez... eu pensei que os teria perdido... se não... se não fosse por você...


Dizia Hermione entre soluços desesperados, sendo amparada pelos braços de Harry com um novo abraço apertado.


-Está tudo bem meu amor... seus pais estão em segurança eu garanto!


Harry tranqüilizava Hermione enquanto beijava ternamente a testa da grifinória apreciando a sensação de tê-la em seus braços, mesmo que seu peito estivesse apertado com toda a comoção no grande salão.


-O-obrigada Harry!!!


Ela murmurou contra o peito dele o fazendo estremecer ao senti-la tão entregue aos seus braços. Sentiu os próprios olhos encherem-se de lágrimas, ela o estaria perdoando???


-Eu não sei o que faria se algo acontecesse aos meus pais! Você os manteve a salvo Harry, você os salvou do ataque dos comensais da morte nesta madrugada!!!


Continua Hermione levantando-se e o beijando desesperada e apaixonadamente. Ela envolvia os braços ao redor do pescoço do grifinório aproximando seu corpo ao dele febrilmente. As mãos de Harry percorriam o corpo da morena com ânsia de saudades e desejo.


-Obrigada!


Repete ofegante a monitora-chefe após se separar de Harry apenas o bastante para seus olhos se encontrarem, as mãos delicadas da grifinória acariciavam os cabelos rebeldes do moreno que arfava fechando os olhos ao deliciar-se com a presença de Hermione.


-Eu queria pedir perdão Mione... eu reconheço que foi loucura o que eu fiz, eu sinto tanto por esconder tudo de você, eu agi por impulso e novamente saiu tudo errado...


-Você salvou meus pais Harry, pensou na segurança deles e agiu sem se importar com as consequencias, como eu sei que faria por seus próprios pais se estivessem vivos!


Interrompe Hermione percebendo a angústia no olhar do grifinório, finalmente a conversa com Luna faria algum sentido desde então, Harry estava se preparando para o pior, mesmo que para isso tivesse que suportar o seu desprezo, ele também estava sofrendo, mas da sua maneira impulsiva só queria evitar que Hermione sofresse como Hanna e Dean, como ele mesmo sofrera com a ausência dos pais pela maldade de Voldemort.


-Estamos em guerra, existe uma ameaça real lá fora e as vezes eu preciso de um choque de realidade para recordar que ninguém está a salvo dos comensais da morte... por mais que eu deseje te estuporar por querer me afastar de você... uma parte grande, muito grande de mim só quer te encher de beijos por ser tão nobre e querer me proteger!!!


Confessa Hermione enxugando as lágrimas de Harry com suas mãos antes de distribuir beijinhos por todo seu rosto delicadamente.


-Isso significa que estou perdoado?


Pergunta Harry sentindo-se atordoado com as carícias de Hermione.


-Quase... ainda temos que corrigir algumas falhas nesse seu plano... e temos que fazer alguma coisa para parar Voldemort!


Responde Hermione agora com um semblante sério e com um olhar severo, sua mente brilhante já trabalhando em outras formas mais eficientes de se prepararem para a ameaça das trevas.


-Quero trazer a armada Dumbledore de volta Mione!


Confessa Harry finalmente abrindo os olhos e encarando Hermione enquanto suas mãos pousaram levemente sobre a cintura da grifinória.


.........................Narcisa Malfoy.............................




Maissss um capítulo mega atrasadoo online para vocês XD


Eu sinto muito pelos prováveis erros, estou correndo contra o tempo com meu TCC T_T mas garanto que a continuação já está bem adiantada XD hauhauhauahuahuahuahuahuhauauaha


Rosana Francoooo *-* OMG Amoooooo seus comentários e nem preciso dizer que fiquei ultra mega super Power feliz quando li, confesso que fiquei com o coração na mão quando escrevi esse capítulo (será que vai gostar do plano do Harry???) e tive que mudar uma  série de coisas ate esta ultima parte até porque queria que a Mione percebesse que o Harry pode errar pakas, mas fez tudo querendo protegê-la @_@ (foge dos avadas) e claro que ela iria perdoar o Harry *-* não gosto de deixar o casalzinho Harmony separados por muito tempo!!! A Luna e o Rony estão procurando informações sobre as relíquias sozinhos, com o Harry e a Mione brigados e a Ginny mal por causa do Malfoy os dois precisam se mexer, mas Padma, Parvati e Lavender não vão tornar essa tarefa muito fácil para eles hauhauhauahuah e para finalizar finalmente temos um pouquinho do Draco no capítulo *-* o que achou do capítulo hein???? Gostou? Não gostou??? Alguma sugestão? Alguma crítica? Comenta Pleaseeee @_@


Coveiro-senseeeeeeeeiiiiii *-----------------* (reverencia ninja) Ahhhh estava sentindo falta dos seus comentários!!!! Aiaiaiai yukitoooo capitulo nota 10?????=O (desmaia mode on/revive) Oh meu Mérlinzinhuuuu!!! Finalmente revelado o plano mirabolante (mega louco mesmo) do Harry para tirar a Mione da mira de Voldemort!!! XD confesso que deu um trabalhão escrever essa parte, até porque tenho todas as idéias na cabeça, mas quando começo a digitar tenho que modificar tantas coisas T_T é difícil e tenho medo de ficar completamente fora dos personagens e do estilo da fic!!! A Ginny está determinada a ajudar o Draco e já conseguiu reunir toas as coisas que ele deixou para ela, mesmo assim ela não pensou duas vezes antes de enfrentar Snape ao procurar Dumbledore auhauhauhauhauahuahua ela será fundamental para o sonserino agora!!! Luna por enquanto apenas assistindo a tudo de olho para agir quando for a hora e as poções que os gêmeos entregaram vai mudar o rumo dos acontecimentos da fic!!! O que achou do capítulo hein??? Alguma crítica??? Alguma sugestão??? O que gostou? O que não gostou??? Pleasee não deixa de comentar sua opinião é muito valiosa para mim *-* um dia chegarei ao seu nível coveiro-sensei (PS: quando terá atualização??? Eu precisooooooooo saber o que aconteceu ao Harry e a Mione!!! @_@ é muita maldade me fazer esperar tanto para descobrir o que aconteceu)


Shell Weasley menina da fic maravilhosaaaa RedMoon que eu amoooo (e quero mais atualizaçãaaaaaooooo, você parou numa parte mega importante estou com o coracisco na mão desde então T_T) onde você está??? Sinto falta dos seus coments???


Bruna Jean Granger Hale Cullen Potter cadê você??? Por onde você anda??? Porque não comentou ainda??? Não gostou do capítulo anterior??? @_@ pleasee não me abandona menina do nome bonitooooooo!!! Você sempre é a primeira a comentar *-* só posto o próximo capítulo depois que comentar!!! o/


Alylyzinha meninaaaa sumida @_@ não está mais acompanhando a fic??? Não está gostando da fic ou dos últimos capítulos??? Pleasee comentaaaa quero muito saber o que está achando da fic *-* por favorrrr comentaaaaaa \o/


Angeline McFellow... Cadê você????????????????????????????


Aos demais... comentemmmm pleaseee e façam essa autora feliz, Mais comentários = mais capítulos!!!!


Beijinhos mágicos!!!


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Comentários: 1

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Enviado por rosana franco em 10/06/2012

O capitulo foi incrivel prometo q depois passo por aqui com mais tempo mas finalmente o casal HH estão começando a entender oq um significa para o outro.

Nota: 5

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