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15. Encontros


Fic: CANSEI, EU DESISTO!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Pontas...

-EU JÁ DISSE PRA VC PARAR DE INVENTAR COISAS QUE NÃO EXISTEM ALMOFADA!!!! - Era a milésima vez que Tiago repitia aquilo para Sirius, estavam a caminho do salão principal para tomar café da manhã, e desde a noite anterior Sirius não parava de atormenta-lo, também não era para menos, Sirius e Deise viram ele e Lilian chegarem praticamente juntos na sala comunal, deram uma mancada feia.

-Hummmmmm, tá muito stressadinho Pontas, será que você tá andando muito com uma certa ruivinha?

-SIRIUS BLACK...

-Tá bom, tá bom, mas eu só vou te dizer uma coisa, é muito feio esconder as coisas de seus melhores amigos.

-Ai meu Merlim, o que eu fiz pra merecer um amigo tão bisbilhoteiro? - Disse Tiago levantando as mãos pra cima.

Sirius cutucou Tiago apontando com um aceno de cabeça para Remo que estava caminhando ao lado dos dois absorto em seus pensamentos.

-Hum... Aluado. - Chamou Sirius.

-Aluado. - Chamou Tiago.

-ALUADO!!!!! - Gritaram os dois.

-Ah... oi... - Disse Remo com o olhar perdido.

-Você tá bem? - Perguntou Tiago.

-Ah... to sim. - Respondeu Remo sem convicção.

Os três chegaram a mesa da Grifinória e dirigiram-se para onde estavam Lilian, Deise e Laís.

-Ei, Aluado pra onde vc vai? - Perguntou Tiago ao ver o amigo tomar o caminho oposto.

-Vou sentar aqui. - Falou Remo sentando-se em um lugar distante.

-A qual é Remo? Vamos sentar ali com a garotas. - Disse Sirius apontando para onde as garotas estavam.

-Podem ir, eu vou ficar aqui.

-Você acha mesmo que nós vamos ti deixar sozinho? - Falou Sirius sentando ao lado de Remo, no que Tiago fez o mesmo.

-Olha, sinceramente vocês não precisam fazer isso, sei que vocês estão loucos pra irem pra lá, não precisam ficar aqui, eu já atrapalho vocês demais. - Falou Remo brincando com o bacon que estava no seu prato.

-Sinceramente eu acho que você não nos conhece, é claro que vamos ficar aqui com você. E depois você nos atrapalha em que? Acho que nós é que te atrapalhamos as vezes, a não ser é claro, pelo fato de você ser cabeça dura o suficiente pra querer se afastar de todos que gostam de você. - Disse Tiago colocando a mão no ombro do amigo.

-Não adianta nem tentar, eu já disse que não tenho o direito de atrapalhar a vida da Laís, e acho que nem a de vocês.

-Atrapalhar a nossa vida? Reminho não fale isso. Afinal, se você não existisse quem iria ser o CDF dos marotos? - Falou Sirius, como sempre tentando animar o amigo.

Remo apenas deu um sorriso amarelo e não respondeu.

Enquanto isso Deise e Lilian tentavam em vão animar uma triste Laís que olhava desanimada para a comida.

-Estão vendo? Ele foge de mim. - Falou Laís tristemente.

-Ah... você tem que entender, não deve ser fácil pra ele. - Disse Lilian tentando animá-la.

-Ele é um covarde. - Falou Laís com raiva.

-Laís ponha-se no lugar dele. Imagina ouvir tudo o que ele ouviu dos seus pais? - Dessa vez foi Deise quem falou.

Laís não respondeu apenas respirou profundamente e continuou a brincar com sua comida, assim como Remo fazia do outro lado da mesa.

-E Srtª Lilian Evans, não pense que eu esqueci de ontem, você ainda vai ter que nos explicar direitinho o que aconteceu e onde você estava. - Falou Deise olhando para Lilian.

-Deise quantas vezes você quer que eu repita que não aconteceu nada, simplismente foi por acaso que eu e o Tia... Potter chegamos juntos na sala comunal. - Lilian estava farta de tentar convencer a amiga.

-Tá vendo, agora chama ele de Tiago e não mas de Potter. - Falou Deise soltando uma gargalhada.

-Deise...

-Espera não terminei – Disse Deise ainda rindo e começando a falar listando nos dedos - foi por acaso que vocês chegaram juntos, foi por acaso que chegaram totalmente vermelhos, foi por acaso que Tiago estava com a blusa toda amassada, foi por acaso que...

-Deise já disse pra parar!!! - Falou Lilian alterando a voz.

Antes que Deise pudesse responder um garoto alto, loiro e de olhos azuis acinzentados chegou perto delas.

-Lily, posso falar com você? - Perguntou Caio Lagdon.

Lilian olhou pela mesa e viu que Tiago a observava com uma cara de poucos amigos.

-Ah... eu... tenho que ir... tô atrasada.

-Ainda faltam dez minutos para o início das aulas, assim como você eu também não gosto de chegar atrasado, nossas aulas são juntas hoje, Herbologia nas estufas, podemos ir caminhando até lá.

-Hum.... - Lily olhou outra vez para Tiago e pôde ver mesmo de longe que seu rosto se tingira de vermelho, mas ela não tinha como negar, não tinha nenhuma desculpa para não ir. - Tá bom.

Lily levantou-se e seguiu acompanhada de Caio sentindo que Tiago a acompanhava com o olhar. Mas que besteira, ela não tinha porque se sentir culpada, não estava fazendo nada demais, apenas iria conversar com um colega, pensou.

-O que aquele idiota quer com a Lily? - Perguntou Tiago mas para si do que para os outros.

-Pontas está com ciúmes. - Falou Sirius rindo.

-Cala a boca. - Disse Tiago sério.

-Pontas, quer um conselho?

-NÃO!!!

-Mas vou dar mesmo assim. Se você é mesmo afim da ruivinha é melhor correr. - Falou Sirius igualmente sério.

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-Nunca mais nos falamos. - Disse Caio no caminho para as estufas.

-É... tenho estudado muito.

-Sei, bem que poderíamos estudar juntos. - Falou sorrindo.

Lilian apenas sorriu.

-Isso é um sim? - Perguntou Caio.

-Pode ser. - Falou a ruiva, tentando se convencer que não tinha nada demais estudar junto com um colega.

-Lily, você sabe que eu gosto de você. - Falou o garoto abertamente.

-Eu... bem... é que eu gosto de outra pessoa.

-De quem? Não vejo você com ninguém, e ninguém em sã consciência deixaria de namorar com você. - Falou ele parando, pegando na mão da ruiva e a puxando para mas perto.

-Caio por favor. - Disse ela puxando a mão rapidamente antes que alguém visse, mas foi tarde demais, vinham saindo da porta do castelo uma massa de alunos a caminho das estufas, e é claro que suas amigas e os marotos estavam junto. - Droga!!!

-O que foi?

-Falei pra você que gostava de outra pessoa, agora todos nos viram. - Falou Lilian andando depressa para as estufas, sendo seguida por Caio.

-Mas Lily, o que tem os outros nos verem? Você não tem namorado. - Disse Caio como se aquilo fosse a coisa mais óbvia do mundo.

-É, você NÃO tem namorado. - Falou Tiago passando pela ruiva junto com Remo e Sirius.

-Eu... eu... - Lilian viu Tiago se afastar com uma cara de quem estava se controlando para não matar alguém e abaixar-se para mexer em alguma planta. - A aula já vai começar, é melhor você ir para onde está o pessoal da sua casa.

-Tudo bem, mas tarde a gente se fala. - Disse Caio olhando desconfiado para Lilian.

-E ai? O que ele queria? - Perguntou Deise assim que chegou perto da ruiva.

-Falou que gosta de mim. - Disse Lilian olhando para Tiago que agora ao invés de tentar tratar da planta, estava esmagando-a com uma pazinha e era repreendido pela professora.

-Não acredito? Sério mesmo? - Perguntou Deise enquanto se preparava para também tratar das plantas junto com Laís que permanecia calada.

-Sério, mas não quero nada com ele. - Falou Lilian sem tirar os olhos de Tiago.

-Tá bom, eu vi quando ele pegou na sua mão e te puxou. - Disse Deise rindo.

-Deise, acho que hoje você tirou o dia pra me perturbar, francamente. - Falou Lilian irritada, no que a amiga apenas riu.

No outro lado da estufa Tiago esmagava uma planta.

-Ei Pontas, desse jeito a professora vai vir aqui de novo, você tá matando a planta. - Falou Sirius olhando preocupado para o amigo.

-Não enche.

-Nossa mas o que aconteceu? Quer dizer eu já sei. - Disse Sirius rindo e olhando para Lily, no que Tiago apenas amarrou mas ainda a cara.

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Lilian caminhava de um lado para o outro, estava no sétimo andar a espera de Tiago, como tinham combinado. Havia marcado as 20:00 horas, eram ainda 19:30, mas ela estava nervosa, será que ele ainda iria? Deve ter ficado com raiva, não, mas ele não iria deixa-la esperando feito tonta no meio do corredor, se ficasse ali até muito tarde poderia até pegar uma detenção.

Tiago dava voltas no dormitório masculino, a raiva o consumia, mas não poderia deixar Lily esperando, pelo menos iria para despejar a raiva que estava sentindo. Tomou um banho, vestiu uma calça jeans, uma camiseta branca e saiu do dormitório com sua capa da invisibilidade, pois Sirius e Remo estavam na sala comunal e certamente iriam enche-lo de perguntas. Chegou no corredor do sétimo andar e viu uma ruiva linda, ela estava com um vestido azul claro que definia todo o seu corpo até a cintura, em baixo era rodado, acima do joelho e por fim usava uma sandalha de salto também azul, a ruiva dava voltas no corredor impaciente, eram ainda 19:45, ele não estava atrasado.

-Oi. - Falou Tirando a capa.

-Ah... oi. - Disse Lilian virando-se para ele. - Tiago... eu...

-É melhor entrarmos, antes que alguém nos veja juntos. - Falou com rispidez, passou três vezes na frente da porta, entrou e ficou com a porta aberta esperando que Lily também entrasse.

-Nossa!!!! - Falou olhando o local, que estava idêntico ao jardim da avó de Tiago, o qual tinham visitado anteriormente, onde ficaram juntos pela primeira vez. - Tiago, você pensou nisso?

-Parece. - Respondeu ele friamente e encostou-se em uma árvore.

-Hum... Tiago... eu... - Lilian aproximou-se do maroto, ele nunca tinha a tratado dessa maneira.

-Porque você tinha que ir passear com ele? - Perguntou Tiago sem se conter.

-Tiago, você viu, eu não tinha alternativa, não quis ser grossa.

-Não quis ser grossa. - Caçoou.

-Ele pediu pra conversar comigo, foi só isso.

-Eu vi que foi só isso, principalmente na parte que ele pegou na sua mão, te puxou e ficaram bem pertinho. - Falou ele com raiva.

-Não exagere, ele apenas pegou na minha mão e na mesma hora eu puxei minha mão de volta.

-Lilian eu vi. Então porque você deixou ele pegar na sua mão?

-Ele me pegou de surpresa.

-Tá.

-Tiago, por favor.

-Porque você não disse pra ele que tinha namorado? Eu ouvi ele te perguntar, o problema é esse, ele pensa que você não tem namorado, ai fica dando em cima de você.

-Tiago eu pensei que você já tivesse entendido isso.

-A tá, ninguém pode saber que nós namoramos, é segredo. - Falou ele com irônia.

Lilian respirou profundamente e chegou mais perto do maroto que permanecia encostado na árvore com as mãos no bolso, encostou-se de leve nele que não teve nenhuma reação, passou as mãos por seu rosto.

-Ti, por favor, é só um tempinho.

Tiago queria permanecer com raiva da ruiva, mas soube que não conseguiria quando sentiu o toque de suas mãos em seu rosto. Olhou-a nos olhos, uma leve brisa passou por entre os dois fazendo os cabelos de Lily voarem, sua pele iluminou-se e seus cabelos pareciam mais brilhantes. Tiago fitou-lhe as feições, muito bela para ser verdadeira, concluiu. Seu coração batia cada vez mais rápido, e sua respiração tornava-se ofegante. Queria muito poder manter o controle de si mesmo, mas estava bastante complicado, com Lily assim tão perto, era incrível como isso sempre acontecia. E naquele momento, a viu sorrindo, os lábios carnudos, sensuais que tinham uma leve cor de carmim e que estavam a centímetros dos seus, pareciam um convite silencioso, e provavelmente perigoso.

Lily viu os olhos de Tiago fixos em seu rosto, sentiu um calafrio percorrer a sua espinha, quando percebeu o quanto estavam próximos. Mordeu o lábio inferior, em uma evidente demonstração de nervosismo, recuou com um passo para trás, mas Tiago puxou-a firmemente fazendo seus corpos se colarem.

Tiago viu Lily recuar mas agora era tarde demais, ela tinha que ficar, ele tinha que senti-la, toca-la, beija-la... um delicioso perfume invadiu suas narinas, deixando-o com os sentidos mas aguçados. Com uma mão na cintura da ruiva, colocou a outra em seu rosto, acariciando com o polegar as bochechas, desceu o dedo e passou levemente pelos lábios cor de cereja dela. Pôde ver quando ela fechou os olhos, e com os lábios deu um leve beijinho em seu dedo, fazendo-o sorrir. Como era linda... tudo o que ela fazia era lindo, o jeito de falar, andar, até mesmo nos gestos mais simples, ela sempre estava irresistivelmente magnífica.

Lily sentia-se em transe, em um momento Tiago estava com raiva e ela tentava convencê-lo a esquecer o ocorrido, agora eles estavam ali entrelaçados, hipnotizados, totalmente envolvidos um pelo outro, sentiu que o mundo lá fora não importava, ou melhor, parecia que o tempo havia sido suspenso e apenas o que importava era ele, ele e somente ele.

Tiago não resistiu, aceitou o convite daqueles lábios a sua frente, tomou-lhes com fervor, sentiu Lily corresponder o beijo a altura. Beijavam-se como se fosse a coisa mais urgente e mas lógica a se fazer. Tiago dava pequenos apertos na cintura da ruiva que tinha uma mão em seu peito e outra na sua nuca, ainda permaneciam encostados na árvore.

-Ti, eu... - Lily interrompeu o beijo e tentou falar.

-Não precisa dizer nada, mesmo que isso me doa, vou fazer do jeito que você quer. - Disse ele colocando o dedo nos lábios de Lily.

Lily sentiu-se triste por estar magoando o maroto, mas decidiu não insistir no assunto, pois ainda não estava preparada para assumir seu relacionamento com Tiago em público.

-Vem, vamos sentar aqui. - Falou Tiago puxando Lily para sentar embaixo da árvore.

Tiago sentou-se apoiando as costas na árvore e Lily sentou-se no meio das pernas do maroto que a abraçou. Ficaram um bom tempo ali em silêncio admirando o jardim.

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-Onde será que o Pontas tá? - Sirius fazia a mesma pergunta de cinco em cinco minutos.

-Eu não sei. - Respondeu Remo pausadamente, já estava irritado com o amigo.

-Também não precisa se irritar.

-Se fosse eu que tivesse perguntando sempre a mesma coisa você não estaria feliz.

-Nossa que mal humor, acho que você tá precisando de uma namorada Aluado.

-Já disse que não vou namorar mais ninguém. - Respondeu Remo e não conseguiu evitar que seu olhar chegasse até uma loira que estava sentada do outro lado da sala comunal escrevendo alguma coisa, sua cabeça estava inclinada sobre o papel que estava na sua perna, fazendo seus cabelos caírem displincentemente por seu rosto.

-Laís, acho que vou dormir. - Disse Deise para a amiga que fazia o dever.

-Hum... acho que vou também, mas daqui a pouco, tenho que terminar a redação de poções. - Respondeu Laís sem tirar os olhos do papel.

-Tá, então vou indo. - Respondeu Deise, levantando-se, deu uma olhada na sala comunal e percebeu que apenas ela, Laís, Remo e Sirius permaneciam no local, teve uma idéia. - Hum... Sirius...

-Oi... - Respondeu Sirius um pouco espantado pelo chamado inesperado.

-Eu quero falar com você. - Falou Deise no que Remo e Laís olharam para os dois.

-Pode falar. - Disse ele sacudindo os ombros.

-Ai Meu Merlim, não tá vendo que eu quero falar em particular?

-Tá. Aonde?

-Hum... vamos para o seu dormitório.

Sirius engasgou-se não esperava por essa resposta.

-Vem. Ah, Remo eu queria pedir um favor. - Continuou virando-se para o maroto.

-A, sim...

-Bem, vou ter uma conversa muito séria com o Sirius, então gostaria muito se você subisse apenas quando eu descer. - Disse ela sorrindo.

-Ah... tá... claro... - Respondeu Remo sem ação.

-Obrigada. - Disse Deise subindo as escadas para o dormitório masculino sendo acompanhada por Sirius que não tinha conseguido dizer mas nenhuma palavra.

Sirius subia as escadas e não podia dizer que não estava admirado pela coragem de Deise, era exatamente isso que o fazia ficar louco por ela, ela sempre o surpreendia. Abriu a porta do dormitório, deixou que Deise passa-se e logo depois entrou.

-Sabia que você gostava de mim, mas não pensei que seria a ponto de me arrastar para o dormitório. - Falou Sirius já refeito do susto.

-Mas como você é convencido Sirius, não tá vendo que eu fiz isso pra deixar o Remo e a Laís sozinhos?

-Tá bom, e precisava me trazer para o meu quarto? - Respondeu ainda com um sorriso no rosto.

-Mas você é uma anta mesmo né? Primeiro, se fossemos pra outro canto poderíamos pegar uma detenção, pelo horário. Segundo, não podíamos ir pro meu dormitório, pois homens não podem subir lá. Terceiro, o Remo provavelmente subiria para o dormitório, porque ele não faz outra coisa a não ser fugir. Dessa forma ele não tem pra onde ir, vai ter que ficar lá.

-Hum... até que você teve uma idéia boa, mas a Laís pode subir pro dormitório dela.

-Verdade, não tinha pensado nisso. Mas acho que o problema maior é o Remo, a Laís finge estar zangada mas tenho certeza que não vai fugir, vai tentar falar com ele. - Disse Deise sentando-se em uma das camas.

-Se você diz... Mas pensando bem, a sua idéia foi boa duplamente. - Falou Sirius sorrindo maliciosamente.

-Porque? - Deise franziu a testa.

-Porque deixamos o Remo e a Laís sozinhos e ficamos sozinhos. - Sirius sorriu ainda mais.

-Me poupe Sirius. - Deise revirou os olhos.

-Ah Deise, pensei que você tinha passado dessa fase de brigar comigo.

-Tudo bem, só é você se comportar.

Deise não tinha pensado que ficaria sozinha com Sirius no dormitório, queria apenas ajudar a amiga que só vivia pelos cantos triste, mas agora estava ali com ele ao seu lado e o que faria? Resolveu que poderia aproveitar a situação, não queria dar o braço a torcer, mas estava gostando de estar ali com ele.

-Você sabe que é você quem dita as regras desse jogo. - Falou ele sentando-se ao lado dela na cama.

-Jogo? - Sorriu. - Quer dizer que sou eu quem dita as regras? - Perguntou maliciosamente.

-Claro, você sempre soube disso, pode fazer o que quiser. - Respondeu Sirius sorrindo marotamente.

-Ok então senhor Black. - Dizendo isso Deise chegou mas perto do maroto e olhando-o nos olhos colocou as mãos em seu peito.

-Está tomando um caminho muito perigoso e sem volta Srt. Bruterfou. - Falou Sirius encarando-a com um sorriso malicioso no rosto.

-Mesmo? - Respondeu Deise sorrindo tão ou mais maliciosamente quanto Sirius.

Deise o olhava e continuava passando a mão pelo corpo do maroto, acariciou a barriga dele que se contraiu, sorriu, colocou a mão por dentro da blusa e pôde sentir cada milímetro do corpo dele, que conforme pensara era perfeito.

Sirius sorria, estava gostando de tudo aquilo que conforme ele mesmo tinha dito era um jogo, um jogo de sedução digamos. Não resistiu, puxou Deise para mas perto e beijou-lhe os lábios, beijou-a como nunca tinha beijado ninguém, sentia todo o seu corpo arder em chamas.

Deise sentia Sirius totalmente entregue, sentia que pelo menos naquele momento ele era dela, entreabriu os lábios, permitindo a passagem para a língua quente e exigente dele, que começou a brincar com a sua, em movimentos sensuais. Sentiu Sirius a empurrar para trás, querendo fazer com que ela deitasse na cama.

-Eu dito as regras do jogo. - Sussurrou ela no ouvido dele fazendo-o se arrepiar.

Deise empurrou Sirius para o lado oposto e ficou em cima do maroto.

Sirius sorriu com a ousadia, e não pôde deixar de ficar mas excitado com a situação, sentiu quando ela o empurrou, fazendo com que deitasse na cama e ela ficasse em cima dele. A apertou mais de encontro ao próprio corpo, permitindo que o calor do corpo dela, se misturasse ao seu. Fazendo ambos, parecerem um único ser. Sua língua brincava com a dela, de uma maneira como se já soubesse de tudo que a agradava. Elas se encontravam, mas se separavam, para logo se procurarem novamente, num ritmo mais rápido e mais faminto, freneticamente.

Deise deixou escapar um gemido rouco de sua garganta, no momento em que sentiu a mão fria de Sirius, contrastar com o calor de sua barriga. Mas esta logo se aqueceu, fazendo o toque ficar cada vez mais ousado.

Sirius não conseguiu mais conter o desejo de experimentar outras partes do corpo dela, quebrou os contados dos lábios, e com beijos delicados e calorosos, começou a beijar-lhe o pescoço. Foi roçando a sua boca lentamente até a nuca dela onde depositou um leve beijo, mas foi o suficiente para fazê-la estremecer por completo.

------------

Remo acompanhou com o olhar uma Deise decidida subir as escadas para o dormitório dos marotos e um Sirius surpreso acompanhando-a. Viu então que o que ele mas temia havia acontecido, ele estava sozinho com Laís. Procurou não olhar para a loira que continuava sentada em uma poltrona do outro lado da sala comunal, mas era impossível, queria não olhar, mas seus olhos o conduziam sempre para ela.

Laís achou super estranho Deise chamar Sirius para terem uma conversa, ainda mas aquele horário e dentro do dormitório dele, mas assim que olhou pela sala comunal percebeu que esta tinha se esvaziado e como por mágica estavam apenas ela e Remo, percebeu então as reais intenções da amiga. Não conseguiu evitar que seus olhos fossem em direção aonde o maroto estava sentado com um livro nas mãos, seus olhos encontraram o dele que também a olhava.

Remo viu Laís virar e olha-lo, não esperava por isso, queria desviar o olhar mas seus olhos pareciam incrivelmente hipnotizados por aqueles olhos azuis, seu coração estava acelerado e logo percebeu a enorme saudade que tinha em seu peito, queria tanto abraça-la, beija-la, senti-la... mas não, ele não podia, tinha que colocar na sua cabeça que tudo que tinha acontecido entre ele e Laís, todos os dias maravilhosos que viveram juntos tinham acabado. Encararam-se durante algum tempo e Remo conseguiu por fim romper aquele transe, abaixou os olhos de encontro ao livro que segura como se estivesse lendo-o.

Olhou-o, viu novamente aqueles olhos amarelados a encarando, a quanto tempo não sentia aquilo, não sentia aquela sensação de que seu coração ia saltar pela boca, seus batimentos acelerados como um carro desgovernado, daria tudo para tê-lo ao seu lado novamente. Então viu quando ele desviou o olhar, continuou a ler o livro que tinha nas mãos, mas seus olhos nem sequer se mexiam, estavam parados em um ponto fixo do livro. Laís pensava que suas lágrimas já haviam secado, passara quase todas as noites chorando, sempre que se lembrava dele chorava, não tinha como evitar, já sentia vergonha, achava-se tola por chorar tanto, então não conseguiu evitar, novamente seus olhos se encheram de lágrimas, tentava se manter dura, impassível, mas era impossível. Uma fina lágrima escorreu por seu rosto, tratou de limpa-la o mas rápido possível não queria que ele visse, levantou o caderno em que escrevia, colocou-o na altura do seu rosto, para impedir que ele a visse chorar e prendeu um pouco a respiração para assim não fazer barulho.

Remo olhou de canto de olho para onde Laís estava, viu quando uma lágrima passou por seu rosto, sentiu-se culpado, triste, não queria vê-la sofrer, tinha se afastado dela justamente por isso. Mesmo com o livro cobrindo seu rosto, ele pôde perceber que ela chorava, seus ombros sacudiam levemente, mostrando que ela soluçava, mas ele não podia ouvir som algum. Não resistiu ao impulso de ir até onde ela estava. Chegou na frente de Laís que ainda permanecia com o livro em seu rosto e ajoelhou-se na frente dela, lembrou-se do dia em que ela fizera isso, no dia em que começaram a namorar.

Laís sentiu uma mão pousar em seu joelho e imediatamente baixou o livro, olhou para Remo que estava ajoelhado a sua frente.

Remo olhou nos olhos de Laís, viu que os olhos azuis que tanto admirava, agora estavam vermelhos e brilhantes.

-Laís... não fique assim... porfavor...

-Por acaso... você... se importa? - Falou ela desviando o olhar, passou a olhar para a mesinha no centro da sala.

-Não fale isso... você sabe que eu me importo muito com você.

-Então... porquê você fez isso comigo? - Perguntou ainda soluçando e se contendo para não chorar, dessa vez não ia chorar, prometeu a si mesma.

-Mas... eu fiz isso pro seu bem...

-Não venha me dizer que foi pro meu bem... eu sei ver o que é, ou não pro meu bem... - Disse voltando a olhar para ele e alterando-se.

-Você não entende, nunca entenderia... - Falou tristemente.

-O que eu não entendo? Remo pelo amor de Deus, você me acha louca? Eu sei o que aconteceu, mas tive maturidade o suficiente pra entender que isso é uma injustiça dos meus pais.

-Você não entende que vai ser sempre assim, todos vão me apontar, vão...

-E você vai deixar que eles te menosprezem por uma coisa que aconteceu e nem sequer foi culpa sua?

-Não interessa se não foi culpa minha...

O silêncio reinou no ambiente, Remo continuava de joelhos, apoiando-se nas pernas dela, mas agora estava com a cabeça baixa, Laís virou-se para encarar a mesinha que estava no centro da sala, novamente uma lágrima teimou em cair de seus olhos, e juntamente com a lágrima veio aquela sensação que a tempos não sentia, começou a tossir, tentava controlar-se mas não conseguia, o ar começava a lhe faltar e começou a respirar com dificuldade.

Remo ouviu Laís tossir e olhou para a garota, viu que seu rosto estava pálido e seu peito subia e descia rapidamente como que procurando ar.

-Você está bem? - Levantou-se rapidamente e pegou em seu rosto.

Laís não respondeu, não tinha forças para falar naquele momento, continuava em busca de ar, seu peito subia e descia em um ritmo acelerado.

-Laís fala comigo, o que você tem? - Remo já estava desesperado, não fazia a mínima idéia do que estava acontecendo.

Laís sentiu que não aguentaria mais, não respondeu a pergunta de Remo, apenas saiu correndo em direção ao seu dormitório, tinha que pega-la, não fazia a mínima idéia de onde estaria, fazia anos que não usava, nem sequer lembrava se tinha trazido para Hogwarts, mas tinha que pega-la o mais rápido possível.

Remo olhou em direção a garota que corria desesperadamente pelas escadas, não sabia o que fazer, não sabia o que estava acontecendo, somente o que sabia era que Laís estava precisando de ajuda, ela não estava bem, tentou segui-la para ajuda-la, mas sabia que não conseguiria subir as escadas para o dormitório feminino, então saiu correndo em direção para as escadas do dormitório masculino, subia dois lances de escada rapidamente até que chegou na porta do dormitório dele e abriu a porta na mesma hora sem pensar.

-REMO!!!! - Gritou Deise saindo de cima de Sirius na mesma hora.

-Mas que droga, você não ouviu quando a Deise falou pra esperar lá...

-Sirius agora não, é urgente!!! - Falou Remo mas alto que o amigo para abafar a voz dele.

-O que aconteceu? - Perguntou Deise vendo que pela cara que Remo fazia a situação era séria.

-É melhor você ir correndo pro seu dormitório, acho que a Laís tá passando mal...

-Mas... como?

-Deise, eu explico depois, é melhor você ir ver como ela está. - Falou puxando a garota que estava paralisada, no que ela saiu correndo do dormitório, sendo seguida pelos dois.

Desceram os três correndo pelas escadas, quando chegaram na sala comunal Sirius e Remo ficaram e Deise subiu correndo para o dormitório. Chegando abriu a porta rapidamente e encontrou Laís deitada na cama, ainda ofegante e com a mão no peito.

-Laís você tá bem? - Perguntou ajoelhando-se ao lado da amiga.

-Eu... to... sim – Respondeu ainda com a respiração falhando.

-Mas... o que aconteceu? O Remo falou que você tava passando mal.

-Não, foi só uma falta de ar, nada demais.

-O que é isso na sua mão? - Perguntou Deise vendo que a amiga tinha a mão fechada em torno de alguma coisa.

-Não é nada. - Falou bruscamente puxando a mão.

-Mas...

-Já disse que não foi nada, obrigada pela preocupação, mas agora vou dormir. - Disse fechando as cortinas da sua cama, deixando Deise com um olhar preocupado do outro lado.


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E AI GOSTARAM????? Queria saber, mas vcs não comentam (autora muuuito chateada) hehehehehehe... sério mesmo galera vamos comentar né? os comentários me ajudam e assim posso saber o que vcs esperam,podem me dar algumas dicas também né??? Ah, antes dos agradecimentos quero dizer que tenho outra fic mas antiga que essa o nome é: MENTINDO PARA O CORAÇÃO (propaganda básica hauhauahauhau), tem algumas pessoas que sempre estão lendo as duas, então pra quem tiver afim de ler essa é sobre o Harry e a Gina e já parando de enrolar (e como...) vamos aos agradecimentos rssssss:
Amanda Delacourt Black- Obrigada pelo comentário e já to passando lá na sua fic é que como vc deve ter visto pela demora do cap. eu to muuuuito ocupada.
Sirius Aluado Potter - Mas tá igualzinho o Sirius esse menino kkkkkkkkkk, convencido que só a molestia kkkkkkkkkkkkk... adoro seus comentários, e como vc viu nem a Lily, nem o Tiago, conseguiram inventar uma desculpa para convencer os dois bisbilhoteiros do Sirius e da Deise hehehehehehe (obs: estou com uma leve desconfiança de que vc usa legilimencia, apesar de saber que tem que ter contato visual, não é possível, tudo o que eu penso esse menino já sabe aff... hauhauhauhau, podia até me ajudar a escrever hauahauahauahauahauahau)
julinha - Obrigada pelo comentário, continue passando aqui e que bom que vc gostou do momento do Tiago e da Lily juntos espero que tenha gostado desse rsssss.
Pazinha - Ai, ai, ai, faz muito tempo mesmo que a senhorita não passa por aqui, mas tudo bem, vou te perdoar hauhauahauahau, que bom que vc gostou dos capítulos fico feliz e espero que não demore mas 1000000 anos para passar aqui denovo.
Mrs. Evans - Que bom que gostou dos momentos dos casais, tinha que ter uma briguinha pra variar né? Eu particularmente acabei me apaixonando pelo Remo e pela Laís, acho até que tô escrevendo demais sobre eles, mas fazer o que...
Samoa - Obrigada pelo comentário e vc quer ver o Snape??? Não sei, vamos ver hehehehehehe
Vigzinha - Desculpa, mas acho que dessa vez eu me superei, demorei muito mesmo pra postar, é pq como já falei to cheia de coisa pra fazer aqui no trabalho. E sim, eu sou MÁ, MUITO MÁ hauhauahauahauahauhau...(risada maquiavelica)
rebecaferreira - Oi amore rssssss, claro que vc pode me chamar de Paty e de Pontas tb rsssssss (pra minhas amiguinhas queridas eu sou Pontas Potter)
Mariana Potter - Que legal que vc gostou, tô tão orgulhosa hauahauahauahau... e em relação ao Remo e a Laís calma eles vão ficar juntos, eu acho, será? heheheheehehe EU SOU MÁ brincadeirinha rssssss
Aluada Lupin - MEU AMOR, tô morrendo, morrendo, morrendo de saudade de vc, to tão sozinha buaaaaaaaaaaaaaaa... TE AMO BEM GRANDE E AMEI SEU COMENTÁRIO... vc chorou hauahauahauahau que legal!!!!
Almofadinhas Black - Vc sabe que eu tb TE AMO, é que eu espero um comentário gigante seu e da Aluada pq eu amo as duas, vcs são minhas mulheres hauahauahauahauahauahauaah vê senão esquece de mim tá?

Aff, eu falo demais pelo amor de Merlim rssssssssss, bem, pra quem conseguiu ler isso até o final UM GRANDE BEIJO E ABRAÇO DE AGRADECIMENTO DESSA POBRE AUTORA rsssssssssss!!!
Ah, mas uma coisinha, quem quiser me adicionar no msn pra conversar sobre a fic ou dar uma dicas lá vai: patyolanda@yahoo.com.br, o meu e-mail do msn é do yahoo mesmo eu não errei tá bom rsssssssss TCHAU FUUUUUUUUUUIIIIIIIIIIII

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