FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

11. Capítulo XI


Fic: The Marriage Bed


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Oi, oi povo!! Vamos lá, preciso explicar uma coisinha antes de irmos para os comentários e logo em seguida o capítulo.
Bem, vida de gente grande não é fácil e as vezes é chata!rs  Estou num período desses... trabalho em uma editora e estamos num momento complicado, com datas e correria, muita correria até o meio do mês que vem, não vou deixar de postar, mas pode acontecer de ter alguns atrasos como aconteceu com esse capítulo. Sinto que devo uma explicação para vocês, já que assumi um compromisso e sei o quanto é chato esperar pelos capítulos. Espero que vocês possam me desculpar.


 


Sobre o capítulo... Hermione terá uma conversainha com sua querida cunhada...


 


Carla Cascão: Como foi de páscoa? Muito chocolate??rs
Pois é... E agora Hermione, o que você vai fazer...? E o Draco, vai tomar jeito ou não... Só lendo flor! ^^


Amanda: Oi, oi Amanda, seja bem vinda! Pois é... penso a mesma coisa... Tadinha dela! Então sobre o livro, vou continuar adaptando, estou acrescentando algumas coisas, alguns diálogos, mas não estou alterando a essência da história. Não quero sair desse enredo. Espero que goste.


 


Bjs e boa leitura.


 


*****


 


— Suspeito que eu seja a causa de tamanho mau humor. — Hermione ficou a observar a carruagem desaparecer na curva da estrada, imaginando se, por acaso, o loiro iria atrás de outra para se consolar. Se encontrasse alguma jovem interessante, pelo menos a deixaria em paz por algum tempo.


 


 


— Vocês discutiram?


A viscondessa voltou-se para sua cunhada.


— Não é o que sempre fazemos? — Harry soltou um suspiro e ficou de pé.


— Se vocês duas vão falar sobre Malfoy, peço licença para me retirar.


— Não vamos fazer isso. Meu marido é a última coisa deste mundo que desejo discutir. Fique, querido.


— Não, não. Na verdade, preciso ir. Tenho um encontro com Finch-Fletchley no Três Vassouras para discutir alguns assuntos, e devo estar de volta a tempo de levá-las à casa dos Chang, à noite.


— Eu não irei. Não suporto lady Cho. Vou alegar enxaqueca e ficar aqui.


— Tenho mais motivos para não gostar de Cho do que você, Mione. — a ruiva riu. — Harry quase se casou com ela antes de me conhecer.


— Estremeço só de pensar nisso.


— Ora, nenhuma de vocês tem motivos para não gostar de lady Cho. Afinal, não me casei com ela — ponderou Harry.


— Meu caro irmão, nem esse fato abençoado é suficiente para fazer-me apreciá-la. Ginny, acho que nós duas deveríamos ficar em casa, jogar bridge e tomar algumas garrafas de vinho.


— E deixar o campo aberto para ela flertar com meu belo marido? Nunca!


— Isso não vai acontecer. — o moreno deu um beijo na testa da esposa — Voltarei às sete para apanhá-la. — e se foi, deixando-as a sós.


— Vai mesmo me deixar sozinha com lady Cho e ficar aqui?


— Sim, Ginny. Pretendo passar uma noite tranqüila. — Hermione beijou a cabecinha do sobrinho — Jas[1] me fará companhia. Melhor conversar com ele do que com lady Cho.


A ruiva gargalhou.


— Quando diz coisas assim, chego a sentir pena dela. Fico feliz que goste de mim. — algo acima dos ombros de viscondessa chamou sua atenção. — Querida, lá se vai seu chapéu!


A jovem pôde vê-lo ser arrastado pelo vento. Devolveu James para a mãe e correu atrás para pegá-lo.


Teve de andar por alguns metros, e conseguiu alcançá-lo no momento em que uma ventania ainda mais forte o levasse para mais longe. Ofegante, retornou para perto da cunhada.


— É melhor colocá-lo. — Ginevra aconselhou, enquanto dava tapinhas nas costas do pequeno.


— Não gosto. — e preferiu amarrá-lo bem forte no pulso. — Com esse vento, teria de usar o prendedor, o que me daria dor de cabeça.


— Odeia usar chapéus, não é? Nunca os mantém no lugar. Veja, uma das flores está quebrada. — passou o bebê para o outro braço para tocar a aba. — Não acredito que possa ser consertada.


Hermione olhou para as flores de seda que enfeitavam seu chapéu. Violetas. Escolhera-as também para seu buquê de casamento. Num estalo as lembranças brincavam em sua cabeça... A maneira em que o loiro pegava seu chapéu e o jogava no ar rindo, os passeios de cavalo na colina, a forma como lhe beijava o pescoço, os beijos roubados sempre que se encontravam num canto isolado e o cálido desejo em seus olhos e os danos que podia lhe fazer...


— Há certas coisas que não podem ser consertadas. — Suspirou.


— Talvez possamos ir às compras amanhã e você escolherá um novo. Pretendo ir à Bell's. Que tal me acompanhar?


Os dedos da viscondessa se crisparam..


— A casa de tecidos?


— Sim. Ouvi dizer que acabaram de receber veludos maravilhosos. Gostaria de dar uma olhada.


A imagem da bela mulher de cabelos loiros debruçada sobre as peças de tecido voltou à memória dela.


— Eles não são tão bonitos.


— Então já os viu?


— Sim. Eu e Malfoy estivemos lá, esta tarde. — fez uma pausa. — Lady Greengrass também foi. Por isso que ele e eu discutimos. Os dois foram amantes há quatro anos.


— Bem... Draco não tem amantes agora, querida. Rompeu com Pansy Parkinson, e sabe-se que ela foi embora para a França.


— Não importa Ginny. Ele acabará arranjando outra. É o que sempre faz. Então, terei de vê-la e ouvir os comentários, como aconteceu com todas as demais. Sei que não deveria me importar em ver lady Greengrass na loja hoje, mas doeu. O jeito como aquela oferecida olhou para Draco! Foi apaixonada por meu marido, não tenho dúvida. Claro que já faz parte do passado, mas, mesmo assim, ainda magoa. Dói cada vez, com cada mulher. E ele espera que eu retome nossa vida conjugal como se nada disso tivesse acontecido!


Ginevra ficou em silêncio por longo tempo. Quando tornou a falar com Hermione, fez-lhe uma pergunta totalmente inesperada.


— Seria assim tão terrível voltar a viver com seu marido? — a jovem sustentou o olhar da cunhada.


— Depois de tudo o que Draco me fez, como pode me perguntar isso?!


— Sei tudo sobre lady Greengrass e Pansy Parkinson e todas as demais, mas não seria possível que superasse isso, Mione? Vocês não poderiam começar de novo, do ponto de partida?


— Não se pode recomeçar com um homem que é um mentiroso, um interesseiro. Não confio mais nele.


— Construir a confiança demora, e isso é algo que vocês não desenvolveram, apesar de estarem casados há nove anos. Talvez necessitem de uma oportunidade para construir uma base sólida e se conhecerem melhor.


Hermione, mantendo-se na defensiva, arrancou a flor quebrada do buquê e a atirou longe.


— Malfoy e eu nunca tivemos uma convivência amigável. Nem quando estávamos recém-casados e eu ainda via a luz das estrelas em seus olhos. Brigávamos sem cessar.


“Quando não estávamos fazendo amor...”


A viscondessa torceu a borda do chapéu e arrancou outras florezinhas, pensando nos dias que ela e o marido compartilharam, as brigas acaloradas e depois as apaixonadas reconciliações. Não queria mais brigar com Draco, mas também não pretendia se reconciliar com ele. E, sem dúvida, não queria mais falar dele.


A ruiva, entretanto, parecia não ter esgotado o tema.


— Vocês estão mais maduros, agora. Não há uma maneira de aprenderem a conviver?


— E um casamento é só isso? Aprender a conviver?


Os olhos castanhos claros de Ginevra cintilaram.


— Não estou querendo defender ninguém Mione, mas acredite ou não, é assim na maioria das vezes. Não é nada romântico, concordo, mas é a realidade.


Viver com o loiro não só parecia nada romântico, mas impossível.


— Você está casada e feliz, Ginny. Por isso não compreende.


— Compreendo seu orgulho e sei que tem motivos de sobra para não confiar nele, não te censuro por isso. Mas os homens também têm orgulho, e muito. Malfoy mais que a maioria, suponho. E decerto não iria abrir o coração para você se...


— Coração?! Draco não tem coração!


— Engana-se. Seu marido esconde muito bem, mas, de fato, creio que Malfoy seja como eu.


— Ora, não diga tolices!


— É sério Mione. Você é muito diferente de mim. Apega-se com facilidade às pessoas e confia nelas sem reservas. Até que lhe dêem motivos para deixar de confiar... Querida, desculpe-me por dizer, mas você se torna mais fria que o inverno da Escócia.


Aquilo a magoou. O loiro havia feito a mesma descrição.


— Quer dizer que sou incapaz de perdoar, que sou uma espécie de rainha de gelo?


— Suas paixões são intensas e duradouras, minha querida. Você vê tudo em termos exatos. Branco ou preto. Certo ou errado. Amigo ou inimigo. Nem todos são assim, Eu não sou. E creio que o visconde também não é. Somos mais moderados, mas tão orgulhosos quanto você. Só que nos expressamos de maneira diferente. Em geral disfarçando nossos sentimentos.


— Não acredito que esteja se comparando a Draco. Você não é como ele. Nunca mente, e seria incapaz de brincar com a sensibilidade de quem quer que seja. Não seria infiel com aqueles que a amam. Não fugiria das situações difíceis. Se estivesse errada e magoasse a outra pessoa, reconheceria seu erro e pediria perdão. Conheço Malfoy muito bem. Portanto, você não sabe do que está falando.


Ginevra colocou a mão no ombro da cunhada.


— Você o amou um dia. Tenho certeza disso.


A castanha fez uma careta, sentia uma dor aguda no peito.


— Isso não é novidade para ninguém. E sofro ainda mais por fazer papel de tola diante dos outros.


— Concordo, mas não deve ser fácil para um homem ser desprezado pela mulher que amou e que o amava tanto. Tê-lo mandado embora de sua cama... O lado físico é muito importante para os homens, bem mais do que é para nós. Acho que sabe disso, querida.


Hermione arregalou os olhos.


— Está do lado de Draco, Ginny?


— Não. Estou procurando entender o lado de seu marido, isso sim.


Saber que sua melhor amiga tomava a defesa de Malfoy era demais para ela.


— Draco Malfoy é um caçador de fortunas, um interesseiro. Mentiu para mim e me abandonou. Depois teve uma amante após outra. E a sociedade diz que eu sou a culpada!


— Todos têm consciência de que a responsabilidade não é toda sua. Eu ouço os comentários. Há gente que condena Draco por não ter arrastado você para a cama e exigido um herdeiro há anos. Existe os que duvidam da masculinidade de seu marido, e convenhamos, isso é muito duro de suportar. Malfoy parece não dar a mínima para a opinião geral, mas eu creio que ele esconde o que lhe vai no íntimo.


Hermione esfregou a nuca, irritada, lembrando-se da cena no museu.


—Não sei como alguém poderia questionar a masculinidade dele. Com tantas mulheres que já teve, não tem de provar mais nada.


— É assim tão difícil imaginar por que Malfoy recorreu a tantas amantes?


“Astoria e eu consolamos um ao outro. Creia, nós dois precisávamos disso.”


— Você está sendo cruel, Ginny. Está afirmando que sou culpada.


— Não. Só estou tentando imaginar o que ele enfrentou durante esses nove anos. Não o conheço muito bem, e posso estar totalmente enganada quanto ao caráter dele. Harry diria isso, pois, para ele, Draco deveria ser enforcado, arrastado em praça pública e esquartejado por ter magoado sua irmãzinha.


— Harry o odeia porque sabe julgar muito bem o caráter das pessoas. Melhor do que eu, sem dúvida.


— Tem certeza? — Ginevra sorriu. — Foi você quem olhou para uma moça pobre e sem família e achou que eu seria melhor esposa para seu irmão que lady Cho Chang. Pelo que me recordo, Harry nem sabia de minha existência.


— Demorou um pouco para eu convencê-lo. Mas estava certa a seu respeito, e não me arrependo.


— Se isso é verdade, então devo dizer que você é ainda melhor do que pensa para julgar o caráter alheio. Apaixonou-se por Draco e, mesmo sendo muito jovem, não creio que fosse uma tola. Ele devia ter algumas qualidades, e você as pressentiu. Caso contrário, não o teria amado.


— Quando me apaixonei, não sabia nada sobre ele. Mas não importa. Não o amo mais. O amor acabou, e quando isso acontece, não há como recuperá-lo.


— Engano seu. Apaixonei-me por Harry duas vezes.


— Querida, chega, sim? Não quero me apaixonar de novo. Não por Malfoy. Eu lhe asseguro.


O bebê acordou e começou a chorar. E Hermione sentiu o estúpido desejo de fazer o mesmo.


— É inútil falarmos de amor — sussurrou.


— E quanto a filhos, Mione? Não gostaria de tê-los? — aquela questão penetrou seu coração como se fosse uma faca. Havia tempos desistira de ser mãe, e já estava acostumada àquela idéia.


— A sociedade toda me condena por não ter tido uma criança. Vai fazer o mesmo? — sua voz falhou.


— Não se trata de condenar, meu bem. Só perguntei se deseja ser mãe.


— Evidente que sim! Sempre quis, sempre soube o que queria da vida. Costumava sonhar com um marido que me amasse. Eu o amaria também e teríamos muitos filhos. Quando me casei com Draco, achei que meu sonho tinha se tornado realidade. — soluçou, e seus olhos umedeceram — Isso quando eu ainda era uma garota romântica e idiota.


— Não há nada de idiota em querer ter um marido e filhos para amar. Você já tem um marido. Ele também quer filhos. Já parou para pensar que essa pode ser a segunda chance para que realize seu sonho?


— Com Malfoy? Não, Ginny. Mesmo se eu voltasse a desenvolver algum tipo de afeição por ele, o que é pouco provável, que diferença faria? Draco não me ama, nunca me amou e nunca me amará. E eu não o quero mais. Só isso.


— Se prefere assim...


— Prefiro. Ainda que o amor não tivesse nada a ver com isso, que o casamento fosse um simples conviver, Malfoy e eu não temos chance. E chega dessa história.


Graças aos céus sua cunhada parar com o assunto, mas em sua mente Hermione não conseguia parar de pensar. Malfoy e ela nunca seriam capazes de ficar juntos. Se ele permitisse acreditar em seu sorriso e em seus cálidos olhos, voltaria a se decepcionar. Se ela permitir que o loiro voltasse para sua cama, correria o risco de voltar a se apaixonar e possivelmente ferir seu coração roto.


Olhando para seu chapéu concluiu que os votos de casamento nada significavam para ele. Draco a desejava, era fato, mas também sabia que amor e desejo não são a mesma coisa. Seu marido desejou muitas mulheres e ela era somente mais uma.


Arrancou mais uma flor de seu chapéu e abriu a mão, o pequeno enfeite se foi junto com a brisa... Quando o desejo de um homem não é acompanhado de amor, é como o vento, precisa de sustância, é impossível de sustentar...






[1] Olha o Jas aqui outra vez!!!! Lolita, se você estiver lendo essa fic, já sabe...rsrsrs


Sabe como é, não resisti! (^_^)v



Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Carla Balsinha em 22/04/2012

ALô querida!

Peço-lhe imensas desculpas por não ter comentado antes,a minha mãe esteve internada com um avc,ficou com o lado esquerdo paralisado,enquanto não vem o apoio domicilíario,temos de ser nós a fazer-lhe tudo...felizmente já mexe o pé esquerdo,agora falta o resto....

Bem que a ginny tenta "pôr água na fervura",mas acho que não vai lá,não são falinhas mansas que a vão demover....acho eu!

A minha páscoa foi boa,comi imensas amêndoas,mas chocolate não!Eu que adoro chocolate prêto!

Beijinhos grandes amiga

Carla Cascão

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por taina cullen em 17/04/2012

well, devo adimitir que senti falta do draco nesse cap

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.